Entrei em casa com os saltos na mão e o vestido mais curto do que o normal, puta da vida, fervendo e com o tesão a mil. Depois de passar a noite dançando, provocando e deixando aquele cara me apalpar toda, descobri que ele era casado e uma emergência em casa foi a desculpa pra eu ficar molhada e cheia de vontade de transar. Quando levantei a cabeça, vi meu pai dormindo no sofá, com um copo de uísque numa mão enquanto na outra, pra minha surpresa, segurava o pau dele ainda meio mole. Me aproximei devagar, sem fazer barulho, na TV uma loira de rabão e peitão montava num preto com uma piroca enorme que tava furando o cu dela enquanto meu pai roncava. Olhei sem vergonha pro pau dele e achei tentador, me ajoelhei e percebi que ainda brilhava, ele tinha gozado fazia pouco tempo.
Me aproximei mais e cheirei, um arrepio percorreu meu corpo e eu apertei as pernas sem perceber. Passei um dos meus dedos com cuidado e peguei uma gota que ainda descansava na cabeça dele, levei à boca e saboreei, naquele momento pareceu a maior iguaria que meu paladar já tinha provado até então. Ele se mexeu e eu me joguei pra trás assustada, mas me acalmei ao ver que não abria os olhos.
Voltei a me aproximar e passei meus dedos devagar pelo tronco até as bolas e peguei elas com minha mão devagar, com delicadeza, acariciando com os dedos, soltei e sem perceber o que tava fazendo peguei o pau do meu pai e comecei a bater uma pra ele, devagar mas com firmeza. Sentindo como aos poucos ele começava a ganhar vida e endurecia na minha mão. Acelerei o ritmo enquanto minha mão deslizava pela minha buceta de cima pra baixo por cima da calcinha, fazendo ela entrar entre meus lábios e molhar toda.
Não acreditava que tava fazendo aquilo, larguei o pau dele e tirei a mão da minha buceta. Fiquei sentada na frente do pau duro do meu pai, MEU PAI, era errado mas algo em mim me empurrava a tocar de novo, a saborear... Tava com um tesão do caralho e Talvez não devesse fazer isso, mas queria comer aquela rola que me encarava desafiante.
Aproximei minha boca e, esticando a língua, passei timidamente pela cabeça dela, só roçando de leve. Nenhum movimento. Lambi o tronco da rola dele de baixo pra cima, e ele continuava sem reagir, o que me encheu de confiança e me fez pegar a cabeça entre meus lábios, e aos poucos descer pela rola até a metade e subir devagar pra ele não acordar. Peguei as bolas dele com uma mão e, aproximando a boca, chupei uma por uma antes de lamber e morder de leve. Meti de novo na boca, dessa vez com mais confiança, extasiada com a situação, sem o menor desejo de parar o que tava rolando. De repente, meu pai levantou o quadril e fez a rola encher minha boca por completo. Me pegou tão de surpresa que um engasgo me fez tirar ela. Respirei e engoli de novo, subindo e descendo meus lábios por ela, sentindo ela pulsar. Levei meus dedos pras bolas dele e, massageando, ele gozou na minha boca.
Receber o leite dele foi uma delícia que ao mesmo tempo me acordou e eu vi o que tinha acabado de fazer. Levei dois dedos na minha buceta e tava encharcada. Peguei minhas coisas do chão e saí correndo pro meu quarto como alma que o diabo carrega. Me despi e me meti na cama, comecei a pensar no que tinha acabado de fazer e minha buceta ardia e pulsava. Peguei o vibrador da minha mesinha de cabeceira e me fodi com ele até acabar encharcando todos os lençóis. Depois do terceiro orgasmo, minhas pernas tremiam e decidi dar a sessão por encerrada.
No dia seguinte, acordei tarde e desci pra tomar café perto do meio-dia. Ao entrar na cozinha, fiquei paralisada. Ele tava sentado na mesa com uma xícara de café na mão enquanto lia o jornal. Levantou a cabeça e me sorriu:
— Bom dia, dorminhoca. Chegou muito tarde ontem? Não ouvi você entrar.
Flashes da noite passada se amontoaram na minha cabeça e demorei pra reagir.
— Não sei que horas eram, não olhei o relógio.
— Eu Fiquei dormindo no sofá, quando acordei já era dia e você estava no seu quarto.
Senti um calor por dentro que me queimava, percorrendo todo o meu corpo. Ele acordou nu, sabe que eu vi... naquele momento queria morrer.
