Meu nome é Perla, tenho 27 anos. Não sei bem como começar minha história. Poderia começar pela experiência que me transformou no que sou hoje, mas acho que isso pode esperar por enquanto. Talvez seja melhor te dar uma ideia de como eu sou.
Então vamos começar pelo básico. Sou magra... bem magra. E também não sou muito alta. Meu rosto ainda tem uma aparência jovem. É a primeira coisa que as pessoas notam em mim quando entro num lugar. Umas semanas atrás, tava andando perto de um grupo de estudantes do ensino médio que tavam num passeio, e quando fui atravessar a rua pra longe deles, um dos monitores gritou pra eu voltar pro resto da turma. Foi super constrangedor. Mas acho que ele ficou tão sem graça quanto eu quando mostrei minha carteira de motorista.
Então é, sou uma coisinha pequena. Felizmente, o resto do meu corpo é proporcional ao meu biotipo. Acho que não tem muito o que falar de mim. Uma cinturinha fina e uma bunda que a maioria dos caras usa como uma bolinha de basquete. Por outro lado, meus peitos são a melhor parte, mas isso é só minha opinião. Não são grandes demais nem pequenos demais. Um pouco mais que um punhado, com os biquinhos mais safados que você já viu. Tenho cabelo comprido e castanho, quase até a cintura, e quase sempre deixo solto. Amo meu cabelo, pintar de cores diferentes, brincar com ele e deixar os outros brincarem também. Descobri que, quando você tem tanto cabelo quanto eu, dá muito trabalho fazer mais do que isso com ele. Além disso, se quiser modelar, precisa de um laquê que depois vou ter que lavar à noite. Muito cabelo exige um monte de laquê e uma tonelada de xampu pra finalizar, então mantenho ele limpo todo dia.
Quanto ao meu rosto... bom, o pessoal fala que eu sou bonitinha. Já me chamaram de gostosa e linda antes, mas quando você parece quase uma novinha igual eu, a maioria fica só no "bonitinha". Mas não tô reclamando. Meus traços são meio brutos, rústicos, não tão finos como eu gostaria. Minha cara tem uma aparência de durona, e mais de um já se assustou quando me vê de mal humor. Meus olhos e minha boca são minha parte favorita em mim. São minha arma número um sempre que tive problemas ou precisei de uma boa noite de diversão com um cara ou, às vezes, com uma mina. Meus olhos são extremamente escuros. Não pretos, mas... acho que "esfumaçado" é o melhor termo pra descrever. Funcionam muito bem pra mandar sinais tipo "ei, vadia, não me enche o saco" ou "ei, gato, vem me comer".
E minha boca é grande, com lábios carnudos e um sorriso diabólico que procuro nunca mostrar ou quase nunca. Meu sorriso é grande, e admito, é feio. Quem já viu e os mais ousados me disseram que tenho cara de puta. Ainda não decidi se levo isso como elogio ou insulto. Mas meu rosto me abriu muitas portas. Quando você sabe usar seus olhos e sua boca desse jeito, a vida fica muito mais fácil.
Suponho que sempre me consideraram uma garota estranha. Talvez um pouco nerd também. O tipo de garota que você vê na escola ou no trabalho e faz piada com seus amigos sobre ela ser "sem graça" demais pra alguém como você, mas depois se masturba escondido à noite pensando nela. O tipo de garota que nunca teve problemas e os caras "legais" achavam que ela não tinha personalidade suficiente pra ser interessante.
Bom, agora devo contar o que sou e o que gosto. Os japoneses têm uma palavra pra isso, acho. Percebi isso depois de muitas horas procurando meu tipo específico de pornô. Chama-se omorashi, pelo que entendi. Basicamente, tenho um fetiche por mijo. Adoro ver gente se mijando. Passo horas na internet caçando vídeos de pessoas em público ou em casa desesperadas pra urinar. Não sou lésbica, mas nas minhas horas de busca e observação, percebi que prefiro ver mulheres e casais mijando uns nos outros. Vocês podem pensar: "bom, você é mulher. Só vai mijar e economiza tempo". Acreditem, eu também fiz isso, mas vou entrar nisso mais pra frente. Algo sobre ver as garotas cruzarem as pernas e se segurarem enquanto lutam pra não soltar me excita pra caralho. Ou ver os caras banhando elas de mijo é algo entre humilhante e pervertido que me impede de tirar os olhos da tela quando vejo cenas assim.
