Seguindo a história....http://www.poringa.net/posts/relatos/3293553/Historias-de-un-verdulero-9.htmlVoltei pra minha casa de busão, quando chego a Ludmila tava sentada na porta...
Eu: Oi Lu, o que cê tá fazendo aqui?
Ludmila: O que que tem com a sua ex?
Eu: Hã? Nada... Por quê?
Ludmila: Por quê? Porque a gente tem uma amiga em comum e hoje, conversando com ela, eu falei que você trabalha na quitanda e ela te descreveu, te conhece e sabe que você tá saindo com a Gisele (é assim que chama a neguinha).
Eu: O quê? Não, ela deve estar enganada...
Ludmila: É? E ter caxumba é uma epidemia no seu trampo?
Eu: Kkkkkkkk por quê? O que isso tem a ver?
Ludmila: Porque ela sabe que você teve caxumba e ficou de quarentena. Pois é, já tava encurralado... Não tinha muita chance de escapar dessa...
Eu: Ok... Vou te falar a verdade... Ela nunca foi minha ex... Quer dizer, eu nunca parei de ficar com ela. A real é que te conheci, você me interessou e, bom... Aos poucos fui me envolvendo.
Ludmila: Envolvendo? Tá me dizendo que foi só envolvimento? Eu tô apaixonada por você, me entreguei toda pra você e você vem com esse papo de envolvimento?
Eu: Bom, não falei que não te amo, tô te explicando como as coisas rolaram...
Ludmila: Tá, então você vai ter que escolher entre ela ou eu. Amanhã quero uma resposta.
Eu: Calma, calma, não é uma coisa que se escolhe uma ou outra... E eu quero as duas.
Levei um tapa e ela saiu andando pra casa dela, e eu atrás.
Eu: Calma aí, se acalma, a gente vai resolver isso.
Ludmila: É, como? Um tempo pra cada uma, um dia pra cada uma? Como é? Como você faz?
Eu: Não importa como eu faço, o importante é que dá pra resolver.
Ludmila: É? Então fala, me diz como? É ela ou eu! Não tem outra solução.
Eu: Tá bom, é você (mentira). Fica calma, já foi... Abracei ela, ela me abraçou de volta e se acalmou. Fomos pra minha casa, ela lavou o rosto e eu acompanhei ela até a casa dela. Na porta ela me fala: Quando você vai terminar com ela?
Eu: Amanhã, depois de amanhã, sei lá...
Ludmila: Tá, mas faz isso. Até você fazer, não quero te ver.
Eu: Tá bom... Sem problema. Sobe que é tarde. Ela me deu um beijo e subiu. Quando cheguei em casa, tomei aquele sermão dos meus pais. Que duro umas 2 horas, tomei banho, comi e fui pra cama. No outro dia, já no trampo, ficava pensando no que ia fazer e como ia fazer, porque não queria terminar com nenhuma das duas, mas se tivesse que escolher uma, era a negona... Era uma partida de xadrez e às vezes tem que sacrificar a rainha... Naquela tarde, fui ver a negona e terminei nosso relacionamento, dizendo que tinha conhecido outra pessoa e que precisava de tempo. Obviamente, ela não levou bem, mas por outro lado, agradeceu a honestidade. Depois disso, liguei pra Ludmila e pedi pra ela descer. Fui até a casa dela e falei que tinha terminado com a negona. Ela, desafiadora, me perguntou se era verdade e como ia saber se eu tava mentindo. Falei que sim, que ela podia averiguar tranquila. Como imaginei, ela perguntou pra essa amiga em comum. A amiga ligou pra negona de bobeira, e a negona contou que a gente tinha terminado porque eu conheci alguém. Até aí, a jogada tava saindo bem, mas pra dar um xeque-mate, eu precisava saber quem era essa amiga... 