Duas irmãs mexicanas fazem eu viajar pra foder elas
Valeu a todos os amigos leitores que acompanham meus contos, recebi de boa todas as mensagens de vocês e respondi uma por uma suas dúvidas e recados. Gente como vocês me faz continuar escrevendo, ainda mais quando são mulheres de qualquer lugar, que me incentivam e animam cada vez mais a sentar e contar minhas experiências reais. Esse espaço me permitiu conhecer mulheres muito interessantes em todos os sentidos, como essas duas que são as protagonistas dessa história.
Faz dois meses e meio que recebi a mensagem de uma mina de 29 anos de Guadalajara / México, onde ela me dizia:
Espero que você seja real e exista, li com atenção todas as suas histórias e elas me deixaram com muito tesão, especialmente aquela da mulher que você comeu no cu, porque sou viciada em sexo anal e morro de vontade de provar um macho como você. Se você realmente existir, por favor, responda essa mensagem. Adoraria um dia ser sua e aproveitar um macho como você.
Esperando sua chamada.
Ely
Bom, li como mais um entre tantos e me preparei pra responder do jeito que sempre faço quando tenho tempo, já que muitas mulheres me escrevem, especialmente do México. Tenho amigas de Purépero, Guadalajara, Tamaulipas, do DF e Monterrey. Elas já me contataram há um tempo e a gente mantém uma comunicação regular, sempre me mostrando a vontade de me provar sexualmente porque ficam excitadas.
Elas se masturbam lendo meus contos, me ensinaram muita coisa sobre o país delas e, com a conversa, já consegui me adaptar à linguagem urbana delas, assim como elas conheceram muito do meu país, Equador, e da minha gíria ou malandragem, já que sou muito nacionalista. Também percebi que a internet no México tem uma penetração muito boa e agressiva no mercado em diferentes classes sociais, o que não acontece nos outros países da América Latina. E descobri, sem medo de errar, que as mulheres de Guadalajara e Monterrey são as mais gostosas desse país lindo, sem desmerecer o resto das cidades, mas elas são de outra raça. Uma vez, pude aproveitar uma delas porque veio a Quito a trabalho e passou 10 dias aqui, já que trabalhava numa empresa de exploração de petróleo, e a gente se divertiu pra caralho durante todo esse tempo, mas isso é outra história.
Respondi pra Ely do jeito mais simpático e com um toque de malícia, e adicionei ela nos meus contatos do MSN. Em pouquíssimo tempo, recebi a resposta dela toda animada, e a gente também conseguiu se encontrar no chat e se falar ao vivo, porque ela, assim como eu, fica ligada na internet quase o tempo todo. Desde o começo, ela me pareceu muito gostosa e safada, como dizem no México, tinha um jeito especial e uma doçura natural, dava pra ver que era uma menina mimada. A gente foi se conhecendo aos poucos, enquanto batia papo, cada um curtindo uma conversa gostosa e divertida, cheia de flertes e elogios de ambos os lados.
No essencial, ela me contou que era uma mulher muito carente de um bom sexo, que era muito tarada, que era casada e que eu não me preocupasse com isso, que ela tinha permissão pra conhecer homens, que isso não era um impedimento pra nada, já que tinha uma espécie de acordo com o marido pra que a Ely pudesse se divertir com outros homens que ela escolhesse.
Com o marido dela, Pancho, eles tinham chegado nesse acordo, já que se amam muito e curtem pra caralho o casamento, mas na parte sexual o marido tem um problema fisiológico — e eu acho que é mais psicológico —, pois sofre de ejaculação precoce e disfunção erétil, e ela não se sente satisfeita com as relações sexuais deles. Isso já era um trato antes mesmo de casar, ainda quando eram namorados, e eles lidavam muito bem com isso, inclusive eu notei. Antes de tudo, quero expressar meu maior sentimento de respeito, amizade e consideração pelo Pancho, pela mente aberta dele, por como ele ama a esposa e permite, graças ao amor infinito que sente por ela, que ela se sinta bem e satisfeita — ele permite isso.
Ely me contou que ama muito o marido dela, que não tinham filhos e que eram um casal jovem que curte muito a vida e que em algumas ocasiões conseguiram arrumar um terceiro pra satisfazer ela, mas diferente dos meus amigos das outras histórias, ela me disse que o marido não gostava de participar, só deixava ela sozinha com o cara que conseguiam. Ela me contou que numa viagem pra Europa conseguiram, não sei em que país, pegar num bar um negão bem dotado e que ela levou ele pra cama na mesma noite, que pegou ele no próprio bar do hotel e que o marido deixou ela subir com ele pro quarto e pediu outro quarto pra não atrapalhar.
Outra vez que ela me contou que conseguiu aproveitar outro homem sexualmente não teve um final feliz, porque o cara era da mesma cidade de Ely e Pancho. Depois de comer ela algumas vezes, o sujeito, se aproveitando da situação — já que Pancho e Ely têm uma condição financeira muito boa, pois ele é empresário e toca uma empresa enorme que, por razões óbvias, não vou revelar qual é —, ficou de olho grande e tentou chantageá-los, pedindo uma grana bem alta em troca de não divulgar que o marido não conseguia manter o pau duro e precisava deixar outros satisfazerem a mulher dele. Isso pra mim foi uma sacanagem do cara. A parte boa é que, graças aos contatos do Pancho — que é muito bem relacionado na cidade e até nacionalmente —, antes que o merda abrisse o bico, ele mesmo foi parar na cadeia, onde está até hoje.
Depois de ter passado por esse gosto ruim na boca e com toda razão, o Pancho tinha dito pra Ely que fosse mais seletiva nas escolhas dela pra não ter contratempos no futuro que pudessem afetar o relacionamento e a boa reputação deles. Por isso, ela no começo sempre foi muito desconfiada, o que ele entendia perfeitamente.
Não tinha fotos, nem números de telefone nas nossas conversas, ela trabalha na empresa do marido e sempre nos nossos momentos livres e nos que não eram, a gente passava o tempo se conhecendo pelo MSN. Aos poucos, ela foi me conhecendo e, de forma natural, a confiança certa foi se criando, quase sem a gente perceber.
Chegou o dia da troca de fotos e, pra ser sincero, não esperava que a Ely fosse tão gostosa. Eu sabia que as mulheres de Guadalajara eram bonitas, mas ela já passou do ponto, que jeito de ser linda. A Ely é uma mulher de pele clara, cabelo preto e comprido, com um par de peitos perfeitos, um corpo curvilíneo em forma de violão que convida à putaria. A carinha dela é de menina boazinha, bem definida, com uns olhões grandes, típico das mexicanas dessa mistura de astecas com extraterrestres HAHAHAHAHA.
Ela tem uma grande semelhança com a Gloria Trevi no rosto, mas no corpo é mais gostosa e cheinha, as pernas dela são deliciosas e os lábios são grossos, carnudos e grandes. Ela dá um sorrisão pra quase tudo e tem o jeito de uma menina mimada pelos pais e pelo marido. Os dentes dela são como artilharia bem formada, muito alinhados e brancos, tem o sorriso perfeito que deviam contratar ela pra fazer comercial de televisão da Colgate. É muito mimada, mas numa palavra: muito gostosa.
Com a confiança que a gente foi ganhando, nossas conversas ficavam cada vez mais picantes e cheias de putaria. Sem dúvida, ela era uma mulher que tava morrendo de vontade de um sexo bom. Infelizmente, ela me contava que à noite não fazia nada por dias e que, por ser muito safada, precisava de atenção. Já tava de saco cheio de consolos e vibradores, embora ela tenha confessado que o Pancho é um puta expert neles, mas que precisava de carne e osso, que precisava de um macho, e que esse macho queria que fosse eu.
Por alguns dias, a gente trocou fotos bem pesadas de ambos os lados, e ela chegou a me mandar uns vídeos de quando o marido não tava em casa — já que ele, por ser um empresário de alto escalão, tinha que viajar muito pelo interior do país, aumentando ainda mais a agonia dela de tesão por uma pica de verdade.
Chegamos a ter umas sessões de cyber sexo muito boas e inesquecíveis, onde os dois ficavam satisfeitos. De tanta tesão e vontade que sentia, em duas ocasiões ela teve que enfiar os tubos da embalagem dos charutos que o Pancho fuma pra acalmar a loucura de mulher tarada, primeiro na buceta e depois no cu. Cada vez mais alucinada e desejosa por mim, ela me fez saber que eu era o escolhido, o candidato perfeito, porque tinha conhecido minha nobreza, minha cavalheirismo, minha discrição e respeito por um relacionamento de casal. Dizia que eu era o "macho" dela pelas coisas que eu fazia e dizia no MSN. Como era de tão longe, eu nunca poderia machucá-la. Aos poucos, em quase um mês, viramos viciados e dependentes um do outro. Ely tinha a mistura perfeita pra me deixar louco por uma mulher naquele nível. Nas fotos com e sem roupa que eu tinha enviado pra ela, assim como umas em ação, ela tinha gostado muito. Nós consumimos todas as fotos e vídeos, trocando-os a ponto de ter uma coleção enorme guardada numa pasta dos envios dela no meu PC.
Ela me contou que já tinha falado de mim pro Pancho e que ele tinha aceitado, contanto que eu fosse bem respeitosa com as regras que eles tinham. E ela disse que eu era uma gostosa pra caralho e que queria ficar comigo de qualquer jeito, e que pra isso a gente já tinha que trabalhar pra tornar nosso encontro realidade.
Cada vez mais unidos, loucos pra ficar juntos e com muito tesão, passamos os dias planejando como realizar nossos maiores desejos. Quando, sem pensar, ela me contou que tem uma irmã mais nova chamada Mony, de 25 anos, com quem se dá super bem. Ela confessou que tinha contado pra irmã sobre nossos planos de nos encontrar e transar. Me disse que Mony é sua confidente e sabe de tudo, tudo mesmo. Inclusive, revelou que Ely e Mony costumavam dividir a cama com outros homens antes de Ely se casar, e que desde então ficaram com gosto por isso e não conseguiram mais parar.
A primeira vez tinha acontecido uns anos atrás, quando o pai delas contratou uma serenata de mariachis na casa pra animar a festa com as músicas deles. Durante a festa inteira, elas ficaram se pegando com os namorados, mãozinha vai, mãozinha vem, mas nada de sexo ou penetração. Quando a festa tava quase acabando e os namorados e a maioria dos convidados já tinham ido embora, deixando as duas irmãs com um tesão do século, o pai delas pediu pra tocarem as últimas músicas. No meio do grupo de mariachis, tinha um cara muito gostoso que era o vocalista, e ele cantava as músicas dedicando pras duas mulheres lindas da casa. Durante as canções, Ely e o mariachi trocaram olhares cúmplices, e num intervalo, sem ninguém perceber, ela levou ele pro quarto dela. Como já tava morrendo de vontade de dar, pediu pra ele possuir ela ali mesmo. Mas Mony percebeu tudo, seguiu os dois até o quarto da Ely e se juntou ao festival. No fim, o vocalista comeu as duas juntas naquela noite. Isso aconteceu outras vezes com outros caras e namorados que elas compartilhavam como boas irmãzinhas. Ela me fez saber que também compartilham o Pancho, e que como ele é um mestre com os consolos, faz as duas gozarem gostoso juntas. E que ele penetra sim, mesmo que só um pouquinho, uns minutos antes de gozar, porque fica muito excitado e não aguenta nada. Elas se divertem gostoso entre os três. Ela chegou a me propor que queria que, quando eu fosse pro México, eu comesse as duas juntas. Disse que essa era a fantasia mais desejada dela, que a Mony adoraria chupar minha pica e guiar ela pro cu da Ely pra eu foder ela, que era exatamente o que ela queria fazer. Ela deixou claro que entre elas não tem lesbianismo, e que adorariam me curtir entre as duas. Me passou o e-mail da Mony e mandou eu adicionar ela nos meus contatos e escrever pra ela, que ela já sabia de mim. E foi o que fiz, na hora.
