Histórias de um Verdureiro 10

Seguindo a história....http://www.poringa.net/posts/relatos/3293553/Historias-de-un-verdulero-9.htmlVoltei pra minha casa de busão, quando chego, a Ludmila tava sentada na porta....
Eu: Oi Lu, o que cê tá fazendo aqui?
Ludmila: O que que tem com a sua ex?
Eu: Hã? Nada.... Por quê?
Ludmila: Por quê? Porque a gente tem uma amiga em comum e hoje, conversando com ela, eu falei que você trabalha na quitanda e ela te descreveu, te conhece e sabe que você tá saindo com a Gisel (é assim que chama a neguinha).
Eu: O quê? Não, ela deve estar enganada...
Ludmila: É? E ter caxumba é uma epidemia no teu trampo?
Eu: Kkkkkkkkk por quê? O que isso tem a ver?
Ludmila: Porque ela sabe que você teve caxumba e ficou de quarentena.
Pois é, já tava na corda bamba.... Não tinha muita chance de escapar dessa....
Eu: Ok... Vou te falar a verdade... Ela nunca foi minha ex.... Quer dizer, eu nunca parei de ficar com ela, a verdade é que te conheci, achei você gostosa e, bom.... Aos poucos fui me apegando.
Ludmila: Apegando? Você me diz apegando? Eu tô apaixonada por você, me entreguei toda pra você e você vem com apegando?
Eu: Bom, não falei que não te amo, tô te contando como as coisas foram...
Ludmila: Tá bom, você vai ter que escolher entre ela ou eu, amanhã quero uma resposta.
Eu: Calma, calma, não é uma coisa que se escolhe uma ou outra.... E eu quero as duas..
Levei um tapa na cara e ela saiu andando pra casa dela e eu atrás.
Eu: Calma aí, se acalma, a gente vai resolver isso.
Ludmila: É, como? Um tempo pra cada uma, um dia pra cada uma? Como assim? Como você faz?
Eu: Não importa como eu faço, o importante é que dá pra resolver.
Ludmila: É? Então fala aí, me diz como? É ela ou eu! Não tem outra solução.
Eu: Tá bom, é você (mentira), se acalma, já foi.... Abracei ela, ela se abraçou em mim e se acalmou, fomos pra minha casa, ela lavou o rosto e eu acompanhei ela até a casa dela. Na porta, ela me diz: Quando você vai terminar com ela?
Eu: Amanhã, depois de amanhã, sei lá...
Ludmila: Tá bom, mas faz isso, até você fazer, não quero te ver.
Eu: Tá bom.... Sem problema, sobe que é tarde. Ela me deu um beijo e subiu. Quando cheguei em casa, tomei aquele sermão dos meus pais. Que duro umas 2 horas, tomei banho, comi e fui pra cama. No outro dia, já no trampo, ficava pensando no que ia fazer e como ia fazer, porque não queria terminar com nenhuma das duas, mas se tivesse que escolher uma, era a negra... Era uma partida de xadrez e às vezes tem que sacrificar a rainha... Naquela tarde, fui ver a negra e terminei nosso relacionamento, dizendo que tinha conhecido outra pessoa e que precisava de tempo. Obviamente, ela não levou bem, mas por outro lado, agradeceu a honestidade. Depois disso, liguei pra Ludmila e pedi pra ela descer. Fui até a casa dela e falei que tinha terminado com a negra. Ela, desafiadora, me perguntou se era verdade e como ia saber se eu tava mentindo. Falei que sim, que ela podia averiguar tranquila. Como imaginei, ela perguntou pra essa amiga em comum. A amiga ligou pra negra, de boa, e a negra contou que a gente tinha terminado porque eu conheci alguém. Até aí, a jogada tava dando certo, mas pra dar um xeque-mate, precisava saber quem era essa amiga... 3 dias depois, liguei pra negra pra saber como ela tava. A gente conversou um pouco sobre várias coisas sem importância e perguntei: "Negra, você contou pra alguém que a gente terminou?" Negra: "Sim, pra algumas amigas e pra minha família falei que a gente brigou." Eu: "Ahhh, ok. Mas no mesmo dia que a gente conversou, pra quem você contou?" Negra: "Pra Gabi (sabia que não era ela) e pra Anto, que me ligou na hora, por quê?" Eu: "Nada, porque no outro dia, quando fui trabalhar, entrei pra comprar um iogurte no mercadinho do lado de casa e o cara me perguntou se eu tinha terminado com você, e me chamou a atenção... Deve ser amiga da Anto." Negra: "Com certeza, ela tem amigos pra todo lado." Eu: "É... Com certeza foi ela, essa bocuda é fofoqueira..." Negra: "Pode ser..." A gente conversou mais uns minutos e desliguei. Beleza, Anto, alta, 1,70m mais ou menos. Magra, peito pequeno, bunda pequena e meio chata, cabelo preto e pele branca. Antonella era uma jovem que adorava se meter na vida dos outros, levar e trazer fofoca como quem não quer nada. Diz... Então eu tinha que cuidar dela... Nos dias seguintes com a Ludmila tava tudo mais que bem, tranquilo. Naquele sábado a gente saiu e no outro não, porque os pais dela só deixavam ela sair sábado sim, sábado não. Nesses 12 dias, dia sim, dia não, eu ligava pra negra pra saber dela e como ela tava. No meio disso, tive outro encontro com a Silvia, dessa vez a gente comeu no carro dela, bem parecido com a primeira vez que a gente trepou. Naquele sábado que eu tava livre, fui atrás da Antonella, encontrei ela num fliperama que ela sempre ficava, ela sempre ficava até meia-noite, quando fechava. Comprei umas fichas e comecei a jogar nos pinballs até que ela me viu...

