Da rejeição ou repulsa por alguém até o desejo veemente por essa pessoa, existe uma linha muito fina da qual nem sempre estamos cientes.
Eu trabalhava numa multinacional. A vida no escritório era a mesma que para milhões de outras pessoas: chefes imbecis, bons colegas, outros que você não aguenta, café de manhã/tarde, almoço ao meio-dia, reuniões, discussões... resumindo, o de sempre.
Como técnico responsável, viajava muito por obras ou projetos em clientes de outras cidades. Essas viagens às vezes eu fazia sozinho, às vezes com outros colegas. Tive algumas aventuras durante minhas estadias, todas com mulheres dos lugares por onde passei, mas numa ocasião tive uma que até hoje não consigo entender como aconteceu. Até hoje ainda não entendo.
Geralmente, no trabalho, a gente encontra colegas mais ou menos amigáveis, mais ou menos legais. Às vezes, no entanto, a gente esbarra em alguém que realmente não consegue suportar... alguém que, por mais esforço que a gente faça, simplesmente não consegue engolir, alguém que a gente adoraria chutar o cu o dia inteiro de trabalho e até depois.
No meu caso, essa figura odiosa e irritante tinha o nome de Valéria. Era uma mulher de 32 anos, profissional formada, com um cargo comercial alto e esposa do Leandro, um dos diretores da empresa. Era objetivamente gostosa, e sabia muito bem disso. Alta, loira natural de 1,75 m, com cabelo liso e comprido, dois olhos verdes enormes, nariz empinado, corpo perfeito, sempre impecável na hora de se vestir. Resumindo, uma daquelas minas que não passam despercebidas, uma daquelas que a gente classifica, sem dúvida nenhuma, como "puta gostosa".
Apesar da beleza dela, era uma pessoa presunçosa, arrogante, pedante, convencida de que estava acima de qualquer um, histérica e amarga, no fim das contas: odiosa, cheia de uma vaidade infundada e ridícula, que a gente não quer nem chegar perto. Obviamente, alguém com quem não dá pra se dar bem. com ninguém.
—Você vai acompanhar o Sr. Leandro XX e a Valéria, esposa dele, numa viagem pra M……, pra uma reunião com a empresa XYZ — meu chefe direto me informou e já me ferrou o dia.
Pensei em me declarar doente ou inventar qualquer outra desculpa pra evitar viajar com uma idiota, arrogante e odiosa e o marido dela, um cretino, digno companheiro dela.
Não consegui evitar, infelizmente.
Em parte, porque na hora de pegar o táxi pro aeroporto, só apareceu a Valéria.
—O Leandro teve que ficar por…… Ele me deu instruções precisas pra gente dois tratar do assunto com o cliente — palavra mais, palavra menos, foi o que ela me disse.
Durante o voo, a Valéria, felizmente, cochilou, então, pelo menos naquela hora de viagem, não fui obrigado a ter uma conversa hipócrita e chata. A antipatia era mútua, claro, mas ela, falsa consumada, sabia esconder melhor que eu.
No hotel, descobri que nos deram dois quartos vizinhos. Que saco!! Ia ter que dormir com ela a 3 ou 4 metros. Resumindo, a estadia não começou nada bem. De qualquer forma, quando cheguei no meu quarto, tentei relaxar um pouco, tomei um banho longo e deitei um pouco na cama. Tava quase dormindo, quando o telefone tocou: era a Valéria:
—Oi! Você já tinha dormido?
—Não — menti.
—Fala — completei.
—O que a gente vai fazer com o jantar? Conhece algum lugarzinho legal por aqui perto?…… …..blá, blá, blá,…..—
Ela não parava de falar. “A puta da mãe”, pensei, vou ter que aguentar ela no jantar.
—Pensei em jantar aqui, no restaurante do hotel. Comi muito bem da última vez que estive aqui — respondi resignado.
Assim, com toda a paciência que consegui juntar, minutos depois, bati na porta do quarto dela.
—Já vouuuu!!! — gritou de trás da porta.
Depois de uns minutos e por mais que eu odiasse, tive que admitir que, honestamente, ela era uma “gostosa do caralho”. Tava com uma blusa branca justa que destacava os peitos firmes e perfeitos, uma par de jeans justos que se enfiavam dentro de duas botas pretas compridas com um salto que a alongava e a fazia mais alta do que seu um metro e setenta. O cabelo estava solto e levemente bagunçado.
