Desde que voltamos de Mar del Plata, onde passamos uns dias memoráveis em todos os sentidos, as mulheres da casa se entenderam tão bem que algo dentro de mim me deixava inquieto. Não tinha mesmo do que reclamar, tanto minha mulher Elena quanto minha nora Corina tornavam minha vida mais que agradável, as duas cuidavam das tarefas delas numa boa, e dava pra notar uma sintonia tão forte que, mesmo sendo sogra e nora (já sabe o ditado), dava pra chamar de amigas de infância. A única diferença visível era que, por causa dos dias tão fantásticos que a gente tinha curtido na praia, os costumes e as rotinas de roupa dentro de casa ficaram, digamos, mais "confortáveis". Não era exagero nem nada, só que pra um cara como eu, algumas coisas mexiam com o sangue. Tudo era tão normal que até contagiaram a moça que vinha uns dias ajudar na limpeza, a Carla, quase uma adolescente, que achou ainda mais normal que elas se vestir de um jeito mais informal em casa.
Pra mim, até então, ficar em casa me dava uns momentos de sossego, cafés da manhã tranquilos lendo jornal, brincar com meu neto Javi ou até, nos momentos mais chatos, passar o tempo com as palavras-cruzadas que eu achava, e de quebra aprendia um pouco do "argentino". Mas desde uns dias, o que antes era uma expedição aventureira pela cidade virou uma necessidade urgente: logo depois do café ou até antes, eu saía de casa com qualquer desculpa pra voltar na hora exata de almoçar. Ver as mulheres indo e vindo com uma roupa que, pros meus sentidos, era forte demais, mexia demais comigo. Até pensei em dar minha opinião sobre o assunto com as duas, mas me sentia muito liberal por um lado, embora no fundo soubesse que não era (pelo menos pra certas coisas), e não queria parecer caretão e retrógrado. A solução imediata foi essa: sair pra rua e respirar um ar fresco. O rumo era o que menos importava, embora, por um lado, eu quisesse desabafar e receber conselhos, acabei indo até o parque/praça Aristóbulo del Valle — meu parque, digamos assim. Lá eu encontrava paz e, com sorte, companhia inteligente. Fui e, de longe, já avistei meu amigo argentino, portenho, bigodudo. Parecia um patriarca cheio de sabedoria, e eu o admirava e respeitava. O homem, ao me ver, se levantou e apertamos as mãos. À primeira vista, apesar da alegria em me ver, notei que ele estava meio abatido. A saúde frágil tava pegando, porque a umidade do ar — que pra mim era um presente pelo frescor — fodia os brônquios dele.
Eu tava morrendo de vontade de falar, de contar minhas tretas na praia, embora não quisesse dar detalhes que ele pudesse interpretar como presunção ou talvez fantasia. Por isso, preferi contar as situações mais ou menos concretas. O cavalheiro sorria pra mim, e eu, na minha verborragia, não deixava ele falar, até que ele me pegou pelo braço e me parou no seco. "Calma, amigo, dá uma segurada… Parece uma locomotiva e esquece que talvez os outros também tenham o que contar, mesmo sem ter saído de Villa del Parque." — "Ah! Desculpa, sou um idiota, não te deixei abrir a boca. É que eu tava precisando falar com alguém que entenda do que eu tô falando. Mas me diz, como vai a saúde?" — "A saúde é que nem um moleque sem noção: às vezes me deixa em paz um pouco, mas outras me fode até cansar. Então, quais novidades por aqui?" — "Bom, talvez eu tenha me empolgado demais. O que acontece é que, em certas idades, a gente já não espera que os Reis Magos apareçam, ainda mais nesse mês." — "Pô, tudo isso parece interessante, mas me conta sem rodeios o que te aconteceu." — "Bem, antes de tudo, queria que você não me visse como um velho tarado ou um adolescente imaturo. É simplesmente que me aconteceu algo inesperado. Pra mim. Vale, mas conta. Lembra daquela moça que você me apresentou um dia aqui mesmo e que você disse que éramos muito amigos? Claro, como esquecer, Magda, é uma garota estupenda. Sim, disso eu dou fé. O caso é que uma manhã eu estava lendo o jornal, focado nos comentários do San Lorenzo de Almagro que tinha ganhado de última hora, e do meu lado sentou uma mulher. Não reparei nela até que ela me chamou a atenção, mexendo no meu jornal. A garota estava lindíssima, tinha saído pra comprar uma coisa pra patroa dela e ao me ver quis me cumprimentar. Você me conhece, sou tagarela pra caralho, contei mil histórias, umas verdadeiras e outras enfeitadas, mas despertei o interesse da mulher. A conversa foi pra uns assuntos mais picantes e daí pros mais explícitos. A garota se aproximou de mim, querendo me contar algo em segredo, não lembro o quê, mas chegou tão perto que minha mão roçou um peito dela. Achei que ia morrer, já que a gente tinha conectado naquele nível e agora com minha mancada podia estragar tudo, mas não. Ela ficou parada enquanto me contava a história. Minha mão não ficou tão parada e percorreu a redondeza do peito dela enquanto eu escutava, até que alcancei o mamilo. Não tive dúvida porque ele estava tão duro que devia doer. Ela me olhou e pegou minha mão. Pensei que ia tirar com delicadeza, mas ela levou minha mão por baixo da blusa dela até deixar sobre o sutiã. Ali eu ainda sentia com mais detalhe o mamilo e a aréola, mas ela soltou a alça e deixou que a teta ficasse livre debaixo da minha mão. Eu estava petrificado. Tinha na minha mão uma teta macia, dura e pulsante de uma mulher que me olhava e apontava pro anúncio de um Albergue que tem na calçada em frente. Que maravilha! Tô imaginando, vocês iam atravessar a rua quase sem tocar o chão. Pois não, foram os brônquios, os brônquios que me foderam de verdade. Comecei a ficar sem ar, usei o aerossol pra compensar, mas cada vez ficava pior. Tive que confessar pra ela. Ela me disse: compreensiva, que era enfermeira e entendia do assunto, mas com suavidade passou a mão por baixo do jornal, meu pau tava estourando e ela o libertou pra não sofrer, colada em mim enquanto eu já amassava os dois peitos dela, ela ficou me fazendo uma punheta por baixo do jornal que me deixou sem fôlego, quando tirou a mão, ela tava cheia de porra, lambeu os dedos e falou no meu ouvido que outro dia viria preparada com algum remédio pros meus pulmões, me beijou no pescoço e se levantou depois de ajeitar os peitos e foi embora, quando tentei continuar a leitura, a foto do time marcando o último gol tava encharcada e com a tinta borrada. Uau, e eu que queria contar minhas histórias… é fantástico, fico muito feliz, tenho que confessar que eu também já experimentei esses peitos e te garanto que a Marga tem uma buceta que vai te saber a glória. Mas esses brônquios… Calma, se ela te disse isso, fica tranquilo que vocês vão ter uma boa foda. Vamos ver… e o que você queria me contar? Ah!, nada de importante, outra hora te conto alguma coisa, você me deixou empolgado, parabéns. Kkkk. Me levantei e fui embora, fiquei feliz pelo cara, a Magda não tinha me decepcionado, até me deixou de pau duro ouvindo a história, se tivesse encontrado ela, não sei se teria me segurado de dar uns apertos. Passei pela rua Cuenca e no primeiro ponto de ônibus subi, quase nem percebi e já tava no centro, do meu lado um casal de turistas mexicanos procurando o bairro da Boca, orientei eles o melhor que pude mas parecia que não tinham saído muito numa cidade grande e sem perceber, tava com eles andando pelas ruas, já deixei eles informados e passeando, ouvi o som de um tango saindo de um bar, fiquei olhando os cartazes e reconheci o grupo onde tocava Fernando, o marido da Malena, fiquei feliz e por curiosidade entrei, não era hora de apresentação. e um barman me parou, falei que queria cumprimentar o Fernando e ele me deixou passar, ele continuou limpando copos e taças compridas.
No palco simples estavam ensaiando como sempre, o casal de dançarinos fazia seus passos seguindo o ritmo, quando me viram pararam e ele me apresentou pra todo mundo, convidei eles pra umas doses que agradeceram e a gente falou de tudo, perguntei pela Malena e ele disse que ela continuava no trampo dela, que de vez em quando aparecia por lá e comiam juntos. Lembramos da primeira vez que estive com eles e acharam graça do meu interesse, confessei que adoraria saber dançar mas que tinha pernas de pau e não servia nem pra dar um passo, o gordo do piano começou a dedilhar e os outros foram se juntando até que a tanguista me olhou e falou. Quer aprender a dançar o tango? Não me atrevo nem com o passo doble. Isso é porque eu não te ensinei.
