As semanas seguintes foram tranquilas, com as minas tava tudo em ordem, não tinha um detalhe que escapasse (pra não pisar na bola). Chegou o aniversário da Ludmila e eu tava apavorado que aparecesse algum convidado que me conhecesse do bairro ou, pior, que conhecesse a negra... Passei dias pensando em que desculpa dar pra não ir, mas no fundo acho que queria ir, então fui e, por sorte, não tinha ninguém conhecido. Mas conheci mais gente do bairro, e isso eu não tinha levado em conta, então agora tinha que me cuidar ainda mais. O sexo com a Ludmila era realmente fantástico, não tinha inibição nenhuma dos dois lados. Ela tinha virado uma excelente praticante de sexo oral, dava pra dizer que tinha adoração pelo meu pau. Eu acariciava ela, brincava, beijava e até às vezes falava com ela e ela respondia mudando a voz. Ela adorava escrever bilhetinhos com ações e posições sexuais e, enquanto a gente transava, a gente sorteava. Raramente a gente não usava todos os bilhetinhos. Mas não era negociável: a última gozada tinha que ser no cu, pedido dela. Fora do sexo maravilhoso que a gente tinha, a Lu tava ficando cada vez mais possessiva e dominadora, tentava controlar tudo que eu fazia e meus horários. Tava convencida de que eu pertencia a ela e ela a mim. A negra era mais liberal, me dava meus espaços e tempos, e tava despertando um lado quase sádico nela, a ponto de muitas vezes me machucar. E obviamente eu tinha que inventar algum tipo de acidente no negócio pra me justificar com a Lu, coisas tipo que me arranhei com uma gaveta, com uma chapa, que os caras me picavam com algum alfinete de metal... Pra ser sincero, tava satisfeito sexualmente, muito satisfeito. Tinha duas mulheres lindas, com um rabo enorme, a gente transava bem, não tinha do que reclamar. Pela minha pouca idade, tava vivendo o sonho de qualquer cara, honestamente. No negócio, vinha comprar muito seguido uma mina que devia ter uns 22/23 anos, baixinha, peito pequeno, mas muita bunda. cu, gostosa de cara, cabelo curtinho. Na maioria das vezes vinha sozinha e muitas outras com a mãe, a mãe era uma mulher entre 45/50 anos, loira, magra, alta, peitão e pouca bunda, muito bonita de cara. Meus colegas falavam que a baixinha vinha por minha causa, eu não acreditava nisso. Na verdade, com essa mina a gente já tinha se cruzado mil vezes na rua e nunca passou de um cumprimento educado. Um dia ela veio comprar com outra garota que eu nunca tinha visto, era igualzinha à cantora Marta Sánchez, com menos peito mas muito parecida. Um colega tava atendendo elas, então não pude fazer nada. Fiquei apaixonado nessa mina, era linda, tinha que descobrir quem era e de onde. Dias depois a baixinha veio comprar e eu atendi ela, pela primeira vez puxei papo enquanto ela comprava. No meio da conversa, perguntei quem era aquela garota que tinha vindo com ela dias atrás. Eu: "No outro dia que você veio, tava com uma garota... Quem é?" Baixinha: "Por que você quer saber quem é?" Eu: "Porque sei que conheço ela, mas não lembro de onde." Baixinha: "Acho que não conhece, ela não é daqui." Eu: "Ah, não? De onde ela é?" Baixinha: "De Bahia Blanca." Eu: "Ah... É uma prima?" Baixinha: "Que perguntador você, hein!" Eu: "Hahahahaha, tá bom... Se não quiser contar, não pergunto." Entre várias coisas que comprou, levou uma melancia... Eu: "Vem, vou te acompanhar." Baixinha: "Não, tá de boa, eu consigo, valeu!" Eu: "Não, vamos, tá pesada, sem problema." Baixinha: "Tá bom, mas é pertinho, só duas quadras." Eu: "Sem problema." No caminho, ficamos falando besteira. Num momento ela me disse: "Te vi várias vezes no Planetário (era uma balada)." Eu: "Ah, é? Sim, vou de vez em quando, não curto muito, mas meu tio gosta e vou com ele." Baixinha: "Seu tio?" Eu: "Sim, meu tio é só três anos mais velho que eu, fazemos muita coisa juntos, por causa da idade, sabe?" Baixinha: "Ah... Olha só, bem jovem! Deve ser da hora