Nunca imaginei que um dia fosse esbarrar com minha ex, com quem comecei no mundo do cuckold ou corninho consentido, como preferirem chamar. Era quinta-feira, eu estava saindo da academia como todos os dias e de repente ouço alguém me chamando. E lá estava ela, Abril, linda como sempre. Não tínhamos terminado muito bem, mas a verdade é que os anos passaram e as mágoas foram diminuindo. Conversamos um bom tempo, tentando colocar a vida um do outro em dia. E ela me comentou que com o atual namorado, quer fazer o que fazia comigo, mas não consegue — seja porque se arrepende logo antes ou porque simplesmente não começa. Isso acabou virando uma conversa para outro dia, para que ela pudesse me explicar melhor. Então combinamos de nos encontrar numa cafeteria de uma rede conhecida perto do hospital italiano.
Naquele dia, no café, ela me explicou bem o problema e me pediu algum conselho sobre como poderia iniciar o assunto, já que ela sempre gostou disso e, aliás, foi ela quem despertou em mim essa vontade deliciosa que até hoje eu pratico. Resumindo, conversamos por pelo menos umas três horas e chegamos a uma conclusão, para ver se funcionava — o que também era bem perigoso, já que eu não queria me apegar de novo à Abril, porque sei que posso me perder nela outra vez. Abril é gostosa por todos os lados, mas tem o seu tempero, que foi justamente o que nos afastou e fez a gente terminar. Para terem uma ideia: ela tem uns 1,61m, muito gata, um bumbum redondinho nota 10 e uns peitos que ela colocou silicone, mas na medida certa, nada exagerado. O que me chamou atenção foi a quantidade de tatuagens que ela tem agora. Sempre gostei da Abril, mas ela é meio complicada de lidar às vezes.
Enfim, combinamos assim: ela ia conversar com o atual namorado e explicar, para ver se dessa forma conseguia começar. Marcamos e no primeiro sábado fui à casa dela para jantar e, bom, obviamente para comer ela — pra isso fiz uma abstinência de uma semana para chegar bem cheio no sábado. Cheguei e, na real, o magrão é super gente boa, sempre atento pra eu me sentir bem, o que fez eu criar confiança nele rapidão. Jantamos, batemos papo e chegou a hora da sobremesa. Comemos um pouco de sorvete e, enquanto a Abril arrumava umas coisas, puxei o assunto com o Juan. Perguntei o que tava rolando, se ele realmente queria participar e ver como é outro cara transar com a namorada dele. Com a voz trêmula, ele foi respondendo. Dava pra ver que ele tava nervoso, mas as palavras dele eram encorajadoras: ele curtia a ideia, ficava excitado, mas não se animava. Não sabia como podia reagir ou como ficaria a relação dele com a Abril, então tentei acalmá-lo e contei como eu lido com isso. Com minha namorada atual, a gente faz e, na real, é lindo. Cada um faz o seu, sempre com respeito. Eu gosto, e ela, bom, obviamente também. E deixei bem claro pra ele que ele tinha que pensar que é só um jogo, um jogo de adultos, onde é só diversão e prazer — nisso não tem amor, só sexo. Sempre tenha isso em mente. E se você acha que ela pode se apaixonar por outro e te deixar, eu também penso nisso, mas já tô há três anos fazendo com minha mina e até hoje nunca tive problema. O que não quer dizer que com a Abril não possa rolar algo, mas eu sempre penso que, se for pra acontecer, vai acontecer, faça ou não faça. Eu recomendo que você aproveite — a Abril é uma mulher linda e muito fogosa, curte tudo que você vai viver com ela, porque são coisas que nem todo mundo tem a chance de fazer. É sua decisão, conversem, estabeleçam reglas se tiver dúvida em algo, mas até você experimentar, não vai entender. Se precisarem de tempo pra conversar, não hesitem, mas eu recomendo que experimente — mudou minha vida, e pra melhor. Hoje vivo curtindo o sexo como nunca. A Abril se junta à conversa, mas