Desde pequena, sempre fui uma menininha pervertida. Desde que descobri o sexo, fiquei fascinada pelo poder que ele tem sobre as pessoas, como a vontade se curva diante do desejo. Só os espíritos mais elevados conseguem resistir ao instinto de se entregar ao prazer, e por isso, quase tudo que acontece ao nosso redor carrega uma conotação sexual que o define e condiciona.
Eu adoro ver um homem sucumbir ao desejo. Eles viram marionetes indefesas; e o melhor é que, durante o jogo, quase todos têm a falsa ilusão de poder, de que estão no controle da situação; quando, na real, estão à mercê dos nossos caprichos. Por isso, sei que o erotismo é uma verdadeira fonte de poder.
Desde moleca, entendi que podia ter qualquer homem aos meus pés, literalmente. Minha primeira vítima foi meu tio Alejandro. Quando chegava da escola, costumava me deitar no sofá pra ver TV, tirava os sapatos e ficava brincando com meus pés. No começo, não tinha maldade nenhuma, mas aos poucos percebi que meu tio era fascinado em fazer massagem nos meus pés. Eu me divertia pra caramba com as cócegas dele e passando meus pés no rosto dele pra ele cheirar. Ele, de brincadeira, falava que fediam, mas deixava eu perturbar ele o quanto eu quisesse.
Percebi que não era mais uma brincadeira inocente quando, uma tarde, enquanto assistíamos TV, coloquei meus pés na virilha dele e senti pela primeira vez algo duro e grande escondido ali. Meu tio estava muito nervoso, suava e tava vermelho, mas não tirava os olhos da TV. Eu, por minha vez, também me senti nervosa, mas curiosamente curtia o que tava rolando.
Naquela idade, eu tinha noções muito vagas sobre o que era sexo, mas já tinha experimentado o prazer de se tocar sozinha no banho e também já sabia o que os caras tinham entre as pernas, e principalmente o que minha mãe repetia com toda ênfase: que ali... Ninguém podia me tocar e eu não podia tocar em ninguém ali. Então, naquela tarde, eu sabia que a situação não era adequada. Naquele dia, simplesmente agi como se nada estivesse acontecendo; só mexia disfarçadamente meus pés, devagar, para roçar toda a extensão viril do pau do meu tio, que naquele momento eu já conseguia apreciar sem disfarces.
A história com meu tio evoluiu de um jeito interessante, mas isso é uma história que vou contar com calma depois. A questão é que, graças a ele, entendi que os homens perdem a cabeça por mulheres de formas muito diferentes e fascinantes. Descobri que cada parte do meu corpo era um objeto de adoração para certos tipos de homens. Uns, como ele, ficam loucos pelos meus pés, por cheirá-los e lambê-los; outros pela minha bunda, pelos meus peitos, pelo meu cu, pela minha buceta e até pelas minhas axilas e seu cheiro. Então, se você tem o dom de descobrir qual é o fetiche que cada homem tem, pode fazer dele seu escravo pessoal.
Claro, não vou negar que nós também sentimos uma fascinação irresistível por algumas partes específicas do corpo masculino. As minhas são basicamente duas: bundões grandes e glandes vermelhos e lubrificados, cobertos por um prepúcio bonito. E o que não pode faltar: um belo jato de porra quente disparado direto no meu rosto; essa é a cereja do bolo.
Tem muitas mulheres que acham isso desagradável e até humilhante, mas, como tudo, depende do ângulo que se olha. E pra mim, mais do que uma explicação racional, é simplesmente uma questão de que, quando penso num pau bem duro gozando em cima de mim, minha vulva fica molhada na hora e começa a pulsar. E pra completar, algo que poucas acham excitante, mas que me alucina: sexo com um desconhecido.
Então, vou contar uma coisa que aconteceu comigo há umas duas noites. Minhas amigas me chamaram pra ir a uma das baladas da moda da cidade. Obviamente, todas nos arrumamos gostosíssimas. Vou dar os detalhes enquanto conto a cena. No começo, tudo estava normal: pedimos drinks, dançamos, colocamos a conversa em dia e rimos pra caralho observando os caras que, aos poucos, iam se aproximando.