isso!" Eu: "Sim, demais, a gente praticamente cresceu junto." Baixinha: "Que doido, né? Acho que já sei qual é seu tio." Eu: "É? Como sabe?" Baixinha: "Porque Você não dança e fica sempre no bar com um cara alto, é aquele ali, né? Eu: sim, sim, esse é meu tio. Chegamos no prédio, coloquei a melancia no elevador e quando tô saindo, ela quis me dar uma gorjeta. Eu: não, não... Tá de boa, valeu! Petisa: vai, pega aí. Eu: não, sério, se quer me dar uma gorjeta, me diz quem é a mina. Petisa: hahahahaha beleza, mas você me fala o nome do seu tio. Eu: Luís. Petisa: mentira, não se chama Luís. Eu: sim, se chama Luís, por que eu ia mentir pra você? Petisa: sei lá... Você falou tão rápido que achei que era mentira. Começou a tocar a alarme do elevador, então ela tinha que se apressar. Petisa: beleza, é minha irmã. Eu: como ela se chama? Petisa: já deu, informação demais por hoje. Fechou a porta da entrada e foi embora. Dias depois, ela veio comprar de novo e um colega atendeu ela, eu tava com outra pessoa, me desocupei e fui cumprimentar ela com um beijo. Eu: como cê tá? Petisa: tudo bem, e você? Eu: muito bem, graças a Deus. Petisa: que bom, cê vai sábado no planetário? Eu: sei lá... Mas você quer saber se vou eu ou meu tio? Petisa: bom... Se você vai, ele vai também, né? Eu: sim, é verdade hahahaha. Quer que eu falo pra ele ir? Petisa: seria legal... Eu: beleza... Falo pra ele e você leva sua irmã. Petisa: hahahahaha é? Pra quê? Eu: fazemos uma troca, eu te apresento meu tio e você me apresenta sua irmã, que tal? Petisa: hahahahaha fechou! Mas e a morena que tá sempre com você? É sua namorada, né? (vadia, mãe.....) Eu: NI! Petisa: que é ni? Eu: isso, ni... Às vezes sim... Às vezes não... Petisa: ahhhh... Que liberal! Eu: hahahaha mais ou menos, fala aí... Como sua irmã se chama? Petisa: Mariana. Eu: e você? Petisa: Clara. Eu: pronto, Clara, sábado vou com meu tio e você com sua irmã. Clara: não sei se ela vai querer, mas vou tentar. Eu: beleza, não me deixa na mão, hein! Olha que se te vejo sozinha, levo meu tio embora. Clara: não prometo nada, mas vou tentar convencer ela, não curte ir dançar. Eu: uhhhh, beleza, dá um jeito, por favor. Clara: fechou! Foi pagar. Ela me cumprimentou com um beijo e foi embora. Naquele sábado, era pra eu ficar com a Lu, e quando eu tava com ela, não ia pra dançar nem nada, só pra transar. Então usei meu tio de desculpa, falei que ele tinha terminado com uma namorada e queria sair pra comer e tomar algo comigo, e deu certo. Liguei pro meu tio e contei dessa mina, ele não ficou muito empolgado, mas me apoiou, afinal, quando a gente ia dançar era porque ele queria ir. No sábado, chegamos no rolê tipo 1:30, naquela época entrava meia-noite. Procurei a Clarita e achei na hora, ela tava dançando com alguém na pista e fui buscar ela, ela me cumprimenta e me dá a notícia fria: MINHA IRMÃ NÃO QUIS VIR! No meio do barulho do ritmo (gênero musical). Acho que minha cara disse tudo... Levei ela até onde meu tio tava, apresentei e deixei eles sozinhos um tempo, dei umas voltas, fui no banheiro, cruzei com uns caras do bairro, troquei umas palavras e voltei pra ver o que meu tio tava fazendo. Tavam no bar, meu tio com uma cerveja e a Clarita com um drink que não sei o que era. Não me aproximei, procurei um sofá vazio e fiquei lá, de onde dava pra ver eles. Daí a pouco, a Clarita levou meu tio pra dançar e ficaram bem perto de mim, de vez em quando meu tio me olhava, percebi que ele tava pedindo socorro. Nem fodendo que eu ia resgatar ele, que se sacrifique pelo sobrinho! Então levantei e me perdi no meio da galera pra ele não me ver. Depois de um bom tempo, vejo eles passando na direção dos reservados, BINGO! Deixei ele lá com a Clarita e vazei. No dia seguinte, liguei pra ele e ele me xingou pra caralho, mesmo a Clarita não sendo feia, a mina não era do gosto do meu tio, ele não comeu ela, mas ficou e levou ela até