Os medos de Ana

continua a história
O tesão vence a gente.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PONTOS DE VOCÊS











Com a Ana, o sexo era divino, embora às vezes sentíssemos que a intimidade tinha se perdido com a chegada do Seba, já que ele exigia muita atenção. Mas era lindo ser pais, algo maravilhoso, aliás, e ainda mais sabendo que outro vinha a caminho. Ela tinha mudado muito nesse sentido, o sexo já não era prioridade, embora ela sentisse um pouco de ciúme ao saber que me deixava meio abandonado nessa área. Várias vezes fez umas reclamações ridículas, até que uma noite, na cama, foi bem direta comigo.

Ana – olha, love, eu sei que as coisas mudaram, sei muito bem que já não é mais a mesma merda de antes.

Eu- o que cê tá dizendo? Em que sentido, meu bem?

Ana—não se faz de bobinho, não te cai bem, bebê. Eu já não sou completamente tua e você sabe disso. Agora tem a Seba e outro a caminho, não paro de pensar nisso. Muitas noites tô exausta e você me procura, mas não é igual a antes, e eu tenho medo, muito medo, love.

Eu— medo de quê? Por favorrrrr, tá tudo bem, meu céu, eu tô muito feliz, pra mim também mudou a vida, amor.

Ana — não me nega, eu sei da sua falta de sexo, amor, e tenho medo que outra te pegue, bebê. Por isso queria que você tivesse uma amante fixa, uma que eu conheça e que saiba que você tá se divertindo pra caralho.

Eu— o que cê tá dizendo? Não tem ninguém mais além de você pra mim.

Ana — por enquanto sim, isso eu sei, mas mesmo assim venho pensando e já decidi quem vai te comer, quem vai aproveitar essa buceta gostosa sem que eu perca o homem que amo e que, quando a gente estiver mais tranquilo, vai voltar a ser a mesma coisa de antes. Isso não quer dizer que, por você pegar ela, vai me abandonar, isso tá claro. Mas quero que você goze, que seja feliz, amor. Então amanhã tenta vir mais cedo.

Não- não acredito em você, você quer que eu transe com outra mulher e que seja fixo? E você? Vai ter outro homem também? Vai me avisar quando ele estiver em casa pra eu chegar mais tarde?

Ana — amorrrr, pra mim o único é você, não entendeu isso? Ontem à noite você quis comer e o Seba passou a noite chorando. No fim, quando ele se acalmou, você já tinha dormido. Hoje você ficou tarado o dia inteiro, isso eu sei porque te conheço muito bem. Só quero que, quando isso rolar, você tenha uma gostosa pra te acalmar, pra você curtir e gozar, mas que eu saiba quem é. Isso me dá a tranquilidade de saber que não tenho concorrência.

Eu... bom, e quem seria essa mulher?

Ana - primeiro eu falo com ela sobre isso, por isso amanhã vem cedo, amor

Isso é uma loucura.

Ana, faz o love aí, que custa? Tu faria por mim, meu céu?

Eu... tá bom, amanhã vou chegar mais cedo. Agora vem, vamos aproveitar que o Seba tá dormindo.

Ana- veeeem amorrrr, tô acabada, nem imagina o que foi hoje

No dia seguinte cheguei mais cedo, tava ansioso pra saber quem ela tinha escolhido. Ela tava com o Seon Seba no colo, e na hora peguei ele nos meus braços — não tem nada mais lindo do que segurar ele assim. Ela trouxe o mate e a gente começou a bater um papo enquanto eu curtia o Seba, que não parava de rir. Ele era um grande parceiro comigo.

Ana— bom, já falei e sua mina tá mais que feliz.

Eu acho que não, só isso.

Ana — ela anda por aí, e além disso, ele te ama. Ela só te deseja, amor.

Ei— pode saber quem é? Porque também tem que ver se eu ia gostar ou não.

Ana - sim, amor, ele é um corno manso. Você seria o bull oficial do Raul, e de vez em quando talvez até coma ela também, e de quebra curte o tesão de humilhar ele, e ela também.

Eu... bom, não seria ruim, mas por que não fazer com você presente e participando também?

Ana — não quero que aquele filho da puta me coma e eu mude, amor. Agora só quero transar com você.

Eu... e daí? Por que meter o pato?

Ana, já te expliquei, Dany, tô grávida, o Seba me esgota e não consigo te satisfazer, entende?

Eu- mas você me satisfaz, amor

Ana — não seja tão teimoso, amor. De agora em diante, você tem o Pato pra foder e eu depois que parir. E se um dia a gente estiver bem, a gente mata a vontade. Faz isso por mim, bebê.

Tá bom, o que você disser.

Ana—bom, toma um banho e vai, ela tá te esperando. A puta foi embora toda tesuda, depois quando chegar me conta o que rolou.

Eu- agora?

Ana — se liga, amor, já faz mais de dois dias que você não mete, não sou de ferro.

Eu- ok, ok, tá bem

Foi assim, pato tava me esperando, quando cheguei ele disse que o raul não sabia de nada e que seria em segredo pra dar mais tesão, ele tava de sunga que desapareceu rapidinho

Eu— ele chega a que horas?

Patrícia—temos umas duas horas, mais ou menos, então vamos nos apressar.

Não- aaaah, que ele chegue e me veja te comendo

Patricia—essa noite eu quero você todinha pra mim.

Eu- era assim, mas quero humilhar ele um pouco.

patrícia- tá bom, e se quiser, come ele, mas primeiro arrebenta toda essa minha buceta

yo- como você quiser, peitão

Foi assim que começamos, ela me dizia enquanto chupava meu pau.

Patrícia - o corno vai chegar e vai me encontrar bem comidaaa.

