Olá, coelhinha, adorei que você me fez VIP. Tô mandando meu relato, isso aconteceu há 2 anos, espero que você e seus fãs gostem, valeu!
Fiquei responsável pelas minhas duas sobrinhas e não consegui evitar: comi as duas e arrebentei a buceta delas. Foi uma experiência muito excitante pra nós três.
Umas semanas atrás, minha irmã me pediu se eu podia ficar na casa dela pra cuidar das filhas, porque por causa do trabalho ela tinha que passar uns dias fora da cidade. Ela se separou do marido há cinco anos e cuidava sozinha das duas filhas: Arianne, de 16 anos, e Cindy, de 14. Eu tenho 42 e sou professor de colégio. Minha irmã me avisou que as meninas estavam numa idade muito difícil e eram bem rebeldes, então pediu pra eu não dar moleza e ser severo com elas se precisasse castigar.
No primeiro dia, quando chegaram em casa, perguntei como tinha sido no colégio.
– Eu me diverti pra caralho. Coloquei giz na cadeira do professor de Matemática e ele sujou a parte de trás da calça toda. Aí me ofereci pra limpar e dei uns tapas na bunda dele. Como todo mundo riu! – falou Cindy, toda sem vergonha.
Achei muito errado o que ela fez e decidi castigar ela.
– Você deu uns tapas no seu professor e agora vou dar uns em você. Tira a calça e vem aqui no meu colo. Vou te dar o que você merece.– Embora ela tenha reclamado, acabou concordando em tirar a calça e se deitar sobre minhas pernas pra levar a palmada. Ela tava com uma calcinha pequena de renda linda, que eu puxei pra baixo pra deixar a bunda dela no ar. Mandei a irmã dela sentar na frente pra não perder nenhum detalhe e comecei a bater na minha sobrinha. A verdade é que ela já não era mais uma criança, tinha um corpo maravilhoso. As nádegas dela eram macias, mas eu ia deixá-las bem vermelhas. No começo, eu não batia forte e parecia que ela tava gostando das palmadas, soltando gemidos de prazer. Isso foi confirmado por um fiozinho de líquido vaginal que escorria da bucetinha dela pelas coxas. A situação me excitou também: uma garota adolescente com a bunda de fora, mostrando os buracos bem de pertinho, gemendo de tesão e com o braço encostando na minha virilha. Não deu pra evitar que meu pau crescesse e ficasse praticamente duro. A Cindy percebeu e notei que ela se mexia como se tentasse alcançar minha rola com a mão. Depois de muito esforço, ela conseguiu pegar, abaixando meu zíper pra agarrar meu pau. Eu batia mais forte pra ela parar com aquilo, mas ela procurava com mais vontade, gemendo alto. Finalmente, ela conseguiu o que queria e libertou meu pau, que começou a esfregar com frenesi. A irmã dela não acreditava no que via:
– Tô ficando com tesão também, porra! – exclamou, enquanto levava a mão na própria buceta pra se masturbar.
A situação fugiu do meu controle. Eu só queria dar umas palmadas na bunda da minha sobrinha pelo mau comportamento na escola, mas percebi tarde demais que aquela menina já era uma adolescente linda e gostosa, que tinha pelos na buceta e cujo cu se oferecia diante dos meus olhos como uma tentação proibida. Sentir a mão dela acariciando meu pau de cima pra baixo despertou em mim os instintos mais baixos, e não pude evitar de separar as nádegas dela pra... introduzir meu dedo indicador no cu apertado dela. Cindy não conseguia parar de se contorcer de prazer e ficar cada vez mais excitada, tanto que chegou a molhar minha calça. Já estava pensando que ia molhar a minha também quando Arianne me trouxe de volta à realidade.
– Bom, chega! Agustín, quem você está castigando sou eu, pra Cindy você está dando um prêmio, não tá vendo que ela tá se divertindo igual uma puta? E vocês não têm vergonha do que tão fazendo? Um enfiando o dedo no cu da outra e a outra batendo uma pra você. Isso não tá certo, então mãos quietas já.