Cada homem acha que tem uma técnica ou um estilo de sedução que faz ele vencer com as mulheres, e muitos se matam pra aprender truques novos, argumentos, situações; mas a real é que nada do que eles fazem pesa na nossa decisão. Quando o assunto é conquistar mulheres gostosas, com autoestima forte e cérebro, o melhor que um cara pode fazer é nada; isso mesmo, nada! Porque o melhor é ser ele mesmo, agir com naturalidade e segurança, e no final tudo depende do que cada uma de nós tá procurando naquele momento.
Naquela noite, vários caras chegaram em mim. Uns com a atitude arrogante do gostosão do bairro, outros com aquela lábia de "oi, sou um cara legal, quero ser seu amigo, vou te fazer rir" — pelo amor de Deus! —, outros com a frase clássica "posso te pagar um drink?", como se quisesse bancar o ricaço. Enfim, com todo respeito que os cavalheiros merecem, só se aproximaram uns babacas querendo foder.
Já bem enjoada da situação, saí pra fumar um cigarro num terraço que dá pra uma praça linda. Tinha uns grupos bebendo e rindo alto; sabe como é, fazendo merda e se divertindo. Eu me encostei numa grade que dava pra uma avenida e, mais além, pro rio Guadalquivir. A vista era linda, então fiquei vidrada contemplando as luzes da cidade refletidas na água corrente. Não sei quanto tempo passou até um cara me interromper.
— Com licença, você tem isqueiro?
— Tenho! — respondi — Só um minuto.
Eu tinha deixado o isqueiro cair dentro da bolsa, então tive que meter a mão e começar a catar ele no meio da porção de tranqueira que a gente carrega. "Sei que tá em algum lugar", falei, dando um sorriso sem graça. pela minha bagunça.
—Não se preocupa, sou fã da Mary Poppins… quem sabe você não tem um monte de surpresas dentro dessa bolsa — respondeu rindo com malícia.
Achei engraçada a resposta inteligente dele, então na hora já fiquei à vontade. Uma das coisas mais sexys que um cara pode ter é um senso de humor esperto, que ainda dá pistas do nível de cultura dele.
Quando finalmente apareceu o isqueiro, entreguei rindo. «Você se importa se eu fumar aqui com você?» perguntou tranquilamente. «Claro que não!» respondi na hora.
O garoto tirou um cigarro bolado e acendeu. Na hora senti pelo cheiro que aquilo era maconha. Quando o cheiro ficou evidente, ele virou e disse «espero que não te incomode eu fumar um baseado aqui com você». Só sorri e não respondi nada. Então começamos a conversar. Pelo sotaque percebi que ele era gringo, acho que da Colômbia. Era alto e branco, com cara de intelectual. A conversa era leve e gostosa, então num momento arrisquei e falei «me deixa dar um trago?». Ele sorriu e me estendeu o beck. «É todo seu» respondeu.
O efeito não demorou pra bater. Em poucos minutos estávamos rindo e falando um monte de besteira. Tava sendo muito bom e de repente ele perguntou se eu queria voltar pra balada dançar um pouco. Acho que foi a melhor ideia que ele podia ter tido. Além disso, na hora fiquei cheia de expectativa porque todo mundo sabe que os caras latinos dançam muito, mas muito bem. Então num instante estávamos os dois na pista. A balada tava lotada e só tinha gente que eu não conhecia, então eu podia me dar ao luxo de dançar do jeito que eu quisesse.
E pra ajudar, a música que tava tocando era reggaeton daquele que tá na moda. Começou a tocar uma música do Maluma e o garoto falou no meu ouvido «esse mano é da minha cidade», se referindo que ele também era de Medellín.
— Então você dança igual ele? — perguntei rindo.
— Não sei se igual ele, mas de certeza que você gosta do jeito que eu danço…
E na mesma hora ele se colou em mim, se mexendo como um deus. Não sei se o efeito da maconha ajudou a aumentar minha extroversão na dança, mas tenho que admitir: se o cara mexia os quadris, eu não ficava atrás. Comecei a me mover devagar, no ritmo da música, e aos poucos fui me aproximando mais dele. De repente, virei e dei as costas pra ele, rebolando com depravação. Ele não demorou um segundo pra me pegar pela cintura e se grudar em mim. Depois disso, eu me desconectei completamente. Não sei o que as pessoas ao redor podem ter pensado (acho que cada um tava na sua), mas tenho certeza de que, se alguém tivesse prestado atenção, teria ficado com o pau duro só de me ver colada nesse cara, esfregando minha bunda sem vergonha nenhuma.