Me vi num baita aperto porque os músicos já estavam tocando tudo e a mina na minha frente com uma saia justa preta com um rasgo enorme até quase a virilha, com um top colado que me olhava com uns olhos impossíveis de recusar. Tentei pegá-la como eu fazia com a Elena mas ela me enlaçou com os braços e me puxou pra perto dela até, literalmente, grudar em mim. Me segue e não se separa por nada.
A mina me envolvia, me rodeava com braços e pernas, já não eram roçadas mas um contato completo dos dois corpos, ela enfiava a perna dela entre a minha e me beijava no pescoço quando me puxava. Por favor Tânia que teu parceiro tá olhando, você tá me deixando nervoso, bom, tarado na real. Não se preocupa com o Alberto meu parceiro, ele quem gosta é do garçom, você não percebe como eles se olham? E já notei que você tá excitado, eu toco no teu pau com minha perna enquanto danço e você me deixou molhada também. Mas os músicos… Os músicos?... olha o Fernando, o que ele mais gosta é que eu faça um Mamada enquanto toca bandoneón, o gordo do piano tem um pau pequeno e adora que eu sente na cara dele e chupe minha bunda, o do contrabaixo tem a rola curta mas grossa, curte meter no meu cu, e o violinista, ah! isso sim é um pau, chega quase no joelho dele e enfia tudo, adora me ouvir gritar mas eu curto essa tranca dentro, é o que melhor me fode, bom, até agora. Quer vir no meu camarim e a gente testar o tango na horizontal? E o que os outros vão dizer? Que a gente tá comendo como loucos, não vão incomodar, olha o Alberto já tá de joelhos na frente do garçom.
Me convenceu na hora e entre as cortinas do palco me deu o primeiro beijo, gostava de álcool e tabaco mas amei, quando fechou a porta do camarim dele se apoiou na parede e falou. Me empurra! É assim que eu mais gosto, mete de pé, quero que me levante do chão.
A saia só tinha um colchete segurando e caiu no chão, a calcinha preta não foi obstáculo porque ele desviou e o top tirou por cima da cabeça, meu pau entrou abrindo caminho pelo elástico da calcinha, tive sorte que ela era bem mais baixa que eu e quando enfiei apertei ela contra a parede e ela ficou no alto, nem na ponta dos pés alcançava o chão, era de corpo pequeno e se abraçou em mim e me envolveu com as pernas na cintura, as paredes do camarim eram de madeira e rangiam com as empurradas. Onde você quer que eu goze? Isso é o que te preocupa agora?, me fode até morrer, uma gozada a mais ou a menos na pussy que me importa.
Aguentei até onde deu, ela gritava e ofegava, não sei se mais que com o do violino ou não mas gozava em jatos. Espera Pepe, espera um pouco, me põe no chão, tá doendo, você tem um pau mais grosso que o do contrabaixo, quero provar mas pelo cu, depois vou contar pra ele e ele vai Fode o babaca. Soltei ela e ela simplesmente apoiou a cabeça na madeira com as mãos na parede e abrindo as pernas, molhei o bico na buceta e enfiei no cu dela, ela só gemeu um pouco, mas quando teve ele inteiro lá dentro, suspirou. Vai agora, Pepe, vai com força, arrebenta meu cu, mesmo que eu não consiga dançar essa noite.
Não sei se conseguiria, mas as mãos escorregaram da parede e ela teve que se apoiar no chão, sem nenhum impedimento continuei enfiando a pica, ela gritou como se eu tivesse atravessado ela, mas depois pediu para eu continuar mais e mais. Gozei dentro do cu dela enquanto a buceta dela jorrava fluido pra caralho, tive que segurar ela pela cintura até deitar ela de lado num sofazinho. Ela mal se mexia e eu não sabia o que fazer, depois de um tempo ela mexeu a mão um pouco e me disse tchau. Procurei a saída no depósito até dar no palco, os músicos começaram a tocar uma música de brincadeira, Fernando me acenou com a mão e quando passei do lado do Alberto, o garçom estava de joelhos na frente dele.
Fui cambaleando entre as barracas de lembranças de La Boca, todo mundo procurava a rua Caminito, eu fugia da bagunça, ao virar uma esquina alguém me parou. O que você tá fazendo por aqui, Pepe? Ah! Malena, graças a Deus que te encontro, me tira dessa confusão, por favor. Vem, vamos nesse bar, é tranquilo e você me conta. Obrigado, você não sabe como eu tô feliz. E o que aconteceu com você?
Contei tudo, do começo ao fim, exceto que a Tania chupava a pica do marido dela, Fernando, mas não precisei, foi ela mesma que me contou, e fez isso com toda naturalidade. Sim, já sei o que rola lá, meu marido me contou, Fernando e eu temos um relacionamento aberto, ou seja, temos liberdade sexual, ele adora que chupem a pica dele, você já viu no avião, ele fica relaxado igual um bebê, o do piano tem uma "pistolinha" que não consegue enfiar nem em Uma galinha e se contenta em comer a bunda de uma mulher, assim ele goza ou como queira chamar, o baixo não fode bucetas, só mete em booties. Alberto, apesar da aparência de malandro de quebrada com o cabelo engomado, é viado perdido e está apaixonado pelo Adrián, o garçom. O único que fode bem é o do violino, tem um “pauzão”… uma maravilha e a Tania… Ela é ninfomaníaca, não importa o que seja, sempre quer ter algo dentro dela, de preferência grande e grosso. Então… você e o violinista… … Já te falei… um relacionamento aberto… Você podia me fazer um favor? O que quiser, você já sabe. Se você for pra casa, pode me dar uma carona? Claro, cara, vejo que ela te deixou acabado. Isso não é foder, é um triturador, eu a segurei no ar enquanto a perfurava e ela não se cansava, tô exausto, isso não é pra mim. Hahaha, então você gosta mais de mim? Aaaah! Infinitamente. Com você é voar entre as nuvens. Como no avião, né? No avião, no quarto da sesta, na casa da sua mãe, com sua irmã, onde for você é uma deusa. Que memória você tem pra ser um velhinho! Tenho mais memória na pica do que na cabeça, hahaha. É verdade, embora minha “buceta” também não te esqueça, temos que fazer uma festinha, já quase não lembro da última vez. Quando você quiser, mas me deixa me recuperar da Tania. Hahaha, se ela te ouvisse, ia ficar feliz, ela adora destruir os homens, anda, liga o rádio do carro, vamos ouvir música! Uff… é bom ter música boa, a brisa e estar com os colhões vazios, minhas pernas já não tremem… Quem tá falando no rádio? Ah! É uma rádio de consultório de beleza e fofoca, faz muito sucesso, quem fala é amiga minha. Gosto da voz dela, me lembra alguém. Você não vai conhecer, ela é bem esnobe e adora luxo e elegância, só anda com gente “chique”, “pica” é como vocês dizem, ela se chama Gloria Fellini. Gloria Fellini? É parente do diretor italiano? Hahaha, nem pensar, na verdade ela se chama Felatio, mas você entende que não Parece bom, de certa forma ela gostaria de te conhecer, ela adora transar pra caralho mas é muito metida. Ela quem perde. Isso é certeza.
Já estávamos perto da minha casa quando ela perguntou: "Onde te deixo? Na sua casa ou a gente segue pra minha? Você sabe que moro em Villa Devoto, bem ali do lado, podia te dar uma massagem relaxante e com certeza você voltava a ser o mesmo de sempre, quem sabe você se animava de novo. Fernando não vem pra almoçar e uma soneca depois de uma boa comida... Não me tenta, Malena, sabe que daria tudo que tenho pra passar uma tarde contigo, mas hoje tô acabado de tudo. Na verdade, queria te ver e falar sobre alguns assuntos, mas... Que pena, com certeza te esperam em casa: sua mulher de avental, os bobes no cabelo e sua nora de roupão comprido carregando seu neto chorão e gritando por qualquer merda."
Eu gostava do jeito da Malena, era irônica como eu e descreveu a cena da minha casa, mas tudo ao contrário da realidade, então me afundei no banco do carro dela e falei: "Vamos pra sua casa."
Não falamos mais durante o curto trajeto. Quando entramos na casa dela, estava na penumbra, pelas janelas corria uma brisa leve e ela apontou pro telefone assim que entramos. Enquanto isso, ela foi pro quarto dela e logo se ouviu a torneira da banheira. Liguei pra minha casa, a voz sensual da Corina quando atendeu já endireitou um pouco minha pica, imaginava como ela estaria vestida e só falei que tava no centro e não dava tempo de voltar pra almoçar em casa, depois desliguei.
