Continuando a saga da melhor história que já li na vida, passo pra vocês a 3ª parte pra curtirem esse fim de semana.A melhor história que já li na minha vida.
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Todos os personagens são maiores de idadeCapítulo VI: Tudo tem um preço
Martín estava ligado. O olhar dele se fixava na buceta da irmã. Ela, dominada pela excitação, largou o lápis em cima da pasta e, deitada de bruços como estava, colocou as duas mãos nos quadris, segurando de cada lado o elástico da legging.
Olhou pela última vez pro irmãozinho dele, e começou a se abaixar. Puxou devagarzinho a legging pra baixo. A primeira coisa que saltou aos olhos foi a borda da calcinha fio-dental rosa. Continuou descendo, e apareceram as bundonas dela, cada vez mais à mostra. Foi abaixando a legging até o fim da raba e o começo das coxas, quando parou.
O moleque observava tudo. Tava vendo a raba da irmã dele ao vivo e a cores!. A fio dental era pequena demais, mal cobria a frestinha da bunda dela, tava quase tudo à mostra. Achou aquilo extremamente excitante… gorda, volumosa, um rabão bem grande… a fio dental se enfiava dentro de toda aquela carne.
Tinha a pica dura fazendo pressão na calça. Tava tão excitado que nem escondia mais a ereção, não tava nem aí que a Florcha tava vendo ela.
Florencia também tava com muito tesão, de vez em quando olhava pro volume do irmão e por uns momentos queria ver ele, mas se segurava.
—Bom, já deu pra hoje — disse a garota.
Martín ficou olhando. Ela puxou a legging de volta, dessa vez mais rápido. Colocou ela no lugar.
-Ufaa, mais um pouquinho??
-Hahaha, não, amanhã, tarado. O turno de hoje acabou.
Terminaram o estudo, e Martín aproveitou o que restava da manhã pra fazer as tarefas de casa.. em dobro. Teve que esfregar o chão de quase toda a casa. Mas nada se comparava a ter visto a irmã dele de fio dental. Valia a pena, ele saía ganhando, pensava consigo mesmo.
Também fez o almoço, deixando tudo pronto. A mãe chegou do trabalho e agradeceu o filho por ter cozinhado. Florença também sentou na mesa e chamaram a Agustina pra acordar.
A mais velha reclamou da clássica dor de cabeça por ter bebido tanto na noite anterior, e ficou na cama.
O dia foi passando, e o garoto ainda estava muito excitado por causa do que tinha rolado de manhã. A bunda pelada da irmã dele não saía da cabeça, e a piroca dele ficava dura toda hora. Quando a noite chegou e a irmã dele foi tomar banho, ele pensou em usar a calcinha fio dental pra bater uma punheta.
Um amigo chamou ele, dizendo que precisavam dele pra jogar uma partida, porque tava faltando um jogador. Ele topou na hora a proposta e foi embora.
Como era de esperar, quando voltou pra casa no fim da tarde, a irmã Agustina ainda tava na cama. Passou pelo quarto das minas e viu ela lá acordada, trocando ideia com alguém no zap. Foi até a cozinha e lá estava a Florcha tomando um chá. Ainda tava com a mesma roupa de manhã.
—Oi Flor, vai tomar banho agora?
-Oi, não, agora tenho que dar um tempo da Lucía. Por quê?
-Ahh… tá bom… nada.
-É? Fala aí, me conta!
- Bom… é que agora que vou tomar banho… queria… fazer isso.
—Fazer o quê?
-Isso! Me...masturbar... e queria fazer com a sua calcinha fio dental.
-Ahhhhhhh. Shh, que mamãe ou o Agu podem te ouvir. Que porco. Quando eu voltar da casa da Lucía, eu te dou, vai tomar banho.
-Sério? Valeuuu, maninha!
Martín deu um beijo no rosto da irmã e entrou na banheira. Assim que tirou a calça e a cueca, o pau duro saltou, louco pra uma boa punheta pra aliviar as tensões… mas ele tinha que esperar mais um pouco. Durante o banho, ele se tocava, se masturbava pensando na bunda da irmã com a fio dental rosa, e quando estava quase gozando, parava.
Saiu do banheiro e esperou pela Florencia. Enquanto isso, se distraía no Facebook.
Florcha finalmente chegou em casa. O Martin tava sentado no sofá da sala com o notebook. A mina olhou pra ele e perguntou cadê os outros.
—A Agustina ainda tá no quarto dela, e a mãe saiu pra comprar comida.
O garoto voltou a falar de novo.
- Flor… Você lembra, de…?
—É, tá com tanta pressa assim?
-Bom… um pouco sim, hehe.
-Aysssss, vem comigo pro banheiro que eu já te meto essa buceta.
Florencia foi até o quarto dela pra ter certeza de que a Agustina tava lá. Depois foi pro banheiro com o irmão atrás dela. O moleque já tava sentindo a pica mais dura que o normal e o coração a mil. Florcha abriu a porta e entrou no banheiro.
-Espera aí… não faz barulho. –Falou pro garoto atrás da porta, do lado de fora do banheiro.
A primeira coisa que ela fez foi tirar os tênis. Em seguida, tirou a legging e, por fim, abaixou a fio dental até os pés, para tirá-la e segurá-la nas mãos. Abriu a porta de leve, só um pouquinho, esticou a mão para fora e entregou a calcinha pro irmão.
-Aqui, toma.
-Valeu!!!!
Martín pegou a fio dental que a irmã dele ofereceu e vazou dali enquanto a mina começava a tomar banho. Foi pro quarto dele, fechou a porta, acendeu a luz, sentou na cama e baixou a calça.
Agora dava pra ver clarinho a calcinha fio dental da irmã dele. Tava super molhada! Ele abriu ela toda e reparou no de sempre, a parte de dentro tava muito muito molhada, completamente. A parte fina era bem pequena, o garoto sem dúvida pensou que aquela parte tinha ficado enfiada toda dentro da pussy. Sentiu o cheiro e teve que se tocar. Levou ela até o rosto pra sentir o cheiro forte de pussy que saía daquela calcinha fio dental que de manhã ele tinha visto na irmã dele. Enquanto com uma mão deixava a calcinha no rosto pra cheirar, com a outra ele se masturbava. Depois de umas batidas, começou a gozar. Foi intenso pra caralho. Caía e caía porra do pau dele. Ele achou que nunca tinha tirado tanta porra. Encheu o chão do quarto dele de porra grudenta.
Urgentemente, abriu a porta e deu uma espiada pra ver se ninguém tava por perto. Foi até o tanque e achou o pano de chão que tinha usado de manhã. Levou pro quarto dele e limpou tudo em segundos. O mais rápido que conseguiu, enfiou o pano num balde d'água e levou pro quintal.
Voltou pro quarto dela, que alívio. Tudo certo. Pegou a tanga de novo e olhou pra ela mais uma vez. Ter visto ela toda enfiada na Booty... o pau foi endurecendo de novo. Mais uma vez, cheirou ela.
Agora já tava dura de novo. Teve que baixar a calça outra vez. Tava afim de mais uma. Por que não?
Além de cheirar, ele lambeu, passou a língua na parte molhada. Adorou o gosto da buceta da irmã dele.
