Desculpem a demora. Deixo aqui a continuação. Encontra os outros no meu perfil 🙂
Minha mãe foi pegar outra garrafa de vinho, e no tempo que demorou, nós três começamos a conversar sobre o que estava rolando e se queríamos ir mais fundo nessa loucura, porque era isso: uma loucura! Todas estávamos com tesão, especialmente minha irmã. A inocente Lilian, com a pele toda branquinha, agora estava bem vermelha e suando um pouco, então ligamos o ar-condicionado do quarto. Celia, calma como sempre, não via nada de errado no que estávamos fazendo. Quanto a mim… bom, eu mal acreditava no que tava acontecendo, e de certa forma queria parar e ao mesmo tempo não.
— Então, a gente para ou não? — perguntei finalmente.
— Eu digo pra levar isso até o fim, ou seja, até seu pai e seu irmão voltarem — disse Celia.
— Não tenho problema em continuar brincando — falou Tifany, e Lilian, bom, como ela tava dando uns beijinhos no dildo como se fosse um brinquedo dela, já sabia a resposta.
— Certo, a gente continua, mas temos que falar pra mãe que o que rolar não pode sair daqui, ok?
Todas concordamos, e até fizemos uma promessa entre nós de não contar pra mais ninguém. Minha mãe chegou um tempinho depois com uma nova garrafa de vinho e mais três copos. Ela serviu um pra cada uma e a gente foi tomando de pequenos goles. A Lilian, que não curtia muito álcool, deixou a bebida de lado.
— E então — começou minha mãe —, a gente continua brincando? De quem era a vez de girar?
— Minha — se apressou Tifany e girou a garrafa. Dessa vez apontou pra mãe.
— Desafio.
— Acho que a essa altura não adianta perguntar — falei.
— Te desafio a… masturbar a Jennifer.
Meu rosto ficou todo vermelho só de imaginar minha própria mãe fazendo isso comigo. Por outro lado, eu tava com muito tesão e, com a decisão de continuar e tudo ficar em segredo, não consegui resistir. Minha mãe se acomodou atrás de mim rapidinho e eu tirei meu short e minha calcinha fio dental. Como se isso já não bastasse, ela me Ela tirou a camisola, de forma que num piscar de olhos estava totalmente nua na frente delas.
—Tá bem, aqui vou eu. Não precisa ter vergonha, querida, que sou sua mãe.
—Vergonha? Quem falou em vergonha?
Ela me deu um beijo no pescoço. Senti um arrepio gostoso quando a língua dela percorreu a pele da minha garganta. Devagar, a mão esquerda começou a descer do meu ombro, contornando meus peitos, indo em direção à barriga até que finalmente chegou na minha entrada apertada. No momento em que os dedos dela abriram caminho entre meus lábios, deixei de ser filha dela pra me tornar uma mera criatura queimando por dentro. Ela conferiu minha virgindade e se surpreendeu. Todas, na verdade.
—Você tá muito molhada.
Os dedos dela se moviam em círculos por toda a minha buceta. Fechei os olhos e arqueei as costas pra trás enquanto ela aumentava a velocidade. Sem que eu pudesse fazer nada pra impedir, a boca dela cobriu a minha e trocamos uma série de beijos de língua tão quentes que me senti na puta glória, e tudo graças à minha mãe, que tava me masturbando.
—Pronto, pronto —ouvi a Tifany dizer e abri os olhos. A Lilian, com as perninhas abertas, passava o dildo com carinho na buceta dela, como se tivesse pensando se enfiava ou não. A Tifany e a Celia olhavam com um sorriso safado bem no meio das minhas pernas. Era estranho ver a Tifany, aliás, que se parecia tanto comigo e com aquele olhar perverso, perdi toda a vergonha. Movi minha mão até pegar a da minha mãe e indiquei o ritmo que ela devia seguir.
Ela me beijou mais uma vez, e a ponta da língua percorreu meus lábios. Me masturbou com mais velocidade, mais intenso, de vários jeitos e eu gemi e me senti em paz como uma menininha nos braços dela, uma menina morta de prazer pela mão da sua mamãe.