em casa, a Clarita tinha dado o número dela. VAMOS!!! Eu: Beleza, me passa o número. Tio: Não. Eu: Hã!? Como assim não? Me dá o número. Tio: Não, você me enfiou essa novinha, agora se fode. Eu: Qual é, tá falando sério? Ela é bonitinha, por que tanto drama? Tio: Se ela é bonitinha, por que você não ficou com ela? Eu: Qual é, para de Porra, ela é gostosa pra caralho. Tio: É bonita sim, mas não curto. Eu: Bom, foi um sacrifício pelo teu sobrinho! Manda o número aí. Tio: Não tenho, ela escreveu na minha mão com caneta e eu lavei. Eu: Nãaaaaao, como é que tu não anotou antes? Tio: Porque não me interessa, e tu se vira, consegue o número sozinho. Eu: Que parceiro hein... Valeu!!! Tio: De nada, otário. Eu: Vai tomar no cu, mané. Tio: Tu também. Meu tio é um cara muito gente boa, só que é meio quadrado. Durante a semana a Clara veio comprar, terça ou quarta, não lembro direito. Eu: Claríssimaaaa! Tudo bem? Clara: Tudo bem, teu tio não me ligou, sabe de algo? Eu: Sim! Kkkkkk ele é meio bocó, não percebeu e lavou as mãos sem anotar teu número. Clara: Ahhh, sério? Eu: Sim, sim, sério! É meu tio e eu amo ele, mas é meio leso! Clara: O que ele te disse? Eu: Nada... Ele queria se matar porque não tinha teu número, mas falei pra ele não se preocupar que no sábado com certeza te encontra no baile. Clara: É, mas não dá. Tem papel pra anotar? Eu: Sim... (Peguei a caderneta típica que a gente usa na quitanda). Fala. Clara: 301-xxxx... Fala pra ele me ligar depois das 19h quando quiser. Atendi ela e ela foi embora. Pronto! Tava com o número. De noite falei com meu tio, implorei, supliquei pra ele ligar pra ela e ele não queria. Aí tive que chantagear ele com uma coisa que eu sabia e minha avó não podia descobrir. Ele não teve escolha senão aceitar kkkkkkkk. Todo dia ligava pra saber se ele tinha falado com a Clara e como tava o rolo. Sexta-feira já tinham combinado de se encontrar cedo e ir tomar umas. Perfeito, aquele fim de semana eu tinha que recuperar com a Lu, então pra morena inventei a mesma história que contei pra Lu na semana anterior. Meu tio saiu com a Clara naquele sábado e fez bonito. Meu tio me contou que a irmã da Clara mora em Bahia Blanca porque os pais eram separados e a guria queria morar com o pai, que trabalhava e morava lá, por isso eu não conhecia ela e nunca tinha visto. Vi. Na semana passada, a Clarita veio comprar e me tratava como se fôssemos amigos de infância... Ou família! Voltei a investir na irmã e a Clarita me dizia que a irmã era tranquila, que não gostava de sair, que preferia ficar em casa vendo um filme. Sugeri irmos ao cinema os quatro, que eu falava com meu tio, ela disse que seria legal. Vamos ver e ela foi embora. À noite, liguei pro meu tio. Tio: Você é um filho da puta, vou te encher de porrada no rabo. Eu: Calma, não tecalientes.daleuma chance, quem sabe? Talvez acaba sendo minha tia! Kkkkkkkkkkkk Tio: cala a boca otário, quer ir no cinema agora? A irmã é tão gostosa assim? Eu: Siim, você não sabe, ela é igualzinha a Marta Sanchez. Tio: E essa aí, o que aconteceu? Porque ela não tem nem o nariz da Marta Sanchez. Eu: kkkkkkkkkkkk já vai ver, o que você disse pra ela? Tio: Que eu acertava com você e avisava, o que vou falar? Eu: bom, marca pra domingo à tarde. Tio: Domingo? O Boca joga, porra! Eu: Qualé, não enche o saco. Tio: Não, não enche o saco, domingo não. Eu: ok, sem problema, passa pra minha avó. Tio: Sabe que isso vai te sair caro, né? Eu: E é... O silêncio tem seu preço kkkkkkkkkkkk. Tio: bom, então amanhã ligo pra ela e falo, é a última, hein! Depois de domingo não ligo mais. Eu: Fechou, fuck you, palavra que não te extorquio mais. Tio: Mas vai me pagar, e domingo você paga tudo. Eu: Negócio fechado, te amo! Tio: Chupa aqui. Eu: Amanhã a gente fala e segunda eu chupo. Tio: Tchau, bobo. Meu tio marcou pra domingo às 17h. A gente tinha que passar buscar elas em casa, muito arriscado pra mim. Então