Un hombre afortunado

Minha namorada se chama Daniela e sempre me fez sentir um privilegiado. Nada do que aconteceu nos últimos dias mudou essa impressão, pelo contrário, só a reforçou. Privilegiado porque ela é uma garota muito gostosa, uma dessas bonequinhas lindas que você sempre admira de longe porque sabe que nunca vai conseguir comer, porque são especiais demais, comportadas demais ou metidas… e também privilegiado, isso é importante, porque o pai dela me deixa sair com ela.
E digo que isso é importante porque o homem é como um cão de guarda que late e morde qualquer pinto que chegue a menos de dois metros da filha dele.
Curiosamente, o pai dela nunca teve essa atitude comigo. Não foi difícil sair com a Dani, ele sempre me recebeu na casa dele com um sorriso. A cordialidade que se estabeleceu entre nós era extraordinária! E ele é um cara superprotetor onde houver! Mas se até tem a casa cheia de câmeras de segurança, caso alguém entre pra roubar… mas comigo era como se ele pensasse que eu nunca teria na cabeça colocar a filha dele de quatro e meter de tudo, menos medo, sem antes casar. E é nisso que também sou sortudo, porque a Dani me entende muito bem. Não somos daquele tipo de casal que sempre tem conversa, é verdade. Não é que não troquemos palavras… mas na verdade somos aquele tipo de casal que está sempre transando a toda hora. Não tem putaria que ela não goste nem existe nada que ela não queira experimentar. Acho que é nisso que me sinto mais sortudo… Então não me surpreendi quando ela trouxe um pendrive cheio de vídeos pra gente assistir junto. Nós já tínhamos visto pornô juntos antes, embora isso fosse diferente.
— Isso não é pornô — ela disse, bem séria — isso são gravações das câmeras de segurança da minha casa…
E então fiquei pasmo: e o que essas câmeras poderiam ter capturado? O que tinha em uns vídeos caseiros pra gente ver juntos?
As As primeiras gravações que a Dani me mostrou eram dela mesma, se despindo pra ir pra cama ou dentro do chuveiro; fazendo as coisas dela no banheiro ou dormindo tranquilamente; trocando de calcinha no quarto dela ou colocando um sutiã. Gravações onde dava pra ver claramente os peitos dela, a bunda, a bucetinha depilada... comecei a ficar com muito tesão, mas ao mesmo tempo percebi que não conhecia tão bem meu sogro.

