Olá, pessoal.... Uns dias atrás passei pra ver minha amiga, já que fazia um tempão que a gente não se via.... Motivo? Ela queria se comportar melhor com o marido, o cara tava fazendo por onde melhorar a relação, e no fundo ela gosta dele, então tava dando a contribuição dela. Eu respeitei a decisão dela e a gente só ficava de conversa no WhatsApp, trocando umas ideias pra se esquentar. Segundo ela, isso fazia ele chegar em casa todo tarado, e assim que o filho dela ia pra cama, ela literalmente devorava o marido... E depois me contava tudo. Eu zoava ela e perguntava se a bunda dela não sentia minha falta, e ela dizia que sim, e que também sentia falta de chupar minha rola, que minha rola era uma delícia, mas fazer o quê... Era a postura dela e ela se comportava direitinho. Mas dizem que a oportunidade faz o ladrão.... Um dia chega uma mensagem dela me cumprimentando... Geralmente quem cumprimentava era eu. Um simples "Oi", só por precaução... E a gente começou a conversar. Ela me contou que o marido ia passar um fim de semana prolongado com os amigos e que ela não queria. Pediu, implorou de todo jeito. Mas fazer o quê... O cara ia ir do mesmo jeito. Aí ela me soltou na lata: se ele for... Vou enfiar uns chifres enormes nele, do tamanho de uma casa. A semana da viagem foi chegando, o cara partiu na quinta-feira, dia em que o filho dela tinha natação e ela ficava de soneca sozinha... E ela me disse: tem que ser nesse dia. Chegou segunda-feira e ela me mandou mensagem de novo, a gente conversou e ela continuava firme... No fim de semana eles tinham brigado. Passou terça... Quarta... Eu tava com um tesão e uma vontade do caralho, já sabia até que hotel a gente ia e tudo... Mas a ideia dela era outra. A gente se encontrou 13:30, cumprimento de boa... E ela disse: vamos pra minha casa. "Cê tá louca", eu falei. "Vamos pra um hotel." "Não", ela respondeu. "Quero que você me coma na minha casa... Na minha cama", tava toda morbidinha e muito filha da puta. Tinha tudo planejado. Deixei ela a umas quadras da casa dela, ela mora num condomínio fechado com guarita na entrada e segurança privada. Esperei um pouco e chegou a mensagem dela: "vem". A gente já tinha combinado que, supostamente, eu ia fazer um orçamento de um reparo na casa, então foi assim que me anunciei. Com um nome fictício, me fizeram passar e me deram instruções pra chegar na casa dela. Andei umas quadras, entrei a pé, óbvio. Quando cheguei, bati na porta e ela abriu rápido, já estava esperando atrás... Larguei minha mochila e começamos a nos beijar... Ela tava especialmente tesuda, mesmo sendo um encontro rápido, ela tava voando. Dava pra perceber na respiração dela, na atitude, na urgência. Nos beijando, ela passou a mão na minha pica enquanto eu apertava a bunda e os peitos dela... Isso só deixava ela mais excitada ainda... Senti ela querer tirar minha calça e ajudei, meu jeans caiu no chão e minha pica deu um pulo, eu tava sem cueca... E ela adorou isso. "Sempre preparado pra mim", ela disse. Ela me empurrou pra um sofá que tinha na sala, se aproximou, se ajoelhou e de uma vez começou a me chupar... Dava pra ver que além de tesuda, ela tava com muita pressa. Isso não me agradou muito, então peguei a cabeça dela, me abaixei, beijei ela e falei: "Vamos aproveitar... Vai com calma, sua putinha." E ela continuou do jeito que ela sabe, é uma boa chupadora. Minha pica já tava dura... Levantei ela, tirei a calça de vez, fomos pro quarto dela, ela tirou a legging que tava usando junto com a calcinha fio dental, os sapatos, tudo, menos a camiseta. Eu apertava os peitos dela... Bem forte, isso deixa nós dois muito excitados... Ela virou, subiu na cama e de quatro falou: "Mete, preciso dela dentro de mim agora!" Me ajoelhei e enfiei, mas a língua. Chupei ela toda por um bom tempo, usei a palavra: buceta, bunda, bunda, use a palavra: buceta... Alternando com os dedos, e ela abafava no travesseiro os gritos e palavras de prazer. Ela tava muito tesuda, acho que o tesão era grande pra ela. Ela tinha o macho dela, na casa dela, na cama dela, onde dormia todo dia com o marido, numa espécie de vingança... Então, tá... Sem prolongar mais o momento, e nos conhecendo bem, sabendo que somos pessoas higiênicas e saudáveis, me posicionei e sem camisinha, meti tudo, de uma vez, até o fundo, agarrei forte as nádegas dela, como se fosse espremer, e comecei a dar pirocadas, literalmente. Ela continuava com a cabeça no travesseiro e só se ouviam alguns sons... Claro, no quarto dela tinha uma janela pra rua. Mesmo fechada, ela não queria que nada se ouvisse lá de fora. Num certo momento, já querendo rasgar ela de tanta porrada, peguei ela pelos cabelos e tentei puxar pra trás, como faço sempre, mas ela não quis, fazia força pra manter a cabeça contra o travesseiro. Então aproveitei e tentei meter com toda a minha força e o mais rápido que pude. Era uma foda feroz, quase animal, diria... Mas naquele ritmo, sabia que não ia aguentar muito e depois de sentir ela ter os espasmos dela, os tremores, acho que umas 3 vezes, porque é assim que ela goza... Tava chegando meu gozo. E aí o tesão falou mais alto. Perguntei: "Me diz de que lado o corno dorme". Sem querer, ou querendo, era do lado que a gente tava e o travesseiro que ela tinha, suponho que era o dele, então ela me confirmou. Aí, pra gozar, tirei ela de dentro, sabia o que queria... Ela virou pra chupar, mas fiz ela ficar na cama, deitada e com a cabeça no mesmo travesseiro. E comecei a me masturbar apontando pra ela... E ela abriu a boca pra me receber... Mas a ideia era gozar na cara dela e no travesseiro, não sei por quê... mas queria tipo deixar minha marca ali. E gozei vários jatos, alguns na boca dela, outros na cara e no cabelo, e claro, no travesseiro. E com ela mesma limpei minha pica. E falei... "Deixo um presentinho pra vocês." Fui pro banheiro, ainda ofegante. Me lavei, arrumei um pouco o cabelo, saí, vesti a calça e sem esperar nada, saí de casa. Já na minha caminhonete, mais tranquilo, recebi a mensagem dela: "Você é muito filho da puta, seu tarado do caralho, e acho que é isso que mais me excita. Por isso gosto de ficar com você." Ela fechou com um "obrigada, piranha". Eu, tranquilo, descarregado e feliz, voltei pra minha rotina.
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