não fala nada, só olha pra ele. Ele também olha pra ela, e eles se pegam na mão — muito brega pro meu gosto, mas enfim, é a relação deles. O tempo foi passando e eu tava com uma vontade danada de comer ela, mas ele ainda não tinha se decidido. Não tinha mais o que eu pudesse fazer, mas... se não tivesse acontecido nada eu não estaria escrevendo. Então, surpreendentemente, o Juan solta uma frase que eu não esperava: "e bom, vamos experimentar pra ver o que acontece, o que vocês acham?" bom, agora ele fingia que estava superado, eu me caguei de rir demais. E respondi que se ele se sentisse mal ou estivesse passando mal, que avisasse e a gente terminava tudo. Não terminei de dizer isso e a Abril se aproximou e comeu minha boca com um beijo. Ai, como eu sentia falta dos beijos dela, não sei por que mas ninguém beija como a Abril, ela sabe muito bem como usar a boca. Olho pro Juan e pergunto: tá bem? Tudo bem, ele responde. E sem pedir permissão, a Abril já estava desabotoando minha calça, passou pela minha cabeça: será que essa mina estava com vontade de mim e aproveitou a virada pra foder comigo? Mas não me importei. Então aproveitei o boquete excelente que ela estava me dando, começa suave, brincando com os lábios e a língua por toda minha pica. Minha atual namorada sabe fazer uns boquetes incríveis, mas nunca vai competir com a Abril, ela é a rainha dos boquetes. E como já conheço a Abril, perguntei se ela já estava molhada ou precisava de uma ajudinha. Sabia muito bem aonde ela queria chegar, e se não foi assim, saiu como se soubesse. Ela se levantou e tirou o jeans e a calcinha, ficando só com a camiseta, mas eu já estava meio desconfortável na cadeira e peço se a gente ia pro quarto, melhor. Fomos e o Juan não veio. Que estranho, digo pra Abril. E chamo ele: "Juan, vamos lá, cara, vem aqui que de lá você não vai ver nada". Quase correndo ele entra no quarto e fica parado observando enquanto a Abril continuava chupando minha pica. Eu deitado e a Abril de joelhos com aquele rabinho empinado, era impossível não pedir pro Juan se aproximar e chupar a buceta e aquele bumbum lindo, então convidei e ele imediatamente se aproximou e começou a chupar tudo como podia. A Abril começou a gemer e isso nos deixou ainda mais excitados, eu estava pegando fogo e suponho que o Juan também. Tirei a camiseta dela e vi de novo aqueles peitos lindos. Se ela continuasse me chupando, eu ia gozar antes de tempo, então eu pedi: vem cá, bebê, quero te sentir em cima de mim. O Juan ficou parado e dava pra ver o pau dele duro. A Abril foi subindo em cima de mim, e com a mão ela agarrou meu pau, brincando na sua buceta, até que ela começou a descer. Eu senti que fui penetrando ela devagarinho, era tão bom que eu não conseguia parar de gemer. Olhei pro Juan e ele estava pálido, então perguntei: você tá bem? Sim, sim, ele respondeu. Eu insisti: você gosta de ver como ela tá gostando? Olha bem como meu pau entra e sai, chega mais perto, eu dizia. Ele se aproximou e acariciou a bunda dela enquanto a Abril cavalgava suavemente em mim, com movimentos de quadril e pulinhos. Eu já estava cansando da posição e pedi pra ela ficar de quatro, mas que ao mesmo tempo começasse a chupar o Juan. E assim, sem pensar, o Juan se acomodou na cabeceira da cama, já pelado, e a Abril se aproximou dele engatinhando pra mamar o pau dele como ela bem sabe fazer. Eu me preparei, chupei a bunda linda dela um pouco enquanto enfiava um dedo pra dilatar um pouco, e me ajoelhei atrás dela. E devagarinho fui metendo meu pau na buceta encharcada dela. Entrava tão fácil que mal dava pra sentir ela apertando meu pau, mas com aquela bunda, a verdade é que era um prazer enorme tê-la assim de novo. Enquanto ia acelerando o ritmo, fui enfiando o polegar no cuzinho apertado, e