Depois ela enrolou a fio dental em volta do tronco da pica dela, que já tava dura, e bateu uma punheta… a porra que saiu dessa vez não veio com tanta força. Não jorrou pra longe, só escorreu da cabeça pra baixo. Desceu pelo tronco da pica, sujando a fio dental inteira de leite.
Depois que terminou, o pau de Martín estava cheio de porra. Ele desenrolou a calcinha e limpou a rola com a fio dental da irmã. Passou ela por toda a rola e pelo púbis, um pouco pelas bolas, pra limpar toda a porra.
A calcinha fio dental rosa da Florcha ficou cheia de porra morna. Ela vestiu a calça e saiu do quarto com a fio dental escondida na mão.
Foi até o banheiro. Abriu a porta e disse pra irmã que já tinha usado, que tava deixando ela lá com toda a roupa. Ela aceitou.
Ela ficou na sala vendo TV.
Quando Florencia saiu do banheiro, já foi procurando o irmão. Achou ele na sala, sentado no sofá na frente da TV.
—Mano, que porra é essa?
-O quê?
Florcha mostrou a fio dental cheia de porra pro irmão dela, segurando ela pela ponta dos dedos.
-É isso que eu acho que é?
-Ahh… sim, pensei que podia te incomodar… não sabia se te contava.
—Essa porra é seu sêmen, né?
-Sim…
- Cê é idiota? Não pode ser TÃO NOJENTO. Me estragou a fio dental!
-Por quê?
—Como assim???!!! Se você deixou ela cheia de porra, nojento.
— Mas dá pra lavar, Flor.
—Sério?! E quem vai lavar essa porcaria? E se a mamãe vê isso?
-Ah.. haha, você tem razão.
—Tá vendo? E tu acha que eu vou vestir isso de novo depois que tu encheu de porra? Além disso, eu e a Agustina dividimos nossas calcinhas fio dental, imagina se ela descobre.!!!!
—Fica tranquila, a gente lava direitinho e ela fica como nova.
- Você resolve tudo fácil, hein. O que fez com isso? Não entendo como conseguiu sujar ela assim.
-Bom… primeiro eu cheirei… tinha um cheiro delicioso, me masturbei..
- De novo essas palavras!
-Bom, desculpa… eu tava..
Não, deixa, fala do teu jeito… já era, pra quê.
- Bom, me masturbei… e fiquei com tesão do mesmo jeito, aí cheirei de novo e tive que bater mais uma.
—Você bateu duas punhetas???? —Perguntou Florencia, surpresa.
—Sim… é que aquilo de hoje de manhã, quando você me mostrou a Booty, e depois cheirar sua calcinha fio dental, tava excitadíssimo! Aí quando bati a segunda, gozei e me sujei todo… e me limpei com sua calcinha fio dental.
-Como?!?! Você passou minha calcinha fio dental no seu pau???
- Sim, fica tranquila que lava, mana…
—Não acredito nisso. E eu quase tocando na sua porra, toma e lava essa buceta, seu porco!
Florencia deu a fio dental pro irmão dela.
—Não é pra tanto, foi sensacional, valeu por ter me dado, Flor.
—Sim, já vi como foi foda, você bateu duas punhetas e encheu minha buceta de porra.
-Jaja, é que eu adoro o cheiro da sua buceta.
-Bueeeenoooo! Não exagera, hein!
-Desculpa, mas tô tentando ser sincero…
—Sim, eu sei, mas você é nojento. Da próxima vez que fizer isso, não me dá ela, mete direto na máquina de lavar!
-Bom.
-Ah, e usa a palavra: minha buceta tem um cheiro horrível, tenho vergonha de você sentir o cheiro. Só isso. E sim, falo com esses palavrões, pra ver se você me entende, haha.
Florcha deu uma risada e foi pro quarto dela.
Martín foi pro tanque lavar a fio dental. Deixou de molho e tirou a porra grudada. Depois, jogou direto na máquina de lavar.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Naquela mesma noite, como tinham combinado, Florencia e as amigas saíram com Martín. O cara não tava muito afim de sair com um monte de mina, mas fazer o quê, era o que tinha pra hoje, já que o amigo dele não quis. Foram pra uma balada, onde algumas amigas da Florcha beberam demais e ficavam dando mole pros caras.
Florencia e Martín também tinham bebido, e a noite foi divertida na companhia. Ninguém chegou perto da Florencia, talvez pensassem que ela estava com o namorado… mas era o irmão dela.
Pediram um táxi e voltaram juntos pra casa, já amanhecendo o domingo.
Entraram na casa tentando fazer o menor barulho possível. Zoavam um cara que tava tão bêbado que não conseguia ficar de pé na balada.
Florencia chegou no quarto dela, enquanto Martín tinha que seguir pelo corredor até o dele.
— Finalmente dormir. —Disse Florença, bocejando.
—Sim, tô muito cansado.
—Essa tarde a gente estuda mais um pouco?
-Sim!!
—Já, vocês querem estudar pra me ver.
—Além disso… embora eu goste de te ajudar.
-Jaja, sim, claro.. descansa aí.
- Igualmente.
Depois do intervalo, e depois de almoçar, o Martín tava vendo um jogo de futebol, quando a Florencia chegou na sala perguntar se ele queria estudar um pouco. Óbvio que o cara desligou a TV e saiu voando com ela.
A mesma cena se repetiu. Ela deitada na cama, ele sentado do lado, estudaram. Enquanto estudavam, Martin ficava de olho na raba dela e na calcinha que aparecia um pouquinho por baixo da jeans.
—Tá olhando o quê? — disse a garota.
—Já tá aparecendo um pouco em você…
Florcha se olhou e riu.
- Bem, foca nos estudos agora… depois a gente vê isso.
- Você tá com ela enfiada desde ontem à noite, né?
-Sim.
-É uma fio dental como a de ontem ou uma calcinha?
-É uma calcinha, seu porco, agora estuda!
Quando finalmente terminaram de estudar, as calças de Martín já estavam apertadas. Florencia fechou a pasta.
-Vai lá, irmãzinha, me mostra a calcinha.
—Vai dar uma olhada se tem alguém por perto. —Disse a garota.
Martín abriu a porta do quarto, mas não tinha ninguém por perto.
Ela fechou de novo e sentou do lado dela.
Ninguém.
-Ok.
Florcha desabotoou o jeans e ia abaixar, mas antes disso, Martín segurou ela.
—Flor, quero que você mostre ela de frente pra mim.
De frente?
-Sim!
-Oookey.
A garota se ajoelhou na cama de frente pro irmão dela, e puxou a calça jeans até as coxas. Na frente dele, apareceu a buceta da irmã coberta por uma calcinha branca. Dava pra ver que transparecia um pouco a moita de pelos do púbis.
Já viu ela, vou subir a calça jeans.
-Paraaaa mais um pouquinho, Flor.
- Uh, vai lá, querido, o que mais você quer ver?
Depois de mais alguns segundos mostrando a calcinha pro irmão, ela já subiu o jeans.
-Valeu Flor, você tá gostosa.
-Hahaha, vai nessa…
-Quando você vai tomar banho?
- Agora daqui a pouquinho eu vou, vai usar minha calcinha?
—Sim, tô com muita vontade.