Tive um orgasmo delicioso.
—Isso foi excitante —a Lilian ainda suava um pouco apesar do ar-condicionado. A Celia e a Tifany estavam se beijando quando terminamos. Agora era a vez da minha mãe virar. Ia fazer isso quando o telefone tocou e ela... respondeu. Era meu pai, avisando que já estava voltando com umas compras pra fazer o café da manhã amanhã.
—A gente tem tempo pra mais uma rodada. Vamos ver… Celia. Eu te desafio a… fazer o que quiser com a Lilian, porque a danadinha já tá no ponto.
—O que eu quiser? Isso soa bem.
Sem dar tempo pra Lilian protestar, Celia engatinhou até a garota.
—O que você vai fazer comigo?
—O que você quiser, meu bem. É só me falar. Você tá completamente pelada, então quem manda é você.
—Eu quero que… você cuide dos meus peitos.
—Quais?
—Sua idiota!
Todas nós rimos porque a Lilian odiava quando a gente falava das curvinhas dela, comparadas com as nossas, claro. Celia deu um beijinho carinhoso nos lábios dela e, com muita delicadeza, tocou os seios da minha irmã mais nova. Ela se acomodou de costas na cama e deixou que a garota deslizasse a língua por todo o busto dela.
Olhei pra Tifany pra ver a reação dela. Ela não sorria, mas também não parecia incomodada. Era como se ela não ligasse de ver a namorada saboreando as tetas da irmã mais nova. Senti a mão da minha mãe na minha perna, e mesmo não sendo um desafio pra mim, abri um pouquinho as coxas pra deixar a mão dela se perder entre as dobras molhadas da minha buceta. Ela voltou a me masturbar com a mesma intensidade de antes, só que dessa vez eu não fechei os olhos, porque queria ver a Celia apertando e espremendo as curvinhas da Lilian. Ela não parava numa e já ia pra outra.
Tifany resolveu agir de uma vez e se aproximou devagar da Lilian. Elas trocaram um olhar e, em poucos segundos, a língua da minha irmã também deslizou pelos peitos da outra. A garota tava no paraíso.
De repente, ouvimos a porta da frente se abrir. Paramos a nossa festinha na hora. Nos vestimos e saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, embora eu tivesse certeza de que novas relações tinham se formado entre as mulheres da casa, e eu não tava enganada.
Meia hora depois, Naquela noite, aconteceu outra coisa. Acordei com uma sede danada e fui na cozinha pegar um copo d'água. Quando voltei e me deitei de novo, já tinha mais alguém na minha cama. Tive que segurar um gritinho de susto, porque no escuro não enxergava nada.
— Sou eu — sussurrou Lilian —. Não conseguia dormir, não depois do que aconteceu com a garrafa.
— E o que você quer que eu faça? Porra, você tá pelada?
— Tô.
Ter minha irmã mais nova pelada na mesma cama que a minha era algo... estranho e excitante ao mesmo tempo. A pele da Lilian, ou melhor, ela toda, tava queimando como se tivesse febre, mas eu sabia que era de outro tipo. Engoli seco quando ela montou em mim. A verdade é que a gente nunca tinha se pegado como duas sapatonas. Eu masturbava ela e só, mas pela intensidade dos lábios dela quando me beijou, soube que naquele momento minha irmã amada queria mais. Acariciei as pernas dela e coloquei as mãos nos quadris. Deixei o beijo dela se aprofundar o quanto ela quisesse, especialmente quando a língua dela e a minha entraram numa troca gostosa de saliva.
— Dá pra fazer menos barulho? — perguntou Celia, na outra cama —. Tô tentando dormir.
— Desculpa. Lilian, acho que a gente devia parar.
— Mas eu quero...
— Falei pra parar. Vai dormir. Eu também tô com sono.
