Ela, com o tempo, virou rotina ela chupar minha pica. Virou prazer pros dois, mas pra mim mais ainda, eu acho. Só que ela fazia isso toda hora, em todo lugar. Já comecei a achar que tava faltando alguma coisa. O auge foi quando a gente foi num show na avenida Calchaquí, e ela começou a passar a mão na minha pica. A gente tava sentado, e todo mundo vendo. Falei pra ela parar, e foi pior: ela tava com muita vontade de chupar minha pica. Eu tava bebendo, ela também. Pensei: se eu levar ela no banheiro, pode ser que algum cara apareça e queira comer a menina. Eu não queria isso. Pedi pro segurança, falei que ela tava passando mal, que ia levar ela pra tomar um ar e voltava. Saímos do lugar e fomos pra trás do bar. Lembro que tinha um monte de árvore. Mandei ela ajoelhar atrás de uma e ela começou a chupar minha pica. Parecia que o mundo ia acabar, ela chupava com gosto, tava muito puta. Até aquele dia, ela sempre tomava um pouquinho de porra. Naquele dia, tomou tudo. E ainda falou: "quero mais". Aí eu falei: "agora vamos pra casa que eu vou te arrombar toda". Parece que ela ficou mais tesuda ainda, e falou no meu ouvido: "vou fazer tudo que você quiser". Tava muito puta naquela noite, mais do que o normal. Voltamos pro bar, tomamos umas cervejas e ela pegou na minha pica de novo. Tava muito tesuda, eu também. Aí juntamos nossas coisas e fomos pegar o ônibus. Como o ônibus não vinha, ela me arrastou pra trás de umas árvores e começou a chupar minha pica de novo. Eu não gozava por causa da quantidade de cerveja que tinha bebido, e ela chupou por um tempão, até cansar. Aí falou: "vamos pra casa que vou chupar sua pica a noite toda". Quando subimos no ônibus, ela tava de saia. A gente foi lá pro fundão, e eu coloquei a mão entre as pernas dela, enfiei os dedos. Tava toda molhada, parecia uma lagoa. Não liguei pra mais nada: peguei ela pelo cabelo, tirei minha pica pra fora, coloquei uma jaqueta minha por cima dela, e ela foi chupando minha pica a viagem inteira, até a gente chegar. Não liguei pras pessoas, não liguei pra nada. Descemos e enfiei a mão na buceta dela. Cu sem vergonha, primeiro reclamou que não, depois de umas quadras me disse: "Você me dá sua pica o tempo que eu quiser, em troca fodo sua bunda, mas só um pouquinho". A gente riu, falei que não valia a pena, e enquanto caminhávamos, chegamos na minha casa. Quando entramos no meu quarto, enfiei o dedo no cu dela pra ela saber que o que eu queria era comer a bunda dela. Ela pegou na minha pica, tipo brinquedo, e começou a chupar. Doida, virou de lado e eu enfiava os dedos no rabo dela. Quando eu ia meter o quarto, ela gozou, que nem uma desgraçada, e molhou todos os meus lençóis. Tirei os dedos do cu dela, estavam todos lambuzados, então fui lavar no banheiro. Quando voltei, ela tava dormindo, bundinha pra cima. Era linda, uma menina, uma bebê, e eu tava me apaixonando cada vez mais. Toda nua, virei ela, ela mordeu meus lábios e a gente transou a noite inteira. Foi lindo...
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