-Beleza, mas não me suja com porra…
—Te incomoda muito? Se é só lavar… não seja chataaaa, adoro sentir o cheiro dela e curto muito encher ela de porra.
-porra?
-É assim que se chama o leite, maninha.
-Já sei, bobinho…
-Então? Deixa eu gozar em você, por favor…
—Beleza, mas se você encher ela de porra, joga na máquina de lavar, não deixa ela largada aí, entendeu??? Se a Agustina ver, ela nos mata, e vai saber o que a mãe vai pensar se encontrar.
-Sim, tranquila.
Martín saiu do quarto. Florencia, só de pensar que o irmão ia bater uma punheta com a calcinha dela, já ficava excitada. No banheiro, tirou quase toda a roupa e esfregou bem a calcinha na buceta, pra garantir que ficasse bem molhada e cheirosa pro irmãozinho dela. Tirou a calcinha e deixou largada ali com o resto da roupa.
Depois de tomar banho, o garoto entrou no banheiro e pegou a peça. Abriu ela bem e percebeu o quanto estava encharcada. O cheiro de buceta era insano. Ele se masturbou e gozou em cima da calcinha direto. Limpou a pica no pano da irmã e deixou ela lá. Quando terminou de se lavar, foi até o tanque e colocou na máquina de lavar.
A mina, quando foi dormir, recriou na mente imaginando como o irmão mais novo batia uma punheta cheirando a calcinha dela, e depois imaginou como ele passaria ela no pau, enchendo ele de porra quente e grossa. Ela se sentiu super excitada. No começo achava nojento, mas agora adorava. Curtia dar a calcinha molhada pro irmãozinho bater punheta e encher ela de gozo.
Teve que se masturbar na cama, pensando naquilo. Enfiando a mão dentro da calcinha, se tocando no clitóris e nos mamilos. Decidiu ir mais longe e enfiar a calcinha na racha da buceta, pra enchê-la ainda mais com seus fluidos e seu cheiro. Teve um orgasmo foda. Mal ia dormir e já tava com a calcinha encharcada pra amanhã! Dormiu toda molhada.
Agora que sabia o que o irmão fazia com as roupas dela, tava mais tesuda do que nunca. Quase todo dia tava excitada, e molhava o dobro as calcinhas. Isso o irmão notava, que cada vez que pegava elas, tavam muito mais molhadas do que nas primeiras vezes.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Capítulo VII: Cadê a linha do limite?
Na segunda-feira, Florença antes de ir pra escola pensou em trocar a calcinha, sentia ela muito molhada por causa do orgasmo da noite passada, mas deixou ela, pra excitar mais o irmão dela.
Ficou a manhã inteira excitada, mesmo tendo se masturbado à noite. Precisava fazer de novo, Florcha sentia a necessidade de se tocar outra vez. De vez em quando, enquanto estava na sala e se certificava de que ninguém a olhava, passava os dedos disfarçadamente por baixo da saia do colégio, roçando de leve a buceta por cima da calcinha.
Voltando da escola, Florença agradeceu ao Martín por ter feito os exercícios de matemática que ela precisava entregar naquele dia, já que estavam todos certinhos.
No meio da tarde, enquanto a mãe ainda tava no trampo e a Agustina na faculdade, a Florencia deixou as anotações de matemática dela pro Martín em cima da mesa da cozinha, porque tinham passado mais lição de casa. Martín abriu as anotações enquanto tomava um café.
—Hoje não vamos estudar? — perguntou o rapaz.
—Não tô muito a fim, até porque daqui a pouco tenho inglês.
- Ok. Embora eu esteja com vontade de ver um pouquinho da sua calcinha.
-Kkkk. O trato era que eu mostrava ela pra você quando a gente estudava!
-É, eu sei… mas como hoje a gente não estudou… deixa eu dar uma olhadinha na sua buceta.
—Jááá, não, cê é muito trapaceiro! Vou tomar banho agora, vou deixar ela no banheiro pra você bater uma depois.
-Sim, valeu maninha.
Depois de entrar no banheiro, Florencia tirou toda a roupa, menos a calcinha. Abriu o chuveiro e começou a se tocar de novo antes de entrar.
Tava parada na frente da banheira, encostada na parede. Tava se tocando no clitóris em círculos pra se dar prazer. Mais molhada, mais safada, mais excitada que nem uma raposa. Levava dois dedos na boca pra lamber, e depois de novo no clitóris pra estimular. Não teve dificuldade pra chegar no clímax. Gozou que nem uma puta, deixando o máximo de rastro possível na calcinha que nessa altura já tava quase completamente encharcada direto. Tinha se masturbado duas vezes em cima daquela calcinha.
Ela secou toda a porra da buceta dela com a calcinha e deixou jogada no banheiro pro irmão dela.
Em poucos dias, ela tinha virado uma putinha.
Florencia saiu do banheiro já vestida, penteou o cabelo e foi pra aula de inglês, dando tchau pro irmão que ainda tava fazendo o dever de casa na mesa da cozinha.
Assim que o moleque terminou a lição, foi até o banheiro, pegou a calcinha molhada da irmã e fez o de sempre. Não acreditava como a irmã deixava a calcinha encharcada, mas agradecia por isso. Depois de sentir o cheiro da buceta suja da irmã, colocou a calcinha na ponta da pica pra terminar a punheta e encheu ela toda de porra quentinha.
Depois de fazer isso, dobrou ela toda e colocou na máquina de lavar toda melada de porra.
Pouco depois, a irmã mais velha dele, Agustina, chegou da faculdade. A primeira coisa que fez foi ir tomar banho. O que aconteceu quando Martín foi se lavar? Ele remexeu a roupa da Agustina, encontrou a calcinha dela e bateu mais uma punheta.
Dessa vez era uma calcinha preta, diferente das da Florencia, não estava molhada. Estava toda seca, mas ao cheirar na região da buceta, sentiu o cheiro inconfundível de ppk, embora não tão forte, mas igualmente excitante.
Nessa calcinha ele não podia gozar, então bateu uma punheta só cheirando ela.
Depois de tudo aquilo, já bem satisfeito, se preparou pra tomar um banho.
Depois do jantar, Martín sentou do lado da Florencia no sofá da sala, enquanto a Agustina e a mãe dela já tinham ido dormir.
—Já terminei a tarefa, Flor. Deixei tudo na sua pasta.
-Sério mesmo??? Muito obrigado, mano!!. Sua recompensa eu deixei no banheiro, como prometi.
-Siiim, valeu por me emprestar, Flor, juro que amei!!
-Que bom, então você se divertiu.
-Muito bom!!! Ontem e hoje você deixou elas bem molhadas. Tinha um cheiro delicioso. Bati uma punheta com a sua, e depois bati outra com a calcinha da Agus.
-Com as duas?!!!??
—Sim, haha.
- Você também sente o cheiro das da Agustina?
—Sim.
-Kkkk, que cara safado. Vou dormir. Até amanhã.
-Até amanhã, maninha.
:::
Amanhecia. Quando ia se levantar da cama, Martín percebeu que a cabeça tava rachando, e a garganta tava doendo pra caralho.
Ela disse pra mãe que não tava se sentindo bem. A mãe colocou a mão na testa dela pra medir a temperatura e deu o diagnóstico: “cê tá com febre, querido” “Fica por hoje dormindo e descansando”.