— Esses vídeos foram gravados pelo seu pai? É pra isso que ele tem câmeras por todo lado? Pra te espionar?
— O que você acha? — ela me perguntou com um sorriso — cê acha que meu pai fica com tesão por mim? Que ele me deseja?
— Não sei... seria muito pesado...
— Tá, seria pesado, mas isso te daria tesão ou não?
E aí eu pensei. Desde que comecei a sair com a Dani, a gente sempre concordou numa coisa: o prazer vinha em primeiro lugar. Não ligávamos pro que a sociedade dizia, a gente se divertia pra caralho e já tinha experimentado de tudo, até troca de casais. Não era erótico o pai dela olhar pra ela com desejo?
— É, tem um puta tesão...
— Sério? Então agora olha esse vídeo...
O vídeo seguinte era diferente, durava uns trinta minutos e nunca vou esquecer na vida.
Apareciam a Dani e o pai dela, no quarto dela. A Dani tava usando uma regata e uma saia não muito curta. O pai dela tava sentado do lado dela, na cama, segurando ela por trás das costas enquanto acariciava a coxa dela com a outra mão.
— Você é uma mulher — dizia o velho — uma mulher gostosa, você não tinha reparado como eu te olho?
— Não, pai... não sabia de nada disso...
— E te dá nojo?
— Não... não me dá nojo...
— Te dá tesão?
E a Dani não respondeu.
— Te dá tesão! Sabia! Você não tem só um corpo do caralho, tem uma mente suja também... — e enquanto falava, a mão dele ia acariciando a parte de dentro da coxa, se aproximando da virilha — não me enganei com você...
— Pai, eu...
— Cala a boca e se deixa levar. levar…
Na minha frente, naquele vídeo, o pai dela aproximava a cabeça dela e beijava ela na boca. Fiquei de pau duro pra caralho vendo aquilo. Dei uma olhada na cara da Dani, do meu lado. Ela tava sorrindo, igual uma criança que acabou de ser pega fazendo uma travessura.
— Isso não é certo, pai…
— Já sei… — disse o pai dela, agora com a mão entre as coxas dela — por isso que eu gosto tanto e é por isso que você tá aqui…
Dessa vez foi a Dani que baixou a cabeça pra beijar o pai na boca. Eles ficaram se beijando por um tempão. O homem acariciava os peitos da Dani por cima da camiseta e ela não perdia tempo, passava a mão no volume dele com gosto.
— Filha… tô há tanto tempo querendo que você toque no meu pau… — ele dizia enquanto a Dani apalpava ele — quero que você chupe ele… sempre fantasiei com você colocando ele na sua boca…
A Dani que tava do meu lado se aninhou no meu ombro e murmurou algo tipo “Maneiro, né?” e a Dani da gravação desabotoava a calça do pai e tirava o pau dele pra fora. Olha só o papai! Tinha um pau bonito e ela enfiou ele inteiro na boca.
— Muito bem, filha… — disse o homem jogando a cabeça pra trás — você faz tão bem quanto eu imaginava…
A Dani da tela chupava com gosto e a Dani do meu lado começou a desabotoar minha calça. Como eu disse, ela me conhecia bem. Qualquer outro namorado que ela tivesse teria ficado horrorizado vendo ela na mão de outro homem e, se ainda fosse o pai dela, nojento. Eu, pelo contrário, tava muito excitado, com o pau quase furando a calça, então eu precisava de uma boa chupada — não era isso que ela também precisava?
— Tira a roupa — disse o pai da Dani na tela — quero ver seu corpo gostoso enquanto você me chupa…
A Dani se afastou do pau do pai de má vontade. Depois começou a tirar a roupa, nervosa. Se livrou da camiseta e logo do sutiã. Os peitos dela não são muito grandes, mas são muito lindos. Depois veio a saia e a calcinha. — "Que corpaço você tem!" — celebrou o pai, batendo uma pra ele — "Mal posso esperar pra te foder… e você? Tá com vontade de ser fodida?"
— "Então, verdade que sim, pai" — disse Dani, deitando de novo no colo do pai — "mas fico pensando na Mamãe… isso não é justo com ela" — e de novo meteu a rola nada pequena na boca —
— "Não pensa nisso…" — respondeu o pai — "sua mãe teve o momento dela, mas agora tá velha, murcha… não tem um corpo jovem e gostoso como o seu…"
