A filha do Luís em Claypole. A Andrea não para de se meter no meu quarto, revira minhas coisas e me fala: "tira a roupa, sua puta, adorei ontem à noite". Eu falo que não, nem louca, e ela me agarra pelos peitos, começa a apalpar por cima da minha blusa. Isso foi só o começo; quando deu meia-noite, eu tava de quatro, enfiada com o dildo no cu, a mão dela na minha buceta, e já tínhamos gozado várias vezes. Era lindo, eu amava tudo. Às dez da manhã, acordei com a rabeta arrombada, o dildo ainda dentro e o estrapon que não deixava vazar nada. Ela fala: "olha, você tá uma puta arrebentada, agora vai querer que todo mundo te coma, todo santo dia". Ela vira e ri: "sua rabeta vai sentir minha falta. À noite, vamos na casa da tia". E fomos. Não tava nem aí pra nada, nem pro meu irmão, nem pra minha mãe — tava uma puta fogosa demais, mudança grande demais pro segundo dia. E ela tinha tirado isso de mim, do meu interior, do meu ser mais escondido, acendeu o fogo, tava me transformando numa puta. Me fez subir na costeira, bancos bem altos, sentei do lado da janela. Ela enfia a mão debaixo da minha rabeta, e a cada lombada que a costeira pegava, ela me excitava, e eu gemia cada vez que ela fazia pressão na minha rabeta, empurrando pro fundo de mim. Foi tanto, e tão excitante, que em meia hora de viagem eu já tava toda molhada. Descemos, entramos na casa da minha tia, e ela fala pra eu ir no banheiro me limpar. Eu, puta arrebentada, quando ela entra, corro pro banheiro, me desnudo e entro no chuveiro. Tava metendo e tirando o dildo da minha rabeta, tava super quente, excitada, enfiando o dildo. Eu tinha amado tudo aquilo de arrombar minha rabeta toda hora, tava me fazendo sentir feliz. Meu cu inteiro era uma panela popular, tava enorme, arrebentado. E a filha da puta fala: "você tá pegando fogo", me olhando da porta, tão pequenininha e fogosa, ela fala. Fica atrás de mim, mete dois dedos, enfiou o dildo com os dedos e me bateu uma bronha por um tempo. Era genial, eu não sentia mais nada além disso. prazer, a gente se beijou e foi pra cama, lá ele brincou com minha bunda por mais um tempinho, não conseguiu me fazer gozar, mas fiquei aberta igual uma flor, foi lindo. Coloquei o dildo nela e até o vibrador, ele falou "vamos pra sua casa", chamei meu pai, ele foi nos buscar e a gente foi. Ela ficou com o dildo a noite toda, até o dia seguinte, e me disse "deixa comigo hoje, amanhã você fica com ele pra sempre". Minha mãe chegou chorando, meu irmão tinha morrido, meus pais se separaram, e eu não conseguia acreditar quando minha mãe se enforcou, em casa. A gente mudou de La Plata e foi morar em Claypole, numa casa que meu pai tinha quando era criança. Meus costumes mudaram, minha escola, minhas amizades, tudo. Em La Plata eu era uma mocinha e em Claypole virei uma favelada. Tudo em mim mudou, até o jeito de me vestir. Minha prima Andrea eu nunca mais vi, e agora moro com meu pai (Luis...).
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