- Desculpa, esqueci o condicionador em casa, meu cabelo tá um lixo, lavei mas... tô horrível... maldita memória...
- Você tá muito bem... falei, e não tava mentindo.
Porra!!! Acabei de fazer um elogio pra ela. Que porra tava acontecendo? Me recomponho na hora, ignorando ela e tentando não olhar. Entramos no restaurante do hotel, não pude deixar de notar os olhares dos homens presentes em cima dela. Me senti invejado, claro que ninguém sabia que éramos só dois colegas e, além disso, que se odiavam... Percebi que os homens que olhavam pra Valéria demoravam, em especial, na bunda dela, realçada pelos jeans, e nos peitos dela que "brilhavam" na camisa branca. De certa forma, tava satisfeito com aquela situação, mas retomei o controle de mim mesmo, tentando tratá-la com distanciamento e indiferença, em parte porque sabia que pra metidas como ela, indiferença é a pior ofensa que se pode fazer.
Jantamos e percebi que ela sabia conversar de forma inteligente, sem rodeios e com bons argumentos. Meus olhos caíam direto no decote dela e nos peitos apertados pelo sutiã preto que aparecia por baixo da blusinha, esperando que ela não percebesse... Será que eu não tava, por acaso, mudando minha opinião sobre ela? Comecei a pensar, com pavor, que talvez ela tivesse se tornando simpática pra mim! Por sorte, o jantar acabou e fomos pros nossos quartos, combinando de nos encontrar no café da manhã no dia seguinte.
- Se precisar de algo, me liga... - falei, tomado por não sei que tipo de gentileza.
- Brigadaaaa... boa noite... até amanhã...! - respondeu com uma voz doce e sensual que eu nem imaginava que ela tinha.
Liguei pra minha esposa Mariana, tava tudo em ordem em casa. Deitei, assisti TV por cerca de uma hora, desliguei e dormi.
Fui acordado por um estrondo forte, seguido de outro, ainda mais forte. Assim que recuperei a consciência, percebi uma chuva torrencial e lembrei que, a menos de 100 metros do hotel, tinha uma subestação transformadora de eletricidade, equipada com um para-raios potente, que, como numa viagem anterior, estava atraindo raios que caíam no chão com trovões "terríveis" por causa da proximidade.
Tinha uma tempestade violenta lá fora. Eu estava tentando voltar a dormir quando o telefone no meu quarto tocou. Era a Valéria.
- Alô... desculpa... você tava dormindo? - ela disse com a voz angustiada
- Sim... não... - gaguejei meio sonolento
- Os trovões me acordaram... - completei
- Você ouviu? Isso pra você é trovão? São... bombas...
- Calma, tem um para-raios perto, por isso o barulho - respondi...
- Será!... Posso te pedir um favor? - ela disse, claramente aflita.
- Claro... fala...
- Jura que não vai rir!...
- Rir do quê?
- Tenho um medo danado de tempestades elétricas, dos raios e dos trovões! Sozinha é pior ainda!
Com muito custo segurei o riso. A cretina, por baixo da casca de soberba e arrogância, escondia um medo infantil de trovões.
De má vontade, ofereci pra ir até o quarto dela fazer companhia até a tempestade passar. Ela não aceitou, mas depois de alguns segundos bateram na minha porta, abri e ela apareceu na minha frente de pijama. Era incrivelmente gostosa... tinha um ar entre sonolenta e assustada, o cabelo solto meio bagunçado, vestia um pijama branco com uma camiseta sem mangas com florzinhas azuis e rosa, e calça na altura do joelho...
- Me desculpa... não queria te incomodar...! - disse timidamente, corada.
- É que eu tô com muito medo... você não imagina como é...!! - completou.
Um novo trovão a interrompeu, ela deu um gritinho e entrou no quarto, fechando a porta atrás de si.
- Uhyyy! Você tá realmente assustada pelo que vejo!
- Sim... tô Sinto... eu sei, sou idiota... mas não tem como... desde pequena tenho medo de raios, de trovões... só eu sei como tremo quando fico sozinha em casa... fecho todas as janelas, me enfio debaixo das cobertas e fico ali feito uma otária... me sinto tão besta... deve ser um trauma, sei lá... mas tenho medo!-
Esse medo dava a ela um aspecto mais "humano", menos frio e amargo do que de costume.
