Tres no son multitud, cuatro es placer

Feliz Natal!", eu disse quando fizemos um brinde.

Minhas amigas e eu havíamos combinado de jantar no sábado passado, antes de nos metermos na loucura das festas de fim de ano e sermos sufocados pelas nossas famílias. Combinamos de nos encontrar na casa da Alba, que morava em Madrid. Ela tinha alugado um apartamentinho recentemente e nos convidou para mostrá-lo no nosso encontro.

A Alba era ruiva. Sua pele era muito branca, o que destacava ainda mais a cor do seu cabelo. Seus olhos azuis se escondiam atrás das lentes dos seus óculos de armação preta. Ela costumava usar camiseta e jeans largos, que não conseguiam disfarçar o tamanho generoso (mas não exagerado) dos seus peitos. Meu Deus, no que eu estou pensando falando isso...

A Maira também tinha vindo. Ela morava e tinha toda a família na Galiza, mas de vez em quando aparecia pela capital. Ironicamente, por ser do norte, ela tinha a pele bem morena, além do cabelo preto e brilhante. Realmente atraente, embora para decepção de muitos dos seus pretendentes, ela passava a maior parte do dia lendo em casa, mas normalmente saía uma vez por semana para curtir a noite.

A Silvia era a mais gostosa das três na minha opinião. Ela costumava se vestir de forma bem feminina, como naquela noite. Um vestido verde que mal chegava nos seus joelhos e que realçava seus seios, pequenos e firmes, mas minha olhada desviou algumas vezes naquela noite. Loira de cabelo curto, ela tinha pintado as pontas de azul escuro. Ela passava algumas temporadas na capital, enquanto outras ela passava na sua Valência natal, já que a empresa dela tinha sedes nas duas cidades.

Eu era o único cara do grupo, e apesar de que há um tempo isso gerava algumas risadas de outros primatas homens quando nos viam juntos, atualmente eu sei que mais de um tinha inveja de me ver acompanhado das garotas; apesar de tudo isso, devo dizer que mesmo achando elas gostosas, nunca tinha tido coragem de fazer ou dizer algo que pudesse estragar nossa amizade.

Depois do brinde inicial, nos sentamos à mesa. Eu tinha preparado um peru, que passou a última hora mantendo o calor no forno da Alba. Levei-o até a mesa enquanto elas cuidavam do resto. Deixei tudo servido e aproveitamos um jantar ótimo. Era assim o nosso Natal. O dia 24… bom, esse a gente passa em família.

“Tô cheia”, disse a Silvia, “comi até estourar”.

“Eu também. Acho que essa calça não vai mais servir”, falei, recostando na cadeira.

“É assim que eu gosto das festas. Em boa companhia e comendo muito”, riu a Maira.

“Esperem aí, vou pegar uma garrafinha”, disse a Alba.

Ela voltou em apenas alguns minutos com uma garrafa na mão e quatro taças. Colocou na mesa e começou a servir. Me surpreendi ao ver que não era um champanhe barato, ela tinha ido além na compra.

“Isso é caríssimo”, comentei.

“Bom, não é todo dia que a gente consegue se reunir as quatro. Tinha que ser algo especial”, ela respondeu com um sorriso. “Pelo que a gente brinda?”

“Pra gente continuar celebrando essas festas”, disse a Maira, erguendo sua taça.

“Saúde”, respondemos, e bebemos das nossas taças. Minha garganta ardeu, não estava acostumada a beber além de ocasiões especiais, mas segurei a onda. Olhei pra mesa. Tinha ficado meio cheia de coisas pra limpar.

“Que preguiça de limpar tudo isso amanhã”, disse a Silvia. “Eu proporia limpar agora…”, comentou.

“Concordo”, falei, colocando um monte de coisas no prato vazio. “E o que a gente faz? Vamos sair pra tomar alguma coisa, ou vocês tão a fim de ficar pra ver um filme?”