— Ah, é? Não te vi, fui direto pra cama, tava um pouco... alterada — me forcei a dar um sorrisinho, mas ficou na cara que era forçado e baixei a cabeça.
— Como foi a noite? Terminou bem? — ele sorriu enquanto descia o olhar direto pro decote da minha camisola.
— Bom, bem, na verdade... — meus bicos do peito endureceram ao lembrar da chegada em casa e apareceram por baixo do tecido — terminou melhor do que eu esperava.
— Que bom, amor. Sua mãe e sua irmã saíram pra fazer compras, vão almoçar no shopping e passar a tarde lá. Temos o dia todo pra gente — ele me deu outro sorriso bem safado — cê tá afim de fazer algo especial?
Quase saí correndo da cozinha, tinha algo estranho nele... será que ele não tava tão dormindo quanto parecia ontem à noite? Meu coração acelerou e senti que tava corando.
— Não tô afim de nada...
— Bom, então pensa e se lembrar de algo me avisa — ele se levantou, devagar se aproximou de mim que ainda tava em pé no outro lado da mesa onde ele tava sentado, colocou a mão na minha cintura bem mais baixo do que o normal e me deu um beijo na nuca — faz a comida que vou deitar um pouco pra descansar.
Sentir a mão dele me deixou paralisada e provocou um formigamento gostoso entre minhas pernas. Minha respiração acelerada entregava que algo tava rolando e me soltei dos braços dele, indo como quem não quer nada até a geladeira. Quando me virei, ele tinha sumido e respirei fundo pra me acalmar antes de começar a cozinhar.
Já tinha terminado e tava limpando a cozinha com meus fones, cantando baixinho e rebolando no ritmo da música. Tava guardando uns copos quando senti alguém se aproximar, colando o corpo no meu e me envolvendo com os braços, pegou minhas... Apertando meus peitos com as duas mãos com toda força, enquanto enfiava o nariz no meu pescoço.
- Mmmmmm - gemeu no meu ouvido - não consegui dormir, quando fechava os olhos só via sua boca chupando meu pau.
Me mexi tentando sair e segurando os pulsos dele pra separar as mãos dos meus peitos.
- Me solta, por favor...
- Hahaha, agora cê acha que não tá certo? Ontem não pensava assim quando veio tocar no meu pau - me deu uma mordida no ombro que me fez tremer - e muito menos quando enfiou ele na sua boca.
- Papai, por favor, não faz isso comigo, eu não quero... - me revirava, mas só conseguia me esfregar mais e mais contra o corpo dele, o que o excitava ainda mais porque eu sentia o pau dele cada vez mais duro encostado na minha bunda.
- Ontem você não me perguntou se eu queria gozar na sua boca, né?
Quando ele terminou a frase, minha buceta começou a ficar molhada. Lembrei da sensação que tive com o pau dele nas minhas mãos, na minha boca, como foi bom fazer aquilo, e fiquei parada, sentindo a respiração ofegante dele no meu pescoço. Ele continuava se esfregando no meu corpo e não tinha soltado meus peitos em nenhum momento. Aproveitou que eu tinha me acalmado pra beliscar e puxar meus bicos, e eu não consegui segurar um gemido baixinho.
- Sabe o que teria acontecido se você tivesse me perguntado em vez de tomar pra você? - empurrou a pélvis com mais força contra minha bunda e soltou um dos meus peitos pra descer a mão devagar pela minha barriga e, bem lentamente, enfiou dentro da minha calça - Você teria um pauzão gostoso na sua buceta em vez daquele vibrador de merda.
- Mmmmm - não aguentei mais e até abri as pernas pra ele me acariciar melhor.
- Uff, sua buceta tá encharcada e você dizia que não queria, sua boba - sussurrava enquanto deslizava os dedos pra cima e pra baixo na minha buceta inchada - Cê achou mesmo que eu não ia acordar com aquela mamada do caralho que você me deu? Custou muito pra eu não segurar sua cabeça e enfiar tudo na sua boca...
- Aaahh... eu não quero... - tô travada. completamente à mercê do meu pai, minha cabeça não queria, mas meu corpo e meu desejo me impediam de lutar.
— Não? Sua buceta não diz o mesmo... — ele baixou minha calça até os tornozelos e tirou a camiseta, me virou, pegou um dos meus peitos e levou à boca, devorando-o. Com a outra mão, enfiou dois dedos na minha buceta e começou a me foder devagar.
