
Deixo de ser meu sobrinho, ele me faz desejar tanto que perco o controle de mim, é meu dono, é meu parceiro, é meu tudo.Oii, sou a Gabriela. Essa é a segunda história que me pediram. Bom, vou começar com algumas perguntas que me fizeram. Tudo que está acontecendo é real. Eu tenho 40 anos, meço 1,60m, tenho um corpo gordinho, praticamente como chamam de "curvy". Meus peitos são um pouco caídos e minha bunda um pouco mais empinada, mas é por causa da gordura. Meu sobrinho se chama Alejandro, tem 18 anos, mede 1,73m. Ele tem um rosto bem bonito, ouso dizer que poderia ser modelo — e não porque sou suspeita por ser tia, mas porque ele é realmente muito gato. Ele é de pele branca, mas não tanto quanto os loiros, só não é moreno nem branco, está no meio termo, é falso? Não, ele tem corpo atlético, não de academia, mas é bem definido. O pinto dele bem ereto chega a medir entre 15 e 16 cm, calculo, porque nunca medi de verdade. Nunca me importei com tamanho, tanto que meu atual namorado tem uns 10 cm ereto, e sim, eu traio ele com meu sobrinho. Eu tenho uma filha, por razões óbvias não vou dizer a idade dela, e só me casei uma vez, há anos.
Outro ponto que me pediram para dar mais detalhes é desde quando começamos e de onde somos. Bom, somos do México, de uma cidade do centro do México, e começamos em outubro deste ano.
Agora, só peço respeito. Se me mandarem e-mails ou mensagens, não é porque tenho relações com meu sobrinho que quero ter com outras pessoas, então, por favor, entendam.
Bem, sabendo disso, vou começar a história. Dias depois de ter ido ao hotel, meu sobrinho não me visitava nem falava comigo. Pensei que talvez estivesse cumprindo o "trato" ou sei lá. Então, numa quarta-feira, fui vê-lo na casa dele. Cheguei e minha irmã (mãe dele) abriu a porta. E vocês não sabem o tesão que foi dizer que ia ver o Ale. Ela me disse que ele estava no quarto dele dormindo, mas que eu fosse vê-lo, talvez tivesse acordado. Fui subindo as escadas até a porta dele, bati algumas vezes e ele não abriu, então entrei. E ele estava dormindo, de moletom e sem camisa. Naquele momento, senti muita adrenalina, excitação e um... Vontade de pegar ele ali mesmo, então fechei a porta e fui direto pro pau dele. Abaixei devagar a calça dele e quando deixei a rola dele à mostra, comecei a chupar devagar, lambia, envolvia na minha língua e aos poucos foi ficando duro. Chupava os ovos dele, enfiava tudo na boca, beijava a cabecinha até que o que eu queria aconteceu: ele acordou. Mas isso era só parte da (Sedução) dele. Ele só ficou olhando como eu deixava saliva no pau dele, provocava ele, mas não fazia nada. Então masturbei ele pensando que ia me comer na hora, mas ele só gozou na minha boca. Engoli o leite dele e nada, não fez nada. Então fui pra minha casa meio confusa com o que tinha acontecido e me senti muito humilhada. Fui na casa dele só por ele, chupei a rola dele, mas ele não fez nada, nem um beijo, nada. Fiquei um tempão pensando nisso e me senti usada e totalmente perdida, achava que meu sobrinho pensava que eu era uma puta pelo que fiz. Enfim, o dia passou e meu sobrinho foi de noite me pedir ajuda com uns trâmites do trabalho dele, então ajudei. Não demorou muito, terminamos rápido e ele se despediu e levantou. Eu sempre acompanho ele até a porta, mas me sentia mal e meio puta com ele, então deixei ele ir sozinho, só ouvi quando ele “fechou a porta”. Fui deitar minha filha e depois de limpar a cozinha, fui pro meu quarto dormir. Troquei pro meu short de lycra e uma camiseta que fica grande como vestido e me deitei. Mas depois de uns minutos, alguém entrou no meu quarto, mas pensei que era minha filha, porque às vezes ela dorme comigo com medo. Mas começaram a mexer numa gaveta, então acendi a luz e era meu Sobrinho movendo a gaveta pra porta. Sabia que ele ia me fazer dele de novo, então ele se pelou completamente e veio na minha direção. Eu comecei a me molhar, senti minha calcinha apertando minha bunda e todo meu corpo esquentando. Quando ele me beijou, puff, me senti no céu. Foi um beijo muito apaixonado, a gente passava as línguas um no outro enquanto eu Acariciava a piroca, ele continuou me beijando, dessa vez com fúria, abria minha boca com a língua, beijava meu pescoço, tocava meus peitos, eu tava super molhada, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, agarrava minhas nádegas, apertava elas, enquanto continuava me beijando, não sei em que momento me encostou na parede, levantou minha saia e encostou o pau todo na minha buceta por cima da calcinha, me segurou pela cintura, me levantou até ele e me sentou no meu criado-mudo, subiu minha camisa, arrancou meu sutiã enquanto beijava meus peitos, enfiou a mão entre minhas pernas, tocava minha buceta já molhada de tanta excitação, baixou minha calcinha e começou a me lamber, que lindo que ele fazia, já fora de mim, me joguei pra trás e comecei a gozar, tirei tudo e ficamos os dois pelados, aí ele subiu na cama, abriu minhas pernas, se colocou no meio, separou minhas nádegas e começou a cheirar meu cu, eu sentia o nariz dele roçando meu ânus, começou a lamber meu cu, enfiava a língua no meu ânus.