Bom, acho que tudo começou um dia que meu namorado Tommy e eu jogávamos futebol no quintal de casa. A gente tinha tomado várias cervejas e tava se pegando no gramado, brigando pela bola, quando lembro que ele parou e segurou a virilha umas quantas vezes. Finalmente perguntei se ele precisava entrar e usar o banheiro. Lembro que ele falou, bem seguro de si:
— "Os homens não precisam usar privada porque a gente pode mijar em qualquer lugar que a gente quiser" — me disse Tommy com aquele sorriso de quando tá tramando alguma safadeza que eu conheço tão bem.
Ah, é, gênio? Então me diga você o que fazem. Me ilumine", falei, divertida, provocando briga.
Ele pegou minha mão e caminhamos até o pequeno quartinho de ferramentas que temos perto da cerca de arame que divide nosso quintal do dos vizinhos. Ele olhou em volta algumas vezes e depois puxou o pau pra fora. Fiquei surpresa, pra dizer o mínimo. Somos um casal bem ativo sexualmente, mas sempre nos reservamos a fazer nossas coisas dentro de casa, entre quatro paredes, longe da vista das pessoas. Estar ali, no quintal, com meu marido e o pau dele pra fora da calça, correndo o risco de os vizinhos nos verem, me excitou pra caralho. O quartinho de ferramentas é cercado por árvores e arbustos, mas mesmo assim o risco de sermos descobertos era enorme.
Depois, segurando o pau com os dedos, começou a mijar no chão, sorrindo pra mim o tempo todo. Lembro de ter dito "foda" ao ver aquele jato grosso de mijo saindo do pau dele e caindo no chão, fazendo um barulho exagerado. Depois de um tempo, ele parou e me perguntou se eu queria segurar o pau dele enquanto ele terminava de mijar.
—"Quer segurar ela? Ainda me sobrou bastante" —ela me disse, olhando nos meus olhos. Como eu disse, somos um casal bem liberal em questões sexuais, mas isso era algo novo. Pelo menos pra mim.
Pulei na oportunidade e peguei na rola dele, talvez um pouco forte demais no começo, fazendo ela bater na minha mão e ele falar "Não tão forte". Afrouxei um pouco o aperto, apontei pra cerca e ele começou a mijar de novo. Enquanto ele fazia, senti um formigamento estranho entre minhas próprias pernas e pensei que talvez também precisasse ir, mas não era a mesma coisa.
—"Prova ela" — ele me disse. Ao me ver indecisa, ele ofereceu de novo pra eu provar. Sabia que tinha casais que curtiam esse tipo de fetiche, mas enfiar na minha boca o pau dele ainda escorrendo de mijo não era uma ideia que me atraísse muito naquele momento. Além disso, como eu disse, a gente tava no quintal de casa, meio-dia e fim de semana. O risco de algum vizinho ver a gente era altíssimo.
—"Não consigo fazer isso. Os vizinhos podem nos ver e a gente vai se meter em encrenca, amor" — falei, olhando para o rostinho decepcionado dela.
Tá bom, gostosa, mas nem pense que vai escapar. Vou te convencer a fazer isso dentro de casa" — ele disse, resignado.
Quando ele terminou, disse que era minha vez. Fiquei repetindo que precisava sentar num vaso pra fazer, que os vizinhos podiam nos ver e que não ia sair nada por causa do nervosismo. Mas ele continuou implorando até que, finalmente, me vi puxando o short e a calcinha pra baixo. Fiquei nervosa, em pé, meio pelada na frente dele, mas ele continuava dizendo que estava tudo bem, então me agachei encostada na lateral do quartinho de ferramentas e abri as pernas. Ele aproximou o rosto bem perto, até eu sentir a respiração dele contra minhas coxas. Por fim, senti que comecei a me soltar. Não precisei fazer muita força, porque a quantidade de cervejas que a gente tinha tomado já tinha enchido minha bexiga.
