E aí, como vocês estão? Eu aqui com um tempinho livre pra contar como a coisa continuou. Como lembram, fui com minha mãe arrumar a casinha no interior, pra passar uns dias com a família. Uma vez lá, como estava tudo em ordem, tinha pouco o que fazer, então a gente se dedicou ao que mais gosta de fazer juntos: transar. Como já contei, a tempestade e a foda no chão da sala, dessa vez com o cu bem lubrificado, deixaram mamãe mais satisfeita e relaxada. Tanto que ela tomou um banho e foi preparar algo pra jantar. Aproveitei pra tomar banho também, quando terminei coloquei um short limpo e uma camiseta e fui pra cozinha, onde mamãe já tinha posto a mesa. Sentamos frente a frente, comemos, conversamos e rimos. Terminada a janta, mamãe disse: "Vai na sala, põe um pouco de música pra gente tomar o café lá". Fiz isso, sentei no sofá grande e esperei o cafezinho. Mamãe apareceu com a bandeja na porta que separa a cozinha da sala. Eu tinha colocado música, mas não acendi nenhuma luz, então a luz da cozinha iluminava mamãe por trás, transparentando suas formas lindas através do roupão que ela usava como única vestimenta. Ela se aproximou de mim, inclinou-se pra frente pra me dar a xícara e colocar o açúcar, e seus seios pequenos mas bem formados forçaram o roupão que os continha, apertando-se um contra o outro, formando um sulco delicioso entre eles. Mamãe percebeu o que eu estava olhando e perguntou: "Os homens gostam tanto assim de peitos?". "Sim", respondi imediatamente e acrescentei: "Não se mexe". Levantei de um salto, tirei a bandeja dela e deixei na mesa, abaixei meu short – já tinha o pau duro. Com minhas duas mãos, apertei pra juntar ainda mais seus peitos e entre eles enfiei minha rola dura pra foder ela pelos peitos, entrando e saindo daqueles peitos num vai e vem como se fosse a buceta dela. Ela me pedia: "Por favor, põe na minha boca, quero tomar seu leite". Não hesitei um segundo, cumpri seu pedido, enfiei toda a pica na boca dela, até a garganta, fazendo ânsia de vômito a vadia, mas continuou chupando sem perder o ritmo, tirava o tronco, mas deixava a cabeça dentro da boca, apertava com os lábios forte na minha glande e enfiava de novo até as bolas, uma e outra vez, até que eu estava quase gozando, segundos antes de ejacular tirei a rola da boca dela, com o tempo certo para direcionar minha porra direto na xícara de café que estava sobre a mesa, meu semen se misturou com o café, peguei a xícara e dei pra mamãe, toma tudo, o café e minha porra junto, mamãe num só movimento pegou a xícara e bebeu tudo, como se fosse o néctar mais precioso, saboreando por um bom tempo diante do meu olhar, deixou a xícara na mesa, sentou no sofá, me fez sentar ao lado dela, ao fazer isso quis subir meu shorts, ela disse não fica assim, assim fiz me sentei ao lado dela ela se aconchegou contra mim, colocou a cabeça no meu ombro, com a mão começou a me punhetar suave, viu que mamãe faz tudo o que seu macho manda, estava muito gostoso, bom mas olha que esta é a última noite que dormimos juntos por um tempo, amanhã voltamos pra casa e semana que vem voltamos todos aqui por quinze dias, incluindo a vovó que já me avisou que nas férias era dela somente, além disso você tem que ficar com o papai, que deve estar te esperando desesperado, mamãe parou de me punhetar, me olhou e disse, pelo papai e a vovó não se preocupe, que entre eles já se entenderam, você já é grande pra saber que seu pai não dava bola, mas sua vovó começou a dar ideia pra que eu desse atenção e assim começamos a sair e ficamos namorando, mas eu sei que sua vovó não ajudou de graça, primeiro comeu ele e depois colocou na minha frente, quando viu que era bom amante, pra assim se garantir que se não desse em nada comigo, ela pelo menos ia ter com quem transar de vez em quando, terminou de me dizer isso e voltou a me punhetar como antes, eu me deixava punhetar, mas enquanto pensava, pensava mas a gente continua na próxima.
2 comentários - A amiga da minha avó