Quem em sã consciência deixa uma mina tão tesuda quanto a Lilian na mão? Pois parece que eu, sim. Lilian fez biquinho. Me mordeu a bochecha e voltou pra cama dela. Tentei dormir de novo, mas foi impossível. Tinha tanta coisa na cabeça quanto o que tinha rolado com meu pai, o incesto, a Lilian. Era como se essa viagem tivesse despertando algo em todo mundo, deixando aflorar o lado mais safado de cada um.
Já era de madrugada, então resolvi sair e dar uma volta na areia antes do sol nascer de vez. Pra minha surpresa, meu pai já tava no quintal, sentado na cadeira dele, olhando o mar. Uma brisa fresca soprou e levantou a camisola que eu tava usando, mas por sorte eu tava de calcinha. Braguetas de renda bonitas.
— Acordando cedo? — perguntei e dei um beijo na cabeça dela.
— Oi, filha, o que você faz a essa hora?
— Tava pensando em ver o nascer do sol. Ei, pai, sobre o que aconteceu no cais…
— Espero que você não tenha contado pra ninguém. Olha… sei que foi errado, mas eu…
— Não foi errado, só foi algo intenso e não saiu da minha cabeça. Vocês nos criaram liberais, mas ninguém mencionou que a gente podia ter esse tipo de intimidade.
— O quê, Lilian e você não…?
— Sim, mas somos irmãs. Você é meu pai.
— Entendi. Então… você se arrepende?
— Não — eu ri —. Foi… gostoso.
— Gostoso? Haha! Devia dizer que foi intenso. Eu também curti.
— Seu pai falar isso é estranho.
— Quer ir ver o nascer do sol em outro lugar?
— Pra onde, pai?
— Me segue.
Subimos no carro. A camisola subiu um pouco e mostrou boa parte das minhas pernas. Meu pai percebeu e, durante todo o trajeto, inocentemente colocou as mãos nas minhas coxas e me acariciava com cuidado, como um doce sendo saboreado pela mente. Claro que eu já tava sentindo as intenções dele e ri disfarçadamente.
Quis contar que ontem à noite a mamãe me deu a melhor siririca da minha vida, e que me senti tão ligada a ela por conseguir me fazer sentir tão bem, e que também começava a sentir algo diferente por ele.
Papai me levou até um lugar afastado e estacionou perto de uma palmeira. Descemos e caminhamos de mãos dadas um pouco antes de parar numa praia tão tranquila, bem na frente do sol, que já começava a aparecer. Ele estendeu uma toalha e sentamos.
— Então vai ser um lindo amanhecer — falei, esperando que ele fizesse o que quer que estivesse planejando.
Não foi assim. Por alguns minutos, ficamos em silêncio, vendo o sol nascer por cima do horizonte.
— Vamos nadar um pouco, filha?
— Não trouxe biquíni.
— Bom… a gente pode tirar a roupa — sugeriu com muito cuidado. Eu pensei duas vezes porque, naturalmente, mostrei um pouco de resistência. a ideia de ficar sem roupa na frente do meu próprio pai. Claro que… não foi tão grande assim, e no fundo, no fundo, eu esperava que algo acontecesse.
—Tá bom.
Mal terminei de falar, meu pai tirou a camisa e o short. O pau grande dele não tava duro, mas dava pra ver as veias inchando de sangue. Eu fiquei vermelha e desviei o olhar. Tirei a camisola e também a calcinha. A brisa soprou e arrepiou minha pele. Olhei de novo pro meu pai e ele, sorrindo, mexeu os quadris e o pau balançou de um jeito engraçado.
—Bom, vamos molhar um pouco.
—E se alguém nos ver?
—Aqui ninguém vem. Fica tranquila, filha.
De mãos dadas, caminhamos até a água, que estava entre fria e morna. As ondas mal quebravam na areia, num som sussurrante.
—E aí, Jennifer? Qual é a sensação de tomar banho pelada com seu pai?
—Bom… estranho, mas gostoso —falei com uma risadinha boba.
—Olha. O sol já tá nascendo mais rápido.
Ficamos um do lado do outro vendo a manhã aparecer. Era tão lindo e ao mesmo tempo um espetáculo cheio de romance. Não sei quando a mão do meu pai, debaixo d'água, tocou minha bunda. Eu ri e olhei pra ele com um certo jeito de safada. Foi aí que percebi que ele era um homem muito gostoso, um coroa de respeito, e não igual aqueles moleques idiotas que me paqueravam na escola.