ela gemia que nem uma puta safada. O Juan, pelo que eu conseguia ver, estava recebendo a masturbação do século – ela chupando ele, fazendo garganta profunda, tudo, não deixou nada, até os ovos eu vi que ela chupou. Adoro ver como os peitos dela balançam, mesmo sendo siliconados, eu adoro. Eu estava quase gozando, não aguentava mais. Então parei um pouco e me levantei. Ela continuava chupando o pau do Juan, então chamei ela e pedi que se levantasse. Ela veio até onde eu estava, e sem mais nem menos, eu virei ela e a encurralei contra a parede. Ela mesma abriu as pernas e empinou o cuzinho. Meu pau, com uns movimentos pequenos e com a ajuda da minha mão, penetrou. Eu agarrado na cintura dela… Comecei a enfiar com força, o corpo dela batia na parede, e os gemidos eram altos. Não consegui me conter e sussurrei no ouvido dela: "Lembra quando a gente transava assim nos bailes?". Nossa, só de falar, ela começou a vazar de tanto gozo que estava tendo. Isso que eu adoro na Abril, quando acaba, ela se mija toda. Minha namorada não tem esse tipo de orgasmo, então curti pra caralho ver ela escorrendo. Olhei pro Juan e ele ainda estava na cama se masturbando, a Abril não parava de gemer e eu já estava quase gozando. Se continuasse assim, ia acabar tudo muito rápido, e quem sabe se ia se repetir algum dia. Então decidi usar o Juan pra eu recuperar um pouco e a calmar a minha tesão. Levei a Abril pra cama, pedi pro Juan deitar e pra Abril cavalgar nele como fez comigo. Ver eles transando não baixou minha tesão, que gostosa, meu Deus. Ela esfregava o clitóris na pelve do Juan, putinha, não sabem o prazer que é vê-la transar. Sempre gostei de ver como ela curte. Eu não consegui me segurar e me posicionei atrás dela, peguei meu pau e aproveitei pra encostar na bunda que já estava encharcada de tanto líquido que ela tinha soltado. Eu sei muito bem que ela sempre adorou sexo anal, mas a safada me solta uma frase que eu sabia que era fingida. E me diz: "Ai não, por aí não, dói". Não terminou de falar e eu enfiei de uma vez até o fundo, ela gemeu alto como uma verdadeira puta curtindo, senti como a bunda dela mal estava dilatada, sentia o quanto apertadinho ela ainda tinha o cu e isso me deixou louco, não me controlei, e meti forte e bem rápido enquanto ela gemia e o Juan, imóvel, sentia o corpo da Abril sendo bombardeado por mim selvagemente, eu sentia meu pau batendo no pau do Juan que estava enterrado na boceta deliciosa. E não aguentei mais e gozei como nunca. Entre meus gemidos e os da Abril, fizemos o Juan gozar também. Deus, sentir meu gozo jorrando dentro da Abril era relembrar aquela época antiga tão cheia de sexo selvagem. Saio e vejo como meu sêmen começa a escorrer do cu dela e depois como escorre da sua boceta totalmente dilatada e aberta, a porra do Juan, o desgraçado, estava muito mais carregada que a minha, era um esperma branco e concentrado, dava pra notar a diferença entre o meu e o dele. Ficamos deitados um tempo, nos limpamos, conversamos um pouco, nos vestimos e Juan disse que gostou e se era assim sempre. Que queria repetir. E eu não vou ficar mentindo pra ele. Então falei: depende muito da outra pessoa se te deixa participar ou não. Tem homens que não gostam da participação do corno. Mas isso você também controla. Estabeleça as regras e sempre mostre quem manda, senão vão passar por cima de você. E sem pensar, aperto a mão dele e digo: Parabéns, bem-vindo ao mundo do cuckold. Juan ri e brindamos como se ele tivesse ganhado um campeonato. Bom, não cheguei a vê-la de novo, se souber mais algo sobre a Abril conto pra vocês. Espero que estejam curtindo o sexo e tomara que me chamem pra uma repetição. PS: A Abril está mais gostosa que nunca e agora tem franja, coisa que antes não tinha, ficou pffff, lindaaaa.
