Vingança: dei chifre no meu marido

Olá, meu nome é Lupita. Sou branca, de estatura média e magra. Quero contar sobre minha infidelidade, que foi uma forma de vingança contra meu marido. Eu o traí com quem ele menos esperaria, mas isso me deixa inquieta, e contar minha experiência aqui é como um desabafo do que sinto. Casei há 11 anos com José, ele foi meu primeiro homem. Ele é bonito, branco igual a mim, e foi com ele que perdi minha virgindade e me entreguei completamente. Por causa do meu temperamento sexual, com meu pai só cheguei ao prazer oral, mas foi com meu marido, ainda namorando, que me entreguei de vez. A verdade é que tudo era maravilhoso, mas quando casamos e estávamos recém-casados, eu tinha muitos problemas com meu marido por causa das saídas dele com os amigos para farrear. Isso gerava discussões, e eu me recusava a transar com ele como forma de mostrar minha raiva. Assim, ficamos um ano e meio nessa. Graças ao negócio da família do meu marido, eu não precisava trabalhar, mas ele me disse para arrumar um emprego para me entreter e não ficar pensando mal dele, para a gente se dar melhor. Então, fui trabalhar como contadora, que é minha profissão, numa pequena empresa onde meu pai e minha irmã eram gerentes. Lá, trabalhando, eu percebia que Lalo, meu pai, com quem eu dividia muito trabalho — alto, forte, branco —, se insinuava discretamente. Ele me irritava com pequenos detalhes para chamar minha atenção. A relação com meu marido não melhorou; pelo contrário, piorou, porque chegou um boato de que ele estava me traindo com uma vizinha do mesmo bairro. Meu marido negou de mil maneiras, mas eu, sinceramente, não acreditei. Ficamos separados por 15 dias, mas eu não queria fracassar no meu casamento e procurei meu marido de novo para voltar. Poucos dias depois de voltarmos, as coisas continuaram iguais com ele. Eu continuei trabalhando, e quase todos os dias, na hora do almoço, ia para casa comer. Mas Quando meu marido viajava a trabalho, eu ia comer com alguma das minhas colegas, e assim se passaram umas duas semanas. Lalo, meu pai, várias vezes foi com a gente — duas colegas e eu — comer, e já tínhamos quebrado muito o gelo. Lalo e eu éramos mais que pai e filha, éramos amigos e confidentes, já tínhamos nos conectado mais na nossa relação de trabalho. Numa terça-feira, meu marido não estava na cidade, então não iria em casa almoçar, e minhas duas colegas foram resolver um assunto pessoal delas, então só fomos comer eu e meu pai. A verdade é que fomos cada um no seu carro para um shopping perto do trabalho, já que lá tem vários restaurantes de fast food, era onde a gente sempre ia. E lá conversamos sobre mim e sobre ele. Contei que meu marido e eu estávamos tendo problemas, etc., etc., e ele soube me abordar, dizendo que eu era muito gostosa e que não precisava ficar me humilhando com meu marido. No fim, a conversa ficou por isso naquele dia. Quase todo mundo no escritório foi embora bem pontual, e eu fiquei arrumando uns papéis. Não passaram nem 10 minutos do horário de saída, e eu e meu pai ficamos sozinhos. Ele me perguntou se a gente podia conversar de novo e tomar um café. Fomos de novo ao shopping. Como meu marido não estava na cidade, eu não tinha problema se chegasse um pouco depois do meu horário habitual, e além disso, eu ia para a academia depois do trabalho. E como não tava a fim de ir pra academia, aceitei o convite. Ficamos lá no shopping, num café pequeno, conversando de novo, e a verdade é que Lalo, meu pai, me parecia atraente. Depois de uma hora conversando, nos despedimos. Quando eu já estava no meu carro, ele disse: "Sabe, você me encanta" e me roubou um beijo, que foi longo, porque eu tava com vontade, mas com medo ao mesmo tempo de alguém nos ver, já que ele é meu pai e não falta quem vá com fofoca pro meu marido. Como meu carro tinha vidros escuros, ele entrou no banco do carona e a gente se pegou gostoso. Ele acariciou meus peitos por cima da minha blusa e meu... buceta por cima da minha calça e fez eu colocar minha