Depois do Tomás...

Oi, faz tempo que não escrevo. Achei que depois do que vivi com o Tomás, que foi o único homem com quem estive além do meu marido, nunca mais ia encontrar alguém assim. Mas ledo engano. Me manda uma solicitação de amizade um gostoso, não tão jovem quanto o Tomás, mas um potranco de 50 anos — eu tenho 47. Com a desculpa de perguntar se a gente se conhecia, porque ele achava que sim, começamos a conversar, primeiro como amigos. E olha, eu tava sentindo falta daquela conexão que eu tinha com ele, então entrei na brincadeira sem intenção de rolar algo mais. A gente não é da mesma cidade, então isso facilitou tudo. Falávamos de tudo: família, trabalho, gostos, amigos e, claro, sexo. Ele era atleta profissional até uma lesão acabar com a carreira, mas tem um corpão e se mantém em forma...

Começamos o jogo de sedução, falando do que queríamos fazer um com o outro. Aí, depois de um tempo, a gente combinou e se encontrou num hotel entre a cidade dele e a minha. Deixei meu carro nos fundos e entramos no meu. Eu tava nervosa pra caralho, achando que ia repetir a história com o Tomás, agora com o Germán. Tava muito tensa, e ele foi super doce. Começou a me beijar bem suave no pescoço, na orelhinha, falava baixinho no meu ouvido e acariciava minhas costas.

G: Calma, Sweetie, a gente vai se divertir pra caramba.

Só aí eu olhei nos olhos dele, e ele me beijou de um jeito que esqueci de tudo. Relaxei e comecei a aproveitar o momento. A adrenalina tava no talo. Peguei ele pelo pescoço e comecei a beijar o pescoço dele, mordisquei a orelhinha, e ele me apertou contra o corpo dele pra eu sentir a ereção.

L: Quero que você me coma como a gente fantasiou tantas vezes.

Eu tava com um vestidinho cruzado que amarrava na frente. Ele se afastou um metro, puxou a tira e deixou cair no chão. Ali estava eu, na frente dele, com um conjunto de renda branca: uma fio-dental super pequena e um corset curto.

Ele ficou me olhando e disse:

G: Como você é gostosa. E se aproximou pra me beijar e acariciar. Tirou o... A camiseta dela e o corpo dela era perfeito, tudo definido. Ela desabotoou a calça jeans e eu criei coragem pra pegar no pau dela por cima do jeans. Ela enfiou a mão por dentro da calcinha fio dental e os dedos dela sentiram o quanto eu tava molhada. Em cinco segundos, ela tava pelada e me deitou devagar na cama, me acariciou e me beijou, e começou a descer pelos meus peitos duros e grandes. Agarrou, beijou, chupou, eu me arqueava e gemia. Beijou minha barriga, que eu odeio e ela adora, e me comeu literalmente a buceta, chupou, passou a língua, enfiou a língua e o dedo dentro de mim e eu não consegui segurar meu primeiro orgasmo. Depois disso, ela se firmou.
G: Quero sentir você, quero te foder, quero fazer amor com você. Colocou a cabecinha do pau dela, que tava bem dura e era bem grande e grossa, na entrada da minha buceta encharcada e devagar foi me penetrando sem parar até enfiar tudo. Gritei, gemi e me agarrei nas costas dela. Ela me beijou e começou a entrar e sair de dentro de mim, ela gemia no meu ouvido e eu respondi com outro orgasmo.
G: Adoro sentir você gozar assim, minha mulher raramente goza. Essa confissão me surpreendeu, mas só me deixou mais excitada e eu gozei de novo. Ela se mexia e depois do que ela me disse, eu quis fazer ela se sentir tão única quanto ela me fez sentir.
L: Deita de barriga pra cima. Ela obedeceu e eu me dediquei a chupar o pau dela com a mesma dedicação que ela fez comigo. Desci pros ovos dela, chupei, molhei, coloquei um por um na boca. Ela gemia sem parar, segurava a cabeça e isso confirmava que eu tava conseguindo meu objetivo. Peguei o pau dela pela base e chupei, lambi e percorri inteiro. Enfiei minha língua na frestinha dela e depois de lubrificar, peguei nas mãos e me ajeitei pra sentar naquele pau divino. Fui enfiando cada centímetro dentro de mim, Germân alucinava e eu também, de ver ele assim, extasiado. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto, me beijou e desceu pros meus peitos, chupou enquanto eu me mexia na ereção dele. Sentei a 90° e ele agarrou meus peitos e eu montei nele de um jeito que depois de fazer, ele me disse que nunca Tinha estado com uma mulher assim, me fez sentir única e eu disse enquanto dava mais um orgasmo pra ela...
L: agora vou fazer você gozar, enche meu cu de porra, gostosa. Começamos a nos mover juntos, agitados, suados e nos beijando desesperadamente.
G: tô indo, amor...
Depois disso, me virei pro lado dela, ela me beijou e eu me apoiei no peito dela... mas não terminou aí...
CONTINUA...
PS: ela sabe que escrevi essa história, foi a primeira a ler, queria que eu colocasse fotos mas não tive coragem, quem sabe na próxima...

0 comentários - Depois do Tomás...