Quando comecei a sentir a ereção do pau dele, foi a glória pra mim. Inclinei minha cabeça pra trás, deixando ele ter acesso pra boca dele chegar no meu pescoço, e como se eu tivesse ordenado telepaticamente, o colombiano começou a roçar os lábios na minha orelha. Em poucos segundos, já tava beijando meu pescoço, mordendo minhas orelhas, enquanto as mãos dele exploravam devagar meus quadris, minha barriga, minha bunda, e até se aventuravam a roçar com muita elegância minha buceta.
Então lá estava eu, arrebatada e me mexendo como uma puta no cio, rodeada por centenas de desconhecidos que podiam estar se deliciando com o espetáculo que a gente tava dando, e o que eu fiz foi me comportar com a maior cara de pau obscena que já tive na vida. Sem pensar duas vezes, virei o rosto e busquei a boca dele com a minha, e no momento em que os lábios se encontraram, aproveitei pra morder os dele de leve, enquanto juntava minha língua molhada com a dele. A reação dele não demorou. Enquanto eu me entregava de olhos fechados praquele beijo de língua bem dado, a mão dele se aventurou a entrar por baixo da minha saia e foi direto na minha buceta. Com uma maestria indescritível, ele conseguiu… puxei minha tanga pro lado e imagino a surpresa que ele deve ter levado ao descobrir que eu tava um poço aberto de fluxo e umidade. Aí ele se dedicou com força a roçar meu clitóris. Tava tão excitada que eu tava fora de mim. A sensação era tão descontrolada que eu nem percebia se ele tava me tocando forte ou suave. A única coisa que eu sabia era que a cada movimento meu corpo inteiro tremia. A pussy não parava de jorrar, o cu começou a pulsar freneticamente, os peitos endureceram a ponto de me fazer tremer só com o roçar da blusa. Quando ele enfiou um dedo na minha pussy, eu não aguentei mais. Me desgrudei dele e peguei na mão dele, e aí começamos a andar num passo frenético. Nem parei pra pegar minhas coisas, que ainda estavam na mesa das minhas amigas. Simplesmente fui pra fora da balada, lembrando que do outro lado do shopping tinha uns banheiros que ninguém usaria naquela hora, e se usasse, duvido que iam se incomodar com o que eu pretendia fazer lá dentro. Chegamos e entramos sem nem reparar se tinha gente lá. Na hora nos enfiamos num box e começamos a nos beijar selvagemente. Eu enfiava a língua o máximo que podia enquanto ele, com as mãos, já tinha levantado minha saia e tava apertando minhas nádegas com força. Aí eu fiz o mesmo com minha blusa. Puxei ela de uma vez e deixei meus dois peitos no ar, que a essa altura iam explodir de tão duros que os bicos estavam. Ele não hesitou em chupá-los assim que viu aquele manjar que eu tava oferecendo. Enquanto isso, eu já tava massageando a cock dele por cima da calça. Na minha mente, só conseguia pensar no momento em que aquela glande viscosa e inchada fosse abrindo caminho entre as dobras da minha vulva, então comecei a desabotoar o cinto dele e a abaixar a braguilha. Em segundos, já tava com ele nas minhas mãos. Duro, quente, vibrante, com veias saltadas que adornavam todo o tronco, e no topo, uma bela glande que aparecia sob a proteção do prepúcio.
Fiquei com água na boca e, se minha buceta já parecia uma lagoa, naquele momento senti um fio de lubrificação escorrendo dos meus lábios menores até grudar numa das minhas coxas com o movimento. Já estava pronta pra aquele desconhecido me penetrar, mas aí me veio uma ideia que ia testar o nível de perversão dele.
