Destroçando minha enteada

Começo me descrevendo: sou um homem de 29 anos, casado, meço 1,70m, cabelo castanho, corpo cheinho, com uma piroca de 16 cm grossa. Minha mulher, Maria, tem 37 anos, 1,60m, embora mais velha que eu, é muito gostosa, morena, cabelo preto, uma bunda de infarto e uma buceta que marca de longe — isso é uma das coisas que mais a enche de orgulho e me mata, porque ela sempre usa fio dental. Os peitos são normais, não muito grandes e meio caídos. Ela e eu moramos com a filha dela, de 18 anos, chamada Ana, 1,57m, que é uma belezinha igual à mãe: morena, com uma bunda impressionante como a da mãe, embora não dê pra ver aquela buceta gostosa igual da mãe, mas tem os peitos mais empinados graças à juventude.

Isso que vou contar aconteceu há uns dois anos, quando o sobrinho dela, de 17 anos, chamado Lennin, veio passar uns dias em casa, vindo de Puerto Ordaz, já que moramos em Maturín, Venezuela. Tudo correu normal, a gente bebia nos fins de semana, tudo tranquilo, até que ela recebeu uma ligação dizendo que precisava ir a uma cidade vizinha visitar uma amiga doente e levar uns remédios. Ela foi numa sexta de manhã, e já no fim da tarde Lennin e eu estávamos bebendo. Chamei a Ana pra se juntar a gente, falei pra ela aproveitar que a mãe não estava, já que ela não gostava que a filha bebesse, e dei uma cerveja pra ela. Ficamos bebendo e conversando animadamente até anoitecer. Ela disse que ia fazer umas arepas e foi pra cozinha. Pouco depois, fui atrás dela, levei outra cerveja, e ficamos conversando. Aos poucos, fui me aproximando pra roubar um beijo, mas ela desviou várias vezes. Até quando ela estava de costas, eu me encostava nela e dizia que ela estava muito linda, e aproveitava pra encostar meu pau na bunda dela. Ela só ria e se afastava. No fim, comemos e continuamos bebendo.

Pra entrar mais no clima, comecei a dançar merengue com ela, esfregava tudo. Lennin não percebia nada, porque as luzes estavam apagadas. Numa dessas, ela foi tomar banho. Quando saiu do banheiro, falei: "Veste algo confortável. que eu também vou tomar um banho pra continuar dançando. Ela me olhou com cara de safada e não disse nada. Já tava percebendo que meu plano tava funcionando. O tesão e o álcool já tavam fazendo efeito nela rapidinho. Fui tomar banho, nem sentia a água caindo no meu pau, porque já tava estourado há um tempão e nem sentia mais. Quando saí, coloquei um short azul e uma camiseta branca. Minha surpresa foi encontrar ela na sala sentada com uma mini bata semi-transparente, bebendo. Quando vi, não consegui disfarçar minha ereção que voltou com tudo. Pensei que o Lennin ia estar com os olhos saindo da cara ao ver a prima assim, mas era o contrário, ele tava todo choroso olhando pro celular, porque a namorada tinha terminado com ele há uns dias. Imagino que ele tava mandando mensagem pra ela.

Me aproximei, falei no ouvido dela como ela tava linda. Ela só conseguia sorrir. A gente sentou no sofá grande pra beber. Passei a mão por cima do ombro dela e ficamos conversando um bom tempo, até que colocaram uma música que ela gosta e eu convidei ela pra dançar, coisa que ela aceitou sem hesitar. Ficamos dançando bem colados, porque era merengue. Eu encostava tudo nela, e ela, longe de se afastar, só se grudava mais. Ao sentir o contato do meu pau com o corpo dela, numa dessas eu mordia a orelha dela, beijava o pescoço, sempre atento pra ver se o Lennin não tava olhando. Agarrei a bunda dela. Minha surpresa foi grande: ela tava usando um fio dental, sei porque a Ana só usa cacheteros. Ali eu enlouqueci e agarrei a bunda dela com as duas mãos e beijei ela, coisa que ela recebeu animadamente.

Quando lembrei do Lennin, virei, mas ele não tinha percebido nada. Coloquei um reggaeton e começamos a dançar mais agressivamente. Encostei ela na parede, levantei a bata dela, tirei meu pau pra fora e fiquei esfregando nas nádegas dela. Ao sentir a buceta dela muito molhada, encostei ela num móvel, claro, de costas pro Lennin, puxei o fio dental pro lado e meti no ritmo da música. Era o paraíso. Ela tava bem apertada. Eu tentava tampar a boca dela pra não fazer barulho. Gritei pra caralho, fiquei congelado quando o Lenin se levantou e passou do nosso lado, mas foi pro banheiro sem perceber nada, graças às luzes apagadas. Tirei ela de lá e fomos pro meu quarto, eu ainda com o pau pra fora. Ao entrar, fechei a porta, acendi a luz, beijei ela, coloquei na cama e aí pude ver naquela bata semi-transparente uns peitos lindos, médios, com mamilos marronzinhos. Devo dizer que os mamilos da Maria são avermelhados, puxando pro rosa. Tirei a bata e chupei eles, depois fui descendo até a buceta dela, que só tava coberta por um pedacinho de pano da calcinha fio-dental da Maria. Reconheci na hora. Afastei e comi a buceta dela. Ela gozou umas duas vezes, me esforcei pra caralho, verdade. Fazia tempo que queria comer aquela buceta e ia aproveitar meu tempo, já que não sabia se ia se repetir.

Depois pedi pra ela me chupar. Ela disse que não sabia como fazer, que nunca tinha feito. Mais ainda, confessou que nunca tinha recebido sexo oral, porque só tinha tido um namorado e pelo visto eles não passavam do papai-e-mamãe. Falei pra ela não se preocupar, que ia ensinar, e meti meu pau na boca dela. Ela raspava com os dentes, mas eu aguentei, era a primeira vez e não queria deixar ela mal. Ela se esforçava. Aguentou um tempo, aí tirei e beijei ela. Abri as pernas dela e meti devagar. Adorava ver a cara dela sendo penetrada pelo padrasto. Coloquei os pés dela nos meus ombros e fodi como um possesso, forte, sem me importar com os gritos dela, porque tinha deixado a música alta. Ficamos assim um bom tempo. Depois ela montou em cima de mim e uauuu, que linda ela tava pelada, com aquele par de peitos cavalgando meu pau. Coloquei ela de quatro, abri aquele cu e chupei ele. Ela ficou louca, mas na hora de meter o pau, ela não quis porque doía muito. Aí fiquei na vontade, mas fiz ela prometer que aquele cú virgem ia ser meu, de mais ninguém. Ela disse sim, com olhos chorosos, mas que ainda não, porque doía muito. Gozei nos peitos dela e ela gozou. Outro orgasmo, ela me disse que era impressionante, que perdeu a conta de quantos orgasmos tinha tido. Claro, não é tudo mérito meu. Imagino que também influenciou o tesão de saber que estava transando com o marido da mãe dela. Isso deve ter pesado. Ficamos os dois pelados no quarto, mas quando acordei, ela já não estava. No dia seguinte, tudo correu normal, só uns olhares safados, mas não voltamos a falar do assunto. E a Maria voltou no outro dia, como se nada tivesse acontecido.

3 comentários - Destroçando minha enteada

faltan fotos... y q pasó, seguiste teniendo sexo con ella?
fotos puedo poner fotos referencia por los momentos ya que soy nuevo en esto hasta que las logre convencer de hacer subir fotos certificadas y pues si la verdad que iré subiendo poco a poco lo que a pasado en mi vida después que me mude con ella