Trio gostoso com a 5

Tinha um copo com água, eu tomei um gole e virei pra adicionar o pentotal. Deixei do jeito que tava. A cara dele é de medo, os olhos tão vermelhos, as lágrimas não podem ser maiores. Não tem nenhum arranhão. — Fizeram algo com ele. — No total eram seis pessoas, duas lá fora e quatro aqui dentro com ele amarrado numa cadeira. — Só fizemos o que mandaram. — Sacaram um revólver. — Pra vocês. — Valeu. — Vi as balas, só tinha uma. — A gente vai sair... Vamos ficar lá fora. — Os quatro foram embora, me deixando sozinho com ele. — Oi. — Falei. — Se você gritar ou falar qualquer merda, vai se arrepender. Vou tirar a mordaça. — Ele arregalou os olhos. Tirei a mordaça, ele não disse nada, só me olhou com medo. — Tá com medo. — Pensei que ia ser um cara musculoso, cheio de cicatriz de guerra de gangue, mas não, é magro, careca e cheio de tatuagem. — Se for por causa das drogas, sinto muito, mas o mercado tá devagar. — Ele começou a chorar que nem um bebê. Peguei o copo d'água e dei pra ele, ele tomou tudo. Só precisa esperar uns vinte segundos pra fazer efeito. — Sabe onde tá sua ex-namorada, a Jessica? — Ele me olhou estranho. — Não quero saber dessa puta, ela me traiu e ficou com outro. — Ficou calado por um momento. — E... agora tá esperando um bastardo. — Entendi. — Falei, soltando um sorrisinho. — O que você quer com ela? Não vejo ela desde que... — Ele calou a boca de novo. — Desde que você bateu nela até deixar ela quase desmaiada, com hematomas feios e cortes superficiais, mas ela tava grávida e você não ligou, e sim, eu sei que você é estéril. — Ele me olhou surpreso com a informação. — Conhece ela? — Me olhou com aquela cara de hipócrita. — Sim, e muito, junto com um amigo. — Tirei uma foto nossa. — Conhece eles? — Não, nunca vi na minha vida. — Ele reparou no Peter. — Ele tava aqui, é um cliente da puta. — Bom... Se você visse eles de novo, o que faria? — Ele já tá sacando que o Peter é o pai. — A Eles dois... — eu e a Jessica — mas aquele grandão ali, matei ele. — Você não vai fazer isso. — Vou te deixar um recado. — Se fizer, eu te mato... — Acho que não... Sou o pior nisso. — Fez eu ver uma tatuagem dele. — Você é só um escravo dos grandões, olha o lugar onde você mora, é uma merda. Se fosse o chefe, não viveria aqui, porque você é um imbecil, e isso dá a entender que compraria a casa mais cara do lugar, ou não? — Rangeu os dentes de ódio e foi embora. — Você é o outro, ou não? — Sentei na cama. — O da foto. — Falei sério, como uma pessoa normal, tirei a máscara pra mostrar meu rosto. — Sim, sou eu. — Deixei a foto ali, do lado da minha mão, com luvas, óbvio. — E o que você quer, puta? — Cuspiu no chão. — Como você me chamou. — Levantei. — Sabe, me chamam de Flash. — Deve ser por correr pela casa. — Deve ser porque um, você é precoce no sexo, ou dois, porque é rápido no roubo. — Ele ficou calado... Mas aí abriu a boca pra cuspir uma porrada de saliva. — É porque nas cadeias eu sempre escapo, e você não pode me segurar, muito menos um bastardo como você. — Olhou o lugar todo. — E se a puta grávida sofrer, e aquele filho da puta que tá se formando morrer dentro dela. — Dei um soco forte nele, pra fazer sangrar um pouco do nariz. — Espera um pouco. — Tinha uma mesinha, deixei perto dele, peguei uns gramas de cocaína e deixei prontos, com meu dedo passei no nariz dele, que tava sangrando. — Como foi? — Bem. — Sorriu que nem um idiota. — Deixa eles viverem a vida deles com o filho, e você vai ganhar presentes. — Me afastei dele. — Acho que não, prefiro a morte. — Ele se soltou, desviei dos socos que ele dava. Com o Peter, a gente foi pra um grupo de artes marciais e tudo que envolve defesa pessoal, e eu com armas brancas. Com umas técnicas, coloquei ele de cabeça na cama. Ele me deu um chute no estômago e colocou o braço na minha garganta. — Morre. — Falei, pra pegar o revólver e ouvir o clique. — Ha, ha, ha, você acha que Te deixaria uma arma só pra você. — e se afastou. Bati no estômago dele, joguei ele pro outro lado do quarto. — O que vai fazer agora, me deixar