Parei de beijá-lo e me afastei uns centímetros, olhando bem nos olhos dele, com minha melhor voz de puta, falei: «quero que você chupe meu cu!» A reação dele foi apoteótica. Sem pensar um segundo, me pegou pela cintura e me girou até eu ficar de costas, aí com uma mão fez pressão nas minhas costas pra eu me inclinar pra frente. Na hora fechei os olhos e cruzei os braços sobre a caixa da privada. Ele se agachou e rapidamente me fez abrir as pernas, com os dedos esticou minha calcinha fio dental até deixar ela numa das minhas nádegas, liberando o acesso pro meio da minha bunda, onde meu esfíncter esperava pulsando e suado. Acho que aquele cara tava tão doidão da erva quanto eu, porque não teve nenhum pudor ao passar a língua no meu cu como se fosse um manjar dos deuses. Não sei quanto tempo durou ele comendo meu ânus, só sei que ninguém tinha enfiado a língua tão fundo quanto ele. Tecnicamente, ele tava me sodomizando com a língua e eu tava morrendo de prazer. Do jeito que dava, alcancei minha vulva com uma mão e comecei a me masturbar. Acho que tava esfregando meu clitóris tão forte que não demorou nem dois segundos pra eu explodir num orgasmo imenso que me fez jorrar fluido como se tivesse rompido uma fonte. Foi um dos orgasmos mais longos que já tive na vida, então enquanto minha buceta se contorcia de prazer, apoiei uma mão na parede e com a Outra, peguei na cabeça dele e fiz pressão pra língua dele entrar bem fundo no meu cu. Imagino que o garoto devia estar com dificuldade pra respirar naquela situação, porque o rosto dele tava completamente afundado entre minhas nádegas.
Na hora ele se levantou e, sem cerimônia, esfregou a glande dele na minha buceta umas duas vezes, como se quisesse misturar meus fluidos com o líquido seminal dele, e em seguida meteu sem piedade o pau dele lá dentro da minha buceta. Enquanto a glande ia abrindo caminho pra dentro, eu sentia ele estimulando as paredes da minha buceta com o atrito. Era uma sensação enlouquecedora. A cada estocada, minhas pernas e o corpo inteiro tremiam como se eu tivesse tendo uma convulsão, aí veio meu segundo orgasmo, que não deu pra segurar, e eu explodi numa sequência de gemidos e xingamentos. Porra, mano, que pau divino!
Acho que o garoto percebeu o desespero do meu êxtase porque, sem nenhuma vergonha, tirou o pau da minha buceta e apontou direto pro meu cu. Se não fosse pelas circunstâncias em que a gente tava fodendo, eu nunca teria deixado um desconhecido me penetrar no cu, mas naquela altura eu tava completamente possuída por um desejo incontrolável, então nem me importei quando aquele membro pulsante começou a entrar no meu reto.
Se eu já tinha curtido enquanto ele metia na minha buceta, enquanto ele ia me enrabando eu alucinei. Ele também bufava de prazer igual um bicho. Era simplesmente indescritível, mas antes que ele gozasse, eu tive um terceiro orgasmo que fez meu corpo inteiro sacudir enquanto sentia um choque subindo e descendo pela minha espinha, que arrepiou todos os pelos do meu corpo.
Não aguentei mais, tive que tirar aquele pau do meu cu ou ia ter um infarto. Então me virei e pude observar ele por completo: tava lindo, viril, igual um bode macho, e as pupilas dele nas órbitas estavam completamente desvairadas, como se estivesse possuído e inconsciente. Então, na mesma hora, me ajoelhei e, sem me importar que segundos antes o pau dele estava enfiado no meu cu, comecei a chupar a rola como se minha vida dependesse disso. A cena era surreal. Lá estava ele, de pé, se segurando nas paredes do cubículo com as mãos, e eu de joelhos na frente dele, com as pernas abertas, a saia levantada na cintura, a calcinha fio dental puxada pro lado, a buceta e o cu pulsando no ar, meus peitos pra fora da blusa, chupando o pau dele de cima a baixo como se fosse o último dia da minha vida.
De repente, o cara pegou meu cabelo com uma das mãos e, suave mas firme, puxou minha cabeça pra trás, enquanto com a mão livre segurou o próprio pênis e começou a bater uma punheta descomunal, enquanto eu, com a língua e os lábios, pressionava desesperadamente a cabeça dele.
Minha recompensa não demorou. O cara recuou uns centímetros e, soltando um bufão de touro bravo, um jato de porra foi direto na minha cara, batendo com sua viscosidade e mormaço. Depois outro direto na minha garganta, e mais um na minha testa, e assim perdi a conta de toda a porra que espirrou pra todo lado, me deixando completamente banhada em sêmen.
O cara desabou contra a porta, e eu, extasiada, me sentei na privada. Ali, exausta e recobrando a consciência, via o colombiano murchar e o pau dele perder a rigidez; enquanto eu, com uma mão, acariciava minha vulva inchada e, com os dedos da outra, ia juntando o sêmen que tinha no rosto pra levar à boca.
