Fala, galera, de novo! Antes de continuar, queria agradecer primeiro a quem tirou um tempo pra ler a primeira parte dessa história, a quem deixou pontos, a quem comentou e a todos que esperaram pacientemente por essa segunda parte. Também quero deixar claro que isso que tô contando é sobre como a Romina, minha ex, passou de uma mina que apoiava a luta feminista pra uma "feminazi" — ou seja, o completo oposto e extremo — no meio do nosso relacionamento, e foi por isso que a gente terminou.
Agora sim, vamos continuar com a segunda parte dessa história.
Depois das festas de Natal e Ano Novo, eu tentava me concentrar em outra coisa, tipo no trampo, pra não ficar obcecado nem pirar pensando na Romina. Ficar longe dela depois daqueles quase três meses de namoro e do sexo intenso que a gente tava tendo, do carinho que ela me mostrava e de todas aquelas coisas gostosas que rolam no começo de um relacionamento tava me comendo a cabeça.
A gente conversava e trocava mensagem o dia inteiro, todos os dias, mandava foto, áudio, tudo. Como eu já tinha falado, na segunda semana de janeiro ela ia passar uns 15 dias no Brasil com os pais e voltaria no começo de fevereiro pro apê que dividia com a tia. Eu tava feliz, mas a espera e a abstinência me deixavam desesperado às vezes. Durante esses dias longos, a Romina me mandava fotos — aqui vai uma da bunda gostosa dela na praia:

Aqui duas fotos que ela tirou enquanto tomava banho:


A parada tava indo bem no geral, mas tinha umas coisas começando a surgir, e tô falando especificamente do mundo virtual, saca? Tipo, a gente se falava pelo Facebook, mas eu não sou de postar coisas muito pessoais ou de opinião. Já a Romina tava na fissura total com tudo que era sobre aborto, educação sexual, questões de gênero, essas paradas. Até aí, tudo bem. Em algumas coisas eu dava like, em outras não, não porque eu discordava dela, mas porque eram meio extremas, e ainda mais estando de férias, descansando, curtindo com a família, ela devia era aproveitar e não perder tempo no Facebook.
Teve uns dois ou três mensagens onde ela perguntava se eu tinha visto o último post que ela fez. Às vezes eu me fazia de besta e falava que não, ou que tinha passado batido.
Quando ela voltou, fui buscar ela e foi tudo lindo no reencontro, beijos e abraços. Chegamos no apartamento dela e a tia tinha saído. Aproveitamos pra ir direto pra cama. Meu Deus, que jeito de foder! A tesão que a gente tava carregando tava no talo. Rápido um 69 e direto coloquei ela de quatro, gozei bem dentro e, num movimento igual um judoca, a Romina me virou de barriga pra cima e não só montou em mim, ela pulava em cima até gozar dando um grito que eu nunca tinha ouvido dela. Eu fiquei com vontade de mais um, e dessa vez um pouco mais suave, meti uma segunda gozada na posição colherzinha.
Uma parada que não contei é que antes das festas e das férias, tive a chance de conhecer umas pessoas do círculo de amizade dela, porque a gente saiu algumas vezes. E posso falar que eu já tava vendo algo vindo. Algumas amigas dela tinham toda a cara de "feminazis", pra não dizer que eram minas que tavam sem namorado ou tinham terminado um relacionamento recente e mal, com cabelo cortado igual "guachiturro", mal pintado, enfim, vocês me entendem. Quando eu tava com a Romina e o grupinho dela, sentia uns olhares de desprezo e de má vibe pra minha pessoa, obviamente que eu... eu não tava ligado, mas...
Uma vez, lá pelo final de novembro, ela me chamou pra uma exibição de um filme com temática LGBT que fazia parte de um ciclo organizado por conhecidos dela. Não precisa ser crítico de cinema ou muito entendido no assunto pra dizer que esse tipo de filme não é lá essas coisas divertidas ou pipocáveis pra ir ver com a sua mina. E ainda depois da exibição tinha debate ou discussão sobre o filme, um tédio maior que assistir a transmissão do Prêmio Martin Fierro de rádio, saca? E naquela vez que ela me levou, eu era o único cara naquela exibição, imagina como eu me senti. Desconfortável era pouco.
O pior de tudo é que esse maldito ciclo de cinema continuou depois das férias e a Romina, claro, queria ir e que eu fosse junto. Eu ia pela simples razão de que, depois, eu ficava no apê dela, pisca, pisca.
Bom, a gente tava junto e isso era o que importava. Em fevereiro tinha uma data importante: era o aniversário da Romina. Fazendo as contas e me animando, dei pra ela uma câmera semiprofissional que ia ser muito útil pro que ela tava estudando e que era o hobby dela. Dei o presente e ela ficou super feliz. Naquela noite do aniversário dela, a gente foi jantar e, na volta, ela me fez um boquete delicioso. Primeiro a gente se pelou, ela me jogou na cama, eu me acomodei e ela começou a chupar bem devagar, me dando beijos na cabeça da pica pra depois enfiar o máximo que podia na boca dela e, quando tirava, toda babada, ela beijava de novo e passava a língua. Eu aguentando, curtindo e gozando como se aquilo fosse um sonho ou um bom vídeo pornô em 4K. Depois de uns longos minutos, enquanto me chupava, ela me olhou e piscou, tipo dizendo:Sim, fica tranquilo que eu vou tomar tudo.E foi assim que jorrei um gozo grosso e intenso na boca dela enquanto ela gemia e engolia, me fazendo saber que adorava tragar meu leite. Depois que engoliu tudo, ela se levantou e ficou de quatro, se tocando na buceta, me convidando pra entrar… Naquela noite, a gente ficava acordando de tempo em tempo pra transar.
Tava tudo bem entre nós dois na vida real, mas na virtual a Romina tava bem doida, tô falando especificamente do mundinho do Facebook. Ela passava o tempo enchendo o saco com a questão do aborto legal, o antipatriarcado, ridicularizando os do "salvem as duas vidas" e compartilhando cada escracho contra assediadores "machorrentos" que aparecia, tudo isso junto com as amigas dela que também tavam nessa vibe, era algo que se retroalimentava entre elas. Olha, não tô dizendo que tudo que elas faziam era errado, mas tinha umas coisas que sim, estavam meio fora do foco ou exageradas.
