A morte da minha mãe mudou minha vida.
Meu nome é Fernanda, sou de Porto Tasty. O motivo pelo qual escrevo pra você é pra contar o que aconteceu na minha família depois que meu irmão foi pra Inglaterra estudar.
Éramos uma família de 4 pessoas: minha mãe de 48, meu pai Andrés de 51, o mais velho de 25 anos e eu, Fernanda, de 23... Somos uma família normal.
Mas vou te contar que minha família trabalha com comércio de produtos eletrônicos aqui em Porto Tasty. Só que meu irmão não queria mais viver no meu país, então foi embora quando minha mãe morreu de câncer no fígado — eu tinha 20 anos.
Meu irmão já tava há 1 mês no exterior, mas papai tava triste, não conseguia superar minha mãe. Eu sempre consolava ele, mas era tanta tristeza que eu tinha que cuidar da casa: limpar, cozinhar e, principalmente, manter tudo em ordem. Papai começou a superar enquanto eu cuidava dos serviços domésticos.
Mamãe e nossa religião nos ensinaram a ser bem submissas, já que o homem da casa é quem decide por nós. Bom, pra não prolongar a história, minha pica — papai — até as calcinhas ele escolhe por mim.
Um certo dia, entraram na nossa casa pra roubar enquanto eu e meu pai estávamos vendendo na inauguração de uma nova filial. Roubaram literalmente tudo, até nossas roupas. E coincidiu que choveu naquele dia, e molhou a roupa que a gente tava usando. Quando chegamos em casa, surpresa: só conseguimos tirar a roupa e nos meter na cama pra não pegar uma gripe. Papai tava cansado, e eu também. Antes de dormir, ele me pediu pra dar uma massagem. Fui na cozinha, encontrei um vidrinho de óleo e comecei a massagear ele. Vi que papai não parava de olhar no espelho pra ver minha bunda grande.
Quando ele virou pra eu massagear os ombros, vi a puta ereção que ele tava. Pedi pra ele fechar os olhos, tirei o sutiã e a calcinha fio dental, e montei no pau dele.
Percebi que ele tava adorando o que sentia... e ele me trocou de posição. Posição e a gente fode, eu e ele.
Não foi a última vez, depois disso era todo dia. Agora eu era a mulher dele e ele adorava ter uma mulher tão jovem pra satisfazê-lo. Às vezes, quando ele chega do trabalho, como agora, me dá dinheiro pra comprar minhas coisas, tipo minhas roupas ou maquiagens. Espero ele na sala ou no quarto só de lingerie, sem sair pra nada nesses dias.
Um dia desses, como eu e papai estávamos sozinhos, decidimos conversar sobre o que tava rolando. Como meu irmão ia voltar de férias, papai disse que ia vender tudo aqui em Porto Tasty, dar o dinheiro pro meu irmão pra ele, que não gosta de Porto Tasty, nunca mais voltar e não atrapalhar nosso relacionamento.
Vendemos o que era importante e papai decidiu que meu irmão ficasse com a casa e vendesse. Eu e papai viemos pro Peru, compramos um apartamento em Lima e montamos novos negócios: lavanderia, açougue e mercearia. Aqui ninguém enche o saco e, depois de 3 anos de relacionamento, MEU PAI e eu pensamos em formar nossa nova família. Eu quero 2 filhos pra crescerem juntos, mas papai só quer mais um, porque já não tá tão jovem pra criar tantos filhos. Mas Deus sabe o que faz...
Valeu, coelhinha, por me passar seu WhatsApp e eu contar minha história de Lima, Peru. Abraços e que sua página e canal do YouTube continuem crescendo. Fico feliz em saber que não sou a única que forma uma família com o pai. Tô mandando umas fotos, mesmo que sejam do meu Facebook. Abraços.







Meu nome é Fernanda, sou de Porto Tasty. O motivo pelo qual escrevo pra você é pra contar o que aconteceu na minha família depois que meu irmão foi pra Inglaterra estudar.
Éramos uma família de 4 pessoas: minha mãe de 48, meu pai Andrés de 51, o mais velho de 25 anos e eu, Fernanda, de 23... Somos uma família normal.
Mas vou te contar que minha família trabalha com comércio de produtos eletrônicos aqui em Porto Tasty. Só que meu irmão não queria mais viver no meu país, então foi embora quando minha mãe morreu de câncer no fígado — eu tinha 20 anos.
Meu irmão já tava há 1 mês no exterior, mas papai tava triste, não conseguia superar minha mãe. Eu sempre consolava ele, mas era tanta tristeza que eu tinha que cuidar da casa: limpar, cozinhar e, principalmente, manter tudo em ordem. Papai começou a superar enquanto eu cuidava dos serviços domésticos.
Mamãe e nossa religião nos ensinaram a ser bem submissas, já que o homem da casa é quem decide por nós. Bom, pra não prolongar a história, minha pica — papai — até as calcinhas ele escolhe por mim.
Um certo dia, entraram na nossa casa pra roubar enquanto eu e meu pai estávamos vendendo na inauguração de uma nova filial. Roubaram literalmente tudo, até nossas roupas. E coincidiu que choveu naquele dia, e molhou a roupa que a gente tava usando. Quando chegamos em casa, surpresa: só conseguimos tirar a roupa e nos meter na cama pra não pegar uma gripe. Papai tava cansado, e eu também. Antes de dormir, ele me pediu pra dar uma massagem. Fui na cozinha, encontrei um vidrinho de óleo e comecei a massagear ele. Vi que papai não parava de olhar no espelho pra ver minha bunda grande.
Quando ele virou pra eu massagear os ombros, vi a puta ereção que ele tava. Pedi pra ele fechar os olhos, tirei o sutiã e a calcinha fio dental, e montei no pau dele.
Percebi que ele tava adorando o que sentia... e ele me trocou de posição. Posição e a gente fode, eu e ele.
Não foi a última vez, depois disso era todo dia. Agora eu era a mulher dele e ele adorava ter uma mulher tão jovem pra satisfazê-lo. Às vezes, quando ele chega do trabalho, como agora, me dá dinheiro pra comprar minhas coisas, tipo minhas roupas ou maquiagens. Espero ele na sala ou no quarto só de lingerie, sem sair pra nada nesses dias.
Um dia desses, como eu e papai estávamos sozinhos, decidimos conversar sobre o que tava rolando. Como meu irmão ia voltar de férias, papai disse que ia vender tudo aqui em Porto Tasty, dar o dinheiro pro meu irmão pra ele, que não gosta de Porto Tasty, nunca mais voltar e não atrapalhar nosso relacionamento.
Vendemos o que era importante e papai decidiu que meu irmão ficasse com a casa e vendesse. Eu e papai viemos pro Peru, compramos um apartamento em Lima e montamos novos negócios: lavanderia, açougue e mercearia. Aqui ninguém enche o saco e, depois de 3 anos de relacionamento, MEU PAI e eu pensamos em formar nossa nova família. Eu quero 2 filhos pra crescerem juntos, mas papai só quer mais um, porque já não tá tão jovem pra criar tantos filhos. Mas Deus sabe o que faz...
Valeu, coelhinha, por me passar seu WhatsApp e eu contar minha história de Lima, Peru. Abraços e que sua página e canal do YouTube continuem crescendo. Fico feliz em saber que não sou a única que forma uma família com o pai. Tô mandando umas fotos, mesmo que sejam do meu Facebook. Abraços.








4 comentários - A morte da minha mãe mudou minha vida