Obviamente não atendi o telefone e deixei ele vibrando. Vejo que esse tal de Gaspar deixou um recado de voz. Xinguei por não saber a senha da caixa postal e continuei ouvindo a troca de mensagens de voz da Pilar com a amiga dela:
Pilar: O que vocês fumaram ontem à noite? Há pouco tava falando com a Marce e ela disse que não foi na festa do hospital (parece que o Hernán, a Mariela e a Pilar foram numa festa ontem onde tinha droga e não lembravam direito o que rolou).
Mariela: Ok, Pili, no carro você não tava dando pra Marce, você tava montando no Gaspar, o dealer do hospital. Não quis te contar porque sabia que você ia se arrepender de ter chifrado a Marce (eu nem existo pra esse grupo). — A verdade é que não sei quantas vezes você fez com ele — continua a Mariela —, vocês dois sumiram por um bom tempo. Quando a gente já tava indo embora, você apareceu com ele e subiu no carro.
Pilar: Ai, não! — diz se lamentando. Não lembro de nada — exclama em pânico. Não sei quem é e também não queria saber. Daqui a pouco vou na casa do Gabriel, e eu achando que tinha me comportado esse fim de semana.
Mariela: Amiga, Gabriel já era, se preocupa com o Marcelo, que vale a pena (não tenho dúvida de que não sou bem-vista pela Mariela).
Isso tava indo longe demais, mas mesmo assim eu tava muito excitado. O celular fica sem bateria e eu deixo ele largado perto da cama, pra disfarçar.
Segunda-feira à noite, a campainha toca, é a Pilar que obviamente vinha buscar o celular. Ela entra toda suada, vinha da academia (nessa mulher tudo fica erótico, até o suor). Ela pega o celular e nota que tá sem bateria. Liga o carregador ali mesmo e me pede pra tomar banho, e eu aceito com a condição de fazermos juntos. Ela aceita com um sorriso. Tira a roupa na hora, me olha fixo pra eu fazer o mesmo, e a gente entra no chuveiro. Ela não faz ideia da informação que eu tenho sobre a vida sexual dela. Observo ela começar a se ensaboar e... Não demoro pra ter uma ereção. Ela me olha e pergunta – Ei, o que aconteceu aí? – e ri, pegando no meu tronco da pica e levando pra perto dela. Na hora, ela se agacha e começa a chupar com muita habilidade. De repente, me agarra pelas nádegas e começa a engolir meu pau inteiro sem dificuldade. Literalmente, ela tava me comendo com a garganta, até que não aguentou mais e tirou (onde será que aprendeu essas coisas?). – Você é incrível – falo, ela se recupera, me sorri orgulhosa com os olhos brilhando. Levanta, me abraça de frente e me dá um beijão de língua. Depois, me abraça também com as pernas, e eu não hesito em enterrar a pica na buceta dela. Levo ela até a parede do chuveiro e bombeio sem parar com força. A fera tinha acordado de novo e se fazia notar com gemidos fortes que ecoavam nas paredes do banheiro. Ela me manda abaixar, vira de costas e, com um pouco de condicionador, começa a dilatar o cu sozinha. Quando achou que tava na hora, me convidou a meter o pau dentro daquele buraco escorregadio. Tava com medo de machucar, então fui devagar. Pilar, que tava na minha frente, passa as mãos pra trás e aperta minhas nádegas, fazendo eu penetrar com força até o fundo. Depois de totalmente penetrada, começa a se mexer pra trás e pra frente sozinha; eu era só um boneco a serviço da luxúria dela. Não fico parado e começo a acompanhar o movimento pélvico. Tava tão excitado que comecei a tremer, prestes a gozar; ela percebeu, tirou o pau rapidinho, se abaixou e colocou na boca pra receber todo o meu leite. De novo, não deixou cair uma gota no chão; era uma profissional. Terminamos de tomar banho e saímos do chuveiro. A primeira coisa que ela fez, assim que saiu do banheiro, foi pegar o celular, que já tava carregado. Ligou e notei que o rosto dela mudou. Sabia que era por causa da ligação do Gaspar. Eu entro no banheiro pra... terminar de me secar, mas deixo a porta entreaberta e consigo observar ela ouvindo o correio de voz e tapando a boca com a mão enquanto tentava se vestir com roupa que costumava deixar na minha casa pra sair. De longe, ouço ela dizer – love, tenho que ir pra casa porque preciso acordar cedo amanhã. – Tá bom, respondo. Sabia que era mentira. Assim que ela sai, vou atrás pra seguir ela. Ela andava rápido pro lado