Então, mais uma vez, essa foi uma experiência que me fez confirmar que uma gota de porra escorrendo pela minha bochecha era a melhor forma de terminar a noite.
Sajar Dalus.
Eu adoro ver um homem sucumbir ao desejo. Eles viram marionetes indefesas; e o melhor é que, durante o jogo, quase todos têm a falsa ilusão de poder, de que estão no controle da situação; quando, na real, estão à mercê dos nossos caprichos. Por isso, sei que o erotismo é uma verdadeira fonte de poder.
Desde moleca, entendi que podia ter qualquer homem aos meus pés, literalmente. Minha primeira vítima foi meu tio Alejandro. Quando chegava da escola, costumava me deitar no sofá pra ver TV, tirava os sapatos e ficava brincando com meus pés. No começo, não tinha maldade nenhuma, mas aos poucos percebi que meu tio era fascinado em fazer massagem nos meus pés. Eu me divertia pra caramba com as cócegas dele e passando meus pés no rosto dele pra ele cheirar. Ele, de brincadeira, falava que fediam, mas deixava eu perturbar ele o quanto eu quisesse.
Percebi que não era mais uma brincadeira inocente quando, uma tarde, enquanto assistíamos TV, coloquei meus pés na virilha dele e senti pela primeira vez algo duro e grande escondido ali. Meu tio estava muito nervoso, suava e tava vermelho, mas não tirava os olhos da TV. Eu, por minha vez, também me senti nervosa, mas curiosamente curtia o que tava rolando.
Naquela idade, eu tinha noções muito vagas sobre o que era sexo, mas já tinha experimentado o prazer de se tocar sozinha no banho e também já sabia o que os caras tinham entre as pernas, e principalmente o que minha mãe repetia com toda ênfase: que ali... Ninguém podia me tocar e eu não podia tocar em ninguém ali. Então, naquela tarde, eu sabia que a situação não era adequada. Naquele dia, simplesmente agi como se nada estivesse acontecendo; só mexia disfarçadamente meus pés, devagar, para roçar toda a extensão viril do pau do meu tio, que naquele momento eu já conseguia apreciar sem disfarces.
A história com meu tio evoluiu de um jeito interessante, mas isso é uma história que vou contar com calma depois. A questão é que, graças a ele, entendi que os homens perdem a cabeça por mulheres de formas muito diferentes e fascinantes. Descobri que cada parte do meu corpo era um objeto de adoração para certos tipos de homens. Uns, como ele, ficam loucos pelos meus pés, por cheirá-los e lambê-los; outros pela minha bunda, pelos meus peitos, pelo meu cu, pela minha buceta e até pelas minhas axilas e seu cheiro. Então, se você tem o dom de descobrir qual é o fetiche que cada homem tem, pode fazer dele seu escravo pessoal.
Claro, não vou negar que nós também sentimos uma fascinação irresistível por algumas partes específicas do corpo masculino. As minhas são basicamente duas: bundões grandes e glandes vermelhos e lubrificados, cobertos por um prepúcio bonito. E o que não pode faltar: um belo jato de porra quente disparado direto no meu rosto; essa é a cereja do bolo.
Tem muitas mulheres que acham isso desagradável e até humilhante, mas, como tudo, depende do ângulo que se olha. E pra mim, mais do que uma explicação racional, é simplesmente uma questão de que, quando penso num pau bem duro gozando em cima de mim, minha vulva fica molhada na hora e começa a pulsar. E pra completar, algo que poucas acham excitante, mas que me alucina: sexo com um desconhecido.
Então, vou contar uma coisa que aconteceu comigo há umas duas noites. Minhas amigas me chamaram pra ir a uma das baladas da moda da cidade. Obviamente, todas nos arrumamos gostosíssimas. Vou dar os detalhes enquanto conto a cena. No começo, tudo estava normal: pedimos drinks, dançamos, colocamos a conversa em dia e rimos pra caralho observando os caras que, aos poucos, iam se aproximando.
Cada homem acha que tem uma técnica ou um estilo de sedução que faz ele vencer com as mulheres, e muitos se matam pra aprender truques novos, argumentos, situações; mas a real é que nada do que eles fazem pesa na nossa decisão. Quando o assunto é conquistar mulheres gostosas, com autoestima forte e cérebro, o melhor que um cara pode fazer é nada; isso mesmo, nada! Porque o melhor é ser ele mesmo, agir com naturalidade e segurança, e no final tudo depende do que cada uma de nós tá procurando naquele momento.