Eu senti uma excitação tremenda, tinha vontade de me virar e abraçar meu sobrinho, mas me segurava, tinha uma sensação estranha, mais molhada que o normal e mais quente, de repente ele parou de lamber, começou a me virar devagar, até me deixar de barriga pra cima, separou minhas pernas o máximo que pôde, até deixar minha buceta semiaberta, enfiou o dedo na minha buceta e levou à boca, depois começou a me lamber, abrindo com os dedos os lábios da minha buceta.
Vi ele se ajoelhar, pegando com as mãos o pau dele ereto, e esfregou no meu cu, sentia a rigidez da piroca enorme e pulsante dele, com a mão direita peguei aquele membro e esfreguei a cabeça no meu ânus.
Eu tremia de prazer, o pau dele roçou meu esfíncter anal e senti o desejo de que ele afundasse ali, o pau dele começou a afundar, enquanto meus quadris relaxavam ajudando na penetração, era maravilhoso, pude sentir como toda a masculinidade dele entrava em mim de uma só vez, arrancando um suspiro, senti como a piroca do meu sobrinho entrava em mim abrindo meu cu mais uma vez e preenchendo minhas entranhas. com seu imenso pedaço de carne, uma vez com a rola já dentro, ele passou os braços por baixo das minhas pernas e as levantou, pra ter uma penetrada mais funda, ficando eu com as pernas erguidas e abertas de par em par. nessa posição, ele me deu um tremendo empurrão, que eu gritei e abri meus olhos arregalados. senti o membro dele tão lá dentro, era tão gostoso. ele puxou minha cintura uma e outra vez contra a pélvis dele, eu sentia que via estrelas. ele se inclinou e, por trás, apertava meus peitos que subiam e desciam com o movimento. comecei a mexer minha cintura com força pra tentar sentir ele mais fundo e, de repente, senti meu corpo começar a se contrair, sentia meu clitóris pulsar, cada vez sentia mais umidade na minha buceta e, de repente, gritei: tinha sentido um orgasmo que me aproximou do divino.
depois ele saiu dessa posição e se jogou na cama e me disse: sobe em cima de mim, tia, e enfia minha rola no teu cu. fiz o que ele mandou, peguei a rola imensa dele e enfiei de novo no meu cu molhado pelos meus sucos de tanta excitação. agora era eu que estava por cima do meu sobrinho, engolindo a rola enorme dele. ele me disse: mexe essa bunda, tia, isso me excita ainda mais. comecei a mexer minha bunda gemendo de prazer, ele me dava tapas na bunda e dizia: que gostosa você está, tia. eu comecei a me mover com movimentos de vai e vem, gemendo de prazer. ele agarrava minhas nádegas, apertava, puxava contra a rola dele. de repente, ele me tirou de cima e disse: agora deita de bruços. eu pressenti o que vinha, mas obedeci sem reclamar. agora, com meu sobrinho, eu não tinha capacidade de negar nada a ele, me sentia a mulher dele de verdade, estava decidida a aceitar tudo que ele fizesse comigo. ele colocou um travesseiro grande dobrado em dois debaixo do meu púbis e disse: pra encaixar melhor a rola. fiquei de bruços com a bunda levantada pelo travesseiro, ele abriu minhas pernas e se ajoelhou no meio e disse: que bunda gostosa você tem, tia, todo dia eu olho pra suas nádegas. ele separou minhas nádegas até ver meu cu, depois cheirou meu buraco de novo, enfiou o dedo no meu cu. e me deu várias lambidas.
ele estava completamente transformado, já não era mais o garotinho meigo e respeitoso que eu conhecia, o rosto dele estava cheio de luxúria olhando pra minha bunda
me deu dois tapas nas nádegas, e falou: abre essa buceta, tia, pra enfiar a pica até o fundo
eu ia dar minha bunda mais uma vez, mas eu queria e ele disse, eu sei que você também quer me dar essa bunda, por isso veio na minha casa assim, então coloquei as duas mãos nas minhas nádegas e as separei, tentando abrir meu cu pra receber a pica do meu sobrinho, ele cuspiu no meu ânus e colocou a cabeça quente da pica bem na entrada do meu buraco, e com um empurrão forte enfiou até o fundo.
