Acordei no dia seguinte mais descansada do que imaginava. Fazia dias que não dormia direito, porque na ilha o frio congelava até os ossos. A casinha onde eu estava tava vazia, e pela janela entrava um cheiro de comida frita junto com os barulhos da vila que começava a ganhar vida. Pelo meu relógio, eram onze da manhã, e meu estômago roncava de fome.
Lá fora, parecia um mercadinho, e tava lotado de gente realmente linda e gostosa. Os homens, vistos à luz do dia, exibiam corpos bronzeados e esculpidos por uma dieta rica em proteína e frutas. As mulheres andavam seminuas, com peitões balançando no ritmo dos passos enquanto os filhos corriam felizes ao redor delas.
Comecei a andar pra procurar minha família, mas logo me deixei levar pelas maravilhas daquele lugar e pelas figuras incríveis que desfilavam na minha frente. Os homens, que me fascinavam, eram mais altos que eu e talvez soltassem um cheiro que me excitava, porque ao vê-los com o torso nu, não foi difícil imaginar o baita pacote que balançava lá embaixo.
Fiquei vermelha. Aos poucos, comecei a soltar as rédeas da minha libido, coisa que não tava muito acostumada, então baixei o olhar e caminhei tentando não prestar atenção nem imaginar os prazeres carnais que meu corpo podia aguentar.
Cheguei na casa grande do líder dos nahili. O homem passeava à vontade, vestido com roupas finas e um monte de enfeites de jade, conchas e peças de ouro. Meu pai e a Bárbara estavam com ele, então me aproximei com um sorriso tímido.
— Bom dia.
Leandro me cumprimentou com um beijo na bochecha.
— A gente tava esperando você acordar, mas como tava bem dormindo, melhor deixar. Íamos almoçar, vem?
— Claro, tô morrendo de fome.
— É por aqui, querida — disse Bárbara.
De perto, a fotógrafa era ainda mais bonita. Vestia uma saia curta Feita de couro, e um top de linho que mostrava uma costa esbelta e bronzeada. O cabelo preto dela caía solto pelos ombros. Era uma amazona no meio de um monte de homens que prometiam delícias inimagináveis. O jeito como ela tinha sido possuída ainda estava gravado na minha memória como uma lembrança viva que queimava meu estômago de prazer.
Chegamos a um restaurante, que era mais um grande telhado dando sombra a várias mesas e bancos de madeira. O chão era de terra batida. Não fazia calor, mas uma brisa bem fresca soprava entre as colunas de madeira. Sentamos tranquilos e logo duas garotas trouxeram pratos e tigelas cheias de uma bebida que tinha gosto de água de melancia, doce e refrescante.
— Cadê a Maira?
— Brincando por ali. Não deve demorar pra chegar.
E não demorou muito pra minha irmã aparecer. Ela vinha totalmente nua, rodeada de crianças pequenas que corriam junto com ela e a incentivavam a continuar brincando com uma bola de couro.
— Oi! Que lugar divertido. Tem um lago lindo por ali.
— Por que você não veste uma roupa?
— Tá brincando? Aqui me sinto maravilhosa.
Ela estava no paraíso. Se sentia livre. Não tinha amarras de nenhum tipo. O estado natural dela, o estado nu, era um deleite que me deixou com inveja.
— Vamos! Brincar! Brincar! — disse um garoto, puxando minha irmã.
— Tô com fome. Vou comer e depois a gente continua brincando, tá?
Fora toda a perversão da Maira, ela era uma garota muito agradável. Sentou do meu lado e me deu um beijão na bochecha, e depois começou a acariciar minha perna por baixo da mesa, discretamente.
— Bom, vamos comer — indicou Bárbara —. Depois a gente vai ver o barco dele. Não temos ferramentas, mas talvez a gente consiga... remendar alguma coisa, ou fazer algo.
— Não se preocupa — papai suspirou —. Já tentei de tudo, mas não funciona. Vamos ter que esperar nos resgatarem.
— Entendo. Bom, não vamos conseguir nada sentados. lamentar, então vamos comer.
Depois desse almoço gostoso, eu e minha irmã decidimos dar uma voltinha pela vila, que era maior do que a gente imaginava. Maira estava pelada, obviamente.
—Tira a roupa. Não fica com vergonha, Dani.
—Mmm... tá bom, mas só a parte de cima.