Naquele exato momento, parei de resistir, esqueci de tudo e me entreguei ao meu pai. Levantei uma das pernas, apoiei nos puxadores das gavetas, me abrindo para ele, e levei uma das minhas mãos até o pau dele, sentindo pelo tecido da calça o calor que emanava e o quanto ele estava duro.
— Tá vendo, gatinha? É muito melhor assim...
A língua dele rodeava meus mamilos, mordia, chupava com agressividade, sem parar de me olhar. Desviei o olhar quando não consegui segurar um gemido alto ao sentir três dedos dele de uma vez dentro de mim. Eu estava adorando, mas tinha vergonha disso, não conseguia encará-lo.
Ele tirou as mãos do meu corpo e deu um passo para trás. Achei que tinha acabado, e então olhei para ele. Nos olhos dele, havia luxúria, agressividade e poder; nos meus, timidez, nervosismo e um brilho de desejo. Ele me pegou pelo cabelo e puxou para baixo.
— Ajoelha. Hoje você vai chupar meu pau melhor do que ontem à noite. Tenho certeza de que consegue superar.
Fiz o que ele mandou sem reclamar. Na verdade, estava com vontade. Queria ter o pau dele na minha boca de novo. Estiquei a língua e passei na cabecinha dele umas duas vezes antes de enfiar na boca e chupar, apertando com a língua ao mesmo tempo. Soltei e cuspi nele, esfreguei minha saliva pelo tronco do pau dele com a língua, desenhando cada veia. Mordia de leve, e ele gemia cada vez que sentia meus dentes. Desci até as bolas dele e lambi como se não comesse nada há meses, com vontade. Chupei uma, soltei e fiz o mesmo com a outra. Peguei com a mão e bati uma punheta enquanto olhava para a cabecinha vermelha e molhada. aparecia e desaparecia na minha mão.
- Cê gosta assim, papai? - perguntei enquanto olhava pra ele.
- Sim, gostosa. Adoro. Cê deve ter chupado muito pau... tem uma habilidade do caralho, aahhh.
Antes que ele terminasse a frase, enfiei o pau dele na boca até o talo e segurei lá dentro, mexia a cabeça de um lado pro outro pra engolir mais, colando o nariz no púbis dele e o queixo nas bolas. Ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a foder minha boca. Tirava devagar até quase a ponta e enfiava de uma vez, e aos poucos foi aumentando o ritmo. Eu gemia cada vez mais alto, quase não me deixava respirar, meus olhos lacrimejavam e eu dava uns engasgos quando senti as pernas dele começarem a tremer. O pau dele pulsava dentro da minha boca e de repente ele enfiou fundo na minha goela, e uns jatos enormes de leite caíram direto na minha garganta, só umas gotinhas escapando pelos cantos dos meus lábios. Ele tirou da minha boca e, enquanto passava a cabeça do pau pelos meus lábios e eu beijava, ele disse:
- Limpa ele, quero que cê engula tudo de novo como ontem à noite.
Obedeci na hora, tava completamente entregue a ele, e enquanto recolhia os últimos restos, soube que ele fazia de mim o que quisesse. Ele me puxou pelo cabelo e, me segurando pelo braço, quase sussurrou:
- Anda pra mim.
Olhei pra ele sem entender, não sabia como agir e fiquei perplexa, até que um tapa forte na bunda me trouxe de volta à realidade.
- Zás!! - Vamos! Mexe essa raba!
Me ergui, levantei a cabeça e, jogando os ombros pra trás, comecei a andar do jeito mais provocante que consegui. Quando cheguei na mesa, me virei e me senti uma deusa. Aquele olhar que meu pai me dava, nunca ninguém tinha me olhado assim. Levei um dedo à boca, chupei sensual e, quando tirei, sorri pra ele piscando um olho enquanto levava o dedo até um dos meus mamilos pra beliscar.
- Hahaha, cê é uma safada. Vira e se inclina na mesa.
Fiz o que ele mandava enquanto meu coração batia a mil por hora. Hora, me exibir daquele jeito para o meu pai me deixava extasiada, e eu adorava satisfazer ele. Ele se aproximou e se ajoelhou atrás de mim, senti a respiração dele na minha buceta enquanto ele cheirava o meu cheiro, e um arrepio percorreu meu corpo. Joguei o corpo para trás, e ele se afastou, me dando um tapa forte.
- Zás!! - Quieta, porquinha. O quê, como e quando, quem manda sou eu, entendeu?
