Histórias de um verdureiro 6

Continuando com o relato anterior...http://www.poringa.net/posts/relatos/3280125/Historias-de-un-verdulero-5.htmlOs meses seguintes foram tranquilos, cada coisa no seu lugar e cada pessoa onde devia estar... Lucila continuava numa espécie de namoro com Gonzalo (meu colega). Eu tava com a negra e com a Ludmila. Com a negra, a coisa tava cada vez mais séria, a gente se conhecia mais e cada vez transava melhor. Com a Ludmila era um trabalhinho fino, queria ser o primeiro homem dela, então fui levando o namoro, mas também tava começando a ficar sério. A Lu gostava muito dela de verdade e eu tava começando a me envolver na vida dela, me preocupar com ela e cuidar dela, igual fazia com a negra.negra.las2 eram mulheres muito gostosas, pessoas ainda melhores e com uma bunda de respeito. Vou dar um resumo das 2 pra refrescar a mente. A negona, 1,60m, olhos castanhos, cabelo liso, bonita de rosto e com um sorriso perfeito,100-60-90Namorada oficial há 2 anos. Ludmila, 1,70m, olhos azuis, cabelo loiro ondulado, bonita de rosto, bochechas rosadas e dentes pequenos.85-62-95Namorada de 4 meses. Meu aniversário de maioridade tava chegando e eu via aquilo como um baita problema, pela primeira vez corria o risco de juntar o gado, então tinha que bolar um plano... A negra tinha acesso direto à minha casa, óbvio, e eu na dela, com a Ludmila era diferente por razões óbvias, então eu mesmo limitava o acesso à casa dela pra não ter que lidar com o pedido de ir na minha... Organizei uma festa de aniversário na minha casa, a negra foi, e me arriscando no tudo ou nada, convidei a Ludmila também. A coisa deu certo, apresentei a Ludmila pra um grupo de amigas que não conheciam a negra e deixei ela com elas. Fiquei na correria sendo anfitrião entre amigos, família e vizinhos... Quando deu uma da manhã, muita gente já tava indo embora e aproveitei pra sair e acompanhar a Ludmila até a casa dela. No caminho, a gente conversou sobre como ela se sentiu, ela ficou à vontade com minhas amigas, soube de coisas da minha infância e trocou telefone com as minas... Então tava tudo bem até aí. Ela me recriminou por não ter ficado com ela a noite toda por mais de 5 minutos. E aí veio a pergunta fatal... quem era aquela morena que ia e vinha da cozinha, tava sempre perto de mim e me trazia copos de cerveja... Me saí com um: minha ex... A gente continuava amigos e tinha uma relação muito boa com minha família. Ela não gostou nada do que eu disse, fez cara feia e falou: bom... se você ainda tem relação com sua ex, quer dizer que tão ruim você não é... GOL! Não acreditei, a jogada tinha dado certo demais. Chegamos no prédio dela, trocamos uns beijos e me despedi com a promessa de buscá-la no dia seguinte às 15h. A Ludmila morava a 3 quadras da minha casa, a negra a 7, e entre elas, 4. Era tudo muito perto, mas aquela adrenalina não tinha preço. Cheguei em casa, ainda tinha bastante gente e os caras queriam sair pra balada, a negra não tinha problema porque aquela noite não tinha hora pra voltar. pra voltar pra casa, então a gente foi tudo pra uma balada que ficava na Costanera Norte, ficamos até umas 6, 6:30, a negra tava em casa, 6:45 eu na minha. Naquele domingo eu não trabalhava porque era meu aniversário, acordei às 13:30, almocei com minha família, tomei banho, me vesti e saí pra buscar a Ludmila, antes passei no orelhão e liguei pra negra, tudo certo e pra ela eu tava indo jogar futebol, às 20h tinha que estar na casa dela pra jantar com a família como sempre. Fui buscar a Ludmila e ela desceu vestida como se fosse dançar... Saia