“Já vamos sair bastante esses dias, por que a gente não fica?”, propôs a Maira. “Se a chefe achar bom”, brincou.

“Pra mim tá perfeito, nesse sofá a gente cabe direitinho as quatro”, acrescentou a Alba com um sorriso.

Então a gente limpou, e depois de deixar tudo bem limpinho, caímos derrotadas no sofá. A Alba, mostrando seu lado maisfreakcolocou o blu-ray para rodar com o primeiro filme deVingadorescom a intenção de ver os três filmes naquela noite, se não adormecêssemos antes. Embora fosse difícil, já que vivíamos o filme como se fosse a primeira vez que íamos ao cinema.

No meio do filme, no entanto, senti frio ao meu lado. Percebi que Silvia tinha se levantado.

“Alba, podemos conversar um momento?”, perguntou.

Alba se levantou e lá se foram. Maira e eu ficamos no sofá, embasbacados com o filme por alguns minutos. Na verdade, nem tinha percebido que fazia minutos que Alba e Silvia tinham saído. Simplesmente estava com vontade de tomar um copo d'água e me levantei para ir até a cozinha buscá-lo.

E justamente quando passava ao lado do quarto da Alba, ouvi uma frase que me deixou mais do que surpreso.

“Senti sua falta...”

Era a voz da Silvia. Soava suave. A porta estava entreaberta. Eu não devia espiar. Era uma conversa privada entre elas. Mas a tentação é algo poderoso demais. Então olhei. Silvia estava abraçada a Alba, e parecia que ia quebrá-la em dois pela força com que o fazia. Tinha ainda a cabeça apoiada nos peitos generosos da nossa amiga. Ai...

“Silvia... você sabe que isso não vai acontecer de novo...”, respondeu Alba com suavidade.

“Foi uma noite muito linda...”, disse Silvia. “Aproveitei muito minha primeira vez graças a você”.

“Eu também curti muito. Mas dissemos que era um pacto. Tínhamos que deixar a virgindade para trás...”

Eu estava ficando com muito tesão só de imaginar aquela situação entre as duas. Nunca teria imaginado. Sempre foram muito reservadas quanto ao tema do sexo. Sabia que tinham ficado com caras em períodos bem curtos. Mas desconhecia o fato de que ambas tinham compartilhado uma noite de paixão.

“Faz muito tempo que não faço”, protestou Silvia. “E nenhum cara me fez gozar como você.”Se você me deixasse tentar..., pensei, olhando para a saia dela. Queria muito ter transado com ela ali mesmo.

“Eu também estou na seca”, confessou Alba. “Mas é impossível. Hoje a gente combinou de fazer um pré-Natal os quatro. Sério que você quer que a gente faça isso com aqueles dois na sala?”

“Que ele leve a Maira pra casa dele pra dormir. Ou pra foder. E você e eu ficamos aqui. Eu quero sexo, Alba. Me come, por favor…”

E nesse momento senti algo me empurrando pra frente. Caí no chão e não bati a cara porque coloquei as mãos a tempo. Me virei. Maira era quem tinha me empurrado, e Alba e Silvia tinham ficado paralisadas.

“Desculpem a interrupção. Esse curioso estava escutando o que não devia”, disse ela.

“Mas que isso!”, se escandalizou Alba. “Pode me dizer no que você estava pensando?”

“Desculpa… não queria escutar, mas…”

“Mas escutou”, continuou Alba. Silvia tinha tapado o rosto com as mãos. Não estava chorando, só morrendo de vergonha. Dava pra ver as orelhas dela vermelhas. “O que você quer? Que a gente conte os detalhes?”

“Não, porra. Desculpa. Não queria…”

“Já chega. Você foi um porco”, sentenciou Maira. “Por isso mesmo não te contaram.”

“Você sabia…”, disse surpreso.

“Claro que sabia. Fui eu quem sugeriu isso pra elas um tempo atrás. Mas não pensei que iam me dar bola.”