- Sim, papai.
- Abre mais as pernas.
Eu obedeci, e ele enfiou os dedos entre meus lábios vaginais, direto para beliscar meu clitóris duro e inchado. Gemi com aquele ataque inesperado na minha xota e fiquei ainda mais molhada ao sentir ele esfregar delicadamente em círculos o ponto mais erógeno do meu corpo. Apoiei o rosto na mesa e deixei meu pai explorar cada cantinho da minha intimidade, abrindo meus lábios com os dedos para admirar minha buceta antes de lamber de baixo para cima, descia de novo e afundava a língua na minha vagina. Minha respiração ficou ofegante, e ao perceber, ele começou a me foder com a língua enquanto batia no meu clitóris com dois dedos. Ele se afastou e enfiou dois dedos dentro de mim, rápido e bruto, enquanto prendia meu clitóris com os lábios, chupava e puxava ele.
- Olha só como você tá, porca... Era nisso que você pensava enquanto se masturbava outro dia no seu quarto depois de chupar minha pica, né?
- Aaaahhhhh siiiim - eu movia devagar minha bunda contra os dedos dele, que continuavam deslizando para dentro e para fora da minha buceta encharcada.
- Você tá quase gozando, Promíscua... Olha como essa bucetinha tão gostosa se contrai...
Ouvir ele falar assim comigo me deixava louca. Meu pai, aquele homem doce e carinhoso, tinha se transformado hoje em um cara rude e viril que me fazia sentir o que nenhum outro tinha conseguido antes. Com a língua, ele batia no meu clitóris enquanto enfiava um terceiro dedo na minha buceta sem a menor dificuldade, e logo meu corpo começou a se contrair e, entre gemidos e espasmos, me entreguei na boca dele, assim como ele tinha feito comigo. Levantei a cabeça para olhar ele e vi como o pau dele tava dura de novo. Levantei e fiquei atrás de mim, esfregando o pau dele pra cima e pra baixo na minha buceta enquanto apertava bruscamente minhas costas e minha bunda. Eu adorava sentir os dedos dele cravando no meu corpo, tava nas nuvens, relaxada, sentindo meu clitóris bater no vai e vem da cabeça dele no meu sexo. De repente, senti ele encaixar a cabecinha na entrada da minha buceta toda molhada e enfiou de uma vez, deixou lá dentro uns segundos e, me segurando pela cintura, começou um delicioso vai e vem, lento mas forte.
Abriu as bandas do meu cu e cuspindo nele, lubrificou com o polegar meu ânus, apertando devagar, cuspiu de novo e, fazendo círculos, enfiou o dedo lá dentro sem parar de mexer a cintura, me comendo cada vez mais forte. Pouco depois, quando tirou o polegar pra meter dois dedos no meu cu e foder com eles, comecei a me contorcer, minha buceta apertava o pau dele com os primeiros espasmos do meu orgasmo. O que até então eram gemidos viraram gritos e, mexendo minha cintura, me entreguei ao prazer que meu pai me dava.
Ainda não tinha me recuperado do orgasmo quando senti ele empurrar a cabecinha no meu ânus e, sem muita dificuldade, ele entrou. Continuou se aprofundando em mim até sentir o cócegas que as bolas dele faziam nos lábios inchados da minha buceta. Me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás, sussurrava coisas no meu ouvido que, no meu estado, não conseguia decifrar, palavras que não entendia, mas só o tom que ele usava, lascivo e rasgado, já dava um pequeno formigamento no meu clitóris. Quando recuperei todos os sentidos, levei as mãos pra minha bunda e, segurando minhas nádegas, as abri.
– Mmmm assim... abre pra papai foxy – sussurrou no meu ouvido antes de começar a morder, lamber e beijar meus ombros e minha nuca.
Num instante, deslizou uma das mãos entre minhas pernas e, enquanto enfiava os quatro dedos na minha buceta, com o polegar massageava meu clitóris em círculos, bem devagar, ao mesmo tempo que destruía minha buceta com estocadas fortes e rápidas. O contraste entre a rapidez e a lentidão me excitava tanto que eu sentia meus fluidos escorrendo em gotinhas que se desfaziam na pele das minhas coxas. Ele tirou a pica da minha bunda e meteu na minha buceta sem cerimônia. Pegou uma das minhas pernas e colocou em cima da mesa. Ficou um tempinho se deliciando, acariciando minhas pernas e meus peitos enquanto alternava entre meus dois buracos abertos e lubrificados, mas logo, com a pica no meu cu, ele se deitou sobre minhas costas. Senti os músculos dele se tensionando em cima de mim e jatos de porra inundaram meu cu. Ele tirou devagar e, me dando um beijo no ombro e um tapinha na bunda, disse:
— Toma um banho, enfia o vibrador e vem pro meu quarto, te espero na cama.