O garoto não disse mais nada e ficou na cama dormindo, enquanto as irmãs dele se arrumavam pra ir pra faculdade e pra escola.
Dormiu até o meio-dia, quando se levantou e preparou o almoço pras três mulheres da casa. Ele não tava com fome, só ia tomar uma sopa quente, e voltou pra tirar um cochilo.
De tarde, Florencia entrou no quarto do irmão dela e acordou ele.
- Vamos estudar um pouco? Ou você tá muito dodói?
—Tô doente, mas consigo estudar, e ainda mais com você.
-Jaja.
O garoto aceitou. Florencia disse pra ele ficar deitado na cama, e ela sentou do lado dele. Abriu a pasta, e Martín foi mostrando alguns problemas de matemática e as soluções.
Florencia tava vestida com uma regata decotada, que convidava a espiar os peitos dela, e a saia xadrez vermelha e preta de colégio, tava sentada de perna cruzada na cama do irmão. Martín olhou pra ela, ficou de olho nas pernas dela, e claro que queria ver o que tinha debaixo daquela saia escolar.
—E esse problema, como resolve? — perguntou a garota.
-Então… tu tem que… (a explicação do garoto)
-Aí saiuuuuu!!!!- Exclamou Florença.
-Que bom.
Florencia olhou pro irmão dela e viu como ele tava olhando descarado pras pernas dela.
—Tá doente mas continua me olhando do mesmo jeito, hein, hahaha.
-Hahaha, sim. Que pernas gostosas.
-Valeu.
-Hoje é sua vez de cumprir sua parte do trato, hein.
-Hahaha sim maninho, fica tranquilo que não esqueci não.
- Hoje tu tá de calcinha ou fio dental?
-fio dental.
—Vai de fio dental pra escola?
-Hahaha sim, ninguém vê ela não, hein, não fica com ciúmes.
-Hahaha. Me mostra a fio dental, irmãzinha?
Sim, pervertido.
Florencia descruzou as pernas, abriu um pouquinho, e levantou a saia, assim sentada na cama, pra mostrar a parte da frente da calcinha fio dental pro irmão dela. O Martín via o triângulo azul da calcinha fio dental cobrindo a buceta da irmã.
-Mmm, que gostosa, Flor. Tô com o pau durasso.
—Por me ver de fio dental?
-Sim. Você topa levantar e tirar a saia?
— Quer me ver sem saia?
-Sim, por favor. Quero ver como fica a fio dental na sua bunda gostosa.
Florencia não conseguia evitar molhar a tanguinha. A situação a dominava, ela estava muito excitada, com a buceta inchada de tesão. Quanto mais inchava, mais a tira estreita da tanguinha se enterrava. A tanguinha estava um pouco enfiada na buceta.
Ela se levantou e baixou a saia até os pés. Virou-se, mostrando aquele rabão enorme enfiado no fio dental pro irmão dela. Só cobria a frestinha da buceta.
- Uff, adoro como fica a fio dental em você, Flor… mas o que eu mais gosto é da sua raba… é enorme!
-Haha, sério mesmo que você curte minha buceta?
-Sim, e a tanga quase não cobre nada… você vai me dar ela pra eu bater uma punheta?
—Sim, daqui a pouquinho vou tomar um banho.
—Tá molhada igual calcinha de ontem?
—…Sim, tá meio molhadinha.
-Que bom… mal posso esperar pra sentir o cheiro da sua buceta, irmãzinha.
—Será que tem um cheirinho gostoso?
-Siii… já te falei que é uma delícia, vou gozar já já.
—Você vai encher ela com seu leite?
-É, não aguento mais… tô com ela dura pra caralho, Flor.
-Quer que eu te coma agora?
-Simmm.
Florencia levantou a saia. Enfiou as mãos por baixo e foi descendo a fio dental pelas coxas, sem que Martín pudesse ver nada.
Pegou a fio dental toda molhada e jogou pro irmão dela na cama.
—Vou tomar um banho. Se diverte aí.
-Valeu, Flor!!!
Florencia saiu do quarto do irmão só de saia e sem nada por baixo, com a buceta ardendo. Assim que entrou no banheiro, sentou no vaso, abriu as pernas o máximo que conseguiu e se masturbou como nunca. Cuspiu nos dois dedos e passou por toda a buceta peluda, tentando aliviar a ardência, a puta excitação. Imaginou o irmão naquele momento cheirando a calcinha fio dental, se esbaldando com o cheiro da buceta dela, e enchendo ela de porra quente, gostosa e grossa. Gozou um tesão majestoso, tentando não gemer igual uma puta. Ficou tremendo. Agarrou forte os pelos da buceta e levou os dedos à boca. Nunca tinha sentido a xereca tão inchada.
O irmão dela? Assim que Florencia saiu do quarto, ele baixou a calça e cheirou toda a calcinha fio dental que segundos antes tinha estado enfiada na buceta e na raba da irmã dele. Tava tão excitado que gozou na hora. Saiu tanta porra. Encheu a pica e o púbis de esperma. Limpou tudo passando a calcinha fio dental na pica e nos ovos, deixando ela completamente cheia de porra.
Pouco depois, já calma, Florencia saiu do banho. Foi até o quarto do irmão, enrolada numa toalha, buscar a fio dental. Ele entregou pra ela.
-Ah, beleza. Quantas punhetas você bateu? Kkkkk.
—Só uma… mas saiu muito porque você me deixou com muito tesão, maninha.
-Hahaha, eu é que tenho culpa? Enfim, não vai ter jeito, vou ter que mexer na sua porra.
Florencia pegou o que parecia a calcinha fio dental dela, toda melada de fluidos vaginais e porra do irmão. Teve que sujar os dedos de gozo. Foi pro quarto dela se vestir. Largou a calcinha no chão, pra depois levar pra máquina de lavar. Tava se vestindo, quando ouviu a mãe dela chegar em casa.
-Florenciaaaaaaaa- Mamãe gritou da sala.
-Quêeeeeeeeeee? –Ela respondeu.
-Preciso que me ajude com uma coisaaa.
Florcha se vestiu rápido e foi ver o que a mãe dela queria. Tinha que ajudar ela com umas sacolas de compras do mercado.
Enquanto ajudava a mãe com isso, viu a Agustina passar, que chegava em casa e atravessava direto a sala. Florencia lembrou da tanga cheia de porra no quarto dela.!!!!!!!!!!
Tarde. A Florcha largou uma das sacolas de verduras no chão e olhou pelo corredor. Viu a irmã dela entrando no quarto.
“Ai não. E agora?”
Mamãe perguntou o que tava rolando com ela, que ela ficou besta. Ela terminou de arrumar as coisas e foi pro quarto dela.
Não sabia se entrava ou não. Talvez ele não a tenha visto, pensou. Estava aterrorizada e tremendo!!!!!!!! Fazia um tempo que estava tremendo por causa do orgasmo, e agora tremia de medo.
Finalmente, ela abriu a porta. Viu o pior. Agustina com a fio dental na mão, tentando descobrir que tipo de nojeira era aquilo.
Agus viu ela entrar e olhou pra ela. Florença entrou e fechou a porta.
—Florencia… o que é isso?
Florcha ficou muda, enquanto sentia os olhos começarem a marejar, tremia, e começou a chorar que nem uma criancinha.
