Uns anos atrás, na minha própria casa, numa noite de bebedeira, eu transei com o irmão do meu marido. Naquela noite, a gente tinha feito uma festa em casa e meu marido decidiu sair com um dos amigos do bairro e ficar bebendo na casa dele. Claro que eu tava furiosa porque ele me deixou mais uma vez sozinha com a responsabilidade de despachar todo mundo em casa e arrumar as coisas.
O que meu marido não sabia, ou não lembrava, é que mais cedo a gente tinha falado pro irmão dele que ele podia ficar pra dormir no quarto vazio do primeiro andar da nossa casa.
Não vou mentir, eu tava tão puta com meu marido que fui eu mesma que entrei no quarto do primeiro andar e sentei na cama com meu cunhado. Eu tinha tirado os saltos, tava descalça com meu vestido curto e sabia muito bem que tava parecendo sexy e provocante. Eu sabia muito bem que tava brincando com fogo ao entrar num quarto com um homem bêbado vestida daquele jeito, mas como eu disse antes, eu tava bêbada e não lembro de ter parado pra pensar nas consequências.
Meu cunhado tava bem bêbado igual a mim, e, como qualquer um imaginaria, ele ficou de pau duro olhando todas as minhas pernas de fora. Ele chegou perto de mim, primeiro colocou a mão nas minhas coxas e, depois de um tempo, começou a me beijar na boca. A gente tava se beijando em cima da cama, então foi só um pequeno movimento pra, de repente, ele estar por cima de mim, me beijando e enfiando a mão por baixo do meu vestido.
Lembro que por um momento a gente ouviu um barulho na casa e nós dois paramos, com medo de que fosse meu marido. Eu sabia que meu marido pelo menos ia demorar umas duas horas bebendo com o amigo, mas também não podia ter 100% de certeza de que ele não voltaria.
Nós dois já tava muito excitados pra parar e, sem dizer uma palavra, a gente simplesmente continuou se beijando e decidiu arriscar. Acho que naquele momento de loucura, o risco do meu marido nos pegar naquela situação Era isso que me excitava mais.
Meu cunhado abaixou minha calcinha fio-dental por baixo do vestido e pelas pernas, levantou minha saia, abriu a calça e, assim, semivestidos, me segurou pelas pernas e meteu. Doeu um pouco pela brusquidão com que me penetrou e porque o pau dele estava duríssimo, mas ao mesmo tempo não posso negar que gostei pra caralho. Começamos a transar em cima da cama, claro que foi um sexo muito apaixonado, forte e até vulgar, mas eu estava bebada, louquinha, e naqueles momentos era exatamente assim que eu queria que ele me pegasse.
O sexo não durou muito, acho que foram uns 15 minutos, mas pra mim foi suficiente, tirei toda a vontade de ter um sexo vulgar e mundano. Meu cunhado começou a meter mais forte, a gemer mais alto, e de repente senti que ele começou a gozar dentro de mim. Ele não tinha colocado camisinha e, na real, eu poderia ter engravidado, mas acho que ele quis se dar ao luxo. Felizmente, não engravidei.
Fui dormir no meu quarto e senti meu marido chegar horas depois. Claro que fingi que estava dormindo pra ele não se aproximar de mim. No dia seguinte, meu cunhado e eu nos encontramos na cozinha com meu marido pra tomar café da manhã. Claro que ambos agimos como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
O que meu marido não sabia, ou não lembrava, é que mais cedo a gente tinha falado pro irmão dele que ele podia ficar pra dormir no quarto vazio do primeiro andar da nossa casa.
Não vou mentir, eu tava tão puta com meu marido que fui eu mesma que entrei no quarto do primeiro andar e sentei na cama com meu cunhado. Eu tinha tirado os saltos, tava descalça com meu vestido curto e sabia muito bem que tava parecendo sexy e provocante. Eu sabia muito bem que tava brincando com fogo ao entrar num quarto com um homem bêbado vestida daquele jeito, mas como eu disse antes, eu tava bêbada e não lembro de ter parado pra pensar nas consequências.
Meu cunhado tava bem bêbado igual a mim, e, como qualquer um imaginaria, ele ficou de pau duro olhando todas as minhas pernas de fora. Ele chegou perto de mim, primeiro colocou a mão nas minhas coxas e, depois de um tempo, começou a me beijar na boca. A gente tava se beijando em cima da cama, então foi só um pequeno movimento pra, de repente, ele estar por cima de mim, me beijando e enfiando a mão por baixo do meu vestido.
Lembro que por um momento a gente ouviu um barulho na casa e nós dois paramos, com medo de que fosse meu marido. Eu sabia que meu marido pelo menos ia demorar umas duas horas bebendo com o amigo, mas também não podia ter 100% de certeza de que ele não voltaria.
Nós dois já tava muito excitados pra parar e, sem dizer uma palavra, a gente simplesmente continuou se beijando e decidiu arriscar. Acho que naquele momento de loucura, o risco do meu marido nos pegar naquela situação Era isso que me excitava mais.
Meu cunhado abaixou minha calcinha fio-dental por baixo do vestido e pelas pernas, levantou minha saia, abriu a calça e, assim, semivestidos, me segurou pelas pernas e meteu. Doeu um pouco pela brusquidão com que me penetrou e porque o pau dele estava duríssimo, mas ao mesmo tempo não posso negar que gostei pra caralho. Começamos a transar em cima da cama, claro que foi um sexo muito apaixonado, forte e até vulgar, mas eu estava bebada, louquinha, e naqueles momentos era exatamente assim que eu queria que ele me pegasse.
O sexo não durou muito, acho que foram uns 15 minutos, mas pra mim foi suficiente, tirei toda a vontade de ter um sexo vulgar e mundano. Meu cunhado começou a meter mais forte, a gemer mais alto, e de repente senti que ele começou a gozar dentro de mim. Ele não tinha colocado camisinha e, na real, eu poderia ter engravidado, mas acho que ele quis se dar ao luxo. Felizmente, não engravidei.
Fui dormir no meu quarto e senti meu marido chegar horas depois. Claro que fingi que estava dormindo pra ele não se aproximar de mim. No dia seguinte, meu cunhado e eu nos encontramos na cozinha com meu marido pra tomar café da manhã. Claro que ambos agimos como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
4 comentários - Braba e no tesão