—O que você tá tocando?
—Só vendo como você cresceu.
—Vamos pra areia —sugeri, quando uma força estranha me moveu.
De mãos dadas, voltamos pra praia e sentamos pelados, porque seria idiota vestir roupa.
—Vou te chupar um pouco, mas não conta pra mamãe, tá?
Mal falei isso, o pau dele começou a crescer. Eu me ajoelhei na frente do meu próprio pai, de um jeito que o pau dele ficou bem na altura da minha cabeça. Eu sabia que o frio fazia o membro dos homens mudar um pouco de tamanho, e mesmo ele passando pela mesma coisa, a verdade é que não fazia muita diferença. Limpei a garganta, coloquei as mãos nas minhas perninhas e me aproximei. cuidadosamente na glande. Passei a ponta da língua, e depois fui dando beijinhos por todo o tronco até a base. Ele era só meu. Com muito cuidado, peguei o pau dele entre minhas mãos, abri a boca e comecei a me deliciar com ele devagar, tentando enfiar tudo o que coubesse, molhando com minha saliva e sentindo o gosto do sal da água do mar. Era como comer um filé de carne delicioso, com um sabor muito bom.
Chupei devagar no começo e aos poucos fui aumentando a intensidade. Movia meu pescoço pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Tirava o membro dele só pra poder respirar e imediatamente voltava ao meu trabalho. Com uma mão, brincava com as bolas dele, pesando o peso, beliscando elas e, quando cansava de chupar, levantava o pau dele e lambia os testículos, teimosamente escondidos dentro do saco de pele.
— Ah… espera, vamos fazer outra coisa.
— O quê? — perguntei.
Ele se deitou na toalha, o pau apontando pro céu.
— Ehm… pai, não tô pronta.
Me acomodei com ele num 69, e quando as mãos dele abriram minhas nádegas e ele enfiou a boca na minha buceta, comecei a rir. A barba dele fazia cócegas. Voltei ao meu trabalho, masturbando ele e depois chupando e chupando. Pra uma mulher, ter um pau grande é um desafio, porque você quer engolir tudo e o filho da puta nem sempre deixa. Não acontece só com paus compridos, também com os grossos. Molhei com saliva toda a glande e enfiei o mais fundo que consegui. Nos pornôs, eu via as atrizes fazendo aquilo com facilidade, mas eu não consegui, então decidi chupar como uma menina boazinha e não tentar bater recorde nem nada.
— É bom que você ainda seja virgem.
Ele deu uns tapas na minha bunda, beliscou e mordeu. Meu clitóris pequenino tava no paraíso e lubrificava tanto que imaginei a boca do meu pai cheia dos meus sucos.
Masturbei ele com mais força e velocidade. Meu Deus! Eu realmente queria montar nele e ele arrebentar toda a minha intimidade.
Fiz um boquete nele por mais um tempinho. Pensava na minha mãe e em como ela comia tudo isso, e eu senti inveja. Por outro lado, também pensei no Alejandro e se ele teria herdado esses atributos.
—Vou gozar —disse meu pai e bebeu da minha buceta com mais força do que antes, enfiando a língua o mais fundo que podia.
Nós dois sabíamos o que fazer e redobramos os esforços. Pode parecer ridículo, mas bem na hora em que senti uma descarga de prazer lá embaixo, minha boca se encheu de esperma quente e doce. Que delícia! Ele gozou uma mistura gostosa que, no final, quando saiu a última gota, fiquei com mais vontade.
O pau dele começou a perder o tamanho, como era natural. Aproveitei por mais alguns minutos e depois me acomodei sobre ele pra ver o rosto dele.
Eu o amava tanto, tanto quanto uma filha pode amar seu pai, e agora tinha certeza de que queria repetir muitas coisas com ele. Dei um beijo na boca dele, e depois entreguei meus peitos pra ele brincar com eles por um tempo enquanto eu via o lindo amanhecer.
