Vou contar a próxima parte da história de como minha mãe se apaixonou pela pica de um cubano. Não demorou muitos dias para minha mãe me confessar que estava começando um relacionamento com Gustavo — filho, nessas últimas semanas surgiu uma atração muito forte entre eu e o Gustavo, e decidimos começar um relacionamento —, sim, claro, como se eu não soubesse quantos centímetros media essa tal "atração", pensava comigo mesmo. — Acho que vai ser difícil pra você se acostumar com a presença do Gustavo em casa, mas aos poucos vocês vão se conhecer e com certeza vão se dar muito bem —, dizia minha mãe sorrindo, olhando pro cubano, enquanto ele só conseguia dar um sorriso debochado que só eu percebia. Não aguentava ver minha mãe, uma mulher bem-sucedida e gostosa, com um vagabundo, só porque ele dava um bom sexo.
Normalmente, eu acordo um pouco mais tarde que eles pra ir pra escola, mas desconfiava que eles transavam no chuveiro toda manhã enquanto eu ainda dormia. Numa terça-feira, por acaso, acordei uma hora antes do normal e, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Vinham do banheiro. Levantei da cama e me aproximei na surdina, abri a porta e vejo minha mãe de costas, empalada na pica do cubano. Ela, entre gemidos, dizia: — Que insaciável você é, meu garanhão, toda manhã mete com força antes de ir trabalhar. Por sua culpa, minha bunda cresceu e ficou mais dura —, — e os peitos também cresceram graças às chupadas que eu te dou e à minha porra milagrosa —, dizia Gustavo enquanto gozava na buceta da minha mãe. Depois da gozada enorme que o Gustavo teve na buceta da minha querida mãe, não me surpreenderia se ela ficasse grávida. Aí se realizaria meu maior medo: ver minha mãe com uma barrigona esperando o filho do Gustavo.
Três semanas depois, minha mãe começa a ter tonturas e vômitos. Fomos ao médico, que confirmou a gravidez: — Parabéns, dona Anna. Você está grávida de gêmeos" — a notícia de que minha mãe não teria um, mas sim gêmeos, me deixou chocado, enquanto ela esboçava um sorriso de felicidade. Os meses passaram e a barriga da minha mãe cresceu de forma descomunal, assim como seu apetite por sexo. No quarto mês, ela parecia ter uma barriga de oito meses. Ela me dizia: "Filho, como você vai ver, estou tendo mudanças de humor por causa da gravidez e agora é quando mais preciso do seu carinho. Quero que você me abrace muitas vezes e acaricie minha barriga. Seus irmãozinhos vão te agradecer." — "Sim, claro", pensava eu, "o que você quer é que eu te esquente pra quando o Gustavo chegar do trabalho meter aquela barra de carne grossa em todos os seus buracos."
No sexto mês de gravidez, a barriga da mamãe atingiu um tamanho incrível. Não dava pra pensar menos do Gustavo: com aquela pica enorme e todos os litros de esperma que depositou no útero da mamãe, ia deixá-la nesse estado mesmo. Uma madrugada, acordei pra ir mijar e ouvi gemidos vindo da cozinha. Espiei e vi a mamãe com a cabeça dentro do forno e o Gustavo penetrando ela da forma mais violenta possível. Esse cara não tinha respeito pela gravidez dela. — Vai, garanhão, me fode, me faz parir agora mesmo! — exclamou minha mãe entre gemidos. — Isso mesmo, putinha, agora mesmo te engravidaria de novo se pudesse. Como você ficou gostosa, essa barrigona me excita demais, e sinto vontade de deixar essas tetas secas — ele dizia enquanto a mamãe tirava o corpo do forno e o Gustavo chupava um dos seios dela. Dava pra ver fios de porra caindo. — Uau, que porra gostosa você produz, puta — dizia o Gustavo enquanto gozava dentro da mamãe. — Com toda a porra que você me dá, você me engravida de novo, pica grossa — dizia a mamãe enquanto chegava ao orgasmo.
