El fotografo!

Me chamo Gabriela, tenho 27 anos, sou filha de um fotógrafo reconhecido aqui no Panamá. Atualmente não trabalho, bom, já não tenho necessidade de trabalhar, mas vou te contar a fofoca hoje à noite por mensagem, como foi que abandonei meu sonho pra virar uma puta.

Aqui no meu país, participei de vários projetos que passaram na TV, como modelo, ou em desfiles de lingerie. Fui iniciada na modelagem pela minha mãe, que também era modelo, mas se divorciou do meu pai e foi pra Milão com um empresário. Tenho outras irmãs, mas não as conheço e não tenho interesse em conhecê-las, pelo fato de minha mãe ter me abandonado por outra família.

Vou te contar que um dia meu pai estava montando um catálogo com outras modelos e comigo, para um catálogo de roupa de praia. Como você pode imaginar, tínhamos que ir à praia pra conseguir uma qualidade de imagem melhor, embora hoje a gente use fundo azul e areia falsa pra fazer as fotos, mas não vou te entediar com detalhes técnicos.

Fomos a Bocas del Toro. Para a sessão éramos umas 23, 24 meninas, não lembro bem. Bom, vou te dizer que começou tudo bem, eu ajudava meu pai com a sessão, já que eu era a última a ser fotografada nessa sessão. Eu tinha guardado os melhores biquínis e fio-dental pra mim, além disso minhas fotos só seriam tiradas no 3º dia.

Então pude ver que meu pai, de calção, tinha uma ereção, não só uma vez, mas várias, quando trocava de modelo. Estava com as meninas no café da manhã, e não me surpreendeu saber que não era só eu que tinha percebido que meu pai tava de pau duro. Me sentia um pouco desconfortável ouvindo algumas meninas dizendo que com certeza ajudariam meu pai a não ficar tão excitado. Lembro que uma delas me disse que ele era muito gostoso e que não era a primeira vez que ela se envolvia com um fotógrafo, que aquela relação tinha sido boa pra ela, já que as fotos abriram mais espaços de trabalho. Tem que reconhecer que tem modelos de qualidade e modelos... elas são putas e até se dedicam a ser acompanhantes, mas isso é outra história.
As coisas seguiram normalmente no trabalho, algumas garotas já tinham ido embora porque já tinham terminado com elas nessa sessão, só ficamos os iluminadores, meu pai e eu.
Coloquei os biquínis, mas não parava de notar que meu pai estava de pau duro, não saberia dizer se era coisa da minha cabeça ou se eu queria pensar isso, mas tinha a impressão de que dava pra ver um volume maior do que quando ele estava com as outras garotas. Terminamos, meu pai e eu fomos guardar o equipamento, já que no dia seguinte teríamos que dirigir até o estúdio para revelar as fotos, fazer ajustes, enfim, fazer um trabalho de qualidade.
Naquela noite fui com meu pai à praia e ficamos conversando sobre isso e aquilo, e perguntei a ele qual das garotas ele achava a mais gostosa. Ele só teve coragem de me dizer que eu era a modelo mais linda e que me dizia isso não por ser meu pai, mas porque eu era muito atraente. Acho que essas palavras foram o que eu precisava para parar de ver meu pai apenas como um homem, e sim como um homem atraente, forte, um pouco barrigudo, mas ainda com o apelo de um jovem.
Chegamos ao hotel para dormir e não aconteceu nada, acordamos, tomamos café da manhã e fomos direto trabalhar na cidade.
Depois de uma semana e com a carga de trabalho, não parava de ver meu pai com outros olhos: um homem responsável, trabalhador, honesto, amoroso, carinhoso, com boa estabilidade financeira. Praticamente qualquer garota procuraria um homem assim com esses atributos. Naquele dia, meu pai foi para casa e eu saí com algumas amigas para o cinema. Quando cheguei, não era muito tarde, mas as luzes já estavam apagadas. Ao subir as escadas, pensei que meu pai já estivesse dormindo, mas ouvi barulhos no quarto dele. Pensei que algo tivesse acontecido, quando abri a porta, ele estava se masturbando com uma foto minha. Não sabia o que fazer, então saí e fui para o meu quarto, e decidi me trocar e ir ajudar meu... Pai com sua solidão. Coloquei um conjunto de ligas e lingerie que estava novinho. Fui até o quarto dele e foi assim que tudo começou:
—Oi, Pai, te pareço atraente?
—Sim, claro.
—É hora de essa solidão desaparecer.
Subi na cama e fiz a primeira coisa que me veio à cabeça: beijei sua boca. Ele correspondeu e disse:
—Você não sabe há quanto tempo eu fantasiava com isso.
Eu respondi:
—É sua noite de sorte, mas não me chame de filha, me chame de Gabriela.
Ele começou a beijar meu pescoço, eu tirei a camiseta dele, fomos nos despindo um do outro até que ele desceu até minha buceta depilada. Nunca imaginei que ele pudesse fazer um oral tão gostoso. Decidi retribuir e agora era eu quem fazia oral nele. Não demorou muito para ele gozar na minha boca. Não tive escolha a não ser engolir, claro, com o tempo me acostumei com o gosto. Ele perdeu a ereção, mas eu ainda estava com tesão. Ele abriu uma gaveta da cômoda, pegou um comprimido amarelo e tomou. Quando menos esperava, ele já estava me penetrando por trás, devorando meus peitos. Depois, fiquei por cima, cavalgando ele sem parar. Adorava sentir o pau dele dentro de mim. Para finalizar, nós dois dormimos abraçados aquela noite. No dia seguinte, tínhamos que acordar cedo, e acordamos… mas para transar de novo. Decidi dar meu cu para ele me penetrar. Já tinha fodido por ali com um namorado, mas nunca com um homem mais velho, e ainda por cima com um pau maior que o dos meus ex.
E assim, nesse dia, não fomos trabalhar, mas foi muito gostoso. Quando voltamos ao trabalho, tudo normal, como pai e filha, mas por trás da porta eu sou uma puta, uma puta do meu pai. E tanto ele quanto eu não paramos de transar. Não sei se é minha idade, mas acredite, não me arrependo de foder com ele de todas as formas conhecidas pelo Kama Sutra, e até inventamos uma ou outra posição nova!El fotografo!


El fotografo!


El fotografo!


El fotografo!


El fotografo!


El fotografo!


Amanhã não perca a segunda parte de 4 dessa confissão! E não hesite em me seguir!Comenta e deixa pontos!

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