3 dias depois, liguei pra negona pra saber como ela tava. A gente conversou um pouco sobre várias coisas sem importância, e eu perguntei: "Negona, você contou pra alguém que a gente terminou?" Negona: "Sim, pra algumas amigas e pra minha família falei que a gente brigou." Eu: "Ahhh, ok. Mas no mesmo dia que a gente conversou, pra quem você contou?" Negona: "Pra Gabi (sabia que não era ela) e pra Anto, que me ligou bem na hora. Por quê?" Eu: "Nada, porque no outro dia, quando fui trabalhar, entrei pra comprar um iogurte no mercadinho do lado de casa e o cara me perguntou se eu tinha terminado com você. Me chamou a atenção... Deve ser amiga da Anto." Negona: "Com certeza, ela tem amigos pra todo lado." Eu: "É... Com certeza foi ela. Essa cutie é mais fofoqueira..." Negona: "Pode ser..." A gente conversou mais uns minutos e desliguei. Beleza, Anto, alta, uns 1,70m, mais ou menos. Chata, peituda, bunda pequena e meio chata, cabelo preto e pele branca. Antonella era uma jovem que adorava se meter na vida dos outros, levar e trazer como quem não quer nada. Diz... Então eu tinha que cuidar dela... Nos dias seguintes com a Ludmila estava tudo mais que bem, tranquilo. Naquele sábado saímos e no seguinte não, porque os pais dela só deixavam ela sair sábado sim, sábado não. Nesses 12 dias, dia sim, dia não, eu ligava pra negra pra saber dela e como ela estava. No meio disso, tive outro encontro com a Silvia, dessa vez a gente comeu no carro dela, bem parecido com a primeira vez que a gente trepou. Naquele sábado que eu tava livre, fui atrás da Antonella. Encontrei ela num fliperama que ela sempre ficava, ela sempre ficava até meia-noite, quando fechava. Comprei umas fichas e comecei a jogar nos pinballs até que ela me viu...
Anto: Oi! Que estranho você por aqui...
Eu: Ah, oi, tudo bem? É... Tava com vontade de jogar e vim dar uma volta...
Anto: Ah... Eu fico aqui há um tempão e nunca te vi...
Eu: É, geralmente vou jogar em Lavalle, não venho aqui, mas hoje não tava a fim de viajar até lá. Quer jogar uma bolinha?
Anto: Bom...
Deixei ela jogar, e ela era muito ruim, coitada!
Eu: Vai, joga a última pra ver se você tem mais sorte.
Anto: Bom, esse é muito difícil...
Eu: Não, não é bem assim, todos os pinballs no fim das contas são iguais...
Anto: Você acha?
E aí a bolinha escapou dela...
Eu: Sim, são todos iguais, olha só...
Coloquei outra ficha e joguei a primeira bolinha por um bom tempo, bônus, bola extra, jack point...
Anto: Ah, você manja muito...
Eu: Não, nem tanto, pra mim é como eu te falei, são todos iguais...
E deixei a bolinha perder de propósito.
Eu: Toma, vai, joga...
Ela começou a jogar e em segundos perdeu.
Anto: Sou péssima!
Eu: Não, você não é péssima, o problema é que você fica numa posição errada. Olha, vem cá...
