Minha namorada me fazendo de corno

Já tinha passado um tempo desde aquele primeiro ménage inesperado, mas excitante. Embora minha namorada Rosana tivesse adorado, ela se sentia meio envergonhada, e parecia que não ia rolar de novo. A gente ainda estava de férias, e com aquele calor infernal do verão, ela andava sempre com pouca roupa e bebia bastante, o que a deixava com o fogo no rabo. Qualquer lugar servia pra uma boa chupada de pau ou uma rapidinha.

Era domingo e, reunidos com as primas dela e os namorados, surgiu a ideia de ir a um balneário pra se refrescar. Chegamos lá umas 2 da tarde, abastecidos de muita bebida pra passar o dia. O lugar era cercado pela natureza, com uma correnteza de água que descia do topo de uns morros, formando pequenas cachoeiras e umas piscinas naturais onde a água se acumulava.

Rosana estava usando um biquíni azul minúsculo que destacava aquele rabo bronzeado lindo. Ela adora uns drinks, então preparou um bem forte de vodka e a gente entrou na água. Depois de terminar o primeiro gole, ela já começou a esquentar, esfregando a bunda em mim e passando a mão no meu pau debaixo d'água. Ficamos nessa por um bom tempo até sair pra ela e as primas pegarem um sol. Aliás, as primas eram um tesão, dava pra ver que malhavam na academia. Ver aquelas três mulheres deitadas no sol com aquelas bundas de dar água na boca era de deixar qualquer um de pau duro.

Não demorou pra chegar um cara, uns 30 anos, bem gato, que se apresentou como Raúl, dizendo que era o responsável pelas cabanas pra quem quisesse passar a noite. Raúl era super simpático e gente boa, o que fez Rosana cravar nele um olhar cheio de safadeza. Eu sempre fantasiei em ver Rosana dando pra outro, mas ela sempre recusava quando eu sugeria, dizendo que só topava ficar com outro sozinha, sem eu estar presente. Mas, como eu mesmo falei sobre o ménage, até que aconteceu. Sempre tive a expectativa de que podia rolar dela levar uma boa foda. Vendo que o Raúl tava confessando animadamente com todo mundo, mas especialmente com a Rosana, perguntei se eu podia ir dar uma olhada nas cabanas sozinho e que ele ficasse com a Rosana, já que as primas e os namorados delas tinham voltado pra água. Ele disse que ficava com maior prazer, mas com a promessa de que a gente reservasse uma das cabanas. Falei que tudo dependia da Rosana, se ela queria ficar pra passar a noite ali. Ele disse que quando eu voltasse, a Rosana já ia estar convencida por ele. Me deu as instruções de como ir ver as cabanas. A Rosana e o Raúl ficaram conversando, e vi que ela ofereceu o drink dela pra ele, que aceitou.

Cheguei onde estavam as cabanas, que tinham um quarto completamente fechado, praticamente sem janelas, mas por dentro parecia um motel, porque tinha espelhos, um sofá perto da cama e uma lareira. Já imaginava a puta foda que ia dar na Rosana, e tava quase certo de que ela ia gostar da ideia de ficarmos, ainda mais com o tanto que já devia estar bebada. Voltando pra me encontrar com eles, parei a uma certa distância quando percebi que a Rosana e o Raúl estavam dentro da água, um bem perto do outro, passando o drink um pro outro direto, e perto deles as primas e os namorados se pegando gostoso. Toda essa cena fez meu pau ficar duro que nem um mastro. Depois de ficar um tempão olhando eles de longe, me juntei a eles e perguntei pro Raúl se ele tinha convencido a Rosana a ficar. Ele respondeu que tinha um argumento muito bom: que vinha uma tempestade e o mais seguro era passar a noite ali, já que uma parte da estrada era de terra e ficava difícil quando chovia. Eu falei que tinha gostado muito da cabana, então reservamos uma pra nós, eu e a Rosana, e outra pras primas delas. As horas foram passando e a tempestade começou a chegar, escurecendo tudo de repente. A Rosana e o Raúl, que já tinham bebido pra caralho... Bastante não paravam de se olhar, eu fazia de conta que não percebia e só de pensar que o Raúl queria foder ela, já me deixava super excitado. Decidimos sair da água e o Raúl foi até a recepção pegar as chaves das nossas cabanas. Daí a pouco ele voltou e nos mostrou quais eram as nossas — não era a mesma que eu tinha visto, mas também era bem bonita. O Raúl se desculpou, dizendo que precisava atender outros hóspedes, mas que voltava logo. De brincadeira, perguntei se ele podia trazer mais vodka pra Rosana e os drinks dela. Ele sorriu e respondeu: "Pra ela, o que ela quiser."

