Olá!! Aqui trago a 3ª parte da minha história com a Nancy, desculpa se for muito longo e espero que gostem!!
Pra quem está entrando pela primeira vez, aqui os links dos dois capítulos anteriores:
Capítulo 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/3300860/Se-me-dio-con-la-veterana-Cap-1.html
Capítulo 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3301994/Se-me-dio-con-la-veterana-Cap-2.html
Tinham passado umas horas desde que eu tinha saído do cyber e eu continuava alucinando com a Nancy. Tava muito vívido tudo que tinha rolado, fechava os olhos e sentia o cheiro dela, o gosto da pussy dela, o corpo dela na minha frente, a boca dela no meu cock… Não pensava em outra coisa senão nela e no que tinha acontecido. Tava mó tesão e isso que a gente ainda não tinha tido a chance de foder!
Eu tinha o número dela, mas ela não tinha o meu, então mandei uma mensagem de texto pra ela me salvar e de quebra marcar presença. "Tô com saudade…" escrevi e um instante depois chegou a resposta dela: "E eu tô com saudade de você, não foi suficiente o de hoje", bastou ler essas poucas palavras pra me excitar de novo e ficar de pau duro. Respondi que pra mim também não tinha sido suficiente e queria mais, e ela respondeu: "Quero ficar com você, primeiro te foder gostoso pra tirar a tesão e depois fazer amor com você". Minha cabeça explodiu, tava obcecado por ela e queria ver ela na hora, mas não dava, então perguntei quando a gente podia se ver de novo. Pra minha desgraça, no dia seguinte ela tinha que viajar pra SP, então não só a gente não ia ficar junto como nem ia ver ela no cyber.
Acho que nem preciso dizer que nesse dia nem fui no cyber, aproveitei pra ir pra piscina com meus amigos e curtir o calor. Mas minha cabeça tava mais no celular, esperando ela me escrever, do que no que eu tava fazendo com meus amigos. Até que finalmente ela me escreveu: "Senti muito sua falta hoje, cara, mas aproveitei e comprei umas leggings novas pra você, que você gosta, uma é branca e marca tudo em mim". Falei que Ficava me provocando de legging e falou que tinha ficado de pau duro e que por isso não podia entrar na piscina, porque ia dar pra ver a ereção. Trocamos mais uns SMS e desligamos porque ela tinha que dirigir de volta. Mas ela disse que, como de tarde ia pouca gente no cyber, ia fechar por umas horas e que a gente podia aproveitar pra se ver. Então no dia seguinte fui no horário que ela falou.
Toquei a campainha uma vez e ela abriu na hora, quando vi fiquei de boca aberta e olho arregalado. Ela tava com uma regata preta que dava pra ver que não tinha sutiã, e a legging branca que tinha me falado. Realmente marcava tudo perfeitamente, bem colada no corpo dela e sem calcinha. Ajustava certinho na silhueta dela, a parte de trás marcava as nádegas redondas e generosas da bunda e entrava no meio delas; e a parte da frente fazia notar os lábios da buceta, uma vulva generosa que eu desejava. "Vai ficar a tarde toda na porta me olhando ou vai entrar?" ela disse e entrei na hora. Me joguei nela e a gente começou a se beijar. Minhas mãos foram direto pra bunda dela, tava fascinado com como parecia e queria sentir aquilo. Ela me acariciava as costas e fazia pressão contra mim pra sentir como eu tava duro. Enquanto a gente se beijava, trocávamos algumas palavras entre gemidos.
-N: Não via a hora de você chegar...
-Eu: Senti sua falta, precisava de você.
-N: E eu de você! Hoje você não escapa, cara, vou te comer como nunca te comeram...
-Eu: Me viola, não tô nem aí.
Fomos pra parte de trás do local onde tem uma cozinha pequena com uma mesinha e um sofá. Ela sentou na mesa e a gente continuou se beijando e apalpando feito dois adolescentes tarados. Tirei a regata dela e chupei os peitos enquanto ela me tocava o pau por cima da calça. Ficamos assim uns minutos até que ela disse que queria chupar ele. Então fomos pro sofá, sentei e deixei ela fazer o que queria. que desejar. Tirei meu pau pra fora da calça, contemplei ele por uns instantes e comecei a bater uma e lamber a ponta. Eu voava de prazer, sentia a língua dela no meu pau, quente e molhada, e gemia de tesão. Ela percebia meu prazer e fazia cada vez mais forte.