Da porta do quarto dela, Malena me esperava, ela mesma tirou minha roupa. No espelho de corpo inteiro me vi refletido, era um trapo de homem, não entendia o que aquelas preciosidades viam em mim: sem músculos, magro, os ovos mais compridos que a pica, uns poucos cabelos e grisalhos. Que pena, mas a Malena me ajudou a entrar na banheira cheia de água morna. A mina tava usando um roupão de felpa que tirou; por baixo, um sutiã e uma calcinha branca combinando, nada muito sexy. Agradeci e, quando ela me viu olhando, disse: "Por enquanto tá assim, depois, se quiser, tiro tudo."
Afundei a cabeça na água e fiquei lá até não aguentar mais a respiração. Não sabia o que fazer nem o que contar pra Malena. No fim das contas, ela era mulher, argentina, a gente já tinha transado várias vezes, sempre maravilhosamente, e contar intimidades femininas pra ela... capaz de eu sair ferrado.
O toque de uma esponja natural deslizando devagar pelo meu corpo me tirou do torpor. A mina não queria me deixar excitado, muito pelo contrário; passava a esponja pelas bolas e pela pussy tão sutilmente que nem dava pra chamar de roçada. Meu corpo inteiro parecia se livrar de um peso infinito, de umas energias ruins, e aos poucos comecei a falar. "Sinto te contar isso, mas você é a pessoa em quem mais confio. Além disso, é mulher. Não posso esconder que, desde que cheguei, tive uns rolos com várias minas. Você mesma foi a primeira a me fazer gozar. Desde então, sem querer, foram aparecendo oportunidades com garotas de todo tipo: jovens, bem jovens, de meia-idade, milf... de tudo." "E alguma mãe também, né?" "Porra, Malena... o que vocês mulheres têm?" "Só somos mulheres..." "Você tem razão, tem uma mãe também." "E não é qualquer mãe, né?" "Mmm... não, é uma mãe especial, mas te juro que é uma relação limpa, sem treta, natural..." "Ah, então vocês transam sempre que dá, mas sem culpa nenhuma." "É, algo assim, é tipo um jogo." "Entendi... E a sua mulher?" "Pois é, aí é que tá o problema. A gente se conhece desde criança, sempre foi uma mulher normal, recatada. Gosta de sexo, sim, mas de um jeito tradicional. o de sempre… e agora mudou muito, se veste com roupas mais ousadas, adora foder muito mais e fazer coisas que antes eram impensáveis, até meti no cu dela, ou melhor, ela meteu sozinha… Kkkk, resumindo, a senhora agora segue os passos do senhor Pepe… Você nunca se perguntou se tudo isso já gostava antes, e agora com um novo ambiente, novas amizades e família, resolveu experimentar coisas que antes a educação e os tabus seguravam? Ela devia ter suas fantasias, como todo mundo, vontade de experimentar coisas novas, sensações, coisas que ouviu falar, agora não tem vizinhos conhecidos, parentes envergonhados pra encher o saco, só tem você que corre atrás de qualquer saia, e ela sabe, sempre soube, e te ama muito, ela que tem a chance de viver agora, você reparou na palavra? VIVER, e com você não aconteceu o mesmo? Pois é, na minha casa era uma rotina, chato, agora aproveito tudo, o que vejo, o que ouço, sabores, cheiros e se são mulheres, hummm, essas bucetas, esses peitos, esses bicos… e se der, essas bundas, você tem razão mas foi uma mudança tão radical, tudo começou com uma massagem, eu ouvi ela gemer e ofegar enquanto eu estava perto. E você o que fazia enquanto isso? … Estavam chupando minha pica… é verdade. Então imagina… é só uma possibilidade… um massagista bem feito, jovem, musculoso mas não demais, que acaricia os peitos dela quase sem tocar, mas ela quer que ele se atreva mais e espera, espera até ele se atrever, os bicos endurecem de tão duros, a buceta começa a molhar e uma mão besuntada de óleo passa quase roçando entre as coxas e depois um pouco mais perto até passar entre os lábios e finalmente pega o clitóris, você já tinha feito isso com ela alguma vez? Pois aquele cara que ela nem conhecia fez e agora ela não ligava, sentiu que um orgasmo vinha, não conseguia segurar nem queria, gozou feito uma puta, soltou mais fluidos do que nunca, e aconteceu o que nunca tinha acontecido que o garoto continuou acariciando a buceta dela até que ela mesma abriu as pernas e ele entrou nela, com suavidade, com doçura até preenchê-la por completo, ela se abraçou nele, arranhou as costas dele até fazer sangue e gozou de novo e pediu pra ele gozar na boca dela e engoliu todo o leite dele, depois tomou banho e se limpou toda e voltou a ser a pussy de sempre mas vendo a vida de outro ponto de vista. Ah! Pepe, não liga pra mim!, isso são só ideias que me vêm, com certeza tô louca e não foi nada parecido, não sei no que eu tava pensando.
Eu me afundei de novo na banheira, as palavras da Malena eram pura fantasia mas muito bem podiam ser verdade, eram tão lógicas, teria ficado debaixo d'água pra sempre mas comecei a me acalmar e a reconhecer as coisas, era só uma possibilidade mas já não via tão absurda, minha mulher me amava como sempre ou mais e queria me mostrar isso, só que tinha realizado as fantasias dela, quando saí quase afogado a Malena sorria pra mim, olhava pro meu pau, saindo como o periscópio de um submarino, era sinal de que tudo tava melhorando, ela quis ter certeza e tirou o sutiã, só de calcinha meu pau continuou endurecendo, ao ir tirando as peças viu que não era um alarme falso, a cabecinha apareceu e ele foi se descobrindo se libertando do prepúcio, quando ficou brilhando a Malena se abaixou, deu um beijinho e me disse.
Bom, já tá melhor, levanta que vou te secar e vamos comer, já é tarde.
Ela fez tudo que tinha dito, me secou como um menino, no pau se demorou um pouco mais mas não o suficiente pro meu gosto, me enrolou numa toalha e me sentou na mesa, num instante estávamos comendo uns pratos frios.
Ela me tratou como um rei, ficou o tempo todo cuidando de mim, me senti muito lisonjeado que uma beleza como a Malena, com um corpo escultural, com seus Magníficas tetas se movendo livres na minha frente e com um pubis depilado que se mostrava ou escondia entre as coxas dela de um jeito tão natural, era tão sincera e simples que todo sentido sexual tinha desaparecido, até me atrevi a tirar a toalha e ficar tão pelado quanto ela. Aos poucos fui contando pra garota, "de peito aberto", todos os problemas que tinha "sofrido", contei todas as minhas vivências, desde a noite em Tigre até os "consertos" na Viviana, não contei meus jogos com a Corina mas não precisou, a Malena sabia que com minha nora tinha sido um caso especial, com a grande intuição dela percebeu que eu tinha intimidade com ela de um jeito doce, suave e nos encaixando um no outro tão natural que não dava pra distinguir o carinho, a cumplicidade e o sexo.