Naquele dia, no café, ela me explicou bem o problema e me pediu algum conselho sobre como poderia iniciar o assunto, já que ela sempre gostou disso e, aliás, foi ela quem despertou em mim essa vontade deliciosa que até hoje eu pratico. Resumindo, conversamos por pelo menos umas três horas e chegamos a uma conclusão, para ver se funcionava — o que também era bem perigoso, já que eu não queria me apegar de novo à Abril, porque sei que posso me perder nela outra vez. Abril é gostosa por todos os lados, mas tem o seu tempero, que foi justamente o que nos afastou e fez a gente terminar. Para terem uma ideia: ela tem uns 1,61m, muito gata, um bumbum redondinho nota 10 e uns peitos que ela colocou silicone, mas na medida certa, nada exagerado. O que me chamou atenção foi a quantidade de tatuagens que ela tem agora. Sempre gostei da Abril, mas ela é meio complicada de lidar às vezes.
Enfim, combinamos assim: ela ia conversar com o atual namorado e explicar, para ver se dessa forma conseguia começar. Marcamos e no primeiro sábado fui à casa dela para jantar e, bom, obviamente para comer ela — pra isso fiz uma abstinência de uma semana para chegar bem cheio no sábado. Cheguei e, na real, o magrão é super gente boa, sempre atento pra eu me sentir bem, o que fez eu criar confiança nele rapidão. Jantamos, batemos papo e chegou a hora da sobremesa. Comemos um pouco de sorvete e, enquanto a Abril arrumava umas coisas, puxei o assunto com o Juan. Perguntei o que tava rolando, se ele realmente queria participar e ver como é outro cara transar com a namorada dele. Com a voz trêmula, ele foi respondendo. Dava pra ver que ele tava nervoso, mas as palavras dele eram encorajadoras: ele curtia a ideia, ficava excitado, mas não se animava. Não sabia como podia reagir ou como ficaria a relação dele com a Abril, então tentei acalmá-lo e contei como eu lido com isso. Com minha namorada atual, a gente faz e, na real, é lindo. Cada um faz o seu, sempre com respeito. Eu gosto, e ela, bom, obviamente também. E deixei bem claro pra ele que ele tinha que pensar que é só um jogo, um jogo de adultos, onde é só diversão e prazer — nisso não tem amor, só sexo. Sempre tenha isso em mente. E se você acha que ela pode se apaixonar por outro e te deixar, eu também penso nisso, mas já tô há três anos fazendo com minha mina e até hoje nunca tive problema. O que não quer dizer que com a Abril não possa rolar algo, mas eu sempre penso que, se for pra acontecer, vai acontecer, faça ou não faça. Eu recomendo que você aproveite — a Abril é uma mulher linda e muito fogosa, curte tudo que você vai viver com ela, porque são coisas que nem todo mundo tem a chance de fazer. É sua decisão, conversem, estabeleçam reglas se tiver dúvida em algo, mas até você experimentar, não vai entender. Se precisarem de tempo pra conversar, não hesitem, mas eu recomendo que experimente — mudou minha vida, e pra melhor. Hoje vivo curtindo o sexo como nunca. A Abril se junta à conversa, mas não fala nada, só olha pra ele. Ele também olha pra ela, e eles se pegam na mão — muito brega pro meu gosto, mas enfim, é a relação deles. O tempo foi passando e eu tava com uma vontade danada de comer ela, mas ele ainda não tinha se decidido. Não tinha mais o que eu pudesse fazer, mas... se não tivesse acontecido nada eu não estaria escrevendo. Então, surpreendentemente, o Juan solta uma frase que eu não esperava: "e bom, vamos experimentar pra ver o que acontece, o que vocês acham?" bom, agora ele fingia que estava superado, eu me caguei de rir