— "Que filho da puta!" — exclamei eu, sem conseguir me segurar —
— "Pois é, né?" — disse Dani, sorrindo — "ele é um filho da puta… verdade que essa parte me excita pra caralho…"
— "Sua mãe já não me deixa duro" — continuou o velho — "não igual você me deixa…"
— "É, mas…"
— "Cala a boca e não para de chupar" — disse o velho, empurrando a cabeça de Dani — "Quem liga pra sua mãe? Aqui o que importa é a minha rola!"
— "Que filho da puta, hein!" — falei —
— "É" — disse Dani, pegando o mouse e voltando a gravação pra trás, pra rever o mesmo trecho — "veria mil vezes, puta que pariu como me excita!"
— "Cala a boca e não para de chupar" — disse o velho de novo — "Quem liga pra sua mãe? Aqui o que importa é a minha rola!"
— "Isso!" — exclamou Dani e congelou a imagem com o mouse — "é foda demais…"
Dani começou a se despir. Ficou de calcinha do meu lado e meteu a mão por baixo dela, pra se tocar.
— "Nunca imaginei que trair minha mãe ia me deixar tão tesuda…"
— "Você é inacreditável…"
Ele ligou a gravação de novo. Na tela, continuava chupando a rola do pai. Ele acariciava as costas e a bunda dela, procurando algum buraco pra meter os dedos.
— "Vai meter em mim?" — quis saber a Dani da tela ao sentir os dedos do pai na entrada da buceta —
— "Claro que vou meter!" — respondeu o pai — "tô doido pra enfiar… você é a filha que todo pai gostaria de ter…"
— "Você vai usar camisinha, né?"
— "Claro que não responde o velho — não tenho intenção de gozar na sua buceta, não precisa de camisinha nenhuma…
A Dani que estava ao meu lado se masturbava enquanto olhava a fita. Estava muito excitada. Quantas pessoas têm o privilégio de se masturbar vendo pornô protagonizado por elas mesmas? E ainda por cima, um pornô tão safado como aquele…
— Você está muito molhada — dizia o velho — você é uma vadia — e gemia de prazer — você é uma puta…
O velho se levantou então. Fez a Dani deitar na cama, de barriga pra cima. Com o pau numa mão, usou a outra para explorar a buceta da filha com gosto. Ela gritava, muito excitada, se contorcendo toda.
— Você não sabe como me deixou naquele momento — disse a Dani — o tesão que eu tava…
— Faço ideia — respondi.
Em seguida, o velho segurou os tornozelos dela, abrindo bem as pernas, e enfiou o pau entre as coxas dela de uma só vez. Começou a meter e tirar feito um louco. Dani gritava, e a Dani do meu lado se esfregava com a mesma ferocidade no clitóris.
Eu também me masturbava. Tenho que admitir que aquilo era a coisa mais quente que já tinha visto na tela de um computador.
— Que bucetinha gostosa você tem — disse o pai dela entre gemidos —
— Me dá bem forte! — gritava ela —
E eu? Bem, eu me masturbava com força e tava morrendo de vontade de foder a Dani. O pai dela metia duro e, no final, quando ia gozar, o velho tirou no último momento, tinha uma última coisa a fazer.
— Vem cá — dizia segurando o pau com a mão — vou te dar o que você veio buscar…
E a Dani se aproximou, e o pai segurou a cabeça dela com uma mão enquanto se masturbava rápido com a outra. Gozou no rosto dela, deixando a cara toda melada. Dani abria a boca, boa parte do esperma caiu dentro.
— Isso… — murmurou o pai, quase desmaiando — é isso que eu queria fazer com você… o motivo principal de ter te trazido pro quarto…
O vídeo terminou então.
Quase me joguei em cima dela. Dani. Eu tava tão duro… que ia fazer de tudo com ela ali mesmo, naquela hora. Mas ela, surpreendentemente, me parou, me afastando do corpo dela como se eu queimasse. Não tava entendendo nada.
— Calma, calma — ela dizia — que eu não me seguro…
— E qual é o problema?
— Ainda não… — falou com um olhar safado — ainda tem coisa pra ver… isso aqui não é nada…
Se o vídeo do incesto entre ela e o pai dela não era nada, o que mais aquele pendrive guardava?