Com a Mony, a gente se conheceu do mesmo jeito, mas foi bem mais rápido porque ela já era de confiança da irmã dela, a Ely, e eu já tava "selecionado". Além disso, ela já sabia tudo sobre mim e até tinha visto minhas fotos. No Chat, a gente se apegou pra caralho, e de repente ela me mandou as fotos dela. Que mulher divina, a Mony, nada parecida com a irmã. As duas são lindas, mas não têm nada em comum. Ela tem uma aparência mais europeia, parece que veio da Suíça ou de algum país eslavo. É loira, de olhos claros, muito alta, muito branca, com um rosto lindo e bem definido, nariz empinado e perfeito. É uma gostosa de dar água na boca, e arretada igual a irmã, só que mais louca e direta. Ela não tem a doçura da Ely, é mais na lata pra falar as coisas. A Ely é adorável, e a Mony é divina. Essas duas mulheres me fizeram perder a cabeça em pouco tempo, fiquei doido por elas e com vontade de possuir as duas. De vez em quando, a gente se encontrava os três no MSN e fazia cyber sexo entre elas duas e eu.
Cada vez mais excitados e loucos pra ficar juntos, eu ficava revendo os vídeos que a Ely mandava e as fotos das duas sempre que dava, mesmo quando elas não estavam por perto. Aí a Ely me mandou uma coleção de vídeos em CD direto pro meu escritório, num envio por uma transportadora internacional.
A carinha dela, o corpaço, o jeito dela ser tão meiga e doce com certeza me apaixonaram e me cativaram, por outro lado a irmã dela, a Mony, me deixava com o maior tesão com o que ela me falava, que queria enfiar meu pau na irmã dela quando eu estivesse aí.
Combinamos que elas viriam ou eu iria, mas, de quebra, pra fazer uma importação uns equipamentos de VO IP, consegui na empresa tirar a viagem pro México. Elas não sabiam até uns dias antes, quando já tava tudo certo com visto e passagens. Mandei um e-mail com cópia pra elas, mas não respondiam até que chegou essa mensagem:
Oi, gostoso, não lembra que eu falei que a gente ia viajar de férias juntos?
A semana? E a Mony convenceu o Pancho e foi com a gente, chegamos no
Sexta-feira de madrugada, mas não tinha me conectado. Senti muito a sua falta, espero que
poder conversar com você logo, sinto falta das nossas conversas, dos seus e-mails, de tudo em você
Se cuida, papai, e te espero no horário marcado no aeroporto de Guadalajara, que emoção você vir, finalmente vou poder te ter, te mando uma fotinha, se cuida na viagem, meu bem.
papi.................. a qualidade é uma bosta porque é de celular, mas acho
que é gostosa.
Ely
Para essa altura eu já tinha escrito um e-mail pro marido dela, o Pancho, e ele, sendo bem direto, me mandou a seguinte resposta:
E aí, amigo? Sim, falaram muito de você pra mim, Elizabeth e Mônica. Espero que não ache muito direto, mas segurança em primeiro lugar. Pra mim, o que importa é a segurança e o bem-estar da minha esposa e da cunhada.
Depois da minha segurança e da nossa integridade, a saúde delas, depois a discrição e por último a satisfação delas.
Como você já deve ter ouvido falar, sabe do problema que eu tenho e é por isso que a gente tá fazendo isso, mas:
1.- Não quero confusão.
2.- Seriedade
3.- Assim que eu perceber que suas patas tão fedendo, se prepara pras consequências.
Me desculpa se sou muito bruto no meu jeito de falar, mas é assim que sou, leva como um conselho, aviso ou do jeito que quiser. Beleza?
Me prova que você é de confiança, não tô te emprestando uma ferramenta, você tá levando o amor da minha vida e o meu segundo amor. Espero saber de você logo e espero saber o que você acha, até mais.
Pancho
Essa foi minha resposta:
Salve afável Pancho, valeu pelo teu tempo e por responder... Fico feliz que os dois amores da tua vida tenham falado muito de mim pra você. Claro que você me pareceu direto, mas acho bom que seja assim e que cuide das suas meninas, concordo totalmente que você faça isso. Também não me pareceu grotesco nem ameaçador, só cuidadoso e responsável com o que é teu. Por isso te parabenizo, porque no teu lugar eu faria o mesmo.
Além disso, já me contaram que em algum momento vocês tiveram uma experiência ruim com alguém que sacaneou vocês... deixa eu te dizer, da forma mais direta possível, que não tô aqui pra machucar ninguém, não quero atentar contra a segurança e a integridade de vocês três nem de ninguém. Sou uma pessoa que ama a tranquilidade, sou pacífico, não curto problema nenhum e tenho como lema não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem comigo... Sou muito respeitoso com as relações de casal e tenho caráter demais pra me envolver em baixarias desse tipo.
Quero que você tenha a total certeza de que não vai ser enganado, chantageado, difamado nem nada do tipo, não seria coisa de homem fazer isso, porque trairia a confiança que você depositou em mim, além de ser uma baixaria e ingratidão, já que você tá me fazendo um favor ao me aceitar como amante oficial da sua esposa e cunhada.
Não se preocupa com a saúde delas, porque te garanto que sou um cara saudável em todos os sentidos, e isso dá pra comprovar com exame de sangue.
Pelo bem-estar e pela satisfação total delas, também não precisa se preocupar, porque eu serei o responsável por cuidar delas, garantir que estejam bem em todos os sentidos e que, como fêmeas sedentas de um bom prazer sexual, fiquem totalmente satisfeitas, já que tenho minhas habilidades e capacidades necessárias para deixá-las derretidas de prazer — e não estou falando do tamanho da minha pica.
Te convido a que a gente seja bons amigos, já que você me dar o aval pra namorar com elas pra mim é um gesto muito nobre da sua parte e por isso meu maior respeito por você como pessoa. A gente é da mesma época e tenho certeza que podemos fortalecer uma amizade firme, levando em conta que nos une o gosto por duas mulheres lindas e excepcionais que a gente quer agradar e fazer felizes.
Sou sério, sincero, simples, homem de palavra, discreto — até porque não conheço teu país nem tua cidade pra ter com quem "fofocar" que tô satisfazendo tua esposa. Gosto das coisas claras e, desde já, acho que tão claras dos dois lados. Não pretendo fazer nada contra vocês, por isso teus avisos ou ameaças (oportunas) escorregam em mim, porque quem não deve, não teme. Sempre vou poder te olhar nos olhos de frente, com sinceridade, e te dar um abraço fraterno de amigo.
Com a história de que meus pés fedem kkkkkkkkkk essa frase me fez rir pra caralho, não sei se é um ditado aí querendo dizer que eu tenho um rabo de punheta e depois me queimo, como quem diz que depois descobrem minhas coisas escondidas, ou se você tá falando literalmente por causa de um problema fisiológico de acúmulo de bactérias e fungos entre os dedos dos pés. Se for a primeira opção, já expliquei até cansar que não escondo nada, e se for a segunda, nem quando uso bota texana meus pés fedem, sempre deixo eles tomarem sereno com talco de noite Kkkkkkkkkkkk mentira, vou tomar banho, desinfetado e perfumado pra em nenhum dos dois casos ter que lidar com as consequências.
Pra sua tranquilidade, que é a minha e a de todo mundo, fica claro que sou um cara de confiança, que curte viver a vida intensamente sem machucar ninguém. Pra sobreviver financeiramente, trampo e ganho meu dinheiro na boa. Tenho valores e princípios éticos que aprendi desde moleque em casa: lealdade, nobreza (não de berço) e sinceridade. Se quiser me ter como amigo, te convido a me descobrir.
Ely me fascina como mulher, ela é adorável, te parabenizo pelo bom gosto, Mony eu gosto muito, da sua esposa eu falo minha gostosa e da sua cunhada minha potranca.
Gostaria que você deixasse eles me passarem os números de celular ou fixo pra gente poder bater um papo por telefone, também tô esperando o seu, parceiro.
Aguardando sua grata resposta, fico de você da forma mais respeitosa.
Tato
Depois de ter esclarecido tudo de frente com o marido dela, o Pancho, e com tudo resolvido, ele me dando a autorização e a permissão necessária pra ser o macho oficial da esposa dele e da cunhada, comecei minha viagem pro México, já com os documentos em ordem e também os contatos pras devidas negociações das importações da empresa.
Fiquei um dia na Cidade do México, mas como já imaginava, as mulheres de lá não têm nada a ver com as de Guadalajara e Monterrey. Nada fora do comum, ou pelo menos não apareceram. Em que parte daquela cidade imensa elas estariam escondidas? Não deixei ver uma única gostosa.
No aeroporto de Guadalajara, na hora combinada, a Ely já estava me esperando. Quando saí, vocês não têm ideia da emoção imensa que senti de finalmente poder vê-la. Agora perto, a poucos metros, ela estava radiante com aquele sorriso de lua cheia, os dentes bem formados e brilhantes, e as duas covinhas tão doces, sexys e sensuais.
Cheguei perto e demos um abraço de quebrar costelas, finalmente podia sentir ela, o hálito dela, o cheiro, o aroma, a pele macia roçando na minha no nosso cumprimento carinhoso e fraterno. Tinham passado tantas horas de puta papo e puta sexo e finalmente a gente podia se ter. Ela vestia uma gabardina três quartos marrom e umas botas de salto agulha e bico fino de metal que faziam ela parecer ainda mais gostosa e alta.
Depois de nos devorarmos de beijos, que por sinal nenhum foi na boca — foram abraços e beijos nas bochechas e no rosto, e às vezes bem perto do canto dos lábios, pra manter as aparências caso alguém conhecido dela ou o marido pudessem nos ver e não levantar suspeitas de infidelidade —, a gente conseguiu, fazendo das tripas coração, segurar aquela vontade imensa. Mas quando chegamos no carro com os vidros fumê, não aguentamos mais tanta compostura e nos atiramos um no outro pra nos beijar com uma paixão louca, misturando nossas línguas numa orgia de prazer. A língua dela, vibrante, finalmente brincava com a minha, e eu sentia o gosto da saliva dela, que era um néctar de flores frescas.
Ao nos abraçarmos e ficarmos dentro do carro, com os movimentos bruscos, a roupa dela desmontou um pouco e, obviamente, a minha também. Quando tentamos dar um jeito na situação, depois de termos extravasado momentaneamente nossos desejos sentimentais e carnais, percebi que ela não estava usando nada por baixo da gabardina. Ao ver que eu fiz cara de incrédulo, ela, para confirmar, desabotoou e abriu o cinto, deixando eu ver seu corpo lindo e suculento. Fiquei uns segundos pasmo vendo o corpo do desejo que me fez viajar tantos quilômetros. Deslizei como um lince por cima dos peitos dela e comecei a lamber como tinha sonhado nas minhas melhores punhetas em homenagem a ela, vendo os vídeos e as fotos que ela me mandava por e-mail. Não podia acreditar que aquele corpo agora estava perto de mim e à minha inteira disposição. Que gostoso ouvir agora o sotaque mexicano dela, me fascinava escutar a voz e o sotaque dela, parecia que eu estava comendo uma atriz de novela mexicana, porque ela tem um sotaque muito lindo ao falar.
