Antes de continuar, te recomendo que, se você for novo no meu post, entre no meu primeiro relato. Deixo o link aqui embaixo pra ficar mais fácil de entender, porque tudo que contei aqui é totalmente real. Eu só tô narrando minha vida, espero que vocês gostem. Tô compartilhando só um pouquinho da minha vida cheia de tesão.http://www.poringa.net/posts/relatos/3304023/Destrozando-a-mi-hijastra.html Depois do que aconteceu com a Maria e meus funcionários, foi difícil recuperar a confiança em mim mesmo pra encarar o dia a dia com meus trabalhadores, ainda mais quando me perguntavam por ela com um olhar cheio de tesão. A única saída que vi foi me fazer de louco, como se não soubesse de nada, não tivesse visto nada. E foi assim que recuperei a coragem pra liderar meu negócio de novo.
Mas tenho que admitir que o que aconteceu foi pesado demais pra mim. Psicologicamente me afetou, porque passei aquela semana inteira batendo punheta ou fazendo bronha, como vocês falam no seu país, toda vez que lembrava daquilo. Ficava duro que nem uma pedra quando lembrava da Maria de quatro e o Cheo atrás dela metendo forte com aquele pau enorme, e o Coco esfregando o pau na cara dela, que ela devorava que nem uma louca. E eles terem ficado assim a noite inteira... uff, que forte! O que eu consegui ver foi só um pedacinho de todo aquele show daquele trio.
A única maneira que pensei pra me aliviar foi conversar com a Carmen. Era a única com quem eu tinha confiança pra falar dessas coisas sem ser julgado pelo que a gente tinha passado. Já existia essa confiança. Então marquei com a Carmen pra conversar numa praça, porque o Jaun tava na casa dele e a Maria na minha. Precisava de um lugar neutro. Também não dava pra fazer num café ou padaria, porque tinha gente e eu não queria arriscar ser ouvido e julgado. Então fomos pro parque. Falei: "Carmen, isso que vou te contar aconteceu semana passada e não sei o que fazer. Isso escapou das minhas mãos de verdade, não sei o que fazer." A Carmen respondeu: "Mas me conta, Miguel, que você tá me matando de curiosidade desde que saímos de casa. Aconteceu algo ruim ou o quê?" Eu disse: "Bom, não sei se é ruim ou bom. A questão é que aconteceu isso" — e contei toda a história que narrei no meu relato anterior, pra não alongar muito.
Ela ficou me ouvindo de olhos arregalados, depois me deu um sorriso malicioso e falou: "É que eu sei que minha priminha adora provocar os homens, mas agora ela se... virada numa putinha kkkkkkkkkkkkkk pois é, se eu trocar ela, meu Juan, não se preocupa que ele tem esse efeito nas mulheres. E eu sabia que ela era uma putinha por dentro, só faltava dar o passo. Ah, Miguelito, você acha que casou com uma santa? Se a Maria é uma puta desde pivete, ela e eu matávamos aula no colégio pra jogar garrafinha com 5 amigos. Nós éramos as que fugiamos do colégio pra ir em festinhas com os amigos dançar, mas chamávamos uma amiga porque não dávamos conta dançando. Claro, não fazíamos nada, só esquentar os caras. A Maria adorava e eu também. Até quando íamos pra casa da minha avó no sítio, a Maria escapava comigo e com a Éster, irmã da Maria, e íamos com os primos e os amigos deles pro rio. A Maria sempre entrava de fio dental, eu e a Éster de calcinha, claro, as três de regata sem sutiã kkkkkkkkk era uma safada tudo isso. Se você me tocasse, veria como eu tô molhada lembrando dos velhos tempos. Nem preciso dizer que a maioria ia pra casa da Maria pra "brincar", coisa que eles aproveitavam pra meter a mão em todas nós e muito mais. Ela é muito fogosa, Miguel. Eu fiquei surpreso, tinha casado com uma...esposa gostosaParece que foi o Juan quem cortou aquele pouco de pudor que ainda restava nela, e agora ela tava sedenta de pica.
Eu pedi pra Carmen me ajudar porque eu amava a Maria (principalmente a Anita) e não queria perdê-la, então ela disse: "Vai, Miguel, deixa eu falar com ela pra ver como posso te ajudar". E fomos pra casa.
Deixei elas um bom tempo conversando na cozinha enquanto eu fui lá pro fundo encher a piscina, já que no dia anterior eu tinha feito a manutenção.