Tirei a blusa e mostrei meus peitos. Quando fiz isso, a gente chamou a atenção de dois caras da nossa idade que estavam conversando na sombra de uma árvore. Um deles tinha cabelo cacheado, era alto, atlético e eu fiquei de boca aberta quando vi ele se aproximar da gente.
—Oi —cumprimentou com um sotaque forte. Assim como a maioria dos caras, ele estava aprendendo espanhol —. Como vocês se chamam?
—Eu sou Maira, e ela é minha irmã, Daniela.
—Me chamo Tamir, e ele, Aden.
—Vocês falam muito bem espanhol —elogiou Maira, estufando o peito com orgulho.
—Você... tem uns peitos lindos.
—Ah, obrigada —riu minha irmãzinha.
Sem nenhum pudor, Maira deixou os dois caras apalparem os peitos dela e beliscarem as pontinhas delicadas enquanto ela ria das cócegas. Eu, por outro lado, fiquei meio envergonhada, mas vi com tesão como aqueles jovens se deliciavam moldando os peitos de Maira com as mãos fortes deles.
—Você também tem uns peitos lindos.
—Ah... se quiser... podem tocar.
Não precisei falar duas vezes. Senti arrepios quando as quatro mãos pousaram nas minhas tetas e começaram a mexer e beliscar como se fossem uns garotos inexperientes.
—Querem... brincar com a gente?
—Eu super topo! —Maira, como sempre, foi bem aberta com os jovens e se agarrou no braço de Tamir, o dos cachos —. Vem, Daniela?
—Vou passar. Vou continuar explorando esse lugar. Se diverte.
Acabei cedendo à pressão social que tinha ao meu redor. Tantos corpos pelados. Tanta naturalidade. Eu era a única que não queria fazer parte daquele paraíso todo. Juntando coragem e dando uma baita respirada fundo, tirei o resto da roupa e dobrei. Cuidadosamente. Agora eu não sabia onde colocar a mão; mas isso era o menor dos meus problemas. Uma parte de mim se recusava a mostrar minha nudez para o resto das pessoas que caminhavam ao meu lado. Por ser estrangeira, despertava a curiosidade de vários habitantes, que ficavam me encarando como se nunca tivessem visto uma garota pelada andando por ali. O Sol me acariciava por todo lado. Partes que nunca tinham visto a luz do dia estavam de repente sendo exibidas para todo mundo.
Era desconfortável. Queria vestir meu short de novo e me enfiar na cama para nunca mais sair.
— Tá se adaptando? — perguntou Bárbara.
Ela estava andando atrás de mim, e também estava nua. Percebi que o corpo dela tinha tatuagens nas pernas. Marcas tribais que guardavam um significado profundo com os nahili.
— Ainda não me acostumei. Sinto que todo mundo quer me levar pra cama.
— Alguns sim, outros nem tanto. Para de se preocupar com isso e vem comigo.
Ela segurou meu braço e começou a andar ao meu lado como se estivéssemos dando um passeio no parque. Ela trocava palavras com os nahili. Tinha uma fluência pra falar que me fez pensar que era uma nativa da vila e não uma forasteira. Se misturava bem com todo mundo e era uma das mais gostosas da praça.
Ela me mostrou alguns negócios locais. Vendiam instrumentos de pesca feitos com pedras e paus transformados em lanças. Também tinha joias preciosas que eram talhadas com ferramentas de precisão. Uma porrada de quadros pintados à mão que falavam sobre o que os nahili tinham como religião e divindade. Uma criatura que adorava o corpo e que tinha colocado sua essência em cada um dos seus filhos.
— Cadê meu pai?
— Foi pro barco. Vai trazer umas coisas.
— Sozinha?
— Não tem medo, não. Não vai acontecer nada com ela. Um grupo de guerreiros foi junto. — Você é igual a ele? — Bárbara soltou a pergunta.
— Como assim?
— Se você também é nudista e liberal que nem seu pai.
— Ele é diferente de mim — não gostei. falar, mas tinha que ser sincera—. Mesmo tentando me parecer um pouco mais com ele.
—Nunca experimentou com uma garota?
—Com a Maira —confessei. Minhas bochechas ganharam um tom carmim alegre. Bárbara passou um braço atrás da minha cintura e me puxou pra perto dela.
—Gostaria de tentar comigo?
—Não —respondi o mais rápido que pude e me afastei dela, fazendo um esforço pra não sair correndo—. Não se ofenda. Não é nada pessoal.
—Que pena. Eu realmente esperava ter um pouco de intimidade com você.
—Então faça isso com a Maira. Tenho certeza de que ela vai adorar se envolver com a senhora.