ir? — ele estendeu as mãos. — Sabe, não sei, mas nessa bolsa... — olhamos pra ela, não é minha. Troquei de bolsa com meus amigos. — Tem muita coisa que pode te interessar. — Tipo o quê? — ele ficou meio calmo. — Drogas, dinheiro. — A bolsa tá meio vazia. — Não quero isso, quero minha vingança. — Puxei uma lâmina, abri a bolsa que tava perto de mim, pra pegar uma injeção com um líquido transparente. Ele começou a correr direto pra mim, segurando a lâmina na mão direita, aí peguei o pulso dele pra torcer. Enfiei a injeção no pescoço dele, e soltei todo aquele líquido. — Doces sonhos. — O corpo dele começou a cair, eu não queria isso, só queria falar com ele. — Pronto. — falei, pros outros homens entrarem. — Vamos deixar na conta da cocaína. — Guardei a seringa na bolsa, um deles foi quem deu a ideia. — O que tinha no líquido? — perguntei pra ver se tinha algum ferimento no meu corpo, mas não. — É um veneno, que fica indetectável na toxicologia, vão mostrar que foi overdose. — Um deles falou pra sair do quarto, eu fiz o mesmo, coloquei a máscara. — Na bolsa tá o que pediram, e fala pro X que foi tranquilo. — Eles viram a bolsa que passei o dinheiro pro Flash, mas entreguei pra eles. Me devolveram a bolsa vazia. Não falaram nada, só foram embora. O povo que tava lá não tava nem aí pro que acontece com eles. Comecei a andar pra outro lado, deixando tudo suspeito pra trás, ainda bem que o pentotal tá comigo. Minutos depois cheguei em casa, os caras tavam vendo TV. — Onde você tava? — me perguntou a Jessica, preocupada. — Pensei que ir pra academia ia clarear minha mente, mas fui dar uma volta e comer um sorvete. — falei pra ir pro quarto, Peter. Deixei a máscara e o pentotal escondidos, é um lugar que só nós sabemos. Naquele lugar, eu tinha deixado um buraco no chão debaixo da cama. Saí do quarto pra ficar com os três. — Que tal amanhã a gente ir no shopping? — sugeri uma opção pra não ficar sempre em casa. — E se ele nos encontrar? — falou com medo. — A gente enfrenta ele, você não pode ficar aqui, tem que casar e ainda tem o passaporte. — falei as ideias mais importantes pro trio. — Tá bom. — Voltamos a ver a novela. — Não te incomoda se eu pegar seus sobrinhos? — Jessica me olhou feliz. — Já tá com tesão. — sorri pra ela. — Não passa nem uns minutos e você já quer sexo. — Os hormônios. — puxei o zíper dela, só dava pra ver o pau do Peter saindo. Vi a cara de prazer dela enquanto chupava ele. Umas horas antes eu tinha gozado dentro do cu dela e agora ela queria com o outro pai. — E se a gente só lamber? — ela parou de chupar, e com as mãos deixou só a calcinha dela. — Faz isso. — Não, obrigada, vou pegar água. — falei pra me mexer e pegar um copo d'água. Mas meu pau tava duro por causa do que eu tava vendo. — Não para. — Peter falou pra ela. Jess parou e puxou toda a pele dele pra baixo. Me aproximei por trás do Peter, dei um beijo nele e fiquei atrás da Jessica, onde a calcinha dela já tava pra baixo. Os pelos dela estavam lá. Chupei um dos meus dedos e enfiei nela, e com a mão tocava os peitos dela. Peter gozou na boca da Jessica, que engoliu tudo, enquanto eu tirava meu dedo da buceta dela. Dias depois... Já estamos prontos pra sair, mas o Peter já tá tendo problema com o trabalho e a vida pessoal. A empresa tá crescendo, ladeira acima, mas rápido demais, então o Peter me pediu pra entender o que tá rolando. Quando ele veio visitar em casa, fomos no cartório pra marcar um horário pra eles se casarem. E eles têm na próxima semana, às 18:00. Tô só eu e a Jessica. O Peter vem umas 4 vezes na semana em casa e nas outras tem que viajar pela cidade ou pelo país. E a mesma coisa pro passaporte, tivemos que refazer tudo com ela, mas dentro de Algumas semanas já vamos ter ele. Enquanto a gente tá vendo a novela e ela olhou pra mim. - Que tal a gente ir no shopping? - A gente tá abraçado e ela comendo uma maçã, isso foi um dos maiores desejos dela, frutas. - E a minha ex? - Flash, já deve estar no necrotério. - Não importa, só vamos. - Levantei, já tava vestido pra sair, fui no quarto padrão pegar minha