Meu marido e eu temos uma casinha na Costa, onde passamos parte do verão. E este ano, ele insistiu em convidar dois amigos solteiros dele. Pra mim, verdade seja dita, não tava muito a fim, mas como a casa é dele, tive que aceitar. A gente tava lá passando o verão e eles chegaram numa sexta à tarde. Um se chamava Andrés e o outro Luis. Tinham lá seus 35 anos. Andrés era bem bonitão, alto e atlético, moreno de dar gosto. Luis era mais gordinho e mais baixo, mas muito simpático e sorridente, e um pouco brincalhão, o que eu gostava pra caralho. Meu marido percebeu que eu não tava muito a fim deles virem e me pediu várias vezes pra ser legal com eles. Quando chegaram, eu tava vestida informalmente, com uns shorts bem curtos e bem baixos na cintura, que qualquer curvada já mostrava a calcinha fio-dental preta que eu tava usando. Depois, uma blusa amarrada e bem aberta, que deixava um decote bem generoso, claro sem sutiã, porque era verão e tava calor. Entre o que dava pra ver pelo decote, logo percebi os olhares deles nos meus peitos e na minha bunda, os sorrisos insinuantes e os roçares leves, o que começou a me deixar com tesão, então, disfarçadamente, deixei o botão do shorts desabotoado e afrouxei o nó da blusa pra mostrar um pouco mais. Durante o jantar, eu servia eles e aproveitava pra eles verem meus peitos e pra passar perto e roçar neles com os peitos ou com a bunda. Depois do jantar, tirei a calcinha fio-dental e abaixei um pouco o zíper do shorts. Sentei na frente deles pra que, ao abrir as pernas, eles tivessem uma boa visão, mas naquela noite não rolou nada. Fomos dormir, mas eu tava tão excitada que não conseguia e levantei pra sala. Tava vestindo uma camisola curta bem fininha, sem roupa por baixo. Não aguentava mais e comecei a me masturbar pensando neles. Fazia com as duas mãos, com as pernas bem abertas em cima do sofá, me tocando no clitóris e na bunda, chupando os dedos e me tocando. Os peitos.
Eu tinha abaixado as alças e tirado eles pra fora pra poder chupar melhor, e tinha arregaçado a camisola até a cintura. Tive um orgasmo muito gostoso e, quando tava me arrumando, vi o Andrés com um copo d'água. "Oi!", ele disse, "fui pegar um copo d'água". Eu sorri pra ele. Não sei o que ele viu, mas provavelmente foi tudo, a julgar pelo volume que se adivinhava debaixo da cueca dele, daquelas bem justinhas que marcam o pacote. Fomos dormir. No dia seguinte, fomos pra praia. Coloquei um biquíni fio-dental branco bem sexy e por cima um vestidinho combinando, bem curto e quase transparente.
Quando chegamos, meu marido e o Luís foram mergulhar. O Andrés disse que não tava a fim e eu fiquei tomando sol. Daí a pouco, ele perguntou se eu queria que ele passasse protetor, que eu tinha que cuidar da minha pele tão bonita. Eu sorri e falei que sim, enquanto me deitava de bruços e desafivelava a parte de cima do biquíni. Ele começou a espalhar o protetor com uma massagem que me deixou a mil. As mãos dele passavam pelas laterais dos meus peitos, pelo meu pescoço, e se aproximavam perigosamente da minha bunda. Eu deixava ele fazer porque tava me dando muito prazer.
"O que foi que você teve ontem à noite?", ele perguntou.
"Não conseguia dormir", respondi.
"Eu também não, e depois do que vi, menos ainda", ele falou de novo.
Aí ele passou protetor nas minhas nádegas, tocando elas sem nenhum disfarce. Eu ronronei.
"Que puta você é!"
Essas palavras me excitaram pra caralho, de um jeito que eu arqueei minha bunda pra ele tocar melhor. Ele pegou o pote de protetor, puxou a tira do meu fio-dental, jogou um jatinho entre minhas nádegas e começou a espalhar com os dedos, percorrendo desde meu clitóris até meu ânus. Tava me dando um prazer imenso.
"Isso sim que você vai gostar", ele dizia.