“Bom, obrigada”, disse Silvia. Não se atrevia a levantar o olhar. “O ruim é que… a Alba deixou o padrão muito alto”, confessou.

“Talvez tenha um jeito de arrumar isso”, disse Alba. “Acho que você pode resolver esse probleminha.”

E olhou pra mim. Eu demorei um pouco pra entender, mas me levantei num pulo. Alba estava maluca. Silvia parecia não entender a intenção dela. Que inocente. Gostei disso, mas eu continuava atordoado.

“Você tá pretendendo que a Silvia e eu vamos pra cama?”, perguntei de repente.

“Nossa. Que mal você entendeu”, disse Maira. “Acho que a Alba teve uma boa ideia.”

“Era o que eu pensava, mas parece que aqui osenhor marquêsEle tem um gosto refinado e a pobre Silvia é muito feia pra ele", comentou Alba com ironia. "Sinto muito, querida", acrescentou olhando para a loirinha, "noite ruim pra sexo."

"Ei, ei, ei, ei, não vamos confundir as coisas", interrompi. "Eu não disse isso, Silvia é muito atraente, mas não vamos transar só porque vocês tiveram essa ideia."

"Ah, não?", perguntou Silvia, timidamente. "Por que não?"

"Bom... quem tem que achar bom somos nós, não é?"

"Verdade. Mas você não me perguntou se eu acho bom ou não."

"Por acaso você acharia bom?"

"Por que não?"

Não soube o que responder. Se a gente fizesse isso... quebraríamos uma barreira que não daria pra reconstruir depois. Mas os olhos da Silvia pareciam brilhar, como se ela realmente esperasse que a gente transasse. Era estranho. Um momento antes ela queria ficar com a Alba. Mas de repente lá estava ela. Como se transar comigo fosse algo que simplesmente fazia sentido.

"Vamos ver... eu... eu adoraria", disse enquanto ficava vermelho, "mas... você tem certeza? Somos amigos, se isso não der certo..."

"Não sei. É por isso mesmo que você me inspira confiança. Somos amigos, e você sabe que eu gosto muito de você."

"Que bonito", comentou Alba. Não parecia estar zoando. "Com certeza vai dar muito certo."

"Bom... então vamos pra minha casa?", perguntei.

"Como ééééé? De jeito nenhum", Maira nos cortou. "Vocês vão transar aqui mesmo."

"Na casa da Alba? Claro, como se ela fosse permitir."

"E se não for aqui, como é que a gente vai poder assistir?", perguntou Alba. Tanto Silvia quanto eu ficamos olhando pra ela de boca aberta. "O quê? Tive uma ideia e quero ver se funciona", comentou como se fosse a coisa mais natural do mundo. "Você não quer?"

"Muito", disse Maira, embora não parecesse muito convencida. "Vamos ficar só olhando?"

"Claro que não. Vamos ficar com eles na cama olhando. E podemos dar uns conselhos", comentou Alba.

"Acho que vocês beberam demais...", disse. "Não é possível que estejam falando sério."

"A gente bebeu a mesma coisa Que você. E temos mais tolerância ao álcool", Alba me lembrou. "Então... vocês podem fazer aqui na nossa frente ou... marcar para outra hora", acrescentou com malícia. "O que preferem?"

Silvia me olhou. Eu estava um pouco constrangido. Elas não podiam estar falando sério. Nem fodendo. Mas então, por que ela se aproximou de mim... e colocou seus lábios contra os meus? Por que senti que estava ficando vermelho? Por que me deixei levar e ataquei sua boca com um beijo de língua?

"Olha só", ouvi Alba dizer. "Eles não fazem um belo casal?"

"Não sei, hein... vamos ter que ver o que eles fazem juntos", respondeu Maira com sarcasmo. "Vão fazer então?"