Arianne tinha razão. A gente tinha deixado ela com tesão com o que estávamos fazendo, e não era certo enfiar o dedo no cu da minha sobrinha, então paramos, ela vestiu a calcinha e a calça de novo e cada um foi cuidar da sua vida.
De tarde, cada uma estava no seu quarto e eu no meu, quando Arianne apareceu:
– Agustín, preciso que você me explique uma coisa de Português.
– O que você precisar, sobrinha.
– É que não sei direito o que significa “cunnilingus”.
– É quando alguém chupa a buceta de uma mulher pra satisfazer ela sexualmente – respondi naturalmente.
– E isso é gostoso? Nunca fizeram comigo. Você me ensina como é, por favor?
– Bom, você é minha sobrinha, não posso dar uma aula prática.
– Poxa, mas você não teve vergonha de enfiar um dedo no cu da Cindy e ela pegar na sua pica e gozar!
– Eu tava castigando ela e a situação escapou um pouco do controle, só isso, mas não aconteceu nada.
– Então me faz um cunnilingus ou conto pra minha mãe o que vocês fizeram e que se eu não interferisse, você ia gozar também.
– Tá bom, vou fazer uma demonstração, mas não vai gozar, me avisa antes.
– Vale, eu aviso.
– Então tira a roupa e deita na cama.
Arianne tirou a roupa, e quando estava completamente nua, se deitou. Eu ia começar a explicação, mas ela me parou e pediu:
– Tira a roupa você também, por favor, senão fico sem graça. Fiquei todo duro.
Me despi e não consegui evitar que a pica crescesse descontroladamente ao contemplar aquele corpo tão gostoso, com uma bucetinha muito bem cuidada, depilada e enfeitada com uns pelinhos aparados e da mesma cor da sua longa cabeleira morena. Aproximei minha boca da boceta dela, separei seus lábios vaginais com cuidado e chupei toda a rachinha. Na hora ela ficou completamente molhada, e eu curtia seus fluidos saboreando um verdadeiro néctar de luxúria. Como homem experiente nesses assuntos, ensinei à minha sobrinha tudo sobre essa técnica sexual tão gostosa, encostando meus lábios nos dela e minha língua bem no clitóris, o que a fazia gozar uma vez atrás da outra. Minha pica já estava escorrendo líquido seminal, e eu estava tão empolgado chupando uma buceta tão deliciosa e acariciando um corpo tão macio e sensual que quase gozei contagiado pelos orgasmos da Arianne. Teria gozado se não fosse pela intervenção "oportuna" da Cindy, que entrou no meu quarto alertada pelos gritos gostosos de orgasmo da irmã.
– O que está rolando aqui? Antes eu fiquei com a buceta ardendo e agora vocês dois estão fazendo putaria.
– Não é o que parece, Cindy – tentei explicar para minha sobrinha mais nova. – Sua irmã queria que eu explicasse o que era um cunnilingus, e estou fazendo uma demonstração, mas não está acontecendo nada.
– Ah, tá, uma demonstração? Então eu quero que você me explique o que é uma sodomização e me faça uma demonstração de como arrebentar o cu de uma garota – pediu com energia enquanto tirava a roupa e se inclinava para frente, oferecendo o cuzinho para eu penetrar.
– Cindy, não posso te penetrar, você é minha sobrinha. Uma coisa é brincar, enfiar um dedo, chupar um pouco, outra é meter meu pau dentro de vocês e gozar. Além disso, você ainda é muito nova para certas experiências.
– Pois experiência é o que te espera quando eu contar pra minha mãe que você enfiou o dedo no meu cu. Porra, te fiz uma punheta e você tava chupando a buceta da minha irmã com o rabo duro e molhado, dando um orgasmo atrás do outro. Então ou você mete no meu cu por trás e arrebenta tudo, ou conto pra minha mãe o que você fez.