Depois de ficarmos mais excitados, resolvemos ir pra um lugar mais confortável e menos público. Ela pediu pra eu dirigir e disse que ia me guiar pelo caminho que a gente tinha que seguir. Enquanto passávamos pelas ruas em direção a uma cabana que eles têm, bem privada e discreta nos arredores da cidade, dava pra notar a diferença de raça — ou, pra não me chamarem de racista, porque não sou —, a diferença na aparência das mulheres de Guadalajara. Eu tava dirigindo por uma via rápida no meio de uma floresta, numa estrada com pouco tráfego, e ela ia acariciando meu peito e meus mamilos por baixo da minha camisa, passava a mão nas minhas bolas por cima da calça e dizia que finalmente me tinha e que ia me provar o mais rápido possível, porque tava ansiosa por esse momento.
Depois eu descobri que o lugar onde ficava a cabana ou casa de campo era no meio da floresta La Primavera. Ela já tinha feito os caseiros da propriedade sumirem e tirarem férias naqueles dias pra gente ficar de boa, sem preocupação com nada. Chegamos na cabana linda, toda mobiliada e com luxos extravagantes, mesmo não sendo a casa onde ela morava, mas sim um lugar de descanso. Ela me disse que às vezes era usada pras putarias que a irmã dela, Mônica, armava de vez em quando.
Entramos em casa cheios de tesão, sem nem ter largado minhas malas. No primeiro sofá que vi, joguei ela lá e montei em cima. Tava possuído por uma loucura erótica, essa mulher que tantas paixões tinha despertado em mim finalmente tava na minha mão, eu ia possuir ela em poucos minutos e meu coração excitado não parava de bombear rápido meu sangue misturado com pura luxúria que invadia meu corpo inteiro, era um vulcão de tesão prestes a explodir. Essa mulher de verdade, essa puta gostosa que tava doida por um sexo forte e do bom, tava me despindo como se fosse mágica, e minha atitude era de um apóstolo da sacanagem, completamente surdo pra qualquer lamento de carne. Só pensava em, de uma vez por todas, possuir ela.
Quando cheguei na minha cueca, Ely pôde ver o estado da minha ereção, minha vara de carne parecia de aço e berrava pra sair da prisão, queria ser livre e ser aproveitada por aquela mulher com letra maiúscula que qualquer homem não tem esse luxo e eu fui o sortudo de poder saboreá-la. Sabia que tinha que aproveitar os 6 dias que ia ficar ali pra não ter o remorso de não ter comido ela como a natureza animal manda.
Ela se jogou pra chupar minha pica com desespero e violência, a respiração dela alta e ofegante, cheia de gemidos e suspiros, mostrava o quanto ela tava com tesão. O sofá era bem confortável, largo e macio, de couro cor tabaco, igual ao casaco dela, mas mais claro. Ela brincava com minhas bolas e com a ponta da minha pica, fazendo sair uns jorros cristalinos de pré-gozo, que ela esticava num fio até onde dava, misturando minha hombridade com a saliva dela.
Fazendo um 69, me dediquei a chupar a buceta dela, que tava quente igual um forno e jorrava fontes de líquidos com um cheiro mais tesudo. Bebi tudo, engoli tudo com minha boca, e minha língua brincalhona não dava trégua nem um segundo pros lábios vaginais gostosos dela, que eram rosados, e a ppk dela (pélvis) era bem saliente. Lambi a bunda dela com gosto por um tempão, a xereca dela destilava sucos de todas as gozadas, e o couro do móvel já tava encharcado de tanto líquido que o vulcão dela expelia. Com minha boca, fiz ela gozar várias vezes, e ela gritando igual uma louca desvairada e me puxando pelos cabelos, me parava quando não aguentava mais prazer. Quando gozava, ficava quieta um tempinho e depois soltava uma enxurrada de fluidos que parecia uma avalanche de inverno escorrendo pelas pernas dela abaixo.
Ela estava meio desmaiada, mas ainda sentia a luxúria no corpo, cada vez me fazia molhar mais a rola com seus movimentos e carícias, o corpo violão dela estava parcialmente molhado porque se revirava nos próprios fluidos. Elizabeth tem uma capacidade de gozar única, ela diz que é pelo tempo que passou em abstinência e desejos reprimidos, que quando explode é como um vulcão que fica inativo por longos anos, mas quando entra em erupção, faz isso com muita força e violência.
Eu adorava ouvir os gemidos e os xingamentos dela, já entendia o linguajar de rua e ela tava muito tarada, queria finalmente provar uma pica bem dura que chegasse até os rins e apertasse o útero dela com a cabeça inchada igual de cachorro. Ela abriu as pernas, subindo uma no encosto do banco e a outra pendurada no ar…
Como pôde, se acomodou e me disse:
- Papai, me parte ao meio de uma vez, sua putinha…
Queria agradar ela e também me agradar, não aguentava mais e até ia gozar de tanto tesão antes de meter, chamei meu autocontrole e fui enfiando devagar, bem devagarinho, milímetro por milímetro, fazendo ela aproveitar cada passo da minha investida, cada avanço era a glória pra nós dois, olhando fixamente nos olhos, a única coisa que podíamos fazer era nos curtir e continuar sendo cúmplices do nosso desejo e luxúria animal.
Quando faltavam uns centímetros pra entrar no corpo dela, enfiei de uma vez até o fundo e senti um osso bater na ponta da minha pica e minhas bolas batendo na bunda quente dela. Ela ficou meio desmaiada por uns momentos, e eu, revirando os olhos no meio do paroxismo, aproveitei cada milésimo de segundo daquele momento. Finalmente, a mulher que me fez viajar tanto pra poder vê-la e tê-la estava empalada no meu pau, com minhas bolas batendo na bunda dela.
Comecei a chupar os peitos dela e a acariciar o corpo escultural, me sentia como se estivesse com a Gloria Trevi, era tão parecida que vinham na mente imagens dos calendários feitos pela cantora mexicana famosa. Metia devagar, às vezes rápido, mas o tempo todo no controle da mulher mais gostosa de todo o México. Tava conquistando um México equatoriano no corpo da sua melhor fã.
Ficamos naquele sofá por horas, muitas horas, entregues, suados, e éramos o encontro de dois países fazendo amor, o encontro de duas culturas numa posição só — a do missionário já bastava naquele momento pra gente se entregar um ao outro. Eu gozei duas vezes dentro dela sem tirar, e ela gozou umas quantas vezes. Ao anoitecer, a gente dormiu, só colocamos uma coberta e, abraçados, pegamos no sono envoltos na conjunção dos nossos corpos e dos fluidos de nós dois. O que nunca vou esquecer é a cara de satisfeita que ela tinha e a pele lisa e limpa dela — era uma expressão digna de ser imortalizada num quadro de Leonardo.
Acordamos às dez da noite, exaustos e saindo do nosso transe, o que nos deu uma puta fome depois de gastar tanta energia no nosso primeiro encontro. Era impressionante como a gente se consumia, como se cada corpo fosse um ímã que roubava a energia do outro, dava pra sentir isso — nossos corpos eram dois ladrões de energia um do outro. Tomamos banho juntos, nos beijando como na nossa primeira noite de núpcias, e ao sair, ela ligou pro marido pra dizer que tava tudo bem, e também pra irmã dela, com quem me fez falar um pouquinho e dar um oi. Ela disse que no dia seguinte a gente ia se ver e que passássemos pra buscá-la na empresa dela. Pediu comida em casa e a gente se deitou pra continuar com nossas carícias. Cada um era um brinquedo novo pro outro, e a gente não queria soltar.
A cada momento a gente ria e trocava carícias sem fim um pelo outro. A comida chegou e, como dois casados, a gente se dedicou a compartilhar o prazer de viver juntos… Depois de recuperar as energias — porque era justo e necessário comer —, a gente sentou pra ver TV e começou a se provocar de novo, até gozar naquela putaria total e sem freio que a gente não conseguia controlar. Era tanta vontade que a gente tinha um do outro que a cama rangia com tantos movimentos bruscos. Éramos dois vulcões em erupção. Ela ficou de quatro, no estilo cachorrinho, e quando vi aquele rabo perfeito e empinado, falei que queria provar a bunda dela, e dava pra ver que era exatamente o que ela mais queria. Ela pegou meu pau e foi enfiando gostoso naquele cu apertado e delicioso. Assim que me senti dentro, com tudo até as bolas, ela começou a gozar e gritar como se estivesse possuída por um demônio. Nunca tinha conhecido alguém que curtisse tanto sexo anal — ela curtia mais do que pela buceta. Era impressionante ver como ela se esguichava a cada instante, e eu adorava que ela mijasse daquele jeito, a ponto de os lençóis da cama ficarem encharcados.
Finalmente tenho uma piroca gostosa e dura pra me furar, me dá mais, papai, me dá mais, que gostoso filho da puta que você é, nunca vou te soltar, do meu lado você não vai sair.
Toma esse pau, sua puta, era assim que você queria, né?
Sim, que macho mais delicioso que você é, adoro como você aguenta horas, isso não tenho com meu marido, aaaaaaiiiiiiiii que delícia de pau, você é meu macho e quero que amanhã você coma minha irmã e que ela prove o gostoso que você é mmmmmmmmm você me mata, gostoso, me mata, me faz sentir tão mulher, finalmente tenho um pau pra gozar à vontade.
Gozei no cu dela e meu leite espirrou tudo nos intestinos dela, eu gozei uma vez só, mas já de madrugada, depois de tanto sexo bom pra caralho e quando ela já tinha gozado várias vezes, ela dormiu no meu peito igual uma criança, com a carinha gostosa e sorrindo, eu fiquei acariciando o cabelo dela até pegar no sono, exaustos, merecendo o sono dos justos, a gente dormiu entregue nos braços de Morfeu…
No dia seguinte, acho que era meio-dia, acordei com um boquete dos deuses, um dos mais gostosos que já experimentei até hoje. Depois de deixar minha pica bem no ponto, a Elizabeth subiu em mim e me cavalgou que nem uma amazona. Depois de se esfregar gostoso na buceta dela, aproveitou que meu pau escapou sem querer, pegou ele e enfiou no cu dela até o talo. Eu acariciava a cintura linda dela, beijava o corpo onde dava, e já com o dia claro, me excitava ver como ela mexia a barriga perfeita, saída das Mil e Uma Noites, com um piercing no umbigo. Enquanto isso, ela massageava minhas bolas com as unhas compridas, e eu empurrava pra cima, tentando me enfiar mais fundo nela. As caras de prazer que ela fazia me deixavam ainda mais excitado, e a cada estocada que ela dava em si mesma, os peitos lindos dela se aproximavam mais, e eu chupava eles à vontade, lambendo os biquinhos bem durinhos. Tentando, dos dois lados, fazer o ato e o prazer durarem, depois de um bom tempo ela mijou de tesão em cima de mim, e eu me despluguei dela pra derramar meu leitinho quente na boca dela, no cabelo e nos peitos, o que ela recebeu com um prazer épico. Essa mulher fazia eu produzir quantidades industriais de porra, porque até eu me surpreendi com a gozada: abundante e grossa, escorria pelo corpo dela, e antes que caísse nos lençóis, ela se esfregava como se fosse um bálsamo no corpo todo.