—Onde está a Maira?
—Foi embora com dois caras.
—Ah... que sortuda.
**Maira**
Agradeci que a Daniela não tivesse me acompanhado. Ela estava descobrindo uma nova parte da sexualidade dela e eu não queria assustá-la com o que eu estava prestes a fazer: um quarteto divertido que, além de mim, incluía os dois caras com quem eu tinha ido e uma mocinha inocente que passava por ali e foi convidada. Essa jovem, chamada Lidri, era tão bonita e alta quanto a Daniela, mas, diferente desta última, o corpo dela era coberto de tatuagens lindas em forma de plantas coloridas.
—Deixa eu ver se entendi —falei pra Lidri, que era a única que não estava distraída passando a mão nas minhas costas e nos meus peitos—. Aqui a poligamia é permitida, desde que as partes interessadas estejam de acordo.
—Sim —respondeu a garota—. O chefe tem doze esposas e vinte e quatro filhas.
—Interessante.
Deitei no chão. Lidri, sorrindo como uma colegial novata, se jogou em cima de mim. Senti o calor dela quando ela sentou montada na minha barriga e se inclinou pra baixo pra buscar meus lábios.
—O lesbianismo é bem visto por aqui?
—O que é isso? —Perguntou a moça e fez uma careta de dor quando, atrás dela, Tamir penetrou pela racha dela. Os peitos de Lidri balançaram sobre mim.
—Tô falando quando uma mulher gosta de outra.
Tamir bufava. enquanto ele se movia dentro da garota.
Lidri continuou sem entender. Isso só me mostrou uma coisa: essas pessoas não sabiam o que era homossexualidade. Pra elas, era algo tão natural que nem tinham uma palavra pra definir.
Quis perguntar algumas coisas, mas ela abriu a boca pra pegar o pau do Aden e roçar na parte interna das bochechas dela. Ia ficar ocupada por um tempo. Isso me deu tempo suficiente pra matar minha fome acariciando os peitos dela com a superfície da minha língua. Lidri apertou os olhos e tensionou a mandíbula. Tava gozando em cima de mim, e eu a envolvia com minhas pernas e arranhava suas costas.
Quando a pica do Aden saiu da boca dela e veio contra a minha, Lidri começou a provar meus seios com o gosto dos lábios molhados dela. Ter o Aden tentando entrar na minha garganta fez uma onda de calor me percorrer, que eu logo acalmei apertando meus próprios peitos. Os mesmos que Lidri tava apressada levando à boca. Atrás dela, Tamir continuava metendo nela com um entusiasmo marcado.
— Acho que é minha vez.
A garota percebeu que tava monopolizando toda a atenção. Sorriu ao me olhar e me beijou na ponta do nariz. Saiu de cima e me ajudou a ficar de quatro, com as costas arqueadas feito um S. Tamir, atento a tudo que rolava, se posicionou atrás de mim e esfregou minhas nádegas com os dedos longos cheios de anéis.
Quando senti ele me invadindo, meus olhos reviraram e eu mordi o lábio inferior. Lidri se deitou na minha frente, com os tornozelos abertos, me mostrando um primeiro ângulo da intimidade dela. A pele macia tava coberta de orvalho e vermelha pelas metidas do Tamir.
— Fica assim — mandei. Enrolei minhas mãos nas coxas dela e explorei a fenda dela com minha língua. Sabia que podiam nos pegar a qualquer momento, e que provavelmente ninguém ligava pro que eu tava fazendo com eles.
O gosto da Lidri me chamou a atenção. Era um néctar doce que me fez querer mais. Parti pra cima. sua buceta com estocadas finas e precisas enquanto meus dedos fuçavam entre suas formas delicadas. Aden, se aproximando da garota, ofereceu o pau pra ela. Ela não hesitou na hora de pegar com os dedos e levar à boca.
Se a Daniela estivesse aqui, com certeza morreria de inveja. O que faltava pra quebrar ela? Pra que ela aceitasse que adoraria estar no meu lugar nessa prática? Tinha que descobrir antes da viagem acabar.
As estocadas dos meus dedos na buceta da Lidri fizeram a barriga dela tremer. Ela prendeu meu pescoço com as pernas pra me manter grudada na boceta dela, da qual eu bebi enquanto o orgasmo tomava conta dos nervos dela e mandava tudo pro fundo do prazer. Quase ao mesmo tempo, notei o Tamir tremendo ao gozar dentro de mim.