contrário da casa dela. Vira numa esquina, vejo que atravessa na frente e sobe numa caminhonete preta que tinha um vidro fumê suave, permitindo ver o interior. Atravesso a rua também e me escondo atrás de um carro que me cobria e me deixava ver o interior da tal caminhonete. Observo que ela cumprimenta o motorista no rosto, começam a conversar amenamente, depois começam a dar risada e, por fim, os olhares se cruzaram quase sem palavras. Ela tava com uma minissaia e meias bucaneiras bem grossas por causa do frio. O cara aproxima a mão da saia e ela aceita, colocando a mão dela por cima da dele. Devagar, ele começa a passar a mão na perna dela com total liberdade. Pilar observa o movimento, não para, só fica olhando fixo pra ele. A mão do cara começa a se perder dentro da saia dela e ela, longe de recusar, abre as pernas e se inclina pra frente, incentivando ele a chegar logo na buceta dela. Ele consegue, e minha puta namorada começa a se contorcer e, com a mão dela, começa a amassar o volume grande do cara. De repente, ela tira a mão dele da vulva já molhada e chupa dedo por dedo de um jeito bem sensual, enquanto com as mãos vai desabotoando a calça dele, deixando o pau dele pra fora. Sem hesitar, enfia na boca aquele pedaço de carne, tentando engolir igual fez comigo há menos de uma hora. Tava devorando, não tirava a rola da boca nem pra respirar. Num momento, ela engole ele por completo e o cara começa a se contorcer, tava gozando dentro da boca dela. garganta da minha namorada e eu olhando de fora com a pica que tava explodindo. Vejo ela se reerguer limpando a boca e dar um beijo no cara que imediatamente acende as luzes da caminhonete, sinal de que já ia embora. Mas ela não desce. Eu decido atravessar a rua de novo pela esquina, já que não tinha mais nada pra ver, a caminhonete acelera mas para no semáforo. Pelo vidro ela me vê, abaixa a janela e fala – desculpa, Gaby – e vai embora. Chego em casa atordoado com o que tinha acabado de rolar, pego na minha pica, dou duas batidas e gozo uma quantidade enorme de porra que escorre entre meus dedos.
Não nos falamos a semana toda. Sábado à tarde chega uma mensagem dela dizendo: Gaby, menti pra você porque achei que ia ficar com ciúme, o cara da caminhonete é um amigo que não vejo há muito tempo, a gente se encontrou na segunda e foi tomar algo, nada mais. Ela não sabia que eu vi como ela fez uma endoscopia com um pedaço de carne. Pediu desculpas de novo e me chamou pra ir na casa dela à noite comer uma coisa gostosa que ia preparar, já que fazia tempo que a gente não jantava sossegado. Eu aceito. Chego na casa dela pelo menos 45 minutos antes com a desculpa de que o ônibus veio rápido. Ela me recebe carinhosamente e vai pra cozinha me oferecer algo pra beber enquanto continua preparando a comida. Aviso que vou ao banheiro e no caminho vejo o celular dela carregando na escrivaninha do quarto. Rapidamente pego ele e entro no banheiro. Muito nervoso, olho os chats a toda velocidade e tinha um de "Gaspar" com uma mensagem de terça-feira que dizia: Oi meu amor, que hotel feio aquele que fomos ontem à noite, mas fazendo amor com você não importa se a cama é Baldacchino ou um catre. Fiquei com muita vontade de você continuar me cavalgando no carro do seu amigo, mas ia ser uma bagunça, ontem à noite você me mostrou isso. Adorei como você engoliu minha pica inteira na caminhonete, devo ter enchido sua barriga cheia de porra, né? Sem contar as duas vezes que você engoliu meu sêmen no hospital.
Mensagem de hoje:
“Que bunda gostosa que você tem, mesmo depois de eu ter arrebentado ela durante esses três dias, eu meteria de novo agora mesmo. Que pena que tenho que voltar pra Colômbia hoje, senão eu encheria de pica essa sua buceta linda, igual fiz de segunda até hoje de manhã.” Vou sentir sua falta”. “Te amo”.
O cara tinha se apaixonado pela minha namorada, ela não tinha respondido. Devo confessar que estava muito focado em encontrar o nome do Gaspar nesses chats, mas me ocorreu também procurar alguma conversa com o Marcelo. Tinha uma, daquele sábado à tarde, que dizia:
Pilar: Tô com saudade
Marcelo: Eu também, a gente se vê domingo?
Pilar: Por você, quando quiser. Tô sempre pronta pra você.