mão na virilha dela e aí senti uma coisa enorme, maior que a do meu marido, porque muitas vezes eu já tinha acariciado ele assim, meu marido, e aí pude confirmar que aquilo era superior ao do meu marido, o que me deixou com tesão, ele disse vamos pro hotel, quer? e eu falei não, e ele disse anda, vamos, eu falei mas vamos no teu carro, e ele disse ok, subimos no carro dele e fomos pra um hotel perto dali, que juro, muitas vezes quando era namorada do meu marido a gente fazia lá, a verdade é que eu sentia prazer em saber que ia me vingar do meu marido, talvez até na mesma cama onde ele me comeu algumas vezes, entramos no hotel que é bem discreto, tem garagem privativa pra cada quarto e nos deram um quarto, eu tava nervosa não por me entregar a um homem que não fosse meu marido, mas com medo de alguém nos ver, mas como o carro do pai tinha vidros escuros, reclamei bem o banco e aí me senti segura, quando entramos e baixaram a cortina da garagem, descemos e entramos no quarto, ao entrar nos abraçamos e começamos a nos beijar de novo, com mais paixão e tesão, mais livremente do que minutos antes no estacionamento do shopping, nos despimos, ele primeiro e depois eu, sem parar de nos beijar e acariciar, sentamos na cama já meio pelados e ele começou a chupar meus peitos, o que me deixa super excitada, adoro, ele fez eu acariciar o pau dele e aí percebi o enorme que era e o quanto sentia falta, quase o dobro do do meu marido e mais grosso, não conseguia fechar minha mão pra segurar ele de tão largo, ele me pegou pela cabeça empurrando levemente pro pau dele e eu me ajoelhei na beira da cama pra chupar o pau dele, que adoro, porque só tinha chupado um assim sem circuncisão, o do meu pai e o do meu marido não, tava que só cabia metade daquele pau lindo e sentia aquele gosto da umidade dele que me deixava mais quente, juro que não cabia na boca. boca no seu grosso, hmm, eu tava me deliciando com aquela pica na minha boca, chupando ela freneticamente enquanto batia uma punheta com as duas mãos, não acreditava no quanto tava difícil de enfiar ela na boca, tinha um sabor maravilhoso, depois, enquanto chupava a pica, comecei a acariciar os ovos dele, ele falava "que boquete gostoso, mama assim, continua assim", hmm, que delícia que você faz, eu tirei ela da boca e falei "é bem grande, bem grossa, adoro", ele perguntou "você gosta do meu tamanho?" e eu respondi "sim, nunca tive uma assim pra mim", ele disse "vem cá", deitou e se acomodou em cima de mim com minhas pernas abertas, começou a meter ela em mim, Ohhhhhhh, eu sentia um pouco de dor e comecei a gritar, e ele gostava mais ainda de como eu gritava, e falava "que apertadinha você é, mamacita, mais que sua irmã mais velha". E eu gemia e gritava mais, sentindo a pica dele entrando e saindo da minha buceta, de uma vez só, que dor, mas aos poucos a dor virou prazer, e eu já gemia e falava pra ele "ooooooohhh, sim, minha vida, me come gostoso, que gostoso que você tem, que pica grossa, quero forte, assim, me dá, continua, continua, filho da puta, você me encanta, ahhhhhhhh, que gostoso, eu sinto, você me esquenta muito, é bem pica, Hummmmmm, eu gosto de transar assim, me dá, me dá, Ahhhhhyyyyyy", então ele começou a acelerar mais os movimentos e falava "você gosta, gatinha? fala se você tá gostando?" "sim, não vê como eu tô molhada, como você me deixa", e ele disse "é que eu gosto que você fale putaria, filhinha", e eu também gosto, respondi, "me fascina, me mata, me deixa louca, me dá mais, me dá tudo, assim, buceta que gostosa, que pica enorme você tem, era isso que eu queria sentir, uma assim como a sua, enfia sua pica, continua, continua, assim, assim, ohhh, ohhh, mais, mais, mais, mais", ele falava "ai, putinha, você é uma putinha desde que eu te comia na universidade..." falei "essa mamacita transa gostoso", nisso eu tive meu orgasmo delicioso, já eram 10 minutos dele me dando gostoso assim, então ele falou "agora fica de quatro", e eu me ajoelhei na cama, ele me deu uns beijos na minha bunda e meteu ela