A melhor história que já li na vida llB

continua a segunda parte
vem dehttp://www.poringa.net/posts/relatos/3295049/El-mejor-relato-que-lei-en-mi-vida-ll.html

Um dos dias em que os dois estavam estudando na cama, depois de várias horas de estudo, começaram a falar sobre o assunto:

-Bom, já tá na hora de eu ir, tenho aula de inglês. -Florença olhando pro relógio.
—Ok. (Bocejo longo e profundo do Martín)
-Por que essa cara, irmãozinho? Valeu pela aula.
-Por nada… tô entediado.
—Bom, você vai ganhar seu prêmio agora, fica felizão.
-Já… já mudou minha cara, valeu!!
Ah… é inacreditável o seu jeito, hein. Posso te fazer uma pergunta, já que estamos sozinhos?
—Sim. —Martín aguçou os sentidos.
—Como é o procedimento? Tipo… o que você faz pra se masturbar com minhas calcinhas?

Martín olhava no rosto da irmã na cama dela, a poucos centímetros de distância. Com a pergunta, o pau dele ficou duro.

—Sério que quer saber?
-Sim!

Ele tava com uma ereção de cavalo, e já tava começando a ficar preocupado que ela fosse perceber.

O moleque engoliu saliva.

—Bom, adoro entrar no banheiro e ver suas calcinhas ali, ou as da Agustina… antes não era assim, quer dizer, faz relativamente pouco tempo que comecei a fazer isso. Pego a calcinha e me excita muito saber que você estava usando, e sentir o cheiro que elas têm… me excita pra caralho o cheiro. Começo a me masturbar cheirando ela e gozo rapidinho… você não tá chateada?
—Não… da primeira vez que te peguei no banheiro e você me disse que tava batendo uma com minha calcinha fio dental —Martin ao ouvir isso, sentiu que a pica ia explodir—, não pense que achei normal… não entendo como você pode gostar disso… sério.
—Como te falei… você não entende… Flor, você não conta pra ninguém, né?
—Pra quem cê quer que eu conte, maninho? Vou falar pra alguém que eu dou minhas calcinhas pro meu irmão bater punheta cheirando elas! Pensa, moleque!
-Jajajajaja, é, tu tem razão.
-Ai… enfim, vou tomar um banho.

Saíram do quarto, e a mina entrou no banheiro. Quando tirou a calcinha fio dental, se sentiu estranha. Meio excitada. Olhou a mancha de umidade na própria peça e imaginou o irmão batendo uma punheta pensando nela. Deixou a calcinha à mostra e entrou no chuveiro com a mão lá embaixo. Depois de tocar a virilha peludinha, apalpou com dois dedinhos a pussy e sentiu ela molhada. Arrepios. Queria esquecer aquilo, mas... ainda estava fora da banheira, pelada. Adorava se tocar na pussy e sentir ela toda viscosa. Levou os dois dedos à língua pra passar saliva, e passou eles no clitóris já inchadinho.

-Mmmmmmmmm –Ela gemeu baixinho.

Sabia que se continuasse, ia ter que se aliviar. Parou e se meteu na banheira, tentando esquecer o que tinha rolado. O que uns dias atrás parecia um nojo, agora já não era tanto.

A inocência dela no sexo, a falta de conhecimento e a inexperiência foram, aos poucos, levando ela a compartilhar coisas novas com o irmão mais novo. Foi algo gradual, ela nem percebeu até onde a curiosidade tinha ido. Ainda era virgem, e as piadas das amigas às vezes a deixavam mal. Era muito gostosa, com aquele corpaço… mas nenhum garoto interessava ela, também não falava desses assuntos com a Agustina – tinha vergonha – e acabou encontrando no irmãozinho alguém igual a ela, inexperiente nas artes sexuais, e agora cúmplices de segredos obscuros. A ponto de ficar excitada só de saber o que o irmão faria com a calcinha molhada dela.

Todos esses sentimentos floresceram durante o banho dela, mas ela não se arrependeu. Já fora da banheira, se enxugou. Pegou uma calcinha fio dental rosa limpa e foi vestindo devagar, bem devagar, saboreando cada momento. Subiu pelas pernas suavemente até chegar em cima. Adorou sentir o tecido se enfiando entre as bundonas dela. Sentir a calcinha toda enfiadinha na racha… ajeitou bem lá em cima pra sentir bem apertadinha na pussy.

Eu tava excitada.

Acabou de sair do banho, pegou as coisas dela e saiu pela sala pra ir pra aula de inglês. Deu um oi pro irmão, avisando que o banheiro já tava livre.