A gente se posicionou de um jeito que minha cabeça tava apoiada na perna dele, bem pertinho da virilha. O pau dele começou a crescer, eu podia sentir o cheiro de tão perto que tava da minha cara. Conforme crescia, se aproximava da minha boca. Se eu esticasse a língua, lamía coisa que não pude evitar fazer enquanto ele enfiava os dedos no meu cu e no meu clitóris, que já tava escorrendo, e com a outra mão me apertava os bicos. Gozei que nem uma louca bem antes do meu marido e do Luis chegarem. Logo bateu a hora do almoço e fomos pra casa. Antes, enquanto a gente arrumava as coisas, o Andrés sussurrou no meu ouvido:
— Slutty, veste o vestidinho sem nada por baixo.
Obedeci. Assim vestida, me sentia meio nua, mas adorava aquela sensação. Meu marido nem percebeu, mas meus bicos apareciam todos durinhos de tão excitada que eu tava. No carro de volta, sentei atrás com o Andrés, que ficou bem atrás do meu marido, que tava dirigindo. Enquanto a gente andava, ele ia passando a mão nas minhas pernas e levantando meu vestido cada vez mais, deixando minha buceta quase de fora. De repente, ele pegou minha mão, puxou a pica pra fora e fez eu segurar. Com um gesto sutil, chamou a atenção do Luis, que olhou e me viu com o vestido arregaçado, batendo uma pro Andrés.
— Tá vendo? — ele disse. — Não tava te falando? O Luis deu uma gargalhada. Quando o Andrés tava quase gozando, ele falou:
— Olha o que você tava procurando antes. Era uma desculpa pra eu me abaixar e enfiar a pica dele na minha boca.
— O que é? — perguntou meu marido.
— Um brinco — respondeu o Andrés, que já tinha me agarrado pela nuca enquanto fingia se abaixar também, empurrando minha cabeça pra eu não conseguir tirar a pica da boca.
Ele gozou, enchendo minha boca toda com o leite quente dele. Eu tentei engolir tudo, mas um pouco escapou pelo canto dos lábios, e eu limpei disfarçadamente pra meu marido não perceber.
Quando chegamos em casa, começamos a preparar o almoço. Eles tinham ficado só de shorts de esporte, daqueles curtinhos, de atletismo, com o peito pelado.
Eu ia e vinha, levando coisas pra pôr a mesa enquanto meu marido fazia uma paella na cozinha. Aproveitava qualquer chance pra me abaixar e mostrar a bunda ou os peitos pra eles, e eles pra passar a mão. Uma vez quase fui pega pelo meu marido: eu estava apoiada na mesa, com a bunda empinada. Luis tinha levantado meu vestido e puxado o pau dele, que enfiou entre minhas nádegas. De repente, meu marido entrou e ele mal teve tempo de guardar. Andrés deu uma gargalhada e Luis ficou vermelho, mas não deu em nada.
Na sobremesa, meu marido sugeriu ir pescar. Tanto Andrés quanto Luis disseram que estavam cansados e preferiam tirar um cochilo. Meu marido perguntou se eles se importavam se ele fosse, e eles responderam que de jeito nenhum, que fizesse o que quisesse, que havia confiança suficiente, etc etc, mas na verdade estavam loucos pra ficar comigo, e eu com eles. Ele disse que voltaria umas sete. Quando entrei depois de me despedir dele, já estavam me esperando com cara de safados.
— Tira as tetas e vem de quatro — ordenou Andrés.
Eu abaixei as alças do vestido e deslizei um pouco pra deixar as tetas de fora. Quando fiquei de quatro, elas ficaram balançando, e o vestido subiu, deixando minha bunda no ar. Eles puxaram o pau. O de Andrés era normal, mas o de Luis era bem grosso, coisa que eu adoro.
— Olha o que temos pra você, putinha — diziam.
Eu fui devagar, me lambendo sem tirar os olhos do pau de Luis, balançando minhas tetas e minha bunda. Quando cheguei na altura de Luis, que estava sentado no sofá, coloquei meu rosto entre as pernas dele e comecei a lamber da coxa pra cima, passando pelas bolas, até o pau dele, que peguei com a mão e enfiei na boca. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mexer, metendo e tirando o pau, que eu pegava e acariciava com os lábios. Depois ele tirou e começou a esfregar nas tetas, empurrando meus bicos com ele como se estivesse pegando eles, enquanto na mão eu segurava o pau de Andrés, fazendo uma punheta bem devagar. Nisso tudo, eles não paravam de falar putaria, o quanto eu era vagabunda e o quanto eu adorava as picas deles. Andrés se levantou e começou a esfregar os ovos e o pau dele nas minhas costas.
—Vou te comer o cu, ele disse.