Anto: Oi! Que estranho você por aqui...
Eu: Ah, oi, tudo bem? É... Tava com vontade de jogar e vim dar uma volta...
Anto: Ah... Eu fico aqui há um tempão e nunca te vi...
Eu: É, geralmente vou jogar em Lavalle, não venho pra cá, mas hoje não tava a fim de viajar até lá. Quer jogar uma bolinha?
Anto: Bom...

Deixei ela jogar e ela era muito ruim, coitada!
Eu: Vai, joga a última pra ver se você tem mais sorte.
Anto: Bom, esse é muito difícil...
Eu: Não, não é não, no fim das contas todos os pinballs são iguais...
Anto: Você acha?

E aí a bolinha escapou dela...
Eu: É, são todos iguais, olha só... Coloquei outra ficha e joguei a primeira bolinha por um bom tempo, bônus, bola extra, jack point...
Anto: Ah, você manja muito...
Eu: Não, nem tanto, pra mim é como eu disse, são todos iguais...

E deixei a bolinha cair de propósito.
Eu: Toma, vai, joga...
Ela começou a jogar e em segundos perdeu.
Anto: Sou péssima!
Eu: Não, você não é péssima, o problema é que você fica na posição errada. Vem cá...

Coloquei ela na frente do pinball e peguei nas mãos dela pra apertar os botões das palhetas. Começamos a jogar e, toda vez que o pinball precisava de um empurrão, eu dava uma batida na bunda da Anto. Ficamos jogando uns 10-15 minutos e ela ficou calada o tempo todo, eu encostava nela e ela não dizia nada. Nos últimos minutos, ela começou a empinar a bunda pra fora, buscando mais apoio. Ganhei créditos e dei tudo pra um cara que tava olhando. como tava apoiando a Anto. Anto: por que você deu os créditos? A gente podia ter continuado jogando (a putinha tinha adorado que eu tava apoiando ela e queria mais). Eu: porque cansei e já tava ficando entediado. Anto: ah... Já tava entediado, né... Eu: da máquina sim, e aí, o que cê vai fazer agora? Anto: nada... Vou ficar aqui até fechar e depois vou pra casa. Eu: quer tomar uma coca comigo? Anto: tá bom... Vamos. Pronto! Já tinha ela onde eu queria. Eu: cê não bebe cerveja, ou bebe? Anto: sim, claro que bebo, achei que você que não bebia... Eu sabia que a jovem senhorita bebia, fumava e ainda fumava baseado também. Eu: sim, bebo... Não a ponto de ficar bêbado, mas bebo, vamos comprar uma cerveja então. Anto: sim, bora. Eu: beleza, me acompanha pegar uns vasilhames. Enquanto a gente andava, falávamos besteiras, ela em nenhum momento mencionou a negra ou a Ludmila, e eu também não. Num momento, ela percebe que o caminho não era o que levava pra minha casa e me diz: mas você não mora pra lá? Eu: sim, meus pais moram lá... Eu tenho um apê aqui a 3 quarteirões. Anto: ah... Mora sozinho? Não sabia... Eu: bom, sozinho não, é dividido, mas agora tô sozinho mesmo. Continuamos andando falando merda, chegamos e eu falo: me espera aqui? Tá bom, ela diz. Subi no prédio, peguei 2 vasilhames e desci. Fomos até uma padaria e compramos 2 cervejas, pergunto se ela queria algo e ela diz que não. Eu: certeza? Uma batata? Um chocolate? Cigarros? Anto: uh... Me compra um maço? Eu: sim, claro, qual? Anto: Philip de 10. Voltamos pro apê e eu falo: segura aqui que vou subir uma pra geladeira, deixei a outra e subi. Ao descer, sentamos do lado do prédio, tomamos a cerveja falando besteira e quando acabou, eu falo: pera aí que vou buscar a outra, melhor, sobe comigo e a gente toma lá em cima, já é tarde e a viatura vai passar e vão encher o saco. Anto: sim, é verdade... Pensei que você não queria que eu subisse. Eu: por quê? Anto: porque antes você me deixou 2 vezes aqui embaixo... Eu: ah... hahahahaha não percebi, sou meio boludo! Subimos e quando entro, exatamente como aconteceu comigo na primeira vez que entrei naquele apê, ela ficou alucinada, olhando tudo. Anto: que coisas lindas você tem aqui... É bonito, mas com quem você mora aqui? Eu: bom, eu