Continua…
A melhor história que já li na minha vida, porra.eDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Todos os personagens são maiores de idadeCapítulo VI: Tudo tem um preço
Martín estava ligado. O olhar dele se fixava na buceta da irmã. Ela, dominada pela excitação, largou o lápis em cima da pasta e, deitada de bruços como estava, colocou as duas mãos nos quadris, segurando de cada lado o elástico da legging.
Olhou pela última vez pro irmãozinho dele, e começou a se abaixar. Puxou devagarzinho a legging pra baixo. A primeira coisa que saltou aos olhos foi a borda da calcinha fio-dental rosa. Continuou descendo, e apareceram as bundonas dela, cada vez mais à mostra. Foi abaixando a legging até o fim da raba e o começo das coxas, quando parou.
O moleque observava tudo. Tava vendo a raba da irmã dele ao vivo e a cores!. A fio dental era pequena demais, mal cobria a frestinha da bunda dela, tava quase tudo à mostra. Achou aquilo extremamente excitante… gorda, volumosa, um rabão bem grande… a fio dental se enfiava dentro de toda aquela carne.
Tinha a pica dura fazendo pressão na calça. Tava tão excitado que nem escondia mais a ereção, não tava nem aí que a Florcha tava vendo ela.
Florencia também tava com muito tesão, de vez em quando olhava pro volume do irmão e por uns momentos queria ver ele, mas se segurava.
—Bom, já deu pra hoje — disse a garota.
Martín ficou olhando. Ela puxou a legging de volta, dessa vez mais rápido. Colocou ela no lugar.
-Ufaa, mais um pouquinho??
-Hahaha, não, amanhã, tarado. O turno de hoje acabou.
Terminaram o estudo, e Martín aproveitou o que restava da manhã pra fazer as tarefas de casa.. em dobro. Teve que esfregar o chão de quase toda a casa. Mas nada se comparava a ter visto a irmã dele de fio dental. Valia a pena, ele saía ganhando, pensava consigo mesmo.
Também fez o almoço, deixando tudo pronto. A mãe chegou do trabalho e agradeceu o filho por ter cozinhado. Florença também sentou na mesa e chamaram a Agustina pra acordar.
A mais velha reclamou da clássica dor de cabeça por ter bebido tanto na noite anterior, e ficou na cama.
O dia foi passando, e o garoto ainda estava muito excitado por causa do que tinha rolado de manhã. A bunda pelada da irmã dele não saía da cabeça, e a piroca dele ficava dura toda hora. Quando a noite chegou e a irmã dele foi tomar banho, ele pensou em usar a calcinha fio dental pra bater uma punheta.
Um amigo chamou ele, dizendo que precisavam dele pra jogar uma partida, porque tava faltando um jogador. Ele topou na hora a proposta e foi embora.
Como era de esperar, quando voltou pra casa no fim da tarde, a irmã Agustina ainda tava na cama. Passou pelo quarto das minas e viu ela lá acordada, trocando ideia com alguém no zap. Foi até a cozinha e lá estava a Florcha tomando um chá. Ainda tava com a mesma roupa de manhã.
—Oi Flor, vai tomar banho agora?
-Oi, não, agora tenho que dar um tempo da Lucía. Por quê?
-Ahh… tá bom… nada.
-É? Fala aí, me conta!
- Bom… é que agora que vou tomar banho… queria… fazer isso.
—Fazer o quê?
-Isso! Me...masturbar... e queria fazer com a sua calcinha fio dental.
-Ahhhhhhh. Shh, que mamãe ou o Agu podem te ouvir. Que porco. Quando eu voltar da casa da Lucía, eu te dou, vai tomar banho.
-Sério? Valeuuu, maninha!
Martín deu um beijo no rosto da irmã e entrou na banheira. Assim que tirou a calça e a cueca, o pau duro saltou, louco pra uma boa punheta pra aliviar as tensões… mas ele tinha que esperar mais um pouco. Durante o banho, ele se tocava, se masturbava pensando na bunda da irmã com a fio dental rosa, e quando estava quase gozando, parava.
Saiu do banheiro e esperou pela Florencia. Enquanto isso, se distraía no Facebook.
Florcha finalmente chegou em casa. O Martin tava sentado no sofá da sala com o notebook. A mina olhou pra ele e perguntou cadê os outros.
—A Agustina ainda tá no quarto dela, e a mãe saiu pra comprar comida.
O garoto voltou a falar de novo.
- Flor… Você lembra, de…?
—É, tá com tanta pressa assim?
-Bom… um pouco sim, hehe.
-Aysssss, vem comigo pro banheiro que eu já te meto essa buceta.
Florencia foi até o quarto dela pra ter certeza de que a Agustina tava lá. Depois foi pro banheiro com o irmão atrás dela. O moleque já tava sentindo a pica mais dura que o normal e o coração a mil. Florcha abriu a porta e entrou no banheiro.
-Espera aí… não faz barulho. –Falou pro garoto atrás da porta, do lado de fora do banheiro.
A primeira coisa que ela fez foi tirar os tênis. Em seguida, tirou a legging e, por fim, abaixou a fio dental até os pés, para tirá-la e segurá-la nas mãos. Abriu a porta de leve, só um pouquinho, esticou a mão para fora e entregou a calcinha pro irmão.
-Aqui, toma.
-Valeu!!!!
Martín pegou a fio dental que a irmã dele ofereceu e vazou dali enquanto a mina começava a tomar banho. Foi pro quarto dele, fechou a porta, acendeu a luz, sentou na cama e baixou a calça.
Agora dava pra ver clarinho a calcinha fio dental da irmã dele. Tava super molhada! Ele abriu ela toda e reparou no de sempre, a parte de dentro tava muito muito molhada, completamente. A parte fina era bem pequena, o garoto sem dúvida pensou que aquela parte tinha ficado enfiada toda dentro da pussy. Sentiu o cheiro e teve que se tocar. Levou ela até o rosto pra sentir o cheiro forte de pussy que saía daquela calcinha fio dental que de manhã ele tinha visto na irmã dele. Enquanto com uma mão deixava a calcinha no rosto pra cheirar, com a outra ele se masturbava. Depois de umas batidas, começou a gozar. Foi intenso pra caralho. Caía e caía porra do pau dele. Ele achou que nunca tinha tirado tanta porra. Encheu o chão do quarto dele de porra grudenta.
Urgentemente, abriu a porta e deu uma espiada pra ver se ninguém tava por perto. Foi até o tanque e achou o pano de chão que tinha usado de manhã. Levou pro quarto dele e limpou tudo em segundos. O mais rápido que conseguiu, enfiou o pano num balde d'água e levou pro quintal.
Voltou pro quarto dela, que alívio. Tudo certo. Pegou a tanga de novo e olhou pra ela mais uma vez. Ter visto ela toda enfiada na Booty... o pau foi endurecendo de novo. Mais uma vez, cheirou ela.
Agora já tava dura de novo. Teve que baixar a calça outra vez. Tava afim de mais uma. Por que não?
Além de cheirar, ele lambeu, passou a língua na parte molhada. Adorou o gosto da buceta da irmã dele.