Com a visão de fora dela, viu claramente que tinham relações tóxicas, inofensivas e até necessárias, eu escutava ela de olhos fechados como se fosse a voz da minha consciência, embora tivéssemos sentado no sofá da sala dela e estivéssemos abraçados, não sentia o toque da pele dela, não distinguia os braços dela das tetas ou da barriga das coxas, só éramos duas almas em harmonia. Acho que na sua vida se misturaram muitas pessoas, a maioria mulheres de condições bem diferentes, e na sua idade você não deve ficar indo pra lá e pra cá mendigando uma teta qualquer como um adolescente, a demonstração de que não se deixava dominar foi boa, agora é sua vez de fazer uma seleção e escolher o melhor, acho que a mãe da Corina complicou sua vida pra caralho, condicionou suas relações com sua mulher e com a Corina, acho que ela percebeu que a filha era uma concorrente incômoda e tentou te prender igual fez com o marido dela, a diferença é que seu filho só visita ela pra transar e vai embora, de qualquer forma vejo problemas no futuro, embora a Corina, que sabe disso, faça de tudo pra não perder ele porque ama. Concordo, você descreveu melhor que ninguém. Tem uma série de mulheres na sua vida que só alimentaram seu ego, mas minaram sua autoestima, você se sentiu usado e isso te prejudica, você curtiu e fez elas felizes sem mais complicações, umas você vai esquecer, outras vai continuar vendo, mas não vão influenciar sua vida. Tem uma que eu recomendo não chegar muito perto: é a Glória. Por transar com ela, você vai acabar se humilhando, e ela vai te usar como um lenço descartável, vai te usar e jogar no lixo. Uma foda assim não te convém. Já outras, como a Magda, a enfermeira, são mulheres boas, ela já mostrou isso várias vezes, mesmo que as chefes dela não sejam lá essas coisas. A mulher do Tigre é toda uma dama, mesmo na condição humilde dela, saberia te fazer feliz em outras circunstâncias. Das meninas, não vou falar nada, imagino que pra um homem da sua idade meter numa buceta tão novinha deve ser como um entalhe no revólver de um pistoleiro. No seu lugar, eu continuaria com elas e, se puder ensinar algo de útil, faça. Tem outras que não ouso opinar porque sou parte interessada. Minha mãe tem suas fantasias francesas e com elas é feliz, você soube realizar alguns desejos dela que eram mais que fantasias, ela te agradece. Minha irmã te usou, tenho que admitir, pra dar ciúmes no marido dela, mas você comeu ela como ele nunca comeu e ainda desvirginou o cu dela de quebra, por isso ela te adora. E eu… o que posso te dizer… uma garota que tenta viver nesse mundo dando pulos pra cá e pra lá, aproveitando as oportunidades que a vida me dá, conhecendo pessoas encantadoras que transam como anjos e são anjos de verdade, por exemplo você, que sem querer influenciou muito em mim, me fez ver a vida de um jeito mais aberto, na verdade agora sou mais feliz do que antes de te conhecer. Porra, Malena, que sorte que eu tenho, conheci umas mulheres extraordinárias, cada uma contribuiu muito pra minha vida cinzenta. Ah! E esqueci a principal, a melhor de todas: sua mulher é a melhor buceta que você poderia ter encontrado, você ela quer, cuida de você, te atura, que já é muito, e fica do seu lado apesar de tudo, te mostrou que quer te manter por perto de qualquer jeito e faz o que pode pra te ter junto. Eu te aconselharia a não se preocupar com as dúvidas que te corroem, se ela quer, pussy, ela vai te contar tudo aos poucos, e você tem que ser compreensivo e agradecer como ela merece. Ah! Obrigado, Malena, quem diria que você ia me aconselhar tão sabiamente quando me sentei ao seu lado no avião. Nem eu imaginava os momentos tão gostosos que você me proporcionou. Quando ela me disse isso, pegou minha bochecha e procurou minha boca, encontrou-a ansiosa pra beijá-la, e nos fundimos num beijo terno no começo, mas tão sensual que, quando nossas línguas se encontraram, se soltou entre nós uma paixão imparável. Nossas mãos buscaram nossos corpos, as bocas logo se saciaram de beijos e procuraram as partes mais sensuais um do outro. O corpo daquela mulher floresceu como uma rosa, foi se abrindo, e eu saboreei pétala por pétala. Minha boca percorreu todos os seus cantinhos, dando o máximo prazer. Ela me correspondeu do mesmo jeito, me procurou e encontrou o homem, talvez velho demais pra ela, mas com o espírito tão jovem que reagia a cada carícia com a pele agradecida. Ficamos muito tempo só nos beijando e nos acariciando, nenhum de nós pensou em fazer sexo oral. Pra mim, os peitos dela ou a pussy dela eram só um acessório, igual meu cock pra ela. Quando nos olhamos e ela abriu as pernas, levantando os quadris pra eu entrar nela, entendi que queria ser minha. Eu a recebi e entrei nela como possuidor e, ao mesmo tempo, como prisioneiro da paixão dela. Nos movemos buscando chegar ao fundo um do outro, ser totalmente um só corpo até que o clímax chegou pra nós dois ao mesmo tempo. Foi uma explosão incontrolada, cada um expressou suas sensações como pôde. Nos abraçávamos ou nos beijávamos buscando a união máxima. Caímos entrelaçados e rendidos. Aquilo tinha sido fazer o amor. amor, nada se compara com a putaria selvagem com a Tania de um tempo atrás.
O suor meu e da Malena se misturava com os fluidos dela e meu esperma grudento, a gente adorou sentir o cheiro de sexo nos nossos corpos até que decidimos, muito a contragosto, que era hora de voltar pra casa e tomamos banho juntos. Não deixei ela me levar em casa e, quando saí da casa dela, cruzei com a irmã dela, Marina. Ela me encarou e, como eu tava com um sorriso feliz, disse: "Oi, Pepe, que bom te ver. Tô afim de passar um tempo com você e com... a Malena. Até logo."
Fiquei feliz de vê-la. Depois, na rua, fiquei pensando... não seria nada mal um lanche com as duas gêmeas, eram umas minas sensacionais.
Fui andando pra casa pra ganhar tempo e me recompor, e quando cheguei me deparei com a realidade: parecia um desfile de moda. As duas mulheres, Elena e Corina, estavam vestidas pra uma noite de gala, vestidos elegantes com decotes enormes que realçavam as curvas generosas. Cruzei os dedos nas costas e, com meu melhor sorriso, cumprimentei: "Boa tarde, lindezas. Cada dia vocês tão mais gostosas, sou um homem de sorte." "E nós também. Gostou dos modelos que a gente tá usando? Colocamos pra você, esperamos que não sejam muito ousados." "Nada disso, vocês são duas belezas que ficam bem com qualquer coisa ou sem nada..." "Peeepe, ouvi direito? Não pode reclamar de nos ver com pouca roupa..." "Nunca é demais, mas vocês me fazem sofrer na carne com essas exibições." "Se não gosta, a gente veste hábito de freira." "Não! Pelo amor, prefiro sofrer, vocês estão de dar água na boca... hahaha" "Então vamos jantar, seu comilão, com certeza você teve um dia de cão." "É, pode-se dizer que sim."
Essa noite eu tava saturado de mulher, mesmo assim meus olhos se perdiam nas curvas da Elena e da Corina, uma com sua beleza... A madura, com a idade que tem, e a outra com o vigor explosivo da juventude serena, as duas sabiam usar suas armas, mas não se atrapalhavam. Isso era uma das coisas que mais me surpreendia: parecia que tinham um ímã invisível que as fazia girar ao meu redor, mas se aproximassem uma da outra, se separavam.
Meu filho Javier, quando estava em casa, ficava encantado com a mudança, e olha que elas nem se enfeitavam tanto quanto quando eu não estava. Ele também tinha notado os efeitos do numerinho que a gente tinha armado no hotel. As noites no quarto dele eram pura festa. Corina estava sempre pronta pra ele, e mais de uma vez ele teve que tirar forças não sei de onde pra satisfazer aquele vulcão de pele morena. Ela não se contentava mais em só bater uma punheta pra ele e deixar ele dormir que nem um bebê. Agora exigia que ele desse pelo menos um orgasmo nela, e nem pensar em fingimento — tinham que ser explosivos. Javier tinha que se guardar pras noites caseiras, sabia o que o esperava na cama. O sorriso de Corina quando saía do quarto dele de manhã dizia tudo: ela tinha vencido, e de lavada. Agora Javier não era mais o Xeque que mandava no harém; agora ele tinha que provar.
Elena era mais ou menos a mesma coisa, sem tanta fogosidade. A gente já não se contentava mais com nossas "conversas eróticas". Agora ela metia a mão entre minhas coxas e conferia o estado da minha pica. Se tava do gosto dela, começava a trabalhar; senão, ela mesma tratava de deixar ela no ponto. As posições relaxadas de antes agora eram cavalgadas lentas, mas onde ela ia se ajeitando do jeito mais gostoso e controlava o próprio orgasmo na hora que queria. Me deixava no fogo até decidir qual era o momento certo, e com quatro metidas me fazia gozar dentro da buceta sedenta dela. Os peitos que antes ela deixava eu amassar, agora ela oferecia, guiando os bicos direto pra minha boca pra eu tirar o máximo de prazer deles. Eu aprendi muito e estava adorando aquilo.
Em mais de uma ocasião, aproveitando a excitação e os momentos mais quentes da Elena, tentei arrancar dela alguma informação sobre aquela mudança, mas o que mais me intrigava era a famosa massagem e suas consequências. A Elena, nos momentos de delírio sexual, quase me contou o que tinha acontecido na maca de massagem, mas conseguiu se segurar a tempo. Eu me senti mal por ter tentado me aproveitar dos momentos frágeis dela para arrancar alguma coisa. Pensei na versão que a Melena tinha me dado como possível e me envergonhei ao pensar que, enquanto tudo aquilo rolava, eu estava fodendo com a massagista.
Era sábado quando o Javier me convidou pra acompanhá-lo numa das viagens curtas dele. Sabendo da minha paixão por apreciar bons vinhos, ele me chamou pra ir com ele a uma região especialmente vinícola. Ele tinha que ir pra Mendoza. Eu rapidamente abri o computador e me situei. Não era tão longe, ficava no interior, e além das fotos que vi, curti a cultura do vinho que tinha por lá. A indústria era quase toda voltada pra uva, e isso me agradou. A viagem estava marcada pra semana seguinte, então eu teria tempo pra me informar sobre tudo. As mulheres, a princípio, acharam de boa, embora eu percebesse que preferiam que eu ficasse em casa.
