Cony
Não faz muito tempo que comecei a trabalhar numa empresa de produtos médicos na cidade de Buenos Aires, aqui na Argentina. Eu tinha acabado de casar com minha esposa, ela com 24 e eu com 35...
Depois de 4 anos de casamento e na empresa, minha esposa engravidou e deu à luz em julho daquele ano... Um mês antes dela dar à luz, uma garota nova começou a trabalhar na empresa... Concepcion, uma loira de olhos verdes lindos e uma bunda enorme que esquenta qualquer homem, ainda mais porque ela também tem uns peitões!
Como sempre, e ainda mais sendo chefe, a vida me colocou numa situação bem difícil. Minha secretária Daniela pediu demissão por problemas de saúde, um câncer no útero, nunca mais a vi, então decidi promover uma amiga da empresa chamada Mariana. As coisas foram rolando, mas como sempre, o povo é fofoqueiro e mentiroso, diziam que eu tinha um caso extraconjugal com essa garota, mas nada a ver.
Uma tarde, fiquei com a Cony e ela me disse que precisava ganhar mais dinheiro, que estava disposta a fazer o que fosse preciso para subir de cargo.
Eu sabia do que ela tava falando, mas só falei: "Beleza, posso te dar horas extras e te apoiar desse jeito."
Naquela mesma noite, contei pra minha mulher grávida e ela riu, mas me disse, ou melhor, deu a entender que um ménage não seria ruim.
Depois que minha mulher deu à luz um menino, na época da quarentena dela, eu tava precisando muito de sexo. Então, uma noite no meu escritório, convidei a Cony pra jantar, e nessa noite fomos pra um motel perto da empresa. Nunca fui homem de usar camisinha, então adorei foder aquela garota sem proteção. Não demorou muito e abriu uma vaga de recepcionista na empresa, então coloquei a Cony no cargo e ela me agradeceu na mesma noite num motel. Já tinha virado costume a gente ter um caso a cada 15 dias.
Uma tarde, meu chefe, o gerente, morreu e eu subi de cargo. Agora ganhava mais e meu filho completava um ano, então tive a má ideia de convidar Cony foi pra festa das crianças e ficou até o final. Quando só restavam nós quatro — minha mulher, meu filho, a Cony e eu —, ela teve a coragem de contar pra minha esposa que estava grávida e que meu filho Omar ganharia um irmão. Minha mulher ficou brava, mas não fez nada comigo; de boa, comprei uma caminhonete pra ela. Conversamos e decidimos que teríamos que comprar uma casa maior. A gente falou com a Cony, e ela teve que parar de trabalhar. Sinceramente, me vi obrigado a tirar ela do serviço. Na primeira noite que dormimos os três juntos, a gente teve um trio lindo. E assim vivemos nos últimos 15 anos: eu, minha esposa e minha concubina Cony. Gosto que é com ela que tenho dois filhos, e só um com minha mulher. Se alguém me perguntasse, eu diria que sou um homem sortudo por ter as duas na mesma casa e elas não brigarem.
Não faz muito tempo que comecei a trabalhar numa empresa de produtos médicos na cidade de Buenos Aires, aqui na Argentina. Eu tinha acabado de casar com minha esposa, ela com 24 e eu com 35...
Depois de 4 anos de casamento e na empresa, minha esposa engravidou e deu à luz em julho daquele ano... Um mês antes dela dar à luz, uma garota nova começou a trabalhar na empresa... Concepcion, uma loira de olhos verdes lindos e uma bunda enorme que esquenta qualquer homem, ainda mais porque ela também tem uns peitões!
Como sempre, e ainda mais sendo chefe, a vida me colocou numa situação bem difícil. Minha secretária Daniela pediu demissão por problemas de saúde, um câncer no útero, nunca mais a vi, então decidi promover uma amiga da empresa chamada Mariana. As coisas foram rolando, mas como sempre, o povo é fofoqueiro e mentiroso, diziam que eu tinha um caso extraconjugal com essa garota, mas nada a ver.
Uma tarde, fiquei com a Cony e ela me disse que precisava ganhar mais dinheiro, que estava disposta a fazer o que fosse preciso para subir de cargo.
Eu sabia do que ela tava falando, mas só falei: "Beleza, posso te dar horas extras e te apoiar desse jeito."
Naquela mesma noite, contei pra minha mulher grávida e ela riu, mas me disse, ou melhor, deu a entender que um ménage não seria ruim.
Depois que minha mulher deu à luz um menino, na época da quarentena dela, eu tava precisando muito de sexo. Então, uma noite no meu escritório, convidei a Cony pra jantar, e nessa noite fomos pra um motel perto da empresa. Nunca fui homem de usar camisinha, então adorei foder aquela garota sem proteção. Não demorou muito e abriu uma vaga de recepcionista na empresa, então coloquei a Cony no cargo e ela me agradeceu na mesma noite num motel. Já tinha virado costume a gente ter um caso a cada 15 dias.
Uma tarde, meu chefe, o gerente, morreu e eu subi de cargo. Agora ganhava mais e meu filho completava um ano, então tive a má ideia de convidar Cony foi pra festa das crianças e ficou até o final. Quando só restavam nós quatro — minha mulher, meu filho, a Cony e eu —, ela teve a coragem de contar pra minha esposa que estava grávida e que meu filho Omar ganharia um irmão. Minha mulher ficou brava, mas não fez nada comigo; de boa, comprei uma caminhonete pra ela. Conversamos e decidimos que teríamos que comprar uma casa maior. A gente falou com a Cony, e ela teve que parar de trabalhar. Sinceramente, me vi obrigado a tirar ela do serviço. Na primeira noite que dormimos os três juntos, a gente teve um trio lindo. E assim vivemos nos últimos 15 anos: eu, minha esposa e minha concubina Cony. Gosto que é com ela que tenho dois filhos, e só um com minha mulher. Se alguém me perguntasse, eu diria que sou um homem sortudo por ter as duas na mesma casa e elas não brigarem.
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