Peguei umas roupas que tavam me chamando atenção, era uma blusa vermelha e uma calça preta. Também peguei uma blusa azul e uma verde que combinava com a pele e os olhos dela, as calças eram da mesma cor, azul e preta. — Cê acha que a gente pode pagar isso? — Ela olhou pra quantidade de roupa que eu tinha. — Claro, no meu trampo antigo eu ganhei muita grana, e mais ainda com o do Peter, então cê tá tranquila. — Pisquei o olho pra ela. A gente tava num dos provadores que era longe de tudo, só nós dois. — Então tá bom que eu vou usar. — Ela sorriu, arrancou a roupa da minha mão e fechou a cortina. — O que cê precisa? — Perguntei enquanto olhava o lugar. Toda a roupa era comprida ou com calças e blusas. — Uns sutiãs e calcinhas. — Mas pra isso não precisa de copa, e não sei qual, e as calcinhas menos. — Melhor cê fazer isso, por isso que é de outro mundo. — Peguei meu celular e comecei a ver o Instagram. — Que tal se depois do traje a gente for comprar um celular? — Não parece uma ideia ruim, ela tá completamente do nosso lado e não podemos desconfiar. — Sério? — Ela saiu do lugar, deliciosa. Podia ser que ela tava sem sutiã por causa dos bicos marcados, porque o sutiã que ela usava já tava gasto. — Perfeito... e pra isso a gente vai comprar uns sutiãs. — O corpo dela é de modelo, com essas pernas depiladas e macias, e os braços suaves e quentes, a buceta grande e com pelos, mas dá pra tirar, e o mesmo com as axilas, mas ela não é uma mulher peluda, e os peitos lindos com o bico. Ela fechou a cortina e parece que tá se trocando. — Antes, que tal uma depilada e um biquíni? — Ela colocou a cabeça pra fora da cortina, balançando a cabeça que sim. Depois de uns minutos, ela saiu de novo com uma blusa branca muito bem, coçou os peitos porque tavam coçando, e ele disse que é normal, que tão se enchendo de porra aos poucos. Dava pra ver a barriga dela e os peitos, e isso fez meu pau endurecer de novo. — Perfeita, e também ia te cair bem uma jaqueta. Ela riu e trocou de roupa de novo, saiu com as roupas nos cabides. - Aqui estão os biquínis. - Essa loja tem de tudo, tinha maiôs, biquínis e outros tipos de roupa de banho, olhamos a grande variedade e eu não sabia qual escolher. - É melhor o tankini, protege o bebê dos raios do sol, é como um maiô na parte de cima e uma calcinha em baixo. - Olhei pra ela, tinha uma barrigona de uns seis ou sete meses. Mas foquei mais nos tankinis azuis, vermelhos, listrados, de quase todas as cores. - Obrigada, Jess, qual você gosta? - Olhei pra ela e parecia que já tinha escolhido um, me entregou a roupa. - Esse. - Ela foi pros provadores, enquanto eu ficava com a roupa e a mulher. Olhei ela dos pés à cabeça, estava de calça preta comprida e uma blusa decotada com babados, preta também, que deixava a barriga ainda mais à mostra. Ela é loira, de olhos castanhos. - E ela é sua irmã? - Ela reparou em mim enquanto olhava uns trajes de banho. - Não, é minha cunhada, não de sangue, meu amigo que é como um irmão pra mim. - Respirei fundo pra ver o lugar onde estava meu futuro filho ou filha. - E quantos meses? 7. - Sim, é uma menina e eu e meu marido ainda não sabemos que nome dar. - Ela deu uns carinhos na barriga. - E ela, quantos meses tem? - Tem três meses e meio, daqui a algumas semanas vai fazer quatro e vamos saber o sexo dos bebês, ela tem gêmeos e não sabem que nome dar. - Dei um sorriso, se é menino ou menina não faço ideia de que nome dar. - Nossa, gêmeos. - Os olhos dela arregalaram, por isso. - Até agora temos um menino de três anos, o Tim, e agora ela. - Como é que tá? - Ela saiu modelando o tankini branco como a porra, os peitos bem marcados e a buceta dava pra ver. - Bom, e outro por via das dúvidas. - Peguei um vermelho, entreguei pra ela e ela trocou de cor de novo. Comecei a inspecionar a área, de todas as mulheres grávidas que tinham, eram poucas. - Parece que era modelo. - A loira falou, era uma modelo do sexo. - Não, mas Tem alma de modelo... Caiu uma peça de roupa, eu peguei e acabei na frente dela, me afastei um pouco. — Seus