Me aproximei mais e cheirei, um arrepio percorreu meu corpo e eu apertei as pernas sem perceber. Passei um dos meus dedos com cuidado e peguei uma gota que ainda descansava na cabeça dele, levei à boca e saboreei, naquele momento pareceu a maior iguaria que meu paladar já tinha provado até então. Ele se mexeu e eu me joguei pra trás assustada, mas me acalmei ao ver que não abria os olhos.
Voltei a me aproximar e passei meus dedos devagar pelo tronco até as bolas e peguei elas com minha mão devagar, com delicadeza, acariciando com os dedos, soltei e sem perceber o que tava fazendo peguei o pau do meu pai e comecei a bater uma pra ele, devagar mas com firmeza. Sentindo como aos poucos ele começava a ganhar vida e endurecia na minha mão. Acelerei o ritmo enquanto minha mão deslizava pela minha buceta de cima pra baixo por cima da calcinha, fazendo ela entrar entre meus lábios e molhar toda.
Não acreditava que tava fazendo aquilo, larguei o pau dele e tirei a mão da minha buceta. Fiquei sentada na frente do pau duro do meu pai, MEU PAI, era errado mas algo em mim me empurrava a tocar de novo, a saborear... Tava com um tesão do caralho e Talvez não devesse fazer isso, mas queria comer aquela rola que me encarava desafiante.
Aproximei minha boca e, esticando a língua, passei timidamente pela cabeça dela, só roçando de leve. Nenhum movimento. Lambi o tronco da rola dele de baixo pra cima, e ele continuava sem reagir, o que me encheu de confiança e me fez pegar a cabeça entre meus lábios, e aos poucos descer pela rola até a metade e subir devagar pra ele não acordar. Peguei as bolas dele com uma mão e, aproximando a boca, chupei uma por uma antes de lamber e morder de leve. Meti de novo na boca, dessa vez com mais confiança, extasiada com a situação, sem o menor desejo de parar o que tava rolando. De repente, meu pai levantou o quadril e fez a rola encher minha boca por completo. Me pegou tão de surpresa que um engasgo me fez tirar ela. Respirei e engoli de novo, subindo e descendo meus lábios por ela, sentindo ela pulsar. Levei meus dedos pras bolas dele e, massageando, ele gozou na minha boca.
Receber o leite dele foi uma delícia que ao mesmo tempo me acordou e eu vi o que tinha acabado de fazer. Levei dois dedos na minha buceta e tava encharcada. Peguei minhas coisas do chão e saí correndo pro meu quarto como alma que o diabo carrega. Me despi e me meti na cama, comecei a pensar no que tinha acabado de fazer e minha buceta ardia e pulsava. Peguei o vibrador da minha mesinha de cabeceira e me fodi com ele até acabar encharcando todos os lençóis. Depois do terceiro orgasmo, minhas pernas tremiam e decidi dar a sessão por encerrada.
No dia seguinte, acordei tarde e desci pra tomar café perto do meio-dia. Ao entrar na cozinha, fiquei paralisada. Ele tava sentado na mesa com uma xícara de café na mão enquanto lia o jornal. Levantou a cabeça e me sorriu:
— Bom dia, dorminhoca. Chegou muito tarde ontem? Não ouvi você entrar.
Flashes da noite passada se amontoaram na minha cabeça e demorei pra reagir.
— Não sei que horas eram, não olhei o relógio.
— Eu Fiquei dormindo no sofá, quando acordei já era dia e você estava no seu quarto.
Senti um calor por dentro que me queimava, percorrendo todo o meu corpo. Ele acordou nu, sabe que eu vi... naquele momento queria morrer.
— Ah, é? Não te vi, fui direto pra cama, tava um pouco... alterada — me forcei a dar um sorrisinho, mas ficou na cara que era forçado e baixei a cabeça.
— Como foi a noite? Terminou bem? — ele sorriu enquanto descia o olhar direto pro decote da minha camisola.
— Bom, bem, na verdade... — meus bicos do peito endureceram ao lembrar da chegada em casa e apareceram por baixo do tecido — terminou melhor do que eu esperava.
