Segredos à vista (elemental)

Quando conheci a Anaís, foi a melhor coisa que me aconteceu. Ela me passou o número do celular pra eu ligar sempre que quisesse. Hoje não tenho nada mais pra fazer, a única coisa que vou fazer é encher de porra a minha amiguinha. Já faz semanas desde que a conheci, e não consigo parar de pensar nela. Peguei meu celular e comecei a ligar pra ela. — Alô. — Ela atendeu, mas parecia estar exausta de alguma coisa. — Você tá exausta. — Falei, pra provocar, se ela tá transando com alguém. — Não, tô do lado de fora de casa. — Mas tá cansada. — Pode vir me buscar que te faço um agrado. — Tá bom, vou te buscar. — Desliguei a chamada, peguei as chaves do carro e fui até ele buscá-la. Estacionei a uma quadra da casa dela, parei e desci do carro. Comecei a ficar meio angustiado, porque se ela tá com outro, não acho que vou gostar de saber que tão mexendo em outras rolas. Peguei o celular de novo pra ligar, mas a vi. — Oi. — Me aproximei pra cumprimentar, mas ela me deu um beijo naqueles lábios carnudos. Como cê tá, love? — Ela se afastou um pouco do meu rosto. — Bem, e você? — Ela tá muito pálida. — Não sei. — Apertou a barriga com força. — Cê tá bem? — Fico preocupado de ver ela assim. — Vamos pra sua casa, por favor, preciso te contar uma coisa importante. — Isso me apavora, minha mão começou a suar, e o pior é que não quero acreditar. — Sim, claro, mas o que foi? — Me apavora pensar que ela tá... Começamos a andar até chegar no meu carro. Todas as vezes que transamos, usamos camisinha, mas não é totalmente seguro. Abri a porta do carro, e ela sentou no banco do carona, com aquela cara de medo. Comecei a dirigir até minha casa. — O que te apavora? — Perguntei, pra finalmente quebrar o gelo. — Depois você vai saber, espero que não te apavore. — Me apavora mais ainda, quer dizer, não gosto de suspense. Quando chegamos na minha casa, Anaís abriu a porta e saiu como sempre, a mais gostosa, com aquela blusa linda e o sutiã dela. mas o que dizer da calça dela e da marca da buceta. Saí do carro e abri a porta de casa. Ela sentou no sofá maior, e não parava de olhar meus troféus de esporte e medicina. — Você é médico. — Ela se surpreendeu, mas segurou mais a barriga. — Sim, por quê? — Ela tirou a camiseta, pra eu ver que tinha um ferimento grave, que tava sangrando. — O que aconteceu com você? — Me ajoelhei pra ver o ferimento dela. Levantei pra ir até meu armário, onde tenho meus kits de emergência. Peguei um curativo, água destilada e tudo que precisava pra suturar o ferimento. — Isso vai arder, mas depois você vai ter que me contar o que houve. — Coloquei quase tudo na buceta dela e pareceu excitá-la. — Sim... foi uma sombra. — Deve ser nome de banda. — Ela me atacou e agora sabe de você. — Queee, espera, como assim sabe de mim? — Perguntei, enquanto ainda cuidava dela. — Sim, quando passei o colar pra você, ele devia ter ficado branco, mas quando você colocou, ficou vermelho. Me fez pensar que você era um mago do fogo como eu. — Quando terminei de cuidar dela, guardei minhas coisas pra me afastar. — O que você tá dizendo, como assim um bruxo, sombra... — Isso não é só sexo e ainda por cima ela tá grávida. Ela estendeu a mão, e uma chama de fogo saiu da mão dela, como se ela controlasse. Me afastei mais dela. — Cooomo você fez isso? — Não se preocupa, tá tudo bem, eu te ajudo a controlar seus poderes. — Ela apagou o fogo das mãos. Ela tirou o sutiã, mostrando os peitos lindos. É hora do sexo. — Você quer me dar meu presente? — Apertei os peitos dela. — Trouxe um preservativo. — Tirei do bolso, peguei a camiseta dela e fiz ela subir primeiro, pra ver a buceta gostosa dela. Subi rápido pra jogar ela na cama e beijar os peitos dela. Tirei o sutiã pra chupar o mamilo, e ela começou a gemer. Tirei tudo e ela começou a chupar meu pau com a boca linda dela, até eu gozar na boca dela. — Desculpa. — Falei, ficando na frente dela. — Tá quente. — Ela falou, e engoliu tudo. Porra. - Ainda tenho mais. - Ela me olhou surpresa. Coloquei a camisinha e meti, mas dessa vez com mais força, as tetas dela balançavam e o rosto ficava vermelho. Mas o curativo do ferimento continuava intacto. Virei ela e coloquei de quatro, meti no cu dela. Doeu mais ainda. Tirei a camisinha e meti pra gozar no cu dela. - Como você ficou. - Ela curtiu tanto que saiu toda minha porra do cu dela. - Espero que você seja um bom aluno como é no sexo. - Ela colocou os dedos na buceta dela. Peguei mais camisinhas pra continuar metendo na pussy mais molhada que não podia estar. Ela abriu uns 3 preservativos com facilidade. - Hoje você tá com vontade. - Ela disse. - Com a sua notícia, parece que me deixou com tesão. - Toquei na pussy dela. - Sim, mas agora vai ser diferente, já que você vai ser um bruxo, vai ter que manter segredo comigo. O lugar onde a gente se conheceu não existe, é tudo falso. Eu precisava de um jeito de ficar com você e me vesti de puta por esse motivo. Eu gosto de você e também do sexo com você. - Ela tava se abrindo pra mim de um jeito diferente. - Sim, eu também. Achei estranho e por um momento pensei que você tava grávida de mim ou de outro, mas suas roupas ou suas coisas, onde vão estar? - Isso a gente vai ver com o tempo.

1 comentários - Segredos à vista (elemental)

B_de_P +1
Parece ser bastante original la idea, pero el relato está flojo. Igual voy a seguir leyendote hasta que termine la historia, pero por favor aclara en el título que son capítulos de un mismo relato!!
Pior1 +1
Gracias, así podré tener una mejor historia 😎😎
B_de_P
@Pior1 ya quiero leer la próxima parte!!