Ela se sentou na frente da cama, com as pernas cruzadas sobre a poltrona, segurando os tornozelos com as mãos, estava claramente nervosa e talvez envergonhada por revelar seu medo infantil pra mim, que não era lá muito simpático pra ela. Pra acalmá-la, peguei um refrigerante do frigobar, servi dois copos, sentei na cama na frente dela e comecei a falar besteira. Funcionou, porque ela foi relaxando, enquanto a tempestade também diminuía. De repente, meus olhos passaram entre as pernas dela, cruzadas na poltrona: o tecido fino da pijama colado na buceta dela desenhava os contornos com precisão. A fenda entre os lábios maiores era evidente, assim como o inchaço da vulva. Por baixo da regata, os mamilos dela estavam eretos e duros, e por isso bem visíveis. Não percebi que fiquei olhando pra ela por vários minutos. Mas ela percebeu.
Ela me fulminou com o olhar e com severidade:
- O que você tá olhando?... - perguntou
- Nada... nada... - gaguejei
- É... nada... claro... Olha, não sou besta, hein? Acha que não notei que você tava olhando pras minhas tetas no restaurante? E agora não tira os olhos daqui há um tempão! - disse apontando pra buceta dela.
- Bom, desculpa... é normal... sabe que você não é feia, né?.... Te olhei como qualquer outro homem te olharia... mas não se preocupa, não tenho segundas intenções... Não pense que...-
- Tá dizendo que não tá pensando em nada? Quer dizer, tá dizendo que não sente nenhuma atração por mim?-
Eu tinha tocado, sem querer, na tecla certa. correta. Valeria estava tão orgulhosa e cheia de si que não conseguia aceitar a ideia de não causar nenhum efeito em um homem. Na real, eu teria comido ela de olhos fechados, sem pensar duas vezes.
- Honestamente, não. Não estava pensando em nada, só estava olhando, e se for pra ser sincero, nunca pensei em você de um ponto de vista sexual, ou coisa do tipo. - falei.
- Não acredito, você é um mentiroso e um hipócrita. Quero ver se te provoco um pouco, se você não se joga em cima de mim. -
- Não sei... Não tenho certeza. Como te falei, você é muito gostosa, ... mas preciso sentir outras coisas pra transar com uma garota..-
- Como o quê? - disse, levantando do sofá.
- Sei lá... simpatia... cumplicidade...-
- Para de falar merda!!! - disse, me interrompendo e se aproximando de mim.
Enquanto andava, foi tirando a camiseta e ficou com os peitos de fora. Eram fantásticos, perfeitos, firmes e cheios, com mamilos claros e retos. Meu pau tremeu e terminou de inchar dentro da calça de pijama, detalhe que não passou despercebido pela minha colega.
Valeria parou na minha frente, batendo os peitos no meu rosto, pegou minha cabeça e apoiou no peito dela, ao mesmo tempo que colocou uma mão no meu volume e disse, se referindo à minha rola:
- Pra você, talvez, seja desagradável, mas pra ele não... pelo que sinto, acho que tô caindo no gosto dele! ...-
Perdi todo o escrúpulo, agarrei os peitos dela e comecei a lamber vorazmente, a chupar os mamilos. Ela massageava meu pau, por cima do pijama, gemendo. Com as duas mãos, tirei o pijama e a calcinha dela e, ao mesmo tempo que chupava os peitos, acariciava a buceta dela. Gemendo, ela inclinava a cabeça pra trás. Peguei ela pela cintura e deitei na cama, tirei o pijama e a calcinha branca que tinham ficado nos pés dela.
Voltei a beijar os peitos dela, depois fui descendo pela barriga lisa, enquanto ela empurrava minha cabeça pra baixo e eu cheguei lá. O cheiro da buceta quente dela era Embriagante. Separei a cabeça por um instante, era uma buceta muito gostosa, pelo loiro e muito bem cuidado, quase completamente depilada, exceto por uma tirinha no meio. Fiquei uns segundos admirando, era realmente linda... nada a dizer... e comecei a lamber, por fora, na superfície, depois com a língua entrei na fenda, no sulco dos lábios maiores, até o clitóris. Abri a racha com meus dedos e meti a língua. Senti contrações musculares sacudindo o corpo dela, Valéria estava ofegante e gemendo nas garras do prazer, se arqueando e me oferecendo a buceta.