A ameaça parecia séria, então não tive escolha a não ser aceitar, mas ia fazer do meu jeito. Pedi pra ela me chupar pra recuperar a firmeza e dureza que tinha perdido com a interrupção, e em só trinta segundos tava duro igual pedra. Virei a Cindy e enfiei meu pau no cuzinho dela, mas com tanta violência que rasgou tudo, fazendo ela gritar igual uma puta. Mas sem dúvida essa menina era masoquista e adorava aquela dor. Enfiei o pau até o talo e comi ela por um bom tempo de um jeito realmente selvagem, tanto que a buceta dela ficou toda molhada de tesão e o cu sangrou de tanta dureza da foda. Arianne não conseguiu evitar ficar com tesão vendo a irmã e eu, e pediu pra participar da brincadeira.
– Irmãzinha, não sabia que você gostava tanto de sofrer assim, deixa eu te açoitar com meu cinto?
– Faz isso, por favor, não tem pena e me castiga pelo tanto que sou puta.
Arianne começou a açoitar com raiva o corpo frágil da irmã mais nova enquanto eu continuava fodendo o cu dela. A surpresa foi maior quando ela começou a me bater também, o que longe de me irritar, me deixou ainda mais com tesão. Tava realmente adorando enquanto comia minha sobrinha mais nova e levava as chicotadas da mais velha. Ver o sadismo no rosto da Arianne me excitava pra caralho, ainda mais com o movimento dos peitos dela balançando igual pudim a cada golpe de cinto.
– Ari, que gostosoooo! Me bate mais forte, destrói meu corpo de cintada! – gritava a Cindy pra irmã enquanto eu continuava destruindo o cu dela por dentro. Depois de um bom tempo de sexo anal, cintadas e orgasmos múltiplos, acabei gozando, inundando de porra O cu da puta que eu tava comendo. Arianne soltou o cinto e tirou meu pau do cu da irmã dela pra chupar ele.
– Mmmmmmmmm, que gostoso, tão grosso e com esse molho tão saboroso!
A vadiazinha me fez um boquete delicioso, e como eu não perdi a ereção, ela aproveitou pra enfiar direto e sem permissão na buceta molhadinha dela. Eu tentei dissuadi-la:
– Isso não tá certo, Arianne, uma coisa é meter por trás, outra é foder sua bucetinha. Sou seu tio.
– Cala a boca e mete forte, quero sentir bem teu pau dentro da minha buceta.
– Beleza, enfio um pouco e gozo fora, que uma coisa é trepar superficialmente e outra é meter até o fundo e encher tua buceta de porra.
Mas com o tesão e o clímax que a gente tinha alcançado, o pau entrou por completo, e o coito com a Arianne foi extremamente excitante. Enquanto a gente cavalgava, a Cindy teve a ideia, aproveitando que a irmã tava de quatro e tinha o cu livre, de enfiar pelo ânus dela o cinto com que tinha sido castigada por ela.
– Tá sentindo eu enfiando o cinto em você, sua puta? Vou meter ele inteiro, e quero que depois, quando a gente sair, você coloque ele, lembre desse momento e goze como uma puta.
E foi assim que ela fez: enfiou o cinto até a fivela e depois puxou com força. O rasgo e a queimação devem ter sido brutais, e ainda coincidiram com o orgasmo final da Arianne e minha própria ejaculação. Não consegui tirar ele, então enchi de porra a buceta apertada e gostosíssima dela. Agora foi a Cindy que tirou meu pau da boceta da irmã, se colocou embaixo e começou a chupar ele como se fosse um pirulito. O que ela não esperava era que a Arianne se colocasse atrás pra enfiar o mesmo cinto no meu cu.
– Vai ser muito excitante colocar o cinto que esteve dentro do teu cu, Agustín. Assim, com certeza vou gozar quando pensar nisso.
A filha da puta conseguiu enfiar o cinto inteiro em mim. Eu sentia ele penetrando aos poucos e Com certeza fiquei muito excitado, como ele foi até o fundo do reto e entrou nos intestinos. Quando ele puxou pra fora, senti meu cu rasgando por dentro e a queimação que me deu, mas só de ver a cara de satisfação da Arianne e da Cindy depois de deixar minha rola brilhando, já valeu a pena. Eu amo muito minhas sobrinhas e, acima de tudo, quero que elas fiquem felizes e bem satisfeitas. Desde aquele dia, procuro passar mais tempo com elas e ajudar no que precisarem. Elas sabem que podem contar comigo... e com minha rola haha, e principalmente porque tenho umas gêmeas com a mais velha!