Que jeito gostoso de acordar numa cidade nova… saímos pra cidade pra resolver meus trampos de trabalho e, depois que me liberei, fomos buscar ela no escritório da Mônica, a irmã dela. Era um puta negócio de impressão digital e design gráfico, do qual a Mony era a dona.
Ao entrar no escritório dela, eu e a Ely, ela me olhou dos pés à cabeça com uma certa malícia e se aproximou de mim. Nos dando um abraço forte e um beijo na boca, a gente se preparou pra conversar. Ela deixou algumas entregas organizadas que precisavam ser feitas e fomos pra um restaurante que elas gostavam de frequentar. Almoçamos juntos e, na companhia das duas irmãs, eu não sabia definir — e até agora não sei — qual das duas é a mais gostosa.
Eu me sentia sortudo com uma companhia dessas, e a Mony não parava de perguntar sobre a nossa primeira noite, o que a Ely, toda encantada, contava com todos os detalhes de cada cena que a gente viveu. Elas começaram a se provocar, e eu achei a coisa mais fofa, porque começaram a brigar feito duas meninas mimadas.
Depois do almoço, fomos até a empresa do Pancho e pudemos nos conhecer pessoalmente. Ele me pareceu muito gente boa e também percebi que era super ocupado e importante no trabalho. Ficamos batendo papo sobre amenidades de negócios no escritório dele enquanto as duas bonecas sumiram. Não falamos nada sobre sexo, só combinamos que naqueles dias que faltavam eu estaria com elas na cabana e agradeci pela confiança dele. Aí as duas bonecas chegaram e me chamaram pra conhecer a cidade. Era mais que um sonho ter aquelas guias turísticas. Chegamos cansados na cabana depois do jantar, mas nunca cansados demais pra não ter um sexo delicioso. No carro, enquanto uma dirigia, eu apalpava a outra e alternava a todo momento pra dar conta das duas do jeito que elas pediam. Eram as mulheres mais safadas que eu já conheci e pediam guerra — e era isso que eu ia dar pra elas. O tempo todo meu pau duro com semelhantes gostosas do meu lado, então teria que possuir as duas agora, em dose dupla.
Todos nós tomamos banho e as duas deitadas, uma de cada lado, começaram a me tocar. Ely começou a me beijar de um jeito safado e Mony se dedicou a percorrer minha rola com a boca, me fazia uma mamada fenomenal e acariciava minha bunda com certo deleite na ponta da língua enquanto punhetava devagar minha rola bem dura. Eu estava prestes a explodir e as veias pulsavam de tesão.
Pedi a buceta dela pra comer a Mony, que me entregou gostosa, cheia de sucos. Enfiei meus dedos e minha língua não parou de percorrer cada milímetro da extensão da grutinha do prazer dela, e ela gritava se contorcendo igual uma gata no cio. Ao mesmo tempo, Ely sentou na minha cara e, alternando as mamadas, eu curtia duas bucetas só pra mim. Exercitava minha língua e meu pescoço como se fosse uma academia, levantando e chupando os sucos da minha gostosa e da minha potra, dessa vez juntas.
Qual cavaleiro safado, subi pra montar a Mônica, que, louca pra me ter, abriu as pernas de uma vez e eu enfiei de uma só tacada até o fundo. Ely pegava no meu pau e, como se fosse um anel com os dedos, fazia deslizar minha masculinidade na buceta da irmã dela. Em pouco tempo, a Mony teve um orgasmo violento, ficou toda tensa, os músculos travados, e, em silêncio, franzia o rosto, perdida no próprio prazer. Enfiei meu pau mais duro do que nunca, mas ela tava muito irritada e não queria que eu tocasse nela. Deixei ela descansar e me virei pra minha gostosa. A égua já tava domada… era hora de fazer a gostosa, que eu já tinha domado na noite anterior, pegar no tranco fino. Ela quis que eu enfiasse sem dó, porque a visão da foda que eu dei na irmã dela tinha deixado ela muito excitada. Sentei numa cadeira e parecíamos dois selvagens trepando igual bichos, enquanto a irmã dela, recuperando as forças do orgasmo, começava a voltar à vida.
Ely apoiou a cabeça nos ombros da Mony, enquanto ela segurava ela pela cintura, sentada de frente pra ela e ajudava a mexer a bunda pra cima e pra baixo pra enfiar minha pica o mais fundo possível. Eu continuei sentado na cadeira, dando estocadas pra cima, curtindo o espetáculo de ver ela sentada de costas pra mim enquanto olhava de frente pra irmã dela, que com um olhar completamente tarado não perdia nenhum detalhe da foda que eu tava dando na consanguínea dela. A atitude dela era totalmente voyeurista, só ficava olhando e ajudando a gente a se encaixar de um jeito mais confortável e gostoso.
A Mony curte desse jeito, nos ajudando como uma assistente disposta a cuidar da irmã dela e de mim pra gente ter umas fodas melhores. Ela dava apoio no que a gente precisava, e quando a gente precisava de ajuda pra posicionar a Ely em alguma posição, ela tava sempre pronta. Se meu pau escapava por causa dos movimentos, às vezes meio brutos por causa da excitação, ela colocava de volta no lugar. Se a Ely queria me chupar, a Mony pegava meu pau e colocava na boca dela, e às vezes ajudava dando umas lambidas gostosas quando eu tava chupando a Ely. A irmã dela abria as pernas, separava a buceta com as mãos o máximo que podia pra eu conseguir meter minha boca lá dentro. No fim, o importante é que ela curte desse jeito, e eu curto ainda mais quando ela também quer enfiar meu pau pra aliviar o tesão que dava nela de ver a gente.
Cansados daquela posição, fomos pra cama. Deitei de barriga pra cima, esperando a Ely me montar. Ela subiu em mim e começou a buscar a penetração, mexendo a bacia pra cima e pra baixo. Como não entrava e a gente não usou as mãos pra encaixar, a irmãzinha prestativa dela entrou em ação de novo: pegou meu pau e guiou até a buraquinha molhada da mana dela. Enquanto eu sentia a mão dela em volta da haste da minha rola, ela abria a bucetinha da irmã e, ela mesma, unia nossos sexos pro prazer infinito dos três.
Continuamos transando nessa posição, ela sentada no meu pau e eu curtindo os peitos dela, chupava com paixão, amassava e também deixava eles soltos pra ver como balançavam no ritmo dos movimentos da Elizabeth, é um espetáculo ver esses peitões enormes se movendo de um lado pro outro, às vezes quando ela tá ereta ou quando se abaixa em cima de mim, ficando literalmente pendurados como frutas enormes da árvore dela à disposição da minha boca, eu agarrei e chupei com força, segurando com as duas mãos cada um deles de forma alternada pra aproveitar. Às vezes meu pau escapava por causa dos movimentos bruscos, mas a Mony tava lá pra colocar de volta no lugar, às vezes eu sentia que ela aproveitava quando saía pra dar umas chupadas antes de enfiar de novo, também sentia ela chupando a buceta da Ely antes de enfiar o meu pau nela de novo. Eu adoro essa sensação de putaria e tesão máximo que dá ter alguém que te ajuda a transar de forma mais confortável e gostosa.
Ely, igualzinho à noite anterior, começou a me dar um show de orgasmos e dizia que tava surpresa com minha resistência, porque minha rola, em vez de amolecer, tava mais dura do que nunca, totalmente o contrário do que ela tava acostumada. As duas curtiam minha pica de um jeito e de outro, enfiavam em todos os buracos delas e aproveitavam ao máximo.
Uma e outra vez me colocavam como elas queriam e compartilhavam o mesmo macho com deleite máximo. O que mais curti naquela noite foi quando coloquei a Mônica por cima, de costas pra Ely, e comecei a bombar as duas, alternando as estocadas naquelas bucetas meladas. Agora uma gritava, agora a outra dava berros. Também coloquei as duas de quatro, juntinhas, e alternando as metidas pra ser justo, ia enfiando dez na bunda de uma e dez na bunda da outra.
As duas adoravam muito sexo anal e a Mônica curtia pra caralho quando, com meu pau dentro dela, eu dava ela de presente pra irmã mais velha. Com tanta brincadeira e estímulo a noite inteira, que eu curti elas e elas me curtiram, acabei gozando uma porrada de porra grossa, abundante e quente na boca delas, que dividiam igual duas irmãzinhas boas. Passamos a noite toda fodendo e dando o cu, e eu gozei dentro delas à vontade mais sete vezes antes do amanhecer. Depois, ao acordar, teve o famoso matinal, mas agora era em dose dupla, e foi assim durante todos os quatro dias que restaram. Aproveitei os corpos delas, as bocas, as bucetas e os booties até não aguentar mais. Nunca tinha transado tanto na minha vida. Essas duas irmãs fizeram valer a pena viajar tão longe pra conhecê-las, e mais, tô pensando em voltar de novo, porque a lembrança à noite dessas duas ninfas à minha disposição é de enlouquecer.
Guardo na minha mente as palavras delas com aquele sotaque mexicano quando eu as possuía e elas me diziam:
Dá bem a pica, seu filho da puta, come a gente gostoso e faz a gente gozar com o seu poder.
Come bem gostoso na puta da minha irmã, que o marido não dá pra ela como essa puta merece
Abre bem a buceta dessa puta, não vê que é uma gostosa que adora levar um pau bem duro igual o teu.
Olha na cara dela e como ela goza, a putinha.
Somos suas duas cachorras e suas putas, faz com a gente sempre o que você quiser.
Finalmente conseguimos aproveitar uma pica bem dura e que não amolece, olha como ela entra no teu cu, irmãzinha.
Tudo isso e muito mais, mas com sotaque mexicano de meninas mimadas e safadas que não saem da minha mente, as vozes e as lembranças enquanto eu as comia.
Todo o tempo que passei com elas, literalmente banhei elas de porra toda vez que elas quiseram e enfiei meu pau em todos os buracos, e elas gozaram como duas boas vadias gostosas. Antes de voltar, fui me despedir do Pancho e devolver as mulheres dele sãs e salvas: uma era a esposa e a outra, a amada cunhada. Ele ficou agradecido, porque disse que notou um brilho de felicidade e satisfação nos olhos delas, e era isso que o fazia feliz, vê-las assim. Ela disse que aquilo duraria muito tempo e agradeceu a ele por ter deixado ela transar comigo à vontade.
Tamo sempre em contato e queremos repetir logo, vou manter vocês informados.
Espero, Mônica, que esse relato que você me pediu tenha satisfeito suas expectativas e me desculpa por ter te feito esperar tanto por ele.
Espero seus comentários e mensagens, que são sempre bem-vindos, especialmente neste caso se forem de mulheres do Equador, onde moro, da Colômbia, Peru e México, onde viajo a trabalho. Deixo claro que não tenho nada contra as minas do DF, então não fiquem ofendidas, por favor…. Mulheres gostosas têm em todo lugar, mas naquele dia eu não vi nenhuma.