Acertei com a cabeça sem hesitar. Mesmo que nunca tivesse feito algo assim antes. Com plateia, quero dizer. Talvez o melhor fosse me deixar levar sem pensar naquelas duas "espectadoras" que havíamos arranjado. Minha boca devorou a de Silvia, e minha língua atravessou a barreira. Descobri que a dela vinha atraída pela minha. Porra, que beijo. Puxei ela contra meu corpo, perdido na paixão. Ela também se agarrou a mim.

Perdi a noção do tempo enquanto a empurrava devagar até cairmos no colchão, sem dar trégua às nossas bocas. Senti ela puxando suavemente minha camiseta, e deixei suas mãos tocarem todo meu torso enquanto a tirava. Minhas mãos deslizaram por suas costas, alcançando o fecho de seu vestido. Engatei o zíper e puxei para baixo. Afastei o tecido e me surpreendi. Silvia não usava sutiã. Fiquei hipnotizado.

"Você gosta?", ela perguntou. "Sei que não são muito grandes..."

"Que bobagem", respondi. "Eu adoro..."

Apoiei as mãos em seus peitos e a beijei novamente enquanto massageava aquelas maravilhosas protuberâncias. Eram macios, e a auréola de seus mamilos tinha uma série de pontinhos, como se estivessem escritos em braille. Me perguntei que sabor teriam, mas o primeiro passo era terminar de tirar sua roupa, usando meus lábios para beijar onde o tecido desaparecia. Não demorei a encontrar sua calcinha, onde fiquei um momento, brincando com meus lábios sem chegar a tirá-las.

"Caralho... tô ficando toda molhada..." ela soltou, e eu confirmei que era verdade. Isso me excitou.

De repente, notei algo na cama. Levantei o olhar e vi Alba, de sutiã e calcinha, sentando atrás de Silvia. Ela ergueu a cabeça da loirinha e deixou que ela descansasse entre suas pernas.

"Tranquilo, pirata, só queremos dar uma mãozinha", ouvi de repente atrás de mim. Maira tinha se colocado às minhas costas, e eu a senti tirando minha calça. "Você continua com ela".

Não imaginei que elas fossem se aproximar para assistir de "camarote", mas tanto faz. Silvia estava deitada sob meu corpo, e seu olhar desviou para minha virilha saliente. Ela corou um pouco, mas suas mãos alcançaram minha última peça de roupa. Ela puxou para baixo com cuidado, libertando minha ereção.

"Vou ver o que você esconde por aqui...", disse com malícia, enquanto ia em direção à sua calcinha. Tirei-a devagar, para encontrar sua bucetinha cor-de-rosa já lubrificada, úmida.Ela ficou com tesão… vou ter que dar o meu melhor, pensei. Comecei a beijar sua perna pelo tornozelo. Subi devagar com meus lábios até minha respiração alcançar sua buceta. Notei ela tremer e, naquele momento, minha língua começou a atacar sua intimidade.

“Aaaah… aaaaah, isso… Tô gostando…”, ela gemeu. “Iiiisso… bem aí…”, balbuciou. Sorri orgulhoso do que estava fazendo ela sentir prazer. A voz dela era música pros meus ouvidos.

“Putinha sortuda…”, ouvi Alba comentar. “Tá gostando do que tão fazendo em você?”

“Iiiih… tô gostando…”