Aos poucos fui conhecendo as amizades dela e, pra ser sincero, me dava um pouco de medo, porque me sentia meio observado e não de um jeito bom. Numa dessas sessões de cinema que eu acompanhava a Romina, quando começou a conversa depois do filme, eu fiquei mexendo no celular e uma dessas minas me disse:Você não tá afim de conversar?ao que eu respondo:Me desculpa, passei o dia inteiro trabalhando e não tô com cabeça pra pensar, vou acompanhar ela—apontando e abraçando a Romina—mas se eu incomodo, espero lá fora.Ali quase que tudo foi pro caralho, de um lado a Romina me fulminou com o olhar e as outras começaram a murmurar, e quando um tsunami de xingamentos tava vindo, eu saí pra fora. O mais curioso é que a Romina demorou pra sair, e quando veio até onde eu tava, ela quis me xingar, mas eu parei ela e falei:Tudo bem, amor, mas eu tô sobrando aí...Ela começou a falar um monte de merda, tipo que eu não apoiava ela e não sei mais o quê. Quando se acalmou, a gente foi embora e, quando chegou no apartamento dela, a tia não estava. Deixou um bilhete dizendo que voltava no dia seguinte à tarde. A gente jantou alguma coisa e ela começou a me encher o saco de novo, terminando com um:“Não te aguento mais!”e eu (com a minha bocona), respondi pra ele:Eu também não me aguento mais.Resmungou e bateu a porta, se enfiou no quarto dela, e eu fiquei ali na sala feito um otário. Nota mental: que merda é brigar fora de casa, você não tem pra onde ir. Fiquei um tempão sentado até que ela voltou e falou pra gente ir dormir, no dia seguinte eu tinha que trampar.
Essa foi nossa primeira briga, nem no fim de semana a gente se viu. Nenhum dos dois deu o braço a torcer, tenho que admitir que sou muito teimoso… e ela também. Só no domingo mandei uma mensagem perguntando como ela tava, e ela respondeu meio seca no começo, mas no fim a gente acabou se ligando e fazendo as pazes. Na segunda, saí do trampo e fui buscar ela, fomos direto pro apê dela. É verdade o que dizem: o sexo de reconciliação é uma das melhores coisas da vida. Uma coisa que eu adorava era chupar a buceta dela, e aproveitei aquela ocasião pra saborear e tomar meu tempo curtindo. Depois de tomar banho, coloquei ela na cama, e como tinha uma espécie de encosto com uma echarpe, amarrei as mãos dela, abri as pernas e comecei a chupar bem devagar, primeiro os lábios, dando beijos calmos e intercalando com minha língua. Como falei antes, me dediquei a saborear, rodeando o clitóris dela com a língua pra depois dar uns chupões leves com os lábios. Com ela amarrada, não parava de se mexer de tesão até que pediu pra eu parar pra colocar algo na boca dela, porque tava gemendo meio alto e não queria que a tia ouvisse. Aí enfiei uma camiseta dela na boca e continuei no meu. Ela sempre molhava muito, e eu tomava todo o suco dela. Quando ela gozou na primeira vez, apertou minhas pernas com força enquanto se mexia pra lá e pra cá. No total, fiz ela gozar quatro vezes. Quando soltei ela, me olhou com um sorrisinho safado, aquele olhar cúmplice enquanto mordia o lábio inferior, me abraçou forte e, do jeito que tava em cima de mim, enfiou meu pau dentro dela e começou a se mexer bem devagar. Suavemente, puxei ela pra mim e, segurando suas bundinhas macias, a gente transou suave e intensamente enquanto se beijava. Antes de gozar, ela me diz:Continua me beijando enquanto você gozae por Deus que gostoso foi isso. Agora sim, reconciliados.
As coisas entre a gente estavam mais do que bem na vida real, porque como contei nas redes sociais e especialmente no Facebook, a Romina era outra pessoa. Até aquele momento ela não me contava muito do que rolava por lá, mas aos poucos começou a se meter em discussões intermináveis com outras pessoas — ler aquilo tudo levaria pelo menos uma hora. Uma vez, tomando chimarrão na praça, sugeri que ela não se metesse nessas brigas, e de novo amaldiçoei minha bocona. Ela pirou, me acusou de não apoiar, de não defendê-la (sinceramente, nem precisava, porque as "amigas" dela já se uniam pra detonar quem discordasse). A tarde inteira a gente discutiu até se acalmar um pouco, e quando anoiteceu, voltamos pro apartamento dela.
Estávamos entrando em março, e lá no fundo a chegada do dia 8 me dava um certo calafrio, porque eu sabia que a Romina queria ir pra concentração e que eu fosse junto. E foi o que aconteceu.
Chegou o 8M e a gente se encontrou na tal marcha. Ela estava com a câmera, lenço verde, e ainda vestia uma legging preta (minha favorita) que marcava a buceta dela de um jeito que não deixava nada pra imaginação.
No começo, eu caminhava do lado dela, mas como ela tava tirando fotos e também com as "amigas", fui me afastando pra segui-la de uma distância segura. Coloco "amigas" entre aspas porque, pra mim, essas minas eram tudo menos amigas da Romina. Assim que me viram chegar, fizeram cara de cu, cochichavam no ouvido uma da outra e me diminuíam sempre que podiam. Eu, sempre educado, cumprimentava, mas não dava bola.
Foi uma noite longa, mas teve sua recompensa. Devemos ter chegado no apê dela umas duas da madrugada. Eu não parava de olhar pra ela naquela legging (e ela sabia). Assim que chegamos, a tia dela deixou a janta no forno. A gente comeu — bem, eu comi, porque a Romina quase não tocou na comida. Na cozinha, a gente começou a conversar. enquanto lavávamos a louça juntos, até que num momento ela escorrega na minha frente, de costas pra mim, e rebolando aquela bunda linda dela. comecei a tocar ela, como eu disse, aquela legging ficava maravilhosa nela, além da vontade que eu tava de apalpar ela com aquela roupa e a boceta bem marcada. passei minhas mãos pela cintura dela até descer pra boceta dela, que tava bem marcada mesmo, acariciei devagar, passei meus dedos no meio, esfregando a região do clitóris, enquanto ela se mexia, eu me apoiava nela. meti a mão dentro da calcinha fio dental dela e a boceta tava bem molhada. ela se vira e fala pra eu ir tomar banho. tomei banho como ela pediu, quando entrei no quarto dela, ela diz:Fica pelado e me espera.Sim, senhora! Quando ela volta, me diz:Espero que você tenha paciência e seja suave, porque hoje você vai comer minha buceta.e com aquele olhar safado, ela se aproximou e me fez um boquete com bastante saliva, depois pegou um tubo de lubrificante e ficou de quatro, mas antes de se lubrificar e sem preâmbulos, agarrei a bunda dela e comecei a chupar aquela raba que me deixava louco, tinha um cheiro gostoso de sabonete de coco e depois de um tempo coloquei um pouco de lubrificante na bunda dela, primeiro por fora e depois enfiando um pouco o dedo enquanto ela se mexia de prazer. Ajeitei ela e aos poucos fui enfiando meu pau naquela raba linda, devagarzinho ela foi engolindo meu pau até entrar tudo, uma vez dentro comecei a me mexer aproveitando aquele momento. Ouvia os gemidos dela abafados no travesseiro que ela apertava com força, depois de uns minutos intensos ela olha pra mim e diz:goza bem dentro de mim, por favorE foi isso que fiz, meu gozo saiu com força, acho que por causa do jeito que a bunda dela me apertava e a tesão que eu tava sentindo naquele momento. Quando terminei, fiquei dentro dela, saí bem devagar, ela se limpou e disse que amou. Eu não podia agradecer mais por aquele momento. Como era uma noite especial, eu nem tava com sono e ela menos ainda, a gente começou a transar sem parar pelo cu em todas as posições possíveis: de conchinha, de quatro, em pé (essa eu amei e ela também). A gente só parou às 5:30 da manhã porque eu tinha que ir trabalhar, senão com certeza a gente continuava.