eu gritei, ele disse: aguenta, Tia, você tem uma bunda enorme que aguenta tudo, já te tenho atravessada, se mexe e goza gostosa, começou a bombar com vontade, eu virei pra olhar a cara de depravado dele, vi como ele torcia as feições olhando pra minha bunda, puxava minhas nádegas desesperadamente contra a pica dele, vendo como minhas nádegas tremiam ao bater no púbis dele, eu sentia muito prazer, só sentia prazer extremo, meu sobrinho agarrou meus cabelos, como se fossem as rédeas de um cavalo, e com a pica bem dentro do meu cu, levantou as pernas, ficando no ar, depois colocou a mão na minha buceta e começou a massagear meu clitóris com os dedos, eu me sentia no paraíso, comecei a gemer: ninguém nunca tinha me feito sentir a excitação que eu sentia com meu Sobrinho e o prazer que eu estava sentindo com meu sobrinho, de repente senti que o orgasmo estava vindo, mexi minha bunda batendo contra o púbis do meu sobrinho pra ele enfiar mais essa pica até que eu dei um grito de prazer e parei de me mexer, via como escorriam meus fluidos tanto anais quanto vaginais, e meu sobrinho Ale foi neles, lambeu tudo e engoliu como da primeira vez
O sangue corria desenfreadamente pelas minhas veias, meu coração batia forte no peito, o suor na minha pele, a pica do Ale esfregando na minha buceta até ficar totalmente encharcada pelo meu fluxo; ele levantou minhas pernas, me deixando suspensa No ar, eu amassava meus peitos sem piedade, me causando uma mistura doentia de dor e prazer, e mordia meus ombros e meu pescoço. Uma pica enorme, que abriu caminho entre minhas pernas totalmente abertas até a entrada da minha buceta, eu senti a pressão e aquela rola dominar meus sentidos. Ela foi enfiando em meio aos meus gritos de prazer e mares de gozo que saíam da minha buceta e ele disse: "Já está toda dentro!" – sussurrava baixinho, docemente – "Goza, que você gosta!" – apenas um movimento de vai e vem e eu sentia todo o pau dele dentro de mim, até o estômago. Meu corpo subia e descia no ritmo das estocadas dele, meus peitos balançavam, era uma sensação de prazer indescritível. De repente ele disse: "Não reclama que você gosta, safada!" O sorriso debochado do Ale me deixou louca. Mordi ele com toda minha força até sangrar e apertei minhas pernas em volta da cintura dele enquanto experimentava o orgasmo mais profundo que lembro. Como se fosse um gatilho, ele me comeu com mais força sem gozar. Eu estava muito excitada, muito molhada e sentia meus fluidos escorrendo pela parte interna das minhas coxas. Meu sobrinho estava atrás de mim, me beijava no pescoço e dizia que eu era gostosa. As mãos dele viajavam por todo meu corpo, arrancando gemidos de prazer. Eu estava com a buceta cheia de gozo e bem aberta, sentia o roçar do pau que me penetrava e a pressão dentro de mim de uma forma incrível. Eu, sem perder muito tempo, ao ver que meu sobrinho estava prestes a gozar, implorei pelo pau dele. A penetração na minha buceta acelerou e de repente notei como o esperma inundava minha buceta, escorrendo pelas paredes e saindo para fora. Não consegui evitar, naquele momento gozei na hora. Fui direto chupar a rola do meu sobrinho para deixar ele duro de novo, não parei de chupar e ele ficava mais excitado ao me ver assim. Chupei ele todo até não sobrar nada. Parte do esperma caiu no meu rosto e pescoço, mas a maior parte caiu na minha boca. Continuei chupando a rola até ele me dar todo o esperma que tinha. Esse dia foi tudo porque o tempo Passou muito rápido, no fim das contas a gente transou quase todo dia. Meu sobrinho me fez sentir jovem de novo, cada vez é melhor, ele me satisfaz ao máximo. Ele me faz sentir desejada, gostosa. Adoro quando ele cheira minha buceta e fala coisas lindas pra mim. Gosto quando ele me chama de tia, com ele me sinto uma mulher suja, depravada, e ao mesmo tempo me sinto amada, desejada e cheia de vida. Ele me pega onde quer: na cozinha, na sala, na cama, no chão — ele me come do jeito que quer, e eu nunca nego nada pra ele. Amo meu sobrinho Ale, sou muito feliz.
Bom, é isso, meu relato. Espero que gostem e comentem.
1 comentários - Dejo de ser mi sobrino