combinei dele ir sozinho e eu encontrava eles no cinema. Quando vejo eles chegando, não acreditei: vieram meu tio, Clara, a irmã e outra gatinha! A grande san slut! Meu tio tava com uma cara de "Já! Agora te quero ver". A terceira moça era uma amiga da Mariana que tava nabs.asE aí foi visitar ela... Mas eu não tava conseguindo comer ninguém... Entramos no cinema, comprei os ingressos, meu tio se fez de bonzinho e fez com que comprassem umas porcarias no quiosque que eu paguei. Fizemos a fila pra entrar e os únicos que tavam falando eram meu tio, Clara e a amiga da Mariana, eu tava com uma cara de bunda fudida e a Mariana também... Já no cinema, sentaram: Mariana, a amiga, Clara, meu tio e eu. Nessa ordem. Meu tio tava curtindo a situação, o filho da puta... Durante o filme, meu tio e Clara trocavam comentários sobre ele, e as outras duas, nem ideia do que faziam... No meio do filme, a amiga da Mariana quis ir ao banheiro e a Mariana foi junto. Aí aproveitei e mexi as peças: Clara na ponta, meu tio, eu e, na minha esquerda, dois lugares vazios. Quando voltaram, a Mariana sentou do meu lado e a amiga ficou onde eu tava originalmente. Mariana: Por que trocaram os lugares? Eu: Porque era mais fácil pra quando vocês voltassem e não ter que passar na frente. Mariana: Mmmm... Eu: Tá gostando do filme? Mariana: Mais ou menos. Eu: É... Não é lá essas coisas... Mariana: Mmmm... Eu: Tá confortável aí? Mariana: Aham. Eu: Beleza... Não vou falar contigo se não quiser, assim pode ver o filme. Mariana: É, melhor. Pronto, não tinha mais chance de nada, tava queimado. Eu: Mano, saímos daqui e vou vazar pra puta que pariu. Tio: E eu faço o quê com as três? Eu: Descarta elas e vazamos juntos. Tio: A mina não te dá bola, né? Eu: Não, nada... Tio: Beleza, vê o que a gente faz pra ir embora. Daí a pouco, meu tio tava se pegando com a Clara, um tempo depois ele me fala... Tio: Mano, vou embora com essa, vê o que faz com essas duas. Eu: Beleza... O prêmio de tio do ano vai pra você, hein. Tio: Você que me meteu nessa, aguenta. Quando saímos do cinema, na porta, falei: Que filme de merda, pelo amor de Deus. Mariana disse: Eu gostei. A amiga também, Clara a mesma coisa, e meu tio falou: Tava bom... (Traidor). Eu: Beleza, meninas, eu vou pra Barracas e pego um táxi, se quiserem dou carona, olhando pra Mariana e a amiga. Clara fala pra irmã: Vão na frente que eu vou mais tarde... Dou um oi pra Clara, pro meu tio e falo: "Vamos?" A Mariana e a amiga me seguem sem falar nada. Antes de chegar na Carlos Pellegrini tinha uma loja que vendia bichinhos de pelúcia, as duas pararam pra olhar a vitrine e eu tava uns 4 metros na frente. Elas pararam de olhar e vieram até mim, entramos no táxi, elas atrás e eu na frente. A Mariana fala pra amiga: "Gostei da coelha grande, é linda." A amiga respondeu que sim, que era bonita, mas que ela tinha gostado do panda. Eu viro e, olhando pra Mariana, falo: "Sabe como chegar na loja dos bichinhos?" Mariana: "Sei, por quê?" Eu: "Nada, tô perguntando pra você vir comprar o bichinho que gostou, porque com essa cara de antipática nunca vai ter um namorado pra te dar de presente." A amiga se meteu e me chamou de grosso sem noção, e a Mariana me chamou de mal-educado. Eu mandei um "antipática" de volta. E ficou por isso, o taxista me olhava de canto de vez em quando. Chegamos, elas desceram e quando terminei de pagar já estavam a meia quadra de distância. Fui pra casa puto da vida.