A Corina me mostrou isso de forma “sutil” na primeira oportunidade que teve. Num momento em que a Elena tinha ido comprar alguma coisa pra cozinha, minha nora apareceu do meu lado enquanto eu lia o jornal. Ela estava usando um vestido longo de tecido bem fino. Parecia uma camisola de seda de levantar da cama, mas era estampado de flores, abotoado do pescoço até os joelhos. Ela tirou o jornal da minha mão e me perguntou:
— Então, Pepe, me esclarece uma coisa… Quantos dias vocês vão ficar fora? É pra te mostrar o que você vai perder. perder… Continua. Agradeço suas avaliações e comentários. Valeu.
Pra mim, até então, ficar em casa me dava uns momentos de sossego, cafés da manhã tranquilos lendo jornal, brincar com meu neto Javi ou até, nos momentos mais chatos, passar o tempo com as palavras-cruzadas que eu achava, e de quebra aprendia um pouco do "argentino". Mas desde uns dias, o que antes era uma expedição aventureira pela cidade virou uma necessidade urgente: logo depois do café ou até antes, eu saía de casa com qualquer desculpa pra voltar na hora exata de almoçar. Ver as mulheres indo e vindo com uma roupa que, pros meus sentidos, era forte demais, mexia demais comigo. Até pensei em dar minha opinião sobre o assunto com as duas, mas me sentia muito liberal por um lado, embora no fundo soubesse que não era (pelo menos pra certas coisas), e não queria parecer caretão e retrógrado. A solução imediata foi essa: sair pra rua e respirar um ar fresco. O rumo era o que menos importava, embora, por um lado, eu quisesse desabafar e receber conselhos, acabei indo até o parque/praça Aristóbulo del Valle — meu parque, digamos assim. Lá eu encontrava paz e, com sorte, companhia inteligente. Fui e, de longe, já avistei meu amigo argentino, portenho, bigodudo. Parecia um patriarca cheio de sabedoria, e eu o admirava e respeitava. O homem, ao me ver, se levantou e apertamos as mãos. À primeira vista, apesar da alegria em me ver, notei que ele estava meio abatido. A saúde frágil tava pegando, porque a umidade do ar — que pra mim era um presente pelo frescor — fodia os brônquios dele.
Eu tava morrendo de vontade de falar, de contar minhas tretas na praia, embora não quisesse dar detalhes que ele pudesse interpretar como presunção ou talvez fantasia. Por isso, preferi contar as situações mais ou menos concretas. O cavalheiro sorria pra mim, e eu, na minha verborragia, não deixava ele falar, até que ele me pegou pelo braço e me parou no seco. "Calma, amigo, dá uma segurada… Parece uma locomotiva e esquece que talvez os outros também tenham o que contar, mesmo sem ter saído de Villa del Parque." — "Ah! Desculpa, sou um idiota, não te deixei abrir a boca. É que eu tava precisando falar com alguém que entenda do que eu tô falando. Mas me diz, como vai a saúde?" — "A saúde é que nem um moleque sem noção: às vezes me deixa em paz um pouco, mas outras me fode até cansar. Então, quais novidades por aqui?" — "Bom, talvez eu tenha me empolgado demais. O que acontece é que, em certas idades, a gente já não espera que os Reis Magos apareçam, ainda mais nesse mês." — "Pô, tudo isso parece interessante, mas me conta sem rodeios o que te aconteceu." — "Bem, antes de tudo, queria que você não me visse como um velho tarado ou um adolescente imaturo. É simplesmente que me aconteceu algo inesperado. Pra mim. Vale, mas conta. Lembra daquela moça que você me apresentou um dia aqui mesmo e que você disse que éramos muito amigos? Claro, como esquecer, Magda, é uma garota estupenda. Sim, disso eu dou fé. O caso é que uma manhã eu estava lendo o jornal, focado nos comentários do San Lorenzo de Almagro que tinha ganhado de última hora, e do meu lado sentou uma mulher. Não reparei nela até que ela me chamou a atenção, mexendo no meu jornal. A garota estava lindíssima, tinha saído pra comprar uma coisa pra patroa dela e ao me ver quis me cumprimentar. Você me conhece, sou tagarela pra caralho, contei mil histórias, umas verdadeiras e outras enfeitadas, mas despertei o interesse da mulher. A conversa foi pra uns assuntos mais picantes e daí pros mais explícitos. A garota se aproximou de mim, querendo me contar algo em segredo, não lembro o quê, mas chegou tão perto que minha mão roçou um peito dela. Achei que ia morrer, já que a gente tinha conectado naquele nível e agora com minha mancada podia estragar tudo, mas não. Ela ficou parada enquanto me contava a história. Minha mão não ficou tão parada e percorreu a redondeza do peito dela enquanto eu escutava, até que alcancei o mamilo. Não tive dúvida porque ele estava tão duro que devia doer. Ela me olhou e pegou minha mão. Pensei que ia tirar com delicadeza, mas ela levou minha mão por baixo da blusa dela até deixar sobre o sutiã. Ali eu ainda sentia com mais detalhe o mamilo e a aréola, mas ela soltou a alça e deixou que a teta ficasse livre debaixo da minha mão. Eu estava petrificado. Tinha na minha mão uma teta macia, dura e pulsante de uma mulher que me olhava e apontava pro anúncio de um Albergue que tem na calçada em frente. Que maravilha! Tô imaginando, vocês iam atravessar a rua quase sem tocar o chão. Pois não, foram os brônquios, os brônquios que me foderam de verdade. Comecei a ficar sem ar, usei o aerossol pra compensar, mas cada vez ficava pior. Tive que confessar pra ela. Ela me disse: compreensiva, que era enfermeira e entendia do assunto, mas com suavidade passou a mão por baixo do jornal, meu pau tava estourando e ela o libertou pra não sofrer, colada em mim enquanto eu já amassava os dois peitos dela, ela ficou me fazendo uma punheta por baixo do jornal que me deixou sem fôlego, quando tirou a mão, ela tava cheia de porra, lambeu os dedos e falou no meu ouvido que outro dia viria preparada com algum remédio pros meus pulmões, me beijou no pescoço e se levantou depois de ajeitar os peitos e foi embora, quando tentei continuar a leitura, a foto do time marcando o último gol tava encharcada e com a tinta borrada. Uau, e eu que queria contar minhas histórias… é fantástico, fico muito feliz, tenho que confessar que eu também já experimentei esses peitos e te garanto que a Marga tem uma buceta que vai te saber a glória. Mas esses brônquios… Calma, se ela te disse isso, fica tranquilo que vocês vão ter uma boa foda. Vamos ver… e o que você queria me contar? Ah!, nada de importante, outra hora te conto alguma coisa, você me deixou empolgado, parabéns. Kkkk. Me levantei e fui embora, fiquei feliz pelo cara, a Magda não tinha me decepcionado, até me deixou de pau duro ouvindo a história, se tivesse encontrado ela, não sei se teria me segurado de dar uns apertos. Passei pela rua Cuenca e no primeiro ponto de ônibus subi, quase nem percebi e já tava no centro, do meu lado um casal de turistas mexicanos procurando o bairro da Boca, orientei eles o melhor que pude mas parecia que não tinham saído muito numa cidade grande e sem perceber, tava com eles andando pelas ruas, já deixei eles informados e passeando, ouvi o som de um tango saindo de um bar, fiquei olhando os cartazes e reconheci o grupo onde tocava Fernando, o marido da Malena, fiquei feliz e por curiosidade entrei, não era hora de apresentação. e um barman me parou, falei que queria cumprimentar o Fernando e ele me deixou passar, ele continuou limpando copos e taças compridas.
No palco simples estavam ensaiando como sempre, o casal de dançarinos fazia seus passos seguindo o ritmo, quando me viram pararam e ele me apresentou pra todo mundo, convidei eles pra umas doses que agradeceram e a gente falou de tudo, perguntei pela Malena e ele disse que ela continuava no trampo dela, que de vez em quando aparecia por lá e comiam juntos. Lembramos da primeira vez que estive com eles e acharam graça do meu interesse, confessei que adoraria saber dançar mas que tinha pernas de pau e não servia nem pra dar um passo, o gordo do piano começou a dedilhar e os outros foram se juntando até que a tanguista me olhou e falou. Quer aprender a dançar o tango? Não me atrevo nem com o passo doble. Isso é porque eu não te ensinei.
Me vi num baita aperto porque os músicos já estavam tocando tudo e a mina na minha frente com uma saia justa preta com um rasgo enorme até quase a virilha, com um top colado que me olhava com uns olhos impossíveis de recusar. Tentei pegá-la como eu fazia com a Elena mas ela me enlaçou com os braços e me puxou pra perto dela até, literalmente, grudar em mim. Me segue e não se separa por nada.