Valeu a todos os amigos leitores que acompanham meus contos, recebi de boa todas as mensagens de vocês e respondi uma por uma suas dúvidas e recados. Gente como vocês me faz continuar escrevendo, ainda mais quando são mulheres de qualquer lugar, que me incentivam e animam cada vez mais a sentar e contar minhas experiências reais. Esse espaço me permitiu conhecer mulheres muito interessantes em todos os sentidos, como essas duas que são as protagonistas dessa história.
Faz dois meses e meio que recebi a mensagem de uma mina de 29 anos de Guadalajara / México, onde ela me dizia:
Espero que você seja real e exista, li com atenção todas as suas histórias e elas me deixaram com muito tesão, especialmente aquela da mulher que você comeu no cu, porque sou viciada em sexo anal e morro de vontade de provar um macho como você. Se você realmente existir, por favor, responda essa mensagem. Adoraria um dia ser sua e aproveitar um macho como você.
Esperando sua chamada.
Ely
Bom, li como mais um entre tantos e me preparei pra responder do jeito que sempre faço quando tenho tempo, já que muitas mulheres me escrevem, especialmente do México. Tenho amigas de Purépero, Guadalajara, Tamaulipas, do DF e Monterrey. Elas já me contataram há um tempo e a gente mantém uma comunicação regular, sempre me mostrando a vontade de me provar sexualmente porque ficam excitadas.
Elas se masturbam lendo meus contos, me ensinaram muita coisa sobre o país delas e, com a conversa, já consegui me adaptar à linguagem urbana delas, assim como elas conheceram muito do meu país, Equador, e da minha gíria ou malandragem, já que sou muito nacionalista. Também percebi que a internet no México tem uma penetração muito boa e agressiva no mercado em diferentes classes sociais, o que não acontece nos outros países da América Latina. E descobri, sem medo de errar, que as mulheres de Guadalajara e Monterrey são as mais gostosas desse país lindo, sem desmerecer o resto das cidades, mas elas são de outra raça. Uma vez, pude aproveitar uma delas porque veio a Quito a trabalho e passou 10 dias aqui, já que trabalhava numa empresa de exploração de petróleo, e a gente se divertiu pra caralho durante todo esse tempo, mas isso é outra história.
Respondi pra Ely do jeito mais simpático e com um toque de malícia, e adicionei ela nos meus contatos do MSN. Em pouquíssimo tempo, recebi a resposta dela toda animada, e a gente também conseguiu se encontrar no chat e se falar ao vivo, porque ela, assim como eu, fica ligada na internet quase o tempo todo. Desde o começo, ela me pareceu muito gostosa e safada, como dizem no México, tinha um jeito especial e uma doçura natural, dava pra ver que era uma menina mimada. A gente foi se conhecendo aos poucos, enquanto batia papo, cada um curtindo uma conversa gostosa e divertida, cheia de flertes e elogios de ambos os lados.
No essencial, ela me contou que era uma mulher muito carente de um bom sexo, que era muito tarada, que era casada e que eu não me preocupasse com isso, que ela tinha permissão pra conhecer homens, que isso não era um impedimento pra nada, já que tinha uma espécie de acordo com o marido pra que a Ely pudesse se divertir com outros homens que ela escolhesse.
Com o marido dela, Pancho, eles tinham chegado nesse acordo, já que se amam muito e curtem pra caralho o casamento, mas na parte sexual o marido tem um problema fisiológico — e eu acho que é mais psicológico —, pois sofre de ejaculação precoce e disfunção erétil, e ela não se sente satisfeita com as relações sexuais deles. Isso já era um trato antes mesmo de casar, ainda quando eram namorados, e eles lidavam muito bem com isso, inclusive eu notei. Antes de tudo, quero expressar meu maior sentimento de respeito, amizade e consideração pelo Pancho, pela mente aberta dele, por como ele ama a esposa e permite, graças ao amor infinito que sente por ela, que ela se sinta bem e satisfeita — ele permite isso.
Ely me contou que ama muito o marido dela, que não tinham filhos e que eram um casal jovem que curte muito a vida e que em algumas ocasiões conseguiram arrumar um terceiro pra satisfazer ela, mas diferente dos meus amigos das outras histórias, ela me disse que o marido não gostava de participar, só deixava ela sozinha com o cara que conseguiam. Ela me contou que numa viagem pra Europa conseguiram, não sei em que país, pegar num bar um negão bem dotado e que ela levou ele pra cama na mesma noite, que pegou ele no próprio bar do hotel e que o marido deixou ela subir com ele pro quarto e pediu outro quarto pra não atrapalhar.
Outra vez que ela me contou que conseguiu aproveitar outro homem sexualmente não teve um final feliz, porque o cara era da mesma cidade de Ely e Pancho. Depois de comer ela algumas vezes, o sujeito, se aproveitando da situação — já que Pancho e Ely têm uma condição financeira muito boa, pois ele é empresário e toca uma empresa enorme que, por razões óbvias, não vou revelar qual é —, ficou de olho grande e tentou chantageá-los, pedindo uma grana bem alta em troca de não divulgar que o marido não conseguia manter o pau duro e precisava deixar outros satisfazerem a mulher dele. Isso pra mim foi uma sacanagem do cara. A parte boa é que, graças aos contatos do Pancho — que é muito bem relacionado na cidade e até nacionalmente —, antes que o merda abrisse o bico, ele mesmo foi parar na cadeia, onde está até hoje.
Depois de ter passado por esse gosto ruim na boca e com toda razão, o Pancho tinha dito pra Ely que fosse mais seletiva nas escolhas dela pra não ter contratempos no futuro que pudessem afetar o relacionamento e a boa reputação deles. Por isso, ela no começo sempre foi muito desconfiada, o que ele entendia perfeitamente.
Não tinha fotos, nem números de telefone nas nossas conversas, ela trabalha na empresa do marido e sempre nos nossos momentos livres e nos que não eram, a gente passava o tempo se conhecendo pelo MSN. Aos poucos, ela foi me conhecendo e, de forma natural, a confiança certa foi se criando, quase sem a gente perceber.
Chegou o dia da troca de fotos e, pra ser sincero, não esperava que a Ely fosse tão gostosa. Eu sabia que as mulheres de Guadalajara eram bonitas, mas ela já passou do ponto, que jeito de ser linda. A Ely é uma mulher de pele clara, cabelo preto e comprido, com um par de peitos perfeitos, um corpo curvilíneo em forma de violão que convida à putaria. A carinha dela é de menina boazinha, bem definida, com uns olhões grandes, típico das mexicanas dessa mistura de astecas com extraterrestres HAHAHAHAHA.
Ela tem uma grande semelhança com a Gloria Trevi no rosto, mas no corpo é mais gostosa e cheinha, as pernas dela são deliciosas e os lábios são grossos, carnudos e grandes. Ela dá um sorrisão pra quase tudo e tem o jeito de uma menina mimada pelos pais e pelo marido. Os dentes dela são como artilharia bem formada, muito alinhados e brancos, tem o sorriso perfeito que deviam contratar ela pra fazer comercial de televisão da Colgate. É muito mimada, mas numa palavra: muito gostosa.
Com a confiança que a gente foi ganhando, nossas conversas ficavam cada vez mais picantes e cheias de putaria. Sem dúvida, ela era uma mulher que tava morrendo de vontade de um sexo bom. Infelizmente, ela me contava que à noite não fazia nada por dias e que, por ser muito safada, precisava de atenção. Já tava de saco cheio de consolos e vibradores, embora ela tenha confessado que o Pancho é um puta expert neles, mas que precisava de carne e osso, que precisava de um macho, e que esse macho queria que fosse eu.
Por alguns dias, a gente trocou fotos bem pesadas de ambos os lados, e ela chegou a me mandar uns vídeos de quando o marido não tava em casa — já que ele, por ser um empresário de alto escalão, tinha que viajar muito pelo interior do país, aumentando ainda mais a agonia dela de tesão por uma pica de verdade.
Chegamos a ter umas sessões de cyber sexo muito boas e inesquecíveis, onde os dois ficavam satisfeitos. De tanta tesão e vontade que sentia, em duas ocasiões ela teve que enfiar os tubos da embalagem dos charutos que o Pancho fuma pra acalmar a loucura de mulher tarada, primeiro na buceta e depois no cu. Cada vez mais alucinada e desejosa por mim, ela me fez saber que eu era o escolhido, o candidato perfeito, porque tinha conhecido minha nobreza, minha cavalheirismo, minha discrição e respeito por um relacionamento de casal. Dizia que eu era o "macho" dela pelas coisas que eu fazia e dizia no MSN. Como era de tão longe, eu nunca poderia machucá-la. Aos poucos, em quase um mês, viramos viciados e dependentes um do outro. Ely tinha a mistura perfeita pra me deixar louco por uma mulher naquele nível. Nas fotos com e sem roupa que eu tinha enviado pra ela, assim como umas em ação, ela tinha gostado muito. Nós consumimos todas as fotos e vídeos, trocando-os a ponto de ter uma coleção enorme guardada numa pasta dos envios dela no meu PC.
Ela me contou que já tinha falado de mim pro Pancho e que ele tinha aceitado, contanto que eu fosse bem respeitosa com as regras que eles tinham. E ela disse que eu era uma gostosa pra caralho e que queria ficar comigo de qualquer jeito, e que pra isso a gente já tinha que trabalhar pra tornar nosso encontro realidade.
Cada vez mais unidos, loucos pra ficar juntos e com muito tesão, passamos os dias planejando como realizar nossos maiores desejos. Quando, sem pensar, ela me contou que tem uma irmã mais nova chamada Mony, de 25 anos, com quem se dá super bem. Ela confessou que tinha contado pra irmã sobre nossos planos de nos encontrar e transar. Me disse que Mony é sua confidente e sabe de tudo, tudo mesmo. Inclusive, revelou que Ely e Mony costumavam dividir a cama com outros homens antes de Ely se casar, e que desde então ficaram com gosto por isso e não conseguiram mais parar.
A primeira vez tinha acontecido uns anos atrás, quando o pai delas contratou uma serenata de mariachis na casa pra animar a festa com as músicas deles. Durante a festa inteira, elas ficaram se pegando com os namorados, mãozinha vai, mãozinha vem, mas nada de sexo ou penetração. Quando a festa tava quase acabando e os namorados e a maioria dos convidados já tinham ido embora, deixando as duas irmãs com um tesão do século, o pai delas pediu pra tocarem as últimas músicas. No meio do grupo de mariachis, tinha um cara muito gostoso que era o vocalista, e ele cantava as músicas dedicando pras duas mulheres lindas da casa. Durante as canções, Ely e o mariachi trocaram olhares cúmplices, e num intervalo, sem ninguém perceber, ela levou ele pro quarto dela. Como já tava morrendo de vontade de dar, pediu pra ele possuir ela ali mesmo. Mas Mony percebeu tudo, seguiu os dois até o quarto da Ely e se juntou ao festival. No fim, o vocalista comeu as duas juntas naquela noite. Isso aconteceu outras vezes com outros caras e namorados que elas compartilhavam como boas irmãzinhas. Ela me fez saber que também compartilham o Pancho, e que como ele é um mestre com os consolos, faz as duas gozarem gostoso juntas. E que ele penetra sim, mesmo que só um pouquinho, uns minutos antes de gozar, porque fica muito excitado e não aguenta nada. Elas se divertem gostoso entre os três. Ela chegou a me propor que queria que, quando eu fosse pro México, eu comesse as duas juntas. Disse que essa era a fantasia mais desejada dela, que a Mony adoraria chupar minha pica e guiar ela pro cu da Ely pra eu foder ela, que era exatamente o que ela queria fazer. Ela deixou claro que entre elas não tem lesbianismo, e que adorariam me curtir entre as duas. Me passou o e-mail da Mony e mandou eu adicionar ela nos meus contatos e escrever pra ela, que ela já sabia de mim. E foi o que fiz, na hora.
