Fala, galera! Sejam bem-vindos ao meu 3º post 🙂
Sem enrolação... vou direto pro dia em que tudo começou...
Tudo começou em rolês com os amigos, formou um grupo maneiro... Ela morava com o parceiro dela...
Um dia de tanta farra... terminamos um monte de gente no apê dela... já todo mundo "bêbado" e eu esqueci uma peça de roupa lá...
Uns dias depois, tentei recuperar, entrei em contato com ela... e perguntei se minha roupa tinha ficado lá... Ela respondeu que sim...
Combinamos de eu ir buscar (só pensei que era assim: descer do carro, tocar a campainha, ela me entrega a roupa e tchau... pensei...)
Mas grande foi minha surpresa que não foi assim e aqui começa...
Chego na casa onde eles moravam, toco a campainha e ela sai... Ela fala:
Ela: Vem, entra... agora vou passar a roupa pra você... (eu pensei: "que isso?")
Eu: Assim mesmo, me entrega, não precisa se preocupar...
Ela: Vem, entra, é rapidinho só...
Eu: (todo inocente) entro...
Ela: aparece digamos bem à vontade... e me pergunta: quer uma cerveja?
Eu: Bora... (sem saber onde ia parar)
Ela: pega uma bem gelada, dois copos e a gente começa a bater papo sobre qualquer coisa vendo TV...
Eu: num momento, um silêncio estranho... como se já soubéssemos o que ia rolar...
E adivinha o que eu fiz????
Eu: Vazei... naquele dia sem a roupa e sem "fazer nada"
Dois dias depois, ela me manda mensagem...
Ela: fico livre daqui meia hora, vem buscar sua roupa?
Eu: Bora "entrar"
Ela: Mas vamos fazer algo mais divertido, né?
Eu: ("vai, campeão... vai, campeão...") respondo: Sim. O que você quiser... o que você tem em mente?
Ela: Traz umas cervejas e a gente vê aqui...
Eu: arranco que nem o Toretto pra tomar banho, me trocar e chegar lá... já com as geladas na mão...
Ela: abre a porta... com uma mini-legging, uma regata sem sutiã e eu passo feito um coiote...
Eu: abro uma, a outra ela guarda na geladeira e traz dois copos... a primeira entre uma conversa meio picante, digamos, passou rápido.
Abrimos a segunda cerveja e ela fala:
Ela: quer ir lá dentro...
Eu: Bora... mal entro... e ela já começa a me beijar e a tirar minha roupa... ela dá um beijo carinhoso no amigão...
e me fala: "tira tudo de mim.."
Esquece.. tava no pique.. tirei tudo. ela queria de meia mas também tirei...
lembro daquele corpo equilibrado.. daquelas pernas longas e daqueles peitos lindos que ao apalpar e morder sempre lembro como dois algodões doces...
amei chupar ela.. ela chupar eu e acho que foi a primeira a "cuspir em mim"...
Eu por cima metendo de missionário, de carrinho de mão, e de quatro que adoro ver aquele rabão...
e quando ela já queria gozar, me tirava, me empurrava na cama e subia em cima...
Me fazia gritar mas sem me esforçar demais.. como se já me conhecesse...
Isso rolou umas 4 vezes até o parceiro dela encher o saco, desconfiou de algo..
P.S.: Conhecia o cara.. mas foi justiça social 😃
P.S.2: Quem sabe a vida cruza a gente e eu cumprimento ela do lado do otário... é uma situação morbidosa...
P.S.3: Dizem por aí as más línguas que na época do colégio.. circulou um vídeo, nunca consegui confirmar.
Um abraço a todos.!
Sem enrolação... vou direto pro dia em que tudo começou...
Tudo começou em rolês com os amigos, formou um grupo maneiro... Ela morava com o parceiro dela...
Um dia de tanta farra... terminamos um monte de gente no apê dela... já todo mundo "bêbado" e eu esqueci uma peça de roupa lá...
Uns dias depois, tentei recuperar, entrei em contato com ela... e perguntei se minha roupa tinha ficado lá... Ela respondeu que sim...
Combinamos de eu ir buscar (só pensei que era assim: descer do carro, tocar a campainha, ela me entrega a roupa e tchau... pensei...)
Mas grande foi minha surpresa que não foi assim e aqui começa...
Chego na casa onde eles moravam, toco a campainha e ela sai... Ela fala:
Ela: Vem, entra... agora vou passar a roupa pra você... (eu pensei: "que isso?")
Eu: Assim mesmo, me entrega, não precisa se preocupar...
Ela: Vem, entra, é rapidinho só...
Eu: (todo inocente) entro...
Ela: aparece digamos bem à vontade... e me pergunta: quer uma cerveja?
Eu: Bora... (sem saber onde ia parar)
Ela: pega uma bem gelada, dois copos e a gente começa a bater papo sobre qualquer coisa vendo TV...
Eu: num momento, um silêncio estranho... como se já soubéssemos o que ia rolar...
E adivinha o que eu fiz????
Eu: Vazei... naquele dia sem a roupa e sem "fazer nada"
Dois dias depois, ela me manda mensagem...
Ela: fico livre daqui meia hora, vem buscar sua roupa?
Eu: Bora "entrar"
Ela: Mas vamos fazer algo mais divertido, né?
Eu: ("vai, campeão... vai, campeão...") respondo: Sim. O que você quiser... o que você tem em mente?
Ela: Traz umas cervejas e a gente vê aqui...
Eu: arranco que nem o Toretto pra tomar banho, me trocar e chegar lá... já com as geladas na mão...
Ela: abre a porta... com uma mini-legging, uma regata sem sutiã e eu passo feito um coiote...
Eu: abro uma, a outra ela guarda na geladeira e traz dois copos... a primeira entre uma conversa meio picante, digamos, passou rápido.
Abrimos a segunda cerveja e ela fala:
Ela: quer ir lá dentro...
Eu: Bora... mal entro... e ela já começa a me beijar e a tirar minha roupa... ela dá um beijo carinhoso no amigão...
e me fala: "tira tudo de mim.."
Esquece.. tava no pique.. tirei tudo. ela queria de meia mas também tirei...
lembro daquele corpo equilibrado.. daquelas pernas longas e daqueles peitos lindos que ao apalpar e morder sempre lembro como dois algodões doces...
amei chupar ela.. ela chupar eu e acho que foi a primeira a "cuspir em mim"...
Eu por cima metendo de missionário, de carrinho de mão, e de quatro que adoro ver aquele rabão...
e quando ela já queria gozar, me tirava, me empurrava na cama e subia em cima...
Me fazia gritar mas sem me esforçar demais.. como se já me conhecesse...
Isso rolou umas 4 vezes até o parceiro dela encher o saco, desconfiou de algo..
P.S.: Conhecia o cara.. mas foi justiça social 😃
P.S.2: Quem sabe a vida cruza a gente e eu cumprimento ela do lado do otário... é uma situação morbidosa...
P.S.3: Dizem por aí as más línguas que na época do colégio.. circulou um vídeo, nunca consegui confirmar.
Um abraço a todos.!

1 comentários - Confissões de Jujuy