“Faz ela gozar”, me desafiou Maira pelas minhas costas. “E se você conseguir…”talvez eu decida não ficar só olhando, sussurrou no meu ouvido. Eu não sabia se a Maira estava falando sério, mas tanto fazia. Eu também estava com tesão, mas a Silvia estava carente de carinho e eu ia dar a ela. Minha língua devorou com avidez sua buceta, e eu sentia seus fluidos escorrendo. Adorava aquele sabor proibido. Não conseguia acreditar no que estávamos fazendo, mas esperava que a noite nunca acabasse. Uns gritinhos me fizeram levantar o olhar, e me surpreendi ao ver que a Alba estava estimulando os mamilos da Silvia. "Já vejo que você está pronto...", comentou Maira. Senti seu dedo acariciando minha glande. "Vamos... ela está no ponto..." Consegui fazer a Silvia finalmente gozar. Um jato de seus sucos femininos saiu disparado de sua xota. Fui mais devagar com minha língua antes de finalmente parar e me levantar, mostrando a ela que eu estava pronto para pegá-la. "Vamos... mais... não para agora", ela pediu. "Me fode..." Incapaz de desobedecer seu desejo, me posicionei entre suas pernas e, com cuidado, meu pau deslizou por completo dentro dela. Não era necessário lubrificante, ela estava molhada o suficiente para permitir que meu falo entrasse de uma vez. "Maravilhoso... por favor... me faz isso...", ela suplicou. Eu não estava com a cabeça muito clara, então simplesmente obedeci. Meus quadris iam para trás e para frente sem descanso, devagar no começo, até que me agarrei a seus quadris e comecei a penetrá-la repetidamente. O movimento de seus peitinhos no ritmo das minhas investidas me hipnotizou. Senti a Maira se encostando nas minhas costas. Seu corpo era capaz de acompanhar os movimentos do meu. Suas mãos percorreram meu torso enquanto eu fodia uma Silvia que gemía de prazer. "Não lembrava de você tão escandalosa assim", ouvi a Alba comentar. "Talvez esse aqui realmente te faça gozar...". Sorri. "Cuidado, querida", e ela segurou a cabeça da Alba com as mãos, recuou um pouco só para se jogar para frente. Seus lábios e os da Silvia se encontraram em um beijo apaixonado. beijo. Suavemente, ela apoiou a cabecinha no colchão e suas mãos alcançaram os peitos da Silvia.

“Aaaaah… aaaaah… isso é maravilhoso…”, gemeu Silvia. “Vou gozar de novo…”

Alba ignorou o comentário e avançou um pouco mais, até ter diante dos olhos os peitos da Silvia e começou a devorá-los como se fossem dois deliciosos pudins. Não me custou muito imaginar que a loirinha também estava comendo os peitos da ruiva, pois suas mãos estavam presas ao corpo dela.

“Parece que não vamos cumprir a promessa de só olhar”, comentou Maira atrás de mim. Ela estava me dando lambidas e mordidas eróticas no pescoço. “Vai gozar?”

“Sim… vou gozar logo…”

“Ótimo… porque eu te quero para mim agora”, ela me disse.

Com essa tentação em mente, meu corpo acelerou. Sentia que meu pau ia explodir a qualquer momento. Não podia… não devia gozar dentro dela, mas era tarde para parar e os quatro estávamos curtindo como nunca.

Explodi dentro da Silvia finalmente. Senti meus jatos disparando em rápida sucessão. Alba sorriu ao ver, e quando Maira me puxou para trás, vi como ela devorou a buceta da Silvia… com meus próprios fluidos.

“Um garoto que come uma buceta tão bem merece isso”, disse Maira. Ela me tinha dominado agora, ela estava no comando, e sem que eu pudesse dizer outra palavra, sua boca se fechou em volta do meu pau. Contive um gemido. Não esperava algo tão repentino. Mas sua boca trabalhava muito bem meu pênis. “Nada mal, gato… embora ainda sinta o gosto dessa putinha, vou ter que limpá-lo bem.”

“Porra, Maira… você não precisava…”

Não pude dizer que ela não precisava me chupar, pois naquele momento Silvia estava engatinhando ao meu lado. Ela se deitou finalmente e Alba cruzou uma perna com a dela. Fiquei surpreso ao vê-las fazendo uma tesoura. O ritmo da Alba era muito mais lento que o meu, mas a Silvia certamente estava curtindo. Eu a via gemer submetida ao prazer que Alba estava dando.

“Fique aí”, Maira sussurrou suavemente para mim, e me fez deitar-me completamente enquanto ela subia em cima de mim. "Desculpa, querido, mas eu gosto de estar no controle", ela me informou enquanto alinhava sua buceta com meu pau. "Espero que não se importe..."