Coloquei ela na frente do pinball e peguei nas mãos dela pra apertar os botões das palhetas. Começamos a jogar, e cada vez que o pinball precisava de um empurrão, eu dava uma encoxada na bunda da Anto. Ficamos jogando uns 10-15 minutos, e ela ficou calada o tempo todo. Eu encostava nela e ela não dizia nada. Nos últimos minutos, ela começou a empinar a bunda pra fora, buscando mais encosto. Ganhei créditos e dei pra um cara que tava olhando. como eu tava apoiando a Anto. Anto: por que você deu os créditos? A gente podia ter continuado jogando (a putinha tinha gostado que eu apoiei ela e queria mais). Eu: porque cansei e já tava ficando entediado. Anto: ah... Você já tava entediado... Eu: da máquina sim, o que você vai fazer agora? Anto: nada... Fico aqui até fechar e depois vou pra minha casa. Eu: quer tomar uma coca comigo? Anto: tá bom... Vamos. Pronto! Já tinha ela onde eu queria. Eu: você não bebe cerveja ou bebe? Anto: sim, claro que bebo, pensei que você bebesse... Eu sabia que a jovem senhorita bebia, fumava e fumava baseado também. Eu: sim, bebo... Não a ponto de ficar bêbado, mas bebo, vamos comprar uma cerveja então. Anto: sim, bora. Eu: beleza, me acompanha pegar uns vasilhames. Enquanto a gente caminhava, falávamos besteiras, ela em nenhum momento mencionou a negra ou a Ludmila e eu também não, num momento ela percebe que o caminho não era o que levava pra minha casa e me diz: mas você não mora pra lá? Eu: sim, meus pais moram lá... Eu tenho um apê aqui a 3 quarteirões. Anto: ah... Mora sozinho? Não sabia... Eu: bom, sozinho não, é dividido, mas agora tô sozinho. Continuamos andando falando merda, chegamos e falo: me espera aqui? Beleza, ela diz. Subi no prédio, peguei 2 vasilhames e desci. Fomos até uma padaria e compramos 2 cervejas, pergunto se ela queria algo e ela diz que não. Eu: certeza? Uma batatinha? Um chocolate? Cigarros? Anto: uh... Me compra um maço? Eu: sim, claro, qual? Anto: Philip de 10. Voltamos pro apê e falo: segura aqui que vou subir uma pra geladeira, deixei a outra e subi. Ao descer, sentamos do lado do prédio, tomamos a cerveja falando besteira e quando acabou, falo: espera que vou buscar a outra, não, melhor sobe comigo e a gente toma lá em cima, já é tarde e a polícia vai passar e vão encher o saco. Anto: sim, é verdade... Pensei que você não queria que eu subisse. Eu: por quê? Anto: porque antes você me deixou 2 vezes aqui embaixo... Eu: ah... hahahaha não percebi, sou meio boludo! Subimos e quando entro, exatamente como aconteceu comigo na primeira vez que entrei naquele apê, ela fica alucinada, olhando tudo. Anto: que coisas lindas você tem aqui... É bonito, mas com quem você mora aqui? Eu: bom, eu não te falei que moro com alguém, divido com um amigo. Anto: ahhh já entendi. É um migué! Eu: bom, pode-se dizer que sim, se você se sentir desconfortável a gente desce. Anto: não, tá de boa, sem problemas. Eu: certeza? Anto: total. Abri a cerveja e servi num copo, dou pra ela e ela me diz, você não bebe? Bebo sim, com você, assim conheço seus segredos hahahahahahaha. Bom... Eu também vou conhecer os seus! Hahahahaha (já conhecia, ela tava me zoando). Tomei um gole e ela me passou o copo, tomei um gole longo e deixei meio centímetro no fundo e devolvi pra ela. Ela olha o copo e me diz: tá me tirando? Não, de jeito nenhum, pra saber meus segredos você tem que tomar o final do copo... Ah... Não sabia. E ela tomou, me olha, faz que pensa e diz: não, ainda não sei nada... Bom, dá tempo, falei, servi mais e dei pra ela, ela tomou um gole, me passou o copo, tomei outro gole pra deixar o suficiente pra ela tomar e me deixar o final, foi assim, ela tomou e eu tomei o final do copo. E aí? Já