- Vai... me come... vem me comer... me faz sentir dentro...!!! - murmurou entre suspiros.
Aceitei a oferenda.
Deitei sobre ela, apoiei a pica na buceta quente e molhada, sem entrar. Lambi os peitos dela, o pescoço, as orelhas. Ela esfregou o púbis contra minha pica, ofegante. Coloquei uma mão na bunda dela, levantei um pouco e deixei minha pica deslizar pra dentro. Valéria deu as boas-vidas gemendo, comecei a bombar devagar, bem devagar, queria aproveitar cada segundo e desejava que aquela foda, única, durasse o máximo possível.
Passei meu dedo indicador pelo sulco da bunda dela, enquanto continuava comendo. Ela gozou, teve um orgasmo, mas não parei. Molhei o dedo nos fluidos e enfiei no cu dela, e continuei comendo, mais rápido, depois cavalgando com fúria. Ela respondia com sabedoria, se movendo com sensualidade, girando a pélvis, empinando com vontade, respondendo às minhas estocadas violentas. De repente, foi tomada por uma espécie de ataque de loucura que a fez gritar de prazer:
- Você tá me enlouquecendo... vai me... fazer gozar... aaahhhhh... como nunca... siiiim... continua... me dá... toda... todaaa... siiiiiim... aaahhhhh...!!!
Com certeza estavam nos ouvindo dos outros quartos, mas eu tava pouco me lixando. Continuei comendo ela com fúria até que eu me soltei, em abundância, do sêmen que eu mantinha cativo nos testíbulos, preso de um prazer que não consigo explicar em palavras
Distendidos, cabeça com cabeça, recuperada um pouco da normalidade:
- Você me fez perder a razão... é fantástica...!! - eu disse
- Não era que eu te era antipática? Que comigo nem fu nem fá?
- Sim... mas você me enlouqueceu...
- Então... você vai colocar de novo... sim ou sim...
Foi com ela de quatro na cama. Tinha uma bunda linda, tentei comer o cu dela. Apoiei a pica no buraquinho:
- Não... melhor não...
- Não gosta? Não quer? - murmurei
- Gosto sim, e adoraria... mas se você meter no meu cu, amanhã não sei se vou conseguir andar... faz tempo que não me dão por lá... melhor não... vai, me fode... pela buceta... vai...
Essas palavras me embalaram pra caralho. Agarrei ela pela cintura e fodi ela selvagemente por trás.
Evidentemente, essa é a posição favorita dela, porque começou a gozar e gritar como uma possessa, me excitando ainda mais:
- Aaaaaahhhhh... aaaaahhhhh!!!! Siiiiim... vou gozar... tô indoooo... siiiiiim... aaaaaaaahhhhh!!!!
Não aguentei mais, era uma puta com todas as letras, gostosa, puta... enchi ela de sêmen de novo.
Exaustos por essas fodas fantásticas e inesperadas, dormimos. Valéria estava nua ao meu lado, pela primeira vez eu a via sob uma luz diferente, talvez não fosse aquela pessoa odiosa. Pensando nisso, adormeci, convencido de que minha relação com ela, a partir daquela noite, teria mudado, e também minha opinião sobre ela.
Na manhã seguinte, acordei às 7:30. Ela tinha ido embora, não a ouvi levantar. Liguei para o quarto dela, ela respondeu com a voz fria de sempre.
- Oi, fala...
- Vou te ver no café da manhã?
- Sim. Daqui a 10 minutos nos vemos lá embaixo.
Chegou um pouco atrasada, como sempre. Sentamos à mesa para tomar café, e imediatamente, com seu tom autoritário e arrogante de sempre, ela disse:
- Escuta... o que aconteceu ontem, não Existe. Foi um momento de fraqueza... foi a tempestade, meu estado de espírito, sei lá... Mas esquece o que aconteceu e, principalmente, não sai espalhando isso por aí. Ficou claro?
- Sim, entendi. Sem problemas.
Perfeito. Outra que fraqueza, que aspecto diferente, humano, frágil... Continuava sendo a mesma, a nojenta que eu conhecia. Por dentro, mandei ela pra puta que pariu e voltei a odiá-la tanto quanto antes, e até mais.
Mas, pelo menos, tinha comido ela gostoso, mesmo que só uma vez.
Profissionalmente, a viagem foi um sucesso. Leandro me agradeceu pelo apoio que dei à esposa dele, na ausência dele.