Naquela noite, vários caras chegaram em mim. Uns com a atitude arrogante do gostosão do bairro, outros com aquela lábia de "oi, sou um cara legal, quero ser seu amigo, vou te fazer rir" — pelo amor de Deus! —, outros com a frase clássica "posso te pagar um drink?", como se quisesse bancar o ricaço. Enfim, com todo respeito que os cavalheiros merecem, só se aproximaram uns babacas querendo foder.
Já bem enjoada da situação, saí pra fumar um cigarro num terraço que dá pra uma praça linda. Tinha uns grupos bebendo e rindo alto; sabe como é, fazendo merda e se divertindo. Eu me encostei numa grade que dava pra uma avenida e, mais além, pro rio Guadalquivir. A vista era linda, então fiquei vidrada contemplando as luzes da cidade refletidas na água corrente. Não sei quanto tempo passou até um cara me interromper.
— Com licença, você tem isqueiro?
— Tenho! — respondi — Só um minuto.
Eu tinha deixado o isqueiro cair dentro da bolsa, então tive que meter a mão e começar a catar ele no meio da porção de tranqueira que a gente carrega. "Sei que tá em algum lugar", falei, dando um sorriso sem graça. pela minha bagunça.
—Não se preocupa, sou fã da Mary Poppins… quem sabe você não tem um monte de surpresas dentro dessa bolsa — respondeu rindo com malícia.
Achei engraçada a resposta inteligente dele, então na hora já fiquei à vontade. Uma das coisas mais sexys que um cara pode ter é um senso de humor esperto, que ainda dá pistas do nível de cultura dele.
Quando finalmente apareceu o isqueiro, entreguei rindo. «Você se importa se eu fumar aqui com você?» perguntou tranquilamente. «Claro que não!» respondi na hora.
O garoto tirou um cigarro bolado e acendeu. Na hora senti pelo cheiro que aquilo era maconha. Quando o cheiro ficou evidente, ele virou e disse «espero que não te incomode eu fumar um baseado aqui com você». Só sorri e não respondi nada. Então começamos a conversar. Pelo sotaque percebi que ele era gringo, acho que da Colômbia. Era alto e branco, com cara de intelectual. A conversa era leve e gostosa, então num momento arrisquei e falei «me deixa dar um trago?». Ele sorriu e me estendeu o beck. «É todo seu» respondeu.
O efeito não demorou pra bater. Em poucos minutos estávamos rindo e falando um monte de besteira. Tava sendo muito bom e de repente ele perguntou se eu queria voltar pra balada dançar um pouco. Acho que foi a melhor ideia que ele podia ter tido. Além disso, na hora fiquei cheia de expectativa porque todo mundo sabe que os caras latinos dançam muito, mas muito bem. Então num instante estávamos os dois na pista. A balada tava lotada e só tinha gente que eu não conhecia, então eu podia me dar ao luxo de dançar do jeito que eu quisesse.
E pra ajudar, a música que tava tocando era reggaeton daquele que tá na moda. Começou a tocar uma música do Maluma e o garoto falou no meu ouvido «esse mano é da minha cidade», se referindo que ele também era de Medellín.
— Então você dança igual ele? — perguntei rindo.
— Não sei se igual ele, mas de certeza que você gosta do jeito que eu danço…
E na mesma hora ele se colou em mim, se mexendo como um deus. Não sei se o efeito da maconha ajudou a aumentar minha extroversão na dança, mas tenho que admitir: se o cara mexia os quadris, eu não ficava atrás. Comecei a me mover devagar, no ritmo da música, e aos poucos fui me aproximando mais dele. De repente, virei e dei as costas pra ele, rebolando com depravação. Ele não demorou um segundo pra me pegar pela cintura e se grudar em mim. Depois disso, eu me desconectei completamente. Não sei o que as pessoas ao redor podem ter pensado (acho que cada um tava na sua), mas tenho certeza de que, se alguém tivesse prestado atenção, teria ficado com o pau duro só de me ver colada nesse cara, esfregando minha bunda sem vergonha nenhuma.
