Depois da minha primeira vez, fui pro exército. Nas minhas férias, voltei pra cidade. Pra minha surpresa, meu meio-irmão, por parte de pai, tinha se separado. Segundo ele, pegou a mulher dele com outro. No terceiro dia em casa, chega a tal da minha, na época, ex-cunhada. O que ela comeu, não sei, mas o que tava comendo tava fazendo muito bem pra ela: uma bunda de promoter vip, uns peitos divinos, de cair o cu da bunda. Esse dia ela veio com um hematoma no olho, acusando meu meio-irmão de ter batido nela. Depois de uma hora de choro e acusação, ela me pediu pra acompanhar ela até a casa dela. Meu pai, só pra se livrar dela, fez um sinal: "leva ela daqui pra fora agora!" Fui com ela até a casa dela, ela me convidou pra comer, e eu, besta por aquela bunda, aceitei. Ela tava com uma legging amarela que ia até o tornozelo, que sem mentir, rachava o chão. Nessa altura, eu já tinha virado um tarado, procurando mil desculpas pra olhar pra aquele monumento. Pedi hambúrgueres com duas cervejas, comemos numa boa, contando histórias e morrendo de rir. Jantamos tudo, acabou a cerveja, ela falou: "me espera, já volto". Trouxe mais duas cervejas. Quando terminamos, de novo a melancolia, ela chorando, eu abraçando e consolando. Antes que a coisa fosse pra frente e a tentação vencesse, decidi ir embora. Mas ela disse que era muito tarde, que o sogro ia ficar bravo com ela se acontecesse algo comigo. Me convenceu e eu fiquei. Ela trancou a porta e falou: "vem comigo". Ela na frente e eu atrás, admirando e babando por aquela bunda. Entramos no quarto, ela se jogou na cama de bruços, com aquela bunda enorme à mostra, ocupando toda a calcinha. "Deita do meu lado", ela disse, "amanhã quando amanhecer, você vai embora". Eu falei: "Ainda não consigo acreditar que meu meio-irmão te largou. Você é perfeita, de qualquer ângulo que eu olhe". "Minhas costas tão doendo toda das porradas que ele me deu", ela disse. Óbvio, já cego naquela hora, falei: "vou fazer uma massagem pra aliviar um pouco". Ela tirou a camiseta, ficando só de sutiã. Comecei a massagear ela como padeiro amassa a massa, quando... Digo baixinho: "Que bunda gostosa, sas!!!" Ela vira na hora e se aproxima do meu rosto como se fosse me beijar, mas nos olhos dela vejo um olhar de terror, de medo. Ela me diz: "Nem pensa, eu continuo sendo sua cunhada, ok." Assinto com a cabeça, e ela se deita de novo de bruços. Continuo com as massagens por um bom tempo, e a pika tava prestes a explodir, e não aguento mais, começo a massagear aquele pedaço do céu que ela tem de rabeta, quando de novo, sas!!! Ela vira com o mesmo olhar de terror, bem perto, muito perto um do outro, quando decido beijar ela com tudo. Na hora, sinto a língua dela dentro da minha boca... Continua...
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