Quando enfiei os dedos na buceta dela, percebi que tava toda molhada. Tirei a pica da boca dela e levei ela pra cozinha. Lá, coloquei ela de quatro na bancada e meti naquela bucetinha faminta. Adorava meter forte, mas o que me deixava louco era saber que, quando o Raul chegasse, ia encontrar ela toda arrombada e lambuzada. Fiquei metendo nela por um bom tempo, enquanto ela só gemia e gozava com as porradas de pica que eu tava dando. Tirei ela da cozinha e levei pro tanque. Lá, enfiei de novo, e ela só fazia o que eu mandava, me satisfazendo como uma putinha submissa. Minha ideia era comer ela na casa inteira, tipo marcando território. Assim, passamos pela sala de jantar, pelo banheiro e chegamos no quarto dela, onde joguei ela na cama.

Eu vou comer a esposa dele na cama do próprio corno do seu marido, assim quando ele deitar, vai lembrar direitinho como eu destruí a bunda dele e que ele é um cuck.

Fiz ela deitar de barriga pra cima, abri as pernas dela e levei até meus ombros, assim meti no cuzinho dela enquanto via ela sofrer e se contorcer de dor e prazer ao mesmo tempo. Ela teve uma porrada de orgasmos e percebi que tava exausta, tanto quanto eu. Enchi o cu dela de porra e levei ela pra sala de jantar, sentamos pra esperar o Raul enquanto tomávamos umas cervejas, nós dois pelados e banhados de suor. Quando o Raul chegou, ficou muito surpreso, claro que não esperava. Ele largou as coisas no sofá e a gente explicou tudo enquanto via ele passar da raiva pra excitação. Dei as duas calcinhas fio dental que a Anita mandou pra ele e pedi pra ele experimentar. Na real não achei que ele fosse fazer, mas ele pegou e no quarto dele vestiu. Falei que amava a rosinha e foi essa que ele deixou. Ver ele tão submisso reviveu meu pau, então mandei ele virar pra ver como ficava na bunda dele. Ele virou e eu vi como o buraquinho dele tava aberto, tão aberto que a fio dental não cobria direito. Mandei ele empinar a raba pra fora enquanto via o Pato ficando com tesão na cena. Ele fez isso e aí falei pra ela chupar o cuzinho dele sem tirar a fio dental. O Pato obedeceu na hora e ele começou a gemer dizendo

Raul, já não bastava ela, agora quer me comer também?

Eu sou seu macho e esse vai ser seu prêmio por me entregar a puta da sua mulher, que eu comi pela casa toda. Sai, tetuda, que o corno manso já tá pronto pra receber minha pica.

Ela me deixou espaço e, com um só empurrão, meti até as bolas. Entrou bem apertadinha, coisa que ele sentiu pelo gritinho de dor dela.

Ei— aguenta aí, promíscua, aguenta aí, porque tu vai perder de novo igual na guerra. Tá gostando de eu te arrebentar a buceta? Vai, me fala.

Raul - siiiim, adoro como você me arrebenta, me dá sem dó igual você dá pra ela, siiiim, assim, assim, aiii, aiii, me dá maaaaaais

Tava obstinado em arrebentar ele de verdade, o tesão crescia a cada minuto ao ver ele tão cuck, tão puto e, acima de tudo, tão submisso. Então, quando tava perto de gozar, tirei de dentro dele, apesar das reclamações dele pedindo pra continuar e pra encher ele. Mandei ele deitar de barriga pra cima, igual a mulher dele, que ao ver ele já imaginou o que vinha.

patrícia- agora vai te arrebentar, meu amorzinhooo

Levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, apontei meu pau pro buraco dilatado dela e enfiei tudo de uma vez, os olhos dela viraram e ela gritou bem alto, sentiu tudo.

Patrícia, não te mentiiii, ele tá te arrebentando, amorrr, dói, né? Mas daqui a pouquinho você não vai parar de gemer igual eu geme, issooo, vai fundo, bem forte.

O pobre Raul se agarrava nos lençóis com força, enquanto só gemia e gritava de dor e prazer. Num momento, eu tirei do cu dele e ele implorou pra eu colocar de novo. Era inacreditável como ele gozava sendo destruído até o fim sem se tocar, igual uma puta no cio, só sentindo meu pau entrando e saindo do cu dele, arrebentando tudo. A calcinha ficou encharcada com a própria porra dele. Não aguentei mais e enchi ele por completo, enfiando até o fundo com um empurrão violento. Ele gritou bem alto, igual a mim, enquanto o Pato não parava de bater uma vendo a cena final.

Ei, essa tanga tu não tira, amanhã quando eu vier quero ver ela em você. Vai ficar o dia inteiro com ela assim, sentindo meu gozo e meu cheiro, e lembrar quem é seu dono.

Raul - fala o que quiser, mas só uma coisinha, meu parceiro, se sobrar força, dá uma dentro da minha esposa, come ela de novo, assim você acalma a tesão dela.

É- me dá uns minutos que eu acalmo ela.

Foi assim que aconteceu, o Pato trouxe cervejas pro quarto, a gente tomou e depois foi a vez dela de novo. O coitado do Raul viu mais uma vez como eu arrebentava a buceta da esposa dele enquanto fazia uma punheta magistral. Quando cansei de foder ela, larguei ela na cama e tomei um banho. Me troquei e falei pros dois.

É- amanhã se eu tiver vontade, eu venho.

tinha cumprido o mandato da Anita, agora ela sabia que, mesmo que a gente transasse de vez em quando, eu estaria satisfeito.

1 comentários - Os medos de Ana

uuuu no puedo ir yo tmbn...q caliente...
van p
MUCHAS GRACIAS POR COMENTAR, ABRAZO