Depois ela enrolou a fio dental em volta do tronco da pica dela, que já tava dura, e bateu uma punheta… a porra que saiu dessa vez não veio com tanta força. Não jorrou pra longe, só escorreu da cabeça pra baixo. Desceu pelo tronco da pica, sujando a fio dental inteira de leite.
Depois que terminou, o pau de Martín estava cheio de porra. Ele desenrolou a calcinha e limpou a rola com a fio dental da irmã. Passou ela por toda a rola e pelo púbis, um pouco pelas bolas, pra limpar toda a porra.
A calcinha fio dental rosa da Florcha ficou cheia de porra morna. Ela vestiu a calça e saiu do quarto com a fio dental escondida na mão.
Foi até o banheiro. Abriu a porta e disse pra irmã que já tinha usado, que tava deixando ela lá com toda a roupa. Ela aceitou.
Ela ficou na sala vendo TV.
Quando Florencia saiu do banheiro, já foi procurando o irmão. Achou ele na sala, sentado no sofá na frente da TV.
—Mano, que porra é essa?
-O quê?
Florcha mostrou a fio dental cheia de porra pro irmão dela, segurando ela pela ponta dos dedos.
-É isso que eu acho que é?
-Ahh… sim, pensei que podia te incomodar… não sabia se te contava.
—Essa porra é seu sêmen, né?
-Sim…
- Cê é idiota? Não pode ser TÃO NOJENTO. Me estragou a fio dental!
-Por quê?
—Como assim???!!! Se você deixou ela cheia de porra, nojento.
— Mas dá pra lavar, Flor.
—Sério?! E quem vai lavar essa porcaria? E se a mamãe vê isso?
-Ah.. haha, você tem razão.
—Tá vendo? E tu acha que eu vou vestir isso de novo depois que tu encheu de porra? Além disso, eu e a Agustina dividimos nossas calcinhas fio dental, imagina se ela descobre.!!!!
—Fica tranquila, a gente lava direitinho e ela fica como nova.
- Você resolve tudo fácil, hein. O que fez com isso? Não entendo como conseguiu sujar ela assim.
-Bom… primeiro eu cheirei… tinha um cheiro delicioso, me masturbei..
- De novo essas palavras!
-Bom, desculpa… eu tava..
Não, deixa, fala do teu jeito… já era, pra quê.
- Bom, me masturbei… e fiquei com tesão do mesmo jeito, aí cheirei de novo e tive que bater mais uma.
—Você bateu duas punhetas???? —Perguntou Florencia, surpresa.
—Sim… é que aquilo de hoje de manhã, quando você me mostrou a Booty, e depois cheirar sua calcinha fio dental, tava excitadíssimo! Aí quando bati a segunda, gozei e me sujei todo… e me limpei com sua calcinha fio dental.
-Como?!?! Você passou minha calcinha fio dental no seu pau???
- Sim, fica tranquila que lava, mana…
—Não acredito nisso. E eu quase tocando na sua porra, toma e lava essa buceta, seu porco!
Florencia deu a fio dental pro irmão dela.
—Não é pra tanto, foi sensacional, valeu por ter me dado, Flor.
—Sim, já vi como foi foda, você bateu duas punhetas e encheu minha buceta de porra.
-Jaja, é que eu adoro o cheiro da sua buceta.
-Bueeeenoooo! Não exagera, hein!
-Desculpa, mas tô tentando ser sincero…
—Sim, eu sei, mas você é nojento. Da próxima vez que fizer isso, não me dá ela, mete direto na máquina de lavar!
-Bom.
-Ah, e usa a palavra: minha buceta tem um cheiro horrível, tenho vergonha de você sentir o cheiro. Só isso. E sim, falo com esses palavrões, pra ver se você me entende, haha.
Florcha deu uma risada e foi pro quarto dela.
Martín foi pro tanque lavar a fio dental. Deixou de molho e tirou a porra grudada. Depois, jogou direto na máquina de lavar.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Naquela mesma noite, como tinham combinado, Florencia e as amigas saíram com Martín. O cara não tava muito afim de sair com um monte de mina, mas fazer o quê, era o que tinha pra hoje, já que o amigo dele não quis. Foram pra uma balada, onde algumas amigas da Florcha beberam demais e ficavam dando mole pros caras.
Florencia e Martín também tinham bebido, e a noite foi divertida na companhia. Ninguém chegou perto da Florencia, talvez pensassem que ela estava com o namorado… mas era o irmão dela.
Pediram um táxi e voltaram juntos pra casa, já amanhecendo o domingo.
Entraram na casa tentando fazer o menor barulho possível. Zoavam um cara que tava tão bêbado que não conseguia ficar de pé na balada.
Florencia chegou no quarto dela, enquanto Martín tinha que seguir pelo corredor até o dele.
— Finalmente dormir. —Disse Florença, bocejando.
—Sim, tô muito cansado.
—Essa tarde a gente estuda mais um pouco?
-Sim!!
—Já, vocês querem estudar pra me ver.
—Além disso… embora eu goste de te ajudar.
-Jaja, sim, claro.. descansa aí.
- Igualmente.
Depois do intervalo, e depois de almoçar, o Martín tava vendo um jogo de futebol, quando a Florencia chegou na sala perguntar se ele queria estudar um pouco. Óbvio que o cara desligou a TV e saiu voando com ela.
A mesma cena se repetiu. Ela deitada na cama, ele sentado do lado, estudaram. Enquanto estudavam, Martin ficava de olho na raba dela e na calcinha que aparecia um pouquinho por baixo da jeans.
—Tá olhando o quê? — disse a garota.
—Já tá aparecendo um pouco em você…
Florcha se olhou e riu.
- Bem, foca nos estudos agora… depois a gente vê isso.
- Você tá com ela enfiada desde ontem à noite, né?
-Sim.
-É uma fio dental como a de ontem ou uma calcinha?
-É uma calcinha, seu porco, agora estuda!
Quando finalmente terminaram de estudar, as calças de Martín já estavam apertadas. Florencia fechou a pasta.
-Vai lá, irmãzinha, me mostra a calcinha.
—Vai dar uma olhada se tem alguém por perto. —Disse a garota.
Martín abriu a porta do quarto, mas não tinha ninguém por perto.
Ela fechou de novo e sentou do lado dela.
Ninguém.
-Ok.
Florcha desabotoou o jeans e ia abaixar, mas antes disso, Martín segurou ela.
—Flor, quero que você mostre ela de frente pra mim.
De frente?
-Sim!
-Oookey.
A garota se ajoelhou na cama de frente pro irmão dela, e puxou a calça jeans até as coxas. Na frente dele, apareceu a buceta da irmã coberta por uma calcinha branca. Dava pra ver que transparecia um pouco a moita de pelos do púbis.
Já viu ela, vou subir a calça jeans.
-Paraaaa mais um pouquinho, Flor.
- Uh, vai lá, querido, o que mais você quer ver?
Depois de mais alguns segundos mostrando a calcinha pro irmão, ela já subiu o jeans.
-Valeu Flor, você tá gostosa.
-Hahaha, vai nessa…
-Quando você vai tomar banho?
- Agora daqui a pouquinho eu vou, vai usar minha calcinha?
—Sim, tô com muita vontade.
-Beleza, mas não me suja com porra…
—Te incomoda muito? Se é só lavar… não seja chataaaa, adoro sentir o cheiro dela e curto muito encher ela de porra.