Aí, quando entrei, a Carmen me disse: "Miguel, vamos comprar casabe num povoado aqui perto, e assim a gente dá uma voltinha". Mas a Maria falou: "Beleza, me dá um tempo pra eu tomar um banho e vou com vocês".
Ela foi tomar banho, e eu perguntei pra Carmen o que tinha rolado. Carmen, me olhando com cara de puta, disse: "Calma, Miguel, já resolvi tudo isso", e soltou uma risada.
Maria tomou banho, se trocou e saiu com uma calça jeans justa e uma blusa daquelas meio transparente, com o sutiã preto aparecendo por baixo. Muito linda e gostosa, ela tava.
Saímos pro povoado, e no caminho a Carmen foi conversando com a Maria e comentou como era divertido quando os caras ficavam de pau duro. A Maria, rindo, dizia: "É sim", e a gente começava a adivinhar quem tinha o maior.
Eu só consegui falar: "Esses caras deviam chegar em casa se acabando na punheta". E a Maria disse: "Nada, vi mais de um no mato, atrás dos arbustos, se masturbando, hahaha".
Quase chegando no povoado, a Carmen falou pra Maria: "Pelos velhos tempos, aposto que você não tira o sutiã e desce mostrando os peitos nessa blusa transparente".
Eu fiquei gelado. Mas que porra era aquela? Que ajuda era essa em que eu tinha me metido? Aquela filha da puta grandona tava dizendo pra minha mulher que era bom ser puta, pra ser ainda mais puta.
Fiquei mudo, esperando a resposta da Maria. E ela tirou a blusa, tirou o sutiã e vestiu a blusa de novo, mas dava pra ver os peitos claramente.
Tentei falar alguma coisa, mas a Carmen me cortou na hora: "Calma, Miguel, aqui ninguém nos conhece, é só uma brincadeira". E a Maria completou: "É sim". O amor é só um jogo, ou será que não me vejo gostosa? Eu olhando pra ela, a verdade é que não consegui falar nada porque ela tava sexy demais. Queria meter nela ali mesmo, mas a Carmen, antes que eu dissesse qualquer coisa, pegou na minha entreperna e falou: "Pra que perguntar, prima? Olha como ele tá durinho de te ver assim". Aí a Maria sorriu e me deu um beijo.
Quando chegamos na cidade mais próxima, procuramos a casa de farinha, e a Carmen aponta uma onde tem uns caras, uns 6 mais ou menos, descascando e ralando mandioca, e 2 mulheres virando beiju. Eu parei o carro, mas falei: "Eu não desço não". A Carmen diz: "Relaxa, a gente vai". Eu fiquei paralisado, o coração quase saindo pela boca, me sentindo mal, tremendo tudo. Mas quando eu fui agir, já era tarde — elas já tinham descido e fechado a porta. Pronto, fudeu. Minha mulher foi pra lá junto com a Carmen. Depois do ciúme, bateu um tesão do caralho ao ver os caras olhando fixamente pra elas. Uau, me senti orgulhoso daquela gostosa que era minha mulher, todos eles queriam comer ela com os olhos, e as duas mulheres cochichavam entre si olhando pra ela. No fim, tenho que admitir que gostei de sentir que desejavam a minha mulher. Elas demoraram mais do que deviam, porque foram muito bem atendidas, e os caras, imagino, enrolando o máximo possível pra admirar aquelas duas mulheres. Até eu faria a mesma coisa, hahaha.
Quando elas voltaram, subiram no carro e, entre risadas, a Carmen fala pra Maria: "Pô, fazia tempo que a gente não fazia isso", como se ela tivesse ensinado alguma coisa, a puta desgraçada. Aí a Maria só ria e, olhando pro meu volume, disse: "Vejo que você também gostou" e me deu um beijo longo e bem apaixonado. Ela falou: "Olha como eu tô" e baixou a calça até o joelho. Eu acariciei a buceta dela ali na estrada — tava muito, muito molhada. A gente encostou num caminho cheio de mato, eu desci ela e deitei ela na caçamba da caminhonete. Ali eu meti forte por um bom tempo. Ela teve uns quantos orgasmos até falar que as pernas tavam doendo. Aí eu desci a Carmen, mandei ela se ajoelhar e pedi pra ela me chupar, assim, toda cheia do gozo da Maria — coisa que ela fez sem vergonha nenhuma. Pela excitação, ela me pedia pra meter fundo. Eu coloquei, mandei ela engolir tudo, gozei na cara dela e falei: "Fica com vontade, sua puta, por me trair. Você já tinha tudo planejado." Ela respondeu: "Seu filho da puta, você vai me pagar." Eu virei as costas pra ela e montei. Não deixei ela largada por causa da Maria, senão eu teria deixado ela naquela rola jogada. Ela montou com cara de poucos amigos, mas eu não dei importância.