Rosana estava tão tesuda que, quando entrou no banho, me chamou pra junto dela e começou a chupar minha pica como nunca. Brincava com a cabecinha e engolia ela toda. Eu, que também tava bem excitado, fazia um esforço pra não encher a boca dela de porra. Aproveitando que ela tava bebona e cheia de tesão, perguntei se ela não queria ter a pica do Raúl na boca. E a putinha respondeu: "A pica do Raúl eu quero na buceta." Quase gozei na hora, mas alguém bateu na porta e tive que ir abrir com a pica dura, deixando a porta do banheiro semiaberta.

Era o Raúl, que tinha voltado com a garrafa de vodka. Convidei ele pra entrar e vi que, ao perceber que a Rosana tava tomando banho com a porta semiaberta, ele olhou fixamente pro espelho, onde o corpo nu dela se refletia. Ele disse que ia deixar a garrafa e que também ia tomar um banho pra voltar depois. A Rosana se vestiu bem provocante, toda de branco, com uma saia bem curtinha que mal cobria a calcinha fio dental. O Raúl voltou pra gente e, quase na hora, desabou uma chuva torrencial — a tempestade que ele tinha anunciado. Como já tava anoitecendo, perguntei se no complexo tinha algum lugar pra comer. Ele explicou que sim, mas que com o mau tempo, talvez os cozinheiros do restaurante não conseguissem chegar pra preparar o jantar. Foi a desculpa perfeita pra dizer que tava morrendo de fome e que... Se não tinha outro jeito, ter que ir buscar alguma coisa perto da estrada principal, mas eu ia sozinho pra Rosana não se molhar. Pedi pro Raúl se ele podia fazer companhia pra ela enquanto eu voltava. O Raúl se surpreendeu, mas aceitou satisfeito, e notei que a Rosana gostou tanto da ideia que se ofereceu pra preparar uns drinques pra eles dividirem enquanto isso. O Raúl falou pra eu passar no escritório dele, que ficava uns 300 metros dali, pra ver se eu achava umas promoções dos lugares que eram perto. Saí no meio da chuva pro escritório e depois pensava em ir pegar o carro. Fiquei me remoendo, pensando no que eles poderiam fazer quando ficassem sozinhos, o Raúl e a Rosana.

Quando cheguei no escritório, procurando uns folhetos, percebi que tinha um monitor com imagens das cabanas. Achei que fosse coisa de segurança, mas fiquei bem surpreso ao ver que algumas mostravam o interior dos quartos, e num deles estavam o Raúl e a Rosana. A primeira coisa que pensei foi que o Raúl gostava de espiar, mas, parado na frente do monitor, fiquei olhando o que eles estavam fazendo. No começo, dava pra ver eles sentados no chão, no tapete, passando o copo de drinque um pro outro e conversando. Dava pra distinguir perfeitamente a tanga branca da Rosana — se eu tava vendo, com certeza o Raúl também tava.

Sem sair dali, liguei pra Rosana pra dizer que tinha achado um folheto e que ia sair pra buscar algo pra jantar. Ela respondeu que tava de boa e que eu não demorasse. Minha intenção era ver o que eles faziam achando que eu tinha ido embora. Só passou um instante depois de eu desligar, quando vejo pela câmera o Raúl sussurrar alguma coisa no ouvido da Rosana, e ela se deita no chão. Nessa posição, o Raúl se aproxima e começa a beijar ela enquanto tira a camisa que tava vestindo. Hipnotizado na frente do monitor, vejo o Raúl afastar as pernas dela e acariciar a buceta da Rosana.Minha namorada me fazendo de cornoFicam um tempinho assim até que ela sobe em cima dele e ele começa a acariciar a bunda dela e passar o dedo no cuzinho, enquanto ela acaricia suavemente a pica dele.Minha namorada me fazendo de cornoRaul, completamente nu, se ajoelha na frente da Rosana e ela enfoca a rola inteira na boca.Minha namorada me fazendo de cornoLentamente, o Raúl vai se deitando e a Rosana continua chupando ele, louca de tesão ao sentir os carinhos dele e os dedos que ele enfia na buceta dela, que, conhecendo ela, devia estar super molhada.Minha namorada me fazendo de cornoEu tava com um tesão tão grande pelo que tava vendo que era capaz de bater uma punheta no escritório do Raul, ainda mais quando vejo que eles se posicionam pra fazer um 69 de cinema.Minha namorada me fazendo de corno