-porra?
-É assim que se chama o leite, maninha.
-Já sei, bobinho…
-Então? Deixa eu gozar em você, por favor…
—Beleza, mas se você encher ela de porra, joga na máquina de lavar, não deixa ela largada aí, entendeu??? Se a Agustina ver, ela nos mata, e vai saber o que a mãe vai pensar se encontrar.
-Sim, tranquila.
Martín saiu do quarto. Florencia, só de pensar que o irmão ia bater uma punheta com a calcinha dela, já ficava excitada. No banheiro, tirou quase toda a roupa e esfregou bem a calcinha na buceta, pra garantir que ficasse bem molhada e cheirosa pro irmãozinho dela. Tirou a calcinha e deixou largada ali com o resto da roupa.
Depois de tomar banho, o garoto entrou no banheiro e pegou a peça. Abriu ela bem e percebeu o quanto estava encharcada. O cheiro de buceta era insano. Ele se masturbou e gozou em cima da calcinha direto. Limpou a pica no pano da irmã e deixou ela lá. Quando terminou de se lavar, foi até o tanque e colocou na máquina de lavar.
A mina, quando foi dormir, recriou na mente imaginando como o irmão mais novo batia uma punheta cheirando a calcinha dela, e depois imaginou como ele passaria ela no pau, enchendo ele de porra quente e grossa. Ela se sentiu super excitada. No começo achava nojento, mas agora adorava. Curtia dar a calcinha molhada pro irmãozinho bater punheta e encher ela de gozo.
Teve que se masturbar na cama, pensando naquilo. Enfiando a mão dentro da calcinha, se tocando no clitóris e nos mamilos. Decidiu ir mais longe e enfiar a calcinha na racha da buceta, pra enchê-la ainda mais com seus fluidos e seu cheiro. Teve um orgasmo foda. Mal ia dormir e já tava com a calcinha encharcada pra amanhã! Dormiu toda molhada.
Agora que sabia o que o irmão fazia com as roupas dela, tava mais tesuda do que nunca. Quase todo dia tava excitada, e molhava o dobro as calcinhas. Isso o irmão notava, que cada vez que pegava elas, tavam muito mais molhadas do que nas primeiras vezes.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Capítulo VII: Cadê a linha do limite?
Na segunda-feira, Florença antes de ir pra escola pensou em trocar a calcinha, sentia ela muito molhada por causa do orgasmo da noite passada, mas deixou ela, pra excitar mais o irmão dela.
Ficou a manhã inteira excitada, mesmo tendo se masturbado à noite. Precisava fazer de novo, Florcha sentia a necessidade de se tocar outra vez. De vez em quando, enquanto estava na sala e se certificava de que ninguém a olhava, passava os dedos disfarçadamente por baixo da saia do colégio, roçando de leve a buceta por cima da calcinha.
Voltando da escola, Florença agradeceu ao Martín por ter feito os exercícios de matemática que ela precisava entregar naquele dia, já que estavam todos certinhos.
No meio da tarde, enquanto a mãe ainda tava no trampo e a Agustina na faculdade, a Florencia deixou as anotações de matemática dela pro Martín em cima da mesa da cozinha, porque tinham passado mais lição de casa. Martín abriu as anotações enquanto tomava um café.
—Hoje não vamos estudar? — perguntou o rapaz.
—Não tô muito a fim, até porque daqui a pouco tenho inglês.
- Ok. Embora eu esteja com vontade de ver um pouquinho da sua calcinha.
-Kkkk. O trato era que eu mostrava ela pra você quando a gente estudava!
-É, eu sei… mas como hoje a gente não estudou… deixa eu dar uma olhadinha na sua buceta.
—Jááá, não, cê é muito trapaceiro! Vou tomar banho agora, vou deixar ela no banheiro pra você bater uma depois.
-Sim, valeu maninha.
Depois de entrar no banheiro, Florencia tirou toda a roupa, menos a calcinha. Abriu o chuveiro e começou a se tocar de novo antes de entrar.
Tava parada na frente da banheira, encostada na parede. Tava se tocando no clitóris em círculos pra se dar prazer. Mais molhada, mais safada, mais excitada que nem uma raposa. Levava dois dedos na boca pra lamber, e depois de novo no clitóris pra estimular. Não teve dificuldade pra chegar no clímax. Gozou que nem uma puta, deixando o máximo de rastro possível na calcinha que nessa altura já tava quase completamente encharcada direto. Tinha se masturbado duas vezes em cima daquela calcinha.
Ela secou toda a porra da buceta dela com a calcinha e deixou jogada no banheiro pro irmão dela.
Em poucos dias, ela tinha virado uma putinha.
Florencia saiu do banheiro já vestida, penteou o cabelo e foi pra aula de inglês, dando tchau pro irmão que ainda tava fazendo o dever de casa na mesa da cozinha.
Assim que o moleque terminou a lição, foi até o banheiro, pegou a calcinha molhada da irmã e fez o de sempre. Não acreditava como a irmã deixava a calcinha encharcada, mas agradecia por isso. Depois de sentir o cheiro da buceta suja da irmã, colocou a calcinha na ponta da pica pra terminar a punheta e encheu ela toda de porra quentinha.
Depois de fazer isso, dobrou ela toda e colocou na máquina de lavar toda melada de porra.
Pouco depois, a irmã mais velha dele, Agustina, chegou da faculdade. A primeira coisa que fez foi ir tomar banho. O que aconteceu quando Martín foi se lavar? Ele remexeu a roupa da Agustina, encontrou a calcinha dela e bateu mais uma punheta.
Dessa vez era uma calcinha preta, diferente das da Florencia, não estava molhada. Estava toda seca, mas ao cheirar na região da buceta, sentiu o cheiro inconfundível de ppk, embora não tão forte, mas igualmente excitante.
Nessa calcinha ele não podia gozar, então bateu uma punheta só cheirando ela.
Depois de tudo aquilo, já bem satisfeito, se preparou pra tomar um banho.
Depois do jantar, Martín sentou do lado da Florencia no sofá da sala, enquanto a Agustina e a mãe dela já tinham ido dormir.
—Já terminei a tarefa, Flor. Deixei tudo na sua pasta.
-Sério mesmo??? Muito obrigado, mano!!. Sua recompensa eu deixei no banheiro, como prometi.
-Siiim, valeu por me emprestar, Flor, juro que amei!!
-Que bom, então você se divertiu.
-Muito bom!!! Ontem e hoje você deixou elas bem molhadas. Tinha um cheiro delicioso. Bati uma punheta com a sua, e depois bati outra com a calcinha da Agus.
-Com as duas?!!!??
—Sim, haha.
- Você também sente o cheiro das da Agustina?
—Sim.
-Kkkk, que cara safado. Vou dormir. Até amanhã.
-Até amanhã, maninha.
:::
Amanhecia. Quando ia se levantar da cama, Martín percebeu que a cabeça tava rachando, e a garganta tava doendo pra caralho.
Ela disse pra mãe que não tava se sentindo bem. A mãe colocou a mão na testa dela pra medir a temperatura e deu o diagnóstico: “cê tá com febre, querido” “Fica por hoje dormindo e descansando”.
O garoto não disse mais nada e ficou na cama dormindo, enquanto as irmãs dele se arrumavam pra ir pra faculdade e pra escola.