Eu trabalhava numa multinacional. A vida no escritório era a mesma que para milhões de outras pessoas: chefes imbecis, bons colegas, outros que você não aguenta, café de manhã/tarde, almoço ao meio-dia, reuniões, discussões... resumindo, o de sempre.
Como técnico responsável, viajava muito por obras ou projetos em clientes de outras cidades. Essas viagens às vezes eu fazia sozinho, às vezes com outros colegas. Tive algumas aventuras durante minhas estadias, todas com mulheres dos lugares por onde passei, mas numa ocasião tive uma que até hoje não consigo entender como aconteceu. Até hoje ainda não entendo.
Geralmente, no trabalho, a gente encontra colegas mais ou menos amigáveis, mais ou menos legais. Às vezes, no entanto, a gente esbarra em alguém que realmente não consegue suportar... alguém que, por mais esforço que a gente faça, simplesmente não consegue engolir, alguém que a gente adoraria chutar o cu o dia inteiro de trabalho e até depois.
No meu caso, essa figura odiosa e irritante tinha o nome de Valéria. Era uma mulher de 32 anos, profissional formada, com um cargo comercial alto e esposa do Leandro, um dos diretores da empresa. Era objetivamente gostosa, e sabia muito bem disso. Alta, loira natural de 1,75 m, com cabelo liso e comprido, dois olhos verdes enormes, nariz empinado, corpo perfeito, sempre impecável na hora de se vestir. Resumindo, uma daquelas minas que não passam despercebidas, uma daquelas que a gente classifica, sem dúvida nenhuma, como "puta gostosa".
Apesar da beleza dela, era uma pessoa presunçosa, arrogante, pedante, convencida de que estava acima de qualquer um, histérica e amarga, no fim das contas: odiosa, cheia de uma vaidade infundada e ridícula, que a gente não quer nem chegar perto. Obviamente, alguém com quem não dá pra se dar bem. com ninguém.
—Você vai acompanhar o Sr. Leandro XX e a Valéria, esposa dele, numa viagem pra M……, pra uma reunião com a empresa XYZ — meu chefe direto me informou e já me ferrou o dia.
Pensei em me declarar doente ou inventar qualquer outra desculpa pra evitar viajar com uma idiota, arrogante e odiosa e o marido dela, um cretino, digno companheiro dela.
Não consegui evitar, infelizmente.
Em parte, porque na hora de pegar o táxi pro aeroporto, só apareceu a Valéria.
—O Leandro teve que ficar por…… Ele me deu instruções precisas pra gente dois tratar do assunto com o cliente — palavra mais, palavra menos, foi o que ela me disse.
Durante o voo, a Valéria, felizmente, cochilou, então, pelo menos naquela hora de viagem, não fui obrigado a ter uma conversa hipócrita e chata. A antipatia era mútua, claro, mas ela, falsa consumada, sabia esconder melhor que eu.
No hotel, descobri que nos deram dois quartos vizinhos. Que saco!! Ia ter que dormir com ela a 3 ou 4 metros. Resumindo, a estadia não começou nada bem. De qualquer forma, quando cheguei no meu quarto, tentei relaxar um pouco, tomei um banho longo e deitei um pouco na cama. Tava quase dormindo, quando o telefone tocou: era a Valéria:
—Oi! Você já tinha dormido?
—Não — menti.
—Fala — completei.
—O que a gente vai fazer com o jantar? Conhece algum lugarzinho legal por aqui perto?…… …..blá, blá, blá,…..—
Ela não parava de falar. “A puta da mãe”, pensei, vou ter que aguentar ela no jantar.
—Pensei em jantar aqui, no restaurante do hotel. Comi muito bem da última vez que estive aqui — respondi resignado.
Assim, com toda a paciência que consegui juntar, minutos depois, bati na porta do quarto dela.
—Já vouuuu!!! — gritou de trás da porta.
Depois de uns minutos e por mais que eu odiasse, tive que admitir que, honestamente, ela era uma “gostosa do caralho”. Tava com uma blusa branca justa que destacava os peitos firmes e perfeitos, uma par de jeans justos que se enfiavam dentro de duas botas pretas compridas com um salto que a alongava e a fazia mais alta do que seu um metro e setenta. O cabelo estava solto e levemente bagunçado.
- Desculpa, esqueci o condicionador em casa, meu cabelo tá um lixo, lavei mas... tô horrível... maldita memória...