Minha namorada me fazendo de cornoDava pra ver que estavam gozando pra caralho pelo jeito que se mexiam e arqueavam os corpos, pensei que iam gozar os dois naquela posição pelo tempão que ficaram assim, mas depois vi como Rosana se ajeitou de novo abrindo as pernas e Raul se acomodou pra meter o pau naquela buceta deliciosa que tava me botando chifre.Minha namorada me fazendo de cornoRaul não parava de meter até o fundo, nessa altura eu achava que a Rosana já ia gozar, mas não foi assim. Eles trocaram de posição e dessa vez ele ficou deitado no chão e ela se ajeitou pra montar nele. Ela é foda montando numa rola, ainda mais quando tá super tarada como devia estar.Minha namorada me fazendo de cornoDe novo, no lugar e momento menos esperado, outra fantasia minha tava se realizando, e a putinha da Rosana, que sempre me fez acreditar que não ia ter coragem, não só teve coragem como se sentiu mais vadia do que nunca. Tão puta ela deve ter se sentido que vi o Raúl cochichar algo no ouvido dela, e ela virou de bruços enquanto ele massageava o corpo todo dela, dando atenção especial pra bunda dela.Minha namorada me fazendo de cornoPensei alto aqui: não acredito que esse filho da puta do Raúl consiga fazer a Rosana dar a buceta pra ele tão fácil assim, sendo que pra mim era um parto convencer ela. Mas aquela raba é uma delícia, então valia a pena insistir pra ela me dar. A verdade é que pelas imagens que a câmera mostrava, nunca vou saber por onde ele tava metendo quando subiu nela com ela de bruços.Minha namorada me fazendo de cornoFinalmente, depois de muito transar no chão, eles subiram na cama. Raúl se deitou primeiro de barriga pra cima e Rosana montou em cima dele com a pussy bem aberta e com toda a pica do Raúl dentro, se mexia pra todo lado, totalmente extasiada, com as mãos dela e ela mesma se acariciando a pussy.Minha namorada me fazendo de cornoEssa posição com certeza foi o clímax pra nós dois, porque depois de um tempão gozando juntos e com a buceta da Rosana cheia da porra do Raúl, ficamos exaustos, um do lado do outro, em cima da cama. Daí a pouco recebo uma ligação da Rosana perguntando por que eu tava demorando tanto, e respondi que por causa da chuva não tinha achado nada aberto e já tava voltando. Isso deu tempo pra eles se vestirem e arrumarem um pouco o quarto. Quando cheguei perto deles, depois de ter visto como eles transavam, só comentei como a tempestade tava feia e que sorte a Rosana não ter ficado sozinha. Eles disseram que tavam preocupados comigo e que quase nem tinham bebido o drinque que tinham. Raúl levantou e se desculpou por não ficar mais, mas disse que precisava ir ver as câmeras de segurança, caso algo nas instalações. Agradecemos a Rosana pelo favor de ficar com ela e pela atenção dela. Assim que Raúl foi embora, falei pra Rosana que, se ela tava tão preocupada assim, me desse uma boa chupada de pau e engolisse toda minha porra, que com isso já tava de bom tamanho, porque eu tava cansado pra foder. Parece que ter me traído deixou ela muito tesuda e até meio culpada, porque me deu uma chupada de pau incrível que sugou até a última gota de porra. A chuva continuava caindo e nós dois caímos no sono profundo...

7 comentários - Minha namorada me fazendo de corno

con tu ayuda ella puede hacer que deje de ser una fantasía.
No viene para cordoba Argentina ,muero pir tenerla una horita me sobra