Minha mãe foi pegar outra garrafa de vinho, e no tempo que demorou, nós três começamos a conversar sobre o que estava rolando e se queríamos ir mais fundo nessa loucura, porque era isso: uma loucura! Todas estávamos com tesão, especialmente minha irmã. A inocente Lilian, com a pele toda branquinha, agora estava bem vermelha e suando um pouco, então ligamos o ar-condicionado do quarto. Celia, calma como sempre, não via nada de errado no que estávamos fazendo. Quanto a mim… bom, eu mal acreditava no que tava acontecendo, e de certa forma queria parar e ao mesmo tempo não.
— Então, a gente para ou não? — perguntei finalmente.
— Eu digo pra levar isso até o fim, ou seja, até seu pai e seu irmão voltarem — disse Celia.
— Não tenho problema em continuar brincando — falou Tifany, e Lilian, bom, como ela tava dando uns beijinhos no dildo como se fosse um brinquedo dela, já sabia a resposta.
— Certo, a gente continua, mas temos que falar pra mãe que o que rolar não pode sair daqui, ok?
Todas concordamos, e até fizemos uma promessa entre nós de não contar pra mais ninguém. Minha mãe chegou um tempinho depois com uma nova garrafa de vinho e mais três copos. Ela serviu um pra cada uma e a gente foi tomando de pequenos goles. A Lilian, que não curtia muito álcool, deixou a bebida de lado.
— E então — começou minha mãe —, a gente continua brincando? De quem era a vez de girar?
— Minha — se apressou Tifany e girou a garrafa. Dessa vez apontou pra mãe.
— Desafio.
— Acho que a essa altura não adianta perguntar — falei.
— Te desafio a… masturbar a Jennifer.
Meu rosto ficou todo vermelho só de imaginar minha própria mãe fazendo isso comigo. Por outro lado, eu tava com muito tesão e, com a decisão de continuar e tudo ficar em segredo, não consegui resistir. Minha mãe se acomodou atrás de mim rapidinho e eu tirei meu short e minha calcinha fio dental. Como se isso já não bastasse, ela me Ela tirou a camisola, de forma que num piscar de olhos estava totalmente nua na frente delas.
—Tá bem, aqui vou eu. Não precisa ter vergonha, querida, que sou sua mãe.
—Vergonha? Quem falou em vergonha?
Ela me deu um beijo no pescoço. Senti um arrepio gostoso quando a língua dela percorreu a pele da minha garganta. Devagar, a mão esquerda começou a descer do meu ombro, contornando meus peitos, indo em direção à barriga até que finalmente chegou na minha entrada apertada. No momento em que os dedos dela abriram caminho entre meus lábios, deixei de ser filha dela pra me tornar uma mera criatura queimando por dentro. Ela conferiu minha virgindade e se surpreendeu. Todas, na verdade.
—Você tá muito molhada.
Os dedos dela se moviam em círculos por toda a minha buceta. Fechei os olhos e arqueei as costas pra trás enquanto ela aumentava a velocidade. Sem que eu pudesse fazer nada pra impedir, a boca dela cobriu a minha e trocamos uma série de beijos de língua tão quentes que me senti na puta glória, e tudo graças à minha mãe, que tava me masturbando.
—Pronto, pronto —ouvi a Tifany dizer e abri os olhos. A Lilian, com as perninhas abertas, passava o dildo com carinho na buceta dela, como se tivesse pensando se enfiava ou não. A Tifany e a Celia olhavam com um sorriso safado bem no meio das minhas pernas. Era estranho ver a Tifany, aliás, que se parecia tanto comigo e com aquele olhar perverso, perdi toda a vergonha. Movi minha mão até pegar a da minha mãe e indiquei o ritmo que ela devia seguir.
Ela me beijou mais uma vez, e a ponta da língua percorreu meus lábios. Me masturbou com mais velocidade, mais intenso, de vários jeitos e eu gemi e me senti em paz como uma menininha nos braços dela, uma menina morta de prazer pela mão da sua mamãe.