Dormiu até o meio-dia, quando se levantou e preparou o almoço pras três mulheres da casa. Ele não tava com fome, só ia tomar uma sopa quente, e voltou pra tirar um cochilo.
De tarde, Florencia entrou no quarto do irmão dela e acordou ele.
- Vamos estudar um pouco? Ou você tá muito dodói?
—Tô doente, mas consigo estudar, e ainda mais com você.
-Jaja.
O garoto aceitou. Florencia disse pra ele ficar deitado na cama, e ela sentou do lado dele. Abriu a pasta, e Martín foi mostrando alguns problemas de matemática e as soluções.
Florencia tava vestida com uma regata decotada, que convidava a espiar os peitos dela, e a saia xadrez vermelha e preta de colégio, tava sentada de perna cruzada na cama do irmão. Martín olhou pra ela, ficou de olho nas pernas dela, e claro que queria ver o que tinha debaixo daquela saia escolar.
—E esse problema, como resolve? — perguntou a garota.
-Então… tu tem que… (a explicação do garoto)
-Aí saiuuuuu!!!!- Exclamou Florença.
-Que bom.
Florencia olhou pro irmão dela e viu como ele tava olhando descarado pras pernas dela.
—Tá doente mas continua me olhando do mesmo jeito, hein, hahaha.
-Hahaha, sim. Que pernas gostosas.
-Valeu.
-Hoje é sua vez de cumprir sua parte do trato, hein.
-Hahaha sim maninho, fica tranquilo que não esqueci não.
- Hoje tu tá de calcinha ou fio dental?
-fio dental.
—Vai de fio dental pra escola?
-Hahaha sim, ninguém vê ela não, hein, não fica com ciúmes.
-Hahaha. Me mostra a fio dental, irmãzinha?
Sim, pervertido.
Florencia descruzou as pernas, abriu um pouquinho, e levantou a saia, assim sentada na cama, pra mostrar a parte da frente da calcinha fio dental pro irmão dela. O Martín via o triângulo azul da calcinha fio dental cobrindo a buceta da irmã.
-Mmm, que gostosa, Flor. Tô com o pau durasso.
—Por me ver de fio dental?
-Sim. Você topa levantar e tirar a saia?
— Quer me ver sem saia?
-Sim, por favor. Quero ver como fica a fio dental na sua bunda gostosa.
Florencia não conseguia evitar molhar a tanguinha. A situação a dominava, ela estava muito excitada, com a buceta inchada de tesão. Quanto mais inchava, mais a tira estreita da tanguinha se enterrava. A tanguinha estava um pouco enfiada na buceta.
Ela se levantou e baixou a saia até os pés. Virou-se, mostrando aquele rabão enorme enfiado no fio dental pro irmão dela. Só cobria a frestinha da buceta.
- Uff, adoro como fica a fio dental em você, Flor… mas o que eu mais gosto é da sua raba… é enorme!
-Haha, sério mesmo que você curte minha buceta?
-Sim, e a tanga quase não cobre nada… você vai me dar ela pra eu bater uma punheta?
—Sim, daqui a pouquinho vou tomar um banho.
—Tá molhada igual calcinha de ontem?
—…Sim, tá meio molhadinha.
-Que bom… mal posso esperar pra sentir o cheiro da sua buceta, irmãzinha.
—Será que tem um cheirinho gostoso?
-Siii… já te falei que é uma delícia, vou gozar já já.
—Você vai encher ela com seu leite?
-É, não aguento mais… tô com ela dura pra caralho, Flor.
-Quer que eu te coma agora?
-Simmm.
Florencia levantou a saia. Enfiou as mãos por baixo e foi descendo a fio dental pelas coxas, sem que Martín pudesse ver nada.
Pegou a fio dental toda molhada e jogou pro irmão dela na cama.
—Vou tomar um banho. Se diverte aí.
-Valeu, Flor!!!
Florencia saiu do quarto do irmão só de saia e sem nada por baixo, com a buceta ardendo. Assim que entrou no banheiro, sentou no vaso, abriu as pernas o máximo que conseguiu e se masturbou como nunca. Cuspiu nos dois dedos e passou por toda a buceta peluda, tentando aliviar a ardência, a puta excitação. Imaginou o irmão naquele momento cheirando a calcinha fio dental, se esbaldando com o cheiro da buceta dela, e enchendo ela de porra quente, gostosa e grossa. Gozou um tesão majestoso, tentando não gemer igual uma puta. Ficou tremendo. Agarrou forte os pelos da buceta e levou os dedos à boca. Nunca tinha sentido a xereca tão inchada.
O irmão dela? Assim que Florencia saiu do quarto, ele baixou a calça e cheirou toda a calcinha fio dental que segundos antes tinha estado enfiada na buceta e na raba da irmã dele. Tava tão excitado que gozou na hora. Saiu tanta porra. Encheu a pica e o púbis de esperma. Limpou tudo passando a calcinha fio dental na pica e nos ovos, deixando ela completamente cheia de porra.
Pouco depois, já calma, Florencia saiu do banho. Foi até o quarto do irmão, enrolada numa toalha, buscar a fio dental. Ele entregou pra ela.
-Ah, beleza. Quantas punhetas você bateu? Kkkkk.
—Só uma… mas saiu muito porque você me deixou com muito tesão, maninha.
-Hahaha, eu é que tenho culpa? Enfim, não vai ter jeito, vou ter que mexer na sua porra.
Florencia pegou o que parecia a calcinha fio dental dela, toda melada de fluidos vaginais e porra do irmão. Teve que sujar os dedos de gozo. Foi pro quarto dela se vestir. Largou a calcinha no chão, pra depois levar pra máquina de lavar. Tava se vestindo, quando ouviu a mãe dela chegar em casa.
-Florenciaaaaaaaa- Mamãe gritou da sala.
-Quêeeeeeeeeee? –Ela respondeu.
-Preciso que me ajude com uma coisaaa.
Florcha se vestiu rápido e foi ver o que a mãe dela queria. Tinha que ajudar ela com umas sacolas de compras do mercado.
Enquanto ajudava a mãe com isso, viu a Agustina passar, que chegava em casa e atravessava direto a sala. Florencia lembrou da tanga cheia de porra no quarto dela.!!!!!!!!!!
Tarde. A Florcha largou uma das sacolas de verduras no chão e olhou pelo corredor. Viu a irmã dela entrando no quarto.
“Ai não. E agora?”
Mamãe perguntou o que tava rolando com ela, que ela ficou besta. Ela terminou de arrumar as coisas e foi pro quarto dela.
Não sabia se entrava ou não. Talvez ele não a tenha visto, pensou. Estava aterrorizada e tremendo!!!!!!!! Fazia um tempo que estava tremendo por causa do orgasmo, e agora tremia de medo.
Finalmente, ela abriu a porta. Viu o pior. Agustina com a fio dental na mão, tentando descobrir que tipo de nojeira era aquilo.
Agus viu ela entrar e olhou pra ela. Florença entrou e fechou a porta.
—Florencia… o que é isso?
Florcha ficou muda, enquanto sentia os olhos começarem a marejar, tremia, e começou a chorar que nem uma criancinha.
Continua…
1 comentários - A melhor história que já li na vida III