carteira e o celular. Jessica, por outro lado, só usa moletom. - O que você quer primeiro, vestido de noiva ou um terno elegante? - Ela ficou pensando. - Um terno elegante. - Ela se levantou e já tem um bundão gostoso, essa coisa da gravidez tá me deixando mais tarado já que ela é a única mulher com quem transei até agora. - E depois a roupa pra você, porque não pode ficar de moletom a gravidez inteira, tem que mostrar esse corpo. - Ela se levantou, desliguei a TV. - E também uma depilação. - Antes eu fazia com máquina de barbear. - Uau, e como se não tivesse com uma doença ou algo assim. - Bom, isso é antes, amor, agora é uma vida nova. - Ela abriu a porta, enquanto eu pegava as chaves de casa e do carro, raramente uso o carro porque tudo é perto de mim e não preciso, mas dessa vez sim. Apertei o botão pra abrir o carro, entramos e apertei o botão pra ligar. - Vamos. - Comecei a dar ré e dirigir, pra galera era estranho a gente estar com ela, mas bom, daqui a pouco não vamos mais estar aqui. - A gente podia passar no lugar. - Ela deve estar falando do lugar de onde veio. - Tem certeza? - Perguntei pra parar. - Sim. - Ela disse séria, não falei nada, fomos pro lugar, onde dava pra ver a polícia e a fita de isolamento. - O que aconteceu? - Perguntei já sabendo a resposta. - Não... Sei. - Os olhos castanhos dela ficaram mais claros. Um dos policiais tava do lado de fora, a gente parou pra chamar a atenção dele e ele veio até nós. - O que aconteceu, oficial? - Perguntei, Jessica ficou em silêncio. - O O cara que morava aqui faleceu, de overdose de cocaína. O pessoal dele encontrou ele assim, já tava morto. — A Jessica ficou atenta, com a respiração pesada. — Bom, obrigada, oficial. — Ele tá morto. — Foram as únicas palavras que ela disse, enquanto tocava a barriga, pela morte do ex-namorado dela, de overdose de cocaína. — Você tá bem? — perguntei enquanto dirigia pra chegar no shopping. — Sim, sim, é só que... o Flash morreu. — Ela recuou. — Chegamos. — ela disse, eu desliguei o motor. E desci do carro. Nós dois descemos do carro e fechamos a porta. — Vamos. — fiquei do lado dela. — Comprar roupa. — Tá bom. — É que ela parece em choque. Parei, fiquei olhando pra ela. — Jessica, ele te fez a pior coisa, te deixou num estado deplorável, se tá tudo bem ele ter sido seu ex-namorado... — ela me interrompeu. — Eu sei, mas não sei... ele me tirou do lixo, mas nunca largou as drogas e morreu por isso... — peguei na mão dela pra ela se acalmar. — Mas não importa. — ela sorriu. — Vamos. — falei, entrando no shopping, subimos na escada rolante, pra ver no andar de cima a loja de roupas de grávida, normal pra ela, será que quando tiver os filhos. Entramos numa loja onde tinha mulheres grávidas com barrigões, vimos o lugar que tava meio cheio, minha pica ficou dura. — O que você quer provar? — falei pra ela, algumas mulheres estavam nos olhando. — Não... sei, nunca estive num lugar assim. — comecei a olhar as roupas, como se fosse uma pessoa normal. — Oi, em que posso ajudar? — uma das atendentes se aproximou da gente com simpatia. — Claro, estamos procurando roupa pra minha cunhada, ela tá de três meses e meio. — ela captou tudo que eu falei. — Bom, tenho o que vocês precisam. — olhei pra Jessica. — Me sigam. Começamos a segui-la pra ver as roupas e tudo que uma grávida precisa. — Bom, aqui estão as de três meses. — nos mostrou uma variedade grande. — Também, algo que seja elástico, e que dure a gravidez inteira, não que Fica só nos meses mesmo. — Por que se for só pros três meses, é dinheiro jogado fora. — É... Vem comigo. — Começamos a seguir elas nuns lugares cheios de roupa. — Até quando elas duram... Até que mês? — Acho que não chega aos nove. — Não, essas duram a gravidez inteira e são feitas de algodão, o que deixa elas mais fininhas. — Sente as peças, são macias. — Valeu. — Falei, e ela foi embora, ficando só nós dois pra ver qual roupa cai melhor nessa gostosa.

1 comentários - Trio gostoso com a 5

Loco en serio. Aflojale al faso y por favor deja de ver James Bond
Pior1
Ajajjajaja algún día