A mina me envolvia, me rodeava com braços e pernas, já não eram roçadas mas um contato completo dos dois corpos, ela enfiava a perna dela entre a minha e me beijava no pescoço quando me puxava. Por favor Tânia que teu parceiro tá olhando, você tá me deixando nervoso, bom, tarado na real. Não se preocupa com o Alberto meu parceiro, ele quem gosta é do garçom, você não percebe como eles se olham? E já notei que você tá excitado, eu toco no teu pau com minha perna enquanto danço e você me deixou molhada também. Mas os músicos… Os músicos?... olha o Fernando, o que ele mais gosta é que eu faça um Mamada enquanto toca bandoneón, o gordo do piano tem um pau pequeno e adora que eu sente na cara dele e chupe minha bunda, o do contrabaixo tem a rola curta mas grossa, curte meter no meu cu, e o violinista, ah! isso sim é um pau, chega quase no joelho dele e enfia tudo, adora me ouvir gritar mas eu curto essa tranca dentro, é o que melhor me fode, bom, até agora. Quer vir no meu camarim e a gente testar o tango na horizontal? E o que os outros vão dizer? Que a gente tá comendo como loucos, não vão incomodar, olha o Alberto já tá de joelhos na frente do garçom.
Me convenceu na hora e entre as cortinas do palco me deu o primeiro beijo, gostava de álcool e tabaco mas amei, quando fechou a porta do camarim dele se apoiou na parede e falou. Me empurra! É assim que eu mais gosto, mete de pé, quero que me levante do chão.
A saia só tinha um colchete segurando e caiu no chão, a calcinha preta não foi obstáculo porque ele desviou e o top tirou por cima da cabeça, meu pau entrou abrindo caminho pelo elástico da calcinha, tive sorte que ela era bem mais baixa que eu e quando enfiei apertei ela contra a parede e ela ficou no alto, nem na ponta dos pés alcançava o chão, era de corpo pequeno e se abraçou em mim e me envolveu com as pernas na cintura, as paredes do camarim eram de madeira e rangiam com as empurradas. Onde você quer que eu goze? Isso é o que te preocupa agora?, me fode até morrer, uma gozada a mais ou a menos na pussy que me importa.
Aguentei até onde deu, ela gritava e ofegava, não sei se mais que com o do violino ou não mas gozava em jatos. Espera Pepe, espera um pouco, me põe no chão, tá doendo, você tem um pau mais grosso que o do contrabaixo, quero provar mas pelo cu, depois vou contar pra ele e ele vai Fode o babaca. Soltei ela e ela simplesmente apoiou a cabeça na madeira com as mãos na parede e abrindo as pernas, molhei o bico na buceta e enfiei no cu dela, ela só gemeu um pouco, mas quando teve ele inteiro lá dentro, suspirou. Vai agora, Pepe, vai com força, arrebenta meu cu, mesmo que eu não consiga dançar essa noite.
Não sei se conseguiria, mas as mãos escorregaram da parede e ela teve que se apoiar no chão, sem nenhum impedimento continuei enfiando a pica, ela gritou como se eu tivesse atravessado ela, mas depois pediu para eu continuar mais e mais. Gozei dentro do cu dela enquanto a buceta dela jorrava fluido pra caralho, tive que segurar ela pela cintura até deitar ela de lado num sofazinho. Ela mal se mexia e eu não sabia o que fazer, depois de um tempo ela mexeu a mão um pouco e me disse tchau. Procurei a saída no depósito até dar no palco, os músicos começaram a tocar uma música de brincadeira, Fernando me acenou com a mão e quando passei do lado do Alberto, o garçom estava de joelhos na frente dele.
Fui cambaleando entre as barracas de lembranças de La Boca, todo mundo procurava a rua Caminito, eu fugia da bagunça, ao virar uma esquina alguém me parou. O que você tá fazendo por aqui, Pepe? Ah! Malena, graças a Deus que te encontro, me tira dessa confusão, por favor. Vem, vamos nesse bar, é tranquilo e você me conta. Obrigado, você não sabe como eu tô feliz. E o que aconteceu com você?
Contei tudo, do começo ao fim, exceto que a Tania chupava a pica do marido dela, Fernando, mas não precisei, foi ela mesma que me contou, e fez isso com toda naturalidade. Sim, já sei o que rola lá, meu marido me contou, Fernando e eu temos um relacionamento aberto, ou seja, temos liberdade sexual, ele adora que chupem a pica dele, você já viu no avião, ele fica relaxado igual um bebê, o do piano tem uma "pistolinha" que não consegue enfiar nem em Uma galinha e se contenta em comer a bunda de uma mulher, assim ele goza ou como queira chamar, o baixo não fode bucetas, só mete em booties. Alberto, apesar da aparência de malandro de quebrada com o cabelo engomado, é viado perdido e está apaixonado pelo Adrián, o garçom. O único que fode bem é o do violino, tem um “pauzão”… uma maravilha e a Tania… Ela é ninfomaníaca, não importa o que seja, sempre quer ter algo dentro dela, de preferência grande e grosso. Então… você e o violinista… … Já te falei… um relacionamento aberto… Você podia me fazer um favor? O que quiser, você já sabe. Se você for pra casa, pode me dar uma carona? Claro, cara, vejo que ela te deixou acabado. Isso não é foder, é um triturador, eu a segurei no ar enquanto a perfurava e ela não se cansava, tô exausto, isso não é pra mim. Hahaha, então você gosta mais de mim? Aaaah! Infinitamente. Com você é voar entre as nuvens. Como no avião, né? No avião, no quarto da sesta, na casa da sua mãe, com sua irmã, onde for você é uma deusa. Que memória você tem pra ser um velhinho! Tenho mais memória na pica do que na cabeça, hahaha. É verdade, embora minha “buceta” também não te esqueça, temos que fazer uma festinha, já quase não lembro da última vez. Quando você quiser, mas me deixa me recuperar da Tania. Hahaha, se ela te ouvisse, ia ficar feliz, ela adora destruir os homens, anda, liga o rádio do carro, vamos ouvir música! Uff… é bom ter música boa, a brisa e estar com os colhões vazios, minhas pernas já não tremem… Quem tá falando no rádio? Ah! É uma rádio de consultório de beleza e fofoca, faz muito sucesso, quem fala é amiga minha. Gosto da voz dela, me lembra alguém. Você não vai conhecer, ela é bem esnobe e adora luxo e elegância, só anda com gente “chique”, “pica” é como vocês dizem, ela se chama Gloria Fellini. Gloria Fellini? É parente do diretor italiano? Hahaha, nem pensar, na verdade ela se chama Felatio, mas você entende que não Parece bom, de certa forma ela gostaria de te conhecer, ela adora transar pra caralho mas é muito metida. Ela quem perde. Isso é certeza.
Já estávamos perto da minha casa quando ela perguntou: "Onde te deixo? Na sua casa ou a gente segue pra minha? Você sabe que moro em Villa Devoto, bem ali do lado, podia te dar uma massagem relaxante e com certeza você voltava a ser o mesmo de sempre, quem sabe você se animava de novo. Fernando não vem pra almoçar e uma soneca depois de uma boa comida... Não me tenta, Malena, sabe que daria tudo que tenho pra passar uma tarde contigo, mas hoje tô acabado de tudo. Na verdade, queria te ver e falar sobre alguns assuntos, mas... Que pena, com certeza te esperam em casa: sua mulher de avental, os bobes no cabelo e sua nora de roupão comprido carregando seu neto chorão e gritando por qualquer merda."
Eu gostava do jeito da Malena, era irônica como eu e descreveu a cena da minha casa, mas tudo ao contrário da realidade, então me afundei no banco do carro dela e falei: "Vamos pra sua casa."
Não falamos mais durante o curto trajeto. Quando entramos na casa dela, estava na penumbra, pelas janelas corria uma brisa leve e ela apontou pro telefone assim que entramos. Enquanto isso, ela foi pro quarto dela e logo se ouviu a torneira da banheira. Liguei pra minha casa, a voz sensual da Corina quando atendeu já endireitou um pouco minha pica, imaginava como ela estaria vestida e só falei que tava no centro e não dava tempo de voltar pra almoçar em casa, depois desliguei.
Da porta do quarto dela, Malena me esperava, ela mesma tirou minha roupa. No espelho de corpo inteiro me vi refletido, era um trapo de homem, não entendia o que aquelas preciosidades viam em mim: sem músculos, magro, os ovos mais compridos que a pica, uns poucos cabelos e grisalhos. Que pena, mas a Malena me ajudou a entrar na banheira cheia de água morna. A mina tava usando um roupão de felpa que tirou; por baixo, um sutiã e uma calcinha branca combinando, nada muito sexy. Agradeci e, quando ela me viu olhando, disse: "Por enquanto tá assim, depois, se quiser, tiro tudo."