"Claro que não..." eu disse enquanto sentia o calor de sua intimidade envolvendo meu pau. Sua vagina estava realmente quente e úmida, mas apertada. Hesitei por um momento se a garota era virgem, mas descartei a ideia logo em seguida. Ela se apoiou no meu peito e começou a subir e descer provocando a penetração. Eu não conseguia acreditar que tinha uma garota como ela em cima de mim transando. Mas eu gostei muito. Isso e aproveitar uma sessão de sexo ao vivo ao meu lado...

"Não se esqueça de mim", Silvia sussurrou ao meu lado. Nós nos olhamos nos olhos e nos fundimos em outro beijo. Apesar de estarmos sendo fodidos por nossas amigas, ela e eu nos sentíamos um pouco mais próximos. Nossas mãos se uniram enquanto Alba continuava dando prazer a ela esfregando suas bocetas uma na outra, e Maira introduzia meu pau subindo e descendo sobre ele.

"Vocês são um par de pombinhos", disse Alba, "mas... aaaah... hoje vocês são nossos também... ah... Silvia... estou quase lá..."

"Eu também..." ela disse. Seus lábios se encontraram, mas eu não pude me sentir sozinho pois Maira desceu para um beijo. Nossas mãos percorreram o corpo um do outro enquanto nos aproximávamos do orgasmo. Ela acelerou um pouco mais o ritmo e finalmente eu gozei dentro dela, um clímax que soube a glória. Porra, isso sim que era uma "noite boa".

Alba veio até mim. Nós nos deitamos de lado e separamos as pernas, perfeitamente sincronizados. Enterrei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a chupar sua buceta enquanto ela devorava minha ereção. Caralho, essa ruiva. Sempre achei que ela fosse puritana... e ela era mais puta ainda. Mas melhor para mim, pois eu estava me divertindo muito. Enterrei minha língua enquanto sentia a dela me dando prazer em todo meu pau.

Ao nosso lado, embora eu mal pudesse ver, Maira tinha tirado um dildo da mesinha de cabeceira da Alba, daqueles com cinturão, e estava fodendo Silvia com uma delicadeza requintada. Mas ela estava cansada de ficar tão submissa, e mudaram de posição. Maira sentada na cama, acariciando a bunda de Alba enquanto Silvia subia e descia no falo de plástico.

Eu não estava disposto a me deixar dominar por elas, então nos movemos e eu fiquei ao lado de Maira, com Alba sentada sobre mim. Ela subiu e desceu, mas logo segurei seus quadris e comecei a mover os meus para enfiá-la livremente. Eu ia gozar muito em breve. Maira tinha me imitado, e agora segurava Silvia sobre ela enquanto a metia num ritmo gostoso. Ela voltou a beijar Alba lentamente e me deu outro beijo rápido, antes de juntar seus lábios com os de Maira.

“Quer me beijar? Ou prefere meus peitos?”, Alba me provocou.

“Por que escolher?”, perguntei com malícia. Ela concordou e me deu um beijo terno nos lábios antes de me deixar chupar seus peitos. Eles tinham um gosto incrível, e a sensação também. Finalmente gozei, exausto como estava. Caímos os quatro na cama, acabados.

“Acha que tá pronto pra outra rodada?”, perguntou Alba, apalpando meu pau.

“Preciso… de um momento…”, pedi. Silvia nos olhou com ciúmes.

“Calma, querida… eu tava pensando em algo diferente”, disse a ruiva.

Antes que eu pudesse perceber, me colocaram de quatro na cama, e Alba estava atrás de mim. Ela tinha colocado o cinto com dildo, que como descobri então, tinha duas pontas, uma delas dentro da própria boceta dela. Na frente da minha cabeça eu conseguia ver a xota de Maira, que ainda não tinha tido o prazer de receber meu cunilíngua. Sobre ela estava Silvia, que já tinha na sua intimidade a língua da morena.