“Agora é minha vez”, falei, e levei ela de volta pra mesa. Dava pra ver na legging o quanto ela tava molhada, e comecei a tocar ela por cima da legging até que puxei um pouco pra baixo e comecei a chupar ela. Primeiro passava minha língua no contorno pra fazer ela querer mais, e depois enfiei a língua de vez, fazendo ela soltar um grito de prazer. Continuei por um tempo até que ela disse que queria me foder. Primeiro me fez tirar a legging dela e depois me levou de volta pro sofá. Me fez deitar e subiu em cima de mim. Agarrou meu pau com a mão e levou até a buceta dela, tava tão molhada que entrou sem dificuldade. Enfiou tudo e eu senti que tocava o céu com o pau. Era a melhor buceta que eu já tinha sentido na vida (naquela idade também não tinha conhecido tantas conchas assim).
Ela começou a se mexer de um jeito alucinado que me deixava a mil. Ela se movia e curtia, parecia uma atriz pornô e eu não aguentava mais. Quando estava no auge da luxúria, parou, tirou a rola de dentro e colocou a buceta na minha cara. Agarrei ela pelas bundas e chupava o máximo que podia. Chupar a buceta dela com gosto da minha rola era o melhor, e eu mostrava isso chupando igual um louco. Ela se tocava nos peitos e gemia alto, o que me esquentava ainda mais. Saiu de cima de mim e começou a me beijar enquanto me batia uma. Me fez sentar e ficou de pé na minha frente, de costas. Quis chupar a bunda dela, mas ela não deixou: "Sai, te falei que quem te come sou eu", disse, e começou a abaixar a cintura até colocar em cima da minha rola. Ajeitou com a mão e fez entrar na buceta dela. Assim que entrou toda, começou a subir e descer. Eu estava em êxtase, só sentia ela me montando. Ela fazia tudo, realmente estava me comendo!!
- N: Como eu gosto da sua rola, nenenzinho.
- Eu: Você me mata, mulher, me mata...
- N: Te falei que ia ser assim.
- Eu: É... Não vou aguentar muito mais.
- N: Eu também não... Quero que você goze dentro, assim como a gente tá...
- Eu: Sim, por favor, vamos continuar assim que eu adoro.
Ela começou a mexer a cintura, tava quase gozando. Continuou me montando até terminar, e sentir o orgasmo dela me fez gozar também. Enchi ela de porra mesmo, e nós dois curtimos pra caralho. Do jeito que tava, ela se deitou em cima de mim, eu abracei ela e ficamos assim por um tempinho. Tentando recuperar o fôlego, exaustos, sem falar nada, só sorrindo um pro outro e trocando beijinhos.
- N: Agora sim a gente pode fazer o love hehe.
- Eu: Faz o que quiser comigo, cê é foda, mulher…
- N: Cê me atrai pra caralho, cara, nunca pensei que ia rolar isso comigo.
- Eu: Eu menos ainda, mas é o máximo. Você é o máximo!
- N: Cê é um fofo.
A gente se beijou mais um pouco e ela levantou porque daqui a pouco tinha que abrir a lan house. Foi pro banheiro, se higienizou e se vestiu. Claro, com outra roupa, mais discreta pra atender os clientes. Eu fiquei mais um tempinho, sem energia e, além disso, querendo continuar curtindo o momento. Ela voltou onde eu tava e, ao me ver assim, se ajoelhou e começou a me chupar de novo. “Tenho mais um tempinho”, ela disse e enfiou tudo na boca. Em questão de segundos, eu tava duro de novo e ela aproveitou. Me bateu uma, me chupou, brincou com minhas bolas, fez o que quis, eu não conseguia reagir. Me fez gozar de novo e engoliu minha porra, depois me limpou tudo com a boca e me beijou. Dessa vez o beijo foi mais suave, mas igualmente foda.
Ela foi pro banheiro de novo e depois começou a levantar as persianas. Eu me levantei como pude e fui ao banheiro, me arrumei e fui pra um computador disfarçar. Fiquei um tempo e, quando lotou, fui embora, passei no caixa pra dar tchau e pagar. Ela me olhou de um jeito safado e eu vazei.