sabe meus segredos? Ela pergunta. Não, ainda não sei seus segredos... Mas já sei seus gostos! Ah é? Quais são? Bom... Vamos ver, você gosta de videogame, de Phillip Morris, de cerveja e de ser comida de quatro. Ela me olhou, semicerrrou os olhos e me beijou. Apoiei o copo, peguei ela na cintura e coloquei ela em cima de mim, quando ela percebeu já tava pelada na cama. Deitei ela de bruços, levantei a raba dela e enfiei a pica na buceta dela de uma vez. Ahhhhh siiiim, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Eu metia com força, realmente comi ela muito forte, dei tapas na bunda dela até deixar minha mão marcada, puxava o cabelo dela, coloquei ela de quatro e comia com minhas mãos abrindo a boca dela, deitei ela de bruços de novo, lambuzei o dedo e enfiei na bunda dela, ela só gemia e a cada tanto dizia siiiim, fiquei passando o dedo na buceta dela por um tempo, quando senti que ela tava molinha, enfiei a pica, ela gritou de dor e na mesma hora que gritou, apertei a cara dela contra a cama. Enterrei bem a pica até ela se acostumar e soltei, peguei na bunda dela bem forte, metendo e saindo tudo, até gozar. Tive a impressão de que ela gozou pelo menos duas vezes. Fiquei exausto deitado do lado dela e ela, tímida, se encostou em mim. Anto: quando você percebeu que eu queria que você me comesse? Eu: quando você falou pra Ludmila que tava saindo com a Gisel. Anto: ahhh, a Lu te contou que fui eu? Eu: não, a negra me disse. Anto: mas se eu não falei nada pra ela. Eu: eu sei, mas você ligou pra ela depois que eu falei pra Lu que tinha terminado com ela. Anto: ah... Você falou com a Gise? Eu: sim... Anto: ah... e agora? Eu: e agora nada? Vai contar pras duas que a gente trepou ou cala a boca, e se souber de mais alguma coisa, cala e fala comigo. Anto: tá bom... Ficou mansa depois da porrada de foda, um tempo depois a gente tomou banho, comi ela no chuveiro mais uma vez e fomos embora. Domingo à tarde saí com a Ludmila e não levei ela pro apê, os lençóis estavam um nojo e eu não tinha trocado. Quando deixei a Ludmila, liguei pra negra, 21:30 passei lá pra vê-la... Até a próxima e valeu como sempre!!!
Eu: Oi Lu, o que cê tá fazendo aqui?
Ludmila: O que que tem com a sua ex?
Eu: Hã? Nada... Por quê?
Ludmila: Por quê? Porque a gente tem uma amiga em comum e hoje, conversando com ela, eu falei que você trabalha na quitanda e ela te descreveu, te conhece e sabe que você tá saindo com a Gisele (é assim que chama a neguinha).
Eu: O quê? Não, ela deve estar enganada...
Ludmila: É? E ter caxumba é uma epidemia no seu trampo?
Eu: Kkkkkkkk por quê? O que isso tem a ver?
Ludmila: Porque ela sabe que você teve caxumba e ficou de quarentena. Pois é, já tava encurralado... Não tinha muita chance de escapar dessa...
Eu: Ok... Vou te falar a verdade... Ela nunca foi minha ex... Quer dizer, eu nunca parei de ficar com ela. A real é que te conheci, você me interessou e, bom... Aos poucos fui me envolvendo.
Ludmila: Envolvendo? Tá me dizendo que foi só envolvimento? Eu tô apaixonada por você, me entreguei toda pra você e você vem com esse papo de envolvimento?
Eu: Bom, não falei que não te amo, tô te explicando como as coisas rolaram...
Ludmila: Tá, então você vai ter que escolher entre ela ou eu. Amanhã quero uma resposta.
Eu: Calma, calma, não é uma coisa que se escolhe uma ou outra... E eu quero as duas.
Levei um tapa e ela saiu andando pra casa dela, e eu atrás.
Eu: Calma aí, se acalma, a gente vai resolver isso.
Ludmila: É, como? Um tempo pra cada uma, um dia pra cada uma? Como é? Como você faz?
Eu: Não importa como eu faço, o importante é que dá pra resolver.
Ludmila: É? Então fala, me diz como? É ela ou eu! Não tem outra solução.