Afundei a cabeça na água e fiquei lá até não aguentar mais a respiração. Não sabia o que fazer nem o que contar pra Malena. No fim das contas, ela era mulher, argentina, a gente já tinha transado várias vezes, sempre maravilhosamente, e contar intimidades femininas pra ela... capaz de eu sair ferrado.
O toque de uma esponja natural deslizando devagar pelo meu corpo me tirou do torpor. A mina não queria me deixar excitado, muito pelo contrário; passava a esponja pelas bolas e pela pussy tão sutilmente que nem dava pra chamar de roçada. Meu corpo inteiro parecia se livrar de um peso infinito, de umas energias ruins, e aos poucos comecei a falar. "Sinto te contar isso, mas você é a pessoa em quem mais confio. Além disso, é mulher. Não posso esconder que, desde que cheguei, tive uns rolos com várias minas. Você mesma foi a primeira a me fazer gozar. Desde então, sem querer, foram aparecendo oportunidades com garotas de todo tipo: jovens, bem jovens, de meia-idade, milf... de tudo." "E alguma mãe também, né?" "Porra, Malena... o que vocês mulheres têm?" "Só somos mulheres..." "Você tem razão, tem uma mãe também." "E não é qualquer mãe, né?" "Mmm... não, é uma mãe especial, mas te juro que é uma relação limpa, sem treta, natural..." "Ah, então vocês transam sempre que dá, mas sem culpa nenhuma." "É, algo assim, é tipo um jogo." "Entendi... E a sua mulher?" "Pois é, aí é que tá o problema. A gente se conhece desde criança, sempre foi uma mulher normal, recatada. Gosta de sexo, sim, mas de um jeito tradicional. o de sempre… e agora mudou muito, se veste com roupas mais ousadas, adora foder muito mais e fazer coisas que antes eram impensáveis, até meti no cu dela, ou melhor, ela meteu sozinha… Kkkk, resumindo, a senhora agora segue os passos do senhor Pepe… Você nunca se perguntou se tudo isso já gostava antes, e agora com um novo ambiente, novas amizades e família, resolveu experimentar coisas que antes a educação e os tabus seguravam? Ela devia ter suas fantasias, como todo mundo, vontade de experimentar coisas novas, sensações, coisas que ouviu falar, agora não tem vizinhos conhecidos, parentes envergonhados pra encher o saco, só tem você que corre atrás de qualquer saia, e ela sabe, sempre soube, e te ama muito, ela que tem a chance de viver agora, você reparou na palavra? VIVER, e com você não aconteceu o mesmo? Pois é, na minha casa era uma rotina, chato, agora aproveito tudo, o que vejo, o que ouço, sabores, cheiros e se são mulheres, hummm, essas bucetas, esses peitos, esses bicos… e se der, essas bundas, você tem razão mas foi uma mudança tão radical, tudo começou com uma massagem, eu ouvi ela gemer e ofegar enquanto eu estava perto. E você o que fazia enquanto isso? … Estavam chupando minha pica… é verdade. Então imagina… é só uma possibilidade… um massagista bem feito, jovem, musculoso mas não demais, que acaricia os peitos dela quase sem tocar, mas ela quer que ele se atreva mais e espera, espera até ele se atrever, os bicos endurecem de tão duros, a buceta começa a molhar e uma mão besuntada de óleo passa quase roçando entre as coxas e depois um pouco mais perto até passar entre os lábios e finalmente pega o clitóris, você já tinha feito isso com ela alguma vez? Pois aquele cara que ela nem conhecia fez e agora ela não ligava, sentiu que um orgasmo vinha, não conseguia segurar nem queria, gozou feito uma puta, soltou mais fluidos do que nunca, e aconteceu o que nunca tinha acontecido que o garoto continuou acariciando a buceta dela até que ela mesma abriu as pernas e ele entrou nela, com suavidade, com doçura até preenchê-la por completo, ela se abraçou nele, arranhou as costas dele até fazer sangue e gozou de novo e pediu pra ele gozar na boca dela e engoliu todo o leite dele, depois tomou banho e se limpou toda e voltou a ser a pussy de sempre mas vendo a vida de outro ponto de vista. Ah! Pepe, não liga pra mim!, isso são só ideias que me vêm, com certeza tô louca e não foi nada parecido, não sei no que eu tava pensando.
Eu me afundei de novo na banheira, as palavras da Malena eram pura fantasia mas muito bem podiam ser verdade, eram tão lógicas, teria ficado debaixo d'água pra sempre mas comecei a me acalmar e a reconhecer as coisas, era só uma possibilidade mas já não via tão absurda, minha mulher me amava como sempre ou mais e queria me mostrar isso, só que tinha realizado as fantasias dela, quando saí quase afogado a Malena sorria pra mim, olhava pro meu pau, saindo como o periscópio de um submarino, era sinal de que tudo tava melhorando, ela quis ter certeza e tirou o sutiã, só de calcinha meu pau continuou endurecendo, ao ir tirando as peças viu que não era um alarme falso, a cabecinha apareceu e ele foi se descobrindo se libertando do prepúcio, quando ficou brilhando a Malena se abaixou, deu um beijinho e me disse.
Bom, já tá melhor, levanta que vou te secar e vamos comer, já é tarde.
Ela fez tudo que tinha dito, me secou como um menino, no pau se demorou um pouco mais mas não o suficiente pro meu gosto, me enrolou numa toalha e me sentou na mesa, num instante estávamos comendo uns pratos frios.
Ela me tratou como um rei, ficou o tempo todo cuidando de mim, me senti muito lisonjeado que uma beleza como a Malena, com um corpo escultural, com seus Magníficas tetas se movendo livres na minha frente e com um pubis depilado que se mostrava ou escondia entre as coxas dela de um jeito tão natural, era tão sincera e simples que todo sentido sexual tinha desaparecido, até me atrevi a tirar a toalha e ficar tão pelado quanto ela. Aos poucos fui contando pra garota, "de peito aberto", todos os problemas que tinha "sofrido", contei todas as minhas vivências, desde a noite em Tigre até os "consertos" na Viviana, não contei meus jogos com a Corina mas não precisou, a Malena sabia que com minha nora tinha sido um caso especial, com a grande intuição dela percebeu que eu tinha intimidade com ela de um jeito doce, suave e nos encaixando um no outro tão natural que não dava pra distinguir o carinho, a cumplicidade e o sexo.