Os vídeos seguintes eram parecidos com os primeiros que ela me mostrou, aquele em que ela aparecia trocando de calcinha, sentada no vaso sanitário, no chuveiro… Só que, dessa vez, a protagonista dos vídeos era a irmã mais nova dela.
A Paula tem só quinze anos e é tão gostosa quanto a Dani. Eu não sou um tarado, mas ver a pequena Paula se despindo na frente das câmeras, sem saber que tava sendo gravada quando trocava de calcinha ou tirava a roupa pra colocar o pijama; quando pelada entrava na banheira ou abaixava a calça e a calcinha pra mijar… aquele corpo pequeno e lisinho, de peitos miúdos, de bunda pequena…

— Não é possível — falei pra Dani — ela também espiona a irmãzinha?
— Ué, sim — ela concluiu — não é foda? O velho não tem limite…

O último vídeo de exibicionismo involuntário acabou e a Dani fez uma pausa dramática.
— Se prepara… — ela me disse com o mesmo sorriso malvado de antes — o que você vai ver supera tudo…

O vídeo começou, no mesmo quarto onde a Dani e o pai tinham consumado o incesto e gravado, provavelmente pela mesma câmera.
Na cama, sentada e vestindo uma camisola clara, tava a pequena Paula, com o cabelão nos ombros, a calcinha verde aparecendo por baixo da camisola branca e um sorriso de orelha a orelha no rosto. A Dani, do lado dela, usava só roupa íntima, sutiã e calcinha. Olhava pra irmã, sorria e passava os dedos no ombro dela. De repente, a menina se… Ela levou a mão sorrateiramente entre as pernas e se tocou na bucetinha por cima do tecido da camisola e da calcinha.
— Não pode ser — eu disse.
— Olha só…
O pai incestuoso não estava em cena, mas dava pra ouvir a voz perversa dele.
— Vamos — ele começou a dizer — a câmera tá gravando, comecem a fazer coisinhas uma na outra…
Dani obedeceu, tirando a camisola da irmãzinha. A menina ria sem conseguir evitar, tava visivelmente ansiosa. Dani beijou ela nos lábios. Depois deu outro beijo, só que dessa vez de língua.
— Você gosta? — o pai quis saber.
— Sim… — respondeu a menina — gosto muito…
Dani tirou o sutiã então. Os peitos dela eram lindos e a Paula devia concordar, porque se jogou pra acariciar eles. Dani se deixou fazer até a irmã beijar ela de novo na boca.
Depois deitou ela na cama e tirou a calcinha. Abriu bem as pernas dela, mostrando pra câmera uma bucetinha linda, lisinha e rosada. Dani começou a lamber com gosto, a menina só se deixou levar, fechando os olhos e aproveitando.
— Isso aí — o pai dizia — assim…
Dani ficou um tempão lambendo a pequena. Pra mim, aquilo me excitava pra caralho. Era mais incesto, e lesbianismo. Uma salada entre irmãs… e a inocente da Paula, pervertida daquele jeito pela família…
Parece que o pai não aguentou mais e entrou em cena. Tava com o pau duro, igual a mim, e se aproximou com ele na mão, com um propósito bem claro na cabeça.
As duas irmãs sentaram de novo na cama. Dani guiou a cabeça da Paula pra ela engolir o pau do pai. Nunca vou esquecer aquele momento. O pau do velho, do lado do rostinho da menina, parecia enorme. A pequena ficou olhando pra ele toda boba, como se tivesse na frente um sorvete gigante ou um bolo de chocolate. Abriu a boca o máximo que conseguiu e Dani fez questão de que o pau entrasse pra dentro. Aos poucos, o pauzão foi penetrando igual um trem num túnel, até que as bolas do velho bateram na queixinho da filha pequena. Começou então um vai e vem frenético que fazia o falo entrar e sair, besuntado de saliva, sem dar trégua para a pequena que mal conseguia respirar.
Dani aproveitou para puxar a calcinha pra baixo e começar a se masturbar. A situação não merecia menos.
— Assim — dizia o velho — come, putinha…
— Parece que ela gosta — respondeu Dani —
— Claro que gosta! — exclamou o orgulhoso pai — sempre vi nos olhos dela… a luxúria, o desejo… É uma putinha!
A menina não conseguia respirar, então cuspiu o obelisco de carne que tampava sua boca. A irmã assumiu o lugar, meteu na boca na hora. As irmãs sempre competindo, sempre cobiçando o que a outra tem.
Paula reclamou que a irmã tinha tirado a pica do pai da boca dela.
— Tem pra vocês duas — respondeu ele — não precisa se estranharem…
E assim, as duas irmãzinhas dividiram a pica do papai, chupando agora uma, depois a outra, juntando as bocas no tronco e até se beijando de vez em quando sem conseguir evitar.
Finalmente, Papai não aguentou mais e começou a gozar. O sêmen banhou os rostos das duas filhas abundantemente. As duas brigavam, como irmãs que eram, pra pegar a maior quantidade do néctar grosso na boca, embora fosse tarefa impossível, molhava os rostos delas deixando tudo perdido, então elas não tinham escolha senão, frenéticas, tentar lamber o máximo que podiam, mesmo que estivesse no rosto ou na boca da outra.
O vídeo acabou ali e eu já não aguentava mais. Fiz Dani se deitar no sofá e enfiei os dedos na buceta dela. Tava encharcada e quente, morrendo de vontade de eu enfiar. Aqueles vídeos tinham deixado nós dois a mil, era inevitável, estávamos ambos excitados demais pra adiar mais.
Acho que é preciso ter um faro de detetive pra não ignorar o que tá ao redor e perceber que, na sua frente, um grande mistério tá se formando.
Eu tava tão ocupado Me masturbando e fodendo a Dani, e nem me passou pela cabeça perguntar por que ela tava me mostrando todos aqueles vídeos agora. Tinha um monte. Quantos dias tinham passado desde a primeira vez que o pai dela comeu ela? Quantas vezes o velho tinha aproveitado dela? E da Paula? Quanto tempo tinha passado desde aquela primeira gozada na cara? Era estranho. O lógico era que a Dani tivesse me explicado a parada na primeira vez que o pai dela mostrou que não pensava nela de um jeito muito paternal.

