As festas... datas lindas... após estar em família, jantar, beber, música, copos e brindis... enfim, tudo relacionado às tradições das festas... os meninos já dormindo... os adultos conversando e bebendo... minha mulher havia me apertado o bumbum com picardia ao mesmo tempo que me apertava com o corpo, cumprimentei-a com um abraço disfarçado mas bom da sua nádegga esquerda, que quase cobria toda com minha mão direita... Bom, isso me pôs a meio da máquina já... A noite foi passando e nos tocávamos a cada oportunidade... beijos, carícias... em um determinado momento, estava a mil revoluções com o pau que me estourava... Tomei a mão dela e levei uns copos e uma garrafa de champanhe rosé, que gosta... subimos à varanda... ainda estava escuro o céu... brindamos duas vezes... nos beijamos e começamos com as carícias. A excitação que subia a temperatura... as mãos se esquivando entre a roupa para alcançar as zonas mais sensíveis... jogar com seus peitos... acariciar aquela pussy toda depilada... ela se recostou com a cabeça sobre meus joelhos, soltando gemidos suaves enquanto retorcia o corpo de prazer... Desabrochei o meu short e os seus gemidos foram reprimidos com minha glande ocupando sua cavidade bucal... mas ao tirá-la da boca para lamê-la e ante meus estímulos digitais, ressurgiram desde seu mais profundo sentir aqueles preciosos gemidos... Em determinado momento, a excitação pôde mais e importou que estávamos no balcão. A tomei pelas cadeiras, posicionando-a em quatro... apoiei a cabeça de meu pau nos lábios vaginais e os recorri em toda sua extensão até ir introduzindo-o suavemente, pois estava tão molhada que deslizou sem problema até o mais profundo do seu sexo... O gemido que soltou nesse instante me obrigou a cobrir-lhe a boca com uma mão enquanto com a outra a tomava dos cabelos para atrair-a para meu corpo e penetrá-la... O movimento de entrar e sair até... Borda fazia-o lentamente mas bem fundo...saiu suave e voltou a entrar lentamente e bem fundo...pouco a pouco aumentava o ritmo enquanto alternava tapar-lhe a boca e amassar-lhe os peitos com uma mão e, com a outra, alternava tomar-lhe do cabelo e segurá-la da cintura ou dar-lhe nalgadas suaves...já ia passando o tempo e continuávamos nos dando prazer quando o céu começou a clarear e aumentava minha excitação em igual proporção, aproximando-me do climax. Ela estava por seu terceiro orgasmo...ao chegar ao quarto e sentir-se estremecer o corpo, não me importava que estávamos na varanda...ao mesmo tempo que deixava escapar um uivo de lobo em celo, comecei a preencher-lhe a pussy suave com meu leite quente. Era interminável ao ponto que a tirei lentamente e ela ficou chorando de meu branco. Assim, em quatro como estava, continuei regando-a, essa vez em toda a bunda...foi o melhor amanecer e fim de ano e o mais placentero, sem dúvida...agotados ambos, fomos dar uma banho e descansar um pouco para começar o novo dia relaxados...
1 comentários - A varanda