Com a visão de fora dela, viu claramente que tinham relações tóxicas, inofensivas e até necessárias, eu escutava ela de olhos fechados como se fosse a voz da minha consciência, embora tivéssemos sentado no sofá da sala dela e estivéssemos abraçados, não sentia o toque da pele dela, não distinguia os braços dela das tetas ou da barriga das coxas, só éramos duas almas em harmonia. Acho que na sua vida se misturaram muitas pessoas, a maioria mulheres de condições bem diferentes, e na sua idade você não deve ficar indo pra lá e pra cá mendigando uma teta qualquer como um adolescente, a demonstração de que não se deixava dominar foi boa, agora é sua vez de fazer uma seleção e escolher o melhor, acho que a mãe da Corina complicou sua vida pra caralho, condicionou suas relações com sua mulher e com a Corina, acho que ela percebeu que a filha era uma concorrente incômoda e tentou te prender igual fez com o marido dela, a diferença é que seu filho só visita ela pra transar e vai embora, de qualquer forma vejo problemas no futuro, embora a Corina, que sabe disso, faça de tudo pra não perder ele porque ama. Concordo, você descreveu melhor que ninguém. Tem uma série de mulheres na sua vida que só alimentaram seu ego, mas minaram sua autoestima, você se sentiu usado e isso te prejudica, você curtiu e fez elas felizes sem mais complicações, umas você vai esquecer, outras vai continuar vendo, mas não vão influenciar sua vida. Tem uma que eu recomendo não chegar muito perto: é a Glória. Por transar com ela, você vai acabar se humilhando, e ela vai te usar como um lenço descartável, vai te usar e jogar no lixo. Uma foda assim não te convém. Já outras, como a Magda, a enfermeira, são mulheres boas, ela já mostrou isso várias vezes, mesmo que as chefes dela não sejam lá essas coisas. A mulher do Tigre é toda uma dama, mesmo na condição humilde dela, saberia te fazer feliz em outras circunstâncias. Das meninas, não vou falar nada, imagino que pra um homem da sua idade meter numa buceta tão novinha deve ser como um entalhe no revólver de um pistoleiro. No seu lugar, eu continuaria com elas e, se puder ensinar algo de útil, faça. Tem outras que não ouso opinar porque sou parte interessada. Minha mãe tem suas fantasias francesas e com elas é feliz, você soube realizar alguns desejos dela que eram mais que fantasias, ela te agradece. Minha irmã te usou, tenho que admitir, pra dar ciúmes no marido dela, mas você comeu ela como ele nunca comeu e ainda desvirginou o cu dela de quebra, por isso ela te adora. E eu… o que posso te dizer… uma garota que tenta viver nesse mundo dando pulos pra cá e pra lá, aproveitando as oportunidades que a vida me dá, conhecendo pessoas encantadoras que transam como anjos e são anjos de verdade, por exemplo você, que sem querer influenciou muito em mim, me fez ver a vida de um jeito mais aberto, na verdade agora sou mais feliz do que antes de te conhecer. Porra, Malena, que sorte que eu tenho, conheci umas mulheres extraordinárias, cada uma contribuiu muito pra minha vida cinzenta. Ah! E esqueci a principal, a melhor de todas: sua mulher é a melhor buceta que você poderia ter encontrado, você ela quer, cuida de você, te atura, que já é muito, e fica do seu lado apesar de tudo, te mostrou que quer te manter por perto de qualquer jeito e faz o que pode pra te ter junto. Eu te aconselharia a não se preocupar com as dúvidas que te corroem, se ela quer, pussy, ela vai te contar tudo aos poucos, e você tem que ser compreensivo e agradecer como ela merece. Ah! Obrigado, Malena, quem diria que você ia me aconselhar tão sabiamente quando me sentei ao seu lado no avião. Nem eu imaginava os momentos tão gostosos que você me proporcionou. Quando ela me disse isso, pegou minha bochecha e procurou minha boca, encontrou-a ansiosa pra beijá-la, e nos fundimos num beijo terno no começo, mas tão sensual que, quando nossas línguas se encontraram, se soltou entre nós uma paixão imparável. Nossas mãos buscaram nossos corpos, as bocas logo se saciaram de beijos e procuraram as partes mais sensuais um do outro. O corpo daquela mulher floresceu como uma rosa, foi se abrindo, e eu saboreei pétala por pétala. Minha boca percorreu todos os seus cantinhos, dando o máximo prazer. Ela me correspondeu do mesmo jeito, me procurou e encontrou o homem, talvez velho demais pra ela, mas com o espírito tão jovem que reagia a cada carícia com a pele agradecida. Ficamos muito tempo só nos beijando e nos acariciando, nenhum de nós pensou em fazer sexo oral. Pra mim, os peitos dela ou a pussy dela eram só um acessório, igual meu cock pra ela. Quando nos olhamos e ela abriu as pernas, levantando os quadris pra eu entrar nela, entendi que queria ser minha. Eu a recebi e entrei nela como possuidor e, ao mesmo tempo, como prisioneiro da paixão dela. Nos movemos buscando chegar ao fundo um do outro, ser totalmente um só corpo até que o clímax chegou pra nós dois ao mesmo tempo. Foi uma explosão incontrolada, cada um expressou suas sensações como pôde. Nos abraçávamos ou nos beijávamos buscando a união máxima. Caímos entrelaçados e rendidos. Aquilo tinha sido fazer o amor. amor, nada se compara com a putaria selvagem com a Tania de um tempo atrás.
O suor meu e da Malena se misturava com os fluidos dela e meu esperma grudento, a gente adorou sentir o cheiro de sexo nos nossos corpos até que decidimos, muito a contragosto, que era hora de voltar pra casa e tomamos banho juntos. Não deixei ela me levar em casa e, quando saí da casa dela, cruzei com a irmã dela, Marina. Ela me encarou e, como eu tava com um sorriso feliz, disse: "Oi, Pepe, que bom te ver. Tô afim de passar um tempo com você e com... a Malena. Até logo."
Fiquei feliz de vê-la. Depois, na rua, fiquei pensando... não seria nada mal um lanche com as duas gêmeas, eram umas minas sensacionais.
Fui andando pra casa pra ganhar tempo e me recompor, e quando cheguei me deparei com a realidade: parecia um desfile de moda. As duas mulheres, Elena e Corina, estavam vestidas pra uma noite de gala, vestidos elegantes com decotes enormes que realçavam as curvas generosas. Cruzei os dedos nas costas e, com meu melhor sorriso, cumprimentei: "Boa tarde, lindezas. Cada dia vocês tão mais gostosas, sou um homem de sorte." "E nós também. Gostou dos modelos que a gente tá usando? Colocamos pra você, esperamos que não sejam muito ousados." "Nada disso, vocês são duas belezas que ficam bem com qualquer coisa ou sem nada..." "Peeepe, ouvi direito? Não pode reclamar de nos ver com pouca roupa..." "Nunca é demais, mas vocês me fazem sofrer na carne com essas exibições." "Se não gosta, a gente veste hábito de freira." "Não! Pelo amor, prefiro sofrer, vocês estão de dar água na boca... hahaha" "Então vamos jantar, seu comilão, com certeza você teve um dia de cão." "É, pode-se dizer que sim."
Essa noite eu tava saturado de mulher, mesmo assim meus olhos se perdiam nas curvas da Elena e da Corina, uma com sua beleza... A madura, com a idade que tem, e a outra com o vigor explosivo da juventude serena, as duas sabiam usar suas armas, mas não se atrapalhavam. Isso era uma das coisas que mais me surpreendia: parecia que tinham um ímã invisível que as fazia girar ao meu redor, mas se aproximassem uma da outra, se separavam.
Meu filho Javier, quando estava em casa, ficava encantado com a mudança, e olha que elas nem se enfeitavam tanto quanto quando eu não estava. Ele também tinha notado os efeitos do numerinho que a gente tinha armado no hotel. As noites no quarto dele eram pura festa. Corina estava sempre pronta pra ele, e mais de uma vez ele teve que tirar forças não sei de onde pra satisfazer aquele vulcão de pele morena. Ela não se contentava mais em só bater uma punheta pra ele e deixar ele dormir que nem um bebê. Agora exigia que ele desse pelo menos um orgasmo nela, e nem pensar em fingimento — tinham que ser explosivos. Javier tinha que se guardar pras noites caseiras, sabia o que o esperava na cama. O sorriso de Corina quando saía do quarto dele de manhã dizia tudo: ela tinha vencido, e de lavada. Agora Javier não era mais o Xeque que mandava no harém; agora ele tinha que provar.
Elena era mais ou menos a mesma coisa, sem tanta fogosidade. A gente já não se contentava mais com nossas "conversas eróticas". Agora ela metia a mão entre minhas coxas e conferia o estado da minha pica. Se tava do gosto dela, começava a trabalhar; senão, ela mesma tratava de deixar ela no ponto. As posições relaxadas de antes agora eram cavalgadas lentas, mas onde ela ia se ajeitando do jeito mais gostoso e controlava o próprio orgasmo na hora que queria. Me deixava no fogo até decidir qual era o momento certo, e com quatro metidas me fazia gozar dentro da buceta sedenta dela. Os peitos que antes ela deixava eu amassar, agora ela oferecia, guiando os bicos direto pra minha boca pra eu tirar o máximo de prazer deles. Eu aprendi muito e estava adorando aquilo.
Em mais de uma ocasião, aproveitando a excitação e os momentos mais quentes da Elena, tentei arrancar dela alguma informação sobre aquela mudança, mas o que mais me intrigava era a famosa massagem e suas consequências. A Elena, nos momentos de delírio sexual, quase me contou o que tinha acontecido na maca de massagem, mas conseguiu se segurar a tempo. Eu me senti mal por ter tentado me aproveitar dos momentos frágeis dela para arrancar alguma coisa. Pensei na versão que a Melena tinha me dado como possível e me envergonhei ao pensar que, enquanto tudo aquilo rolava, eu estava fodendo com a massagista.
Era sábado quando o Javier me convidou pra acompanhá-lo numa das viagens curtas dele. Sabendo da minha paixão por apreciar bons vinhos, ele me chamou pra ir com ele a uma região especialmente vinícola. Ele tinha que ir pra Mendoza. Eu rapidamente abri o computador e me situei. Não era tão longe, ficava no interior, e além das fotos que vi, curti a cultura do vinho que tinha por lá. A indústria era quase toda voltada pra uva, e isso me agradou. A viagem estava marcada pra semana seguinte, então eu teria tempo pra me informar sobre tudo. As mulheres, a princípio, acharam de boa, embora eu percebesse que preferiam que eu ficasse em casa.
A Corina me mostrou isso de forma “sutil” na primeira oportunidade que teve. Num momento em que a Elena tinha ido comprar alguma coisa pra cozinha, minha nora apareceu do meu lado enquanto eu lia o jornal. Ela estava usando um vestido longo de tecido bem fino. Parecia uma camisola de seda de levantar da cama, mas era estampado de flores, abotoado do pescoço até os joelhos. Ela tirou o jornal da minha mão e me perguntou:
— Então, Pepe, me esclarece uma coisa… Quantos dias vocês vão ficar fora? É pra te mostrar o que você vai perder. perder… Continua. Agradeço suas avaliações e comentários. Valeu.
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