Uns dias depois a Clara veio comprar, cumprimentei ela e ela disse que tava tudo errado comigo, que como eu tratava a irmã daquele jeito. Falei que foi só um comentário, que não desrespeitei nem tratei mal, e que a mal-educada e antissocial era a irmã. Ela riu e falou: "É, ela é meio antissocial, mas é até te conhecer." Eu respondi pra ela não se preocupar que eu não ia conhecer, e ficou por isso. Acontece que meu tio se engraçou com a Clarita... tava fazendo o namorado dela e foi lá em casa depois de visitar ela. Jantamos e eu acompanhei ele fumar um cigarro no quintal. Tio: "Cara, por que você não chama a irmã da Clara pra sair de novo? Ela é gente boa, a jovem, dá um tempo." Eu: "De novo? Se nunca chamei!" Tio: "Então chama, porra, ela é uma boa garota." Eu: "Não, para de encher o saco, já era, foi. Bola pra frente." Tio: "Teimoso, hein... tô falando porque a Clara me pediu." Eu: "Pediu o quê?" Tio: "Isso, que eu falasse pra você chamar ela." Eu: "Não, já era... esquece! Segui com minha vida como antes, de volta à rotina. Uma semana depois, a Mariana vai comprar e é atendida por um colega enquanto eu atendia outra pessoa. Passei do lado dela umas 2-3 vezes e não a cumprimentei. Mariana: Oi, não? Eu: Oi. Quando ela tá saindo, "tchau... a gente se vê!" Nem respondi. Minutos depois, ela volta, me encara e pergunta se a gente podia conversar. Saímos pra um canto do mercado. Eu: Fala! Mariana: Nada... Queria pedir desculpas. Fui mal quando a gente foi no cinema, você se comportou super bem e eu não te dei bola. Eu: Relaxa, não aconteceu nada, a gente se vê. Mariana: Calma, calma. Você é sempre tão radical assim? Eu: Radical? Não, nada a ver. Não temos nada pra conversar. Se você sentiu necessidade de se desculpar, acho bom pra você. Mariana: Bom, me perdoa, não sei por que sou assim. Se você topar, na próxima vou estar de melhor humor. Eu: Próxima? Que próxima? Já era, Maria. Mariana: Mariana é meu nome. Eu: Ah, sim. Tanto faz. Me dá licença? Tenho que trabalhar, se cuida. No dia seguinte, meu tio de novo na minha casa. Eu: Já sei por que você veio, não enche o saco, já era. Tio: Você é burro? A mocinha foi te pedir desculpas e você corta ela? Eu: Já foi, o que você quer que eu faça? Não enche, já era. E não insiste porque a gente vai brigar. Tio: Você é um idiota! Dois dias depois, Clara no mercado, eu atendo ela. Eu: Tudo bem? Como anda o tio? Clara: Melhor que você. Eu: É... coisas acontecem. Clara: Você é muito orgulhoso, cara. Desce do pedestal. Eu: Que pedestal? É obrigação eu gostar da sua irmã? Se for pra falar, a orgulhosa egocêntrica foi ela. Posso entender que não tenha gostado ou sei lá, mas me ignorar enquanto eu tô falando? Não, isso eu não engulo. Clara: É, ela é uma idiota, mas se arrependeu e veio te pedir desculpas. Eu: Sim, eu ouvi e falei numa boa, o que mais você quer que eu faça? Clara: Chama ela pra sair, vocês dois sozinhos. Vai ver que ela é muito legal. Eu: Não, pra amostra já deu um exemplo. Clara: Me obedece, chama ela. Ela fica o dia todo sozinha, coitada. Eu: É, sei... É lógico. Clara: Liga pra ela. Eu: Me passa o número que não tenho. Pedi o número pra ela parar de encher o saco... Assim que me deu, joguei no lixo. Uns dias depois, sei lá, 3, 4, 5, meu tio de novo... Tio: Boludo, não ligou pra ela! Eu: Não vou ligar, joguei o número no lixo. Entra na minha casa e anota o número, liga! Não falei nada e guardei o número. No outro dia liguei, Clara atendeu e passou pra irmã. Eu: Oi Marianella, como cê tá? Sou o Leo... Mariana: Mariana que me chamo, tô bem e você? Eu: Bem, muito bem. Valeu. O que cê faz amanhã à tarde? Umas 19:30? Mariana: Nada... Eu: Beleza, vamos dar uma volta e conversar um pouco? Mariana: Beleza, bora. Onde a gente se encontra? Eu: Montes de Oca e Suárez. Te parece bem? Mariana: Sim, tranquilo, sete e meia. Eu: Isso, isso. Sete e meia. Até amanhã, Marina. Mariana: Mariana que me chamo, cê tá fazendo de propósito? Eu: Ah, sim. Me confundi. Desculpa! Até amanhã. No outro dia a gente se encontrou, ela tava de tênis, um macacão jeans curto e camiseta, bem putinha mesmo. Caminhamos, conversamos, tomamos um sorvete... Era outra pessoa, sociável, simpática, divertida... 