Então o Tommy colocou a mão na minha virilha e me agarrou com força. Vi um pouco mais da minha urina escorrendo pelas frestas dos dedos dele. Levando os dedos até meu rosto, ele me ofereceu, e dessa vez eu não resisti: meti eles na minha boca com fome, chupando e provando minha própria urina nos dedos dele. O gosto era amargo pra caralho, forte. Tommy ficou excitado ao me ver chupando os dedos cheios da minha urina e enfiava cada vez mais fundo na minha boca, me fazendo engasgar e soltando umas lágrimas que começaram a escorrer pelas minhas bochechas. Umas duas vezes quase vomitei de tão fundo que ele enfiava os dedos na minha boca. Tirando a mão da minha boca, eu olhei pra ele e sorri.
Você vai me fazer vomitar se continuar enfiando os dedos assim, amor" — falei enquanto limpava minhas lágrimas e absorvia meu ranho causado pelas ânsias, tudo isso sem parar de sorrir pro meu amor.
— "Não seria a primeira vez que te vejo vomitar, baby" — respondeu ele, divertido com a travessura dela.
—Eu sei, e não me importaria de fazer. Mas não aqui no pátio, na vista dos curiosos.
Terminamos de fazer nossa maldade e corremos pra dentro de casa. A experiência tinha deixado a gente ligado e a gente tava morrendo de vontade de saciar o tesão. Mal entramos na sala e já nos enroscamos num beijo apaixonado, brincando com nossas línguas dentro da boca. Eu tava passando o gosto do meu xixi pra ele, e o Tommy me beijava ainda mais, lambia meu rosto, meus lábios, querendo provar mais daquele gosto novo pra ele. Não ligamos de ter as cortinas abertas e estar no meio da sala, na vista dos vizinhos. Levantei meus braços pra ele puxar minha blusa por cima da cabeça, e enquanto eu mesma tirava o sutiã, o Tommy fazia o mesmo com a roupa dele, deixando na minha vista o pauzão dele, cheio de veias e gotas de líquido pré-seminal escapando da ponta da cabeça grossa.
Ele pegou meu shortinho e minha calcinha pequena pelo elástico, e eu ajudei levantando meus quadris devagar pra facilitar ele tirar. Tommy admirou minha buceta peluda e viu, todo animado, como meus sucos escorriam pelos meus pelos, descendo pelas minhas pernas. Se abaixando, ele me abriu com os dedos e lambeu do meu buraquinho até meu clitóris, o que me fez gemer baixinho. Ele começou a guiar o pau duro dele pra dentro da minha buceta molhada. Resolveu se divertir um pouco e brincar com meu clitóris pra me provocar. Eu gemi e franzi a testa, fingindo raiva e fazendo voz de criança pra provocar ele de volta.Só mais uma.
Por favor, papai... pelo amor de Deus" — eu disse, fingindo a voz pra deixar ele excitado.
—"Por favor, o quê?" —ele perguntou, de novo tirando uma com a minha cara e afastando o pau da minha buceta.
—"Tommy, você sabe o que eu quero dizer", falei, dessa vez já sem disfarçar a voz. Não precisava mais, o tesão me fazia sussurrar como uma puta de verdade.
—"Quero ouvir você dizer isso"—exigiu.
—"Tommy, por favor... quero sua pica dentro de mim" — eu disse, olhando pra ele com a boca entreaberta.
Tommy não me fez esperar mais, e enfiou o pau dele dentro de mim de uma só vez. Gritei enquanto ele continuava deslizando dentro da minha buceta. A penetração foi tão forte e tão profunda que senti o pau dele me abrindo violentamente e chegando lá no fundo, me causando uma mistura de dor e prazer.
Ele agarrou meu pescoço enquanto enfiava os últimos centímetros do pau dele dentro de mim, enquanto eu continuava gemendo. Ele envolveu as mãos no meu pescoço, apertando cada vez mais forte. Minha respiração ficou irregular enquanto Tommy apertava mais, me sufocando. Ele começou a meter furiosamente, pra fora e pra dentro, uma e outra vez. Com força, com violência. Como se quisesse chegar até meu estômago a cada estocada.—"Mais duro... pelo... amor"—eu implorava com o pouco fôlego que me restava, com desespero na minha voz. Senti que me faltava a respiração e como as babas começavam a escorrer da minha boca aberta. A gente adorava o jogo da brutalidade, embora dessa vez a tesão pelo que tinha rolado no pátio deixasse Tommy cego de prazer, apertando meu pescoço mais forte do que das outras vezes.Tommy apertou mais forte meu pescoço e empurrou com ainda mais força dentro da minha buceta arrombada, batendo a pélvis dele contra meus quadris. Metendo na minha xota mais forte do que nunca.
