Ella 3

Um dia, lembro bem, tava super empolgado porque tinha comprado o Playstation, e ela, pra me parabenizar, decide vir brincar com meu pau. Enquanto eu tava jogando, ela aparece, não fala nada, só entra no meu quarto, tapa minha boca, abaixa minha cueca e manda eu ficar confortável. Eu tava sentado na cama, ela se ajoelha na minha frente e fala: "Você joga, não vou te atrapalhar". Tentei não perder, mas toda hora tava perdendo — ela tava chupando gostoso, com prazer, e dizia: "Já tava com saudade do seu pau". Chupava com amor, com carinho, não era uma doida querendo me fazer gozar; tava me chupando como se eu fosse o amor da vida dela. Depois de mais ou menos uma hora, eu não aguentava mais, e ela continuava, sem me fazer gozar. Levantei ela do chão, joguei na cama e a gente transou como se fosse a última vez. Ela era demais, era divina, eu amava ela loucamente e me perdia no olhar dela o tempo todo. Durante o sexo, comentei que tinha conseguido um trabalho de fim de semana e que a gente não ia mais poder ficar junto tanto tempo, porque entre a escola minha e a dela não sobrava tempo. E foi aí que começou o inferno. Eu entrava no trabalho quinta-feira e voltava domingo à noite, era garçom aprendiz. Até dormia umas poucas horas entre os dias, e quando chegava em casa tava destruído, não queria saber de nada. Lembro que ela veio numa quarta à tarde, a gente trepou a tarde inteira, e à noite levei ela em casa. Tava quase voltando, umas 2 da manhã, e na lateral da casa dela, ela me fez uma punheta, fazendo eu gozar na cueca. Ela sempre fazia umas dessas, era uma gênia. Cheguei em casa umas 3 da manhã, me joguei na cama, tava morto de cansado, e às 6 tinha que sair. Lembro que dormi demais, acordei e saí correndo pro trabalho. Aquele fim de semana foi exaustivo, não tivemos tempo pra nada. Domingo à noite, quando saí do trampo, comecei a falar com ela e tipo... Ela sempre me deixava excitado, tanto no ouvido que acabou me fazendo uma punheta. Quando cheguei, estava todo sujo, tinha sujeira desde quinta-feira, nem tinha tomado banho. Tava imundo, cheguei e me joguei na cama. Quando acordei, ela já estava abaixando minha calça. Do meu pau saía um cheiro nauseabundo, um pau sujo, cheio de porra seca em volta. Lembro da imagem, e ela vai e mete na boca como se nada fosse, começando a chupar meu pau. Me deu muito tesão ver ela fazer aquilo, e gozei na hora. Ela tira o pau, mostra a porra, engole na minha frente e volta pra carga, pra deixar meu pau limpinho. Eu tava a mil e gozei de novo, não tinham passado cinco minutos, e já enchia ela de leite de novo. Como toda puta, ela engole de novo e fala: "Seu pau tá uma delícia". Eu não podia acreditar, ela tava lavando meu pau com a boca. Me apaixonei perdidamente, e não ia soltar ela nunca. Lembro que nesse dia ela pediu: "Faz a minha bunda, por favor". E quando tentei, meu pau tava mole demais, nem conseguia. Além disso, ela tinha o cu bem fechadinho, era uma beleza que ninguém na vida tinha aberto. Mas o calvário já tinha começado, com o meu trabalho...

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