22:30 ela tinha que estar em casa, acompanhei até a porta e combinamos de sair de novo. Uma semana depois, meu tio aparece e fala que a Mariana tava esperando eu ligar. No outro dia liguei, pedi desculpa pela demora e marcamos de nos ver no domingo. A negra tinha ido de férias, então sobrava tempo, já que sábado tinha estado com a Lu. No domingo a gente se encontrou no mesmo lugar, levei ela pro Paseo Alcorta, Bosques de Palermo, Rosedal e ali mesmo comi ela. Beijava muito bem, tinha um jeito bem doce de beijar. Eu, mão boba como sempre, meti a mão em tudo, ela gostava e deixava avançar, embora eu soubesse que naquele dia não ia rolar.cogia-seFez 9 da noite e nenhum de nós dois queria ir embora, estávamos totalmente à vontade, mas tinha que voltar. No busão, o trajeto inteiro se apertando, na porta de casa também. Fui embora com o pau durasso! No outro dia liguei pra ela e, conversando, falei: "Ontem fui embora com o saco tão inchado e dolorido que tive que sentar em água fria!" Ela riu e disse: "Pra tanto assim?" "E você, não?" perguntei. "Pois é... Tomei um banho de água fria." "Na próxima vez que sairmos, ninguém te salva", falei. E ela respondeu: "E quem disse que eu preciso que me salvem?" Pronto, quinta-feira às 19:30, mesmo lugar. "Combinado", respondi. Chegou quinta-feira, ela veio com um vestido longo tipo indiano, abotoado na frente, azul clarinho. Cumprimentei ela com um beijo longo, feito namorado apaixonado. E parti pra cama. No caminho, fui explicando pra onde a levava. Chegamos, ela deu uma olhada rápida no apê, foi ao banheiro e, quando saiu, disse: "22:30 tenho que estar em casa." Eram 19:50. Peguei ela pela cintura e nos beijamos, enquanto caíamos na cama, ela por cima de mim com as pernas abertas. Enquanto a beijava, fui levantando o vestido dela, acariciava a bunda dela, ela beijava meu pescoço de vez em quando e eu os braços dela. Enfiei uma mão dentro da calcinha dela pra acariciar a bunda e, aos poucos, fui descendo até a buceta dela. Tava muito molhada e inchada, brinquei um pouco com meus dedos, virei ela pro meu lado. Enquanto a beijava, comecei a desabotoar o vestido dela, beijos no pescoço, no peito, na barriga (ela tinha a barriga mais lisa que já vi na vida, o umbigo tinha formato de lágrima). Dava beijos no monte de vênus por cima da calcinha e, aos poucos, fui tirando ela. Chupei gostoso e demorado a buceta dela enquanto a masturbava com um dedo. Quando me despi e coloquei a camisinha, falei: "Agora, quando eu meter, você vai...Porra, goza.penetrei e gozei em questão de segundos, até aí tudo em silêncio, só se ouviam gemidos. Deitei, coloquei ela por cima de mim e penetrei de novo, tirei o sutiã dela e dessa vez ia fazê-la falar... Que buceta gostosa você tem..... Você gosta? Adoro! Você tá muito molhada..... Por sua culpa! Olha como seus peitos ficaram! Você gosta? Siim, me dá? E ela colocou um mamilo na minha boca, eu mordiscava e lambia com a ponta da língua. Você gosta da minha pica? Siiim. E como ela tá? Dura... Quão dura? Muito dura.. E o que você vai fazer? Usar e secar! Aí ela sentou de vez e começou a rebolar com força, quer gozar? Quero sim. Tudo? Tudo! Levantei ela, coloquei de quatro e meti com tudo, ela era tão branca que segurar a bunda dela deixava a marca das minhas mãos, ela gemia forte e eu comia com força, as paredes da buceta dela tinham ficado muito duras e isso apertava minha pica, isso me fez gozar, tirei a camisinha e coloquei a pica na boca dela, ela chupou tudo, muito atrapalhada, mas com vontade. Ficamos deitados um tempinho trocando beijos e carinhos. Percebi na hora que essa mina ia me dar problema.... Comi ela mais uma vez, de conchinha e de costas pra mim. Tomamos banho e levei ela em casa, beijo com abraço na porta e um "a gente se fala"... Saudações a todos! Muito obrigado!!!