Com a Mony, a gente se conheceu do mesmo jeito, mas foi bem mais rápido porque ela já era de confiança da irmã dela, a Ely, e eu já tava "selecionado". Além disso, ela já sabia tudo sobre mim e até tinha visto minhas fotos. No Chat, a gente se apegou pra caralho, e de repente ela me mandou as fotos dela. Que mulher divina, a Mony, nada parecida com a irmã. As duas são lindas, mas não têm nada em comum. Ela tem uma aparência mais europeia, parece que veio da Suíça ou de algum país eslavo. É loira, de olhos claros, muito alta, muito branca, com um rosto lindo e bem definido, nariz empinado e perfeito. É uma gostosa de dar água na boca, e arretada igual a irmã, só que mais louca e direta. Ela não tem a doçura da Ely, é mais na lata pra falar as coisas. A Ely é adorável, e a Mony é divina. Essas duas mulheres me fizeram perder a cabeça em pouco tempo, fiquei doido por elas e com vontade de possuir as duas. De vez em quando, a gente se encontrava os três no MSN e fazia cyber sexo entre elas duas e eu.
Cada vez mais excitados e loucos pra ficar juntos, eu ficava revendo os vídeos que a Ely mandava e as fotos das duas sempre que dava, mesmo quando elas não estavam por perto. Aí a Ely me mandou uma coleção de vídeos em CD direto pro meu escritório, num envio por uma transportadora internacional.
A carinha dela, o corpaço, o jeito dela ser tão meiga e doce com certeza me apaixonaram e me cativaram, por outro lado a irmã dela, a Mony, me deixava com o maior tesão com o que ela me falava, que queria enfiar meu pau na irmã dela quando eu estivesse aí.
Combinamos que elas viriam ou eu iria, mas, de quebra, pra fazer uma importação uns equipamentos de VO IP, consegui na empresa tirar a viagem pro México. Elas não sabiam até uns dias antes, quando já tava tudo certo com visto e passagens. Mandei um e-mail com cópia pra elas, mas não respondiam até que chegou essa mensagem:
Oi, gostoso, não lembra que eu falei que a gente ia viajar de férias juntos?
A semana? E a Mony convenceu o Pancho e foi com a gente, chegamos no
Sexta-feira de madrugada, mas não tinha me conectado. Senti muito a sua falta, espero que
poder conversar com você logo, sinto falta das nossas conversas, dos seus e-mails, de tudo em você
Se cuida, papai, e te espero no horário marcado no aeroporto de Guadalajara, que emoção você vir, finalmente vou poder te ter, te mando uma fotinha, se cuida na viagem, meu bem.
papi.................. a qualidade é uma bosta porque é de celular, mas acho
que é gostosa.
Ely
Para essa altura eu já tinha escrito um e-mail pro marido dela, o Pancho, e ele, sendo bem direto, me mandou a seguinte resposta:
E aí, amigo? Sim, falaram muito de você pra mim, Elizabeth e Mônica. Espero que não ache muito direto, mas segurança em primeiro lugar. Pra mim, o que importa é a segurança e o bem-estar da minha esposa e da cunhada.
Depois da minha segurança e da nossa integridade, a saúde delas, depois a discrição e por último a satisfação delas.
Como você já deve ter ouvido falar, sabe do problema que eu tenho e é por isso que a gente tá fazendo isso, mas:
1.- Não quero confusão.
2.- Seriedade
3.- Assim que eu perceber que suas patas tão fedendo, se prepara pras consequências.
Me desculpa se sou muito bruto no meu jeito de falar, mas é assim que sou, leva como um conselho, aviso ou do jeito que quiser. Beleza?
Me prova que você é de confiança, não tô te emprestando uma ferramenta, você tá levando o amor da minha vida e o meu segundo amor. Espero saber de você logo e espero saber o que você acha, até mais.
Pancho
Essa foi minha resposta:
Salve afável Pancho, valeu pelo teu tempo e por responder... Fico feliz que os dois amores da tua vida tenham falado muito de mim pra você. Claro que você me pareceu direto, mas acho bom que seja assim e que cuide das suas meninas, concordo totalmente que você faça isso. Também não me pareceu grotesco nem ameaçador, só cuidadoso e responsável com o que é teu. Por isso te parabenizo, porque no teu lugar eu faria o mesmo.
Além disso, já me contaram que em algum momento vocês tiveram uma experiência ruim com alguém que sacaneou vocês... deixa eu te dizer, da forma mais direta possível, que não tô aqui pra machucar ninguém, não quero atentar contra a segurança e a integridade de vocês três nem de ninguém. Sou uma pessoa que ama a tranquilidade, sou pacífico, não curto problema nenhum e tenho como lema não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem comigo... Sou muito respeitoso com as relações de casal e tenho caráter demais pra me envolver em baixarias desse tipo.
Quero que você tenha a total certeza de que não vai ser enganado, chantageado, difamado nem nada do tipo, não seria coisa de homem fazer isso, porque trairia a confiança que você depositou em mim, além de ser uma baixaria e ingratidão, já que você tá me fazendo um favor ao me aceitar como amante oficial da sua esposa e cunhada.
Não se preocupa com a saúde delas, porque te garanto que sou um cara saudável em todos os sentidos, e isso dá pra comprovar com exame de sangue.
Pelo bem-estar e pela satisfação total delas, também não precisa se preocupar, porque eu serei o responsável por cuidar delas, garantir que estejam bem em todos os sentidos e que, como fêmeas sedentas de um bom prazer sexual, fiquem totalmente satisfeitas, já que tenho minhas habilidades e capacidades necessárias para deixá-las derretidas de prazer — e não estou falando do tamanho da minha pica.
Te convido a que a gente seja bons amigos, já que você me dar o aval pra namorar com elas pra mim é um gesto muito nobre da sua parte e por isso meu maior respeito por você como pessoa. A gente é da mesma época e tenho certeza que podemos fortalecer uma amizade firme, levando em conta que nos une o gosto por duas mulheres lindas e excepcionais que a gente quer agradar e fazer felizes.
Sou sério, sincero, simples, homem de palavra, discreto — até porque não conheço teu país nem tua cidade pra ter com quem "fofocar" que tô satisfazendo tua esposa. Gosto das coisas claras e, desde já, acho que tão claras dos dois lados. Não pretendo fazer nada contra vocês, por isso teus avisos ou ameaças (oportunas) escorregam em mim, porque quem não deve, não teme. Sempre vou poder te olhar nos olhos de frente, com sinceridade, e te dar um abraço fraterno de amigo.
Com a história de que meus pés fedem kkkkkkkkkk essa frase me fez rir pra caralho, não sei se é um ditado aí querendo dizer que eu tenho um rabo de punheta e depois me queimo, como quem diz que depois descobrem minhas coisas escondidas, ou se você tá falando literalmente por causa de um problema fisiológico de acúmulo de bactérias e fungos entre os dedos dos pés. Se for a primeira opção, já expliquei até cansar que não escondo nada, e se for a segunda, nem quando uso bota texana meus pés fedem, sempre deixo eles tomarem sereno com talco de noite Kkkkkkkkkkkk mentira, vou tomar banho, desinfetado e perfumado pra em nenhum dos dois casos ter que lidar com as consequências.
Pra sua tranquilidade, que é a minha e a de todo mundo, fica claro que sou um cara de confiança, que curte viver a vida intensamente sem machucar ninguém. Pra sobreviver financeiramente, trampo e ganho meu dinheiro na boa. Tenho valores e princípios éticos que aprendi desde moleque em casa: lealdade, nobreza (não de berço) e sinceridade. Se quiser me ter como amigo, te convido a me descobrir.
Ely me fascina como mulher, ela é adorável, te parabenizo pelo bom gosto, Mony eu gosto muito, da sua esposa eu falo minha gostosa e da sua cunhada minha potranca.
Gostaria que você deixasse eles me passarem os números de celular ou fixo pra gente poder bater um papo por telefone, também tô esperando o seu, parceiro.
Aguardando sua grata resposta, fico de você da forma mais respeitosa.
Tato
Depois de ter esclarecido tudo de frente com o marido dela, o Pancho, e com tudo resolvido, ele me dando a autorização e a permissão necessária pra ser o macho oficial da esposa dele e da cunhada, comecei minha viagem pro México, já com os documentos em ordem e também os contatos pras devidas negociações das importações da empresa.
Fiquei um dia na Cidade do México, mas como já imaginava, as mulheres de lá não têm nada a ver com as de Guadalajara e Monterrey. Nada fora do comum, ou pelo menos não apareceram. Em que parte daquela cidade imensa elas estariam escondidas? Não deixei ver uma única gostosa.
No aeroporto de Guadalajara, na hora combinada, a Ely já estava me esperando. Quando saí, vocês não têm ideia da emoção imensa que senti de finalmente poder vê-la. Agora perto, a poucos metros, ela estava radiante com aquele sorriso de lua cheia, os dentes bem formados e brilhantes, e as duas covinhas tão doces, sexys e sensuais.
Cheguei perto e demos um abraço de quebrar costelas, finalmente podia sentir ela, o hálito dela, o cheiro, o aroma, a pele macia roçando na minha no nosso cumprimento carinhoso e fraterno. Tinham passado tantas horas de puta papo e puta sexo e finalmente a gente podia se ter. Ela vestia uma gabardina três quartos marrom e umas botas de salto agulha e bico fino de metal que faziam ela parecer ainda mais gostosa e alta.
Depois de nos devorarmos de beijos, que por sinal nenhum foi na boca — foram abraços e beijos nas bochechas e no rosto, e às vezes bem perto do canto dos lábios, pra manter as aparências caso alguém conhecido dela ou o marido pudessem nos ver e não levantar suspeitas de infidelidade —, a gente conseguiu, fazendo das tripas coração, segurar aquela vontade imensa. Mas quando chegamos no carro com os vidros fumê, não aguentamos mais tanta compostura e nos atiramos um no outro pra nos beijar com uma paixão louca, misturando nossas línguas numa orgia de prazer. A língua dela, vibrante, finalmente brincava com a minha, e eu sentia o gosto da saliva dela, que era um néctar de flores frescas.
Ao nos abraçarmos e ficarmos dentro do carro, com os movimentos bruscos, a roupa dela desmontou um pouco e, obviamente, a minha também. Quando tentamos dar um jeito na situação, depois de termos extravasado momentaneamente nossos desejos sentimentais e carnais, percebi que ela não estava usando nada por baixo da gabardina. Ao ver que eu fiz cara de incrédulo, ela, para confirmar, desabotoou e abriu o cinto, deixando eu ver seu corpo lindo e suculento. Fiquei uns segundos pasmo vendo o corpo do desejo que me fez viajar tantos quilômetros. Deslizei como um lince por cima dos peitos dela e comecei a lamber como tinha sonhado nas minhas melhores punhetas em homenagem a ela, vendo os vídeos e as fotos que ela me mandava por e-mail. Não podia acreditar que aquele corpo agora estava perto de mim e à minha inteira disposição. Que gostoso ouvir agora o sotaque mexicano dela, me fascinava escutar a voz e o sotaque dela, parecia que eu estava comendo uma atriz de novela mexicana, porque ela tem um sotaque muito lindo ao falar.