Mas depois de tantas coisas lindas, às vezes complica um pouco. Depois daquela noite em que ela me entregou a bunda linda dela, a gente se viu pouco e nada por um mês e meio, primeiro porque ela tava com exames e segundo porque eu peguei uma gripe que me deixou uma semana de cama, e ainda por cima no meu aniversário. Naquele dia, ela foi um tempinho na minha casa me ver, mas passou mais tempo olhando o celular do que outra coisa. Não sei se foi a soma dessas coisas, mas com essa distância notei algumas mudanças na Romina. Primeiro, ela aproveitou esses dias pra se encontrar com as amigas e continuar brigando no Facebook. Respondia minhas mensagens com horas de atraso e, quando a gente conversava, às vezes eu sentia ela seca e meio cortante.
A gripe passou (que foi mais que isso por causa do meu trampo, mas não precisa entrar em detalhes) e a gente voltou, quase, ao normal. A gente não se via todos os fins de semana porque ela se juntava com o grupo feminista dela pra fazer reuniões, escrachos, vigílias, porque justo naquela época tava rolando o debate na Câmara dos Deputados. Uma noite liguei pra perguntar como ela tava, já que ela não me ligava nem mandava mensagem, e a gente acabou discutindo. Ela dizia que eu era um controlador, que deixasse ela em paz, que ela não tinha que ficar na minha cola e esse tipo de coisa (coisas que eu nunca critiquei nem cobrei). Bom...
Depois de quase dois meses, a gente se viu de novo. Fui até o apê dela, e da Romina que eu contei pra vocês... Antes, esquece. Agora eu tinha a Romina carinhosa e de boa, quase como sempre. Era domingo e a gente tava na praça tomando uns mates, meio a contragosto ela pediu desculpa, e eu também, só por garantia, e ficou tudo certo. No fim da tarde ela me chamou pra ir no apê dela (eu já tava com minha mochila pronta pra ir direto pro trampo de lá). Arrumamos a bagunça e fomos... fomos foder como loucos, imagina, quase dois meses sem sexo é de enlouquecer, ainda mais sem camisinha. Mas mal chegamos, tivemos que jantar com a tia, que tão gentilmente tinha preparado a janta. Já no quarto dela, tirei um tempo pra chupar a buceta dela e depois fazer um tasty 69, fiz ela gozar e engolir meu cum nessa posição. De madrugada, não conseguia dormir e tava com uma vontade danada de continuar trepando, então bem devagar fui acariciando ela e, na posição de conchinha, levantei a calcinha fio dental dela e comecei a acariciar a buceta dela com meu cock até ficar bem molhadinha pra entrar suave. Depois de um tempo me mexendo, gozei um jato de cum bem quente, o que ainda tinha, enquanto ela me apertava com as pernas. Aí sim consegui dormir.
Com tudo isso rolando na nossa relação, eu percebia que a Romina tava numa espécie de vai e vem entre o relacionamento comigo e o grupinho de amigas dela, especialmente as que tavam nessa parada feminista. Depois de um bom tempo, voltei a acompanhar ela nesse ciclo de cinema com temática LGBT — pô, tudo bem, mas que filmes mais complicados e de quebrar a cabeça. Dessa vez foi a última, porque num certo momento veio uma gorda com uma pose de superioridade me perguntar o que eu tava fazendo ali. Respondi que tava acompanhando a Romina, mas não bastou, ela continuou me questionando só pra me provocar. Eu me segurei até que levantei e avisei a Romina que ia esperar lá fora. Ela me seguiu e, do nada, começou a me xingar. Não era a Romina que eu conhecia. De novo, as recriminações de sempre, com frases feitas que não faziam o menor sentido. com o que a gente tinha. Não me importei nada, deixei ela lá e fui pra minha casa.
Nos dias 8 e 9 de agosto, depois que o projeto foi rejeitado no Congresso, a Romina ficou muito ativa no Facebook, postava fotos e comentários contra todo mundo, com muito rancor (imposto?), ao mesmo tempo que não respondia minhas mensagens. Deixei passar uns dias até que liguei pra ela e finalmente atendeu, queria me ver, fui até a casa dela e o que vi foi... Não sei, uma outra Romina. Ela tinha o cabelo tingido de verde, raspado dos lados e um rosto bem abatido pela falta de sono, digamos. Conversamos um bom tempo e do nada ela me pega pela mão e me leva pro quarto dela, senta na cama e, comigo de pé, abaixa meu jeans e minha cueca e começa a me chupar (puta que ofertão, pensei) e antes de gozar, tira meu pau da boca dela e joga a porra na cara dela, eu não conseguia me controlar, tinha porra acumulada de vários dias e ainda por cima ela era uma deusa chupando, com a cara cheia de porra usou meu pau pra espalhar mais até levar à boca dela. Se limpou e ficou de quatro me convidando pra foder. Quando abaixei a calcinha dela, vi que não estava mais depilada (não importa, só detalhes), com o pau bem duro comecei a meter, ela pediu pra dar uns tapas nela aproveitando que a tia não estava, pediu pra segurar o pescoço dela e apertar um pouco, eu fiz. Loucura.
Enchi aquela buceta linda de porra até ficar seco. De novo reconciliados.
Mas depois desse encontro ela ficou distante de novo, eu não entendia nada. Ligava pra ela e era só pra discutir e discutir. Uma tarde de sábado fui até o apartamento dela pra conversar sobre que porra tava acontecendo com ela, não nos víamos há duas semanas. De novo, a aparência dela não era a que conheci, ainda com o cabelo tingido de verde e dessa vez vi que ela tinha pelos nas axilas, bem delicadamente perguntei sobre essa mudança de visual, ao que ela respondeu que era pra uma marcha que estavam organizando com o grupo dela e que não precisava Eu fui com ela. A gente começou a conversar e fui direto perguntar o que tava rolando com ela, o que era toda aquela putaria de não querer me ver, se ela tinha certeza do nosso rolê. Pra ser sincero, já tava de saco cheio dessa porra toda, no fundo eu sentia que tinha influência do grupinho de amigas dela — que, aliás, nenhuma eu vi com um namorado, além de carregarem um monte de rancor, inveja ou sei lá o quê. A resposta dela foi meio confusa pra mim: ela disse que queria ser livre (entendo), que não queria compromisso nenhum (ok, dá pra negociar), que não gostava que eu fosse controlador (desculpa, mas não via assim), porque essas coisas sufocavam ela, e que tava muito focada nos estudos e engajada com o grupinho de luta (feminista) dela; ok, entendo.