não te falei que moro com alguém, divido com um amigo. Anto: ahhh já entendi. É um migué! Eu: bom, pode-se dizer que sim, se você se sentir desconfortável a gente desce. Anto: não, tá de boa, sem problemas. Eu: certeza? Anto: total. Abri a cerveja e servi num copo, dou pra ela e ela me diz, você não bebe? Bebo sim, com você, assim conheço seus segredos hahahahahaha. Bom... Eu também vou conhecer os seus! Hahahahaha (já conhecia, ela tava me tirando). Tomei um gole e ela me passou o copo, tomei um gole longo e deixei meio centímetro no fundo e devolvi pra ela. Ela olhou o copo e disse: tá me zoando? Não, de jeito nenhum, pra saber meus segredos você tem que tomar o final do copo... Ah... Não sabia. E ela tomou, me olhou, fez que pensa e disse: não, ainda não sei nada... Bom, dá tempo, falei, servi mais e dei pra ela, ela tomou um gole, me passou o copo, tomei outro gole pra deixar o suficiente pra ela beber e me deixar o final, foi assim, ela tomou e eu tomei o final do copo. E aí? Já sabe meus segredos? Ela perguntou. Não, ainda não sei seus segredos... Mas já sei seus gostos! Ah é? Quais são? Bom... Vamos ver, você gosta de videogame, de phillip morris, de cerveja e de ser comida de quatro. Ela me olhou, semicerrrou os olhos e me beijou. Apoiei o copo, peguei ela na cintura e coloquei ela em cima de mim, quando ela percebeu já tava pelada na cama. Deitei ela de bruços, levantei a raba dela e enfiei a pica na buceta dela de uma vez. Ahhhhh siiiim, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Eu metia picaços duros, realmente comi ela muito forte, dei tapas na bunda dela até deixar minha mão marcada, puxava o cabelo dela, coloquei ela de quatro e comia com minhas mãos abrindo a boca dela, deitei ela de bruços de novo, lambuzei o dedo e enfiei na bunda dela, ela só gemia e a cada tanto falava siiiim, fiquei passando o dedo na bunda dela por um tempo, quando senti que ela tava dilatada, enfiei a pica, ela gritou de dor e na mesma hora que gritou, apertei a cara dela contra a cama. Enterrei bem a pica até ela se acostumar e soltei, peguei na bunda dela bem forte, metendo e saindo por completo, até gozar. Tive a impressão de que ela gozou pelo menos duas vezes. Fiquei exausto deitado do lado dela e ela, tímida, se apoiou em mim. Anto: quando você percebeu que eu queria que você me comesse? Eu: quando você disse pra Ludmila que tava saindo com a Gisel. Anto: ahhhh a Lu te contou que fui eu? Eu: não, a negra me contou. Anto: mas se eu não falei nada pra ela. Eu: eu sei, mas você ligou pra ela depois que eu falei pra Lu que tinha terminado com ela. Anto: ah... Você falou com a Gise? Eu: sim... Anto: ah... e agora? Eu: e agora nada? Vai contar pras duas que a gente trepou ou cala a boca e se ficar sabendo de mais alguma coisa, cala a boca e fala comigo. Anto: tá bom... Ficou mansa depois da porrada de foda, um tempo depois a gente tomou banho, peguei ela no chuveiro mais uma vez e fomos embora. Domingo à tarde saí com a Ludmila e não levei ela pro apê, os lençóis estavam um nojo e eu não tinha trocado. Quando deixei a Ludmila, liguei pra negra, 21:30 passei lá pra vê-la... Até a próxima e obrigado como sempre!!!

4 comentários - Histórias de um Verdureiro 10

quien sos brad pitt ja deja de chamuyar flaco
Jajaja no ni siquiera parecido! Ya que soy bastante negrito..... Lo que si puedo decirte es que siempre fui bastante caradura y supe leer a las mujeres. Te puedo asegurar que no todos saben o pueden hacer eso.
Gracias por tu comentario!
Abrazo!!!
jaja te felicito entonces capo abrazo
kramalo +1
muy bueno....!!! Acordate de cuidar la "flauta", porque la serenata es larga.... me entendés..?
Jaajajaja si, es verdad.... Pero toda sereneta tiene su fin!