A filha do Luis morava na prata

A filha do Luís. Depois de tanta treta com o tráfico de pessoas, aquele rolê das menores e a menina de 16, eu me sentia muito mais segura na rua, sei lá por quê, talvez fosse pra denunciar quem me estuprasse ou algo assim, não sei dizer, kkkkkkkkkk, questão é que me sentia super segura. Não vou falar minha idade exata pra não ter problema com o Poringa, mas vou contar que falta 1 ano e meio pra eu ser maior de idade. Vou pra escola secundária, e já tô com uns tesão do caralho, não sou puta, ainda. Mas vejo pornô o tempo todo, acho que se eu fosse homem, minha vida seria mais fácil, além disso, vejo muito lésbico, adoro mulheres, mas amo mais pica se for gostosa e grossa, até agora não experimentei muitas, mas tenho um consolo de 20 cm que é meu amigo, vive quase 24 horas comigo, literalmente mais dentro do que fora, vou dar um resumo de como conheci ele, pra vocês entenderem por que me apaixonei e nunca mais larguei. Um dia fomos na casa da minha tia solteirona, cuidar da casa, eu e minha prima, a mais putona de todas. Saímos da escola, minha mãe me deu as chaves e mandou dar comida pros cachorros, minha tia tava viajando, então a gente cuidava da casa. Um dia fui com a Andrea, minha prima, ela tem 22 e um tesão danado. Mal entramos, ela já vinha falando de sexo, tanto que me deixou com um puta tesão. Entramos, ela sumiu, eu dei comida pros cachorros e fui procurar ela. Encontrei ela revirando gavetas, e nisso a buzina do carro do meu pai tocou. Quando eu ia pra casa da minha tia, meu pai sempre passava pra me buscar. Nesse dia em particular, minha prima tava junto, e saímos as duas, subimos no carro e fomos pra minha casa. Não teve muito diálogo, o normal, além do mais meu pai é muito sério. Quando chegamos em casa, fomos pro meu quarto, onde íamos dormir juntas, vimos TV e nos divertimos um pouco até dar 22h da noite. Eu tava na minha cama e a Andrea no chão. Naquela noite, acordei às 2 da manhã pra ir ao banheiro e vi algo surpreendente. Ela estava dormindo, com a mão na buceta, parecia que tinha se tocado sozinha. Admito que não percebi de cara, e comecei a admirar os peitos dela, eram lindos, redondos. Deitei do lado dela, nem sei por quê, ela começou a me acariciar, eu também, e comecei a pegar nos peitos dela, me excitavam muito. Na bunda dela senti algo duro, na entrada, apertei de novo e tava certo. Na terceira vez, em questão de segundos, ela ficou de quatro e eu comecei a esquentar ela, tocando a buceta dela. Não demorou nada e ela começou a se mijar toda, tava gozando em segundos. Tirei minha mão da buceta dela, toda molhada, e ela guiou minha mão até a bunda dela. Comecei a empurrar a coisa preta que tinha lá, e não era nada mais que um pênis de plástico, pequeno mas grosso na ponta, um strapon. Quando tirei, ela gemia feito uma puta no cio, e enfiei de novo de uma vez, porque tava cheirando a merda, forte demais. E comecei a garchá-la, falando que ela era uma puta do rabo. Bati punheta com o strapon até ela gozar de novo. Os orgasmos foram tão fortes que apareceu uma coisa no cu dela. Eu fiquei parada, quase imóvel, e ela tava no êxtase, uma doida tendo convulsões, hahahaha. Vejo que ela fica de quatro e me entrega a bunda, e na entrada uma coisinha redonda aparecendo. Passei um dedo, dois, e agarrei e comecei a puxar pra fora. Era um choto lindo e gordinho. Falei: "Então por isso você tava tão doida". Ela sorriu pra mim e disse pra eu tirar. Comecei a puxar e era interminável, media uns 20 centímetros, era bem comprido. Quando tirei, ela se jogou em cima de mim, me dando um beijo longo e lindo que me chocou. Ela segurou minhas mãos firmes e falou: "Por favor, me come". Tava sujo de bosta na ponta, era um nojo, então senti ânsia de vômito com o cheiro e saí correndo pro banheiro. Atrás de mim chegou a Andrea, e me beijou de novo. Entramos no chuveiro e tomamos banho juntas. Foi lindo, tanto que ela começou a dilatar minha bunda