Uns dias depois a Clara veio comprar, cumprimentei ela e ela disse que tava tudo errado comigo, que como eu tratava a irmã daquele jeito. Falei que foi só um comentário, que não desrespeitei nem tratei mal, e que a mal-educada e antissocial era a irmã. Ela riu e falou: "É, ela é meio antissocial, mas é até te conhecer." Eu respondi pra ela não se preocupar que eu não ia conhecer, e ficou por isso. Acontece que meu tio se engraçou com a Clarita... tava fazendo o namorado dela e foi lá em casa depois de visitar ela. Jantamos e eu acompanhei ele fumar um cigarro no quintal. Tio: "Cara, por que você não chama a irmã da Clara pra sair de novo? Ela é gente boa, a jovem, dá um tempo." Eu: "De novo? Se nunca chamei!" Tio: "Então chama, porra, ela é uma boa garota." Eu: "Não, para de encher o saco, já era, foi. Bola pra frente." Tio: "Teimoso, hein... tô falando porque a Clara me pediu." Eu: "Pediu o quê?" Tio: "Isso, que eu falasse pra você chamar ela." Eu: "Não, já era... esquece! Segui com minha vida como antes, de volta à rotina. Uma semana depois, a Mariana vai comprar e é atendida por um colega enquanto eu atendia outra pessoa. Passei do lado dela umas 2-3 vezes e não a cumprimentei. Mariana: Oi, não? Eu: Oi. Quando ela tá saindo, "tchau... a gente se vê!" Nem respondi. Minutos depois, ela volta, me encara e pergunta se a gente podia conversar. Saímos pra um canto do mercado. Eu: Fala! Mariana: Nada... Queria pedir desculpas. Fui mal quando a gente foi no cinema, você se comportou super bem e eu não te dei bola. Eu: Relaxa, não aconteceu nada, a gente se vê. Mariana: Calma, calma. Você é sempre tão radical assim? Eu: Radical? Não, nada a ver. Não temos nada pra conversar. Se você sentiu necessidade de se desculpar, acho bom pra você. Mariana: Bom, me perdoa, não sei por que sou assim. Se você topar, na próxima vou estar de melhor humor. Eu: Próxima? Que próxima? Já era, Maria. Mariana: Mariana é meu nome. Eu: Ah, sim. Tanto faz. Me dá licença? Tenho que trabalhar, se cuida. No dia seguinte, meu tio de novo na minha casa. Eu: Já sei por que você veio, não enche o saco, já era. Tio: Você é burro? A mocinha foi te pedir desculpas e você corta ela? Eu: Já foi, o que você quer que eu faça? Não enche, já era. E não insiste porque a gente vai brigar. Tio: Você é um idiota! Dois dias depois, Clara no mercado, eu atendo ela. Eu: Tudo bem? Como anda o tio? Clara: Melhor que você. Eu: É... coisas acontecem. Clara: Você é muito orgulhoso, cara. Desce do pedestal. Eu: Que pedestal? É obrigação eu gostar da sua irmã? Se for pra falar, a orgulhosa egocêntrica foi ela. Posso entender que não tenha gostado ou sei lá, mas me ignorar enquanto eu tô falando? Não, isso eu não engulo. Clara: É, ela é uma idiota, mas se arrependeu e veio te pedir desculpas. Eu: Sim, eu ouvi e falei numa boa, o que mais você quer que eu faça? Clara: Chama ela pra sair, vocês dois sozinhos. Vai ver que ela é muito legal. Eu: Não, pra amostra já deu um exemplo. Clara: Me obedece, chama ela. Ela fica o dia todo sozinha, coitada. Eu: É, sei... É lógico. Clara: Liga pra ela. Eu: Me passa o número que não tenho. Pedi o número pra ela parar de encher o saco... Assim que me deu, joguei no lixo. Uns dias depois, sei lá, 3, 4, 5, meu tio de novo... Tio: Boludo, não ligou pra ela! Eu: Não vou ligar, joguei o número no lixo. Entra na minha casa e anota o número, liga! Não falei nada e guardei o número. No outro dia liguei, Clara atendeu e passou pra irmã. Eu: Oi Marianella, como cê tá? Sou o Leo... Mariana: Mariana que me chamo, tô bem e você? Eu: Bem, muito bem. Valeu. O que cê faz amanhã à tarde? Umas 19:30? Mariana: Nada... Eu: Beleza, vamos dar uma volta e conversar um pouco? Mariana: Beleza, bora. Onde a gente se encontra? Eu: Montes de Oca e Suárez. Te parece bem? Mariana: Sim, tranquilo, sete e meia. Eu: Isso, isso. Sete e meia. Até amanhã, Marina. Mariana: Mariana que me chamo, cê tá fazendo de propósito? Eu: Ah, sim. Me confundi. Desculpa! Até amanhã. No outro dia a gente se encontrou, ela tava de tênis, um macacão jeans curto e camiseta, bem putinha mesmo. Caminhamos, conversamos, tomamos um sorvete... Era outra pessoa, sociável, simpática, divertida... 