Martín terminou o que estava fazendo, foi pro quarto pegar roupa, e foi pro banheiro pra se aliviar. A conversa com a irmã dele tinha deixado ele muito excitado.

Já que não tinha ninguém em casa, ela tirou toda a roupa e pegou a calcinha que a irmã tinha deixado.

Ela buscou a parte interna, cheia de umidade da buceta. Levou até o rosto e inalou. Que delícia…

Enquanto se masturbava, aproveitava ao máximo o cheiro de buceta. A da Florencia. Sua irmã. Não era um cheiro desagradável, cheirava a mulher, era viciante, sedutor... e era perfeito. Isso o excitava.

Antes de terminar, vestiu a calcinha da irmã no pau, enrolando ela em volta, e bateu uma forte pra esporrar porra quente… uns jatos saíram voando, outros caíram mais perto, e as últimas gotas escorreram pelo tronco do pau, molhando a calcinha e enchendo ela de porra…

Depois de matar a vontade, pegou papel higiênico pra limpar um pouco do esperma do tecido. Não era pra ninguém ficar sabendo, ainda mais que a mãe dela ia catar aquela roupa…

Ele limpou e ficou mais ou menos bom… embora estivesse molhada por toda parte, pela buceta da Florencia e pelo esperma dele!

Que mais importava.. deixou ela lá e entrou na banheira.

Naquele dia já era sexta à noite. Depois do incidente no banheiro, no jantar a mãe perguntou pra filha como iam os estudos, e ela respondeu que o Martin tava ajudando ela.

— Que bom, filho. Que solidariedade. Vocês deviam aprender, hein, suas piranhas kkk. — Disse a mãe durante o jantar.

Todos riram. Florencia pensou consigo mesma: "sim, mamãe, você não faz ideia do que meu irmãozinho faz em troca de me ajudar com a lição de casa..." Enquanto trocava olhares cúmplices com o irmão...

Depois de terminar o jantar, a Florcha arrumou a mesa. Avisou a Agustina que era a vez dela lavar a louça naquele dia, mas a irmã mais velha arrumou uma nova desculpa: — Já tenho que tomar banho porque vou sair — então ela teve que fazer o serviço.

Enquanto esfregava a esponja nos pratos com água quente, o Martin passou por ali, com o ipod na mão enquanto falava no whatsapp com o amigo Lucas.

- Vai sair, anão?
— Não.
-Por quê?
- O de sempre... Lucas não tá afim e pra ir sozinho, não rola.
- Ai, esse garoto...
- Você? Sai fora?
- Não. Eu vou amanhã.
- Ah.
- Amanhã a gente sai, quer?
- O quê?
Já que você nunca sai, vem comigo amanhã... a gente pode sair junto.
- Como? Você não sai com suas amigas?
Sim, e aí?
- Que saco... e ainda vou ficar desconfortável.
- Não seja besta. Sério, amanhã a gente sai. Uma hora você tem que sair.
- Bom...
- Ah, mano, amanhã de manhã a gente estuda, quer?
- Vale... me acorda quando você estiver pronta... vou dormir tarde. Vou jogar umas partidas no Play.
- Ok.

Então Martín foi pra sala jogar umas partidas de Fifa antes de dormir. A Florcha terminou de lavar a louça e foi pra cama. Tava exausta.

Chegou no quarto dela. Aproveitou que tava sozinha, com a Agustina no banho, a mãe já dormindo e o Martin na sala. Tirou toda a roupa e arrancou o sutiã. Ficou só de fio dental, se olhou no espelho grande do quarto. Os bicos dos peitos tavam meio durinhos, reparou que alguns pelinhos da buceta escapavam pelos lados do elástico da calcinha. Virou pra se olhar a raba. Gostou do que viu, grande, firme, redonda e com o pano enfiado todinho entre as nádegas. Deitou na cama assim. Se sentiu suja e meio com tesão. Se cobriu bem com os lençóis e tentou pegar no sono.

O Martín ficou jogando no PS3 até de madrugada, aí foi dormir.

O sábado de manhã amanheceu bem quente.

Florcha tava dormindo quando ouviu a irmã dela, Agustina, chegando em casa. Escutou uns barulhos e uma batida na porta, prova certa de que ela vinha meia-bêbada. Ela entrou no quarto e ouviu a irmã se deitar na cama dela, a poucos centímetros da sua.

Um tempinho depois, Florença acordou. Os raios de sol já entravam pela janela. Mal abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi o corpo levemente suado por causa do calor que despontava naquela manhã.