Fiquei responsável pelas minhas duas sobrinhas e não consegui evitar: comi as duas e arrebentei a buceta delas. Foi uma experiência muito excitante pra nós três.
Umas semanas atrás, minha irmã me pediu se eu podia ficar na casa dela pra cuidar das filhas, porque por causa do trabalho ela tinha que passar uns dias fora da cidade. Ela se separou do marido há cinco anos e cuidava sozinha das duas filhas: Arianne, de 16 anos, e Cindy, de 14. Eu tenho 42 e sou professor de colégio. Minha irmã me avisou que as meninas estavam numa idade muito difícil e eram bem rebeldes, então pediu pra eu não dar moleza e ser severo com elas se precisasse castigar.
No primeiro dia, quando chegaram em casa, perguntei como tinha sido no colégio.
– Eu me diverti pra caralho. Coloquei giz na cadeira do professor de Matemática e ele sujou a parte de trás da calça toda. Aí me ofereci pra limpar e dei uns tapas na bunda dele. Como todo mundo riu! – falou Cindy, toda sem vergonha.
Achei muito errado o que ela fez e decidi castigar ela.
– Você deu uns tapas no seu professor e agora vou dar uns em você. Tira a calça e vem aqui no meu colo. Vou te dar o que você merece.– Embora ela tenha reclamado, acabou concordando em tirar a calça e se deitar sobre minhas pernas pra levar a palmada. Ela tava com uma calcinha pequena de renda linda, que eu puxei pra baixo pra deixar a bunda dela no ar. Mandei a irmã dela sentar na frente pra não perder nenhum detalhe e comecei a bater na minha sobrinha. A verdade é que ela já não era mais uma criança, tinha um corpo maravilhoso. As nádegas dela eram macias, mas eu ia deixá-las bem vermelhas. No começo, eu não batia forte e parecia que ela tava gostando das palmadas, soltando gemidos de prazer. Isso foi confirmado por um fiozinho de líquido vaginal que escorria da bucetinha dela pelas coxas. A situação me excitou também: uma garota adolescente com a bunda de fora, mostrando os buracos bem de pertinho, gemendo de tesão e com o braço encostando na minha virilha. Não deu pra evitar que meu pau crescesse e ficasse praticamente duro. A Cindy percebeu e notei que ela se mexia como se tentasse alcançar minha rola com a mão. Depois de muito esforço, ela conseguiu pegar, abaixando meu zíper pra agarrar meu pau. Eu batia mais forte pra ela parar com aquilo, mas ela procurava com mais vontade, gemendo alto. Finalmente, ela conseguiu o que queria e libertou meu pau, que começou a esfregar com frenesi. A irmã dela não acreditava no que via:
– Tô ficando com tesão também, porra! – exclamou, enquanto levava a mão na própria buceta pra se masturbar.
A situação fugiu do meu controle. Eu só queria dar umas palmadas na bunda da minha sobrinha pelo mau comportamento na escola, mas percebi tarde demais que aquela menina já era uma adolescente linda e gostosa, que tinha pelos na buceta e cujo cu se oferecia diante dos meus olhos como uma tentação proibida. Sentir a mão dela acariciando meu pau de cima pra baixo despertou em mim os instintos mais baixos, e não pude evitar de separar as nádegas dela pra... introduzir meu dedo indicador no cu apertado dela. Cindy não conseguia parar de se contorcer de prazer e ficar cada vez mais excitada, tanto que chegou a molhar minha calça. Já estava pensando que ia molhar a minha também quando Arianne me trouxe de volta à realidade.
– Bom, chega! Agustín, quem você está castigando sou eu, pra Cindy você está dando um prêmio, não tá vendo que ela tá se divertindo igual uma puta? E vocês não têm vergonha do que tão fazendo? Um enfiando o dedo no cu da outra e a outra batendo uma pra você. Isso não tá certo, então mãos quietas já.
Arianne tinha razão. A gente tinha deixado ela com tesão com o que estávamos fazendo, e não era certo enfiar o dedo no cu da minha sobrinha, então paramos, ela vestiu a calcinha e a calça de novo e cada um foi cuidar da sua vida.