Depois de ficarmos mais excitados, resolvemos ir pra um lugar mais confortável e menos público. Ela pediu pra eu dirigir e disse que ia me guiar pelo caminho que a gente tinha que seguir. Enquanto passávamos pelas ruas em direção a uma cabana que eles têm, bem privada e discreta nos arredores da cidade, dava pra notar a diferença de raça — ou, pra não me chamarem de racista, porque não sou —, a diferença na aparência das mulheres de Guadalajara. Eu tava dirigindo por uma via rápida no meio de uma floresta, numa estrada com pouco tráfego, e ela ia acariciando meu peito e meus mamilos por baixo da minha camisa, passava a mão nas minhas bolas por cima da calça e dizia que finalmente me tinha e que ia me provar o mais rápido possível, porque tava ansiosa por esse momento.
Depois eu descobri que o lugar onde ficava a cabana ou casa de campo era no meio da floresta La Primavera. Ela já tinha feito os caseiros da propriedade sumirem e tirarem férias naqueles dias pra gente ficar de boa, sem preocupação com nada. Chegamos na cabana linda, toda mobiliada e com luxos extravagantes, mesmo não sendo a casa onde ela morava, mas sim um lugar de descanso. Ela me disse que às vezes era usada pras putarias que a irmã dela, Mônica, armava de vez em quando.
Entramos em casa cheios de tesão, sem nem ter largado minhas malas. No primeiro sofá que vi, joguei ela lá e montei em cima. Tava possuído por uma loucura erótica, essa mulher que tantas paixões tinha despertado em mim finalmente tava na minha mão, eu ia possuir ela em poucos minutos e meu coração excitado não parava de bombear rápido meu sangue misturado com pura luxúria que invadia meu corpo inteiro, era um vulcão de tesão prestes a explodir. Essa mulher de verdade, essa puta gostosa que tava doida por um sexo forte e do bom, tava me despindo como se fosse mágica, e minha atitude era de um apóstolo da sacanagem, completamente surdo pra qualquer lamento de carne. Só pensava em, de uma vez por todas, possuir ela.
Quando cheguei na minha cueca, Ely pôde ver o estado da minha ereção, minha vara de carne parecia de aço e berrava pra sair da prisão, queria ser livre e ser aproveitada por aquela mulher com letra maiúscula que qualquer homem não tem esse luxo e eu fui o sortudo de poder saboreá-la. Sabia que tinha que aproveitar os 6 dias que ia ficar ali pra não ter o remorso de não ter comido ela como a natureza animal manda.
Ela se jogou pra chupar minha pica com desespero e violência, a respiração dela alta e ofegante, cheia de gemidos e suspiros, mostrava o quanto ela tava com tesão. O sofá era bem confortável, largo e macio, de couro cor tabaco, igual ao casaco dela, mas mais claro. Ela brincava com minhas bolas e com a ponta da minha pica, fazendo sair uns jorros cristalinos de pré-gozo, que ela esticava num fio até onde dava, misturando minha hombridade com a saliva dela.
Fazendo um 69, me dediquei a chupar a buceta dela, que tava quente igual um forno e jorrava fontes de líquidos com um cheiro mais tesudo. Bebi tudo, engoli tudo com minha boca, e minha língua brincalhona não dava trégua nem um segundo pros lábios vaginais gostosos dela, que eram rosados, e a ppk dela (pélvis) era bem saliente. Lambi a bunda dela com gosto por um tempão, a xereca dela destilava sucos de todas as gozadas, e o couro do móvel já tava encharcado de tanto líquido que o vulcão dela expelia. Com minha boca, fiz ela gozar várias vezes, e ela gritando igual uma louca desvairada e me puxando pelos cabelos, me parava quando não aguentava mais prazer. Quando gozava, ficava quieta um tempinho e depois soltava uma enxurrada de fluidos que parecia uma avalanche de inverno escorrendo pelas pernas dela abaixo.
Ela estava meio desmaiada, mas ainda sentia a luxúria no corpo, cada vez me fazia molhar mais a rola com seus movimentos e carícias, o corpo violão dela estava parcialmente molhado porque se revirava nos próprios fluidos. Elizabeth tem uma capacidade de gozar única, ela diz que é pelo tempo que passou em abstinência e desejos reprimidos, que quando explode é como um vulcão que fica inativo por longos anos, mas quando entra em erupção, faz isso com muita força e violência.
Eu adorava ouvir os gemidos e os xingamentos dela, já entendia o linguajar de rua e ela tava muito tarada, queria finalmente provar uma pica bem dura que chegasse até os rins e apertasse o útero dela com a cabeça inchada igual de cachorro. Ela abriu as pernas, subindo uma no encosto do banco e a outra pendurada no ar…
Como pôde, se acomodou e me disse:
- Papai, me parte ao meio de uma vez, sua putinha…
Queria agradar ela e também me agradar, não aguentava mais e até ia gozar de tanto tesão antes de meter, chamei meu autocontrole e fui enfiando devagar, bem devagarinho, milímetro por milímetro, fazendo ela aproveitar cada passo da minha investida, cada avanço era a glória pra nós dois, olhando fixamente nos olhos, a única coisa que podíamos fazer era nos curtir e continuar sendo cúmplices do nosso desejo e luxúria animal.
Quando faltavam uns centímetros pra entrar no corpo dela, enfiei de uma vez até o fundo e senti um osso bater na ponta da minha pica e minhas bolas batendo na bunda quente dela. Ela ficou meio desmaiada por uns momentos, e eu, revirando os olhos no meio do paroxismo, aproveitei cada milésimo de segundo daquele momento. Finalmente, a mulher que me fez viajar tanto pra poder vê-la e tê-la estava empalada no meu pau, com minhas bolas batendo na bunda dela.
Comecei a chupar os peitos dela e a acariciar o corpo escultural, me sentia como se estivesse com a Gloria Trevi, era tão parecida que vinham na mente imagens dos calendários feitos pela cantora mexicana famosa. Metia devagar, às vezes rápido, mas o tempo todo no controle da mulher mais gostosa de todo o México. Tava conquistando um México equatoriano no corpo da sua melhor fã.
Ficamos naquele sofá por horas, muitas horas, entregues, suados, e éramos o encontro de dois países fazendo amor, o encontro de duas culturas numa posição só — a do missionário já bastava naquele momento pra gente se entregar um ao outro. Eu gozei duas vezes dentro dela sem tirar, e ela gozou umas quantas vezes. Ao anoitecer, a gente dormiu, só colocamos uma coberta e, abraçados, pegamos no sono envoltos na conjunção dos nossos corpos e dos fluidos de nós dois. O que nunca vou esquecer é a cara de satisfeita que ela tinha e a pele lisa e limpa dela — era uma expressão digna de ser imortalizada num quadro de Leonardo.
Acordamos às dez da noite, exaustos e saindo do nosso transe, o que nos deu uma puta fome depois de gastar tanta energia no nosso primeiro encontro. Era impressionante como a gente se consumia, como se cada corpo fosse um ímã que roubava a energia do outro, dava pra sentir isso — nossos corpos eram dois ladrões de energia um do outro. Tomamos banho juntos, nos beijando como na nossa primeira noite de núpcias, e ao sair, ela ligou pro marido pra dizer que tava tudo bem, e também pra irmã dela, com quem me fez falar um pouquinho e dar um oi. Ela disse que no dia seguinte a gente ia se ver e que passássemos pra buscá-la na empresa dela. Pediu comida em casa e a gente se deitou pra continuar com nossas carícias. Cada um era um brinquedo novo pro outro, e a gente não queria soltar.
A cada momento a gente ria e trocava carícias sem fim um pelo outro. A comida chegou e, como dois casados, a gente se dedicou a compartilhar o prazer de viver juntos… Depois de recuperar as energias — porque era justo e necessário comer —, a gente sentou pra ver TV e começou a se provocar de novo, até gozar naquela putaria total e sem freio que a gente não conseguia controlar. Era tanta vontade que a gente tinha um do outro que a cama rangia com tantos movimentos bruscos. Éramos dois vulcões em erupção. Ela ficou de quatro, no estilo cachorrinho, e quando vi aquele rabo perfeito e empinado, falei que queria provar a bunda dela, e dava pra ver que era exatamente o que ela mais queria. Ela pegou meu pau e foi enfiando gostoso naquele cu apertado e delicioso. Assim que me senti dentro, com tudo até as bolas, ela começou a gozar e gritar como se estivesse possuída por um demônio. Nunca tinha conhecido alguém que curtisse tanto sexo anal — ela curtia mais do que pela buceta. Era impressionante ver como ela se esguichava a cada instante, e eu adorava que ela mijasse daquele jeito, a ponto de os lençóis da cama ficarem encharcados.
Finalmente tenho uma piroca gostosa e dura pra me furar, me dá mais, papai, me dá mais, que gostoso filho da puta que você é, nunca vou te soltar, do meu lado você não vai sair.
Toma esse pau, sua puta, era assim que você queria, né?
Sim, que macho mais delicioso que você é, adoro como você aguenta horas, isso não tenho com meu marido, aaaaaaiiiiiiiii que delícia de pau, você é meu macho e quero que amanhã você coma minha irmã e que ela prove o gostoso que você é mmmmmmmmm você me mata, gostoso, me mata, me faz sentir tão mulher, finalmente tenho um pau pra gozar à vontade.
Gozei no cu dela e meu leite espirrou tudo nos intestinos dela, eu gozei uma vez só, mas já de madrugada, depois de tanto sexo bom pra caralho e quando ela já tinha gozado várias vezes, ela dormiu no meu peito igual uma criança, com a carinha gostosa e sorrindo, eu fiquei acariciando o cabelo dela até pegar no sono, exaustos, merecendo o sono dos justos, a gente dormiu entregue nos braços de Morfeu…
No dia seguinte, acho que era meio-dia, acordei com um boquete dos deuses, um dos mais gostosos que já experimentei até hoje. Depois de deixar minha pica bem no ponto, a Elizabeth subiu em mim e me cavalgou que nem uma amazona. Depois de se esfregar gostoso na buceta dela, aproveitou que meu pau escapou sem querer, pegou ele e enfiou no cu dela até o talo. Eu acariciava a cintura linda dela, beijava o corpo onde dava, e já com o dia claro, me excitava ver como ela mexia a barriga perfeita, saída das Mil e Uma Noites, com um piercing no umbigo. Enquanto isso, ela massageava minhas bolas com as unhas compridas, e eu empurrava pra cima, tentando me enfiar mais fundo nela. As caras de prazer que ela fazia me deixavam ainda mais excitado, e a cada estocada que ela dava em si mesma, os peitos lindos dela se aproximavam mais, e eu chupava eles à vontade, lambendo os biquinhos bem durinhos. Tentando, dos dois lados, fazer o ato e o prazer durarem, depois de um bom tempo ela mijou de tesão em cima de mim, e eu me despluguei dela pra derramar meu leitinho quente na boca dela, no cabelo e nos peitos, o que ela recebeu com um prazer épico. Essa mulher fazia eu produzir quantidades industriais de porra, porque até eu me surpreendi com a gozada: abundante e grossa, escorria pelo corpo dela, e antes que caísse nos lençóis, ela se esfregava como se fosse um bálsamo no corpo todo.