-"Siim, aiiii meu deeeus..." -gritava Tommy, colando os lábios nos meus num beijo sujo, misturando nossas salivas, mandando nós dois pra outra dimensão cheia de luxúria e paixão.
Tommy quebrou o beijo e segurou meus ombros pra meter ainda mais forte dentro da minha buceta dolorida.
—"Siimm, siimm! Aiiii, meu Deeeeeus"—dizia Tommy, afrouxando um pouco meu pescoço e me deixando respirar, sabendo que em seguida provavelmente viria algo que acontecia toda vez que a gente brincava com o fetiche de me sufocar.
Abri minha boca faminta, tentando puxar ar ao mesmo tempo que o vômito veio. Comecei a vomitar exageradamente uma grande quantidade de líquido, principalmente por causa da cerveja que tinha passado a tarde toda bebendo. O vômito às vezes era um efeito colateral dos nossos jogos de asfixia e o Tommy sabia disso. E não só sabia, como adorava.
E eu também tava adorando, porque na mesma hora que me deu a ânsia de vômito, a primeira onda de orgasmos tomou conta de mim. Meu corpo inteiro travou e tremeu enquanto jatos dos meus fluidos escorriam pelas minhas pernas, iam cair no chão e se misturar com meu vômito sujo, formando uma sopa nojenta de líquidos no assoalho.
Tommy continuou empurrando dentro de mim. O pau dele, duro, entrava e saía de mim com fúria. Ele tava perto, e ela também, de novo, de outro orgasmo.
Ela jogou a cabeça pra trás e arqueou as costas enquanto enfiava o pau dela numa última estocada. O membro pulsou e o orgasmo veio, enquanto ela me enchia com uma porra grossa dentro de mim, enchendo meu útero com a semente dela. Ela se empurrou pela última vez, disparando mais dois jatos lá dentro, enquanto eu gozava de novo.
Ficamos em silêncio, abraçados assim por alguns minutos, recuperando o fôlego e as forças. Tommy grunhiu de repente e se afastou de mim, puxando o pau meio duro e escorrendo líquidos, me causando uma espécie de dorzinha misturada com êxtase.
Depois de mais ou menos um minuto de respiração ofegante, ele se levantou e acariciou meu rosto manchado de vômito, saliva e lágrimas de rímel escorrendo pelas minhas bochechas. Os braços dele me envolveram e eu pressionei meu corpo contra o dele. Os dois respirávamos com dificuldade, eu ainda tremendo por causa dos meus orgasmos.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
—"Te amo, Perla" —ele sussurrou pra mim.
—"Eu também te amo, Tommy" —falei sem fôlego.
Passei o resto da tarde sozinha, porque Tommy teve que sair pra resolver uns corres. Eu fiquei com a parte chata das nossas sessões de sexo: a limpeza. O chão da sala tinha ficado um nojo. A boa notícia é que a casa tinha piso de mármore e não tínhamos carpete, senão teria sido irreversível.
Eu tava metida fundo na limpeza quando meu celular tocou, várias vezes, me avisando de um monte de mensagens chegando. Meu primeiro pensamento foi que era o Tommy perguntando alguma coisa.
Pra minha surpresa, era um número desconhecido, e quando abri as mensagens recebidas vi que eram várias fotos minhas e do Tommy na nossa sessão de sexo da tarde. Parecia que tinham sido tiradas com uma câmera de lente potente, porque estavam nítidas e bem de perto. Dava pra ver todos os detalhes, incluindo minha cara de dor por causa da asfixia e o vômito na sequência. Não consegui evitar sentir medo ao saber que alguém estava nos espionando ou queria nos fazer algum mal. A última mensagem era um texto que dizia, em letras maiúsculas:
GOSTO DA SUA CARA DE PUTA.
Fiquei paralisada sem saber o que fazer por um momento. Pensei em ligar pro Tommy e contar, mas por algum motivo não liguei. Também não liguei pro número desconhecido. No passado, o Tommy já tinha me pregado umas peças, mas isso parecia algo mais sério. Decidi que, por enquanto, não faria nada até ter certeza do que estava rolando.
