Férias Sexuais em Família Capítulo 9

Oi! Obrigada por responder com seus comentários! Todo mundo feliz e contente, até eu xD. Curtam mais aventuras.

Mais tarde, quando voltamos daquele delicioso passeio em família, a Tifany parecia mais envergonhada que de costume.

Quando viu a Celia, minha irmã foi até ela e a cumprimentou com uma série de beijos sensuais, e depois a muito meiga começou a chorar enquanto a abraçava com força. O Manuel, a Julia e eu ficamos olhando como se fôssemos culpados de um assassinato por termos induzido a Tifany a transar comigo na frente deles.

— Acho que as coisas não saíram como ela esperava — disse a Julia.

Até eu sabia que era melhor deixar minha irmã assimilar o que tinha feito e decidir se faria a coisa certa. Eu esperava que sim, e que aceitasse se juntar à nossa prática, porque, francamente, a ideia de ter a boca dela de novo entre minhas pernas me deixava louca.

— Cadê a Lilian? — perguntou a mamãe.

— No quarto dela — respondeu a Celia —. O Alejandro chamou uns amigos e foi com eles.

— Sério? Pensei que ele ia ficar.

— Acho que ele teve uma pequena briga com a Lilian.

Fomos ver a garota e a encontramos na cama, toda encolhida enquanto ouvia música no celular. Nos sentamos na beirada do colchão. O Manuel deu um tapinha carinhoso na bunda dela e a mamãe balançou o ombro dela.

— O que aconteceu?

— O Alejandro é um imbecil.

— Por quê?

— Bom... — ela nos olhou como se não soubesse se devia contar. A mamãe sorriu pra ela.

— Se decidimos seguir o caminho do amor filial, não tem nada que possa nos envergonhar.

— É que... tentei fazer com o Alejandro. Isso era óbvio, né? Mas ele não quis mais. Brigamos e ele foi embora.

— Esse babaca fez isso? — perguntou o Manuel, visivelmente irritado —. Vou ter que conversar com ele.

— Vamos todos — respondeu a mamãe —, já tá na hora de botar as cartas na mesa.

— Desculpa. Eu só... queria aproveitar um pouco mais.

Nessa hora, a mamãe sorriu.

— Acho que meu marido pode te satisfazer nisso, não é, meu bem?

— Eu? Não sei se sou o momento para isso.

Lilian olhou para Manuel com espanto, como se a ideia de transar com ele lhe parecesse estranha. No entanto, enxugou uma lágrima e sentou-se com as pernas dobradas.

—Você faria?

—É só por trás —disse mamãe—, e é a Lilian.

—Eu sei, é que pros meus olhos você ainda é uma menina.

—Mas já não sou —replicou ela—. Eu quero fazer.

Papai estava resistindo majestosamente, mas não durou muito. Lilian cruzou os braços embaixo dos seus seios lindos. Seus mamilos rosados pareciam apetitosos, eu morria de vontade de tê-los na minha boca.

—Posso fazer com vocês —sugeri, mordendo o lábio—, é que... seria interessante.

—E você, mamãe?

—Eu preciso ir tomar um banho e descansar.

Mamãe se despediu com beijos em nossas bocas e saiu do quarto. Manuel e nós ficamos sozinhos e em silêncio por um tempo, sentados na cama sem saber o que fazer. Ele nos olhava fixamente, meio envergonhado, e eu não entendia por quê, se não era a primeira vez que íamos nos intimar.

—Então... vamos fazer ou não? —perguntei pros dois. Lilian e meu pai se olharam.

—Tá bom —disseram em uníssono.

—Isso aí —me apressei em tirar a camiseta e a calça do papai. Ele se deitou na cama com o pau meio ereto.

Minha irmã ficou com água na boca ao ver. Notei no olhar de cobiça que ela estava dando. Papai abriu um pouco as pernas e começou a se masturbar devagar. Nós observamos enquanto tirávamos a roupa. Aos poucos, aquele pau foi crescendo, bombeando sangue até ficar duro igual um mastro. Surgiu entre nós um sorriso cúmplice que convidava, de novo, a desafiar as normas sociais. A nos deixar levar pelo puro e mórbido prazer de transar com a família.