O mais bizarro foi que, depois de dar o monólogo (feminista) dela, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Em dois segundos a gente tava pelado e quando ela ficou de quatro, me disse:Pela Booty, por favor. Sacó el lubricante y me lo pasó, esparcí un poco alrededor y con mi pija bien lubricada me fui metiendo dentro de su culo. Habré aguantado cinco minutos hasta que acabé como un condenado, me quedé adentro y aprovechando la leche seguí moviéndome, me salí para ver como de su hermoso culo salía mi leche para volver a entrar y acabar por segunda vez. Terminamos de coger y me dice que no me podía quedar porque dos amigas del grupo estaban por venir, me vestí y me fui.
Hasta mediados de octubre nos encontramos con cierta regularidad. Ella seguía muy metida con su grupo de lucha feminista pero yo dejé de acompañarla porque me sentía muy incómodo además que no me querían ahí presente como novio de Romina.
El último garche que tuvimos lo recuerdo como si fuera hace un rato. Fue un viernes a la noche después de pasarla a buscar nos fuimos a su depto. cenamos algo y nos bañamos juntos, nunca lo habíamos hecho,debajo de la ducha la cogí por el culo pero no me dejó acabar. Ya en la cama nos acomodamos para un 69 el cual habremos estado una hora, después lo hicimos de cuatro bien fuerte, el sonido de sus nalgas rebotando sobre mi entrepierna era música para mis oídos, me pidió que acabe en su boca y antes de que pudiera hacer algo se salió y se llevó mi pija a su boca mientras yo acababa y me sacudía. Una vez que tragó mi leche y me la chupó unos minutos más volvimos acoger. Estando de cuatro me pidió que la agarrara del cuello y la “ahorcara” un poco y así estuvimos un buen rato. Esa segunda vez acabé en su concha con mucho placer. Me encantaba esa especie de sumisión que tenía conmigo, yo podía hacerle lo que quisiera, estando en su cama garchábamos todo lo que yo quería,ella nunca me dijo que no.
Nos volvimos a ver el martes de la semana siguiente y a partir de ahí se fue todo cuesta abajo. En su habitación hablando de cualquier cosa me muestra algo que para mí no fue muy agradable, me dice que iba a empezar a usar toallas femeninas ecológicas que hacían “una de las pibas”,como ella las llamaba, le pregunté si eso era higiénico y en lugar de darme una respuesta me puteó de arriba abajo, me terminó echando de su depto.
Fue así como el viernes de esa misma semana por esas cosas de la casualidad nos vimos para “hablar” (los dos queríamos hacerlo). Nos encontramos en la plaza donde siempre íbamos a tomar mate. Empezó hablando ella diciéndome que yo no tenía futuro, que nunca iba a progresar (quiero aclarar en este punto del relato que para esos días ya tenía todo arreglado para ir a vivir solo) que era una persona inmadura y varias cosas más que para serles sinceros me dolieron bastante. Lo único que pude decirle es que ella había cambiado, que no era la Romina que había conocido, cuando terminé de decir eso me mira furiosa y me dice que ya no quería estar más conmigo, quería que cortemos a lo que yo accedí y en ese momento sentí como si una mochila pesada se me hubiera desprendido de la espalda (o de la cabeza mejor dicho). La miré un momento y le dije que estaba bien, me levanté del banco para irme y me dice:“¿No me vas a dar un abrazo de despedida por lo menos?” Mi respuesta fue un no,me di media vuelta y me fui caminando, no miré hacia atrás. A los cien metros me llega un mensaje de ella, no lo leí lo borré y la bloqueé de mis contactos.
Ya en mi casa tirado en mi cama me quedé muy desconcertado, triste y al mismo tiempo aliviado. Ahora que termino de escribir esto quiero pedirles que si van a comentar comenten pero sepan que en ningún momento fui desleal o mala persona con Romina. Hace poco la vi, ahora tiene el pelo teñido de violeta, con pelos en las axilas y muy desmejorada físicamente,como dejada, una pena porque es muy linda chica.
En fin, gracias por leer, comentar y/o dejar puntos.A mí esto me sirvió para descargarme un poco.
Acá les dejo la primera parte de esta historia:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3276906/Mi-experiencia-con-una-feminazi-100-real-Primera-Parte.html#comment-166545
Agora sim, vamos continuar com a segunda parte dessa história.
Depois das festas de Natal e Ano Novo, eu tentava me concentrar em outra coisa, tipo no trampo, pra não ficar obcecado nem pirar pensando na Romina. Ficar longe dela depois daqueles quase três meses de namoro e do sexo intenso que a gente tava tendo, do carinho que ela me mostrava e de todas aquelas coisas gostosas que rolam no começo de um relacionamento tava me comendo a cabeça.
A gente conversava e trocava mensagem o dia inteiro, todos os dias, mandava foto, áudio, tudo. Como eu já tinha falado, na segunda semana de janeiro ela ia passar uns 15 dias no Brasil com os pais e voltaria no começo de fevereiro pro apê que dividia com a tia. Eu tava feliz, mas a espera e a abstinência me deixavam desesperado às vezes. Durante esses dias longos, a Romina me mandava fotos — aqui vai uma da bunda gostosa dela na praia:

Aqui duas fotos que ela tirou enquanto tomava banho:


A parada tava indo bem no geral, mas tinha umas coisas começando a surgir, e tô falando especificamente do mundo virtual, saca? Tipo, a gente se falava pelo Facebook, mas eu não sou de postar coisas muito pessoais ou de opinião. Já a Romina tava na fissura total com tudo que era sobre aborto, educação sexual, questões de gênero, essas paradas. Até aí, tudo bem. Em algumas coisas eu dava like, em outras não, não porque eu discordava dela, mas porque eram meio extremas, e ainda mais estando de férias, descansando, curtindo com a família, ela devia era aproveitar e não perder tempo no Facebook.
Teve uns dois ou três mensagens onde ela perguntava se eu tinha visto o último post que ela fez. Às vezes eu me fazia de besta e falava que não, ou que tinha passado batido.
Quando ela voltou, fui buscar ela e foi tudo lindo no reencontro, beijos e abraços. Chegamos no apartamento dela e a tia tinha saído. Aproveitamos pra ir direto pra cama. Meu Deus, que jeito de foder! A tesão que a gente tava carregando tava no talo. Rápido um 69 e direto coloquei ela de quatro, gozei bem dentro e, num movimento igual um judoca, a Romina me virou de barriga pra cima e não só montou em mim, ela pulava em cima até gozar dando um grito que eu nunca tinha ouvido dela. Eu fiquei com vontade de mais um, e dessa vez um pouco mais suave, meti uma segunda gozada na posição colherzinha.