- Você tá muito bem... falei, e não tava mentindo.
Porra!!! Acabei de fazer um elogio pra ela. Que porra tava acontecendo? Me recomponho na hora, ignorando ela e tentando não olhar. Entramos no restaurante do hotel, não pude deixar de notar os olhares dos homens presentes em cima dela. Me senti invejado, claro que ninguém sabia que éramos só dois colegas e, além disso, que se odiavam... Percebi que os homens que olhavam pra Valéria demoravam, em especial, na bunda dela, realçada pelos jeans, e nos peitos dela que "brilhavam" na camisa branca. De certa forma, tava satisfeito com aquela situação, mas retomei o controle de mim mesmo, tentando tratá-la com distanciamento e indiferença, em parte porque sabia que pra metidas como ela, indiferença é a pior ofensa que se pode fazer.
Jantamos e percebi que ela sabia conversar de forma inteligente, sem rodeios e com bons argumentos. Meus olhos caíam direto no decote dela e nos peitos apertados pelo sutiã preto que aparecia por baixo da blusinha, esperando que ela não percebesse... Será que eu não tava, por acaso, mudando minha opinião sobre ela? Comecei a pensar, com pavor, que talvez ela tivesse se tornando simpática pra mim! Por sorte, o jantar acabou e fomos pros nossos quartos, combinando de nos encontrar no café da manhã no dia seguinte.
- Se precisar de algo, me liga... - falei, tomado por não sei que tipo de gentileza.
- Brigadaaaa... boa noite... até amanhã...! - respondeu com uma voz doce e sensual que eu nem imaginava que ela tinha.
Liguei pra minha esposa Mariana, tava tudo em ordem em casa. Deitei, assisti TV por cerca de uma hora, desliguei e dormi.
Fui acordado por um estrondo forte, seguido de outro, ainda mais forte. Assim que recuperei a consciência, percebi uma chuva torrencial e lembrei que, a menos de 100 metros do hotel, tinha uma subestação transformadora de eletricidade, equipada com um para-raios potente, que, como numa viagem anterior, estava atraindo raios que caíam no chão com trovões "terríveis" por causa da proximidade.
Tinha uma tempestade violenta lá fora. Eu estava tentando voltar a dormir quando o telefone no meu quarto tocou. Era a Valéria.
- Alô... desculpa... você tava dormindo? - ela disse com a voz angustiada
- Sim... não... - gaguejei meio sonolento
- Os trovões me acordaram... - completei
- Você ouviu? Isso pra você é trovão? São... bombas...
- Calma, tem um para-raios perto, por isso o barulho - respondi...
- Será!... Posso te pedir um favor? - ela disse, claramente aflita.
- Claro... fala...
- Jura que não vai rir!...
- Rir do quê?
- Tenho um medo danado de tempestades elétricas, dos raios e dos trovões! Sozinha é pior ainda!
Com muito custo segurei o riso. A cretina, por baixo da casca de soberba e arrogância, escondia um medo infantil de trovões.
De má vontade, ofereci pra ir até o quarto dela fazer companhia até a tempestade passar. Ela não aceitou, mas depois de alguns segundos bateram na minha porta, abri e ela apareceu na minha frente de pijama. Era incrivelmente gostosa... tinha um ar entre sonolenta e assustada, o cabelo solto meio bagunçado, vestia um pijama branco com uma camiseta sem mangas com florzinhas azuis e rosa, e calça na altura do joelho...
- Me desculpa... não queria te incomodar...! - disse timidamente, corada.
- É que eu tô com muito medo... você não imagina como é...!! - completou.
Um novo trovão a interrompeu, ela deu um gritinho e entrou no quarto, fechando a porta atrás de si.
- Uhyyy! Você tá realmente assustada pelo que vejo!
- Sim... tô Sinto... eu sei, sou idiota... mas não tem como... desde pequena tenho medo de raios, de trovões... só eu sei como tremo quando fico sozinha em casa... fecho todas as janelas, me enfio debaixo das cobertas e fico ali feito uma otária... me sinto tão besta... deve ser um trauma, sei lá... mas tenho medo!-
Esse medo dava a ela um aspecto mais "humano", menos frio e amargo do que de costume.