com sabão, pegou um creme e me... começa a acontecer, pelo buraquinho do cu eu sentia como ele começava a meter os dedos, começa com dois e era uma dor forte no começo, mas depois de brincar com minha bunda começou a gostar, tanto que me deu um orgasmo, só enfiando os dedos, foi lindo, fomos pro meu quarto, e uma vez lá, pega o dildo de 20 centímetros e começa a meter devagar, sentia dor em tudo, até pensei que ia rasgar meus intestinos, fomos pro banheiro de novo onde me lavo e higienizo a bunda por dentro metendo aquele pau, foi alucinante, as mãos dela não paravam de se mexer e eu não parava de gemer, foi lindo, senti que enfiou tudo e empurrou com o dedo, até o fundo, foi maravilhoso, eu tava segurando na torneira, e a água escorria nas minhas costas. Ela começou a me tocar a buceta, enfiando os dedos, começou a me beijar apaixonadamente, e me arrancou outro orgasmo, o brinquedo continuava na minha bunda, e ela disse pra não tirar que ia me dar de presente, como pude andei um pouco, e tava tudo dentro, me sentia desconfortável e dolorida, e aí ela me pegou pelo cabelo e fez eu chupar a buceta dela, eu lambi com carinho e ela começou a empurrar minha cabeça pra barriga dela, mais e mais, pegou minha bunda e me virou de lado fazendo eu chupar a buceta dela, começou a enfiar os dedos no meu cu, mais e mais fundo, eu tava com dor e ela tava curtindo, quando eu já não aguentava mais a dor porque ela tava enfiando os dedos, ela disse que eu ia ser mais puta que uma galinha, e pegou o pinto pequeno que era um strap-on e começou a brincar no meu cu, eu tava doendo tudo, e não aguentava os dois, era ruim, não gostava, mas naquele instante que eu ia tirar, ela gozou na minha boca, me deu de presente o orgasmo dela, e soltou todos os líquidos em mim, foi maravilhoso, caímos na cama, e dormimos juntas, no outro dia tava doendo tudo, as pernas, o cu, a buceta, tinham me moído de pau, e aí quando levantei percebi que Eu tava com o brinquedo enfiado no meu cu, foi lindo saber que eu tava feita uma puta. Levantei pra ir no banheiro, com minha roupa pra tomar banho, sem ter tirado ele de dentro de mim, fui andando e entrei. Quando ia tirar ele, minha mãe entra no banheiro, me manda me apressar, que tinha acontecido algo com meu irmão. Ela fala pra eu não tomar banho e ir com ela, então vesti a calça jeans e saímos as duas correndo. Quando entrei no carro do meu pai, o primeiro buraco me lembrou que eu tinha um consolo enfiado no cu. Foi lindo sentir aquilo, me senti suja, nojenta e com cheiro de orgasmo. Fiquei no hospital, sem mentir, umas quatro horas, totalmente distraída, até que bateu vontade de fazer xixi. Não aguentava mais, além do mais tava escorrendo, a porra toda. Entrei no banheiro, sentei no vaso e tirei o vibrador e o dildo. Me senti vazia, tinha merda na ponta, era uma puta porca mesmo. Como eu levava na mochila, deixei com a minha mãe. Fiz minhas necessidades, tranquei a porta, lavei bem e enfiei de novo. Tava suja, era muito suja. Quando saí, minha mãe pediu pra eu ir em casa buscar roupa com meu pai. Quando entrei no carro, meu pai pegou um atalho cheio de buracos. Foi incrível, amei. Não falei nada com ele, tenho certeza que ele não percebeu nada, porque tava muito nervoso por causa do meu irmão. Quando cheguei em casa, falei pra ele me dar 15 minutos, que ia no banheiro me trocar. Fui pro chuveiro, tirei, lavei e guardei no meu quarto. Minha prima já não tava mais lá. Senti que tava faltando alguma coisa. Quando voltamos pro hospital, dormi e acordei quando minha mãe tava entrando no carro. Ela falou que iam ficar no hospital aquela noite e perguntou se eu podia ficar em casa sozinha. Falei que sim. Quando cheguei, a Andrea tava lá. Eram 8 da noite e minha mãe pediu pra Andrea ficar comigo pra fazer companhia. Eu falei que não precisava, mas minha mãe insistiu. E aí começou meu calvário de puta, a puta do cu.

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