Uma parada que não contei é que antes das festas e das férias, tive a chance de conhecer umas pessoas do círculo de amizade dela, porque a gente saiu algumas vezes. E posso falar que eu já tava vendo algo vindo. Algumas amigas dela tinham toda a cara de "feminazis", pra não dizer que eram minas que tavam sem namorado ou tinham terminado um relacionamento recente e mal, com cabelo cortado igual "guachiturro", mal pintado, enfim, vocês me entendem. Quando eu tava com a Romina e o grupinho dela, sentia uns olhares de desprezo e de má vibe pra minha pessoa, obviamente que eu... eu não tava ligado, mas...
Uma vez, lá pelo final de novembro, ela me chamou pra uma exibição de um filme com temática LGBT que fazia parte de um ciclo organizado por conhecidos dela. Não precisa ser crítico de cinema ou muito entendido no assunto pra dizer que esse tipo de filme não é lá essas coisas divertidas ou pipocáveis pra ir ver com a sua mina. E ainda depois da exibição tinha debate ou discussão sobre o filme, um tédio maior que assistir a transmissão do Prêmio Martin Fierro de rádio, saca? E naquela vez que ela me levou, eu era o único cara naquela exibição, imagina como eu me senti. Desconfortável era pouco.
O pior de tudo é que esse maldito ciclo de cinema continuou depois das férias e a Romina, claro, queria ir e que eu fosse junto. Eu ia pela simples razão de que, depois, eu ficava no apê dela, pisca, pisca.
Bom, a gente tava junto e isso era o que importava. Em fevereiro tinha uma data importante: era o aniversário da Romina. Fazendo as contas e me animando, dei pra ela uma câmera semiprofissional que ia ser muito útil pro que ela tava estudando e que era o hobby dela. Dei o presente e ela ficou super feliz. Naquela noite do aniversário dela, a gente foi jantar e, na volta, ela me fez um boquete delicioso. Primeiro a gente se pelou, ela me jogou na cama, eu me acomodei e ela começou a chupar bem devagar, me dando beijos na cabeça da pica pra depois enfiar o máximo que podia na boca dela e, quando tirava, toda babada, ela beijava de novo e passava a língua. Eu aguentando, curtindo e gozando como se aquilo fosse um sonho ou um bom vídeo pornô em 4K. Depois de uns longos minutos, enquanto me chupava, ela me olhou e piscou, tipo dizendo:Sim, fica tranquilo que eu vou tomar tudo.E foi assim que jorrei um gozo grosso e intenso na boca dela enquanto ela gemia e engolia, me fazendo saber que adorava tragar meu leite. Depois que engoliu tudo, ela se levantou e ficou de quatro, se tocando na buceta, me convidando pra entrar… Naquela noite, a gente ficava acordando de tempo em tempo pra transar.
Tava tudo bem entre nós dois na vida real, mas na virtual a Romina tava bem doida, tô falando especificamente do mundinho do Facebook. Ela passava o tempo enchendo o saco com a questão do aborto legal, o antipatriarcado, ridicularizando os do "salvem as duas vidas" e compartilhando cada escracho contra assediadores "machorrentos" que aparecia, tudo isso junto com as amigas dela que também tavam nessa vibe, era algo que se retroalimentava entre elas. Olha, não tô dizendo que tudo que elas faziam era errado, mas tinha umas coisas que sim, estavam meio fora do foco ou exageradas.
Aos poucos fui conhecendo as amizades dela e, pra ser sincero, me dava um pouco de medo, porque me sentia meio observado e não de um jeito bom. Numa dessas sessões de cinema que eu acompanhava a Romina, quando começou a conversa depois do filme, eu fiquei mexendo no celular e uma dessas minas me disse:Você não tá afim de conversar?ao que eu respondo:Me desculpa, passei o dia inteiro trabalhando e não tô com cabeça pra pensar, vou acompanhar ela—apontando e abraçando a Romina—mas se eu incomodo, espero lá fora.Ali quase que tudo foi pro caralho, de um lado a Romina me fulminou com o olhar e as outras começaram a murmurar, e quando um tsunami de xingamentos tava vindo, eu saí pra fora. O mais curioso é que a Romina demorou pra sair, e quando veio até onde eu tava, ela quis me xingar, mas eu parei ela e falei:Tudo bem, amor, mas eu tô sobrando aí...Ela começou a falar um monte de merda, tipo que eu não apoiava ela e não sei mais o quê. Quando se acalmou, a gente foi embora e, quando chegou no apartamento dela, a tia não estava. Deixou um bilhete dizendo que voltava no dia seguinte à tarde. A gente jantou alguma coisa e ela começou a me encher o saco de novo, terminando com um:“Não te aguento mais!”e eu (com a minha bocona), respondi pra ele:Eu também não me aguento mais.Resmungou e bateu a porta, se enfiou no quarto dela, e eu fiquei ali na sala feito um otário. Nota mental: que merda é brigar fora de casa, você não tem pra onde ir. Fiquei um tempão sentado até que ela voltou e falou pra gente ir dormir, no dia seguinte eu tinha que trampar.
Essa foi nossa primeira briga, nem no fim de semana a gente se viu. Nenhum dos dois deu o braço a torcer, tenho que admitir que sou muito teimoso… e ela também. Só no domingo mandei uma mensagem perguntando como ela tava, e ela respondeu meio seca no começo, mas no fim a gente acabou se ligando e fazendo as pazes. Na segunda, saí do trampo e fui buscar ela, fomos direto pro apê dela. É verdade o que dizem: o sexo de reconciliação é uma das melhores coisas da vida. Uma coisa que eu adorava era chupar a buceta dela, e aproveitei aquela ocasião pra saborear e tomar meu tempo curtindo. Depois de tomar banho, coloquei ela na cama, e como tinha uma espécie de encosto com uma echarpe, amarrei as mãos dela, abri as pernas e comecei a chupar bem devagar, primeiro os lábios, dando beijos calmos e intercalando com minha língua. Como falei antes, me dediquei a saborear, rodeando o clitóris dela com a língua pra depois dar uns chupões leves com os lábios. Com ela amarrada, não parava de se mexer de tesão até que pediu pra eu parar pra colocar algo na boca dela, porque tava gemendo meio alto e não queria que a tia ouvisse. Aí enfiei uma camiseta dela na boca e continuei no meu. Ela sempre molhava muito, e eu tomava todo o suco dela. Quando ela gozou na primeira vez, apertou minhas pernas com força enquanto se mexia pra lá e pra cá. No total, fiz ela gozar quatro vezes. Quando soltei ela, me olhou com um sorrisinho safado, aquele olhar cúmplice enquanto mordia o lábio inferior, me abraçou forte e, do jeito que tava em cima de mim, enfiou meu pau dentro dela e começou a se mexer bem devagar. Suavemente, puxei ela pra mim e, segurando suas bundinhas macias, a gente transou suave e intensamente enquanto se beijava. Antes de gozar, ela me diz:Continua me beijando enquanto você gozae por Deus que gostoso foi isso. Agora sim, reconciliados.