22:30 ela tinha que estar em casa, acompanhei até a porta e combinamos de sair de novo. Uma semana depois, meu tio aparece e fala que a Mariana tava esperando eu ligar. No outro dia liguei, pedi desculpa pela demora e marcamos de nos ver no domingo. A negra tinha ido de férias, então sobrava tempo, já que sábado tinha estado com a Lu. No domingo a gente se encontrou no mesmo lugar, levei ela pro Paseo Alcorta, Bosques de Palermo, Rosedal e ali mesmo comi ela. Beijava muito bem, tinha um jeito bem doce de beijar. Eu, mão boba como sempre, meti a mão em tudo, ela gostava e deixava avançar, embora eu soubesse que naquele dia não ia rolar.cogia-seFez 9 da noite e nenhum de nós dois queria ir embora, estávamos totalmente à vontade, mas tinha que voltar. No busão, o trajeto inteiro se apertando, na porta de casa também. Fui embora com o pau durasso! No outro dia liguei pra ela e, conversando, falei: "Ontem fui embora com o saco tão inchado e dolorido que tive que sentar em água fria!" Ela riu e disse: "Pra tanto assim?" "E você, não?" perguntei. "Pois é... Tomei um banho de água fria." "Na próxima vez que sairmos, ninguém te salva", falei. E ela respondeu: "E quem disse que eu preciso que me salvem?" Pronto, quinta-feira às 19:30, mesmo lugar. "Combinado", respondi. Chegou quinta-feira, ela veio com um vestido longo tipo indiano, abotoado na frente, azul clarinho. Cumprimentei ela com um beijo longo, feito namorado apaixonado. E parti pra cama. No caminho, fui explicando pra onde a levava. Chegamos, ela deu uma olhada rápida no apê, foi ao banheiro e, quando saiu, disse: "22:30 tenho que estar em casa." Eram 19:50. Peguei ela pela cintura e nos beijamos, enquanto caíamos na cama, ela por cima de mim com as pernas abertas. Enquanto a beijava, fui levantando o vestido dela, acariciava a bunda dela, ela beijava meu pescoço de vez em quando e eu os braços dela. Enfiei uma mão dentro da calcinha dela pra acariciar a bunda e, aos poucos, fui descendo até a buceta dela. Tava muito molhada e inchada, brinquei um pouco com meus dedos, virei ela pro meu lado. Enquanto a beijava, comecei a desabotoar o vestido dela, beijos no pescoço, no peito, na barriga (ela tinha a barriga mais lisa que já vi na vida, o umbigo tinha formato de lágrima). Dava beijos no monte de vênus por cima da calcinha e, aos poucos, fui tirando ela. Chupei gostoso e demorado a buceta dela enquanto a masturbava com um dedo. Quando me despi e coloquei a camisinha, falei: "Agora, quando eu meter, você vai...Porra, goza.penetrei e gozei em questão de segundos, até aí tudo em silêncio, só se ouviam gemidos. Deitei, coloquei ela por cima de mim e penetrei de novo, tirei o sutiã dela e dessa vez ia fazê-la falar... Que buceta gostosa você tem..... Você gosta? Adoro! Você tá muito molhada..... Por sua culpa! Olha como seus peitos ficaram! Você gosta? Siim, me dá? E ela colocou um mamilo na minha boca, eu mordiscava e lambia com a ponta da língua. Você gosta da minha pica? Siiim. E como ela tá? Dura... Quão dura? Muito dura.. E o que você vai fazer? Usar e secar! Aí ela sentou de vez e começou a rebolar com força, quer gozar? Quero sim. Tudo? Tudo! Levantei ela, coloquei de quatro e meti com tudo, ela era tão branca que segurar a bunda dela deixava a marca das minhas mãos, ela gemia forte e eu comia com força, as paredes da buceta dela tinham ficado muito duras e isso apertava minha pica, isso me fez gozar, tirei a camisinha e coloquei a pica na boca dela, ela chupou tudo, muito atrapalhada, mas com vontade. Ficamos deitados um tempinho trocando beijos e carinhos. Percebi na hora que essa mina ia me dar problema.... Comi ela mais uma vez, de conchinha e de costas pra mim. Tomamos banho e levei ela em casa, beijo com abraço na porta e um "a gente se fala"... Saudações a todos! Muito obrigado!!!
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