Assim termina meu primeiro conto. Espero que vocês gostem pra eu poder postar a continuação. Se leram, muito obrigado.

Então vamos começar pelo básico. Sou magra... bem magra. E também não sou muito alta. Meu rosto ainda tem uma aparência jovem. É a primeira coisa que as pessoas notam em mim quando entro num lugar. Umas semanas atrás, tava andando perto de um grupo de estudantes do ensino médio que tavam num passeio, e quando fui atravessar a rua pra longe deles, um dos monitores gritou pra eu voltar pro resto da turma. Foi super constrangedor. Mas acho que ele ficou tão sem graça quanto eu quando mostrei minha carteira de motorista.
Então é, sou uma coisinha pequena. Felizmente, o resto do meu corpo é proporcional ao meu biotipo. Acho que não tem muito o que falar de mim. Uma cinturinha fina e uma bunda que a maioria dos caras usa como uma bolinha de basquete. Por outro lado, meus peitos são a melhor parte, mas isso é só minha opinião. Não são grandes demais nem pequenos demais. Um pouco mais que um punhado, com os biquinhos mais safados que você já viu. Tenho cabelo comprido e castanho, quase até a cintura, e quase sempre deixo solto. Amo meu cabelo, pintar de cores diferentes, brincar com ele e deixar os outros brincarem também. Descobri que, quando você tem tanto cabelo quanto eu, dá muito trabalho fazer mais do que isso com ele. Além disso, se quiser modelar, precisa de um laquê que depois vou ter que lavar à noite. Muito cabelo exige um monte de laquê e uma tonelada de xampu pra finalizar, então mantenho ele limpo todo dia.
Quanto ao meu rosto... bom, o pessoal fala que eu sou bonitinha. Já me chamaram de gostosa e linda antes, mas quando você parece quase uma novinha igual eu, a maioria fica só no "bonitinha". Mas não tô reclamando. Meus traços são meio brutos, rústicos, não tão finos como eu gostaria. Minha cara tem uma aparência de durona, e mais de um já se assustou quando me vê de mal humor. Meus olhos e minha boca são minha parte favorita em mim. São minha arma número um sempre que tive problemas ou precisei de uma boa noite de diversão com um cara ou, às vezes, com uma mina. Meus olhos são extremamente escuros. Não pretos, mas... acho que "esfumaçado" é o melhor termo pra descrever. Funcionam muito bem pra mandar sinais tipo "ei, vadia, não me enche o saco" ou "ei, gato, vem me comer".
E minha boca é grande, com lábios carnudos e um sorriso diabólico que procuro nunca mostrar ou quase nunca. Meu sorriso é grande, e admito, é feio. Quem já viu e os mais ousados me disseram que tenho cara de puta. Ainda não decidi se levo isso como elogio ou insulto. Mas meu rosto me abriu muitas portas. Quando você sabe usar seus olhos e sua boca desse jeito, a vida fica muito mais fácil.
Suponho que sempre me consideraram uma garota estranha. Talvez um pouco nerd também. O tipo de garota que você vê na escola ou no trabalho e faz piada com seus amigos sobre ela ser "sem graça" demais pra alguém como você, mas depois se masturba escondido à noite pensando nela. O tipo de garota que nunca teve problemas e os caras "legais" achavam que ela não tinha personalidade suficiente pra ser interessante.
Bom, agora devo contar o que sou e o que gosto. Os japoneses têm uma palavra pra isso, acho. Percebi isso depois de muitas horas procurando meu tipo específico de pornô. Chama-se omorashi, pelo que entendi. Basicamente, tenho um fetiche por mijo. Adoro ver gente se mijando. Passo horas na internet caçando vídeos de pessoas em público ou em casa desesperadas pra urinar. Não sou lésbica, mas nas minhas horas de busca e observação, percebi que prefiro ver mulheres e casais mijando uns nos outros. Vocês podem pensar: "bom, você é mulher. Só vai mijar e economiza tempo". Acreditem, eu também fiz isso, mas vou entrar nisso mais pra frente. Algo sobre ver as garotas cruzarem as pernas e se segurarem enquanto lutam pra não soltar me excita pra caralho. Ou ver os caras banhando elas de mijo é algo entre humilhante e pervertido que me impede de tirar os olhos da tela quando vejo cenas assim.