Tive um orgasmo delicioso.
—Isso foi excitante —a Lilian ainda suava um pouco apesar do ar-condicionado. A Celia e a Tifany estavam se beijando quando terminamos. Agora era a vez da minha mãe virar. Ia fazer isso quando o telefone tocou e ela... respondeu. Era meu pai, avisando que já estava voltando com umas compras pra fazer o café da manhã amanhã.
—A gente tem tempo pra mais uma rodada. Vamos ver… Celia. Eu te desafio a… fazer o que quiser com a Lilian, porque a danadinha já tá no ponto.
—O que eu quiser? Isso soa bem.
Sem dar tempo pra Lilian protestar, Celia engatinhou até a garota.
—O que você vai fazer comigo?
—O que você quiser, meu bem. É só me falar. Você tá completamente pelada, então quem manda é você.
—Eu quero que… você cuide dos meus peitos.
—Quais?
—Sua idiota!
Todas nós rimos porque a Lilian odiava quando a gente falava das curvinhas dela, comparadas com as nossas, claro. Celia deu um beijinho carinhoso nos lábios dela e, com muita delicadeza, tocou os seios da minha irmã mais nova. Ela se acomodou de costas na cama e deixou que a garota deslizasse a língua por todo o busto dela.
Olhei pra Tifany pra ver a reação dela. Ela não sorria, mas também não parecia incomodada. Era como se ela não ligasse de ver a namorada saboreando as tetas da irmã mais nova. Senti a mão da minha mãe na minha perna, e mesmo não sendo um desafio pra mim, abri um pouquinho as coxas pra deixar a mão dela se perder entre as dobras molhadas da minha buceta. Ela voltou a me masturbar com a mesma intensidade de antes, só que dessa vez eu não fechei os olhos, porque queria ver a Celia apertando e espremendo as curvinhas da Lilian. Ela não parava numa e já ia pra outra.
Tifany resolveu agir de uma vez e se aproximou devagar da Lilian. Elas trocaram um olhar e, em poucos segundos, a língua da minha irmã também deslizou pelos peitos da outra. A garota tava no paraíso.
De repente, ouvimos a porta da frente se abrir. Paramos a nossa festinha na hora. Nos vestimos e saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, embora eu tivesse certeza de que novas relações tinham se formado entre as mulheres da casa, e eu não tava enganada.
Meia hora depois, Naquela noite, aconteceu outra coisa. Acordei com uma sede danada e fui na cozinha pegar um copo d'água. Quando voltei e me deitei de novo, já tinha mais alguém na minha cama. Tive que segurar um gritinho de susto, porque no escuro não enxergava nada.
— Sou eu — sussurrou Lilian —. Não conseguia dormir, não depois do que aconteceu com a garrafa.
— E o que você quer que eu faça? Porra, você tá pelada?
— Tô.
Ter minha irmã mais nova pelada na mesma cama que a minha era algo... estranho e excitante ao mesmo tempo. A pele da Lilian, ou melhor, ela toda, tava queimando como se tivesse febre, mas eu sabia que era de outro tipo. Engoli seco quando ela montou em mim. A verdade é que a gente nunca tinha se pegado como duas sapatonas. Eu masturbava ela e só, mas pela intensidade dos lábios dela quando me beijou, soube que naquele momento minha irmã amada queria mais. Acariciei as pernas dela e coloquei as mãos nos quadris. Deixei o beijo dela se aprofundar o quanto ela quisesse, especialmente quando a língua dela e a minha entraram numa troca gostosa de saliva.
— Dá pra fazer menos barulho? — perguntou Celia, na outra cama —. Tô tentando dormir.
— Desculpa. Lilian, acho que a gente devia parar.
— Mas eu quero...
— Falei pra parar. Vai dormir. Eu também tô com sono.
Quem em sã consciência deixa uma mina tão tesuda quanto a Lilian na mão? Pois parece que eu, sim. Lilian fez biquinho. Me mordeu a bochecha e voltou pra cama dela. Tentei dormir de novo, mas foi impossível. Tinha tanta coisa na cabeça quanto o que tinha rolado com meu pai, o incesto, a Lilian. Era como se essa viagem tivesse despertando algo em todo mundo, deixando aflorar o lado mais safado de cada um.
