E aí, depois daquela confissão pesada da minha mãe sobre como conheceu o amante jovem dela, percebi que aquilo significava que ela já confiava um pouco em mim. Então decidi conquistar essa confiança toda. Queria que ela se sentisse mais à vontade comigo, que me contasse as coisas dela, a relação com o "amante" e os rolês dela. Queria ganhar a confiança total dela.
Com o passar dos dias, ela ficava cada vez mais gostosa, mais bonita, mais feliz. A bunda parecia que ficava mais suculenta a cada dia, redonda, aff, um tesão. Parecia que o amante tava dando uma boa rola pra ela, que tinha revivido a mulher. Ela também começou a usar roupas mais "sexy", vestia jeans super colados e camisetas justas. E como já tinha dito, em qualquer oportunidade eu aproveitava pra elogiar, falar que ela tava linda e mandar uns galanteios.
Um dia, quando a gente tava na cozinha juntos, lembro que ela tava usando uma calça daquelas que levanta a bunda. Aí falei que queria comentar algo sobre a roupa dela naquele dia, mas que não sabia se devia porque era meio inapropriado já que ela era minha mãe. Ela fez uma cara de susto e disse pra eu falar sem medo, perguntou se tava feio, manda a real. Falei que não, que pra começar ela tava linda pra caralho, mas que com todo respeito, aquela calça valorizava muito a "bunda" dela. Ela sorriu e agradeceu, disse "valeu, amor", que tinha comprado a calça na semana passada e só agora tinha usado, e que ela adorava, e que parecia que os homens também gostavam, porque quando saiu pra fazer compras, choveu cantada, assobio e beijo dos caras. (No meu pensamento, eu falei: "po, e como não, se até eu, que sou teu filho, tô doido pra te empinar e te comer a noite toda").
Perguntei se aquilo tinha incomodado ela, e me surpreendi quando ela disse que não, que pelo contrário, adorava saber que com quase 50 anos nas costas, ainda chamava atenção de mais de um, menos do meu pai, que esse sim não levanta nada — e deu uma risadinha. Perguntei se podia tirar uma foto dela de costas pra mostrar a calça pra minha mulher, pra ela "comprar uma igual", e ela topou. Virou de costas e... Toma. Ela não sabia quais eram minhas intenções, ela realmente acreditou no que eu disse, mas não sabia que mais tarde, com aquela foto, eu ia bater umas punhetas gostosas no nome dela.
Além disso, conversamos que ela podia confiar em mim sobre o que quisesse, que eu queria ser o melhor amigo dela. Falei pra ela que, como o amante dela tem a mesma idade que eu, eu podia dar conselhos sobre coisas que ele curte, tipo roupas, jeito de ser, essas paradas. No dia seguinte, eu e minha esposa saímos pra jantar à noite, era umas 8 da noite quando chegou uma mensagem da minha mãe dizendo que naquela noite ia sair pra dançar com o Héctor, o amante dela, e queria minha opinião sobre um vestido que ela tava na dúvida se usava ou não, porque segundo ela, tava meio vulgar.
Respondi que não, pelo contrário, o amante dela devia se sentir muito orgulhoso de ter uma parceira como ela, e que como eu gostaria de ser o parceiro dela, e poder aproveitar ela. Ela me perguntou o que eu queria dizer, e eu falei que queria dizer aproveitar a companhia dela, óbvio, não precisa ser tão maliciosa. Terminei adicionando um "te amo, Mãe, se divirta". E se ela ia se divertir mesmo, uma trepada daquelas que ela levaria naquela noite, o único problema é que não era por minha causa.
Com o passar dos dias, ela ficava cada vez mais gostosa, mais bonita, mais feliz. A bunda parecia que ficava mais suculenta a cada dia, redonda, aff, um tesão. Parecia que o amante tava dando uma boa rola pra ela, que tinha revivido a mulher. Ela também começou a usar roupas mais "sexy", vestia jeans super colados e camisetas justas. E como já tinha dito, em qualquer oportunidade eu aproveitava pra elogiar, falar que ela tava linda e mandar uns galanteios.
Um dia, quando a gente tava na cozinha juntos, lembro que ela tava usando uma calça daquelas que levanta a bunda. Aí falei que queria comentar algo sobre a roupa dela naquele dia, mas que não sabia se devia porque era meio inapropriado já que ela era minha mãe. Ela fez uma cara de susto e disse pra eu falar sem medo, perguntou se tava feio, manda a real. Falei que não, que pra começar ela tava linda pra caralho, mas que com todo respeito, aquela calça valorizava muito a "bunda" dela. Ela sorriu e agradeceu, disse "valeu, amor", que tinha comprado a calça na semana passada e só agora tinha usado, e que ela adorava, e que parecia que os homens também gostavam, porque quando saiu pra fazer compras, choveu cantada, assobio e beijo dos caras. (No meu pensamento, eu falei: "po, e como não, se até eu, que sou teu filho, tô doido pra te empinar e te comer a noite toda").
Perguntei se aquilo tinha incomodado ela, e me surpreendi quando ela disse que não, que pelo contrário, adorava saber que com quase 50 anos nas costas, ainda chamava atenção de mais de um, menos do meu pai, que esse sim não levanta nada — e deu uma risadinha. Perguntei se podia tirar uma foto dela de costas pra mostrar a calça pra minha mulher, pra ela "comprar uma igual", e ela topou. Virou de costas e... Toma. Ela não sabia quais eram minhas intenções, ela realmente acreditou no que eu disse, mas não sabia que mais tarde, com aquela foto, eu ia bater umas punhetas gostosas no nome dela.
Além disso, conversamos que ela podia confiar em mim sobre o que quisesse, que eu queria ser o melhor amigo dela. Falei pra ela que, como o amante dela tem a mesma idade que eu, eu podia dar conselhos sobre coisas que ele curte, tipo roupas, jeito de ser, essas paradas. No dia seguinte, eu e minha esposa saímos pra jantar à noite, era umas 8 da noite quando chegou uma mensagem da minha mãe dizendo que naquela noite ia sair pra dançar com o Héctor, o amante dela, e queria minha opinião sobre um vestido que ela tava na dúvida se usava ou não, porque segundo ela, tava meio vulgar.
Respondi que não, pelo contrário, o amante dela devia se sentir muito orgulhoso de ter uma parceira como ela, e que como eu gostaria de ser o parceiro dela, e poder aproveitar ela. Ela me perguntou o que eu queria dizer, e eu falei que queria dizer aproveitar a companhia dela, óbvio, não precisa ser tão maliciosa. Terminei adicionando um "te amo, Mãe, se divirta". E se ela ia se divertir mesmo, uma trepada daquelas que ela levaria naquela noite, o único problema é que não era por minha causa.
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