Marcelo: Show, vou te foder até você ficar cheia de ferida.
Pilar: Por favor!
CONTINUARÁ
Pilar: O que vocês fumaram ontem à noite? Há pouco tava falando com a Marce e ela disse que não foi na festa do hospital (parece que o Hernán, a Mariela e a Pilar foram numa festa ontem onde tinha droga e não lembravam direito o que rolou).
Mariela: Ok, Pili, no carro você não tava dando pra Marce, você tava montando no Gaspar, o dealer do hospital. Não quis te contar porque sabia que você ia se arrepender de ter chifrado a Marce (eu nem existo pra esse grupo). — A verdade é que não sei quantas vezes você fez com ele — continua a Mariela —, vocês dois sumiram por um bom tempo. Quando a gente já tava indo embora, você apareceu com ele e subiu no carro.
Pilar: Ai, não! — diz se lamentando. Não lembro de nada — exclama em pânico. Não sei quem é e também não queria saber. Daqui a pouco vou na casa do Gabriel, e eu achando que tinha me comportado esse fim de semana.
Mariela: Amiga, Gabriel já era, se preocupa com o Marcelo, que vale a pena (não tenho dúvida de que não sou bem-vista pela Mariela).
Isso tava indo longe demais, mas mesmo assim eu tava muito excitado. O celular fica sem bateria e eu deixo ele largado perto da cama, pra disfarçar.
Segunda-feira à noite, a campainha toca, é a Pilar que obviamente vinha buscar o celular. Ela entra toda suada, vinha da academia (nessa mulher tudo fica erótico, até o suor). Ela pega o celular e nota que tá sem bateria. Liga o carregador ali mesmo e me pede pra tomar banho, e eu aceito com a condição de fazermos juntos. Ela aceita com um sorriso. Tira a roupa na hora, me olha fixo pra eu fazer o mesmo, e a gente entra no chuveiro. Ela não faz ideia da informação que eu tenho sobre a vida sexual dela. Observo ela começar a se ensaboar e... Não demoro pra ter uma ereção. Ela me olha e pergunta – Ei, o que aconteceu aí? – e ri, pegando no meu tronco da pica e levando pra perto dela. Na hora, ela se agacha e começa a chupar com muita habilidade. De repente, me agarra pelas nádegas e começa a engolir meu pau inteiro sem dificuldade. Literalmente, ela tava me comendo com a garganta, até que não aguentou mais e tirou (onde será que aprendeu essas coisas?). – Você é incrível – falo, ela se recupera, me sorri orgulhosa com os olhos brilhando. Levanta, me abraça de frente e me dá um beijão de língua. Depois, me abraça também com as pernas, e eu não hesito em enterrar a pica na buceta dela. Levo ela até a parede do chuveiro e bombeio sem parar com força. A fera tinha acordado de novo e se fazia notar com gemidos fortes que ecoavam nas paredes do banheiro. Ela me manda abaixar, vira de costas e, com um pouco de condicionador, começa a dilatar o cu sozinha. Quando achou que tava na hora, me convidou a meter o pau dentro daquele buraco escorregadio. Tava com medo de machucar, então fui devagar. Pilar, que tava na minha frente, passa as mãos pra trás e aperta minhas nádegas, fazendo eu penetrar com força até o fundo. Depois de totalmente penetrada, começa a se mexer pra trás e pra frente sozinha; eu era só um boneco a serviço da luxúria dela. Não fico parado e começo a acompanhar o movimento pélvico. Tava tão excitado que comecei a tremer, prestes a gozar; ela percebeu, tirou o pau rapidinho, se abaixou e colocou na boca pra receber todo o meu leite. De novo, não deixou cair uma gota no chão; era uma profissional. Terminamos de tomar banho e saímos do chuveiro. A primeira coisa que ela fez, assim que saiu do banheiro, foi pegar o celular, que já tava carregado. Ligou e notei que o rosto dela mudou. Sabia que era por causa da ligação do Gaspar. Eu entro no banheiro pra... terminar de me secar, mas deixo a porta entreaberta e consigo observar ela ouvindo o correio de voz e tapando a boca com a mão enquanto tentava se vestir com roupa que costumava deixar na minha casa pra sair. De longe, ouço ela dizer – love, tenho que ir pra casa porque preciso acordar cedo amanhã. – Tá bom, respondo. Sabia que era mentira. Assim que ela sai, vou atrás pra seguir ela. Ela andava rápido pro lado contrário da casa dela. Vira numa esquina, vejo que atravessa na frente e sobe numa caminhonete preta que tinha um vidro fumê suave, permitindo ver