Terminando de contar a história de como tive meu primeiro encontro sexual com minha irmã. Desse episódio narrado onde ficamos cara a cara, pra decepção de muitos, devo dizer que infelizmente não passou de um contato de sexo superficial, se é que podemos chamar assim naquela vez. Embora tenha sido intenso pra mim naquele momento, foi algo que não consegui tirar da cabeça por muito tempo. Mas nada mais aconteceu entre mim e minha irmã até vários anos depois, com a coisa esfriando entre a gente, digamos assim. Não foi até ela entrar na idade adulta e recém-completar a maioridade que, no momento e da maneira mais inesperada, aquilo que tinha ficado guardado e inacabado anos atrás veio à tona de novo. Foi por causa de um desencontro com uma amiga da minha irmã, que tinha me procurado e, por um motivo ou outro, não deu certo. Essa situação me frustrou tanto que não consegui esconder a amargura que sentia, a ponto de chamar a atenção de qualquer um que olhasse pra mim. Foi nessa situação que minha irmã me deu apoio pra sair daquele estado, talvez porque tenha feito de intermediária entre a amiga e eu, e talvez se sentisse culpada ou parte responsável, mesmo não sendo. Mas, nesse caso, ela também já tinha passado por algo assim antes, então sabia como eu me sentia. Num momento a sós, ela me disse o quanto se sentia mal por mim e que, no fundo, desejava encontrar alguém como eu pra ela, vendo como era meu jeito quando me envolvia com alguém. Sem entender de primeira, ela disse: "Quem me dera encontrar alguém como você". Eu agradeci pelo elogio, e ela repetiu: "Queria alguém como você". Minha reação foi: "?????". Naquele momento, surgiu na minha cabeça aquela lembrança a sós entre nós, e talvez também estivesse na cabeça da minha irmã. Naquele instante, estávamos os dois sozinhos, então o único jeito de saber era confirmando, trazendo à tona aquela lembrança pra minha irmã. que nunca saiu da minha cabeça, e dizendo pra ela que eu também nunca parei de pensar nela. Basta dizer que quando vi ela me encarando nos olhos, entendi tudo. Estávamos os dois sentados na beira da cama no quarto dela, quando vi ela parada esperando uma resposta depois de ter dito a parte dela, confessei o quanto me excitava pensar naquela lembrança. E ela, sem dizer nada, imóvel, continuava me olhando. Foi aí que me joguei de cabeça, levantei bem junto da cama e abaixei o zíper da calça. Olhando fixamente pra mim enquanto fazia isso, meti a mão dentro e puxei pra fora meu pau, que claro, tava duro como pedra. Nessa hora, minha irmã cravou o olhar sem dizer ou fazer nada, e me aproximando dela, peguei ele com uma mão e levei direto pra boca dela, sem hesitar. Nem preciso dizer que não sabia o que pensar, mil coisas passavam pela minha cabeça naquele momento, mas no fim das contas, eu tava certo sobre as intenções da minha irmã. Daí em diante, me deixei levar. Ela ficou um bom tempo chupando de boa, com calma. A gente tinha tempo, e cada um com suas experiências, dava pra ver que os dois lidavam com aquilo de um jeito diferente da outra vez. Era o paraíso naquele momento. Comecei a acariciar o cabelo dela com uma mão enquanto acompanhava o movimento da cabeça dela. Depois, meti uma das mãos pelo decote da camiseta dela, acariciando os peitos. E quando ela soltou pra respirar fundo, deitei ela na cama, puxei a calça dela até os pés e depois a calcinha fio dental, abri as pernas dela, coloquei minha cabeça entre elas e devolvi o favor, que era a única coisa que eu queria fazer naquele momento. Ela ficou tranquila, me segurando pelo cabelo e acariciando minha cabeça com uma mão, então pude ver de perto a buceta dela toda, até matar a vontade e saborear por uns minutos. Daí pra frente, o próximo passo era óbvio, então tirei de vez minha calça de uma das pernas pra ficar livre e imediatamente me deitei sobre ela e Presentei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, nessa altura ela já não era mais virgem, então sem pensar duas vezes eu penetrei, sentindo ela por dentro pela primeira vez. Tenho que admitir que, como flashes ou lampejos, passavam pela minha cabeça que aquela ali era minha irmã, mas ao mesmo tempo era algo tão gostoso e doce que eu nunca senti com nenhuma outra mulher. Além disso, a única coisa em que eu conseguia pensar era em não gozar dentro dela, já que ela se entregava jogando a cabeça pra trás sem nenhum tipo de reclamação ou resistência. Terminei empurrando as duas ou três últimas vezes com mais força do que o normal, tirei o pau antes de gozar e finalizei na barriga dela, que, nem preciso dizer, adorava ver como eu gozava. Depois disso, falei pra ela que não queria que fosse a única vez, que a gente continuasse fazendo sempre que desse, se tivesse vontade. E foi assim que seguimos por quase dois anos, indo até pra motéis pra ficar completamente tranquilos e livres pra fazer o que quiséssemos. Com ela, tive a liberdade de ser eu mesmo, sem medo de nenhuma repressão ou questionamento, chegando até a ficar juntos mesmo quando ambos estávamos namorando ou em um relacionamento, mas nós dois sentíamos que não tinha nada melhor do que a nossa parada. Até que finalmente decidimos seguir com nossas vidas, porque cada vez seria pior sustentar uma vida dupla, e até hoje isso se manteve, mas sempre existe a possibilidade de uma porta aberta.
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