Eu: Tá bom, é você (mentira). Fica calma, já foi... Abracei ela, ela me abraçou de volta e se acalmou. Fomos pra minha casa, ela lavou o rosto e eu acompanhei ela até a casa dela. Na porta ela me fala: Quando você vai terminar com ela?
Eu: Amanhã, depois de amanhã, sei lá...
Ludmila: Tá, mas faz isso. Até você fazer, não quero te ver.
Eu: Tá bom... Sem problema. Sobe que é tarde. Ela me deu um beijo e subiu. Quando cheguei em casa, tomei aquele sermão dos meus pais. Que duro umas 2 horas, tomei banho, comi e fui pra cama. No outro dia, já no trampo, ficava pensando no que ia fazer e como ia fazer, porque não queria terminar com nenhuma das duas, mas se tivesse que escolher uma, era a negona... Era uma partida de xadrez e às vezes tem que sacrificar a rainha... Naquela tarde, fui ver a negona e terminei nosso relacionamento, dizendo que tinha conhecido outra pessoa e que precisava de tempo. Obviamente, ela não levou bem, mas por outro lado, agradeceu a honestidade. Depois disso, liguei pra Ludmila e pedi pra ela descer. Fui até a casa dela e falei que tinha terminado com a negona. Ela, desafiadora, me perguntou se era verdade e como ia saber se eu tava mentindo. Falei que sim, que ela podia averiguar tranquila. Como imaginei, ela perguntou pra essa amiga em comum. A amiga ligou pra negona de bobeira, e a negona contou que a gente tinha terminado porque eu conheci alguém. Até aí, a jogada tava saindo bem, mas pra dar um xeque-mate, eu precisava saber quem era essa amiga... 3 dias depois, liguei pra negona pra saber como ela tava. A gente conversou um pouco sobre várias coisas sem importância, e eu perguntei: "Negona, você contou pra alguém que a gente terminou?" Negona: "Sim, pra algumas amigas e pra minha família falei que a gente brigou." Eu: "Ahhh, ok. Mas no mesmo dia que a gente conversou, pra quem você contou?" Negona: "Pra Gabi (sabia que não era ela) e pra Anto, que me ligou bem na hora. Por quê?" Eu: "Nada, porque no outro dia, quando fui trabalhar, entrei pra comprar um iogurte no mercadinho do lado de casa e o cara me perguntou se eu tinha terminado com você. Me chamou a atenção... Deve ser amiga da Anto." Negona: "Com certeza, ela tem amigos pra todo lado." Eu: "É... Com certeza foi ela. Essa cutie é mais fofoqueira..." Negona: "Pode ser..." A gente conversou mais uns minutos e desliguei. Beleza, Anto, alta, uns 1,70m, mais ou menos. Chata, peituda, bunda pequena e meio chata, cabelo preto e pele branca. Antonella era uma jovem que adorava se meter na vida dos outros, levar e trazer como quem não quer nada. Diz... Então eu tinha que cuidar dela... Nos dias seguintes com a Ludmila estava tudo mais que bem, tranquilo. Naquele sábado saímos e no seguinte não, porque os pais dela só deixavam ela sair sábado sim, sábado não. Nesses 12 dias, dia sim, dia não, eu ligava pra negra pra saber dela e como ela estava. No meio disso, tive outro encontro com a Silvia, dessa vez a gente comeu no carro dela, bem parecido com a primeira vez que a gente trepou. Naquele sábado que eu tava livre, fui atrás da Antonella. Encontrei ela num fliperama que ela sempre ficava, ela sempre ficava até meia-noite, quando fechava. Comprei umas fichas e comecei a jogar nos pinballs até que ela me viu...
Anto: Oi! Que estranho você por aqui...
Eu: Ah, oi, tudo bem? É... Tava com vontade de jogar e vim dar uma volta...
Anto: Ah... Eu fico aqui há um tempão e nunca te vi...