“Alba… tô com medo…”, confessei.

“Não se preocupa. Se doer eu paro, mas olha”, senti que ela pegou meu dedo e colocou sobre algo com textura úmida, “eu lubrifiquei ele com todo meu amor. E não é muito grande, tá?”

“Tá… tá…”, disse. Mas com medo que pudesse me machucar, me aprofundei na boceta de Maira e a devorei com avidez, me concentrando no seu sabor e não no que Alba estava fazendo atrás de mim. Lembro de uma sensação fria na minha bunda naquele momento. Eu grunhi um pouco. Alba não tinha mentido para mim. Pela metade. Era verdade que não doía… mas incomodava e eu sentia o brinquedo separando minha bunda. E mesmo assim, ele tinha deslizado para dentro com total suavidade. Era assim que se sentia? Talvez não fosse tão ruim. Ele não se comportou mal, e me fodeu com um ritmo deliciosamente lento enquanto eu dava meu melhor oral em Maira e ela comia a Silvia. A noite durou um pouco mais. Considerando que não era justo que eu ficasse sem um último orgasmo, Maira e Alba colocaram Silvia sentada na cama e eu em pé na frente dela. Eu a vi com medo começar a devorar minha ereção, mas apesar de sua timidez, eu sentia o carinho com que ela estava fazendo isso. Eu também a vi sendo beijada e tocada por nossas amigas, que de vez em quando assumiam o revezamento, mas só por um momento, antes de deixar que fosse ela quem me fizesse gozar. “Acho que a nossa coisa poderia funcionar”, disse Silvia. “É. Bom, isso é um pouco estranho”, eu disse. Ela estava apoiada em mim… mas Alba e Maira estavam ambas abraçadas a nós. “Nós damos nossa bênção”, disse Alba. “Mas somos nós que conseguimos vocês ficarem juntos. Acho que merecemos uma pequenaparticipação“Na nossa relação”.

“Vamos, que de vez em quando vocês deixem a gente se juntar”, esclareceu Maira. “Pelo menos enquanto não tivermos namorado… uma noite como essa é muito boa”.

Silvia e eu nos olhamos e assentimos devagar. Tínhamos curtido a experiência, não tinha motivo pra recusar repetir.MEUS OUTROS CONTOSpassem, vejam e aproveitem 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1,Capítulo 2,Capítulo 3,Capítulo 4,Capítulo 5,Capítulo 6,Capítulo 7,Capítulo 8,Capítulo 9,Capítulo 10,Capítulo 11,Capítulo 12,Capítulo 13,Capítulo 14,Capítulo 15,Capítulo 16,Capítulo 17,Capítulo 18,Décimo nono aniversário com minhas primas

Sara, namorada trans(continuando)Autoexperimentando,Fantasía: trocando de papel com minha namorada,Recebi ajuda da minha amiga especial,Trio com um casal de amigos,Massagem com final mais que feliz,Às ordens da minha amiga trans,Polvo com minha ex… e minha namorada,Vestido para minha namorada (trans),Viciado em pau transsexual,Quarteto bissexual (ou algo parecido),Fim de semana com os amigos (I),Fim de semana com os amigos (II),Ajudando uma amiga

A amiga da minha filha(continuando)A amiga da minha filha se declarou pra mim,A escolha da amiga da minha filha,Trio proibido,Reconciliação tabu,A namorada da minha filha

Meus amigos(continuando)Confissões dela,Confissões dele,Noite de putaria

Contos curtos
A garota do trem,Por um erro,Me pediram um favor,Fantasias dela, fantasias dos doisOlá! Estou aqui para traduzir seu conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro de forma natural e envolvente. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduzisse.Duas gerações,Tarde proibida com a irmãzinha,Férias no hotel,(Outra) tarde proibida com a irmãzinha.

0 comentários - Tres no son multitud, cuatro es placer