Depois da intensa sessão de sexo que tiveram, sentaram-se nus no sofá e começaram a conversar sobre várias coisas. Foi aí que fiquei sabendo da rotina de sexo que levavam. A mamãe e o Gustavo mantinham o número de encontros sexuais diários de acordo com o mês de gravidez. em que a minha mãe tava, agora ela tá com 6 meses de gravidez, isso significa que eles tinham 6 sessões de sexo por dia. Meu Deus, pensei, que tipo de garanhão deve ser o Gustavo pra aguentar 6 sessões de sexo num dia, tudo que ele tinha que fazer pra satisfazer a mamãe, que também comentou que a libido dela aumentava conforme a barriga e os peitos cresciam. No oitavo mês, eu não pensava em outra coisa senão foder com a minha mãe, só de ver aquela barriga imponente com os dois filhotes do Gustavo e aquelas tetonas que produziam leite em excesso já me dava uma ereção do caralho. Lembro que um dia a gente tava andando no shopping e cruza com uma jovem grávida que olha impressionada pra barriga enorme da mamãe e pergunta: — Quantos meses você tem? — Mamãe responde: — Oito meses, e são gêmeos. — Nossa, eu também tô grávida de gêmeos e tô com oito meses e meio, mas minha barriga parece ter metade do tamanho da sua, que marido você deve ter —, enquanto eu fazia um esforço sobre-humano pra não abaixar o zíper da calça e começar a me masturbar com essa conversa. A jovem tinha razão, a barriga da mamãe era tão imponente que todo mundo ficava surpreso ao vê-la, ela teve que comprar roupa nova porque a que tinha não servia mais, já que o tamanho da bunda, da barriga, das pernas e principalmente dos peitos tinha aumentado. — Meu Deus, o sêmen do Gustavo fez a mamãe aumentar as medidas, e eu achava isso impossível meses atrás.
Gustavo e a mamãe já tinham perdido qualquer vergonha no oitavo mês, não tinham medo de fornicar a qualquer hora e em qualquer lugar da casa, e não ligavam se eu ouvia. Uma tarde enquanto eu almoçava, eles começaram a foder na sala, eu fingi que não vi, mas os gemidos enormes da mamãe eram difíceis de ignorar. Espiei a sala e encontrei minha mãe por cima do Gustavo, segurando os peitos e chupando eles enquanto lá embaixo o Gustavo fazia todo o trabalho. Ela me viu e disse: — Filho, Desculpa, mas não consigo aguentar, seus irmãozinhos tão pedindo que o papai me dê amor e não posso negar isso a eles—, enquanto tinha o pau do Gustavo enfiado, ela acariciava a barriga e sorria safadamente. —O Gustavo enfia a cabeça de lado sem parar de meter e diz, —então, rapaz, você tem que aceitar que eu viciei sua mãe no meu pau e de agora em diante vai ser assim, depois que ela der à luz, vou engravidar ela de novo pra viver esses momentos mágicos, e pra você ver que sou um bom padrasto, vou deixar você chupar as tetas dela e provar essa delícia branca que sai— ele falou de forma zombeteira. Fiquei puto, mas depois pensei por um momento enquanto eles continuavam trepando, sem dizer nada me aproximei da mamãe e peguei um dos peitos dela e comecei a chupar com vontade, o leite começou a sair, mamãe gemia com a excitação dupla causada pela metida frenética do Gustavo e a chupada de peito que eu tava dando, tanta era minha avidez que deixei os dois peitos vazios. Aí mamãe disse —filho, você esvaziou meus peitos, mas não se preocupa, daqui a umas horas vou produzir mais—. Satisfeito, deixei eles trepando, fui pra minha cama e bati a melhor punheta da minha vida enquanto imaginava minha mãe sendo comida pelos 25cm do Gustavo.
