O que rolou ontem???

O que aconteceu ontem??? Foi isso que me perguntaram quando acordei. Era uma quarta-feira à noite e decidimos sair pra dar uma volta, tomar alguma coisa ou o que pintasse, porque durante a semana não tem muita opção em Mza. Fomos sempre no mesmo lugar, o Reserva Pub. Quando chegamos, o Jesus estava na porta, a gente cumprimentou ele e ele deixou a gente entrar. Procuramos uma mesa, sentamos, pedimos um champanhe e começamos a tomar. Lá pelas 2h30 começou o show, foi curto e já começou a dança. Saímos pra pista e começamos a dançar — a gente é frequente no lugar e, geralmente, são as mesmas pessoas. Vimos uma cara conhecida, um baixinho que sempre se acha o tal. Ele se aproximou, cumprimentou, nos convidou e a gente aceitou. Tomamos uma cerveja com ele, ele foi buscar outra, ficou um tempinho com a gente e depois foi embora. Daí a pouco ele voltou. Minha esposa já tava tonta e pegou o baixinho pelas mãos, colocou ele atrás dela e rebolou a bunda até ele começar a ficar duro. Aí ele se separou e foi pro banheiro. A gente riu e pediu mais uma cerveja. Já estávamos bêbados e não vimos mais o baixinho. A música não tava boa e perguntei se ela queria ir embora. Ela disse que sim, a gente tava muito alegre. Enquanto a gente cambaleava até o carro, perguntei: "Quer tomar uma coronita antes de ir pra casa, frutinha?" Ela topou na hora. Era cedo, umas 4h30, e fomos pra um bar, a Taberna do Moe — a gente sempre chegava na porta mas nunca entrava. Chegamos, entramos, achamos uma mesa, pedimos limão pra coroa e fomos aproveitar. A gente tava conversando quando o baixinho apareceu. Não podia ser. Minha esposa disse que tava muito tonta e ria. O baixinho tava junto da mesa, do lado dela e de frente pra mim. Ele me pediu pra buscar o celular dele, que tinha deixado no carro. Levantei pra pegar, dei um beijo nela e saí. O carro tava perto, peguei o celular e voltei. Quando entrei, ela tava se beijando com o baixinho. Quando ele me viu, saiu fora. Sentei, passei o celular pra ela e perguntei: "O que você fez?" Ela disse: "Nada, é um babaca, nem beijar sabe, e tá muito doidão." Atrás dela tinha... Um cara sozinho que tinha visto o que rolou com a minha mina me disse: "vida, preciso ir ao banheiro". Falei pra ele esperar, que tinha fila pra entrar e a gente terminou a cerveja. Ela se levantou, segurou na mesa porque tava tonta e falou: "você me acompanha?". Levei ela até perto do banheiro e ela disse: "aqui tá de boa, vida". Ela ia entrando no banheiro e o baixinho saía do masculino. Ele falou algo pra ela, mas ela ignorou. Quando ela saiu, ele tava esperando e trocaram umas palavras, mas ela ignorou de novo. Fomos até nossa mesa, mas já tinham ocupado. Aí eu falei: "Bom, vida... vamos". Ela começou a andar na frente. Atrás de mim estavam sentados dois caras tomando fernet. Quando minha mina passou, eles ofereceram. Ela virou, me olhou e aceitou. Ela não costuma tomar fernet porque não gosta, mas naquela noite tomou, e um gole bem grande. Um dos caras, o mais falante, se chamava Matias, nos convidou pra sentar. O outro, Diego, se mexeu um pouco pra gente se acomodar. Começamos a falar de tudo um pouco. Minha mina colocou a mão na perna do Matias, e ele ria. Matias baixou a mão dele e começou a tocar a perna dela. Fiquei sabendo porque ela me mandou uma mensagem dizendo: "Ela: olha o mão longa esse, como ele fica passando a mão na minha perna. Eu: tira a mão dele se te incomoda. Ela: não, deixa, não tem problema... ainda hahaha". Continuamos bebendo, o ambiente tava muito pesado, todo mundo fumava e não dava pra respirar. Minha mina disse que queria ir ao banheiro de novo. Falei que tava bom e fui com ela. Ela entrou e logo me chegou uma mensagem com uma foto dela mostrando a buceta depilada. Respondi que tava gostosa... Ela mandou uns "hahaha" de resposta. Saiu, chegamos na mesa e ela falou: "vamos terminar o que sobrou em outro lugar, quer vida?", me perguntando. Falei que sim, se eles quisessem, sem problema. Saímos da taberna e Matias nos seguiu com o Diego no carro dele. Perguntei onde ela queria ir e ela disse: "vamos pra um lugar tranquilo". Peguei a rua España e descemos até a nave cultural. Paramos do lado norte, tava tudo vazio. Estacionei e descemos. Baixaram o fernet e nos ofereceram. Ela tava sentada no banco do passageiro, levantou e se apoiou no carro pra tomar fernet. Eu fiquei do lado dela, do outro lado ficou o Matias, e o Diego tava parado na nossa frente. A gente falou de qualquer coisa, passaram o copo pra Frutillita e um pouco de fernet caiu entre os peitos dela quando