demais. E respondi que se ele se sentisse mal ou estivesse passando mal, que avisasse e a gente terminava tudo. Não terminei de dizer isso e a Abril se aproximou e comeu minha boca com um beijo. Ai, como eu sentia falta dos beijos dela, não sei por que mas ninguém beija como a Abril, ela sabe muito bem como usar a boca. Olho pro Juan e pergunto: tá bem? Tudo bem, ele responde. E sem pedir permissão, a Abril já estava desabotoando minha calça, passou pela minha cabeça: será que essa mina estava com vontade de mim e aproveitou a virada pra foder comigo? Mas não me importei. Então aproveitei o boquete excelente que ela estava me dando, começa suave, brincando com os lábios e a língua por toda minha pica. Minha atual namorada sabe fazer uns boquetes incríveis, mas nunca vai competir com a Abril, ela é a rainha dos boquetes. E como já conheço a Abril, perguntei se ela já estava molhada ou precisava de uma ajudinha. Sabia muito bem aonde ela queria chegar, e se não foi assim, saiu como se soubesse. Ela se levantou e tirou o jeans e a calcinha, ficando só com a camiseta, mas eu já estava meio desconfortável na cadeira e peço se a gente ia pro quarto, melhor. Fomos e o Juan não veio. Que estranho, digo pra Abril. E chamo ele: "Juan, vamos lá, cara, vem aqui que de lá você não vai ver nada". Quase correndo ele entra no quarto e fica parado observando enquanto a Abril continuava chupando minha pica. Eu deitado e a Abril de joelhos com aquele rabinho empinado, era impossível não pedir pro Juan se aproximar e chupar a buceta e aquele bumbum lindo, então convidei e ele imediatamente se aproximou e começou a chupar tudo como podia. A Abril começou a gemer e isso nos deixou ainda mais excitados, eu estava pegando fogo e suponho que o Juan também. Tirei a camiseta dela e vi de novo aqueles peitos lindos. Se ela continuasse me chupando, eu ia gozar antes de tempo, então eu pedi: vem cá, bebê, quero te sentir em cima de mim. O Juan ficou parado e dava pra ver o pau dele duro. A Abril foi subindo em cima de mim, e com a mão ela agarrou meu pau, brincando na sua buceta, até que ela começou a descer. Eu senti que fui penetrando ela devagarinho, era tão bom que eu não conseguia parar de gemer. Olhei pro Juan e ele estava pálido, então perguntei: você tá bem? Sim, sim, ele respondeu. Eu insisti: você gosta de ver como ela tá gostando? Olha bem como meu pau entra e sai, chega mais perto, eu dizia. Ele se aproximou e acariciou a bunda dela enquanto a Abril cavalgava suavemente em mim, com movimentos de quadril e pulinhos. Eu já estava cansando da posição e pedi pra ela ficar de quatro, mas que ao mesmo tempo começasse a chupar o Juan. E assim, sem pensar, o Juan se acomodou na cabeceira da cama, já pelado, e a Abril se aproximou dele engatinhando pra mamar o pau dele como ela bem sabe fazer. Eu me preparei, chupei a bunda linda dela um pouco enquanto enfiava um dedo pra dilatar um pouco, e me ajoelhei atrás dela. E devagarinho fui metendo meu pau na buceta encharcada dela. Entrava tão fácil que mal dava pra sentir ela apertando meu pau, mas com aquela bunda, a verdade é que era um prazer enorme tê-la assim de novo. Enquanto ia acelerando o ritmo, fui enfiando o polegar no cuzinho apertado, e ela gemia que nem uma puta safada. O Juan, pelo que eu conseguia ver, estava recebendo a masturbação do século – ela chupando ele, fazendo garganta profunda, tudo, não deixou nada, até os ovos eu vi que ela chupou. Adoro ver como os peitos dela balançam, mesmo sendo siliconados, eu adoro. Eu estava