Lembrem de deixar pontos se gostaram do relato. Em breve vou continuar contando conforme for lembrando, porque quero postar em ordem cronológica de como as coisas foram acontecendo. Saudações da Venezuela.
Mas tenho que admitir que o que aconteceu foi pesado demais pra mim. Psicologicamente me afetou, porque passei aquela semana inteira batendo punheta ou fazendo bronha, como vocês falam no seu país, toda vez que lembrava daquilo. Ficava duro que nem uma pedra quando lembrava da Maria de quatro e o Cheo atrás dela metendo forte com aquele pau enorme, e o Coco esfregando o pau na cara dela, que ela devorava que nem uma louca. E eles terem ficado assim a noite inteira... uff, que forte! O que eu consegui ver foi só um pedacinho de todo aquele show daquele trio.
A única maneira que pensei pra me aliviar foi conversar com a Carmen. Era a única com quem eu tinha confiança pra falar dessas coisas sem ser julgado pelo que a gente tinha passado. Já existia essa confiança. Então marquei com a Carmen pra conversar numa praça, porque o Jaun tava na casa dele e a Maria na minha. Precisava de um lugar neutro. Também não dava pra fazer num café ou padaria, porque tinha gente e eu não queria arriscar ser ouvido e julgado. Então fomos pro parque. Falei: "Carmen, isso que vou te contar aconteceu semana passada e não sei o que fazer. Isso escapou das minhas mãos de verdade, não sei o que fazer." A Carmen respondeu: "Mas me conta, Miguel, que você tá me matando de curiosidade desde que saímos de casa. Aconteceu algo ruim ou o quê?" Eu disse: "Bom, não sei se é ruim ou bom. A questão é que aconteceu isso" — e contei toda a história que narrei no meu relato anterior, pra não alongar muito.
Ela ficou me ouvindo de olhos arregalados, depois me deu um sorriso malicioso e falou: "É que eu sei que minha priminha adora provocar os homens, mas agora ela se... virada numa putinha kkkkkkkkkkkkkk pois é, se eu trocar ela, meu Juan, não se preocupa que ele tem esse efeito nas mulheres. E eu sabia que ela era uma putinha por dentro, só faltava dar o passo. Ah, Miguelito, você acha que casou com uma santa? Se a Maria é uma puta desde pivete, ela e eu matávamos aula no colégio pra jogar garrafinha com 5 amigos. Nós éramos as que fugiamos do colégio pra ir em festinhas com os amigos dançar, mas chamávamos uma amiga porque não dávamos conta dançando. Claro, não fazíamos nada, só esquentar os caras. A Maria adorava e eu também. Até quando íamos pra casa da minha avó no sítio, a Maria escapava comigo e com a Éster, irmã da Maria, e íamos com os primos e os amigos deles pro rio. A Maria sempre entrava de fio dental, eu e a Éster de calcinha, claro, as três de regata sem sutiã kkkkkkkkk era uma safada tudo isso. Se você me tocasse, veria como eu tô molhada lembrando dos velhos tempos. Nem preciso dizer que a maioria ia pra casa da Maria pra "brincar", coisa que eles aproveitavam pra meter a mão em todas nós e muito mais. Ela é muito fogosa, Miguel. Eu fiquei surpreso, tinha casado com uma...esposa gostosaParece que foi o Juan quem cortou aquele pouco de pudor que ainda restava nela, e agora ela tava sedenta de pica.
Eu pedi pra Carmen me ajudar porque eu amava a Maria (principalmente a Anita) e não queria perdê-la, então ela disse: "Vai, Miguel, deixa eu falar com ela pra ver como posso te ajudar". E fomos pra casa.
Deixei elas um bom tempo conversando na cozinha enquanto eu fui lá pro fundo encher a piscina, já que no dia anterior eu tinha feito a manutenção.
Aí, quando entrei, a Carmen me disse: "Miguel, vamos comprar casabe num povoado aqui perto, e assim a gente dá uma voltinha". Mas a Maria falou: "Beleza, me dá um tempo pra eu tomar um banho e vou com vocês".
Ela foi tomar banho, e eu perguntei pra Carmen o que tinha rolado. Carmen, me olhando com cara de puta, disse: "Calma, Miguel, já resolvi tudo isso", e soltou uma risada.