E tudo isso eu descobri no dia seguinte. Como falei no começo, sou um cara sortudo e, parte dessa sorte é, como já disse, ter caído nas graças do meu sogro.

Fomos visitar ele os dois, de manhã, quando a esposa dele tava trabalhando. Ele me recebeu tão caloroso quanto de costume e eu não consegui olhar na cara dele, não depois de tudo que tinha visto ele fazer com as filhas naqueles vídeos.

Ele me ofereceu uma cerveja e, quando peguei na mão, ele tocou meu ombro com uma pose de confiança.

— E aí? — ele disse — A Dani já te mostrou todos os vídeos?

Fiquei perplexo e a Dani sorriu de novo, com malícia. Na verdade, até deixou escapar uma risada.

— Não contou nada pra ele?

E como eu balancei a cabeça que não, meu sogro me convidou pra sentar e me esclareceu tudo.

Não tava errado, eu caía bem pra ele, mas não sabia bem por quê. Não tinha parado pra pensar que meu sogro, na casa dele, era tipo um ser onipotente, que via tudo. Meu sogro tinha todo tipo de gravação de segurança na casa dele, não por medo de roubo, mas pra violar a privacidade das filhas. E o que ele tinha feito com uma das filhas, quando nem ele nem a esposa estavam em casa? Tinha fodido ela uma vez atrás da outra, sem parar, em todas as posições possíveis. Meu sogro me contou o quanto tinha curtido com essas gravações. Uma coisa era ver as filhas lindas trocando de calcinha ou peladas entrando no chuveiro… mas ver a Dani fodendo comigo… precisamente, parecia que essas As gravações nossas tinham mostrado pra ele que a filha angelical dele, a pobre e inocente Daniela, era na verdade uma puta de marca maior, capaz de tudo. O sonho dele ficou mais perto assim, e ele se animou a tentar. Foram as gravações da gente dois que deram coragem pra ele tentar seduzir a própria filha e, claro, os resultados estavam à vista. E o pai amoroso não comeu a filha uma vez só, mas quantas vezes a esposa dele tinha ausência no trabalho, e foi ela, a filha doce dele, que incentivou ele a seduzir também a pequena da casa.

Meu sogro tava muito grato a mim. Nas palavras dele, não podia ter um genro melhor, e queria agradecer me deixando ser mais um da família.

Paula já tava nos esperando no quarto, só de calcinha. Começou a se tocar entre as pernas assim que a gente começou a se despir.

— Se um dia vocês tiverem filhos, Dani e você — dizia meu sogro enquanto tirava as calças — uma filha talvez… te aconselho a tratar ela desse mesmo jeito… as satisfações que ela vai te dar não têm preço…

— Isso seria foda — falei eu enquanto deixava minha cueca de lado.

Meu sogro e eu ficamos pelados e de pé, com o pau já começando a crescer. Por instruções dele, Paula chupou o meu e Dani chupou o do pai. As duas irmãzinhas mamavam com maestria. Mesmo sendo tão pequena, Paula botava muita vontade: lambia, enfiava na boca, chupava e depois tirava e me lambia as bolas; enfiava de novo na boca e chupava que nem um aspirador. Abria a boca de novo pra respirar, me masturbava e depois engolia ele inteiro de novo.

— Se ela continuar assim — falei apressado — vou gozar na boca dela…

— E qual é o problema? — quis saber meu sogro — ela adora…

— É… mas não quero gozar tão cedo…

— É só isso? Então vamos deixar elas brincarem sozinhas, tá?