Que jeito gostoso de acordar numa cidade nova… saímos pra cidade pra resolver meus trampos de trabalho e, depois que me liberei, fomos buscar ela no escritório da Mônica, a irmã dela. Era um puta negócio de impressão digital e design gráfico, do qual a Mony era a dona.
Ao entrar no escritório dela, eu e a Ely, ela me olhou dos pés à cabeça com uma certa malícia e se aproximou de mim. Nos dando um abraço forte e um beijo na boca, a gente se preparou pra conversar. Ela deixou algumas entregas organizadas que precisavam ser feitas e fomos pra um restaurante que elas gostavam de frequentar. Almoçamos juntos e, na companhia das duas irmãs, eu não sabia definir — e até agora não sei — qual das duas é a mais gostosa.
Eu me sentia sortudo com uma companhia dessas, e a Mony não parava de perguntar sobre a nossa primeira noite, o que a Ely, toda encantada, contava com todos os detalhes de cada cena que a gente viveu. Elas começaram a se provocar, e eu achei a coisa mais fofa, porque começaram a brigar feito duas meninas mimadas.
Depois do almoço, fomos até a empresa do Pancho e pudemos nos conhecer pessoalmente. Ele me pareceu muito gente boa e também percebi que era super ocupado e importante no trabalho. Ficamos batendo papo sobre amenidades de negócios no escritório dele enquanto as duas bonecas sumiram. Não falamos nada sobre sexo, só combinamos que naqueles dias que faltavam eu estaria com elas na cabana e agradeci pela confiança dele. Aí as duas bonecas chegaram e me chamaram pra conhecer a cidade. Era mais que um sonho ter aquelas guias turísticas. Chegamos cansados na cabana depois do jantar, mas nunca cansados demais pra não ter um sexo delicioso. No carro, enquanto uma dirigia, eu apalpava a outra e alternava a todo momento pra dar conta das duas do jeito que elas pediam. Eram as mulheres mais safadas que eu já conheci e pediam guerra — e era isso que eu ia dar pra elas. O tempo todo meu pau duro com semelhantes gostosas do meu lado, então teria que possuir as duas agora, em dose dupla.
Todos nós tomamos banho e as duas deitadas, uma de cada lado, começaram a me tocar. Ely começou a me beijar de um jeito safado e Mony se dedicou a percorrer minha rola com a boca, me fazia uma mamada fenomenal e acariciava minha bunda com certo deleite na ponta da língua enquanto punhetava devagar minha rola bem dura. Eu estava prestes a explodir e as veias pulsavam de tesão.
Pedi a buceta dela pra comer a Mony, que me entregou gostosa, cheia de sucos. Enfiei meus dedos e minha língua não parou de percorrer cada milímetro da extensão da grutinha do prazer dela, e ela gritava se contorcendo igual uma gata no cio. Ao mesmo tempo, Ely sentou na minha cara e, alternando as mamadas, eu curtia duas bucetas só pra mim. Exercitava minha língua e meu pescoço como se fosse uma academia, levantando e chupando os sucos da minha gostosa e da minha potra, dessa vez juntas.
Qual cavaleiro safado, subi pra montar a Mônica, que, louca pra me ter, abriu as pernas de uma vez e eu enfiei de uma só tacada até o fundo. Ely pegava no meu pau e, como se fosse um anel com os dedos, fazia deslizar minha masculinidade na buceta da irmã dela. Em pouco tempo, a Mony teve um orgasmo violento, ficou toda tensa, os músculos travados, e, em silêncio, franzia o rosto, perdida no próprio prazer. Enfiei meu pau mais duro do que nunca, mas ela tava muito irritada e não queria que eu tocasse nela. Deixei ela descansar e me virei pra minha gostosa. A égua já tava domada… era hora de fazer a gostosa, que eu já tinha domado na noite anterior, pegar no tranco fino. Ela quis que eu enfiasse sem dó, porque a visão da foda que eu dei na irmã dela tinha deixado ela muito excitada. Sentei numa cadeira e parecíamos dois selvagens trepando igual bichos, enquanto a irmã dela, recuperando as forças do orgasmo, começava a voltar à vida.
Ely apoiou a cabeça nos ombros da Mony, enquanto ela segurava ela pela cintura, sentada de frente pra ela e ajudava a mexer a bunda pra cima e pra baixo pra enfiar minha pica o mais fundo possível. Eu continuei sentado na cadeira, dando estocadas pra cima, curtindo o espetáculo de ver ela sentada de costas pra mim enquanto olhava de frente pra irmã dela, que com um olhar completamente tarado não perdia nenhum detalhe da foda que eu tava dando na consanguínea dela. A atitude dela era totalmente voyeurista, só ficava olhando e ajudando a gente a se encaixar de um jeito mais confortável e gostoso.
A Mony curte desse jeito, nos ajudando como uma assistente disposta a cuidar da irmã dela e de mim pra gente ter umas fodas melhores. Ela dava apoio no que a gente precisava, e quando a gente precisava de ajuda pra posicionar a Ely em alguma posição, ela tava sempre pronta. Se meu pau escapava por causa dos movimentos, às vezes meio brutos por causa da excitação, ela colocava de volta no lugar. Se a Ely queria me chupar, a Mony pegava meu pau e colocava na boca dela, e às vezes ajudava dando umas lambidas gostosas quando eu tava chupando a Ely. A irmã dela abria as pernas, separava a buceta com as mãos o máximo que podia pra eu conseguir meter minha boca lá dentro. No fim, o importante é que ela curte desse jeito, e eu curto ainda mais quando ela também quer enfiar meu pau pra aliviar o tesão que dava nela de ver a gente.
Cansados daquela posição, fomos pra cama. Deitei de barriga pra cima, esperando a Ely me montar. Ela subiu em mim e começou a buscar a penetração, mexendo a bacia pra cima e pra baixo. Como não entrava e a gente não usou as mãos pra encaixar, a irmãzinha prestativa dela entrou em ação de novo: pegou meu pau e guiou até a buraquinha molhada da mana dela. Enquanto eu sentia a mão dela em volta da haste da minha rola, ela abria a bucetinha da irmã e, ela mesma, unia nossos sexos pro prazer infinito dos três.
Continuamos transando nessa posição, ela sentada no meu pau e eu curtindo os peitos dela, chupava com paixão, amassava e também deixava eles soltos pra ver como balançavam no ritmo dos movimentos da Elizabeth, é um espetáculo ver esses peitões enormes se movendo de um lado pro outro, às vezes quando ela tá ereta ou quando se abaixa em cima de mim, ficando literalmente pendurados como frutas enormes da árvore dela à disposição da minha boca, eu agarrei e chupei com força, segurando com as duas mãos cada um deles de forma alternada pra aproveitar. Às vezes meu pau escapava por causa dos movimentos bruscos, mas a Mony tava lá pra colocar de volta no lugar, às vezes eu sentia que ela aproveitava quando saía pra dar umas chupadas antes de enfiar de novo, também sentia ela chupando a buceta da Ely antes de enfiar o meu pau nela de novo. Eu adoro essa sensação de putaria e tesão máximo que dá ter alguém que te ajuda a transar de forma mais confortável e gostosa.
Ely, igualzinho à noite anterior, começou a me dar um show de orgasmos e dizia que tava surpresa com minha resistência, porque minha rola, em vez de amolecer, tava mais dura do que nunca, totalmente o contrário do que ela tava acostumada. As duas curtiam minha pica de um jeito e de outro, enfiavam em todos os buracos delas e aproveitavam ao máximo.
Uma e outra vez me colocavam como elas queriam e compartilhavam o mesmo macho com deleite máximo. O que mais curti naquela noite foi quando coloquei a Mônica por cima, de costas pra Ely, e comecei a bombar as duas, alternando as estocadas naquelas bucetas meladas. Agora uma gritava, agora a outra dava berros. Também coloquei as duas de quatro, juntinhas, e alternando as metidas pra ser justo, ia enfiando dez na bunda de uma e dez na bunda da outra.
As duas adoravam muito sexo anal e a Mônica curtia pra caralho quando, com meu pau dentro dela, eu dava ela de presente pra irmã mais velha. Com tanta brincadeira e estímulo a noite inteira, que eu curti elas e elas me curtiram, acabei gozando uma porrada de porra grossa, abundante e quente na boca delas, que dividiam igual duas irmãzinhas boas. Passamos a noite toda fodendo e dando o cu, e eu gozei dentro delas à vontade mais sete vezes antes do amanhecer. Depois, ao acordar, teve o famoso matinal, mas agora era em dose dupla, e foi assim durante todos os quatro dias que restaram. Aproveitei os corpos delas, as bocas, as bucetas e os booties até não aguentar mais. Nunca tinha transado tanto na minha vida. Essas duas irmãs fizeram valer a pena viajar tão longe pra conhecê-las, e mais, tô pensando em voltar de novo, porque a lembrança à noite dessas duas ninfas à minha disposição é de enlouquecer.
Guardo na minha mente as palavras delas com aquele sotaque mexicano quando eu as possuía e elas me diziam:
Dá bem a pica, seu filho da puta, come a gente gostoso e faz a gente gozar com o seu poder.
Come bem gostoso na puta da minha irmã, que o marido não dá pra ela como essa puta merece
Abre bem a buceta dessa puta, não vê que é uma gostosa que adora levar um pau bem duro igual o teu.
Olha na cara dela e como ela goza, a putinha.
Somos suas duas cachorras e suas putas, faz com a gente sempre o que você quiser.
Finalmente conseguimos aproveitar uma pica bem dura e que não amolece, olha como ela entra no teu cu, irmãzinha.
Tudo isso e muito mais, mas com sotaque mexicano de meninas mimadas e safadas que não saem da minha mente, as vozes e as lembranças enquanto eu as comia.
Todo o tempo que passei com elas, literalmente banhei elas de porra toda vez que elas quiseram e enfiei meu pau em todos os buracos, e elas gozaram como duas boas vadias gostosas. Antes de voltar, fui me despedir do Pancho e devolver as mulheres dele sãs e salvas: uma era a esposa e a outra, a amada cunhada. Ele ficou agradecido, porque disse que notou um brilho de felicidade e satisfação nos olhos delas, e era isso que o fazia feliz, vê-las assim. Ela disse que aquilo duraria muito tempo e agradeceu a ele por ter deixado ela transar comigo à vontade.
Tamo sempre em contato e queremos repetir logo, vou manter vocês informados.
Espero, Mônica, que esse relato que você me pediu tenha satisfeito suas expectativas e me desculpa por ter te feito esperar tanto por ele.
Espero seus comentários e mensagens, que são sempre bem-vindos, especialmente neste caso se forem de mulheres do Equador, onde moro, da Colômbia, Peru e México, onde viajo a trabalho. Deixo claro que não tenho nada contra as minas do DF, então não fiquem ofendidas, por favor…. Mulheres gostosas têm em todo lugar, mas naquele dia eu não vi nenhuma.
1 comentários - Duas irmãs mexicanas me chamam pra fuder elas