— Que bom, amor. Sua mãe e sua irmã saíram pra fazer compras, vão almoçar no shopping e passar a tarde lá. Temos o dia todo pra gente — ele me deu outro sorriso bem safado — cê tá afim de fazer algo especial?
Quase saí correndo da cozinha, tinha algo estranho nele... será que ele não tava tão dormindo quanto parecia ontem à noite? Meu coração acelerou e senti que tava corando.
— Não tô afim de nada...
— Bom, então pensa e se lembrar de algo me avisa — ele se levantou, devagar se aproximou de mim que ainda tava em pé no outro lado da mesa onde ele tava sentado, colocou a mão na minha cintura bem mais baixo do que o normal e me deu um beijo na nuca — faz a comida que vou deitar um pouco pra descansar.
Sentir a mão dele me deixou paralisada e provocou um formigamento gostoso entre minhas pernas. Minha respiração acelerada entregava que algo tava rolando e me soltei dos braços dele, indo como quem não quer nada até a geladeira. Quando me virei, ele tinha sumido e respirei fundo pra me acalmar antes de começar a cozinhar.
Já tinha terminado e tava limpando a cozinha com meus fones, cantando baixinho e rebolando no ritmo da música. Tava guardando uns copos quando senti alguém se aproximar, colando o corpo no meu e me envolvendo com os braços, pegou minhas... Apertando meus peitos com as duas mãos com toda força, enquanto enfiava o nariz no meu pescoço.
- Mmmmmm - gemeu no meu ouvido - não consegui dormir, quando fechava os olhos só via sua boca chupando meu pau.
Me mexi tentando sair e segurando os pulsos dele pra separar as mãos dos meus peitos.
- Me solta, por favor...
- Hahaha, agora cê acha que não tá certo? Ontem não pensava assim quando veio tocar no meu pau - me deu uma mordida no ombro que me fez tremer - e muito menos quando enfiou ele na sua boca.
- Papai, por favor, não faz isso comigo, eu não quero... - me revirava, mas só conseguia me esfregar mais e mais contra o corpo dele, o que o excitava ainda mais porque eu sentia o pau dele cada vez mais duro encostado na minha bunda.
- Ontem você não me perguntou se eu queria gozar na sua boca, né?
Quando ele terminou a frase, minha buceta começou a ficar molhada. Lembrei da sensação que tive com o pau dele nas minhas mãos, na minha boca, como foi bom fazer aquilo, e fiquei parada, sentindo a respiração ofegante dele no meu pescoço. Ele continuava se esfregando no meu corpo e não tinha soltado meus peitos em nenhum momento. Aproveitou que eu tinha me acalmado pra beliscar e puxar meus bicos, e eu não consegui segurar um gemido baixinho.
- Sabe o que teria acontecido se você tivesse me perguntado em vez de tomar pra você? - empurrou a pélvis com mais força contra minha bunda e soltou um dos meus peitos pra descer a mão devagar pela minha barriga e, bem lentamente, enfiou dentro da minha calça - Você teria um pauzão gostoso na sua buceta em vez daquele vibrador de merda.
- Mmmmm - não aguentei mais e até abri as pernas pra ele me acariciar melhor.
- Uff, sua buceta tá encharcada e você dizia que não queria, sua boba - sussurrava enquanto deslizava os dedos pra cima e pra baixo na minha buceta inchada - Cê achou mesmo que eu não ia acordar com aquela mamada do caralho que você me deu? Custou muito pra eu não segurar sua cabeça e enfiar tudo na sua boca...
- Aaahh... eu não quero... - tô travada. completamente à mercê do meu pai, minha cabeça não queria, mas meu corpo e meu desejo me impediam de lutar.
— Não? Sua buceta não diz o mesmo... — ele baixou minha calça até os tornozelos e tirou a camiseta, me virou, pegou um dos meus peitos e levou à boca, devorando-o. Com a outra mão, enfiou dois dedos na minha buceta e começou a me foder devagar.
Naquele exato momento, parei de resistir, esqueci de tudo e me entreguei ao meu pai. Levantei uma das pernas, apoiei nos puxadores das gavetas, me abrindo para ele, e levei uma das minhas mãos até o pau dele, sentindo pelo tecido da calça o calor que emanava e o quanto ele estava duro.
— Tá vendo, gatinha? É muito melhor assim...