Já era de madrugada, então resolvi sair e dar uma volta na areia antes do sol nascer de vez. Pra minha surpresa, meu pai já tava no quintal, sentado na cadeira dele, olhando o mar. Uma brisa fresca soprou e levantou a camisola que eu tava usando, mas por sorte eu tava de calcinha. Braguetas de renda bonitas.
— Acordando cedo? — perguntei e dei um beijo na cabeça dela.
— Oi, filha, o que você faz a essa hora?
— Tava pensando em ver o nascer do sol. Ei, pai, sobre o que aconteceu no cais…
— Espero que você não tenha contado pra ninguém. Olha… sei que foi errado, mas eu…
— Não foi errado, só foi algo intenso e não saiu da minha cabeça. Vocês nos criaram liberais, mas ninguém mencionou que a gente podia ter esse tipo de intimidade.
— O quê, Lilian e você não…?
— Sim, mas somos irmãs. Você é meu pai.
— Entendi. Então… você se arrepende?
— Não — eu ri —. Foi… gostoso.
— Gostoso? Haha! Devia dizer que foi intenso. Eu também curti.
— Seu pai falar isso é estranho.
— Quer ir ver o nascer do sol em outro lugar?
— Pra onde, pai?
— Me segue.
Subimos no carro. A camisola subiu um pouco e mostrou boa parte das minhas pernas. Meu pai percebeu e, durante todo o trajeto, inocentemente colocou as mãos nas minhas coxas e me acariciava com cuidado, como um doce sendo saboreado pela mente. Claro que eu já tava sentindo as intenções dele e ri disfarçadamente.
Quis contar que ontem à noite a mamãe me deu a melhor siririca da minha vida, e que me senti tão ligada a ela por conseguir me fazer sentir tão bem, e que também começava a sentir algo diferente por ele.
Papai me levou até um lugar afastado e estacionou perto de uma palmeira. Descemos e caminhamos de mãos dadas um pouco antes de parar numa praia tão tranquila, bem na frente do sol, que já começava a aparecer. Ele estendeu uma toalha e sentamos.
— Então vai ser um lindo amanhecer — falei, esperando que ele fizesse o que quer que estivesse planejando.
Não foi assim. Por alguns minutos, ficamos em silêncio, vendo o sol nascer por cima do horizonte.
— Vamos nadar um pouco, filha?
— Não trouxe biquíni.
— Bom… a gente pode tirar a roupa — sugeriu com muito cuidado. Eu pensei duas vezes porque, naturalmente, mostrei um pouco de resistência. a ideia de ficar sem roupa na frente do meu próprio pai. Claro que… não foi tão grande assim, e no fundo, no fundo, eu esperava que algo acontecesse.
—Tá bom.
Mal terminei de falar, meu pai tirou a camisa e o short. O pau grande dele não tava duro, mas dava pra ver as veias inchando de sangue. Eu fiquei vermelha e desviei o olhar. Tirei a camisola e também a calcinha. A brisa soprou e arrepiou minha pele. Olhei de novo pro meu pai e ele, sorrindo, mexeu os quadris e o pau balançou de um jeito engraçado.
—Bom, vamos molhar um pouco.
—E se alguém nos ver?
—Aqui ninguém vem. Fica tranquila, filha.
De mãos dadas, caminhamos até a água, que estava entre fria e morna. As ondas mal quebravam na areia, num som sussurrante.
—E aí, Jennifer? Qual é a sensação de tomar banho pelada com seu pai?
—Bom… estranho, mas gostoso —falei com uma risadinha boba.
—Olha. O sol já tá nascendo mais rápido.
Ficamos um do lado do outro vendo a manhã aparecer. Era tão lindo e ao mesmo tempo um espetáculo cheio de romance. Não sei quando a mão do meu pai, debaixo d'água, tocou minha bunda. Eu ri e olhei pra ele com um certo jeito de safada. Foi aí que percebi que ele era um homem muito gostoso, um coroa de respeito, e não igual aqueles moleques idiotas que me paqueravam na escola.