Quando comecei a sentir a ereção do pau dele, foi a glória pra mim. Inclinei minha cabeça pra trás, deixando ele ter acesso pra boca dele chegar no meu pescoço, e como se eu tivesse ordenado telepaticamente, o colombiano começou a roçar os lábios na minha orelha. Em poucos segundos, já tava beijando meu pescoço, mordendo minhas orelhas, enquanto as mãos dele exploravam devagar meus quadris, minha barriga, minha bunda, e até se aventuravam a roçar com muita elegância minha buceta.
Então lá estava eu, arrebatada e me mexendo como uma puta no cio, rodeada por centenas de desconhecidos que podiam estar se deliciando com o espetáculo que a gente tava dando, e o que eu fiz foi me comportar com a maior cara de pau obscena que já tive na vida. Sem pensar duas vezes, virei o rosto e busquei a boca dele com a minha, e no momento em que os lábios se encontraram, aproveitei pra morder os dele de leve, enquanto juntava minha língua molhada com a dele. A reação dele não demorou. Enquanto eu me entregava de olhos fechados praquele beijo de língua bem dado, a mão dele se aventurou a entrar por baixo da minha saia e foi direto na minha buceta. Com uma maestria indescritível, ele conseguiu… puxei minha tanga pro lado e imagino a surpresa que ele deve ter levado ao descobrir que eu tava um poço aberto de fluxo e umidade. Aí ele se dedicou com força a roçar meu clitóris. Tava tão excitada que eu tava fora de mim. A sensação era tão descontrolada que eu nem percebia se ele tava me tocando forte ou suave. A única coisa que eu sabia era que a cada movimento meu corpo inteiro tremia. A pussy não parava de jorrar, o cu começou a pulsar freneticamente, os peitos endureceram a ponto de me fazer tremer só com o roçar da blusa. Quando ele enfiou um dedo na minha pussy, eu não aguentei mais. Me desgrudei dele e peguei na mão dele, e aí começamos a andar num passo frenético. Nem parei pra pegar minhas coisas, que ainda estavam na mesa das minhas amigas. Simplesmente fui pra fora da balada, lembrando que do outro lado do shopping tinha uns banheiros que ninguém usaria naquela hora, e se usasse, duvido que iam se incomodar com o que eu pretendia fazer lá dentro. Chegamos e entramos sem nem reparar se tinha gente lá. Na hora nos enfiamos num box e começamos a nos beijar selvagemente. Eu enfiava a língua o máximo que podia enquanto ele, com as mãos, já tinha levantado minha saia e tava apertando minhas nádegas com força. Aí eu fiz o mesmo com minha blusa. Puxei ela de uma vez e deixei meus dois peitos no ar, que a essa altura iam explodir de tão duros que os bicos estavam. Ele não hesitou em chupá-los assim que viu aquele manjar que eu tava oferecendo. Enquanto isso, eu já tava massageando a cock dele por cima da calça. Na minha mente, só conseguia pensar no momento em que aquela glande viscosa e inchada fosse abrindo caminho entre as dobras da minha vulva, então comecei a desabotoar o cinto dele e a abaixar a braguilha. Em segundos, já tava com ele nas minhas mãos. Duro, quente, vibrante, com veias saltadas que adornavam todo o tronco, e no topo, uma bela glande que aparecia sob a proteção do prepúcio.
Fiquei com água na boca e, se minha buceta já parecia uma lagoa, naquele momento senti um fio de lubrificação escorrendo dos meus lábios menores até grudar numa das minhas coxas com o movimento. Já estava pronta pra aquele desconhecido me penetrar, mas aí me veio uma ideia que ia testar o nível de perversão dele.
Parei de beijá-lo e me afastei uns centímetros, olhando bem nos olhos dele, com minha melhor voz de puta, falei: «quero que você chupe meu cu!» A reação dele foi apoteótica. Sem pensar um segundo, me pegou pela cintura e me girou até eu ficar de costas, aí com uma mão fez pressão nas minhas costas pra eu me inclinar pra frente. Na hora fechei os olhos e cruzei os braços sobre a caixa da privada. Ele se agachou e rapidamente me fez abrir as pernas, com os dedos esticou minha calcinha fio dental até deixar ela numa das minhas nádegas, liberando o acesso pro meio da minha bunda, onde meu esfíncter esperava pulsando e suado. Acho que aquele cara tava tão doidão da erva quanto eu, porque não teve nenhum pudor ao passar a língua no meu cu como se fosse um manjar dos deuses. Não sei quanto tempo durou ele comendo meu ânus, só sei que ninguém tinha enfiado a língua tão fundo quanto ele. Tecnicamente, ele tava me sodomizando com a língua e eu tava morrendo de prazer. Do jeito que dava, alcancei minha vulva com uma mão e comecei a me masturbar. Acho que tava esfregando meu clitóris tão forte que não demorou nem dois segundos pra eu explodir num orgasmo imenso que me fez jorrar fluido como se tivesse rompido uma fonte. Foi um dos orgasmos mais longos que já tive na vida, então enquanto minha buceta se contorcia de prazer, apoiei uma mão na parede e com a Outra, peguei na cabeça dele e fiz pressão pra língua dele entrar bem fundo no meu cu. Imagino que o garoto devia estar com dificuldade pra respirar naquela situação, porque o rosto dele tava completamente afundado entre minhas nádegas.