As coisas entre a gente estavam mais do que bem na vida real, porque como contei nas redes sociais e especialmente no Facebook, a Romina era outra pessoa. Até aquele momento ela não me contava muito do que rolava por lá, mas aos poucos começou a se meter em discussões intermináveis com outras pessoas — ler aquilo tudo levaria pelo menos uma hora. Uma vez, tomando chimarrão na praça, sugeri que ela não se metesse nessas brigas, e de novo amaldiçoei minha bocona. Ela pirou, me acusou de não apoiar, de não defendê-la (sinceramente, nem precisava, porque as "amigas" dela já se uniam pra detonar quem discordasse). A tarde inteira a gente discutiu até se acalmar um pouco, e quando anoiteceu, voltamos pro apartamento dela.
Estávamos entrando em março, e lá no fundo a chegada do dia 8 me dava um certo calafrio, porque eu sabia que a Romina queria ir pra concentração e que eu fosse junto. E foi o que aconteceu.
Chegou o 8M e a gente se encontrou na tal marcha. Ela estava com a câmera, lenço verde, e ainda vestia uma legging preta (minha favorita) que marcava a buceta dela de um jeito que não deixava nada pra imaginação.
No começo, eu caminhava do lado dela, mas como ela tava tirando fotos e também com as "amigas", fui me afastando pra segui-la de uma distância segura. Coloco "amigas" entre aspas porque, pra mim, essas minas eram tudo menos amigas da Romina. Assim que me viram chegar, fizeram cara de cu, cochichavam no ouvido uma da outra e me diminuíam sempre que podiam. Eu, sempre educado, cumprimentava, mas não dava bola.
Foi uma noite longa, mas teve sua recompensa. Devemos ter chegado no apê dela umas duas da madrugada. Eu não parava de olhar pra ela naquela legging (e ela sabia). Assim que chegamos, a tia dela deixou a janta no forno. A gente comeu — bem, eu comi, porque a Romina quase não tocou na comida. Na cozinha, a gente começou a conversar. enquanto lavávamos a louça juntos, até que num momento ela escorrega na minha frente, de costas pra mim, e rebolando aquela bunda linda dela. comecei a tocar ela, como eu disse, aquela legging ficava maravilhosa nela, além da vontade que eu tava de apalpar ela com aquela roupa e a boceta bem marcada. passei minhas mãos pela cintura dela até descer pra boceta dela, que tava bem marcada mesmo, acariciei devagar, passei meus dedos no meio, esfregando a região do clitóris, enquanto ela se mexia, eu me apoiava nela. meti a mão dentro da calcinha fio dental dela e a boceta tava bem molhada. ela se vira e fala pra eu ir tomar banho. tomei banho como ela pediu, quando entrei no quarto dela, ela diz:Fica pelado e me espera.Sim, senhora! Quando ela volta, me diz:Espero que você tenha paciência e seja suave, porque hoje você vai comer minha buceta.e com aquele olhar safado, ela se aproximou e me fez um boquete com bastante saliva, depois pegou um tubo de lubrificante e ficou de quatro, mas antes de se lubrificar e sem preâmbulos, agarrei a bunda dela e comecei a chupar aquela raba que me deixava louco, tinha um cheiro gostoso de sabonete de coco e depois de um tempo coloquei um pouco de lubrificante na bunda dela, primeiro por fora e depois enfiando um pouco o dedo enquanto ela se mexia de prazer. Ajeitei ela e aos poucos fui enfiando meu pau naquela raba linda, devagarzinho ela foi engolindo meu pau até entrar tudo, uma vez dentro comecei a me mexer aproveitando aquele momento. Ouvia os gemidos dela abafados no travesseiro que ela apertava com força, depois de uns minutos intensos ela olha pra mim e diz:goza bem dentro de mim, por favorE foi isso que fiz, meu gozo saiu com força, acho que por causa do jeito que a bunda dela me apertava e a tesão que eu tava sentindo naquele momento. Quando terminei, fiquei dentro dela, saí bem devagar, ela se limpou e disse que amou. Eu não podia agradecer mais por aquele momento. Como era uma noite especial, eu nem tava com sono e ela menos ainda, a gente começou a transar sem parar pelo cu em todas as posições possíveis: de conchinha, de quatro, em pé (essa eu amei e ela também). A gente só parou às 5:30 da manhã porque eu tinha que ir trabalhar, senão com certeza a gente continuava.
Mas depois de tantas coisas lindas, às vezes complica um pouco. Depois daquela noite em que ela me entregou a bunda linda dela, a gente se viu pouco e nada por um mês e meio, primeiro porque ela tava com exames e segundo porque eu peguei uma gripe que me deixou uma semana de cama, e ainda por cima no meu aniversário. Naquele dia, ela foi um tempinho na minha casa me ver, mas passou mais tempo olhando o celular do que outra coisa. Não sei se foi a soma dessas coisas, mas com essa distância notei algumas mudanças na Romina. Primeiro, ela aproveitou esses dias pra se encontrar com as amigas e continuar brigando no Facebook. Respondia minhas mensagens com horas de atraso e, quando a gente conversava, às vezes eu sentia ela seca e meio cortante.
A gripe passou (que foi mais que isso por causa do meu trampo, mas não precisa entrar em detalhes) e a gente voltou, quase, ao normal. A gente não se via todos os fins de semana porque ela se juntava com o grupo feminista dela pra fazer reuniões, escrachos, vigílias, porque justo naquela época tava rolando o debate na Câmara dos Deputados. Uma noite liguei pra perguntar como ela tava, já que ela não me ligava nem mandava mensagem, e a gente acabou discutindo. Ela dizia que eu era um controlador, que deixasse ela em paz, que ela não tinha que ficar na minha cola e esse tipo de coisa (coisas que eu nunca critiquei nem cobrei). Bom...
Depois de quase dois meses, a gente se viu de novo. Fui até o apê dela, e da Romina que eu contei pra vocês... Antes, esquece. Agora eu tinha a Romina carinhosa e de boa, quase como sempre. Era domingo e a gente tava na praça tomando uns mates, meio a contragosto ela pediu desculpa, e eu também, só por garantia, e ficou tudo certo. No fim da tarde ela me chamou pra ir no apê dela (eu já tava com minha mochila pronta pra ir direto pro trampo de lá). Arrumamos a bagunça e fomos... fomos foder como loucos, imagina, quase dois meses sem sexo é de enlouquecer, ainda mais sem camisinha. Mas mal chegamos, tivemos que jantar com a tia, que tão gentilmente tinha preparado a janta. Já no quarto dela, tirei um tempo pra chupar a buceta dela e depois fazer um tasty 69, fiz ela gozar e engolir meu cum nessa posição. De madrugada, não conseguia dormir e tava com uma vontade danada de continuar trepando, então bem devagar fui acariciando ela e, na posição de conchinha, levantei a calcinha fio dental dela e comecei a acariciar a buceta dela com meu cock até ficar bem molhadinha pra entrar suave. Depois de um tempo me mexendo, gozei um jato de cum bem quente, o que ainda tinha, enquanto ela me apertava com as pernas. Aí sim consegui dormir.