Bom, acho que tudo começou um dia que meu namorado Tommy e eu jogávamos futebol no quintal de casa. A gente tinha tomado várias cervejas e tava se pegando no gramado, brigando pela bola, quando lembro que ele parou e segurou a virilha umas quantas vezes. Finalmente perguntei se ele precisava entrar e usar o banheiro. Lembro que ele falou, bem seguro de si:
— "Os homens não precisam usar privada porque a gente pode mijar em qualquer lugar que a gente quiser" — me disse Tommy com aquele sorriso de quando tá tramando alguma safadeza que eu conheço tão bem.
Ah, é, gênio? Então me diga você o que fazem. Me ilumine", falei, divertida, provocando briga.
Ele pegou minha mão e caminhamos até o pequeno quartinho de ferramentas que temos perto da cerca de arame que divide nosso quintal do dos vizinhos. Ele olhou em volta algumas vezes e depois puxou o pau pra fora. Fiquei surpresa, pra dizer o mínimo. Somos um casal bem ativo sexualmente, mas sempre nos reservamos a fazer nossas coisas dentro de casa, entre quatro paredes, longe da vista das pessoas. Estar ali, no quintal, com meu marido e o pau dele pra fora da calça, correndo o risco de os vizinhos nos verem, me excitou pra caralho. O quartinho de ferramentas é cercado por árvores e arbustos, mas mesmo assim o risco de sermos descobertos era enorme.
Depois, segurando o pau com os dedos, começou a mijar no chão, sorrindo pra mim o tempo todo. Lembro de ter dito "foda" ao ver aquele jato grosso de mijo saindo do pau dele e caindo no chão, fazendo um barulho exagerado. Depois de um tempo, ele parou e me perguntou se eu queria segurar o pau dele enquanto ele terminava de mijar.
—"Quer segurar ela? Ainda me sobrou bastante" —ela me disse, olhando nos meus olhos. Como eu disse, somos um casal bem liberal em questões sexuais, mas isso era algo novo. Pelo menos pra mim.
Pulei na oportunidade e peguei na rola dele, talvez um pouco forte demais no começo, fazendo ela bater na minha mão e ele falar "Não tão forte". Afrouxei um pouco o aperto, apontei pra cerca e ele começou a mijar de novo. Enquanto ele fazia, senti um formigamento estranho entre minhas próprias pernas e pensei que talvez também precisasse ir, mas não era a mesma coisa.
—"Prova ela" — ele me disse. Ao me ver indecisa, ele ofereceu de novo pra eu provar. Sabia que tinha casais que curtiam esse tipo de fetiche, mas enfiar na minha boca o pau dele ainda escorrendo de mijo não era uma ideia que me atraísse muito naquele momento. Além disso, como eu disse, a gente tava no quintal de casa, meio-dia e fim de semana. O risco de algum vizinho ver a gente era altíssimo.
—"Não consigo fazer isso. Os vizinhos podem nos ver e a gente vai se meter em encrenca, amor" — falei, olhando para o rostinho decepcionado dela.
Tá bom, gostosa, mas nem pense que vai escapar. Vou te convencer a fazer isso dentro de casa" — ele disse, resignado.
Quando ele terminou, disse que era minha vez. Fiquei repetindo que precisava sentar num vaso pra fazer, que os vizinhos podiam nos ver e que não ia sair nada por causa do nervosismo. Mas ele continuou implorando até que, finalmente, me vi puxando o short e a calcinha pra baixo. Fiquei nervosa, em pé, meio pelada na frente dele, mas ele continuava dizendo que estava tudo bem, então me agachei encostada na lateral do quartinho de ferramentas e abri as pernas. Ele aproximou o rosto bem perto, até eu sentir a respiração dele contra minhas coxas. Por fim, senti que comecei a me soltar. Não precisei fazer muita força, porque a quantidade de cervejas que a gente tinha tomado já tinha enchido minha bexiga.
Então o Tommy colocou a mão na minha virilha e me agarrou com força. Vi um pouco mais da minha urina escorrendo pelas frestas dos dedos dele. Levando os dedos até meu rosto, ele me ofereceu, e dessa vez eu não resisti: meti eles na minha boca com fome, chupando e provando minha própria urina nos dedos dele. O gosto era amargo pra caralho, forte. Tommy ficou excitado ao me ver chupando os dedos cheios da minha urina e enfiava cada vez mais fundo na minha boca, me fazendo engasgar e soltando umas lágrimas que começaram a escorrer pelas minhas bochechas. Umas duas vezes quase vomitei de tão fundo que ele enfiava os dedos na minha boca. Tirando a mão da minha boca, eu olhei pra ele e sorri.