Com um olhar perverso, as duas irmãzinhas se se afastaram de nós e se aninharam na cama, uma contra a outra. E isso tinha que fazer com que eu não gozasse? Começaram se beijando na boca. A pequena fechava os olhinhos, se entregando nas mãos de Dani, e esta, ou melhor, suas mãos, se entregavam entre as perninhas de Paula. Acariciava docemente, mas pude ver como os dedos penetravam entre as pernas da pequena. A menina deu um sobressalto e abriu bem a boca. Os dedos de Dani se aventuravam pelas entranhas da irmãzinha. Logo Dani se ajoelhou, para continuar enfiando os dedos, cada vez mais ritmicamente, e aproximar a boca para lamber um pouco.

— Tenho isso em casa sempre que quero — disse meu sogro, falando comigo em tom de confiança — e fico feliz em poder compartilhar com você, filho…
— Nunca vou conseguir agradecer o suficiente…
— Bobagem! Preciso de alguém para curtir isso… só lamento não ter tido mais filhas…

As duas irmãzinhas já tinham se virado para colocar a boca uma entre as pernas da outra. A pequena lambia desajeitadamente a bucetinha da mais velha, e esta saboreava com maestria sua pequena buceta: beliscava o clitóris, metia a língua lá dentro, como se fosse um pinto pequeno; lambia toda a superfície, o períneo e o cu. Paula, por sua vez, se concentrava em chupar o montinho da irmã, exatamente como tinham mandado, e molhava a cara com os sucos que jorravam daquela buceta encharcada.

— Bom… — comentou meu sogro de repente — acho que já chegou a hora de a gente foder elas, não acha?

Pra mim, ele deixou a pequena de novo. Me avisou que ela não era mais virgem e que não tinha problema nenhum em receber tamanhos grandes nas entranhas dela, muito pelo contrário. Eu a peguei no colo, ela era leve como uma pluma, e sem me sentar, coloquei ela na posição para meu pau entrar na buceta dela. Meu sogro não mentia. Apesar de se pensar o contrário, a menina estava bem molhada e meu pau entrou sem dificuldade. na virilha dela, até o fundo e sem dificuldade. Quase esqueci a idade dela enquanto a penetrava.
Meu sogro, enquanto isso, não ficou parado. Pelo contrário, colocou a Dani de quatro na cama e foi enfiar nela pelo cu. Dani gosta de tudo, isso é verdade, e o pai dela se aproveitava, buscando um buraco mais apertadinho e acolhedor.
— Não tenha medo — ela me disse, percebendo que eu a tratava com cuidado, como se fosse frágil — você não vai me machucar…
— Mete forte! — meu sogro me incentivou — é assim que ela gosta…
Em pouco tempo, fiz a pequena gozar. Dani demorou um pouco mais, embora o pai dela continuasse metendo e tirando a pica do cu dela com bastante violência. Eu gozei no rosto da Paula. A verdade é que gostava da ideia de sujar aquela boca bonita com meu esperma e foi o que fiz. Foi uma porra abundante que molhou a boca e o rosto sorridente dela, deixando-a linda e cheia de gozo grosso.
Pouco depois, meu sogro tirou a pica do cu da Dani pra dar um tratamento parecido. Dani também esperava ansiosa por aquela porrada de porra violenta. Talvez tivesse mais do que no meu caso, mas dessa vez a maior parte caiu dentro da boca ansiosa dela, e ela não perdeu a chance de engolir quase tudo. Umas putinhas do caralho! Já tinham gozado, e nós dois já estávamos saindo da cama, e elas ainda se beijavam, lambendo os restos de porra uma da outra, e se acariciavam, procurando a virilha uma da outra, completamente excitadas.
Quem estiver lendo vai se perguntar como eu me lembro com tantos detalhes de tudo que aconteceu naquele quarto naquele dia. Na real, a resposta deveria ser óbvia… já vi a gravação daquela tarde tantas vezes que quase sei de cor. Tem muitas outras: o que rola de noite no quarto das duas irmãzinhas; as coisas que acontecem quando a mãe da Dani tá trabalhando; ou as coisas que rolam quando eu apareço por lá. Por aí pra fazer uma visita pra elas. Como coleção de pornô, não é nada mal. Como já falei no começo, me considero um cara sortudo pra caralho. Cês acham que não?

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