lisa curta, camisa branca quase transparente, botinhas curtas, PUTA QUE PARIU!!! Que gostosa que tava essa mina! Beijos na porta e perguntei pra onde ela queria ir. Pra onde você quiser me levar, respondeu. Todas as sirenes tocaram juntas na minha cabeça e eu pensei... Um passeio? Ou levo ela pro apê? A gente já tinha ido várias vezes, mas sem sexo... Falo, quer saber a verdade? Tô morto, que tal a gente comprar uns salgados e ir pro apê? Sim, ela fala. Mas eu não tô com fome... Vamos comprar uma cerveja! Foi a primeira vez que a Ludmila falou em beber álcool. Compramos a breja e fomos pro apê, conversando sobre como tinha sido meu aniversário e outras coisas, a gente tomou a garrafa, ela pede pra comprar outra e eu perguntei se ela tinha certeza, ela responde que sim. Peguei a garrafa e saí pra comprar, no elevador fiquei pensando que era o dia, que eu ia finalmente comer ela, ao mesmo tempo pensei que não era legal ela estar bêbada, então fiquei na rua enrolando e voltei com o vasilhame vazio. Quando entro no apê ela tava deitada na cama fumando um cigarro, eu também não sabia que ela fumava, nunca tinha sentido cheiro... Falo, o que cê tá fazendo? Desde quando cê fuma? Lu: às vezes quando a gente sai do colégio a gente vai com as minas pra praça fumar e tomar uma breja... Vem, não seja chata! Eu: não, não sou chato... Só me chamou a atenção. O mercadinho já tinha fechado, não tem outro lugar pra comprar Lu: não importa, vem... Deitei do lado dela e começamos a nos beijar e nos tocar muito excitados, eu passava a mão por tudo e ela não ficava atrás... Pela primeira vez deixou eu puxar a calcinha dela e enfiar um dedo bem devagar, quando eu tinha só um quarto do dedo lá dentro ela soltou um ahhhhmmmmmm! Tava muito molhada e eu super duro... Tirei minha mão da virilha dela e ela subiu em cima de mim pra se masturbar esfregando a calcinha dela no meu short, puxei de novo um pouco o elástico da calcinha e comecei a brincar na bunda dela, sem enfiar o dedo, acariciando o cuzinho, molhava o dedo na buceta dela e voltava a molhar o rabo enquanto a gente se beijava e ela continuava se esfregando no meu short. Assim por uns minutos até que tirei ela de cima de mim, deitei ela e tirei a saia junto com a calcinha, ela tinha uma buceta linda, rosadinha, pequenininha, apertada e bem suculenta. Comecei a dar beijos na pélvis dela, na virilha, nas coxas, acariciava as pernas até a cintura bem de leve, de vez em quando sentia a pele dela arrepiar e de vez em quando dava um beijo no clitóris, assim várias vezes até que comecei a passar a língua ao longo da vagina dela, bem devagar e suave, a cada passada via ela ficar mais molhada e aquela flor começava a se abrir. Num momento enfiei a língua toda na vagina dela e ela soltou outra exclamação, subi e desci várias vezes, enquanto subia e descia os lábios vaginais dela começavam a inchar. Peguei as pernas dela, levantei e comecei a passar a língua do cuzinho até a pélvis, várias vezes, colocando a língua cada vez mais contraída, ela gemia e de vez em quando acariciava minha cabeça, quando senti que o cu e a buceta dela já estavam dilatados o suficiente pra me receber, levantei e comecei a me despir, ela num ataque quase de desespero pela excitação que tava começou a me ajudar, eu aproveitei a posição dela, a cara dela tava a poucos centímetros do meu pau, tirei ele e Coloquei na boca dela, ela chupava sem controle, quase desajeitada, diria. Tirei a camisa, o sutiã e deitei ela de novo, fui beijar aquela buceta linda de novo e ela estava bem inchada, avermelhada e, principalmente, muito