Eu: É, geralmente vou jogar em Lavalle, não venho aqui, mas hoje não tava a fim de viajar até lá. Quer jogar uma bolinha?
Anto: Bom...
Deixei ela jogar, e ela era muito ruim, coitada!
Eu: Vai, joga a última pra ver se você tem mais sorte.
Anto: Bom, esse é muito difícil...
Eu: Não, não é bem assim, todos os pinballs no fim das contas são iguais...
Anto: Você acha?
E aí a bolinha escapou dela...
Eu: Sim, são todos iguais, olha só...
Coloquei outra ficha e joguei a primeira bolinha por um bom tempo, bônus, bola extra, jack point...
Anto: Ah, você manja muito...
Eu: Não, nem tanto, pra mim é como eu te falei, são todos iguais...
E deixei a bolinha perder de propósito.
Eu: Toma, vai, joga...
Ela começou a jogar e em segundos perdeu.
Anto: Sou péssima!
Eu: Não, você não é péssima, o problema é que você fica numa posição errada. Olha, vem cá...
Coloquei ela na frente do pinball e peguei nas mãos dela pra apertar os botões das palhetas. Começamos a jogar, e cada vez que o pinball precisava de um empurrão, eu dava uma encoxada na bunda da Anto. Ficamos jogando uns 10-15 minutos, e ela ficou calada o tempo todo. Eu encostava nela e ela não dizia nada. Nos últimos minutos, ela começou a empinar a bunda pra fora, buscando mais encosto. Ganhei créditos e dei pra um cara que tava olhando. como eu tava apoiando a Anto. Anto: por que você deu os créditos? A gente podia ter continuado jogando (a putinha tinha gostado que eu apoiei ela e queria mais). Eu: porque cansei e já tava ficando entediado. Anto: ah... Você já tava entediado... Eu: da máquina sim, o que você vai fazer agora? Anto: nada... Fico aqui até fechar e depois vou pra minha casa. Eu: quer tomar uma coca comigo? Anto: tá bom... Vamos. Pronto! Já tinha ela onde eu queria. Eu: você não bebe cerveja ou bebe? Anto: sim, claro que bebo, pensei que você bebesse... Eu sabia que a jovem senhorita bebia, fumava e fumava baseado também. Eu: sim, bebo... Não a ponto de ficar bêbado, mas bebo, vamos comprar uma cerveja então. Anto: sim, bora. Eu: beleza, me acompanha pegar uns vasilhames. Enquanto a gente caminhava, falávamos besteiras, ela em nenhum momento mencionou a negra ou a Ludmila e eu também não, num momento ela percebe que o caminho não era o que levava pra minha casa e me diz: mas você não mora pra lá? Eu: sim, meus pais moram lá... Eu tenho um apê aqui a 3 quarteirões. Anto: ah... Mora sozinho? Não sabia... Eu: bom, sozinho não, é dividido, mas agora tô sozinho. Continuamos andando falando merda, chegamos e falo: me espera aqui? Beleza, ela diz. Subi no prédio, peguei 2 vasilhames e desci. Fomos até uma padaria e compramos 2 cervejas, pergunto se ela queria algo e ela diz que não. Eu: certeza? Uma batatinha? Um chocolate? Cigarros? Anto: uh... Me compra um maço? Eu: sim, claro, qual? Anto: Philip de 10. Voltamos pro apê e falo: segura aqui que vou subir uma pra geladeira, deixei a outra e subi. Ao descer, sentamos do lado do prédio, tomamos a cerveja falando besteira e quando acabou, falo: espera que vou buscar a outra, não, melhor sobe comigo e a gente toma lá em cima, já é tarde e a polícia vai passar e vão encher o saco. Anto: sim, é verdade... Pensei que você não queria que eu subisse. Eu: por quê? Anto: porque antes você me deixou 2 vezes aqui embaixo... Eu: ah... hahahaha não percebi, sou meio boludo! Subimos e quando entro, exatamente como aconteceu comigo na