— Ah... Isso! — minha exclamação fez o Aden jorrar uma porrada de porra na boca da Lidri.
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Comentem! dez comentários e eu posto atualização 🙂
Lá fora, parecia um mercadinho, e tava lotado de gente realmente linda e gostosa. Os homens, vistos à luz do dia, exibiam corpos bronzeados e esculpidos por uma dieta rica em proteína e frutas. As mulheres andavam seminuas, com peitões balançando no ritmo dos passos enquanto os filhos corriam felizes ao redor delas.
Comecei a andar pra procurar minha família, mas logo me deixei levar pelas maravilhas daquele lugar e pelas figuras incríveis que desfilavam na minha frente. Os homens, que me fascinavam, eram mais altos que eu e talvez soltassem um cheiro que me excitava, porque ao vê-los com o torso nu, não foi difícil imaginar o baita pacote que balançava lá embaixo.
Fiquei vermelha. Aos poucos, comecei a soltar as rédeas da minha libido, coisa que não tava muito acostumada, então baixei o olhar e caminhei tentando não prestar atenção nem imaginar os prazeres carnais que meu corpo podia aguentar.
Cheguei na casa grande do líder dos nahili. O homem passeava à vontade, vestido com roupas finas e um monte de enfeites de jade, conchas e peças de ouro. Meu pai e a Bárbara estavam com ele, então me aproximei com um sorriso tímido.
— Bom dia.
Leandro me cumprimentou com um beijo na bochecha.
— A gente tava esperando você acordar, mas como tava bem dormindo, melhor deixar. Íamos almoçar, vem?
— Claro, tô morrendo de fome.
— É por aqui, querida — disse Bárbara.
De perto, a fotógrafa era ainda mais bonita. Vestia uma saia curta Feita de couro, e um top de linho que mostrava uma costa esbelta e bronzeada. O cabelo preto dela caía solto pelos ombros. Era uma amazona no meio de um monte de homens que prometiam delícias inimagináveis. O jeito como ela tinha sido possuída ainda estava gravado na minha memória como uma lembrança viva que queimava meu estômago de prazer.
Chegamos a um restaurante, que era mais um grande telhado dando sombra a várias mesas e bancos de madeira. O chão era de terra batida. Não fazia calor, mas uma brisa bem fresca soprava entre as colunas de madeira. Sentamos tranquilos e logo duas garotas trouxeram pratos e tigelas cheias de uma bebida que tinha gosto de água de melancia, doce e refrescante.
— Cadê a Maira?
— Brincando por ali. Não deve demorar pra chegar.
E não demorou muito pra minha irmã aparecer. Ela vinha totalmente nua, rodeada de crianças pequenas que corriam junto com ela e a incentivavam a continuar brincando com uma bola de couro.
— Oi! Que lugar divertido. Tem um lago lindo por ali.
— Por que você não veste uma roupa?
— Tá brincando? Aqui me sinto maravilhosa.
Ela estava no paraíso. Se sentia livre. Não tinha amarras de nenhum tipo. O estado natural dela, o estado nu, era um deleite que me deixou com inveja.
— Vamos! Brincar! Brincar! — disse um garoto, puxando minha irmã.
— Tô com fome. Vou comer e depois a gente continua brincando, tá?
Fora toda a perversão da Maira, ela era uma garota muito agradável. Sentou do meu lado e me deu um beijão na bochecha, e depois começou a acariciar minha perna por baixo da mesa, discretamente.
— Bom, vamos comer — indicou Bárbara —. Depois a gente vai ver o barco dele. Não temos ferramentas, mas talvez a gente consiga... remendar alguma coisa, ou fazer algo.
— Não se preocupa — papai suspirou —. Já tentei de tudo, mas não funciona. Vamos ter que esperar nos resgatarem.
— Entendo. Bom, não vamos conseguir nada sentados. lamentar, então vamos comer.
Depois desse almoço gostoso, eu e minha irmã decidimos dar uma voltinha pela vila, que era maior do que a gente imaginava. Maira estava pelada, obviamente.
—Tira a roupa. Não fica com vergonha, Dani.
—Mmm... tá bom, mas só a parte de cima.
Tirei a blusa e mostrei meus peitos. Quando fiz isso, a gente chamou a atenção de dois caras da nossa idade que estavam conversando na sombra de uma árvore. Um deles tinha cabelo cacheado, era alto, atlético e eu fiquei de boca aberta quando vi ele se aproximar da gente.