Dias depois, enquanto mamãe e eu almoçávamos e o Gustavo metia nela, mamãe começou a sentir umas câimbras. —Gustavo, espera, os nenéns tão vindo, tô sentindo umas dores imensas—, ela falava entre gemidos e lágrimas, o Gustavo ignorou e continuou metendo até que a cabecinha de um dos bebês apareceu. Fomos pro hospital e duas horas depois nasceram os filhos da mamãe, pretos que nem o Gustavo, mas com os olhos dela. Ela olhava pra eles e eu pensava, esses moleques daqui a uns anos vão estar engravidando as mães dos outros.
Continua...
Normalmente, eu acordo um pouco mais tarde que eles pra ir pra escola, mas desconfiava que eles transavam no chuveiro toda manhã enquanto eu ainda dormia. Numa terça-feira, por acaso, acordei uma hora antes do normal e, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Vinham do banheiro. Levantei da cama e me aproximei na surdina, abri a porta e vejo minha mãe de costas, empalada na pica do cubano. Ela, entre gemidos, dizia: — Que insaciável você é, meu garanhão, toda manhã mete com força antes de ir trabalhar. Por sua culpa, minha bunda cresceu e ficou mais dura —, — e os peitos também cresceram graças às chupadas que eu te dou e à minha porra milagrosa —, dizia Gustavo enquanto gozava na buceta da minha mãe. Depois da gozada enorme que o Gustavo teve na buceta da minha querida mãe, não me surpreenderia se ela ficasse grávida. Aí se realizaria meu maior medo: ver minha mãe com uma barrigona esperando o filho do Gustavo.
Três semanas depois, minha mãe começa a ter tonturas e vômitos. Fomos ao médico, que confirmou a gravidez: — Parabéns, dona Anna. Você está grávida de gêmeos" — a notícia de que minha mãe não teria um, mas sim gêmeos, me deixou chocado, enquanto ela esboçava um sorriso de felicidade. Os meses passaram e a barriga da minha mãe cresceu de forma descomunal, assim como seu apetite por sexo. No quarto mês, ela parecia ter uma barriga de oito meses. Ela me dizia: "Filho, como você vai ver, estou tendo mudanças de humor por causa da gravidez e agora é quando mais preciso do seu carinho. Quero que você me abrace muitas vezes e acaricie minha barriga. Seus irmãozinhos vão te agradecer." — "Sim, claro", pensava eu, "o que você quer é que eu te esquente pra quando o Gustavo chegar do trabalho meter aquela barra de carne grossa em todos os seus buracos."
No sexto mês de gravidez, a barriga da mamãe atingiu um tamanho incrível. Não dava pra pensar menos do Gustavo: com aquela pica enorme e todos os litros de esperma que depositou no útero da mamãe, ia deixá-la nesse estado mesmo. Uma madrugada, acordei pra ir mijar e ouvi gemidos vindo da cozinha. Espiei e vi a mamãe com a cabeça dentro do forno e o Gustavo penetrando ela da forma mais violenta possível. Esse cara não tinha respeito pela gravidez dela. — Vai, garanhão, me fode, me faz parir agora mesmo! — exclamou minha mãe entre gemidos. — Isso mesmo, putinha, agora mesmo te engravidaria de novo se pudesse. Como você ficou gostosa, essa barrigona me excita demais, e sinto vontade de deixar essas tetas secas — ele dizia enquanto a mamãe tirava o corpo do forno e o Gustavo chupava um dos seios dela. Dava pra ver fios de porra caindo. — Uau, que porra gostosa você produz, puta — dizia o Gustavo enquanto gozava dentro da mamãe. — Com toda a porra que você me dá, você me engravida de novo, pica grossa — dizia a mamãe enquanto chegava ao orgasmo.