molhada. Apoiei minha glande na entrada da buceta dela e deixei agir sozinha, bem devagar começou a entrar, enquanto ela gemia cada vez mais e a pussy dela começava a se abrir lubrificada. Quando a cabeça inteira entrou, ela soltou um gemido de dor e satisfação juntos, foi aí que comecei a fazer minha parte. Empurrando bem devagar, suave, mas com a cock bem dura e grossa, fui abrindo caminho, assim por uns minutos até meu membro estar completamente dentro dela. Entrei e saí várias vezes pra ver se tinha sangue, e não, não sangrou. Quando percebi que não ia sangrar, comecei a comer ela com força e duro. Essa pussy já estava preparada pra me receber. Bombeei umas duas vezes e senti que ia gozar, então tirei, dei uma respirada, coloquei ela de lado e fui de novo pra dentro da Ludmila. Enquanto comia ela, acariciava os peitos dela, estavam duros e com os bicos empinados, dava pra ver as veias de tão duros que estavam. Comi ela assim por um bom tempo, tirei minha cock e comecei a bater uma na porta da rabeta dela. Enquanto me masturbava, sentia o bum dela se abrindo e aos poucos a cabeça da minha cock começava a entrar. Ela também percebeu e me pediu pra não fazer, as palavras exatas que ela usou foram... Gordo... Hoje não, por favor, já abriu uma coisa, a outra deixa pra próxima... Não são grandes palavras, mas isso me excitou mais. Me deitei, coloquei ela em cima de mim com a cock enterrada até o fundo da pussy dela e deixei ela rebolando como quisesse. Em poucos minutos ela me fez gozar e acabei completamente dentro dela. Minha cock tava meio mole, mas ela continuava cavalgando em cima de mim. Deixei ela continuar e em pouco tempo tava duro de novo. Deitei ela sobre meu peito e senti o quanto ela estava suada. Ela estava ali, eu deixei ela quieta e comecei a comer ela de novo, com uma perna esticada e a outra dobrada, segurando por mim. Eu sentia ela gozar várias vezes, e a cada gozada dela, minha pica ficava mais dura ainda. Depois de um bom tempo, mandei ela ficar de quatro, e foi aí que descobri que tipo de mulher a Ludmila ia ser na cama. Enquanto eu comia ela naquela posição, ela se transformou. Ela falava coisas tipo: siiiim (prolongado), me come toda, filha da puta!, que pica você tem!, quanto pau pra mim!, me arrebenta toda!, me quebra a buceta! E bastou ela dizer: enche ela, enche ela! Pra eu encher ela toda. Ela ficou jogada na cama de bruços, e eu deitei quase em cima dela, com meu rosto na nuca dela. Em alguns minutos, ela se virou, me beijou e disse: que gostoso isso, que delícia, eu quero mais! E enquanto me beijava, com a mão ela acariciava minha pica. Já eram quase 7 da noite, a gente tinha que ir embora. Falei pra gente tomar banho e vazar. Fomos pra banheira (que eu ainda não sabia como caralhos usar) e abrimos o chuveiro. Quando vi ela toda ensaboada, fiquei com tesão e comi ela de novo, dessa vez de pé, com ela montada em mim. Quando gozei, coloquei ela no chão, e as pernas dela tremiam. Ela se jogou um tempo na cama pra se recuperar. Eram 19:40, a gente tava ferrado com o horário, e ela não conseguia se recuperar. Às 20:10 ela já tava pronta. Fomos andando devagar até a casa dela, chegamos 20:30. A Ludmila já tava bem, o cabelo dela já tinha secado, tava igual quando saiu de casa. A gente se deu uns beijos e ela subiu. Antes dela ir, falei que ligava no outro dia às 17h, como sempre. Voei pra casa da negra, cheguei 20:45, e a morena com uma cara de buceta arrombada... Até a próxima! Valeu pelos comentários e pontos!!! MUITO OBRIGADO!!!!

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