ela tentou beber. Ela riu, meteu a mão no copo, tirou um gelo, colocou na boca e passou o copo pro Matias. Ele bebeu, e ela perguntou se tava faltando gelo. Ele olhou pra ela, e ela agarrou Matias pela nuca, passou o gelo pra boca dele — acho que ele se surpreendeu. Matias passou o copo pro Diego, e Diego disse que ela tava certa, que tava faltando gelo. Ela falou que não tinha mais gelo, mas agarrou ele pela nuca também e beijou ele. Quando se separou, disse: "Agora tá mais fresquinho", e riu. Frutillita pegou o copo, meteu os dedos, depois passou entre os peitos dela e falou: "Quem quer?" Eu me abaixei e passei a língua entre os peitos dela. Ela olhou pro Matias, e ele beijou ela. Depois olhou pro Diego, e ele apertou ela contra o carro, agarrou a bunda dela enquanto beijava. Eu me afastei, e Diego ficou do lado dela — os dois beijavam ela. Eu cheguei, agarrei o rosto dela e beijei ela. Eles tavam tocando a bunda, a buceta e os peitos dela enquanto eu beijava. Ela me olhou e falou: "Oferece pra eles." Eu ri, agarrei os peitos dela, tirei do sutiã e ofereci. Diego meteu um na boca na hora, Matias tava tocando e também começou a chupar. Tavam tipo loucos, os dois metendo a mão nela por todo lado. O segurança da nave culturalista vinha caminhando com a lanterna, e a gente teve que parar. Diego falou: "Vamos tomar mais uma cerveja, pode ser?" Minha esposa me olhou e disse: "Vamos, se você quiser." Eu falei que beleza, que a gente seguia no caminho. Perguntei como ela tava, e ela disse que bem. Perguntei se queria que a gente fosse embora, e ela falou: "Fica mais um pouco e a gente vai." Eu disse que como ela quisesse. A gente tava os dois muito chapados e com tesão. Chegamos numa agência de carros. O que tem na Costanera e na Ramírez. A gente parou, desceu, entrou e passou entre vários carros até chegar num escritório. Entramos, e no escritório tinha dois sofás, uma mesa e um PC que o Matias ligou e colocou música. Eu precisava ir ao banheiro, e a Frutillita também. A gente falou, e o Diego disse: "já volto, vou comprar umas coisas". O Matias foi com a gente até o banheiro. Minha esposa tava usando uma saia tubinho curta e um body de renda. Ela soltou o body e entrou no banheiro. Esperei ela, e voltamos pro escritório. O Matias tava no celular e deixou ele em cima da mesa. A Frutillita passou, sentou no sofá maior e chamou a gente pra sentar com ela. Eu fiquei do lado direito dela, e ele do esquerdo. Ela virou a cabeça e me beijou, e depois beijou o Matias. Ele apalpou os peitos dela, e eu desci a mão até a buceta dela e comecei a acariciar. O body não tinha sido preso de novo, e ela tava molhada. O Matias puxou os peitos dela pra fora e chupou gostoso. Ela me beijava e beijava ele também. Ele desceu a mão e encontrou a minha na buceta dela. Ele tocou enquanto eu abria ela com os dedos, e ele continuava chupando os peitos dela. A gente tava nessa quando o Diego chegou e falou: "já começaram, hein?" E ela respondeu que a gente tava só passando o tempo. Ele deixou a cerveja e o refrigerante em cima da mesa, ficou de frente pra ela, abriu as pernas dela, olhou a buceta dela, levantou as pernas dela, segurou e começou a chupar a buceta dela. A Frutillita começou a gemer e gozou. O Diego tomou os sucos dela e continuou. Enquanto ela gozava, me disse: "amor, pede pra ele chupar porque ele chupa gostoso pra caralho, haha." Ela pediu pra gente dar pica na boca dela, então um de cada lado deu o gosto. Pude ver a pica do Matias, não era muito grande, mas tava bem dura. Ela chupava a gente, a gente apalpava os peitos dela, e o Diego chupava a buceta dela. O Diego levantou, se soltou, tirou a calça, tirou a camiseta e ficou pelado. Tinha uma pica respeitável, não era comprida, mas era grossa no final. Ele se colocou entre as pernas da Frutillita e disse: "não aguento mais, vou te... quero foder. ela olhou pra ele e disse: "e aí, tá esperando o quê?" ele pegou a pica, passou nos lábios dela de baixo pra cima, e ela falou: "mete logo, o que cê tá esperando?" e ele enfiou tudo em duas estocadas. começou a bombar com tudo enquanto ela chupava a gente. depois ela falou pra trocarem, que ele deitasse no sofá, e ela pegou a pica dele e sentou nela até só dar pra ver os ovos do Diego. olhou por cima do ombro e me disse: "vem, vida, entra você também." fiquei atrás dela e meti na buceta com o Diego, uma dupla vaginal que ela adora. chamou o Matias e começou a chupar a pica dele, e me dizia: "vida, tô comendo três paus, que delícia, três só pra mim." a gente comeu ela por um tempo assim e cansou um pouco, então