Primeiro comecei eu, que me acomodei bem entre as pernas dele e sem hesitar levei seu membro aos lábios. Meu Deus! Como eu queria aquilo. Enchia minha boca por completo. Não conseguia meter mais fundo como eu queria, mas o pouco que entrava já me dava prazer. Fechei os olhos e quase esqueci que a Lilian estava comigo.

—Minha vez! —resmungou minha irmã como se estivesse me roubando um doce.

Me afastei e ela ocupou meu lugar. Com um sorriso feliz, ela pegou o pau do Manuel com seus dedos finos. Depois fingiu colocá-lo na boca, mas como ela tinha uma mandíbula um pouco menor que a minha, teve certa dificuldade em acomodar aquele pedaço de carne. Quando finalmente conseguiu, fechou os olhos e deslizou suavemente pela garganta. Era uma imagem quase engraçada.

—Acho que essa não é uma posição muito confortável para um deep throat.

—Mas eu quero tentar.

—Só a mamãe sabe fazer deep throat direito —lembrei a ela.

—Tanto faz o que fazem. Só chupem —exclamou o papai, aproveitando o gostoso quando a língua da filha lambeu suas bolas.

Eu sorri e fui para trás da Lilian. Fiz ela ficar de quatro sem tirar o pênis da boca. Ofereceu-se uma vista perfeita da sua bunda, abri os lábios da sua buceta e deslizei minha língua pela sua intimidade, que já estava pingando néctares adocicados. Formaram-se pequenas gotinhas de mel que eu esfreguei com a língua.

Bebi da minha irmã por um tempo enquanto tocava meu clitóris com as duas mãos. Lilian gemeu. Eu estava tão molhada que meus desejos de ser penetrada por trás foram longe. Ou talvez eu devesse penetrar alguém. Rapidamente saí do quarto e fui em direção ao meu quarto para buscar meu dildo de plástico.

Quando voltei ao quarto, Lilian e o papai praticavam um 69 sincronizado.

—Ai! Queria enfiar isso em você!

—Você chegou atrasada —ela disse com uma risadinha provocante e continuou chupando, apressada em dar um prazer bucal tão grande, que meus desejos não importavam. A imagem que pai e filha formavam era tão... linda e sublime. Um corpo poderoso e masculino debaixo de uma garota doce e de cabelo despenteado e úmido de suor.

—Bom... pelo menos enfia em mim mim. —Tô ocupada, não tá vendo? —E eu, o que faço? —Pode esperar. Pff! Até no sexo a gente brigava como as irmãs que éramos. Mas minha espera não durou muito. A Lilian teve pena de mim e disse pra eu deitar na cama de quatro. Fiz com gosto, oferecendo minha bunda molhada. Ela se posicionou atrás de mim com o dildo na mão, lambendo pra lubrificar. O papai ficou esperando em pé, batendo uma. —Vamos fazer uma corrente, tá? Papai mete em mim e eu em você. —Beleza. A Lilian tinha umas ideias boas. Apoiei a cabeça no travesseiro e levantei a bunda. Logo senti minha irmã usando o brinquedo em mim e... percebi um fiozinho de saliva quente escorrendo, e depois, os gemidos quando o papai começou a penetrar ela por trás. Aquilo me esquentou demais. Achei que ia morrer quando ela começou a meter e tirar o consolo, primeiro devagar e logo mais rápido. Olhei pra trás e vi minha irmã safadinha rindo enquanto o papai dava nela por trás. Os peitos dela balançavam uma graça e o cabelo ia e vinha cobrindo o rosto. Ficamos assim um tempinho até que finalmente chegou minha vez. Agora sim eu ia sentir o tasty de verdade. Montei no papai e com ajuda da Lilian guiei o pau dele pro meu cuzinho. Por causa do dildo, eu tava dilatada o suficiente pra aquele mastro se perder dentro de mim. Enquanto isso, a Lilian sentou na cara do homem, oferecendo a buceta. Agora de frente pra mim, ela pegou minhas bochechas e me deu um beijo na boca. O Manuel fazia um oral nela e eu me sentia quase explodindo com aquela cock entrando e saindo do meu corpo. Os gemidos da Lilian eram delicados. Ela tinha as pernas abertas e a bunda apoiada no rosto do marido da Julia. Depois a gente decidiu tentar algo diferente, então deitei de bruços. A Lilian deitou em cima de mim, me beijando o pescoço e as costas. O papai na nossa frente batia uma ágil. —Te amo Jennifer — disse minha irmã. Virei-me e ela montou em mim. Apoiou as palmas das mãos nos meus seios e amassou suavemente, brincando com meus mamilos enquanto eu sentia seus sucos quentes molhando meu umbigo.