olhos verdes são lindos. — Fiquei nervoso... É estranho, comecei a suar. — Obrigada. — Sorri nervoso. — E seu cabelo loiro é melhor. — Que porra é essa com essa mulher, do nada ela começou a se animar comigo. — É herança dos meus avós. — Vai, Jess, sai rápido. — Me ajuda com a lingerie? Já tá pequena pra mim. — Que merda eu faço, falo que sim ou que não? — Tá bom. — Por que merda eu disse isso? Por ser gostoso e safado. — Como você se chama? — Samantha, mas pode me chamar de Sam. — Ela começou a andar até a lingerie, tinha umas calcinhas muito gostosas. — Jess, o que você acha de umas calcinhas assim? — Ela saiu do lugar com o tankini, tava linda demais. — Você tá perfeita como sempre. — Fechou a cortina, em uns minutos ela saiu. — Senhor, estamos quase fechando, mas... — A mesma mulher que nos atendeu. — Minha colega vai ficar, ela vai atender vocês, enquanto o pessoal vai pro almoço. — Quantas pessoas são? — Pra saber a equipe. — Só vai ser meu colega da recepção. — Ela deu um sorriso. — Obrigado. — Ela se virou pra ir embora, olhei de novo pras mulheres que tinham ali, e só éramos nós e a que trabalhava aqui. — Bom, essas são bonitas. — Sam pegou umas calcinhas e sutiãs pro terceiro trimestre, e as do pós-parto, pelo que li na etiqueta. — Vou provar aqui. — Sorriu com cara de apaixonada, fechou a cortina. — O que você deu pra ela? — Jess chegou perto de mim. — Não sei, fiquei nervoso e ela começou a dar em cima, queria que eu visse umas calcinhas, só isso. — Sussurrei, enquanto Jess pegava um par de calcinhas e sutiãs. — Ahã, sim. — Ouvi o barulho da cortina se mexendo, Sam tava completamente nua. — Jessica, esse lugar é livre e espaçoso. E era verdade, dava pra caber nós três, tinha quatro vestiários, e o que a gente tava era o maior. — O que você vai fazer? — Perguntei nervoso. — Fazer o que Antes, ela me deu um beijo na bochecha. — Sim, vou. Sam tinha um corpo perfeito, nem tinha estrias, a pele cor de caramelo, o mamilo redondo e a auréola preta, e dava pra ver os pelinhos loiros e pretos da buceta dela, que cobriam a buceta. Olhei pra trás pra ver as câmeras, mas não vi nenhuma porque as câmeras não estavam lá. Olhei pros quatro cantos e não vi nada suspeito. — Me espera. — falei, Jess ficou intrigada, fui até a colega que estava ali. — Oi. — falei com um sorriso. — Oi, em que posso ajudar? — ela parou o que tava fazendo pra prestar atenção em mim. — Esse lugar tem câmeras de segurança? — olhei nos olhos dela, algo que aprendi na faculdade pra fazer a pessoa falar a "verdade". — Não, sinto muito. — ela ficou contente. — O orçamento não dá, além do mais, quem ia roubar num lugar pra grávidas? — Ah, beleza, obrigado. — fui embora pra ficar com as meninas. O lugar onde elas estavam era grande e espaçoso, as duas cabiam perfeitamente, era algo magnífico. Meu pau explodiu, as duas estavam completamente peladas, sem nada... tava no céu. O volume que a Jessica tinha comparado com o que a Sam tinha, e o mesmo com os peitos delas. Elas colocaram as calcinhas na frente. Minha. — O que achou? — uma calcinha roxa e uma rosa, enquanto se tocavam nos peitos, umas gotinhas de gozo caíam dos peitos da Sam. — Hehehe, tão boas, tão bonitas. — foi a única coisa inteligente que consegui falar. — Sam, você tem gozo. — Sim, e muito. — Jess tocou mais forte. — Vem, prova. Me aproximei delas, Jess sentou num banquinho que tinha, desabotoou minha calça mostrando meu pau, Sam arregalou os olhos. — Posso provar? — Peguei um dos peitos dela e chupei. Minha boca tava enchendo de gozo. Com a boca cheia de gozo, beijei Sam, passando meu gozo pra boca dela. Enquanto isso, Jess me chupava. Ouvi o som da garganta dela enquanto engolia o gozo. Tirei meu pau da boca da Jess e Aponta pra Sam. - Quanto tempo faz que você não transa com seu marido. Mudaram de lugar e a Jess levantou, e a Sam começou a chupar. - O que acha de um ménage com uma grávida? Sorri pra ela pra beijar. E com minhas mãos, puxei a calcinha dela pra baixo, e ela mesma, com as pernas, terminou o serviço. Olhei pra baixo e a