eu saí e ela sentou no sofá. o Diego ajeitou ela, ficou de pé na frente, abriu as pernas dela e continuou comendo enquanto a gente, eu e o Matias, acendemos um cigarro olhando como comiam ela. ela pegou nas nossas picas e começou a bater uma. falei pra ela ficar de quatro, e ela obedeceu. agarrei ela pela cintura e meti tudo. ela chamou o Diego e começou a chupar a pica dele. o Diego falou pro Matias: "mano, vem aqui, ela chupa como ninguém, vai." e ele também meteu na boca dela. o Diego me disse pra dar o lugar, e eu gozei. o Diego olhou pra bunda dela e falou: "que coisa linda, que rabo gostoso que você tem." e pegou a pica e enfiou até os pelos de uma vez. eu sentei na frente dela e dei minha pica pra chupar. o Diego empurrava forte, e ela chupava metade da minha pica, levantava a cara, me beijava e pegava na pica do Matias. o Diego gozou e falou pro Matias: "prova isso, mete que é uma delícia." o Matias ficou atrás dela e começou a comer. o Diego trouxe a pica pra ela chupar, e ela juntava as duas e dizia: "tudo isso meteram em mim." me joguei no sofá e ela começou a cavalgar em mim. o Diego foi por trás e meteu junto comigo. ela me beijava, beijava o Diego e chupava a pica do Matias. a gente ficou assim um tempo. trocamos: eu fiquei atrás e o Diego embaixo, ele se agarrou nas tetas dela igual um louco e abriu a bunda dela pra penetração ser mais funda. Eu já não aguentava mais, fazia duas horas que a gente tava comendo ela e gozei dentro, mas não falei nada. Saí e o Diego falou: "Fica de quatro, por favor, adoro essa bunda que tu tem". Ela obedeceu, ele começou a meter e eu me aproximei, bem devagar no ouvido dela falei: "Tão batendo a porra que eu deixei dentro de você, sabia, frutinha?" Ela me olhou e disse: "...não me fala isso, vou gozar errado." Ela começou a gemer e a rebolar com a bunda e gozou de novo. O Diego disse que não aguentava mais, tirou o pau e encheu a bunda dela de porra, encostou a cabeça no cu e fez pressão, mas começou a amolecer. A gente sentou todo mundo, eu e o Diego dos lados da frutinha e o Matias na escrivaninha, conversamos, beijamos ela, e ela se levantou, limpou a porra e começou a se vestir. Já era dia, 8h30, duas horas e meia de trepada. Com a minha esposa, a gente terminou de se vestir e falamos em ir embora. Eles continuavam pelados, o Matias nunca gozou. Ela deu um beijo no Matias e o Diego disse que ia nos acompanhar. Chegamos na porta da rua e antes de abrir, o Diego perguntou se podia beijar a bunda dela mais uma vez. Ela me olhou e eu falei que tudo bem. Ela se apoiou com as mãos num carro e o Diego se ajoelhou e começou a chupar o cu dela, e depois usou a palavra: buceta. Aí ele se levantou, ela ainda tava abaixada, apoiada com as mãos no carro, empinando a bunda. Ele pegou no pau que já tava duro de novo e começou a meter nela. Ela falava que não, que já chega, mas empurrava com a bunda e me beijava. Eles gozaram de novo e ele deixou toda a porra no rego da buceta e no cu dela. Se beijaram e se despediram, eu apertei a mão dele, ele passou o número de celular e a gente foi embora. Assim que ela subiu no carro, a frutinha dormiu. Eu fiquei tocando a buceta dela enquanto dirigia e ela nem percebia, tava exausta e com os efeitos do álcool. Chegamos em casa, acordei ela, subimos, passamos no banheiro e fomos deitar. Ela se Deitei e ela disse: olha... tava com a buceta inchada e me falou que não sabia quantas vezes gozou, mas que foram muitas, por isso tava assim. Desci, chupei ela e comi rapidinho, ela gemendo e falando: "já chega, vida, tem pena de mim" até eu gozar dentro dela. Quando acordamos, eram três da tarde, ela me olhou e perguntou: "O que aconteceu ontem à noite, vida?" Eu falei que rolou de tudo e a gente riu. Ela desceu, começou a chupar minha pica e sentou em cima pra eu chupar ela também. Depois, virou, montou em mim e gozamos juntos. Entramos no banho e, enquanto ensaboava as costas dela, perguntei: "Vida, vamos sair hoje à noite?" Ela riu e disse: "Acho que sim, se você descer... mas isso eu conto depois." Um salve pra todos os P! Que nos seguem e tiram um tempo pra comentar, a gente sempre tenta responder as mensagens de vocês. Saudações a todos!

9 comentários - O que rolou ontem???

esta muy bueno, pero... la terminas mal, por que terminas asi..?
chicos estubo muy bueno sigan sumando experiencias
Amigos exelente relato!!! me dejo super caliente el solo hecho de pensar que anduvieron por lugares que conozco (soy de Mendoza) me exitó mucho más. Muy buena onda lo de uds. les dejo un saludo grande y no dejen de vivir experiencias!!!