Pra quem está entrando pela primeira vez, aqui os links dos dois capítulos anteriores:
Capítulo 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/3300860/Se-me-dio-con-la-veterana-Cap-1.html
Capítulo 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3301994/Se-me-dio-con-la-veterana-Cap-2.html
Tinham passado umas horas desde que eu tinha saído do cyber e eu continuava alucinando com a Nancy. Tava muito vívido tudo que tinha rolado, fechava os olhos e sentia o cheiro dela, o gosto da pussy dela, o corpo dela na minha frente, a boca dela no meu cock… Não pensava em outra coisa senão nela e no que tinha acontecido. Tava mó tesão e isso que a gente ainda não tinha tido a chance de foder!
Eu tinha o número dela, mas ela não tinha o meu, então mandei uma mensagem de texto pra ela me salvar e de quebra marcar presença. "Tô com saudade…" escrevi e um instante depois chegou a resposta dela: "E eu tô com saudade de você, não foi suficiente o de hoje", bastou ler essas poucas palavras pra me excitar de novo e ficar de pau duro. Respondi que pra mim também não tinha sido suficiente e queria mais, e ela respondeu: "Quero ficar com você, primeiro te foder gostoso pra tirar a tesão e depois fazer amor com você". Minha cabeça explodiu, tava obcecado por ela e queria ver ela na hora, mas não dava, então perguntei quando a gente podia se ver de novo. Pra minha desgraça, no dia seguinte ela tinha que viajar pra SP, então não só a gente não ia ficar junto como nem ia ver ela no cyber.
Acho que nem preciso dizer que nesse dia nem fui no cyber, aproveitei pra ir pra piscina com meus amigos e curtir o calor. Mas minha cabeça tava mais no celular, esperando ela me escrever, do que no que eu tava fazendo com meus amigos. Até que finalmente ela me escreveu: "Senti muito sua falta hoje, cara, mas aproveitei e comprei umas leggings novas pra você, que você gosta, uma é branca e marca tudo em mim". Falei que Ficava me provocando de legging e falou que tinha ficado de pau duro e que por isso não podia entrar na piscina, porque ia dar pra ver a ereção. Trocamos mais uns SMS e desligamos porque ela tinha que dirigir de volta. Mas ela disse que, como de tarde ia pouca gente no cyber, ia fechar por umas horas e que a gente podia aproveitar pra se ver. Então no dia seguinte fui no horário que ela falou.
Toquei a campainha uma vez e ela abriu na hora, quando vi fiquei de boca aberta e olho arregalado. Ela tava com uma regata preta que dava pra ver que não tinha sutiã, e a legging branca que tinha me falado. Realmente marcava tudo perfeitamente, bem colada no corpo dela e sem calcinha. Ajustava certinho na silhueta dela, a parte de trás marcava as nádegas redondas e generosas da bunda e entrava no meio delas; e a parte da frente fazia notar os lábios da buceta, uma vulva generosa que eu desejava. "Vai ficar a tarde toda na porta me olhando ou vai entrar?" ela disse e entrei na hora. Me joguei nela e a gente começou a se beijar. Minhas mãos foram direto pra bunda dela, tava fascinado com como parecia e queria sentir aquilo. Ela me acariciava as costas e fazia pressão contra mim pra sentir como eu tava duro. Enquanto a gente se beijava, trocávamos algumas palavras entre gemidos.
-N: Não via a hora de você chegar...
-Eu: Senti sua falta, precisava de você.
-N: E eu de você! Hoje você não escapa, cara, vou te comer como nunca te comeram...
-Eu: Me viola, não tô nem aí.
Fomos pra parte de trás do local onde tem uma cozinha pequena com uma mesinha e um sofá. Ela sentou na mesa e a gente continuou se beijando e apalpando feito dois adolescentes tarados. Tirei a regata dela e chupei os peitos enquanto ela me tocava o pau por cima da calça. Ficamos assim uns minutos até que ela disse que queria chupar ele. Então fomos pro sofá, sentei e deixei ela fazer o que queria. que desejar. Tirei meu pau pra fora da calça, contemplei ele por uns instantes e comecei a bater uma e lamber a ponta. Eu voava de prazer, sentia a língua dela no meu pau, quente e molhada, e gemia de tesão. Ela percebia meu prazer e fazia cada vez mais forte.