Maria tomou banho, se trocou e saiu com uma calça jeans justa e uma blusa daquelas meio transparente, com o sutiã preto aparecendo por baixo. Muito linda e gostosa, ela tava.
Saímos pro povoado, e no caminho a Carmen foi conversando com a Maria e comentou como era divertido quando os caras ficavam de pau duro. A Maria, rindo, dizia: "É sim", e a gente começava a adivinhar quem tinha o maior.
Eu só consegui falar: "Esses caras deviam chegar em casa se acabando na punheta". E a Maria disse: "Nada, vi mais de um no mato, atrás dos arbustos, se masturbando, hahaha".
Quase chegando no povoado, a Carmen falou pra Maria: "Pelos velhos tempos, aposto que você não tira o sutiã e desce mostrando os peitos nessa blusa transparente".
Eu fiquei gelado. Mas que porra era aquela? Que ajuda era essa em que eu tinha me metido? Aquela filha da puta grandona tava dizendo pra minha mulher que era bom ser puta, pra ser ainda mais puta.
Fiquei mudo, esperando a resposta da Maria. E ela tirou a blusa, tirou o sutiã e vestiu a blusa de novo, mas dava pra ver os peitos claramente.
Tentei falar alguma coisa, mas a Carmen me cortou na hora: "Calma, Miguel, aqui ninguém nos conhece, é só uma brincadeira". E a Maria completou: "É sim". O amor é só um jogo, ou será que não me vejo gostosa? Eu olhando pra ela, a verdade é que não consegui falar nada porque ela tava sexy demais. Queria meter nela ali mesmo, mas a Carmen, antes que eu dissesse qualquer coisa, pegou na minha entreperna e falou: "Pra que perguntar, prima? Olha como ele tá durinho de te ver assim". Aí a Maria sorriu e me deu um beijo.
Quando chegamos na cidade mais próxima, procuramos a casa de farinha, e a Carmen aponta uma onde tem uns caras, uns 6 mais ou menos, descascando e ralando mandioca, e 2 mulheres virando beiju. Eu parei o carro, mas falei: "Eu não desço não". A Carmen diz: "Relaxa, a gente vai". Eu fiquei paralisado, o coração quase saindo pela boca, me sentindo mal, tremendo tudo. Mas quando eu fui agir, já era tarde — elas já tinham descido e fechado a porta. Pronto, fudeu. Minha mulher foi pra lá junto com a Carmen. Depois do ciúme, bateu um tesão do caralho ao ver os caras olhando fixamente pra elas. Uau, me senti orgulhoso daquela gostosa que era minha mulher, todos eles queriam comer ela com os olhos, e as duas mulheres cochichavam entre si olhando pra ela. No fim, tenho que admitir que gostei de sentir que desejavam a minha mulher. Elas demoraram mais do que deviam, porque foram muito bem atendidas, e os caras, imagino, enrolando o máximo possível pra admirar aquelas duas mulheres. Até eu faria a mesma coisa, hahaha.
Quando elas voltaram, subiram no carro e, entre risadas, a Carmen fala pra Maria: "Pô, fazia tempo que a gente não fazia isso", como se ela tivesse ensinado alguma coisa, a puta desgraçada. Aí a Maria só ria e, olhando pro meu volume, disse: "Vejo que você também gostou" e me deu um beijo longo e bem apaixonado. Ela falou: "Olha como eu tô" e baixou a calça até o joelho. Eu acariciei a buceta dela ali na estrada — tava muito, muito molhada. A gente encostou num caminho cheio de mato, eu desci ela e deitei ela na caçamba da caminhonete. Ali eu meti forte por um bom tempo. Ela teve uns quantos orgasmos até falar que as pernas tavam doendo. Aí eu desci a Carmen, mandei ela se ajoelhar e pedi pra ela me chupar, assim, toda cheia do gozo da Maria — coisa que ela fez sem vergonha nenhuma. Pela excitação, ela me pedia pra meter fundo. Eu coloquei, mandei ela engolir tudo, gozei na cara dela e falei: "Fica com vontade, sua puta, por me trair. Você já tinha tudo planejado." Ela respondeu: "Seu filho da puta, você vai me pagar." Eu virei as costas pra ela e montei. Não deixei ela largada por causa da Maria, senão eu teria deixado ela naquela rola jogada. Ela montou com cara de poucos amigos, mas eu não dei importância.
Lembrem de deixar pontos se gostaram do relato. Em breve vou continuar contando conforme for lembrando, porque quero postar em ordem cronológica de como as coisas foram acontecendo. Saudações da Venezuela.
2 comentários - Minha esposa cada dia mais puta