começou a meter, uff, que gostoso, senti ele chegar até meu útero, papai, então ele começou com estocadas suaves, uma e outra vez, até que toda a pica dele estava dentro, eu só conseguia gemer como uma louca…assim, me dá assim… sim, assiiiiim, buceta…bem fundo assim…me dá mais…mete muito mais…assim assim mete tudo…mete mais, lalo…me come, buceta…me fode como quiser, meu rei…buceta…que pica você tem…é tão grandeeee…você me deixa louca, papai…nunca tira, meu amor…faz o que quiser com sua pica…mami, que gostoso, suas nádegas estão lindas, e ele começou a meter, senti deliciosamente minha buceta se abrir de novo aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh, papacito…que gostoso. Enterra toda essa picaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Ele me puxava com mais e mais força…enquanto me dava palmadas gostosas…mmmmmm e eu respondia empurrando minhas nádegas contra ele para enterrar tudo…pegou meus cabelos com as mãos e me puxava mais e mais…mmmmm que gostoso…eu me sentia desmaiar, as bolas dele batiam com força na minha buceta, ele estava me fazendo tão gostoso de um jeito tão selvagem que nunca tinham feito comigo…ele se movia mais e mais com desespero. Aaaaaaaaaaahhhhhhh… papacito…que gostoso…que delicioso você fazeeee…minha buceta estava tão molhada…mmmm…sentia como entrava e saía esse pedaço de carne…enquanto apertava minhas nádegas. – ele dizia vou te destruir toda, igual à sua irmã, vou deixar bem aberta essa buceta que está tão gostosa: como nunca fizeram com você, para quando você transar com seu marido ele saber que você não é mais dele, mas minha, filhinha, sim, papai, me deixa toda abertona, me dááááá, vou gozar…ele não ligou que eu gozei, continuou me comendo com tanta força…me puxava pelos cabelos e me dava palmadas tão gostosas. Minha buceta tremia, nunca me senti tão tesuda… nisso meu celular tocou e eu falei pode ser meu marido e ele respondeu não atende, e eu comecei a gritar não posso atender, me meteram uma pica grande na minha buceta, me deixaram bem aberta, pepe, não posso O celular continuava tocando, ahh, assim mesmo, essa pica tá enorme, eu gritava pro celular que não parava de tocar, o Lalo também gritava e isso me deixou louca de tesão e excitação. Aqui tenho sua velha bem empalada, ela gosta da minha pica grande, não da sua piquinha, cara. Olha que rabão gostoso que sua velha tem, e ela tá berrando pela minha pica. Eu comecei a gozar gostoso pra caralho e o papai também falou: vou gozar, mamãe. Saiu o esperma quente dele dentro de mim... Senti o esperma ardente dele delicioso. A gente se deitou na cama e ele falou: você vai ligar pra ele. Eu disse sim, mas não fala, por favor. Olhei o relógio e já eram 8 da noite. Liguei pro meu marido, ele atendeu e perguntou onde eu tava. Falei que tava na casa de uma amiga que ele conhece. Ele falou umas coisas sobre uns papéis que iam buscar em casa. Eu disse: em 20 minutos tô aí, e desliguei. Falei pro papai: vamos. Ele me deixou no meu carro. Depois daquele dia, a gente virou amantes e, em algumas vezes, com meu marido em casa, eu chegava de foder com o papai. Tomava banho e transava com meu marido, e ele falava: amor, sua buceta tá mais frouxa. Eu respondi: é assim que você me deixa. Claro que ele não sabe que é o papai com a pica dele que me deixa assim. Numa dessas vezes, perguntei pro meu pai sobre minha irmã, como ela transava. Ele falou que só tava com ela e moravam juntos porque ela era a mãe dos filhos dele. Naquela hora, fiquei chocada, não podia acreditar. Meu pai comia as duas e tinha filhos com minha irmã. Passou quase um mês e, estando no hotel, pedi pra ele me dar um filho, já que eu e meu marido não tínhamos nenhum. Ele falou: ok, mas você tem que se divorciar do seu marido. Com tantos problemas em casa, aceitei. E, já grávida da minha filha, saiu a sentença de divórcio. Fomos morar juntos de novo: meu pai, as duas filhas dele e os filhos/netos.

2 comentários - Vingança: dei chifre no meu marido

Naa no es venganza te ancanta la verga de donde sea !!