Com tudo isso rolando na nossa relação, eu percebia que a Romina tava numa espécie de vai e vem entre o relacionamento comigo e o grupinho de amigas dela, especialmente as que tavam nessa parada feminista. Depois de um bom tempo, voltei a acompanhar ela nesse ciclo de cinema com temática LGBT — pô, tudo bem, mas que filmes mais complicados e de quebrar a cabeça. Dessa vez foi a última, porque num certo momento veio uma gorda com uma pose de superioridade me perguntar o que eu tava fazendo ali. Respondi que tava acompanhando a Romina, mas não bastou, ela continuou me questionando só pra me provocar. Eu me segurei até que levantei e avisei a Romina que ia esperar lá fora. Ela me seguiu e, do nada, começou a me xingar. Não era a Romina que eu conhecia. De novo, as recriminações de sempre, com frases feitas que não faziam o menor sentido. com o que a gente tinha. Não me importei nada, deixei ela lá e fui pra minha casa.
Nos dias 8 e 9 de agosto, depois que o projeto foi rejeitado no Congresso, a Romina ficou muito ativa no Facebook, postava fotos e comentários contra todo mundo, com muito rancor (imposto?), ao mesmo tempo que não respondia minhas mensagens. Deixei passar uns dias até que liguei pra ela e finalmente atendeu, queria me ver, fui até a casa dela e o que vi foi... Não sei, uma outra Romina. Ela tinha o cabelo tingido de verde, raspado dos lados e um rosto bem abatido pela falta de sono, digamos. Conversamos um bom tempo e do nada ela me pega pela mão e me leva pro quarto dela, senta na cama e, comigo de pé, abaixa meu jeans e minha cueca e começa a me chupar (puta que ofertão, pensei) e antes de gozar, tira meu pau da boca dela e joga a porra na cara dela, eu não conseguia me controlar, tinha porra acumulada de vários dias e ainda por cima ela era uma deusa chupando, com a cara cheia de porra usou meu pau pra espalhar mais até levar à boca dela. Se limpou e ficou de quatro me convidando pra foder. Quando abaixei a calcinha dela, vi que não estava mais depilada (não importa, só detalhes), com o pau bem duro comecei a meter, ela pediu pra dar uns tapas nela aproveitando que a tia não estava, pediu pra segurar o pescoço dela e apertar um pouco, eu fiz. Loucura.
Enchi aquela buceta linda de porra até ficar seco. De novo reconciliados.
Mas depois desse encontro ela ficou distante de novo, eu não entendia nada. Ligava pra ela e era só pra discutir e discutir. Uma tarde de sábado fui até o apartamento dela pra conversar sobre que porra tava acontecendo com ela, não nos víamos há duas semanas. De novo, a aparência dela não era a que conheci, ainda com o cabelo tingido de verde e dessa vez vi que ela tinha pelos nas axilas, bem delicadamente perguntei sobre essa mudança de visual, ao que ela respondeu que era pra uma marcha que estavam organizando com o grupo dela e que não precisava Eu fui com ela. A gente começou a conversar e fui direto perguntar o que tava rolando com ela, o que era toda aquela putaria de não querer me ver, se ela tinha certeza do nosso rolê. Pra ser sincero, já tava de saco cheio dessa porra toda, no fundo eu sentia que tinha influência do grupinho de amigas dela — que, aliás, nenhuma eu vi com um namorado, além de carregarem um monte de rancor, inveja ou sei lá o quê. A resposta dela foi meio confusa pra mim: ela disse que queria ser livre (entendo), que não queria compromisso nenhum (ok, dá pra negociar), que não gostava que eu fosse controlador (desculpa, mas não via assim), porque essas coisas sufocavam ela, e que tava muito focada nos estudos e engajada com o grupinho de luta (feminista) dela; ok, entendo.
O mais bizarro foi que, depois de dar o monólogo (feminista) dela, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Em dois segundos a gente tava pelado e quando ela ficou de quatro, me disse:Pela Booty, por favor. Sacó el lubricante y me lo pasó, esparcí un poco alrededor y con mi pija bien lubricada me fui metiendo dentro de su culo. Habré aguantado cinco minutos hasta que acabé como un condenado, me quedé adentro y aprovechando la leche seguí moviéndome, me salí para ver como de su hermoso culo salía mi leche para volver a entrar y acabar por segunda vez. Terminamos de coger y me dice que no me podía quedar porque dos amigas del grupo estaban por venir, me vestí y me fui.
Hasta mediados de octubre nos encontramos con cierta regularidad. Ella seguía muy metida con su grupo de lucha feminista pero yo dejé de acompañarla porque me sentía muy incómodo además que no me querían ahí presente como novio de Romina.
El último garche que tuvimos lo recuerdo como si fuera hace un rato. Fue un viernes a la noche después de pasarla a buscar nos fuimos a su depto. cenamos algo y nos bañamos juntos, nunca lo habíamos hecho,debajo de la ducha la cogí por el culo pero no me dejó acabar. Ya en la cama nos acomodamos para un 69 el cual habremos estado una hora, después lo hicimos de cuatro bien fuerte, el sonido de sus nalgas rebotando sobre mi entrepierna era música para mis oídos, me pidió que acabe en su boca y antes de que pudiera hacer algo se salió y se llevó mi pija a su boca mientras yo acababa y me sacudía. Una vez que tragó mi leche y me la chupó unos minutos más volvimos acoger. Estando de cuatro me pidió que la agarrara del cuello y la “ahorcara” un poco y así estuvimos un buen rato. Esa segunda vez acabé en su concha con mucho placer. Me encantaba esa especie de sumisión que tenía conmigo, yo podía hacerle lo que quisiera, estando en su cama garchábamos todo lo que yo quería,ella nunca me dijo que no.
Nos volvimos a ver el martes de la semana siguiente y a partir de ahí se fue todo cuesta abajo. En su habitación hablando de cualquier cosa me muestra algo que para mí no fue muy agradable, me dice que iba a empezar a usar toallas femeninas ecológicas que hacían “una de las pibas”,como ella las llamaba, le pregunté si eso era higiénico y en lugar de darme una respuesta me puteó de arriba abajo, me terminó echando de su depto.