Depois da intensa sessão de sexo que tiveram, sentaram-se nus no sofá e começaram a conversar sobre várias coisas. Foi aí que fiquei sabendo da rotina de sexo que levavam. A mamãe e o Gustavo mantinham o número de encontros sexuais diários de acordo com o mês de gravidez. em que a minha mãe tava, agora ela tá com 6 meses de gravidez, isso significa que eles tinham 6 sessões de sexo por dia. Meu Deus, pensei, que tipo de garanhão deve ser o Gustavo pra aguentar 6 sessões de sexo num dia, tudo que ele tinha que fazer pra satisfazer a mamãe, que também comentou que a libido dela aumentava conforme a barriga e os peitos cresciam. No oitavo mês, eu não pensava em outra coisa senão foder com a minha mãe, só de ver aquela barriga imponente com os dois filhotes do Gustavo e aquelas tetonas que produziam leite em excesso já me dava uma ereção do caralho. Lembro que um dia a gente tava andando no shopping e cruza com uma jovem grávida que olha impressionada pra barriga enorme da mamãe e pergunta: — Quantos meses você tem? — Mamãe responde: — Oito meses, e são gêmeos. — Nossa, eu também tô grávida de gêmeos e tô com oito meses e meio, mas minha barriga parece ter metade do tamanho da sua, que marido você deve ter —, enquanto eu fazia um esforço sobre-humano pra não abaixar o zíper da calça e começar a me masturbar com essa conversa. A jovem tinha razão, a barriga da mamãe era tão imponente que todo mundo ficava surpreso ao vê-la, ela teve que comprar roupa nova porque a que tinha não servia mais, já que o tamanho da bunda, da barriga, das pernas e principalmente dos peitos tinha aumentado. — Meu Deus, o sêmen do Gustavo fez a mamãe aumentar as medidas, e eu achava isso impossível meses atrás.
Gustavo e a mamãe já tinham perdido qualquer vergonha no oitavo mês, não tinham medo de fornicar a qualquer hora e em qualquer lugar da casa, e não ligavam se eu ouvia. Uma tarde enquanto eu almoçava, eles começaram a foder na sala, eu fingi que não vi, mas os gemidos enormes da mamãe eram difíceis de ignorar. Espiei a sala e encontrei minha mãe por cima do Gustavo, segurando os peitos e chupando eles enquanto lá embaixo o Gustavo fazia todo o trabalho. Ela me viu e disse: — Filho, Desculpa, mas não consigo aguentar, seus irmãozinhos tão pedindo que o papai me dê amor e não posso negar isso a eles—, enquanto tinha o pau do Gustavo enfiado, ela acariciava a barriga e sorria safadamente. —O Gustavo enfia a cabeça de lado sem parar de meter e diz, —então, rapaz, você tem que aceitar que eu viciei sua mãe no meu pau e de agora em diante vai ser assim, depois que ela der à luz, vou engravidar ela de novo pra viver esses momentos mágicos, e pra você ver que sou um bom padrasto, vou deixar você chupar as tetas dela e provar essa delícia branca que sai— ele falou de forma zombeteira. Fiquei puto, mas depois pensei por um momento enquanto eles continuavam trepando, sem dizer nada me aproximei da mamãe e peguei um dos peitos dela e comecei a chupar com vontade, o leite começou a sair, mamãe gemia com a excitação dupla causada pela metida frenética do Gustavo e a chupada de peito que eu tava dando, tanta era minha avidez que deixei os dois peitos vazios. Aí mamãe disse —filho, você esvaziou meus peitos, mas não se preocupa, daqui a umas horas vou produzir mais—. Satisfeito, deixei eles trepando, fui pra minha cama e bati a melhor punheta da minha vida enquanto imaginava minha mãe sendo comida pelos 25cm do Gustavo.
Dias depois, enquanto mamãe e eu almoçávamos e o Gustavo metia nela, mamãe começou a sentir umas câimbras. —Gustavo, espera, os nenéns tão vindo, tô sentindo umas dores imensas—, ela falava entre gemidos e lágrimas, o Gustavo ignorou e continuou metendo até que a cabecinha de um dos bebês apareceu. Fomos pro hospital e duas horas depois nasceram os filhos da mamãe, pretos que nem o Gustavo, mas com os olhos dela. Ela olhava pra eles e eu pensava, esses moleques daqui a uns anos vão estar engravidando as mães dos outros.
Continua...
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