Ela se sentou na frente da cama, com as pernas cruzadas sobre a poltrona, segurando os tornozelos com as mãos, estava claramente nervosa e talvez envergonhada por revelar seu medo infantil pra mim, que não era lá muito simpático pra ela. Pra acalmá-la, peguei um refrigerante do frigobar, servi dois copos, sentei na cama na frente dela e comecei a falar besteira. Funcionou, porque ela foi relaxando, enquanto a tempestade também diminuía. De repente, meus olhos passaram entre as pernas dela, cruzadas na poltrona: o tecido fino da pijama colado na buceta dela desenhava os contornos com precisão. A fenda entre os lábios maiores era evidente, assim como o inchaço da vulva. Por baixo da regata, os mamilos dela estavam eretos e duros, e por isso bem visíveis. Não percebi que fiquei olhando pra ela por vários minutos. Mas ela percebeu.
Ela me fulminou com o olhar e com severidade:
- O que você tá olhando?... - perguntou
- Nada... nada... - gaguejei
- É... nada... claro... Olha, não sou besta, hein? Acha que não notei que você tava olhando pras minhas tetas no restaurante? E agora não tira os olhos daqui há um tempão! - disse apontando pra buceta dela.
- Bom, desculpa... é normal... sabe que você não é feia, né?.... Te olhei como qualquer outro homem te olharia... mas não se preocupa, não tenho segundas intenções... Não pense que...-
- Tá dizendo que não tá pensando em nada? Quer dizer, tá dizendo que não sente nenhuma atração por mim?-
Eu tinha tocado, sem querer, na tecla certa. correta. Valeria estava tão orgulhosa e cheia de si que não conseguia aceitar a ideia de não causar nenhum efeito em um homem. Na real, eu teria comido ela de olhos fechados, sem pensar duas vezes.
- Honestamente, não. Não estava pensando em nada, só estava olhando, e se for pra ser sincero, nunca pensei em você de um ponto de vista sexual, ou coisa do tipo. - falei.
- Não acredito, você é um mentiroso e um hipócrita. Quero ver se te provoco um pouco, se você não se joga em cima de mim. -
- Não sei... Não tenho certeza. Como te falei, você é muito gostosa, ... mas preciso sentir outras coisas pra transar com uma garota..-
- Como o quê? - disse, levantando do sofá.
- Sei lá... simpatia... cumplicidade...-
- Para de falar merda!!! - disse, me interrompendo e se aproximando de mim.
Enquanto andava, foi tirando a camiseta e ficou com os peitos de fora. Eram fantásticos, perfeitos, firmes e cheios, com mamilos claros e retos. Meu pau tremeu e terminou de inchar dentro da calça de pijama, detalhe que não passou despercebido pela minha colega.
Valeria parou na minha frente, batendo os peitos no meu rosto, pegou minha cabeça e apoiou no peito dela, ao mesmo tempo que colocou uma mão no meu volume e disse, se referindo à minha rola:
- Pra você, talvez, seja desagradável, mas pra ele não... pelo que sinto, acho que tô caindo no gosto dele! ...-
Perdi todo o escrúpulo, agarrei os peitos dela e comecei a lamber vorazmente, a chupar os mamilos. Ela massageava meu pau, por cima do pijama, gemendo. Com as duas mãos, tirei o pijama e a calcinha dela e, ao mesmo tempo que chupava os peitos, acariciava a buceta dela. Gemendo, ela inclinava a cabeça pra trás. Peguei ela pela cintura e deitei na cama, tirei o pijama e a calcinha branca que tinham ficado nos pés dela.
Voltei a beijar os peitos dela, depois fui descendo pela barriga lisa, enquanto ela empurrava minha cabeça pra baixo e eu cheguei lá. O cheiro da buceta quente dela era Embriagante. Separei a cabeça por um instante, era uma buceta muito gostosa, pelo loiro e muito bem cuidado, quase completamente depilada, exceto por uma tirinha no meio. Fiquei uns segundos admirando, era realmente linda... nada a dizer... e comecei a lamber, por fora, na superfície, depois com a língua entrei na fenda, no sulco dos lábios maiores, até o clitóris. Abri a racha com meus dedos e meti a língua. Senti contrações musculares sacudindo o corpo dela, Valéria estava ofegante e gemendo nas garras do prazer, se arqueando e me oferecendo a buceta.
- Vai... me come... vem me comer... me faz sentir dentro...!!! - murmurou entre suspiros.
Aceitei a oferenda.