— Tesourinha — disse o homem.

Nós nos olhamos. Primeiro, abri minhas pernas e posicionei Lilian entre elas. Nossas bocetas entraram em contato. Os melados da minha irmã e os meus se misturaram de uma forma deliciosa e começamos a esfregar uma na outra. Então desviamos o olhar para nossa virilha, onde nossos lábios se projetavam uns contra os outros e deixavam entre si pequenos fios de nossa umidade.

Finalmente, Manuel, que estava se masturbando loucamente, disse que ia gozar.

— Faz aqui — apontei, e ele aproximou seu pau bem no ponto onde nossos sexos estavam em contato. Ali ele descarregou um jato branco que escorreu sobre meu monte de Vênus e se misturou com as delícias que minha irmã tinha dentro de sua boceta. Ele não deixou uma única gota dentro de suas bolas, e agora, com essa substância para nos lubrificar mais, Lilian e eu continuamos fazendo tesourinha, nos lambuzando de porra e nos masturbando ágilmente.

Do outro lado da porta, Tifany avisou ao pai que ele tinha uma ligação.

— Ah, vou agora mesmo — o pai colocou uma toalha e saiu do quarto.

— O que vocês estão fazendo? — perguntou minha irmã.

— Vem! — pediu Lilian, e embora tenha hesitado por um segundo, Tifany fechou a porta atrás de si e timidamente se aproximou da cama — Você não acha que a boceta da Jennifer é uma delícia?

Tifany sentou-se na beirada da cama e começou a acariciar as costas suadas de nossa irmã mais nova.

— Isso eu gosto — admitiu —. Prefiro ver duas garotas se chupando do que meus pais fazendo coisas.

— Então, você se junta a nós?

— Não sei.

— Experimenta a da Lilian — sugeri —. É meio especial.

— Por quê?

— Bom... é bem apertadinha.

— Claro.

— Você tem que fazer — repliquei.

— Acho que vou ficar de fora por enquanto.

— Tudo bem Não!" — gritou Lilian e rapidamente se atirou sobre Tifany. Ela resistiu, mas não por muito tempo, porque quando sua irmã a beijou na boca, ela se deixou levar.

Tifany abraçou Lilian pela cintura e correspondeu aos seus beijos de uma forma mais romântica do que luxuriosa. Ela sim, era fascinada por mulheres.

Lentamente, levantou o decote da garota e deu beijos carinhosos por toda a pele até descer aos seus seios. Eu fiquei imóvel, observando Tifany chupar os mamilos rosados da moça, marcando-os com sua saliva.

— Pronto, isso é tudo que vão conseguir de mim.

— Mas quando vamos transar as três? Somos irmãs, por favor, meninas. Brincamos juntas desde que éramos crianças — choramingou a pobre Lilian.

Quando ela foi embora, Lilian se deitou sobre mim novamente. Demos uns beijos inocentes na boca enquanto ríamos como meninas.

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Comentem! Adoraria ouvir as fantasias de vocês xD. O que acham de mais seis comentários para o próximo cap? Nem tudo é masturbação haha.

9 comentários - Férias Sexuais em Família Capítulo 9

Me hacía una paja mientras leía y no aguante mucho, que buen relato
KARY3
hermosa y caliente,la verga al palo,seguii por favor
Muy buen relato lo lei toda la historia por tercera vez y siempre termino pajeandome excelente