“Agora é minha vez”, falei, e levei ela de volta pra mesa. Dava pra ver na legging o quanto ela tava molhada, e comecei a tocar ela por cima da legging até que puxei um pouco pra baixo e comecei a chupar ela. Primeiro passava minha língua no contorno pra fazer ela querer mais, e depois enfiei a língua de vez, fazendo ela soltar um grito de prazer. Continuei por um tempo até que ela disse que queria me foder. Primeiro me fez tirar a legging dela e depois me levou de volta pro sofá. Me fez deitar e subiu em cima de mim. Agarrou meu pau com a mão e levou até a buceta dela, tava tão molhada que entrou sem dificuldade. Enfiou tudo e eu senti que tocava o céu com o pau. Era a melhor buceta que eu já tinha sentido na vida (naquela idade também não tinha conhecido tantas conchas assim).
Ela começou a se mexer de um jeito alucinado que me deixava a mil. Ela se movia e curtia, parecia uma atriz pornô e eu não aguentava mais. Quando estava no auge da luxúria, parou, tirou a rola de dentro e colocou a buceta na minha cara. Agarrei ela pelas bundas e chupava o máximo que podia. Chupar a buceta dela com gosto da minha rola era o melhor, e eu mostrava isso chupando igual um louco. Ela se tocava nos peitos e gemia alto, o que me esquentava ainda mais. Saiu de cima de mim e começou a me beijar enquanto me batia uma. Me fez sentar e ficou de pé na minha frente, de costas. Quis chupar a bunda dela, mas ela não deixou: "Sai, te falei que quem te come sou eu", disse, e começou a abaixar a cintura até colocar em cima da minha rola. Ajeitou com a mão e fez entrar na buceta dela. Assim que entrou toda, começou a subir e descer. Eu estava em êxtase, só sentia ela me montando. Ela fazia tudo, realmente estava me comendo!!- N: Como eu gosto da sua rola, nenenzinho.
- Eu: Você me mata, mulher, me mata...
- N: Te falei que ia ser assim.
- Eu: É... Não vou aguentar muito mais.
- N: Eu também não... Quero que você goze dentro, assim como a gente tá...
- Eu: Sim, por favor, vamos continuar assim que eu adoro.
Ela começou a mexer a cintura, tava quase gozando. Continuou me montando até terminar, e sentir o orgasmo dela me fez gozar também. Enchi ela de porra mesmo, e nós dois curtimos pra caralho. Do jeito que tava, ela se deitou em cima de mim, eu abracei ela e ficamos assim por um tempinho. Tentando recuperar o fôlego, exaustos, sem falar nada, só sorrindo um pro outro e trocando beijinhos.- N: Agora sim a gente pode fazer o love hehe.
- Eu: Faz o que quiser comigo, cê é foda, mulher…
- N: Cê me atrai pra caralho, cara, nunca pensei que ia rolar isso comigo.
- Eu: Eu menos ainda, mas é o máximo. Você é o máximo!
- N: Cê é um fofo.
A gente se beijou mais um pouco e ela levantou porque daqui a pouco tinha que abrir a lan house. Foi pro banheiro, se higienizou e se vestiu. Claro, com outra roupa, mais discreta pra atender os clientes. Eu fiquei mais um tempinho, sem energia e, além disso, querendo continuar curtindo o momento. Ela voltou onde eu tava e, ao me ver assim, se ajoelhou e começou a me chupar de novo. “Tenho mais um tempinho”, ela disse e enfiou tudo na boca. Em questão de segundos, eu tava duro de novo e ela aproveitou. Me bateu uma, me chupou, brincou com minhas bolas, fez o que quis, eu não conseguia reagir. Me fez gozar de novo e engoliu minha porra, depois me limpou tudo com a boca e me beijou. Dessa vez o beijo foi mais suave, mas igualmente foda.
Ela foi pro banheiro de novo e depois começou a levantar as persianas. Eu me levantei como pude e fui ao banheiro, me arrumei e fui pra um computador disfarçar. Fiquei um tempo e, quando lotou, fui embora, passei no caixa pra dar tchau e pagar. Ela me olhou de um jeito safado e eu vazei.
3 comentários - Veterana gostosa (Cap 3)