Sam também tá tirando a dela. - Sam. Enquanto beijava a Jess, chuparam meu dedo e enfiei na buceta dela. - Vou meter. - E com força. A Sam tirou a boca do meu pau e tava escorrendo baba. Ela levantou e ficou de quatro, mostrando a bunda e a buceta peluda. Meu pau não precisa mais molhar do que já tá. Meti. Na buceta, a Jessica tava se saboreando, mas a Sam tava gemendo. - Não geme. - falei. - Jess, quer gozo? - Sim. - Ela tava apalpando os peitos da Sam. Tirei os dedos da buceta dela, pra ela mesma lamber um dos dedos e ficou deitada no chão, se dedando. Me lembrou o primeiro dia que conhecemos ela. Fiz a Sam ficar reta, troquei meu pau pro cu dela. Comecei a beijar o pescoço e, com as mãos, os peitos dela. - Quero lamber. - A Jess levantou e se ajoelhou, lambendo a buceta da Sam. - Tô gozando. - A Jess abriu a boca e coloquei dentro da boca dela e gozei. Quando tirei meu pau, um fio de porra e saliva se formou. - De presente. - Grumos de porra e saliva, a Sam lambeu a boca e, com um boquete enorme, tirou tudo de mim, e com a língua rodeou a glande. - Que presente bom. - Ela levantou. - Coloquei minha cueca e a calça e saí. Olhei no espelho um homem com um menino de uns três anos. - Sam. - perguntei. Enquanto ela limpava as gotas que caíam dos peitos dela. - Seu marido tem barba e uma jaqueta cinza, seu filho é branco e loiro, com camiseta vermelha listrada de branco. - Sim, por quê? - Ela olhou desconfiada e já tava quase pronta. - Porque eles tão olhando pra cá. - Os olhos dela se arregalaram. - Merda. - Ela fechou o sutiã que tinha e saiu, peguei na mão dela. - Cumprimenta normal e a gente... Saímos com você. — viro a cabeça sem entender nada. — acredita, funciona, age como se a gente se conhecesse há tempos. — okay. — passei as coisas dela, olhei pra trás e vi que a Jess já estava pronta. — vamos. — levantei e começamos a andar. — foi bom. — sim, com meu marido não rolou muito por causa do meu filho, que sempre vai com a gente. — dou uma risadinha, passo as coisas dela pelo balcão. — e vocês enganam seu marido. — é uma história longa. — a Jessica riu disso. — bom, o meu também é. — ela saiu com as compras dela. — bom, tchau. — tchau. — falamos em uníssono. Compramos tudo que a Jess precisa, saímos da loja pra ir numa de vestidos. Carregando as sacolas da loja anterior, um homem velho se aproximou da gente. — olá, prazer em poder ajudar. — parece simpático. — sim, bom, minha cunhada precisa de um vestido de noiva. — sim, tenho, venham comigo. — começamos a andar, por uns vestidos de noiva lindos. — este é um dos que podem servir pra ela. — ele mostrou um muito bonito. — o que você acha? — perguntei pra Jess. — é muito caro, tem o mais barato de todos? — o sorriso do homem sumiu, pra mostrar um com dúvidas, ele olhou de novo os vestidos e pegou um. — é o mais barato que temos. — ele tirou um liso, com babados e cristais. — e esse? — falei, o rosto dela se iluminou de felicidade. — esse eu quero, posso provar? — disse ela, foi pra um dos provadores com o vestido. Fiquei sentado esperando... Ela saiu linda, o vestido era perfeito pra ela, as mangas curtas, rendas perfeitas. — esse é seu. — levantei da cadeira que tinha. — você acha? — ela se olhou num espelho grande que tinha. — me vejo gostosa. — imagina com maquiagem e cabelo arrumado. — cheguei perto dela. — vamos levar. Ela foi direto pro provador e voltou como era antes. Comprei o vestido dos sonhos pra ela, saímos do lugar, pra continuar olhando esse mundo impossível que eu não conseguiria sair daqui. — um celular novo. — com as bolsas, ficou difícil andar. Mas chegamos, compramos o mesmo celular que o meu. Almoçamos normal, jogamos, tiramos fotos celebrando esse lugar. As horas foram passando, olhando as lojas, algumas vezes a gente encontrava a Sam e ela ficava olhando pra gente. — Tamo pronto. — falei, já não tem mais loja que a gente possa tirar proveito disso. — É, acho que sim. — começamos a sair do lugar, deixamos as bolsas na parte de trás da casa.
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