Deitei sobre ela, apoiei a pica na buceta quente e molhada, sem entrar. Lambi os peitos dela, o pescoço, as orelhas. Ela esfregou o púbis contra minha pica, ofegante. Coloquei uma mão na bunda dela, levantei um pouco e deixei minha pica deslizar pra dentro. Valéria deu as boas-vidas gemendo, comecei a bombar devagar, bem devagar, queria aproveitar cada segundo e desejava que aquela foda, única, durasse o máximo possível.
Passei meu dedo indicador pelo sulco da bunda dela, enquanto continuava comendo. Ela gozou, teve um orgasmo, mas não parei. Molhei o dedo nos fluidos e enfiei no cu dela, e continuei comendo, mais rápido, depois cavalgando com fúria. Ela respondia com sabedoria, se movendo com sensualidade, girando a pélvis, empinando com vontade, respondendo às minhas estocadas violentas. De repente, foi tomada por uma espécie de ataque de loucura que a fez gritar de prazer:
- Você tá me enlouquecendo... vai me... fazer gozar... aaahhhhh... como nunca... siiiim... continua... me dá... toda... todaaa... siiiiiim... aaahhhhh...!!!
Com certeza estavam nos ouvindo dos outros quartos, mas eu tava pouco me lixando. Continuei comendo ela com fúria até que eu me soltei, em abundância, do sêmen que eu mantinha cativo nos testíbulos, preso de um prazer que não consigo explicar em palavras
Distendidos, cabeça com cabeça, recuperada um pouco da normalidade:
- Você me fez perder a razão... é fantástica...!! - eu disse
- Não era que eu te era antipática? Que comigo nem fu nem fá?
- Sim... mas você me enlouqueceu...
- Então... você vai colocar de novo... sim ou sim...
Foi com ela de quatro na cama. Tinha uma bunda linda, tentei comer o cu dela. Apoiei a pica no buraquinho:
- Não... melhor não...
- Não gosta? Não quer? - murmurei
- Gosto sim, e adoraria... mas se você meter no meu cu, amanhã não sei se vou conseguir andar... faz tempo que não me dão por lá... melhor não... vai, me fode... pela buceta... vai...
Essas palavras me embalaram pra caralho. Agarrei ela pela cintura e fodi ela selvagemente por trás.
Evidentemente, essa é a posição favorita dela, porque começou a gozar e gritar como uma possessa, me excitando ainda mais:
- Aaaaaahhhhh... aaaaahhhhh!!!! Siiiiim... vou gozar... tô indoooo... siiiiiim... aaaaaaaahhhhh!!!!
Não aguentei mais, era uma puta com todas as letras, gostosa, puta... enchi ela de sêmen de novo.
Exaustos por essas fodas fantásticas e inesperadas, dormimos. Valéria estava nua ao meu lado, pela primeira vez eu a via sob uma luz diferente, talvez não fosse aquela pessoa odiosa. Pensando nisso, adormeci, convencido de que minha relação com ela, a partir daquela noite, teria mudado, e também minha opinião sobre ela.
Na manhã seguinte, acordei às 7:30. Ela tinha ido embora, não a ouvi levantar. Liguei para o quarto dela, ela respondeu com a voz fria de sempre.
- Oi, fala...
- Vou te ver no café da manhã?
- Sim. Daqui a 10 minutos nos vemos lá embaixo.
Chegou um pouco atrasada, como sempre. Sentamos à mesa para tomar café, e imediatamente, com seu tom autoritário e arrogante de sempre, ela disse:
- Escuta... o que aconteceu ontem, não Existe. Foi um momento de fraqueza... foi a tempestade, meu estado de espírito, sei lá... Mas esquece o que aconteceu e, principalmente, não sai espalhando isso por aí. Ficou claro?
- Sim, entendi. Sem problemas.
Perfeito. Outra que fraqueza, que aspecto diferente, humano, frágil... Continuava sendo a mesma, a nojenta que eu conhecia. Por dentro, mandei ela pra puta que pariu e voltei a odiá-la tanto quanto antes, e até mais.
Mas, pelo menos, tinha comido ela gostoso, mesmo que só uma vez.
Profissionalmente, a viagem foi um sucesso. Leandro me agradeceu pelo apoio que dei à esposa dele, na ausência dele.
1 comentários - Linha tênue entre nojo e tesão.
le diste poronga a la mal cogida esa