De tarde, cada uma estava no seu quarto e eu no meu, quando Arianne apareceu:
– Agustín, preciso que você me explique uma coisa de Português.
– O que você precisar, sobrinha.
– É que não sei direito o que significa “cunnilingus”.
– É quando alguém chupa a buceta de uma mulher pra satisfazer ela sexualmente – respondi naturalmente.
– E isso é gostoso? Nunca fizeram comigo. Você me ensina como é, por favor?
– Bom, você é minha sobrinha, não posso dar uma aula prática.
– Poxa, mas você não teve vergonha de enfiar um dedo no cu da Cindy e ela pegar na sua pica e gozar!
– Eu tava castigando ela e a situação escapou um pouco do controle, só isso, mas não aconteceu nada.
– Então me faz um cunnilingus ou conto pra minha mãe o que vocês fizeram e que se eu não interferisse, você ia gozar também.
– Tá bom, vou fazer uma demonstração, mas não vai gozar, me avisa antes.
– Vale, eu aviso.
– Então tira a roupa e deita na cama.
Arianne tirou a roupa, e quando estava completamente nua, se deitou. Eu ia começar a explicação, mas ela me parou e pediu:
– Tira a roupa você também, por favor, senão fico sem graça. Fiquei todo duro.
Me despi e não consegui evitar que a pica crescesse descontroladamente ao contemplar aquele corpo tão gostoso, com uma bucetinha muito bem cuidada, depilada e enfeitada com uns pelinhos aparados e da mesma cor da sua longa cabeleira morena. Aproximei minha boca da boceta dela, separei seus lábios vaginais com cuidado e chupei toda a rachinha. Na hora ela ficou completamente molhada, e eu curtia seus fluidos saboreando um verdadeiro néctar de luxúria. Como homem experiente nesses assuntos, ensinei à minha sobrinha tudo sobre essa técnica sexual tão gostosa, encostando meus lábios nos dela e minha língua bem no clitóris, o que a fazia gozar uma vez atrás da outra. Minha pica já estava escorrendo líquido seminal, e eu estava tão empolgado chupando uma buceta tão deliciosa e acariciando um corpo tão macio e sensual que quase gozei contagiado pelos orgasmos da Arianne. Teria gozado se não fosse pela intervenção "oportuna" da Cindy, que entrou no meu quarto alertada pelos gritos gostosos de orgasmo da irmã.
– O que está rolando aqui? Antes eu fiquei com a buceta ardendo e agora vocês dois estão fazendo putaria.
– Não é o que parece, Cindy – tentei explicar para minha sobrinha mais nova. – Sua irmã queria que eu explicasse o que era um cunnilingus, e estou fazendo uma demonstração, mas não está acontecendo nada.
– Ah, tá, uma demonstração? Então eu quero que você me explique o que é uma sodomização e me faça uma demonstração de como arrebentar o cu de uma garota – pediu com energia enquanto tirava a roupa e se inclinava para frente, oferecendo o cuzinho para eu penetrar.
– Cindy, não posso te penetrar, você é minha sobrinha. Uma coisa é brincar, enfiar um dedo, chupar um pouco, outra é meter meu pau dentro de vocês e gozar. Além disso, você ainda é muito nova para certas experiências.
– Pois experiência é o que te espera quando eu contar pra minha mãe que você enfiou o dedo no meu cu. Porra, te fiz uma punheta e você tava chupando a buceta da minha irmã com o rabo duro e molhado, dando um orgasmo atrás do outro. Então ou você mete no meu cu por trás e arrebenta tudo, ou conto pra minha mãe o que você fez.
A ameaça parecia séria, então não tive escolha a não ser aceitar, mas ia fazer do meu jeito. Pedi pra ela me chupar pra recuperar a firmeza e dureza que tinha perdido com a interrupção, e em só trinta segundos tava duro igual pedra. Virei a Cindy e enfiei meu pau no cuzinho dela, mas com tanta violência que rasgou tudo, fazendo ela gritar igual uma puta. Mas sem dúvida essa menina era masoquista e adorava aquela dor. Enfiei o pau até o talo e comi ela por um bom tempo de um jeito realmente selvagem, tanto que a buceta dela ficou toda molhada de tesão e o cu sangrou de tanta dureza da foda. Arianne não conseguiu evitar ficar com tesão vendo a irmã e eu, e pediu pra participar da brincadeira.