o interior. Atravesso a rua também e me escondo atrás de um carro que me cobria e me deixava ver o interior da tal caminhonete. Observo que ela cumprimenta o motorista no rosto, começam a conversar amenamente, depois começam a dar risada e, por fim, os olhares se cruzaram quase sem palavras. Ela tava com uma minissaia e meias bucaneiras bem grossas por causa do frio. O cara aproxima a mão da saia e ela aceita, colocando a mão dela por cima da dele. Devagar, ele começa a passar a mão na perna dela com total liberdade. Pilar observa o movimento, não para, só fica olhando fixo pra ele. A mão do cara começa a se perder dentro da saia dela e ela, longe de recusar, abre as pernas e se inclina pra frente, incentivando ele a chegar logo na buceta dela. Ele consegue, e minha puta namorada começa a se contorcer e, com a mão dela, começa a amassar o volume grande do cara. De repente, ela tira a mão dele da vulva já molhada e chupa dedo por dedo de um jeito bem sensual, enquanto com as mãos vai desabotoando a calça dele, deixando o pau dele pra fora. Sem hesitar, enfia na boca aquele pedaço de carne, tentando engolir igual fez comigo há menos de uma hora. Tava devorando, não tirava a rola da boca nem pra respirar. Num momento, ela engole ele por completo e o cara começa a se contorcer, tava gozando dentro da boca dela. garganta da minha namorada e eu olhando de fora com a pica que tava explodindo. Vejo ela se reerguer limpando a boca e dar um beijo no cara que imediatamente acende as luzes da caminhonete, sinal de que já ia embora. Mas ela não desce. Eu decido atravessar a rua de novo pela esquina, já que não tinha mais nada pra ver, a caminhonete acelera mas para no semáforo. Pelo vidro ela me vê, abaixa a janela e fala – desculpa, Gaby – e vai embora. Chego em casa atordoado com o que tinha acabado de rolar, pego na minha pica, dou duas batidas e gozo uma quantidade enorme de porra que escorre entre meus dedos.
Não nos falamos a semana toda. Sábado à tarde chega uma mensagem dela dizendo: Gaby, menti pra você porque achei que ia ficar com ciúme, o cara da caminhonete é um amigo que não vejo há muito tempo, a gente se encontrou na segunda e foi tomar algo, nada mais. Ela não sabia que eu vi como ela fez uma endoscopia com um pedaço de carne. Pediu desculpas de novo e me chamou pra ir na casa dela à noite comer uma coisa gostosa que ia preparar, já que fazia tempo que a gente não jantava sossegado. Eu aceito. Chego na casa dela pelo menos 45 minutos antes com a desculpa de que o ônibus veio rápido. Ela me recebe carinhosamente e vai pra cozinha me oferecer algo pra beber enquanto continua preparando a comida. Aviso que vou ao banheiro e no caminho vejo o celular dela carregando na escrivaninha do quarto. Rapidamente pego ele e entro no banheiro. Muito nervoso, olho os chats a toda velocidade e tinha um de "Gaspar" com uma mensagem de terça-feira que dizia: Oi meu amor, que hotel feio aquele que fomos ontem à noite, mas fazendo amor com você não importa se a cama é Baldacchino ou um catre. Fiquei com muita vontade de você continuar me cavalgando no carro do seu amigo, mas ia ser uma bagunça, ontem à noite você me mostrou isso. Adorei como você engoliu minha pica inteira na caminhonete, devo ter enchido sua barriga cheia de porra, né? Sem contar as duas vezes que você engoliu meu sêmen no hospital.
Mensagem de hoje:
“Que bunda gostosa que você tem, mesmo depois de eu ter arrebentado ela durante esses três dias, eu meteria de novo agora mesmo. Que pena que tenho que voltar pra Colômbia hoje, senão eu encheria de pica essa sua buceta linda, igual fiz de segunda até hoje de manhã.” Vou sentir sua falta”. “Te amo”.
O cara tinha se apaixonado pela minha namorada, ela não tinha respondido. Devo confessar que estava muito focado em encontrar o nome do Gaspar nesses chats, mas me ocorreu também procurar alguma conversa com o Marcelo. Tinha uma, daquele sábado à tarde, que dizia:
Pilar: Tô com saudade
Marcelo: Eu também, a gente se vê domingo?
Pilar: Por você, quando quiser. Tô sempre pronta pra você.
Marcelo: Show, vou te foder até você ficar cheia de ferida.
Pilar: Por favor!
CONTINUARÁ
4 comentários - Como descobri que minha mina me fez de corno (pt4)