Olhou pro lado, viu que a Agustina tava dormindo profundamente, e saiu da cama. Só de buceta e fio dental, abriu o guarda-roupa. Tava um calorão, então preferiu não colocar sutiã, pegou uma regata branca pra ficar soltinha e fresca. Tinha um decote em 'U' que mostrava o começo do vale dos peitos. Procurou na parte de baixo e pegou uma legging cinza. Mais apertada ainda, se é que isso é possível, do que as outras que tinham deixado o irmão dela de pau duro. Vestiu a legging e saiu do quarto sem perceber que tava tão apertada que dava pra ver o fio dental inteiro por baixo.

Por fim, prendeu o cabelo num coque e foi pra cozinha. A mãe já tinha ido trabalhar. Ela colocou a água pra esquentar e preparou duas xícaras de café. Enquanto a água fervia, foi até o quarto do irmão acordar ele.

Abriu a porta e entrou. O quarto do Martín era obviamente menor, com a cama encostada numa das paredes. As paredes eram azuis, tinha uma mesinha com abajur do lado, e vários posters colados na parede de jogadores de futebol e carros.

Florcha foi até um lado da cama, acendeu o abajur e viu o irmão destapado, ele estava de short leve. Deu uns tapinhas no ombro dele e chamou pra acordar.

— Martín... anão... já cheguei.
— Uhm.

O garoto abriu os olhos devagar, com os braços esticados recebendo a luz do abajur.

Florencia saiu e foi de novo pra cozinha. Apagou o fogo porque a água na chaleira já tava fervendo. Colocou uma colherada de café em cada xícara e serviu a água. Com as duas xícaras nas mãos, voltou pro quarto.

Deixou elas na mesinha de cabeceira enquanto procurava a pasta dele. Finalmente com a pasta aberta, sentou na cama do lado do garoto.

- Acorda, dorminhoco!
- Yaaa.
- Aqui, preparei um café pra você.
- Valeu, mana.

Ela se levantou e saiu da cama.

- Uf. Tá calor ou sou eu?
- Tá um calorão, insuportável.

O moleque pegou uma camiseta e vestiu. A Florcha colocou a pasta na cama e se deitou de bruços na cama do irmão, como tinha feito nas outras vezes, fingindo que estava na cama dela.

— Por que a gente vai estudar aqui? — perguntou o garoto enquanto se sentava na cama ao lado da irmã, ainda meio sonolento.
- Porque a Agustina tá dormindo.
- Ah, é verdade.


Já com tudo preparado, começaram o estudo, enquanto de vez em quando tomavam café, com a manhã surgindo e o calor chegando com tudo.

Depois de alguns minutos, o garoto começava a sentir um pouco de suor no corpo. Ele estava sentado de lado na cama, ao lado da irmã, que estava do lado da parede, deitada de bruços, lendo as anotações.

Martín olhou pra ela. Observou o cabelo preto e escuro ondulado preso, a camiseta branca deixando os ombros nus à mostra, e....

Quando ele olhou mais pra baixo, começou a suar mais. A irmã dele tava usando uma legging cinza bem apertada. Marcava a bunda enorme dela de um jeito descomunal. Ele percebeu que dava pra ver a fio dental! Era demais... além da legging já entrar na racha da bunda dela e definir tudo perfeitamente, a fio dental marcava inteirinha. Dava pra ver bem as bordas da calcinha aparecendo por baixo da legging, e ele notou que era bem estreita. Pelo marca na legging, mal devia cobrir a racha da bunda e só um pouquinho mais. A pica dele já tava dura feito um míssil, apontando pro teto. O short leve formava uma barraca difícil de disfarçar.

- Martín... gatinho!

Florencia ligou pra ele enquanto o Martín tava olhando a bunda dela. Ele virou pra ver o rosto dela...

- O que cê tá fazendo? Não é cedo demais pra ficar olhando minha bunda? Segura aí mais umas horas...
Pe.. desculpa.
— Você vai gastar ela de tanto ficar olhando pra minha buceta.

O cara tentou continuar estudando e focar nisso. Mas com uma rabeta daquelas empinada e com aquela leggins apertadíssima no limite, era foda.

Continuaram estudando por mais um tempinho, enquanto o garoto não perdia a chance de vez em quando dar uma olhada na bunda dela.

Florencia ouvia os conselhos do irmão e resolvia os exercícios cada vez com menos dificuldade. Percebia como o garoto ficava olhando pra bunda dela o tempo todo. Se sentia quase assediada, mas no fundo gostava.