Separou minhas nádegas com as mãos e cuspiu lá dentro pra encher de saliva. Com o pau dele, espalhou a cusparada e foi enfiando devagar. Quase não doeu, pelo contrário, a sensação de prazer foi imensa. Sentir um pau no meu cu até eu gozar. Depois de um tempo, trocaram de posição.
Agora era o Luis que tava me comendo o cu. Ele era bem mais gordo, mas como eu já tava dilatado, também não doeu. Andrés me fez levantar e enfiou o pau na minha buceta. Agora tavam me comendo pelos dois buracos.
Me sentou no sofá e se colocou por cima de mim. Enfiou o pau dele.
Primeiro entre meus peitos e depois enfiou de novo na minha boca, enquanto segurava minhas mãos e me fazia agarrar na bunda dele, me bombando na boca até gozar. Gozou tanto que escorreu até meus peitos, que ficaram encharcados. Não deixaram eu me limpar.
— Queremos que você sinta o cheiro do nosso leite a noite toda — eles disseram. E foi assim.
Eu tinha abaixado as alças e tirado eles pra fora pra poder chupar melhor, e tinha arregaçado a camisola até a cintura. Tive um orgasmo muito gostoso e, quando tava me arrumando, vi o Andrés com um copo d'água. "Oi!", ele disse, "fui pegar um copo d'água". Eu sorri pra ele. Não sei o que ele viu, mas provavelmente foi tudo, a julgar pelo volume que se adivinhava debaixo da cueca dele, daquelas bem justinhas que marcam o pacote. Fomos dormir. No dia seguinte, fomos pra praia. Coloquei um biquíni fio-dental branco bem sexy e por cima um vestidinho combinando, bem curto e quase transparente.
Quando chegamos, meu marido e o Luís foram mergulhar. O Andrés disse que não tava a fim e eu fiquei tomando sol. Daí a pouco, ele perguntou se eu queria que ele passasse protetor, que eu tinha que cuidar da minha pele tão bonita. Eu sorri e falei que sim, enquanto me deitava de bruços e desafivelava a parte de cima do biquíni. Ele começou a espalhar o protetor com uma massagem que me deixou a mil. As mãos dele passavam pelas laterais dos meus peitos, pelo meu pescoço, e se aproximavam perigosamente da minha bunda. Eu deixava ele fazer porque tava me dando muito prazer.
"O que foi que você teve ontem à noite?", ele perguntou.
"Não conseguia dormir", respondi.
"Eu também não, e depois do que vi, menos ainda", ele falou de novo.
Aí ele passou protetor nas minhas nádegas, tocando elas sem nenhum disfarce. Eu ronronei.
"Que puta você é!"
Essas palavras me excitaram pra caralho, de um jeito que eu arqueei minha bunda pra ele tocar melhor. Ele pegou o pote de protetor, puxou a tira do meu fio-dental, jogou um jatinho entre minhas nádegas e começou a espalhar com os dedos, percorrendo desde meu clitóris até meu ânus. Tava me dando um prazer imenso.
"Isso sim que você vai gostar", ele dizia.
A gente se posicionou de um jeito que minha cabeça tava apoiada na perna dele, bem pertinho da virilha. O pau dele começou a crescer, eu podia sentir o cheiro de tão perto que tava da minha cara. Conforme crescia, se aproximava da minha boca. Se eu esticasse a língua, lamía coisa que não pude evitar fazer enquanto ele enfiava os dedos no meu cu e no meu clitóris, que já tava escorrendo, e com a outra mão me apertava os bicos. Gozei que nem uma louca bem antes do meu marido e do Luis chegarem. Logo bateu a hora do almoço e fomos pra casa. Antes, enquanto a gente arrumava as coisas, o Andrés sussurrou no meu ouvido:
— Slutty, veste o vestidinho sem nada por baixo.
Obedeci. Assim vestida, me sentia meio nua, mas adorava aquela sensação. Meu marido nem percebeu, mas meus bicos apareciam todos durinhos de tão excitada que eu tava. No carro de volta, sentei atrás com o Andrés, que ficou bem atrás do meu marido, que tava dirigindo. Enquanto a gente andava, ele ia passando a mão nas minhas pernas e levantando meu vestido cada vez mais, deixando minha buceta quase de fora. De repente, ele pegou minha mão, puxou a pica pra fora e fez eu segurar. Com um gesto sutil, chamou a atenção do Luis, que olhou e me viu com o vestido arregaçado, batendo uma pro Andrés.