A língua dele rodeava meus mamilos, mordia, chupava com agressividade, sem parar de me olhar. Desviei o olhar quando não consegui segurar um gemido alto ao sentir três dedos dele de uma vez dentro de mim. Eu estava adorando, mas tinha vergonha disso, não conseguia encará-lo.
Ele tirou as mãos do meu corpo e deu um passo para trás. Achei que tinha acabado, e então olhei para ele. Nos olhos dele, havia luxúria, agressividade e poder; nos meus, timidez, nervosismo e um brilho de desejo. Ele me pegou pelo cabelo e puxou para baixo.
— Ajoelha. Hoje você vai chupar meu pau melhor do que ontem à noite. Tenho certeza de que consegue superar.
Fiz o que ele mandou sem reclamar. Na verdade, estava com vontade. Queria ter o pau dele na minha boca de novo. Estiquei a língua e passei na cabecinha dele umas duas vezes antes de enfiar na boca e chupar, apertando com a língua ao mesmo tempo. Soltei e cuspi nele, esfreguei minha saliva pelo tronco do pau dele com a língua, desenhando cada veia. Mordia de leve, e ele gemia cada vez que sentia meus dentes. Desci até as bolas dele e lambi como se não comesse nada há meses, com vontade. Chupei uma, soltei e fiz o mesmo com a outra. Peguei com a mão e bati uma punheta enquanto olhava para a cabecinha vermelha e molhada. aparecia e desaparecia na minha mão.
- Cê gosta assim, papai? - perguntei enquanto olhava pra ele.
- Sim, gostosa. Adoro. Cê deve ter chupado muito pau... tem uma habilidade do caralho, aahhh.
Antes que ele terminasse a frase, enfiei o pau dele na boca até o talo e segurei lá dentro, mexia a cabeça de um lado pro outro pra engolir mais, colando o nariz no púbis dele e o queixo nas bolas. Ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a foder minha boca. Tirava devagar até quase a ponta e enfiava de uma vez, e aos poucos foi aumentando o ritmo. Eu gemia cada vez mais alto, quase não me deixava respirar, meus olhos lacrimejavam e eu dava uns engasgos quando senti as pernas dele começarem a tremer. O pau dele pulsava dentro da minha boca e de repente ele enfiou fundo na minha goela, e uns jatos enormes de leite caíram direto na minha garganta, só umas gotinhas escapando pelos cantos dos meus lábios. Ele tirou da minha boca e, enquanto passava a cabeça do pau pelos meus lábios e eu beijava, ele disse:
- Limpa ele, quero que cê engula tudo de novo como ontem à noite.
Obedeci na hora, tava completamente entregue a ele, e enquanto recolhia os últimos restos, soube que ele fazia de mim o que quisesse. Ele me puxou pelo cabelo e, me segurando pelo braço, quase sussurrou:
- Anda pra mim.
Olhei pra ele sem entender, não sabia como agir e fiquei perplexa, até que um tapa forte na bunda me trouxe de volta à realidade.
- Zás!! - Vamos! Mexe essa raba!
Me ergui, levantei a cabeça e, jogando os ombros pra trás, comecei a andar do jeito mais provocante que consegui. Quando cheguei na mesa, me virei e me senti uma deusa. Aquele olhar que meu pai me dava, nunca ninguém tinha me olhado assim. Levei um dedo à boca, chupei sensual e, quando tirei, sorri pra ele piscando um olho enquanto levava o dedo até um dos meus mamilos pra beliscar.
- Hahaha, cê é uma safada. Vira e se inclina na mesa.
Fiz o que ele mandava enquanto meu coração batia a mil por hora. Hora, me exibir daquele jeito para o meu pai me deixava extasiada, e eu adorava satisfazer ele. Ele se aproximou e se ajoelhou atrás de mim, senti a respiração dele na minha buceta enquanto ele cheirava o meu cheiro, e um arrepio percorreu meu corpo. Joguei o corpo para trás, e ele se afastou, me dando um tapa forte.
- Zás!! - Quieta, porquinha. O quê, como e quando, quem manda sou eu, entendeu?
- Sim, papai.
- Abre mais as pernas.
