La mansion embrujada de placer

Meu nome é Juliano, tenho 24 anos e vou contar a vez que eu e minha mãe moramos numa casa mal-assombrada. Tudo começou com a separação dos meus pais. Minha mãe e eu mudávamos de casa em casa, mas o salário dela não dava pra gente se estabelecer em lugar nenhum. Passamos um ano nessa situação até que ofereceram um novo cargo pra ela, o que significava mudar de novo, mas dessa vez pra outra cidade. Aceitamos na hora.

Quando chegamos na cidade nova, como não conhecíamos ninguém, ficamos num hotel bem chique. O novo emprego da minha mãe permitia a gente se dar uns luxos. Resolvi sair pra dar uma volta e conhecer melhor o lugar. Saindo da área comercial, começava um bairro de subúrbio, e foi lá que vi aquela casa onde eu passaria por tanta coisa. Era uma mansão bem antiga e abandonada, com uma luz acesa num dos quartos e uma placa escrito "À VENDA". Me aproximei, toquei a campainha e saiu uma velhinha de cabelo branco, uns 60 anos.

Pedi informações sobre a casa e a senhora me convidou pra entrar. Quando passei pelo portão do jardim, percebi que ela só usava um roupão bem transparente, aliás. Achei que fosse pelo desgaste do tecido. Quando entrei na casa, na recepção pra ser mais exato, senti uma coisa muito estranha percorrer meu corpo todo. A senhora, muito educada, me ofereceu uma xícara de chá, que recusei educadamente, mas ela insistiu tanto que acabei tomando o primeiro e único gole.

Aquela velha começou a contar que a casa tinha sido deixada pelo marido e que, por causa da idade, ela já não conseguia cuidar, então o preço era muito baixo, quase um presente. Ela nem tinha terminado de falar quando comecei a me sentir muito estranho. Tonto, mas o mais bizarro era o tesão que tava me dando. Foi quando ela parou com aquela voz doce de velhinha e falou com uma voz mais jovem e sedutora: "Já começou a fazer efeito, vamos começar o ritual."

Fiquei apavorado, não conseguia me mexer, aquela velha... Ela se despiu e eu não conseguia parar de sentir aquela sensação de desejo e horror. Foi quando ela disse: "Se despe". Finalmente consegui me mexer, mas não por vontade própria. Comecei a me despir até ficar só de cueca. Ela disse "para" e eu parei de me mexer. Ela se aproximou e começou a puxar minha cueca pra baixo. Nisso, meu pau saiu de uma só vez. Não podia acreditar, estava enorme, grosso e muito veiudo. O que ela tinha me dado pra beber? Meu pau passou de um tamanho médio pra uma rola de 30 cm de comprimento e uns 10 cm de largura, com um engrossamento estranho no meio, sem falar na textura que se formava por causa das veias inchadas.

A velhinha começou a pegar meu pau entre as mãos enrugadas e disse: "Te fiz um presente. Com isso você vai poder dar prazer pra qualquer mulher, mas primeiro vai ter que fazer comigo." E ela se dedicou a enfiar a porra do pau que eu agora tinha na boca sem dentes. Vocês iam achar nojento, mas a habilidade daquela velha me surpreendeu. Ela chupava, chupava como se a vida dela dependesse disso, e fazia com uma maestria. Ela mamava minha nova e vermelha cabeça de pau enquanto passava a mão nas minhas bolas. Não podia acreditar como aquela velhinha conseguia mamar um monstro daqueles, e ainda mais como conseguia me satisfazer. Era tanto prazer que acabei jorrando grandes golfadas de porra. Meu orgasmo foi incrível, nunca tinha sentido algo assim.

A velhinha se dedicou a tomar cada mililitro de porra que saía do meu pau e me disse "obrigada". Não podia acreditar. A velhinha já não parecia tão velha. Passou dos 60 pros 50. Os cabelos dela estavam mais escuros, ela tinha menos rugas e os peitos ficaram mais firmes que antes. Mas não foi só isso que me surpreendeu, e sim o que aconteceu depois. Ela me disse: "Vejo que você ainda tá bem duro." Continua... ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. VOU CONTINUAR COM ESSE E OUTROS CONTOS. SOU NOVO NISSO, ENTÃO TÔ ABERTO PRA SUGESTÕES E COMENTÁRIOS.

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