—O que você tá tocando?
—Só vendo como você cresceu.
—Vamos pra areia —sugeri, quando uma força estranha me moveu.
De mãos dadas, voltamos pra praia e sentamos pelados, porque seria idiota vestir roupa.
—Vou te chupar um pouco, mas não conta pra mamãe, tá?
Mal falei isso, o pau dele começou a crescer. Eu me ajoelhei na frente do meu próprio pai, de um jeito que o pau dele ficou bem na altura da minha cabeça. Eu sabia que o frio fazia o membro dos homens mudar um pouco de tamanho, e mesmo ele passando pela mesma coisa, a verdade é que não fazia muita diferença. Limpei a garganta, coloquei as mãos nas minhas perninhas e me aproximei. cuidadosamente na glande. Passei a ponta da língua, e depois fui dando beijinhos por todo o tronco até a base. Ele era só meu. Com muito cuidado, peguei o pau dele entre minhas mãos, abri a boca e comecei a me deliciar com ele devagar, tentando enfiar tudo o que coubesse, molhando com minha saliva e sentindo o gosto do sal da água do mar. Era como comer um filé de carne delicioso, com um sabor muito bom.
Chupei devagar no começo e aos poucos fui aumentando a intensidade. Movia meu pescoço pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Tirava o membro dele só pra poder respirar e imediatamente voltava ao meu trabalho. Com uma mão, brincava com as bolas dele, pesando o peso, beliscando elas e, quando cansava de chupar, levantava o pau dele e lambia os testículos, teimosamente escondidos dentro do saco de pele.
— Ah… espera, vamos fazer outra coisa.
— O quê? — perguntei.
Ele se deitou na toalha, o pau apontando pro céu.
— Ehm… pai, não tô pronta.
Me acomodei com ele num 69, e quando as mãos dele abriram minhas nádegas e ele enfiou a boca na minha buceta, comecei a rir. A barba dele fazia cócegas. Voltei ao meu trabalho, masturbando ele e depois chupando e chupando. Pra uma mulher, ter um pau grande é um desafio, porque você quer engolir tudo e o filho da puta nem sempre deixa. Não acontece só com paus compridos, também com os grossos. Molhei com saliva toda a glande e enfiei o mais fundo que consegui. Nos pornôs, eu via as atrizes fazendo aquilo com facilidade, mas eu não consegui, então decidi chupar como uma menina boazinha e não tentar bater recorde nem nada.
— É bom que você ainda seja virgem.
Ele deu uns tapas na minha bunda, beliscou e mordeu. Meu clitóris pequenino tava no paraíso e lubrificava tanto que imaginei a boca do meu pai cheia dos meus sucos.
Masturbei ele com mais força e velocidade. Meu Deus! Eu realmente queria montar nele e ele arrebentar toda a minha intimidade.
Fiz um boquete nele por mais um tempinho. Pensava na minha mãe e em como ela comia tudo isso, e eu senti inveja. Por outro lado, também pensei no Alejandro e se ele teria herdado esses atributos.
—Vou gozar —disse meu pai e bebeu da minha buceta com mais força do que antes, enfiando a língua o mais fundo que podia.
Nós dois sabíamos o que fazer e redobramos os esforços. Pode parecer ridículo, mas bem na hora em que senti uma descarga de prazer lá embaixo, minha boca se encheu de esperma quente e doce. Que delícia! Ele gozou uma mistura gostosa que, no final, quando saiu a última gota, fiquei com mais vontade.
O pau dele começou a perder o tamanho, como era natural. Aproveitei por mais alguns minutos e depois me acomodei sobre ele pra ver o rosto dele.
Eu o amava tanto, tanto quanto uma filha pode amar seu pai, e agora tinha certeza de que queria repetir muitas coisas com ele. Dei um beijo na boca dele, e depois entreguei meus peitos pra ele brincar com eles por um tempo enquanto eu via o lindo amanhecer.
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