primeira vez que entrei naquele apê, ela fica alucinada, olhando tudo. Anto: que coisas lindas você tem aqui... É bonito, mas com quem você mora aqui? Eu: bom, eu não te falei que moro com alguém, divido com um amigo. Anto: ahhh já entendi. É um migué! Eu: bom, pode-se dizer que sim, se você se sentir desconfortável a gente desce. Anto: não, tá de boa, sem problemas. Eu: certeza? Anto: total. Abri a cerveja e servi num copo, dou pra ela e ela me diz, você não bebe? Bebo sim, com você, assim conheço seus segredos hahahahahahaha. Bom... Eu também vou conhecer os seus! Hahahahaha (já conhecia, ela tava me zoando). Tomei um gole e ela me passou o copo, tomei um gole longo e deixei meio centímetro no fundo e devolvi pra ela. Ela olha o copo e me diz: tá me tirando? Não, de jeito nenhum, pra saber meus segredos você tem que tomar o final do copo... Ah... Não sabia. E ela tomou, me olha, faz que pensa e diz: não, ainda não sei nada... Bom, dá tempo, falei, servi mais e dei pra ela, ela tomou um gole, me passou o copo, tomei outro gole pra deixar o suficiente pra ela tomar e me deixar o final, foi assim, ela tomou e eu tomei o final do copo. E aí? Já sabe meus segredos? Ela pergunta. Não, ainda não sei seus segredos... Mas já sei seus gostos! Ah é? Quais são? Bom... Vamos ver, você gosta de videogame, de Phillip Morris, de cerveja e de ser comida de quatro. Ela me olhou, semicerrrou os olhos e me beijou. Apoiei o copo, peguei ela na cintura e coloquei ela em cima de mim, quando ela percebeu já tava pelada na cama. Deitei ela de bruços, levantei a raba dela e enfiei a pica na buceta dela de uma vez. Ahhhhh siiiim, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Eu metia com força, realmente comi ela muito forte, dei tapas na bunda dela até deixar minha mão marcada, puxava o cabelo dela, coloquei ela de quatro e comia com minhas mãos abrindo a boca dela, deitei ela de bruços de novo, lambuzei o dedo e enfiei na bunda dela, ela só gemia e a cada tanto dizia siiiim, fiquei passando o dedo na buceta dela por um tempo, quando senti que ela tava molinha, enfiei a pica, ela gritou de dor e na mesma hora que gritou, apertei a cara dela contra a cama. Enterrei bem a pica até ela se acostumar e soltei, peguei na bunda dela bem forte, metendo e saindo tudo, até gozar. Tive a impressão de que ela gozou pelo menos duas vezes. Fiquei exausto deitado do lado dela e ela, tímida, se encostou em mim. Anto: quando você percebeu que eu queria que você me comesse? Eu: quando você falou pra Ludmila que tava saindo com a Gisel. Anto: ahhh, a Lu te contou que fui eu? Eu: não, a negra me disse. Anto: mas se eu não falei nada pra ela. Eu: eu sei, mas você ligou pra ela depois que eu falei pra Lu que tinha terminado com ela. Anto: ah... Você falou com a Gise? Eu: sim... Anto: ah... e agora? Eu: e agora nada? Vai contar pras duas que a gente trepou ou cala a boca, e se souber de mais alguma coisa, cala e fala comigo. Anto: tá bom... Ficou mansa depois da porrada de foda, um tempo depois a gente tomou banho, comi ela no chuveiro mais uma vez e fomos embora. Domingo à tarde saí com a Ludmila e não levei ela pro apê, os lençóis estavam um nojo e eu não tinha trocado. Quando deixei a Ludmila, liguei pra negra, 21:30 passei lá pra vê-la... Até a próxima e valeu como sempre!!!
4 comentários - Histórias de um verdureiro 10
Gracias por tu comentario!
Abrazo!!!