– Irmãzinha, não sabia que você gostava tanto de sofrer assim, deixa eu te açoitar com meu cinto?
– Faz isso, por favor, não tem pena e me castiga pelo tanto que sou puta.
Arianne começou a açoitar com raiva o corpo frágil da irmã mais nova enquanto eu continuava fodendo o cu dela. A surpresa foi maior quando ela começou a me bater também, o que longe de me irritar, me deixou ainda mais com tesão. Tava realmente adorando enquanto comia minha sobrinha mais nova e levava as chicotadas da mais velha. Ver o sadismo no rosto da Arianne me excitava pra caralho, ainda mais com o movimento dos peitos dela balançando igual pudim a cada golpe de cinto.
– Ari, que gostosoooo! Me bate mais forte, destrói meu corpo de cintada! – gritava a Cindy pra irmã enquanto eu continuava destruindo o cu dela por dentro. Depois de um bom tempo de sexo anal, cintadas e orgasmos múltiplos, acabei gozando, inundando de porra O cu da puta que eu tava comendo. Arianne soltou o cinto e tirou meu pau do cu da irmã dela pra chupar ele.
– Mmmmmmmmm, que gostoso, tão grosso e com esse molho tão saboroso!
A vadiazinha me fez um boquete delicioso, e como eu não perdi a ereção, ela aproveitou pra enfiar direto e sem permissão na buceta molhadinha dela. Eu tentei dissuadi-la:
– Isso não tá certo, Arianne, uma coisa é meter por trás, outra é foder sua bucetinha. Sou seu tio.
– Cala a boca e mete forte, quero sentir bem teu pau dentro da minha buceta.
– Beleza, enfio um pouco e gozo fora, que uma coisa é trepar superficialmente e outra é meter até o fundo e encher tua buceta de porra.
Mas com o tesão e o clímax que a gente tinha alcançado, o pau entrou por completo, e o coito com a Arianne foi extremamente excitante. Enquanto a gente cavalgava, a Cindy teve a ideia, aproveitando que a irmã tava de quatro e tinha o cu livre, de enfiar pelo ânus dela o cinto com que tinha sido castigada por ela.
– Tá sentindo eu enfiando o cinto em você, sua puta? Vou meter ele inteiro, e quero que depois, quando a gente sair, você coloque ele, lembre desse momento e goze como uma puta.
E foi assim que ela fez: enfiou o cinto até a fivela e depois puxou com força. O rasgo e a queimação devem ter sido brutais, e ainda coincidiram com o orgasmo final da Arianne e minha própria ejaculação. Não consegui tirar ele, então enchi de porra a buceta apertada e gostosíssima dela. Agora foi a Cindy que tirou meu pau da boceta da irmã, se colocou embaixo e começou a chupar ele como se fosse um pirulito. O que ela não esperava era que a Arianne se colocasse atrás pra enfiar o mesmo cinto no meu cu.
– Vai ser muito excitante colocar o cinto que esteve dentro do teu cu, Agustín. Assim, com certeza vou gozar quando pensar nisso.
A filha da puta conseguiu enfiar o cinto inteiro em mim. Eu sentia ele penetrando aos poucos e Com certeza fiquei muito excitado, como ele foi até o fundo do reto e entrou nos intestinos. Quando ele puxou pra fora, senti meu cu rasgando por dentro e a queimação que me deu, mas só de ver a cara de satisfação da Arianne e da Cindy depois de deixar minha rola brilhando, já valeu a pena. Eu amo muito minhas sobrinhas e, acima de tudo, quero que elas fiquem felizes e bem satisfeitas. Desde aquele dia, procuro passar mais tempo com elas e ajudar no que precisarem. Elas sabem que podem contar comigo... e com minha rola haha, e principalmente porque tenho umas gêmeas com a mais velha!

0 comentários - Mi primer y unico trio!