Você vai me fazer vomitar se continuar enfiando os dedos assim, amor" — falei enquanto limpava minhas lágrimas e absorvia meu ranho causado pelas ânsias, tudo isso sem parar de sorrir pro meu amor.
— "Não seria a primeira vez que te vejo vomitar, baby" — respondeu ele, divertido com a travessura dela.
—Eu sei, e não me importaria de fazer. Mas não aqui no pátio, na vista dos curiosos.
Terminamos de fazer nossa maldade e corremos pra dentro de casa. A experiência tinha deixado a gente ligado e a gente tava morrendo de vontade de saciar o tesão. Mal entramos na sala e já nos enroscamos num beijo apaixonado, brincando com nossas línguas dentro da boca. Eu tava passando o gosto do meu xixi pra ele, e o Tommy me beijava ainda mais, lambia meu rosto, meus lábios, querendo provar mais daquele gosto novo pra ele. Não ligamos de ter as cortinas abertas e estar no meio da sala, na vista dos vizinhos. Levantei meus braços pra ele puxar minha blusa por cima da cabeça, e enquanto eu mesma tirava o sutiã, o Tommy fazia o mesmo com a roupa dele, deixando na minha vista o pauzão dele, cheio de veias e gotas de líquido pré-seminal escapando da ponta da cabeça grossa.
Ele pegou meu shortinho e minha calcinha pequena pelo elástico, e eu ajudei levantando meus quadris devagar pra facilitar ele tirar. Tommy admirou minha buceta peluda e viu, todo animado, como meus sucos escorriam pelos meus pelos, descendo pelas minhas pernas. Se abaixando, ele me abriu com os dedos e lambeu do meu buraquinho até meu clitóris, o que me fez gemer baixinho. Ele começou a guiar o pau duro dele pra dentro da minha buceta molhada. Resolveu se divertir um pouco e brincar com meu clitóris pra me provocar. Eu gemi e franzi a testa, fingindo raiva e fazendo voz de criança pra provocar ele de volta.Só mais uma.
Por favor, papai... pelo amor de Deus" — eu disse, fingindo a voz pra deixar ele excitado.
—"Por favor, o quê?" —ele perguntou, de novo tirando uma com a minha cara e afastando o pau da minha buceta.
—"Tommy, você sabe o que eu quero dizer", falei, dessa vez já sem disfarçar a voz. Não precisava mais, o tesão me fazia sussurrar como uma puta de verdade.
—"Quero ouvir você dizer isso"—exigiu.
—"Tommy, por favor... quero sua pica dentro de mim" — eu disse, olhando pra ele com a boca entreaberta.
Tommy não me fez esperar mais, e enfiou o pau dele dentro de mim de uma só vez. Gritei enquanto ele continuava deslizando dentro da minha buceta. A penetração foi tão forte e tão profunda que senti o pau dele me abrindo violentamente e chegando lá no fundo, me causando uma mistura de dor e prazer.
Ele agarrou meu pescoço enquanto enfiava os últimos centímetros do pau dele dentro de mim, enquanto eu continuava gemendo. Ele envolveu as mãos no meu pescoço, apertando cada vez mais forte. Minha respiração ficou irregular enquanto Tommy apertava mais, me sufocando. Ele começou a meter furiosamente, pra fora e pra dentro, uma e outra vez. Com força, com violência. Como se quisesse chegar até meu estômago a cada estocada.—"Mais duro... pelo... amor"—eu implorava com o pouco fôlego que me restava, com desespero na minha voz. Senti que me faltava a respiração e como as babas começavam a escorrer da minha boca aberta. A gente adorava o jogo da brutalidade, embora dessa vez a tesão pelo que tinha rolado no pátio deixasse Tommy cego de prazer, apertando meu pescoço mais forte do que das outras vezes.Tommy apertou mais forte meu pescoço e empurrou com ainda mais força dentro da minha buceta arrombada, batendo a pélvis dele contra meus quadris. Metendo na minha xota mais forte do que nunca.