—Oi —cumprimentou com um sotaque forte. Assim como a maioria dos caras, ele estava aprendendo espanhol —. Como vocês se chamam?
—Eu sou Maira, e ela é minha irmã, Daniela.
—Me chamo Tamir, e ele, Aden.
—Vocês falam muito bem espanhol —elogiou Maira, estufando o peito com orgulho.
—Você... tem uns peitos lindos.
—Ah, obrigada —riu minha irmãzinha.
Sem nenhum pudor, Maira deixou os dois caras apalparem os peitos dela e beliscarem as pontinhas delicadas enquanto ela ria das cócegas. Eu, por outro lado, fiquei meio envergonhada, mas vi com tesão como aqueles jovens se deliciavam moldando os peitos de Maira com as mãos fortes deles.
—Você também tem uns peitos lindos.
—Ah... se quiser... podem tocar.
Não precisei falar duas vezes. Senti arrepios quando as quatro mãos pousaram nas minhas tetas e começaram a mexer e beliscar como se fossem uns garotos inexperientes.
—Querem... brincar com a gente?
—Eu super topo! —Maira, como sempre, foi bem aberta com os jovens e se agarrou no braço de Tamir, o dos cachos —. Vem, Daniela?
—Vou passar. Vou continuar explorando esse lugar. Se diverte.
Acabei cedendo à pressão social que tinha ao meu redor. Tantos corpos pelados. Tanta naturalidade. Eu era a única que não queria fazer parte daquele paraíso todo. Juntando coragem e dando uma baita respirada fundo, tirei o resto da roupa e dobrei. Cuidadosamente. Agora eu não sabia onde colocar a mão; mas isso era o menor dos meus problemas. Uma parte de mim se recusava a mostrar minha nudez para o resto das pessoas que caminhavam ao meu lado. Por ser estrangeira, despertava a curiosidade de vários habitantes, que ficavam me encarando como se nunca tivessem visto uma garota pelada andando por ali. O Sol me acariciava por todo lado. Partes que nunca tinham visto a luz do dia estavam de repente sendo exibidas para todo mundo.
Era desconfortável. Queria vestir meu short de novo e me enfiar na cama para nunca mais sair.
— Tá se adaptando? — perguntou Bárbara.
Ela estava andando atrás de mim, e também estava nua. Percebi que o corpo dela tinha tatuagens nas pernas. Marcas tribais que guardavam um significado profundo com os nahili.
— Ainda não me acostumei. Sinto que todo mundo quer me levar pra cama.
— Alguns sim, outros nem tanto. Para de se preocupar com isso e vem comigo.
Ela segurou meu braço e começou a andar ao meu lado como se estivéssemos dando um passeio no parque. Ela trocava palavras com os nahili. Tinha uma fluência pra falar que me fez pensar que era uma nativa da vila e não uma forasteira. Se misturava bem com todo mundo e era uma das mais gostosas da praça.
Ela me mostrou alguns negócios locais. Vendiam instrumentos de pesca feitos com pedras e paus transformados em lanças. Também tinha joias preciosas que eram talhadas com ferramentas de precisão. Uma porrada de quadros pintados à mão que falavam sobre o que os nahili tinham como religião e divindade. Uma criatura que adorava o corpo e que tinha colocado sua essência em cada um dos seus filhos.
— Cadê meu pai?
— Foi pro barco. Vai trazer umas coisas.
— Sozinha?
— Não tem medo, não. Não vai acontecer nada com ela. Um grupo de guerreiros foi junto. — Você é igual a ele? — Bárbara soltou a pergunta.
— Como assim?
— Se você também é nudista e liberal que nem seu pai.
— Ele é diferente de mim — não gostei. falar, mas tinha que ser sincera—. Mesmo tentando me parecer um pouco mais com ele.
—Nunca experimentou com uma garota?
—Com a Maira —confessei. Minhas bochechas ganharam um tom carmim alegre. Bárbara passou um braço atrás da minha cintura e me puxou pra perto dela.
—Gostaria de tentar comigo?
—Não —respondi o mais rápido que pude e me afastei dela, fazendo um esforço pra não sair correndo—. Não se ofenda. Não é nada pessoal.
—Que pena. Eu realmente esperava ter um pouco de intimidade com você.
—Então faça isso com a Maira. Tenho certeza de que ela vai adorar se envolver com a senhora.
—Onde está a Maira?
—Foi embora com dois caras.
—Ah... que sortuda.