quase gozando, não aguentava mais. Então parei um pouco e me levantei. Ela continuava chupando o pau do Juan, então chamei ela e pedi que se levantasse. Ela veio até onde eu estava, e sem mais nem menos, eu virei ela e a encurralei contra a parede. Ela mesma abriu as pernas e empinou o cuzinho. Meu pau, com uns movimentos pequenos e com a ajuda da minha mão, penetrou. Eu agarrado na cintura dela… Comecei a enfiar com força, o corpo dela batia na parede, e os gemidos eram altos. Não consegui me conter e sussurrei no ouvido dela: "Lembra quando a gente transava assim nos bailes?". Nossa, só de falar, ela começou a vazar de tanto gozo que estava tendo. Isso que eu adoro na Abril, quando acaba, ela se mija toda. Minha namorada não tem esse tipo de orgasmo, então curti pra caralho ver ela escorrendo. Olhei pro Juan e ele ainda estava na cama se masturbando, a Abril não parava de gemer e eu já estava quase gozando. Se continuasse assim, ia acabar tudo muito rápido, e quem sabe se ia se repetir algum dia. Então decidi usar o Juan pra eu recuperar um pouco e a calmar a minha tesão. Levei a Abril pra cama, pedi pro Juan deitar e pra Abril cavalgar nele como fez comigo. Ver eles transando não baixou minha tesão, que gostosa, meu Deus. Ela esfregava o clitóris na pelve do Juan, putinha, não sabem o prazer que é vê-la transar. Sempre gostei de ver como ela curte. Eu não consegui me segurar e me posicionei atrás dela, peguei meu pau e aproveitei pra encostar na bunda que já estava encharcada de tanto líquido que ela tinha soltado. Eu sei muito bem que ela sempre adorou sexo anal, mas a safada me solta uma frase que eu sabia que era fingida. E me diz: "Ai não, por aí não, dói". Não terminou de falar e eu enfiei de uma vez até o fundo, ela gemeu alto como uma verdadeira puta curtindo, senti como a bunda dela mal estava dilatada, sentia o quanto apertadinho ela ainda tinha o cu e isso me deixou louco, não me controlei, e meti forte e bem rápido enquanto ela gemia e o Juan, imóvel, sentia o corpo da Abril sendo bombardeado por mim selvagemente, eu sentia meu pau batendo no pau do Juan que estava enterrado na boceta deliciosa. E não aguentei mais e gozei como nunca. Entre meus gemidos e os da Abril, fizemos o Juan gozar também. Deus, sentir meu gozo jorrando dentro da Abril era relembrar aquela época antiga tão cheia de sexo selvagem. Saio e vejo como meu sêmen começa a escorrer do cu dela e depois como escorre da sua boceta totalmente dilatada e aberta, a porra do Juan, o desgraçado, estava muito mais carregada que a minha, era um esperma branco e concentrado, dava pra notar a diferença entre o meu e o dele. Ficamos deitados um tempo, nos limpamos, conversamos um pouco, nos vestimos e Juan disse que gostou e se era assim sempre. Que queria repetir. E eu não vou ficar mentindo pra ele. Então falei: depende muito da outra pessoa se te deixa participar ou não. Tem homens que não gostam da participação do corno. Mas isso você também controla. Estabeleça as regras e sempre mostre quem manda, senão vão passar por cima de você. E sem pensar, aperto a mão dele e digo: Parabéns, bem-vindo ao mundo do cuckold. Juan ri e brindamos como se ele tivesse ganhado um campeonato. Bom, não cheguei a vê-la de novo, se souber mais algo sobre a Abril conto pra vocês. Espero que estejam curtindo o sexo e tomara que me chamem pra uma repetição. PS: A Abril está mais gostosa que nunca e agora tem franja, coisa que antes não tinha, ficou pffff, lindaaaa.
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