Eu obedeci, e ele enfiou os dedos entre meus lábios vaginais, direto para beliscar meu clitóris duro e inchado. Gemi com aquele ataque inesperado na minha xota e fiquei ainda mais molhada ao sentir ele esfregar delicadamente em círculos o ponto mais erógeno do meu corpo. Apoiei o rosto na mesa e deixei meu pai explorar cada cantinho da minha intimidade, abrindo meus lábios com os dedos para admirar minha buceta antes de lamber de baixo para cima, descia de novo e afundava a língua na minha vagina. Minha respiração ficou ofegante, e ao perceber, ele começou a me foder com a língua enquanto batia no meu clitóris com dois dedos. Ele se afastou e enfiou dois dedos dentro de mim, rápido e bruto, enquanto prendia meu clitóris com os lábios, chupava e puxava ele.
- Olha só como você tá, porca... Era nisso que você pensava enquanto se masturbava outro dia no seu quarto depois de chupar minha pica, né?
- Aaaahhhhh siiiim - eu movia devagar minha bunda contra os dedos dele, que continuavam deslizando para dentro e para fora da minha buceta encharcada.
- Você tá quase gozando, Promíscua... Olha como essa bucetinha tão gostosa se contrai...
Ouvir ele falar assim comigo me deixava louca. Meu pai, aquele homem doce e carinhoso, tinha se transformado hoje em um cara rude e viril que me fazia sentir o que nenhum outro tinha conseguido antes. Com a língua, ele batia no meu clitóris enquanto enfiava um terceiro dedo na minha buceta sem a menor dificuldade, e logo meu corpo começou a se contrair e, entre gemidos e espasmos, me entreguei na boca dele, assim como ele tinha feito comigo. Levantei a cabeça para olhar ele e vi como o pau dele tava dura de novo. Levantei e fiquei atrás de mim, esfregando o pau dele pra cima e pra baixo na minha buceta enquanto apertava bruscamente minhas costas e minha bunda. Eu adorava sentir os dedos dele cravando no meu corpo, tava nas nuvens, relaxada, sentindo meu clitóris bater no vai e vem da cabeça dele no meu sexo. De repente, senti ele encaixar a cabecinha na entrada da minha buceta toda molhada e enfiou de uma vez, deixou lá dentro uns segundos e, me segurando pela cintura, começou um delicioso vai e vem, lento mas forte.
Abriu as bandas do meu cu e cuspindo nele, lubrificou com o polegar meu ânus, apertando devagar, cuspiu de novo e, fazendo círculos, enfiou o dedo lá dentro sem parar de mexer a cintura, me comendo cada vez mais forte. Pouco depois, quando tirou o polegar pra meter dois dedos no meu cu e foder com eles, comecei a me contorcer, minha buceta apertava o pau dele com os primeiros espasmos do meu orgasmo. O que até então eram gemidos viraram gritos e, mexendo minha cintura, me entreguei ao prazer que meu pai me dava.
Ainda não tinha me recuperado do orgasmo quando senti ele empurrar a cabecinha no meu ânus e, sem muita dificuldade, ele entrou. Continuou se aprofundando em mim até sentir o cócegas que as bolas dele faziam nos lábios inchados da minha buceta. Me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás, sussurrava coisas no meu ouvido que, no meu estado, não conseguia decifrar, palavras que não entendia, mas só o tom que ele usava, lascivo e rasgado, já dava um pequeno formigamento no meu clitóris. Quando recuperei todos os sentidos, levei as mãos pra minha bunda e, segurando minhas nádegas, as abri.
– Mmmm assim... abre pra papai foxy – sussurrou no meu ouvido antes de começar a morder, lamber e beijar meus ombros e minha nuca.
Num instante, deslizou uma das mãos entre minhas pernas e, enquanto enfiava os quatro dedos na minha buceta, com o polegar massageava meu clitóris em círculos, bem devagar, ao mesmo tempo que destruía minha buceta com estocadas fortes e rápidas. O contraste entre a rapidez e a lentidão me excitava tanto que eu sentia meus fluidos escorrendo em gotinhas que se desfaziam na pele das minhas coxas. Ele tirou a pica da minha bunda e meteu na minha buceta sem cerimônia. Pegou uma das minhas pernas e colocou em cima da mesa. Ficou um tempinho se deliciando, acariciando minhas pernas e meus peitos enquanto alternava entre meus dois buracos abertos e lubrificados, mas logo, com a pica no meu cu, ele se deitou sobre minhas costas. Senti os músculos dele se tensionando em cima de mim e jatos de porra inundaram meu cu. Ele tirou devagar e, me dando um beijo no ombro e um tapinha na bunda, disse:
— Toma um banho, enfia o vibrador e vem pro meu quarto, te espero na cama.




1 comentários - Dormido en el sofá
Me encantó la última parte.