— Tá vendo? — ele disse. — Não tava te falando? O Luis deu uma gargalhada. Quando o Andrés tava quase gozando, ele falou:
— Olha o que você tava procurando antes. Era uma desculpa pra eu me abaixar e enfiar a pica dele na minha boca.
— O que é? — perguntou meu marido.
— Um brinco — respondeu o Andrés, que já tinha me agarrado pela nuca enquanto fingia se abaixar também, empurrando minha cabeça pra eu não conseguir tirar a pica da boca.
Ele gozou, enchendo minha boca toda com o leite quente dele. Eu tentei engolir tudo, mas um pouco escapou pelo canto dos lábios, e eu limpei disfarçadamente pra meu marido não perceber.
Quando chegamos em casa, começamos a preparar o almoço. Eles tinham ficado só de shorts de esporte, daqueles curtinhos, de atletismo, com o peito pelado.
Eu ia e vinha, levando coisas pra pôr a mesa enquanto meu marido fazia uma paella na cozinha. Aproveitava qualquer chance pra me abaixar e mostrar a bunda ou os peitos pra eles, e eles pra passar a mão. Uma vez quase fui pega pelo meu marido: eu estava apoiada na mesa, com a bunda empinada. Luis tinha levantado meu vestido e puxado o pau dele, que enfiou entre minhas nádegas. De repente, meu marido entrou e ele mal teve tempo de guardar. Andrés deu uma gargalhada e Luis ficou vermelho, mas não deu em nada.
Na sobremesa, meu marido sugeriu ir pescar. Tanto Andrés quanto Luis disseram que estavam cansados e preferiam tirar um cochilo. Meu marido perguntou se eles se importavam se ele fosse, e eles responderam que de jeito nenhum, que fizesse o que quisesse, que havia confiança suficiente, etc etc, mas na verdade estavam loucos pra ficar comigo, e eu com eles. Ele disse que voltaria umas sete. Quando entrei depois de me despedir dele, já estavam me esperando com cara de safados.
— Tira as tetas e vem de quatro — ordenou Andrés.
Eu abaixei as alças do vestido e deslizei um pouco pra deixar as tetas de fora. Quando fiquei de quatro, elas ficaram balançando, e o vestido subiu, deixando minha bunda no ar. Eles puxaram o pau. O de Andrés era normal, mas o de Luis era bem grosso, coisa que eu adoro.
— Olha o que temos pra você, putinha — diziam.
Eu fui devagar, me lambendo sem tirar os olhos do pau de Luis, balançando minhas tetas e minha bunda. Quando cheguei na altura de Luis, que estava sentado no sofá, coloquei meu rosto entre as pernas dele e comecei a lamber da coxa pra cima, passando pelas bolas, até o pau dele, que peguei com a mão e enfiei na boca. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mexer, metendo e tirando o pau, que eu pegava e acariciava com os lábios. Depois ele tirou e começou a esfregar nas tetas, empurrando meus bicos com ele como se estivesse pegando eles, enquanto na mão eu segurava o pau de Andrés, fazendo uma punheta bem devagar. Nisso tudo, eles não paravam de falar putaria, o quanto eu era vagabunda e o quanto eu adorava as picas deles. Andrés se levantou e começou a esfregar os ovos e o pau dele nas minhas costas.
—Vou te comer o cu, ele disse.
Separou minhas nádegas com as mãos e cuspiu lá dentro pra encher de saliva. Com o pau dele, espalhou a cusparada e foi enfiando devagar. Quase não doeu, pelo contrário, a sensação de prazer foi imensa. Sentir um pau no meu cu até eu gozar. Depois de um tempo, trocaram de posição.
Agora era o Luis que tava me comendo o cu. Ele era bem mais gordo, mas como eu já tava dilatado, também não doeu. Andrés me fez levantar e enfiou o pau na minha buceta. Agora tavam me comendo pelos dois buracos.
Me sentou no sofá e se colocou por cima de mim. Enfiou o pau dele.
Primeiro entre meus peitos e depois enfiou de novo na minha boca, enquanto segurava minhas mãos e me fazia agarrar na bunda dele, me bombando na boca até gozar. Gozou tanto que escorreu até meus peitos, que ficaram encharcados. Não deixaram eu me limpar. — Queremos que você sinta o cheiro do nosso leite a noite toda — eles disseram. E foi assim.
9 comentários - Festejando com dois amigos do meu marido