Fue así como el viernes de esa misma semana por esas cosas de la casualidad nos vimos para “hablar” (los dos queríamos hacerlo). Nos encontramos en la plaza donde siempre íbamos a tomar mate. Empezó hablando ella diciéndome que yo no tenía futuro, que nunca iba a progresar (quiero aclarar en este punto del relato que para esos días ya tenía todo arreglado para ir a vivir solo) que era una persona inmadura y varias cosas más que para serles sinceros me dolieron bastante. Lo único que pude decirle es que ella había cambiado, que no era la Romina que había conocido, cuando terminé de decir eso me mira furiosa y me dice que ya no quería estar más conmigo, quería que cortemos a lo que yo accedí y en ese momento sentí como si una mochila pesada se me hubiera desprendido de la espalda (o de la cabeza mejor dicho). La miré un momento y le dije que estaba bien, me levanté del banco para irme y me dice:“¿No me vas a dar un abrazo de despedida por lo menos?” Mi respuesta fue un no,me di media vuelta y me fui caminando, no miré hacia atrás. A los cien metros me llega un mensaje de ella, no lo leí lo borré y la bloqueé de mis contactos.
Ya en mi casa tirado en mi cama me quedé muy desconcertado, triste y al mismo tiempo aliviado. Ahora que termino de escribir esto quiero pedirles que si van a comentar comenten pero sepan que en ningún momento fui desleal o mala persona con Romina. Hace poco la vi, ahora tiene el pelo teñido de violeta, con pelos en las axilas y muy desmejorada físicamente,como dejada, una pena porque es muy linda chica.
En fin, gracias por leer, comentar y/o dejar puntos.A mí esto me sirvió para descargarme un poco.
Acá les dejo la primera parte de esta historia:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3276906/Mi-experiencia-con-una-feminazi-100-real-Primera-Parte.html#comment-166545
Comentários em Destaque
sos muy paciente y buenudo se ve, encima que en sus marchas (a las que por buena voluntad acompañabas) tenias que fumarte a las gordas tortilleras tratandote despectivamente, ella se ponia en modo complice y te puteaba sin razon alguna ?¿ jajajaj, muy bien que la dejaste, minas hay millones, con los mambos y con materia gris, cosa que a estas pibas burguesas de pañuelo verde les falta., son todas toxicas y creen que estan haciendo una revolucion.. dios mio
buen relato.
Me rei mucho con la frase de "Habré aguantado cinco minutos hasta que acabé como un condenado".
Comparto la opinion de manny_pacquiao, me calente mucho mientras me indignaba.
No faltaron los que carajo y que mierda es esto... esta buena la historia como anecdota con perspectiva desde dentro del circulo feminista.
Pienso que simplemente son gente que son debiles mentales que terminan comprando discursos populistas...
Hiciste bien en "acabar" la rela
Tambien quiero sacar esta observacion por si alguien lee los comentarios, llegue a un punto del relato en el que se notaba a leguas el comportamiento repetitivo de ella, su modus operandi por decirlo asi, en el que de cierta manera buscaba ella la reconciliacion por que queria $exo, y yo ya a la cuarta vez (si las conte, no fue dificil) que lei que despues de hablar sobre lo que paso, denuevo queria al chico en la cama para que le diera, lo senti como eso que las mujeres se quejan de los hombres al decir, vos solo me queres por mi vagina, siento que aca fue al reves, te querian por la pija y quisiera decir tambien por como eras en el sexo con ella por darte credito de alguna manera.
Y como uno es hombre no lo piensa dos veces y acepta, como decias, puta que oferton jaja, pero hay que ver que cedemos a la hora de reconciliarnos, pienso que si no salias de esto y seguias en el circulo vicioso de, 1) pelear, 2) reconciliar, 3)garchar, 4) repetir, esto iba a explotar tarde o temprano y sin novia te ibas a quedar igual.
Yo te voy a decir, lo que vos notas como recentimiento en la forma de actuar, hablar, inclusive de moverse de esas personas, por que me niego a reconocer a esos energumenos como mujeres (me refiero a las locas que se te tiran a hablarte para provocar una pelea que pudiera terminar a las manos, iniciada por ellas) es una mala experiencia y en ocaciones traumatica, por parte de algun icono de sexo masculino, bien pudieran ser sus novios, sus padres, o algun familiar cercano o inclusive desconocidos mientras estos signifiquen algo muy valioso para ellas, ya que sin esto no generas trauma, y que alguna de estas personas les haya causado algun mal en sus vidas. Nunca falta el caso legitimo de feminista con padre que sea recalcitrantemente machista o afectadas por violacion o algun otro caso extremo como esos, exceptuando a esos casos, pienso que las demas sobran por que no tienen motivo de peso para ir proclamando las exageraciones que proclaman.
El tema con estos movimientos es que tienen el potencial de radicalizar a alguna persona de sexo femenino con mucha emocion y poca razon (cuando te sale el poema). Son pocas las mujeres que llevan esa lucha con decencia como se debe y de ellas si pienso que podemos sentir orgullo, pero de las demas, no siento mas que pena y lastima por que no entienden ni quieren entender que es lo que sienten, reclaman derechos como si fuera el pan que deben comer cada dia pero no quieren responsabilidades. NO EXISTEN DERECHOS SIN RESPONSABILIDADES, van de la mano.
Un abrazo harvey hd, muy interesante la historia como anecdota, y para que mentirte, escribiste muy bien el relato erotico a la vez que hacias catarsis.
Saludos
36 comentários - Minha experiência com uma feminazi (100% real) 2ª Parte -
ahora a disfrutar de la vida sin esa carga.
un saludo
te dejo+10.
Pobre lo de Romina pero que mierda viejo que ese grupo te haya dañado la novia, pero adelante pibe que podrás tener a otra chica. PSD puta donde tenés el pack de tu hermana y Romina
Muy buen relato, mañana te dejo +10
La verdad es que me cabe la movida de las pibas, que se movilicen, tengan aspiraciones, que luchen por sus derechos, me cabe el feminismo para serte sincero. Pero hiciste lo correcto al dejarla ir, que te basuree frente a sus amigas, que te putee de arriba a abajo, y demás huevadas que te hizo, es algo que nadie debería bancarse. Claramente estaba enamorada de tu pija, por algo volvía, y la verdad te entiendo cuando la aceptabas porque uno es así, me pasó con mas de una mina, te la queres sacar de la cabeza pero no es tan fácil, pero es lo correcto. Nada, solo eso, hiciste bien en liberarte, ya vas a conocer a una mina menos intensa o limada que la que te tocó, con sus flashes y aspiraciones personales, pero que te trate con respeto, como corresponde. Saludos, capo.
Por otro lado, y con todo respeto, reconsidera quitar las fotos del relato, lo ultimo que ella necesita es que le des motivos para llevarte a la justicia, ¿no te parece?
Adivina que
Te piden Foto Selfie, Foto de tu DNI y te cobran dos veces mas que una puta convencional........
Me pregunto quien es el inocente que podria terminar acostandose con ellas....
(Lo se por que lo busque y pregunte personalmente... me interesaba la idea de una concha feminista pero al mismo tiempo poner la pija en locas es arriesgado hoy en dia mas si sos varon o machito opresor como dirian ellas)
(Don-t put your dick in crazy)