Na hora ele se levantou e, sem cerimônia, esfregou a glande dele na minha buceta umas duas vezes, como se quisesse misturar meus fluidos com o líquido seminal dele, e em seguida meteu sem piedade o pau dele lá dentro da minha buceta. Enquanto a glande ia abrindo caminho pra dentro, eu sentia ele estimulando as paredes da minha buceta com o atrito. Era uma sensação enlouquecedora. A cada estocada, minhas pernas e o corpo inteiro tremiam como se eu tivesse tendo uma convulsão, aí veio meu segundo orgasmo, que não deu pra segurar, e eu explodi numa sequência de gemidos e xingamentos. Porra, mano, que pau divino!
Acho que o garoto percebeu o desespero do meu êxtase porque, sem nenhuma vergonha, tirou o pau da minha buceta e apontou direto pro meu cu. Se não fosse pelas circunstâncias em que a gente tava fodendo, eu nunca teria deixado um desconhecido me penetrar no cu, mas naquela altura eu tava completamente possuída por um desejo incontrolável, então nem me importei quando aquele membro pulsante começou a entrar no meu reto.
Se eu já tinha curtido enquanto ele metia na minha buceta, enquanto ele ia me enrabando eu alucinei. Ele também bufava de prazer igual um bicho. Era simplesmente indescritível, mas antes que ele gozasse, eu tive um terceiro orgasmo que fez meu corpo inteiro sacudir enquanto sentia um choque subindo e descendo pela minha espinha, que arrepiou todos os pelos do meu corpo.
Não aguentei mais, tive que tirar aquele pau do meu cu ou ia ter um infarto. Então me virei e pude observar ele por completo: tava lindo, viril, igual um bode macho, e as pupilas dele nas órbitas estavam completamente desvairadas, como se estivesse possuído e inconsciente. Então, na mesma hora, me ajoelhei e, sem me importar que segundos antes o pau dele estava enfiado no meu cu, comecei a chupar a rola como se minha vida dependesse disso. A cena era surreal. Lá estava ele, de pé, se segurando nas paredes do cubículo com as mãos, e eu de joelhos na frente dele, com as pernas abertas, a saia levantada na cintura, a calcinha fio dental puxada pro lado, a buceta e o cu pulsando no ar, meus peitos pra fora da blusa, chupando o pau dele de cima a baixo como se fosse o último dia da minha vida.
De repente, o cara pegou meu cabelo com uma das mãos e, suave mas firme, puxou minha cabeça pra trás, enquanto com a mão livre segurou o próprio pênis e começou a bater uma punheta descomunal, enquanto eu, com a língua e os lábios, pressionava desesperadamente a cabeça dele.
Minha recompensa não demorou. O cara recuou uns centímetros e, soltando um bufão de touro bravo, um jato de porra foi direto na minha cara, batendo com sua viscosidade e mormaço. Depois outro direto na minha garganta, e mais um na minha testa, e assim perdi a conta de toda a porra que espirrou pra todo lado, me deixando completamente banhada em sêmen.
O cara desabou contra a porta, e eu, extasiada, me sentei na privada. Ali, exausta e recobrando a consciência, via o colombiano murchar e o pau dele perder a rigidez; enquanto eu, com uma mão, acariciava minha vulva inchada e, com os dedos da outra, ia juntando o sêmen que tinha no rosto pra levar à boca.
Então, mais uma vez, essa foi uma experiência que me fez confirmar que uma gota de porra escorrendo pela minha bochecha era a melhor forma de terminar a noite.
Sajar Dalus.
1 comentários - Fudida por um estranho no banheiro da balada