**Maira**
Agradeci que a Daniela não tivesse me acompanhado. Ela estava descobrindo uma nova parte da sexualidade dela e eu não queria assustá-la com o que eu estava prestes a fazer: um quarteto divertido que, além de mim, incluía os dois caras com quem eu tinha ido e uma mocinha inocente que passava por ali e foi convidada. Essa jovem, chamada Lidri, era tão bonita e alta quanto a Daniela, mas, diferente desta última, o corpo dela era coberto de tatuagens lindas em forma de plantas coloridas.
—Deixa eu ver se entendi —falei pra Lidri, que era a única que não estava distraída passando a mão nas minhas costas e nos meus peitos—. Aqui a poligamia é permitida, desde que as partes interessadas estejam de acordo.
—Sim —respondeu a garota—. O chefe tem doze esposas e vinte e quatro filhas.
—Interessante.
Deitei no chão. Lidri, sorrindo como uma colegial novata, se jogou em cima de mim. Senti o calor dela quando ela sentou montada na minha barriga e se inclinou pra baixo pra buscar meus lábios.
—O lesbianismo é bem visto por aqui?
—O que é isso? —Perguntou a moça e fez uma careta de dor quando, atrás dela, Tamir penetrou pela racha dela. Os peitos de Lidri balançaram sobre mim.
—Tô falando quando uma mulher gosta de outra.
Tamir bufava. enquanto ele se movia dentro da garota.
Lidri continuou sem entender. Isso só me mostrou uma coisa: essas pessoas não sabiam o que era homossexualidade. Pra elas, era algo tão natural que nem tinham uma palavra pra definir.
Quis perguntar algumas coisas, mas ela abriu a boca pra pegar o pau do Aden e roçar na parte interna das bochechas dela. Ia ficar ocupada por um tempo. Isso me deu tempo suficiente pra matar minha fome acariciando os peitos dela com a superfície da minha língua. Lidri apertou os olhos e tensionou a mandíbula. Tava gozando em cima de mim, e eu a envolvia com minhas pernas e arranhava suas costas.
Quando a pica do Aden saiu da boca dela e veio contra a minha, Lidri começou a provar meus seios com o gosto dos lábios molhados dela. Ter o Aden tentando entrar na minha garganta fez uma onda de calor me percorrer, que eu logo acalmei apertando meus próprios peitos. Os mesmos que Lidri tava apressada levando à boca. Atrás dela, Tamir continuava metendo nela com um entusiasmo marcado.
— Acho que é minha vez.
A garota percebeu que tava monopolizando toda a atenção. Sorriu ao me olhar e me beijou na ponta do nariz. Saiu de cima e me ajudou a ficar de quatro, com as costas arqueadas feito um S. Tamir, atento a tudo que rolava, se posicionou atrás de mim e esfregou minhas nádegas com os dedos longos cheios de anéis.
Quando senti ele me invadindo, meus olhos reviraram e eu mordi o lábio inferior. Lidri se deitou na minha frente, com os tornozelos abertos, me mostrando um primeiro ângulo da intimidade dela. A pele macia tava coberta de orvalho e vermelha pelas metidas do Tamir.
— Fica assim — mandei. Enrolei minhas mãos nas coxas dela e explorei a fenda dela com minha língua. Sabia que podiam nos pegar a qualquer momento, e que provavelmente ninguém ligava pro que eu tava fazendo com eles.
O gosto da Lidri me chamou a atenção. Era um néctar doce que me fez querer mais. Parti pra cima. sua buceta com estocadas finas e precisas enquanto meus dedos fuçavam entre suas formas delicadas. Aden, se aproximando da garota, ofereceu o pau pra ela. Ela não hesitou na hora de pegar com os dedos e levar à boca.
Se a Daniela estivesse aqui, com certeza morreria de inveja. O que faltava pra quebrar ela? Pra que ela aceitasse que adoraria estar no meu lugar nessa prática? Tinha que descobrir antes da viagem acabar.
As estocadas dos meus dedos na buceta da Lidri fizeram a barriga dela tremer. Ela prendeu meu pescoço com as pernas pra me manter grudada na boceta dela, da qual eu bebi enquanto o orgasmo tomava conta dos nervos dela e mandava tudo pro fundo do prazer. Quase ao mesmo tempo, notei o Tamir tremendo ao gozar dentro de mim.
— Ah... Isso! — minha exclamação fez o Aden jorrar uma porrada de porra na boca da Lidri.
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13 comentários - Vacaciones nudistas con mi papá capítulo 7