Ela deu uma olhada no garoto de canto de olho, quase, se fazendo de quem tava pensando com o lápis na boca, e percebeu que o moleque tava de pau duro, pela pressão que fazia no short.

Não é possível. Ele tá duro? Tá durinho. Deixei ele tão excitado que ficou desse jeito.

Sentiu um arrepio. Ainda não tinha visto uma pica ao vivo e a cores, só tinha visto em uns vídeos que assistiu há um tempo com as amigas. Agora tinha uma ali. A do irmãozinho dela. Tinha uma pica dura do lado dela.

Florcha continuava sentindo os olhares do irmão na bunda dela. E já estava começando a ficar excitada com toda aquela situação safada.

O calor da manhã já tava pegando nos dois. Os dois estavam suando. Pelo calor e pela tesão que tavam sentindo. No quarto, o ar tava pesado.

- Bom, acho que já terminamos por hoje. – Disse Florcha pra sair da situação. Embora ainda faltassem alguns problemas pra resolver.
- Ok.

Florencia observou o irmão devorando a bunda dela com o olhar.

- Vou começar a achar que tem alguma coisa na minha bunda.
- Desculpa.. não consigo aguentar.
- Tenho alguma coisa ou o quê?
Não... bom, é que dá pra perceber em você...

Florencia ficou estranha.

- O que tá aparecendo em mim?
- A... a fio dental.

Florcha tentou se virar e se olhar - sem sucesso -

- Como assim, dá pra ver a fio dental?
- Bom, é que dá pra perceber através da legging.
- Ahh. Por isso você fica me olhando tanto essa manhã.
- Já, não consegui me segurar, peço desculpas.
- Vale. É minha culpa. Não se preocupa.

Martín tava no fogo, igual uma moto. Aos poucos, ele começava a pensar mais com a cabeça de baixo do que com a de cima.

- Bom, muito obrigado pelas aulas, baixinho. Acho que você tá fazendo muito por mim.
- Valeu. Flor... posso te pedir uma coisa?
- Me diz.
- Você topa... me mostrar ela?

O rosto da Florença ficou vermelho, com uma mistura de assustada e surpresa.

- Perdão?
- Não fica brava... só queria te pedir, se você quiser, claro, pra me deixar ver a fio dental um pouquinho... por favorzinho.
- Você tá se ouvindo, tá falando o quê?
- É... e me dá uma vergonha danada te pedir isso, acredita... mas te ver assim... me excita demais, Flor. Eu sei que é errado e tudo mais, mas... você é uma gostosa. Você é tão gostosa.
- Kkkkk. Tão gostosa assim? Não mente.
- Não tô mentindo, você é muito gostosa. Tá linda.
— E por que eu faria isso? — Enfatizou a irmã dela enquanto continuava brincando com o lápis na boca.
- Não sei. É que eu gosto muito de você. Não consigo parar de olhar pra essa bunda linda que você tem, irmãzinha. Seria incrível se você me mostrasse a fio dental. Eu agradeceria muito.
— E se você vê elas todo dia no banheiro.
- Sim, mas isso é diferente. Você tá com ela vestida e deixar ela vestida seria 100 vezes melhor.
- Mas me dá vergonha. Além disso, somos irmãos... isso é quase incesto.
- Se eu usar suas calcinhas fio dental no banho… que diferença faz você me mostrar agora?

A Florencia tava gostando do jogo.

— E você, o que faria por mim? —respondeu com luxúria, olhando nos olhos do irmão enquanto mordia o lápis de leve.
- O que você quiser.... posso fazer as tarefas de casa que seriam suas, sei lá.
- Sério?
- Sim. As tarefas de casa que são suas, eu faço.

Florencia achava que o garoto sabia negociar. Fazer as tarefas de casa não era nada do gosto dela. Era uma boa oferta.

- Mmmm, não sei.
- Vai lá... faço todas as tarefas que você quiser. Só precisa me mostrar a fio dental por um tempinho e se livra de um monte de trabalho.
- Caralho!.... É uma boa oferta, filho da puta. Só mostrar?
— Sim... Por favoooor. — Martín colocou sua melhor cara de menino bonzinho.
- .........Beleza. Todo dia que a gente estudar?
-Siiim.
- Ok. Esse é o trato. Aqui e agora eu mostro ela pra você?

Florcha mordia o lábio inferior enquanto sentia sua pussy virgem e adolescente se enfiar toda na tanga. Sentia que estava molhando a tanga inteira, que naquela altura já ardia enfiada na pussy. Ela estava excitadíssima.

Continua...

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