-"Siim, aiiii meu deeeus..." -gritava Tommy, colando os lábios nos meus num beijo sujo, misturando nossas salivas, mandando nós dois pra outra dimensão cheia de luxúria e paixão.
Tommy quebrou o beijo e segurou meus ombros pra meter ainda mais forte dentro da minha buceta dolorida.
—"Siimm, siimm! Aiiii, meu Deeeeeus"—dizia Tommy, afrouxando um pouco meu pescoço e me deixando respirar, sabendo que em seguida provavelmente viria algo que acontecia toda vez que a gente brincava com o fetiche de me sufocar.
Abri minha boca faminta, tentando puxar ar ao mesmo tempo que o vômito veio. Comecei a vomitar exageradamente uma grande quantidade de líquido, principalmente por causa da cerveja que tinha passado a tarde toda bebendo. O vômito às vezes era um efeito colateral dos nossos jogos de asfixia e o Tommy sabia disso. E não só sabia, como adorava.
E eu também tava adorando, porque na mesma hora que me deu a ânsia de vômito, a primeira onda de orgasmos tomou conta de mim. Meu corpo inteiro travou e tremeu enquanto jatos dos meus fluidos escorriam pelas minhas pernas, iam cair no chão e se misturar com meu vômito sujo, formando uma sopa nojenta de líquidos no assoalho.
Tommy continuou empurrando dentro de mim. O pau dele, duro, entrava e saía de mim com fúria. Ele tava perto, e ela também, de novo, de outro orgasmo.
Ela jogou a cabeça pra trás e arqueou as costas enquanto enfiava o pau dela numa última estocada. O membro pulsou e o orgasmo veio, enquanto ela me enchia com uma porra grossa dentro de mim, enchendo meu útero com a semente dela. Ela se empurrou pela última vez, disparando mais dois jatos lá dentro, enquanto eu gozava de novo.
Ficamos em silêncio, abraçados assim por alguns minutos, recuperando o fôlego e as forças. Tommy grunhiu de repente e se afastou de mim, puxando o pau meio duro e escorrendo líquidos, me causando uma espécie de dorzinha misturada com êxtase.
Depois de mais ou menos um minuto de respiração ofegante, ele se levantou e acariciou meu rosto manchado de vômito, saliva e lágrimas de rímel escorrendo pelas minhas bochechas. Os braços dele me envolveram e eu pressionei meu corpo contra o dele. Os dois respirávamos com dificuldade, eu ainda tremendo por causa dos meus orgasmos.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
—"Te amo, Perla" —ele sussurrou pra mim.
—"Eu também te amo, Tommy" —falei sem fôlego.
Passei o resto da tarde sozinha, porque Tommy teve que sair pra resolver uns corres. Eu fiquei com a parte chata das nossas sessões de sexo: a limpeza. O chão da sala tinha ficado um nojo. A boa notícia é que a casa tinha piso de mármore e não tínhamos carpete, senão teria sido irreversível.
Eu tava metida fundo na limpeza quando meu celular tocou, várias vezes, me avisando de um monte de mensagens chegando. Meu primeiro pensamento foi que era o Tommy perguntando alguma coisa.
Pra minha surpresa, era um número desconhecido, e quando abri as mensagens recebidas vi que eram várias fotos minhas e do Tommy na nossa sessão de sexo da tarde. Parecia que tinham sido tiradas com uma câmera de lente potente, porque estavam nítidas e bem de perto. Dava pra ver todos os detalhes, incluindo minha cara de dor por causa da asfixia e o vômito na sequência. Não consegui evitar sentir medo ao saber que alguém estava nos espionando ou queria nos fazer algum mal. A última mensagem era um texto que dizia, em letras maiúsculas:
GOSTO DA SUA CARA DE PUTA.
Fiquei paralisada sem saber o que fazer por um momento. Pensei em ligar pro Tommy e contar, mas por algum motivo não liguei. Também não liguei pro número desconhecido. No passado, o Tommy já tinha me pregado umas peças, mas isso parecia algo mais sério. Decidi que, por enquanto, não faria nada até ter certeza do que estava rolando.
Assim termina meu primeiro conto. Espero que vocês gostem pra eu poder postar a continuação. Se leram, muito obrigado.

7 comentários - Cara de puta gostosa
+10